Queensrÿche & Operation Mindcrime

Posted in Programas with tags , on 29/04/2021 by Art Rock

Boa noite… hoje faremos no programa nossa costumeira investida no lado mais pesado do prog rock, trazendo dois grupos ligados pelo talento de um grande vocalista… Geoff Tate… e vamos começar é claro com um dos mais importantes representantes do metal progressivo americano: o Queensrÿche.

Já trouxemos muitas vezes no programa esse grupo americano da região de Seatle… mas sempre é bom lembrar que eles surgiram em 1982 e já contavam na época com Chris DeGarmo e Michael Wilton nas guitarras… eles se chamavam originalmente The Mob, mas só ganharam notoriedade depois da entrada do vocalista Geoff Tate e adotando um novo nome, inspirado em “Queen of the Reich”, sua primeira fita demo.

O Queensrÿche teve uma carreira longa e de grande prestígio… e continua em plena atividade, tendo superado a crise que levou à saída de Geoff Tate em 2013 e também recuperado o direito uso exclusivo do nome, vencendo a disputa legal com Tate… e os fãs foram conquistados pela força dos vocais de Todd La Torre, que já gravou três álbuns com o grupo, o último dos quais foi “The Verdict” de 2019…

Mas, para este programa selecionamos um fragmento da fase clássica do grupo, o genial álbum “Operation: Mindcrime” de 88, um trabalho conceitual, ambientado numa sociedade distópica que, em muitos momentos, lembra muito a nossa empobrecida e devastada realidade… fiquem com um pouco da edição de aniversário deste que foi o primeiro grande sucesso do Queensrÿche…

Vocês ouviram o Queensrÿche com “Anarchy X”, “Revolution Calling”, “Suite Sister Mary”, “My Empty Room” e “Eyes of a Stranger”.

A gente volta já…

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E agora vamos continuar com mais um pouco de Operation Mindcrime… só que não vai ser mais o álbum, e sim o grupo formado por Geoff Tate depois da sua saída do Queensrÿche.

Depois de perder o processo legal Geoff Tate foi obrigado a parar de usar o nome Queensrÿche, que ele já havia usado no álbum “Frequency Unknown” de 2013… mas ele manteve o direito de realizar tours tendo como foco seus trabalhos com o grupo, podendo assim dar continuidade à tour de aniversário de “Operation: Mindcrime”… e isso acabou dando a direção de seu próximo projeto.

Em setembro de 2015 o grupo Operation Mindcrime lançaria o álbum “The Key”, o primeiro de uma trilogia que teria ainda “Resurrection” de 2016 e “The New Reality”, de 2017… juntos, esses três trabalhos formariam um álbum conceitual com o tema das virtualidades que hoje regem o sistema financeiro internacional…

Com a conclusão da trilogia, Geoff anunciou o fim do Operation Mindcrime… e, em 2019, ele retornaria com um novo grupo, o Sweet Oblivion, que lançou naquele ano um álbum homônimo e já anunciou “Relentless” para 2021… mas esse novo projeto fica para outro programa, por hoje vamos fechar ouvindo um pouco da trilogia conceitual do Operation Mindcrime…

Com o Operation Mindcrime vocês ouviram “Burn”, “The Fight”, “Into the Hands of the World”, “Wake me Up” e “A Guitar in Church?” …

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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QUEENSRYCHE

BG – BREAKING THE SILENCE

  1. ANARCHY-X – 1:28
  2. REVOLUTION CALLING – 4:40
  3. SUITE SISTER MARY – 10:40
  4. MY EMPTY ROOM – 1:33
  5. EYES OF A STRANGER – 6:53

BG – SPREADING THE DISEASE

TOTAL – 25:13

OPERATION MINDCRIME

BG – TAKING ON THE WORLD

  1. BURN – 3:48
  2. THE FIGHT – 5:09
  3. INTO THE HANDS OF THE WORLD – 7:03
  4. WAKE ME UP – 4:49
  5. A GUITAR IN CHURCH? – 3:41

BG – INVINCIBLE

TOTAL – 24:30

TOTAL GERAL: 49:43

Ouça o Art Rock com Queensrÿche & Operation Mindcrime que foi ao ar no dia 24/04/2021, clicando aqui.

