Les Paul & Neil Young

Postado em Programas com as tags , em 09/09/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje, vamos homenagear uma estrela que se apagou do firmamento musical do século XX, o grande Les Paul… um dos pais da guitarra elétrica… que deixou a nossa desolada realidade no último dia 13 de agosto…

Lester William Polsfuss nasceu em Winsconsin, em 1915… e já era uma figura notória no mundo do jazz quando ajudou a mudar o mundo da música para sempre, com a lendária guitarra elétrica de corpo sólido que apresentou para a Gibson Corporation em 39… e que eventualmente se tornaria a Gibson Les Paul… batizada em sua homenagem… uma das formas icônicas do rock’n’roll, junto com a sua eterna rival… a Stratocaster de Leo Fender…

americanmade-lespaul&friends

Depois do acidente em que perdeu o movimento do braço direito, Les Paul formaria uma dupla com a sua segunda mulher, Mary Ford, e juntos eles fariam muito sucesso nos anos 50, com uma sonoridade que misturava a riqueza melódica com sutis toques jazzísticos… mas seria nos anos 60 que o seu nome se tornaria permanentemente associado ao rock, com um verdadeiro quem é quem dos grandes nomes da guitarra pagando tributo ao velho mestre e adotando a sua guitarra.

Depois do divórcio em 64, Les Paul quis se aposentar… voltando só 76 para uma dupla de álbuns com Chet Atkins… e desde os anos 80 ele se apresentava nos clubes Fat Tuesday e Iridium em Nova York, onde era reverenciado por seus muitos admiradores… para lembrá-lo, nós selecionamos material do álbum que ele lançaria em 2005, aos 90 anos, com alguns de seus seguidores: Jeff Beck, Eric Clapton, Rick Derringer, Peter Frampton, Steve Miller, Joe Perry e até Keith Richards, entre outros…

Vocês ouviram Les Paul & Friends com “Rock & Roll Hoochie Koo”, “So into you”, “Good morning little school girl”, “I love you more than you’ll ever know” e “69 Freedom Special”… extraídas do álbum “American made, world played”, de 2005.

A gente volta já…

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E enquanto um mestre deixa o espaço normal e atravessa a barreira do hiper-espaço… outro continua firme e inabalável, com mais um álbum imperdível em uma carreira que já passou da quarta década e permanece como um dos sinônimos do rock.

Nos seus últimos trabalhos Neil Young tinha investido pesado na crítica aos desmandos do governo Bush, principalmente a loucura da Guerra do Iraque… mas agora, na Era Obama, ele voltou seu olhar para a própria cultura americana, com um trabalho que toma como símbolo a paixão pelo automóvel… e o resultado é “Fork on the Road”… anunciando uma bifurcação na estrada do progresso… e dois caminhos possíveis.

forkintheroad-neilyoung

De um lado a cultura desgovernada do sucesso a qualquer preço, da indústria sem controle em nome do lucro imediato e do terrorismo político em nome da liberdade dos poderosos… do outro é a alternativa de um mundo que não precisa abandonar seus sonhos, aqui representados pelos belos carros que já foram a marca dos Estados Unidos, mas que não precisa fazer guerras ou destruir o  meio ambiente para consegui-los.

Para demonstrar isso, o próprio Neil Young mudou seu velho Lincoln Continental 1959, colocando um motor elétrico e rebatizando-o de Lincvolt… a mistura da glória do passado com a consciência do futuro, em um encontro que pode chocar os conservadores, mas é a cara do velho Neil, que sabe muito bem que não é na opinião dos outros que se encontra o mapa do seu destino… é outro grande trabalho desse canadense que continua uma das vozes mais engajadas do rock.

Vocês ouviram Neil Young com “When worlds collide”, “Just singing a song”, “Johnny magic”, “Off the road”, “Light the candle” e “Fork in the road”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem. “

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LES PAUL

BG – LET ME ROLL IT

1. ROCK & ROLL HOOCHIE KOO – 5:05 (com Kayne Wayne Shepard e Edgar Winter)

2. SO INTO YOU – 4:41 (com Peter Frampton)

3. GOOD MORNING LITTLE SCHOOL GIRL – 4:42 (com Buddy Guy, Keith Richards e Rick Derringer)

4. I LOVE YOU MORE THAN YOU’LL EVER KNOW – 6:02 (com Joe Perry)

5. 69 FREEDOM SPECIAL – 5:44 (com Les Paul & Friends)

BG – I WANNA KNOW YOU

TOTAL: 26:14

NEIL YOUNG

BG –HIT THE ROAD

6. WHEN WORLDS COLLIDE – 4:13

7. JUST SINGING A SONG – 3:31

8. JOHNNY MAGIC – 4:18

9. OFF THE ROAD – 3:22

10. LIGHT A CANDLE – 3:01

11. FORK IN THE ROAD – 5:47

BG – GET BEHIND THE WHEEL

TOTAL – 24:12

Total geral: 50:26

Ouça o Art Rock com Les Paul & Neil Young, que foi ao ar no dia 23/08/2009, clicando aqui.