The Sallyangie & Sally Oldfield

Posted in Programas with tags , on 22/04/2021 by Art Rock

Boa noite… no programa de hoje vamos trazer dois momentos da carreira de Sally Oldfield, uma figura que vem se mantendo ativa e criativa desde os anos 60… e vamos começar com a sua primeira investida musical… o grupo The Sallyangie.

Na verdade o Sallyangie era uma dupla que Sally montou com o seu irmão mais novo, Mike Oldfield, que na época estava longe de ser a estrela que se tornaria nos anos 70… os dois já compunham juntos e conseguiram chamar a atenção do guitarrista John Renbourn do grupo Pentangle, que os ajudou a conseguir um contrato com a Transatlantic Records em 68…

Entusiasmados, Sally e Mike, apesar de tocarem muitos instrumentos, começaram a reunir um grupo de apoio, chamando Terry Cox para a percussão e Ray Warleigh para a flauta… e, com o tecladista David Palmer cuidando dos arranjos, eles gravaram o álbum “Children of the Sun”, que seria lançado em 69… mas não iriam muito longe depois disso, após uma excursão pela Inglaterra o grupo se separaria…

Felizmente, seus integrantes tiveram carreiras prolíficas e bem sucedidas… Terry Cox foi para o Pentangle, Ray Warleigh lançou discos solo e trabalhou como músico de estúdio, tocando com várias estrelas do rock inglês… já David Palmer seria conhecido como tecladista, arranjador e maestro do Jethro Tull… e é claro Mike e Sally Oldfield continuaram colaborando, mas seria em suas carreiras solo que continuam até hoje… confiram um pouco do único registro de estúdio do Sallyangie…

Vocês ouviram The Sallyangie com “Strangers”, “A Lover for all Seasons”, “Midsummer Night’s Happening”, “The Murder of the Children of San Francisco”, “Branches” e “Song of the Healer”.

A gente volta já.

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E vamos continuar agora com um pouco da carreira solo de Sally Oldfield… que nunca deixou de ser reconhecida, embora seja menos celebrada do que o seu irmão Mike…

O extraordinário sucesso de Mike Oldfield já em seus primeiros trabalhos solo iria eclipsar a carreira da sua irmã mais velha… ela participou com vocalizações nos clássicos álbuns “Tubular Bells”, “Ommadawn” e “Incantations”… mas só começou a ganhar destaque depois de participar em 75 do álbum “Voyage of the Acolyte” de Steve Hackett.

Em 77 seria a vez de “The Mathematician’s Air Display”, um álbum do multi-intrumentista finlandês Pekka Pohjola que foi gravado no estúdio de Mike Oldfield e produzido por ele, que também participou das gravações… e, finalmente, em 78 Sally Oldfield conseguia lançar o seu primeiro trabalho solo… “Water Bearer” que surpreenderia muita gente por chegar ao topo das paradas puxado pelo hit “Mirrors”… que vocês estão ouvindo como música de fundo.

Sally teria muitas fases em sua carreira, com mudanças de direção como a ocorrida na época em que a Bronze Records fechou as portas e ela se mudou para a Alemanha, fazendo sucesso com uma estética mais pop a partir do álbum “Femme” de 87… e ela continua em atividade, seu último álbum foi “Mystique”, de 2019, logo antes da pandemia… mas para essa 2ª parte do programa selecionamos material da sua fase mais progressiva.

Vocês ouviram “Water Bearer”, depois foi a suite “Songs of the Quendi” inspirada na Saga do Anel de Tolkien… e, para fechar “Weaver” e “Night of the Hunter’s Moon” com Sally Oldfield, todas extraídas do seu primeiro álbum solo “Water Bearer”, de 78. O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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SALLYANGIE

BG – MRS MOON AND THE THATCHED SHOP

  1. STRANGERS – 1:32
  2. A LOVER FOR ALL SEASONS – 3:42 =
  3. MIDSUMMER NIGHT’S HAPPENING – 4:08
  4. THE MURDER OF THE CHILDREN OF SAN FRANCISCO – 4:04
  5. BRANCHES – 6:54
  6. SONG OF THE HEALER – 3:03

BG – TWILIGHT SONG

TOTAL – 23:23

SALLY OLDFIELD

BG – MIRRORS

  1. WATER BEARER – 6:27
  2. SONGS OF THE QUENDI: NIGHT THEME – 2:53
  3. SONGS OF THE QUENDI: WAMPUM SONG – 3:06
  4. SONGS OF THE QUENDI: NENYA – 4:57
  5. SONGS OF THE QUENDI: LAND OF THE SUN – 1:51
  6. WEAVER – 3:33
  7. NIGHT OF THE HUNTER’S MOON – 3:32

BG – SONG OF THE BOW

TOTAL – 26:18

TOTAL GERAL: 49:41

Ouça o Art Rock com The Sallyangie & Sally Oldfield que foi ao ar no dia 17/04/2021, clicando aqui.