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Jethro Tull & Strawbs

Postado em Programas com as tags , em 01/09/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos começar trazendo um pouco de um grupo que é uma das unanimidades do rock, o grande Jethro Tull.

heavyhorses

Naturalmente, o Jethro dispensa maiores apresentações, pois foi e continua sendo um dos grupos mais respeitados tanto no mundo do prog. quanto do folk rock… e, para o programa de hoje, nós selecionamos material de três álbuns que marcam uma fase de mudanças que se iniciou no final dos anos 70 e que resultou em trabalhos onde se destacavam claramente as várias sonoridades e interesses de Ian Anderson.

stormwatch

Em “Heavy Horses”, disco lançado em 78, o líder do Jethro ainda estava mergulhado na experiência folk… e este trabalho é considerado por muitos o último da fase áurea do grupo… o próximo registro de estúdio, “Stormwatch” de 79, já anunciava uma transição, e seria também o último com o baterista Barrymore Barlow, com o tecladista John Evans, com o maestro e arranjador David Palmer e, é claro, com o baixista John Glascock, que havia deixado nossa realidade naquele ano.

A

E em 1980 um novo Jethro Tull apareceria com o álbum “A”, com Dave Pegg do Fairport Convention assumindo o baixo e Eddie Jobson do Roxy Music,UK & Curved Air ficando no violino e teclados… mas a imagem e o som modernizados do grupo acabaria causando mais estranhamento do que um renovado interesse, e novas mudanças viriam depois… mas, por hoje, vamos ouvir faixas desses três discos que mostram o Jethro explorando as possibilidades da sua música.

Vocês ouviram o Jethro Tull com “Heavy Horses”, “Dark Ages” e “Black Sunday”…

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir um dos mais importantes representantes do folk-rock inglês… o grupo The Strawbs… que começou como um trio de bluegrass e se chamava originalmente Strawberry Hill Boys.

Em 68 o trio formado pelos guitarristas Dave Cousins e Tony Hooper e pelo manolinista Arthur Phillips experimentou com a entrada de uma vocalista… ninguém menos do que a grande Sandy Denny, que sairia logo depois para o Fairport Convention… e, em 69, sairia o álbum “Strawbs”, seguido em 1970 por “Dragonfly”, em que eles já contavam com os teclados de um novato que iria longe… um certo Rick Wakeman.

burstingattheseems

Para o álbum seguinte, “Just a Collection of Antiques & Curios”, entraria o baterista Richard Hudson e o baixista John Ford… e, a essa altura, eles já haviam se tornado um grupo importante no cenário folk e progressivo… uma posição que não foi afetada com a saída de Rick Wakeman, depois do álbum “From the Witchwood”, de 71… ele seria substituído por Blue Weaver, do Amen Corner e os Strawbs continuariam em ascensão.

ghosts

Ao final dos anos 80, os Strawbs cairiam no esquecimento, mas ressurgiriam nesse novo milênio… e, atualmente, estão se apresentando com freqüência, lançando novos álbuns de estúdio e trazendo de volta velhos amigos como Rick Wakeman, embora ele seja às vezes substituído por seu filho Oliver… que está participando da atual tour de 40 anos do grupo… mas essas novas viagens ficam para outro Art Rock… para hoje nós selecionamos faixas de “Bursting at the Seams” de 73 e “Ghosts” de 74.

Vocês ouviram os Strawbs com “The River”, “Down by the Sea”, “The Winter and the Summer”, “Starshine & Angel Wine” e “The Live Auction”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1.

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JETHRO TULL

1. HEAVY HORSES – 8:57

2. DARK AGES – 9:07

3. BLACK SUNDAY – 6:33

TOTAL: 24:37

STRAWBS

4. THE RIVER – 2:28

5. DOWN BY THE SEA – 6:15

6. THE WINTER AND THE SUMMER – 4:08

7. STARSHINE & ANGEL WINE – 5:15

8. THE LIFE AUCTION – 6:52

TOTAL – 24:58

Total geral: 49:35

Ouça o Art Rock com Jethro Tull & Strawbs, que foi ao ar no dia 30/08/2009, clicando aqui.

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Woodstock & Crosby, Stills, Nash & Young

Postado em Programas com as tags , em 20/08/2009 por artrock

“Boa noite, hoje, como não podia deixar de ser, teremos um programa para lembrar um dos grandes eventos da história do rock… o festival que se tornaria símbolo dos anos 60 e que está comemorando 40 anos… Woodstock.

A essa hora, em 16 de agosto de 69, a Woodstock Music & Arts Fair já estava entrando para o seu segundo dia e quem estava entrando no palco era Joan Baez, grávida de 6 meses e encerrando a apresentação o dia folk do festival… que foi aberto por Ritchie Havens e contou naquele dia com a Incredible String Band, Tim Hardim, Arlo Guthrie, Melanie e Ravi Shankar… entre outros.

woodstock-diary-dvd

Quando foi idealizado, Woodstock era para ser só um outro festival de rock… e a fazenda de Max Yasgur na cidade de Bethel (onde aconteceu o evento) era para ser alugada por apenas 50 dólares para atender a um público de 5 mil pagantes… antes mesmo de começar as estimativa foi subindo… primeiro para 50 e chegando até a 200 mil… mas, conforme as centenas de milhares foram chegando, o festival virou uma festa aberta, celebrando a Contracultura.

woodstock-diary

Vamos ouvir nessa primeira parte do programa algumas das atrações que ficaram de fora dos álbuns lançados na época e também do celebrado filme do festival… faixas que só iriam aparecer com o tempo nas muitas edições especiais comemorativas desse encontro de música e paz que pareceu, por alguns momentos, ter realizado a promessa da década de 60… de que logo veríamos um futuro que valeria a pena ser vivido.

Vocês ouviram Tim Hardin com “If I were a carpenter”, Creedence Clearwater Revival com “Ninety-nine and a half (won’t do)”, Janis Joplin com “Work me Lord”, The Band com “The Weight” e Johnny Winter com “Mean Town Blues”.

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir mais um pouco do festival de Woodstock, que está comemorando 40 anos de pura juventude nesse nosso melancólico ano de 2009…

No segundo dia de Woodstock se apresentaram as bandas psicodélicas e as mais pesadas como o Mountain e o grande The Who… foi o dia em que o Grateful Dead não conseguiu tocar direito por problemas técnicos… e os atrasos, somados com as longas performances levaram o Jefferson Airplane a começar o seu show às 6hs da manhã… o que levou a gloriosa Grace Slick a anunciar um “novo amanhecer”.

woodstock box - 25 anos

E o terceiro dia foi ainda mais complicado, com o temporal depois do show de Joe Cocker atrasando de vez todo o festival, que acabaria se estendendo para o começo da segunda-feira e terminaria com a inesquecível apresentação de Jimmy Hendrix… mas na verdade, não terminou… permanece ressoando, como uma distorção inacabada em meio a um solo de guitarra… e continua sendo ouvido até hoje, 40 anos depois.

As gravadoras ainda lançam coletâneas, como a nova caixa de DVDs que acabou de sair… mas, embora a gente até goste de poder ver momentos perdidos desses dias mágicos de 69… muitos velhos roqueiros ainda estão esperando pela aurora de um novo mundo de que a bela Grace falou há tanto tempo atrás… e, enquanto isso, só podemos ouvir e lembrar… vamos fechar o programa com o show de um grupo que nasceu em Woodstock… Crosby, Stills & Nash acompanhados de Neil Young… pela primeira vez.

Vocês ouviram Crosby, Stills, Nash & Young com “Suite: Judy Blue Eyes”, “Guinevere”, “Marrakesh Express”, “4 + 20”, “Sea of madness” e “Find the cost of Freedom”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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WOODSTOCK

BG – MOUNTAIN – SOUTHBOUND TRAIN

1. TIM HARDIN – IF YOU WERE A CARPENTER – 2:52

2. CREDENCE CLEARWATER REVIVAL – NINETY-NINE AND A HALF (WON’T DO) – 3:41

3. JANIS JOPLIN – WORK ME LORD – 7:53

4. THE BAND – THE WEIGHT – 4:42

5. JOHNNY WINTER – MEAN TOWN BLUES – 4:40

BG – SANTANA – SOUL SACRIFICE

TOTAL: 23:48

CROSBY, STILLS, NASH & YOUNG

BG – CSN & Y – WOODSTOCK

6. SUITE: JUDY BLUE EYES – 9:01

7. GUINEVERE – 5:30

8. MARRAKESH EXPRESS – 2:34

9. 4 + 20 – 2:42

10. SEA OF MADNESS – 3:33

11. FIND THE COST OF FREEDOM – 3:11

BG – CSN – BLACKBIRD

TOTAL – 26:31

Total geral: 50:19

Ouça o Art Rock em homenagem ao festival Woodstock & Crosby, Stills, Nash & Young, que foi ao ar no dia 16/08/2009, clicando aqui.

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Jack Bruce & John Wetton

Postado em Programas com as tags , em 11/08/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos dois grandes baixistas e vocalistas… mas com carreiras e estilos bem diferentes, começando com o genial Jack Bruce…

John Symon Asher Bruce começou no Alexis Corner’s Blues Incorporated, depois foi para a Grahan Bond Organisation… e estava entre os Bluesbrakers de John Mayall e a banda de Manfred Mann quando acabou sendo chamado por Ginger Baker e Eric Clapton para integrar um dos maiores grupos da história do rock… o insuperável power-trio Cream.

jackbruce-spirit

Mas, depois do fim prematuro daquele glorioso triunvirato, Jack seguiu em uma prolífica carreira solo, com trabalhos respeitáveis, sempre seguido por um séquito de grandes músicos… e até tentando, em alguns momentos, formar novos trios… como o West, Bruce & Laing ou, mais recentemente, o Bruce, Baker & Moore, mais conhecido como BBM…

Depois da tour de retorno do Cream que rendeu shows antológicos, álbuns e DVDs, Jack embarcou em um projeto com o guitarrista Robin Trower… com quem vem excursionando e gravando há algum tempo… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos material da genial Box-set “Spirit”, que reúne material ao vivo gravado na BBC, entre os anos de 1971 e 78…

Vocês ouviram Jack Bruce, primeiro com “Morning Story” e “Spirit”, faixas gravadas no BBC TV Centre em junho de 75… e depois com “Madhouse” e “Without a Word”, que foram gravadas Paris Theatre em Londres, em abril de 77, e também registradas pela BBC…

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir um outro baixista e vocalista com uma carreira movimentada… o indefectível John Wetton, que já tocou com um verdadeiro quem é quem do rock inglês desde o começo dos anos 70.

Essa figura notória do prog. rock trabalhou em muitos grupos, começando sua carreira no Edward’s Hand e no Mogul Trash, antes de entrar para o Family em 71… depois integraria a formação clássica do King Crimson, iria para o Roxy Music, para o Uriah Heep, fundaria o UK, participaria do Wishbone Ash e criaria o Asia e, mais recentemente, o Qango… sem contar as muitas colaborações e projetos efêmeros.

liveintheunderworld

E além disso tudo ele manteve uma prolífica carreira solo, que começou com o álbum “Caught in the crossfire”, de 1980… e continua firme desde então, com álbuns e tours nos intervalos de suas outras atividades, em um ritmo simplesmente incansável que não diminuiu muito com a idade, chegando mesmo a aumentar depois do seu retorno com a formação original do Asia, no ano passado…

Atualmente, além de seus trabalhos paralelos, John continua no Asia, que está em uma tour ao lado do Yes, com o guitarrista Steve Howe dividindo-se entre os dois grupos no palco… mas nós selecionamos um material da carreira solo de John Wetton, extraído do DVD “Live in the Underworld”, lançado em 2004 e registrando uma apresentação extensa, com faixas de várias fases da carreira desse onipresente baixista.