Candice Night & Blackmore’s Night

Posted in Programas with tags , on 13/04/2021 by Art Rock

Boa noite… hoje vamos trazer mais uma vez no programa um grupo folk que continua surpreendendo pela longevidade… o Blackmore’s Night!

A investida folk do grande guitarrista Ritchie Blackmore continua firme depois de mais de 20 anos e acabou de lançar um novo álbum, “Nature’s Light”… mas antes desse trabalho primoroso produzido em meio à pandemia, vamos começar com um pouco dos discos solo da outra estrela do grupo, a vocalista americana Candice Night.

Quando conheceu Ritchie em 89, Candice não imaginava que os dois não apenas começariam uma relação duradoura, mas que também se tornariam parceiros musicais… e a repercussão do Blackmore’s Night acabaria revelando o seu talento como compositora… algo que a levaria a investir em dois álbuns solo.

“Reflections”, lançado originalmente em 2011 na Alemanha e só no ano seguinte nos Estados Unidos, seria seguido em 2015 por “Starlight Starbright”… mas, apesar desses trabalhos solo, Candice não deixou de lado o Blackmore’s Night e nem as suas muitas colaborações com outros grupos, a última das quais foi com Avantasia, no álbum “Moonglow” de 2019… vamos conferir um pouco dos seus dois registros solo.

Vocês ouviram Candice Night com “Gone, Gone, Gone”, “Black Roses”, “For You”, “Alone With Fate”, “Sleep Little Baby”, “Fireflies” e “Misty Blue”.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer um pouco de “Nature’s Light”, que acabou de sair e é o décimo primeiro álbum do Blackmore’s Night…

O último registro de estúdio do grupo tinha sido “All Our Yesterdays” de 2015… nessa época Ritchie estava organizando uma volta com o Rainbow para uma série de concertos que foram muito bem sucedidos, e ele voltaria a fazer essas mini-excursões, chegando a lançar em 2019 o álbum ao vivo “Memories in Rock II”, que incluía uma faixa de estúdio… mas isso não renderia um retorno para valer e novos trabalhos de estúdio acabariam sendo mesmo com o Blackmore’s Night…

Apesar das dificuldades causadas pela pandemia, o casal conseguiu ainda em 2020 lançar o EP “Here We Come A-Caroling”, mantendo a tradição de trabalhos natalinos… mas já no começo de 2021 surgiram  notícias e áudios do novo álbum, que seria lançado em março… e, além de Ritchie e Candice, conta com os teclados de David Baranowski, usando o seu já conhecido apelido de Bard David of Larchmont… e também de Autumn e Rory, os filhos do casal, nos backing vocals.

Essa versão reduzida do grupo criou um álbum com um som mais direto em que a fender stratocaster de Ritchie se faz mais presente, além dos alaúdes, hurdy-gurdys e guitarras acústicas… por enquanto excursões vão ter que esperar que a velha Inglaterra alcance o exemplo da Nova Zelândia… mas, enquanto todos esperaram para ter essa sorte, vamos ouvir esse belo trabalho do Blackmore’s Night.

Vocês ouviram “Once Upon December”, “Four winds”, “Feather in the wind”. “The Twisted oak”, “Der letze musketier” e, para fechar, “Second element” uma cover de Sarah Brightman, com um solo que não ficaria deslocado no Purple ou no Rainbow…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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CANDICE NIGHT

BG – IN MY ARMS

  1. GONE, GONE, GONE – 3:28
  2. BLACK ROSES – 3:31
  3. FOR YOU – 3:32
  4. ALONE WITH FATE – 3:33
  5. SLEEP LITTLE BABY – 3:37
  6. FIREFLIES – 3:59
  7. MISTY BLUE – 2:22