Vocês ouviram John Wetton com “Red”, “In the Dead of Night”, “Crime of Passion” e “Starless”…
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Até a semana que vem.”

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JACK BRUCE

BG – YOU BURNED THE TABLES ON ME

1. MORNING STORY – 5:17

2. SPIRIT – 7:34

3. MADHOUSE – 5:37

4. WITHOUT A WORD – 6:18

BG – POWERHOUSE SOD

TOTAL: 24:46

JOHN WETTON

BG – RENDEVOUZ 6-02

5. RED – 6:27

6. IN THE DEAD OF NIGHT – 6:19

7. CRIME OF PASSION – 4:25

8. STARLESS – 10:03

BG – TICKET TO RIDE

TOTAL – 27:14

Total geral: 49:52


Ouça o Art Rock com Jack Bruce & John Wetton, que foi ao ar no dia 09/08/2009, clicando aqui.

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Room & Tonton Macoute

Postado em Programas com as tags , em 07/08/2009 por artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa com dois grupos ingleses que estão entre aqueles exemplos de muito talento, mas muito pouca sorte.

Vamos começar com o Room, grupo da cidade de Blandford, que misturava elementos de blues e jazz na sua amálgama progressiva, e lançou apenas um álbum em 1970, o genial “Pre-Flight”… e o rico instrumental do grupo e o excelente vocal de Jane Kevern ajudaram a criar a atmosfera desse ótimo disco que se tornaria rapidamente um item de colecionador, pelo menos até o seu lançamento pelo selo coreano Si-Wan, nos anos 90.

room-preflight

A história do Room é mais uma daquelas lutas ingratas para sair do anonimato. No final dos anos 60 eles se mudaram para os arredores de Londres, ganhando um concurso de rádio que lhes garantiu a atenção e um contrato com a Deram Records.

Infelizmente, a pouca repercussão do álbum e o entra e sai de músicos foram mais do que suficientes para condenar esta promessa progressiva a um fim prematuro… fiquem com um pouco de mais esse fragmento quase perdido do começo dos anos 70.

Vocês ouviram com o grupo Room, “Cemetery Junction”, “War”, “Andrômeda” e “No Warmth in my Life”, faixas extraídas do álbum “Pre-flight”, de 1970.

A gente volta já…

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E agora vocês vão conhecer outro grande grupo inglês de um disco só, o Tonton Macoute.

Formado no final dos anos 60, o Tonton Macoute tirou o seu nome da infame polícia secreta de “Papa” e “Baby Doc.” Duvalier, ditadores que dominaram por décadas do Haiti… mas na verdade o grupo não tinha nada de tão sombrio, exceto talvez pela capa de seu único álbum, lançado em 71… outra daquelas imagens geniais que só o grande fotógrafo Keef poderia nos presentear.

tonton-macoute

A sonoridade do álbum “Tonton Macoute” está mais para as paragens do jazz-rock, centrada em torno dos teclados e do vocal de Paul French, muito bem acompanhado pelo baixista e guitarrista Chris Gavin e pelos instrumentos de sopro e vocais de Dave Knowles.

Originalmente, o Tonton Macoute tinha sido descoberto pelo selo Vertigo, mas seu disco homônimo acabou saindo pela Neon Records, a divisão progressiva da RCA que, infelizmente, teve vida curta e acabou levando consigo muitas grandes promessas do prog. rock, como o Spring e o Indian Summer… e este foi o destino do Tonton Macoute… ainda que Paul French tenha seguido em frente para formar o Voyager, com quem lançaria três álbuns entre 77 e 81…

Com o Tonton Macoute, vocês ouviram “Just like Stone”, “Flying South in Winter”, “Dreams” e “Natural High”…

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ROOM

CEMETERY JUNCTION – 8:27

WAR – 5:03

ANDROMEDA – 5:05

NO WARMTH IN MY LIFE – 4:30

TOTAL – 22:55

TONTON MACOUTE

JUST LIKE STONE – 6:30

FLYING SOUTH IN WINTER – 6:26

DREAMS – 3:57

NATURAL HIGH – 10:48

TOTAL: 27:41

GRAND TOTAL – 50:36

Ouça o Art Rock com Room & Tonton Macoute, que foi ao ar no dia 02/08/2009, clicando aqui.

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Jorma Kaukonen & Van Morrison

Postado em Programas com as tags em 28/07/2009 por artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois sobreviventes do rock dos anos 60, começando com um lançamento genial de um dos grandes guitarristas da era psicodélica… Jorma Kaukonen, do Jefferson Airplane e Hot Tuna…

riveroftime

Jorma sempre foi um legítimo outsider, mesmo quando estava no Airplane, e seu trabalho com o Hot Tuna foi marcado pela mistura insuperável de álbuns acústicos, bluesísticos e pesados… em uma alquimia que nunca parecei chegar a uma síntese final… e isso continuou até o derradeiro álbum do grupo… o ao vivo “And Furthurmore…”, lançado em 99, registrando a apresentação do grupo na Furthur Tour, realizada em 98 pelo grupo The Other Ones… o Grateful Dead sem Jerry Garcia.

furpeaceranch

De lá para cá, o guitarrista dedicou-se a trabalhos solo e também à sua popular hospedaria, o Fur Peace Ranch, em Ohio, que está em atividade há quase 20 anos e onde Jorma e Vanessa Kaukonen recebem seus hóspedes… normalmente músicos desejosos de participar das workshops de guitarra e jamsessions… um verdadeiro refúgio em que ele pode seguir o conselho de Timothy Leary e saltar  fora dessa nossa realidade… como ato de consciência, não de alienação.

furpeaceranch2

E para provar isso aí está “River of Time”, mais um grande álbum, desta vez com a colaboração do premiado produtor Larry Campbell e de outra lenda, o grande baterista Levon Helm, do genial The Band… e como sempre ele mistura músicas inéditas com algumas covers antológicas, selecionadas com cuidado e interpretadas com o seu estilo inconfundível…

Vocês ouviram Jorma Kaukonen com “Been so long”, “Crack in the finish”, “Izze’s Lullaby”, “A walk with friends”, “River of time” e “Simpler than I thought”.

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir uma figura lendária da música britânica que continua capaz de emocionar tanto como no seu começo de carreira… o grande Van Morrison.

George Ivan Morrison nasceu em Belfast na Irlanda do Norte em 1945… e sua carreira acabaria se confundindo com a história do rock britânico… ele formou o grupo Them em 1963… e, desde então, continuou inabalável, cruzando décadas e experimentando toda sorte de estilos… sempre fugindo das fórmulas para trilhar o seu próprio caminho entre o jazz, soul, blues e folk…

enlightenment

Ele passou por momentos de grande celebração ou de esquecimento, mas nunca deixou de gravar, criando uma discografia prolífica, com álbuns freqüentes… o último dos quais foi “Keep it Simple”, que saiu no ano passado… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos material do disco anterior, “Enlightenment”, de 1990… um trabalho onde Van Morrison pode mergulhar em temas densos, perfeitos para a intensidade de sua interpretação.

Com uma produção elaborada, esse álbum foi lançado logo depois do bem sucedido “Avalon Sunset” e tem uma abordagem semelhante… bem diferente dos seus discos mais recentes, onde o velho bardo procura uma sonoridade mais direta… mas isso ilustra bem o alcance da voz expressiva e inconfundível desse irlandês que é um dos grandes sobreviventes da década de 60…

Vocês ouviram Van Morrison com “Enlightenement”, “So quiet in here”, “Avalon of the heart”, “See me through” e “Youth of a thousand summers”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1.

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Até a semana que vem.”

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JORMA KAUKONEN

BG – ANOTHER MAN DONE A FULL GO ROUND

1. BEEN SO LONG – 3:52

2. CRACKS IN THE FINISH – 3:30

3. IZZE’S LULLABY – 3:33

4. A WALK WITH FRIENDS – 4:32

5. RIVER OF TIME – 2:56

6. SIMPLER THAN I THOUGHT – 6:10

BG – NASHIVILE BLUES

TOTAL: 24:33

VAN MORRISON

BG – SHE’S MY BABY

7. ENLIGHTENMENT – 4;07

8. SO QUIET IN HERE – 6:17

9. AVALON OF THE HEART – 4:51

10. SEE ME THROUGH – 6:20

11. YOUTH OF A THOUSAND SUMMERS – 3:44

BG – IN THE DAYS BEFORE ROCK’N’ROLL

TOTAL – 25:19

Total geral: 49:52

Ouça o Art Rock com Jorma Kaukonen & Van Morrison, que foi ao ar no dia 26/07/2009, clicando aqui.

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José Cid & Madredeus

Postado em Programas com as tags , em 21/07/2009 por artrock

“Boa noite, hoje teremos o som de duas lendas da música lusa, começando com de seus decanos, José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares… ou simplesmente José Cid.

Na ativa desde os anos 60, José Cid começou a se destacar no Quarteto 1111, uma banda portuguesa formada em 67, que lançaria um álbum homônimo em 1970, mas que já havia chamado a atenção com faixas inovadoras como “A Lenda de El-Rei Don Sebastião” e “A Balada de Dona Inês”… essa última premiada com o terceiro lugar no Festival RTP da Canção de 1968…

josecid

Mas seria na sua carreira solo que José Cid se tornaria realmente conhecido… ele lançou seu primeiro trabalho em 71, continuando a se apresentar com o Quarteto 1111 até 75 e lançando em 78 um dos marcos do prog. rock português… “10.000 anos depois, entre Vênus e Marte”… um trabalho conceitual que teria reconhecimento internacional.

Nos anos 80 José Cid continuaria a participar de festivais e manteria uma carreira solo variada, com trabalhos numerosos e também colaborações… e ele continua em plena atividade e tão produtivo como no seu começo de carreira, com novos discos e shows constantes… além de um grande fã-clube para quem ele é conhecido como o “Tio Cid”… mas os novos trabalhos dessa lenda viva ficam para outro programa, para hoje nós selecionamos faixas do genial “10.000 anos depois, entre Vênus e Marte”…

Vocês ouviram José Cid com “O último dia na Terra”, “Fuga para o espaço”, “Mellotron o planeta fantástico”, “A partir do zero” e “Memos”.

A gente volta já.