BG – WIND IS CALLING (HUSH THE WIND)

TOTAL – 24:02

BLACKMORE’S NIGHT

BG – GOING TO THE FAIRE

  1. ONCE UPON DECEMBER – 3:14
  2. FOUR WINDS – 3:07
  3. FEATHER IN THE WIND – 4:30
  4. THE TWISTED OAK – 4:22
  5. DER LETZE MUSKETIER – 5:02
  6. SECOND ELEMENT – 6:10

BG – DARKER SHADE OF BLACK

TOTAL – 26:28

TOTAL GERAL: 50:30

Ouça o Art Rock com Candice Night & Blackmore’s Night que foi ao ar no dia 10/04/2021, clicando aqui.

The Flower Kings

Posted in Programas with tags on 13/04/2021 by Art Rock

Boa noite… hoje teremos no programa o novo álbum de um dos grandes nomes do progressivo internacional, o genial Flower Kings!

Já trouxemos os Flower Kings muitas vezes no programa, bem como outros dos muitos projetos do genial Roine Stolt, que é uma lenda viva do progressivo escandinavo, desde seus tempos do Kaipa ainda nos anos 70… e desde aquela época o seu caráter obsessivo o levou a uma produção musical incessante, que manteve seu ritmo mesmo quando muitos outros já teriam se aposentado.

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E entre os seus muitos projetos paralelos está justamente o Flower Kings, que surgiu a partir do seu trabalho solo “The Flower King” de 94, acabando por ganhar vida própria e se transformar em um dos grandes nomes do prog rock europeu da geração nascida nos anos 90…

Desde o trabalho de estreia, “Back in the World of Adventures” de 95, o grupo já lançou mais de uma dúzia de outros álbuns, conservando sua proposta musical sem ceder terreno para preocupações mercadológicas, que sempre foi a opção escolhida por Roine Stolt… e no programa de hoje vamos trazer um pouco de outra obra impecável: “Islands” de 2020.

Com os Flower Kings vocês ouviram “Black Swan”, “Broken”, “Journeyman” e “Solaris”.

A gente volta já…

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Vamos continuar trazendo um pouco do novo álbum dos Flower Kings, o duplo “Islands”, lançado em outubro de 2020.

Em 2018, “Manifesto of an Alchemist” mostrava uma ruptura para o Flower Kings, com a saída do tecladista Tomas Bodin… e ainda naquele ano Roine Stolt declararia que estava cansado de bandas e pretendia reunir um grupo para acompanha-lo nos shows… mas Roine Stolt & Friends se transformaria em The Flower Kings Revisited… e logo seria simplesmente como The Flower Kings que eles lançariam o álbum “Waiting For Miracles” ainda em 2019.

Além de Stolt, a nova formação incluía dois membros veteranos: o vocalista e guitarrista acústico Hasse Fröberg e o baixista Jonas Reingold, completando o time com o tecladista Zach Kamins e o baterista Mirko DeMaio… além do saxofonista Rob Townsend como convidado… e a realidade da pandemia influenciou o próprio processo de criação, pois não apenas os shows e festivais foram cancelados, também o encontro dos músicos para a produção do álbum teve de ser pela internet…

Eles trocaram ideias e material gravado até que, no fim, conseguiram realizar mais um trabalho épico, que foi lançado ainda em 2020… e se o álbum “Islands” já anuncia o isolamento no nome, ele também nos apresenta, pela metáfora insular, a certeza de uma conexão maior: o oceano que toca todas as ilhas… como a internet aproxima todos nós.

Vocês ouviram “Heart Of The Valley”, “Man In A Two Peace Suit”, “All I Need Is Love”, “A New Species”, “Hidden Angles” e “Islands” com The Flower Kings.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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FLOWER KINGS

BG – TANGERINE

  1. BLACK SWAN – 5:58
  2. BROKEN – 6:48
  3. JOURNEYMAN – 1:49
  4. SOLARIS – 9:32

BG – SERPENTINE

TOTAL – 24:06

FLOWER KINGS

BG – NORTHERN LIGHTS

  1. HEART OF THE VALLEY – 4:42
  2. MAN IN A TWO PEACE SUIT – 3:29
  3. ALL I NEED IS LOVE – 5:54
  4. A NEW SPECIES – 5:56
  5. HIDDEN ANGLES – 0:53
  6. ISLANDS – 4:15

BG – LOOKING FOR ANSWERS

TOTAL – 25:08

TOTAL GERAL: 49:14

Ouça o Art Rock com o The Flower Kings que foi ao ar no dia 03/04/2021, clicando aqui.