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Nessa segunda parte do programa vamos trazer o som de um grupo que é um dos sinônimos da música lusitana contemporânea… o grande Madredeus…

ainda

Formado em 1985 pelo violonista Pedro Ayres Magalhães e pelo tecladista Rodrigo Leão, o grupo ainda não tinha nome quando encontraram a élfica vocalista Teresa Salgueiro, que participaria da gravação de seu primeiro trabalho, um álbum gravado no Teatro Ibérico, uma antiga igreja no bairro lisboeta chamado Madredeus… e o nome do disco, “Os dias da Madredeus”, acabou se tornando o nome que eles adotaram para o grupo.

osdiasdamadredeus

Eles continuaram um fenômeno conhecido apenas em Portugal até o início dos anos 90, quando começaram a chamar a atenção depois do álbum “Existir”… mas o reconhecimento internacional só viria depois do trabalho seguinte, “O Espírito da Paz” de 94, que seria seguido de uma série de apresentações internacionais, inclusive no Brasil… e chamaria a atenção do genial cineasta alemão Win Wenders, que escolheria o grupo para participar do seu filme “O de Lisboa”…

existir

A partir daí o Madredeus se tornou um fenômeno que atravessou fronteiras, mostrando que o português também é uma língua capaz de superar barreiras e ser apreciada no mundo todo… atualmente o grupo passa por um período de reestruturação, depois da saída de Teresa Salgueiro para a carreira solo em 2007… no ano passado eles lançaram o duplo “Metafonia”, seguido de um DVD, ao mesmo tempo que anunciavam um novo grupo, a Banda Cósmica, com duas vocalistas… mas, para hoje nós selecionamos material clássico do Madredeus, extraídos dos seus quatro primeiros discos…

oespiritodapaz

Vocês ouviram o Madredeus com “A peninsula”, “O pastor”, “As ilhas dos Açores”, “Os senhores da guerra”, “Pregão” e “Viagens interditas”.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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JOSÉ CID

1. O ÚLTIMO DIA NA TERRA – 4:26

2. FUGA PARA O ESPAÇO – 8:12

3. MELLOTRON O PLANETA FANTÁSTICO – 6:45

4. A PARTIR DO ZERO – 4:46

5. MEMOS – 2:15

TOTAL – 26:24

MADREDEUS

1. A PENÍNSULA – 4:01

2. O PASTOR – 3:42

3. AS ILHAS DOS AÇORES – 5:00

4. OS SENHORES DA GUERRA – 4:40

5. PREGÃO – 4:10

6. VIAGENS INTERDITAS – 2:53

TOTAL – 24:26

TOTAL GERAL: 50:50

Ouça o Art Rock com José Cid & Madredeus, que foi ao ar no dia 19/07/2009, clicando aqui.

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The Seeds & Amboy Dukes

Postado em Programas com as tags , em 14/07/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois grupos do lado mais hard da psicodelia americana dos anos 60, começando por prestar uma homenagem para Richard Marsh, mais conhecido como Sky “Sunlight” Saxon… do grupo The Seeds, que deixou a nossa insípida realidade no último dia 25 de junho.

theseeds

The Seeds começou como um legítimo grupo de rock garagem, com uma sonoridade que prenunciava o punk rock em meio às viagens psicodélicas da década de 60… o grupo foi fundado em Los Angeles, em 65… e seus membros originais foram o vocalista Sky Saxon, juntamente com o guitarrista Jan Savage, o baterista Rick Andridge e o tecladista Daryl Hooper…

Já em 66 eles lançariam seu primeiro compacto, com a antológica faixa “Pushin’ too hard”… mas o som cru e pesado dos singles era relativizado por uma abordagem mais claramente psicodélica em álbuns clássicos como “The Seeds”, “Web of Sound” e, especialmente, no genial “Future”, seu trabalho conceitual de 67… que acabaria sendo o último grande trabalho do grupo.

webofsound

Depois da separação em 69, Sky seguiria em carreira solo… e acabaria se tornando um personagem Cult no circuito underground… apesar de sua mania de criar um grupo novo para cada álbum… como o Sunstar, a Universal Stars Band, e o Sunlight & the New Seeds, entre outros… e ele continuava ativo, tendo realizado shows no Texas ainda naquela semana, além de planejar uma tour para o fim do ano, junto de outros sobreviventes da era psicodélica… vamos lembrar essa grande figura com faixas dos álbums “The Seeds” e “Web of Sound”.

Vocês ouviram The Seeds com “Can’t seem to make you mine”, “Pushin’too hard”, “A faded picture” e “Up in her room”.

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro grupo cultuado dos anos 60, o Amboy Dukes… que acabou revelando um guitarrista lendário com uma carreira que continua inabalável até hoje…

Amboy Dukes

Formado em 65, o Amboy Dukes tinha figuras talentosas, como o vocalista John Drake e o segundo guitarrista Steve Farmer, que também era responsável pelas letras geniais do grupo… mas desde o início sua figura central sempre foi o seu guitarrista principal… o endiabrado Ted Nugent, que na época já era famoso por tocar como um trem desgovernado… e que só iria ficar cada vez mais fora de si com o passar dos anos…

journeytothecentreofthemind

The Nuge, que também é conhecido como The Motorcity Madman, hoje é mais famoso por criar polêmicas com seu posicionamento político de extrema direita… mas ele continua em plena atividade e tocando como nunca… com tours anuais e álbuns freqüentes, o último dos quais, “The Love Granade”, saiu em 2007… e foi seguido, agora em 2009, por um novo álbum ao vivo… “Motor City Mayhem: the 6000th Concert”…

migration

Mas a gente selecionou para o programa de hoje um material menos pirotécnico… extraído dos álbuns “The Amboy Dukes” de 67, “Journey to the Center of the Mind” de 68 e “Migration” de 69… um registro de um tempo quando Ted Nugent ainda era um garoto promissor… e sua guitarra furiosa era o veículo perfeito para explorar os limites do lado mais pesado do rock psicodélico.

Vocês ouviram os Amboy Dukes, abrindo com “I feel free”, que foi uma cover do Cream, depois foi “Colors”, “Surrender to your kings”, “Flight of the BIRD”, “Journey to the center of the mind”, “Missionary Mary” e “Prodigal Man”.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

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Até a semana que vem.”

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THE SEEDS

BG – EVIL HOODOO

1. CAN’T SEEM TO MAKE YOU MINE – 3:05

2. PUSHIN’ TO HARD – 2:39

3. A FADED PICTURE – 5:20

4. UP IN HER ROOM – 14:39

BG – JUST LET GO

TOTAL – 25:43

AMBOY DUKES

BG – GOOD NATURED EMMA

1. I FEEL FREE – 3:45

2. COLORS – 3:27

3. SURRENDER TO YOUR KINGS – 2:53

4. FLIGHT OF THE BIRD – 2:50

5. JOURNEY TO THE CENTER OF THE MIND – 3:33

6. MISSIONARY MARY – 2:35

7. PRODIGAL MAN – 5:48

BG – BABY PLEASE DON’T GO

TOTAL – 24:41

TOTAL GERAL: 50:24

Ouça o Art Rock com The Seeds & Amboy Dukes, que foi ao ar no dia 12/07/2009, clicando aqui.

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Phenomena & Excalibur II

Postado em Programas com as tags , em 07/07/2009 por artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer dois exemplos de projetos reunindo músicos de muitas bandas diferentes, começando com um dos mais bem sucedidos super-grupos dos anos 80… o Phenomena.

Esse projeto nasceu em 1983… quando Tom Galley mostrou ao seu irmão Mel (na época guitarrista do Whitesnake) uma história que ele havia desenvolvido e que parecia um material perfeito para um álbum conceitual… algo que não se fazia mais naquela época e que eles tiveram que se virar para conseguir levar adiante… acabando por se ver às voltas com um projeto multimídia que traria uma verdadeira reunião de grandes nomes do rock inglês.

phenomena

Contando em seu núcleo com Glenn Hughes nos vocais, Mel Galley na guitarra, Cozy Powell na bateria, Don Airey nos teclados e Neil Murrey no baixo, grupo misturava as famílias do Deep Purple, Black Sabbath, Rainbow & Whitesnake… e o resultado foi tão bem sucedido que levou a um novo trabalho, “Phenomena II: Dream Runner”, que seria lançado em 1987 com uma formação difrente, agora com John Wetton (do King Crimson & Asia), Ray Gillen (do Black Sabbath), Scott Gorham (do Thin Lizzy) e Max Bacon (do GTR).

Em 91 era a vez de “Phenomena III: Inner Vision”, com Brian May (do Queen)… e, depois de quinze anos de silêncio, saiu em 2006 “Phenomena IV: Psycho Fantasy”, trazendo de volta Glenn Hughes e outro ex-Black Sabbath, o vocalista Tony Martin… mas essa encarnação mais recente do Phenomena fica para outro programa… para hoje nós selecionamos faixas do primeiro álbum do grupo, lançado em 1985.

Vocês ouviram com o Phenomena as faixas “Kiss of fire”, “Dance with the Devil”, “Phoenix Rising”, “Believe”, “Hell on wings” e “Phenomena”…

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro trabalho conceitual… uma ópera rock céltica que também é um evento multimídia envolvendo grandes nomes do rock… “Excalibur”.

Concebido como uma trilogia, o projeto “Excalibur” foi uma criação do compositor e aventureiro francês Alan Simon, explorando não apenas o seu interesse pelo mito arturiano, mas também pela música céltica e pelo folk rock… e tudo isso tomaria forma em 99, com o lançamento de “Excalibur – La Légende des Celtes”, que se tornaria um dos álbuns do ano na França e seria seguido por “Excalibur – le Concert Mythique”… o registro da antológica apresentação em Rennes para mais de 30 mil pessoas.

excalibur2

Em 2001 Simon voltaria a investir em um mega-projeto… a produção de inspiração ecológica “Gaia – or the Song of the Earth”, em que reuniu membros do Midnight Oil, The Moody Blues, Fleetwood Mac e Supertramp, entre outros… e, em 2007, seria a vez de voltar para a míticas terras do Rei Arthur, com “Excalibur II: The Ring of the Celts”… que conta com Jon Anderson, John Wetton, Maddy Pryor, Justin Hayward, Alan Parsons… e mais o Barklay James Harvest, o Pentangle, o Fairport Convention e até Andreas Vollenweider e a Filarmônica de Praga.

Atualmente Alan Simon está preparando a apresentação especial dessa ópera rock para a comemoração de trinta anos do celebrado Torneio de Cavalaria de Kaltenberger, na Alemanha, incluindo a participação do grande ator alemão Michael Mendl como Merlin e também do grupo teatral Feuervogel e da Celtic Feet Dance and Theatre Company… e a gente selecionou faixas extraídas da versão de estúdio dessa produção antológica… o álbum “Excalibur II: The Ring of the Celts”…

Vocês ouviram “The Celtic Ring”, com Alan Parsons, “Lugh”, com John Wetton, “Thuata de Danann” com o Flook, “Circle of Life” com John Anderson, “Secret Garden” com Maddy Prior do Steeley Span e “Call” com o Barklay James Harvest… faixas extraídas da opera-folk-rock “Excalibur II: The Ring of the Celts” de Alan Simon.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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PHENOMENA

BG – ASSASSINS OF THE NIGHT

1.    KISS OF FIRE – 4:58

2.    DANCE WITH THE DEVIL – 4:44

3.    PHOENIX RISING – 4:45

4.    BELIEVE 5:53

5.    HELL ON WINGS – 3:54

6.    PHENOMENA – 2:06

BG – RUNNNING WITH THE PACK

TOTAL – 25:50

EXCALIBUR II

BG – PILGRINS – FAIRPORT CONVENTION

1.    THE CELTIC RING – 3:54 – ALAN PARSONS

2.    LUGH – 4:27 – JOHN WETTON

3.    TUATHA DE DANANN – 2:27 – FLOOK

4.    CIRCLE OF LIFE – 4:30 – JOHN ANDERSON

5.    SECRET GARDEN – 3:16 – MADDY PRIOR (STEELEY SPAN)

6.    CALL – 5:48 – BARKLAY JAMES HARVEST

BG – SHADOWN & LIGHT

TOTAL – 24:22

TOTAL GERAL: 50:12

Ouça o Art Rock com Phenomena & Excalibur II, que foi ao ar no dia 05/07/2009, clicando aqui.

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John Mayall

Postado em Programas com as tags em 02/07/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos uma das figuras centrais do rock inglês… verdadeiro eixo em torno do qual vários estilos se formaram… do blues-rock, ao heavy e também o progressivo… o genial John Mayall.

Considerado o decano do blues inglês, John Mayall sempre foi o centro das muitas versões dos seus lendários Bluesbreakers… além de ter sido também um dos professores de mais de uma geração de grandes nomes do rock inglês… tendo atraído para o seu lado músicos emblemáticos como os guitarristas Eric Clapton e Peter Green, os baixistas Jack Bruce, Andy Fraser e John McVie, os bateristas Mick Fleetwood, Aynsley Dumbar  e Jon Hiseman e o saxofonista Dick Heckstall-Smith… entre muitos outros.

barewires

Atravessando as décadas sem perder a força… John Mayall mudaria de estilo muitas vezes, explorando os limites do blues em viagens jazzísticas ou arranjos mais pesados… ao mesmo tempo em que mantinha seu grupo sempre renovado com a entrada de novos membros, aumentando ou diminuindo o número de integrantes… e, mais tarde, deixando de lado o nome Bluesbreakers para assumir de vez uma carreira solo, que continua até os dias de hoje.

E nessa primeira parte do programa vamos trazer um dos momentos em que mais claramente pode-se chamar o seu som de progressive blues, o álbum “Bare Wires” de 68… o primeiro de seus trabalhos a romper com o formato tradicional do blues para assumir novas possibilidades… com a ajuda da guitarra de Mick Taylor… que, pouco depois, se tornaria membro dos Rolling Stones em uma de suas melhores fases.

Vocês ouviram a “Bare Wires Suite”… com os Bluesbreakers de John Mayall…
A gente volta já.

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E agora vamos continuar trazendo um pouco de John Mayall, que completa 76 agora em 2009… e que parece estar longe de querer se aposentar.

Apesar de ter perdido o destaque que tinha nos anos 60/70… John Mayall nunca encerrou atividades, continuando a se apresentar e a lançar trabalhos de estúdio com regularidade, o mais recente dos quais foi o álbum “In the Palace of the King”, lançado em 2007, onde ele fazia uma homenagem a uma de suas maiores influências… o genial Freddie King.

laurelcanyon

Além disso, Mayall mantêm um ritmo invejável em suas tours anuais… como agora em 2009, uma excursão em que, por incrível que pareça, ele mantém uma agenda de shows praticamente diários, incluindo uma série de apresentações com B.B. King em arenas de Manchester, Birmingham, Cardiff e no estádio de Wembley, em Londres… e depois, ele ainda segue para o continente europeu, em uma maratona que muitas bandas jovens não agüentariam.

turningpoint

Mas, para essa segunda parte do programa nós selecionamos um material mais antigo… extraído dos álbuns “Blues from Laurel Canyon” e “The Turning Point”… ambos lançados em 69, sendo que o último já mostra as mudanças ocorridas depois que Mick Taylor deixou o grupo para substituir Brian Jones nos Stones… outros teriam sofrido com a perda de um guitarrista talentoso como ele, mas para John Mayall aquela foi apenas mais uma chance para explorar outras possibilidades do blues…

Vocês ouviram “Vacation”, “2401”, “Medicine Man”, “Fly Tomorrow” e “Thoughts about Roxane” com o grande John Mayall.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…
Até a semana que vem.”

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JOHN MAYALL

1. BARE WIRES SUITE – 23:07

TOTAL – 23:07

JOHN MAYALL

1. VACATION – 2:47

2. 2401 – 3:42

3. MEDICNE MAN -2:43

4. FLY TOMORROW – 8:59

5. THOUGHTS ABOUT ROXANE – 8:16

TOTAL – 26:27

TOTAL GERAL: 49:34

Ouça o Art Rock com John Mayall, que foi ao ar no dia 28/06/2009, clicando aqui.

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