Azimuth & Azimuth

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 05/04/2021 by Art Rock

Boa noite… no programa de hoje vamos atender ao nosso ouvinte de longa data, João Cucci Neto, que sugeriu o grupo Azimuth, um grande sobrevivente que surgiu nos anos 70 e continuou pelas décadas seguintes… mas na segunda parte do programa vamos trazer um outro Azimuth, que foi um jazz trio britânico…

O Azimuth brasileiro foi formado pelo tecladista José Roberto Bertrami, o baixista Alex Malheiros e o baterista Ivan Conti… e a história desse trio começa em 68 quando eles ainda eram músicos de estúdio… em 70 eles chegaram a formar a banda-cover Seleções, e foi nessa época que conheceram Marcos Valle e foram chamados para gravar com ele e com seu irmão Paulo Sérgio a trilha para o documentário “O Fabuloso Fittipaldi” de Hector Babenco e Roberto Farias.

 No filme seria usada a música “Azimuth” de Marcos Vale, mas ela era de um trabalho anterior e ele na época não podia aparecer como intérprete, então sugeriu que o trio fosse creditado na trilha… e a partir daí eles adotariam esse nome, e seria como Azimuth que eles lançariam em 75 o seu primeiro álbum pela Som Livre, ganhando notoriedade imediata quando a música “Linha do Horizonte” foi escolhida para a trilha sonora da novela “Cuca Legal”.

Depois de trabalhos de relativo sucesso no Brasil, o Azimuth acabou se mudando para os Estados Unidos nos anos 80, mantendo-se como um grupo respeitado nas décadas seguintes… em 2012, quando José Roberto Bertrami deixou a nossa realidade, ele foi substituído por Fernando Moraes… mas nós vamos nos concentrar nos primeiros álbuns da longa e prestigiada carreira do grupo…

Vocês ouviram “Azimuth”, “Estrada dos Deuses”, “Periscópio”, “Águia não Come Mosca”, “Despertar” e “Tarde”, com o Azimuth.

A gente volta já…

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E agora vamos atravessar o Atlântico para trazer outro Azimuth… que, como o brasileiro, também tinha ligações com o jazz…

Formado na Inglaterra, esse jazz trio surgiu em 77, e era composto pelo trompetista canadense Kenny Wheeler, que já era bem conhecido no circuito de jazz de Londres e já tinha até feito parte do grupo do vocalista Eric Burdon… além dele, esse Azimuth tinha a vocalista Norma Winstone e o seu marido, o pianista John Taylor que também tocaria órgão e sintetizadores nos trabalhos do grupo.

Eles lançariam o primeiro álbum, simplesmente intitulado “Azimuth”, ainda em 77, pela ECM Records… e ele seria seguido por “The Touchstone” em 79 e “Départ” em 80… alguns anos depois eles voltariam com mais um trabalho pela mesma gravadora, “Azimuth ‘85” e levaria mais dez anos para sair o seu último registro de estúdio, o álbum “How it was then… never again” de 95…

Mas eles não se separariam formalmente… e, como bons músicos de jazz, seus integrantes mantiveram sempre carreiras movimentadas, com trabalhos solo, colaborações e participações em muitos grupos… e em 2000 ainda haveria um encontro para o Weimar Festival, junto com o Smith Quartet… confiram um pouco do som do Azimuth inglês…

Com o Azimuth inglês vocês ouviram “Azimuth”, “Adios Iony” e “Dreams/Lost Song”…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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AZIMUTH (BR)

BG – LINHA DO HORIZONTE

  1. AZIMUTH – 0:32
  2. ESTRADA DOS DEUSES – 3:40
  3. PERISCÓPIO – 7:34
  4. ÁGUIA NÃO COME MOSCA – 3:28
  5. DESPERTAR – 4:55
  6. TARDE – 5:26

BG – BRAZIL

TOTAL – 25:35

AZIMUTH (UK)

BG – SIREN’S SONG

  1. AZIMUTH – 12:19
  2. ADIOS IONY – 6:21
  3.  DREAM/LOST SONG – 5:55

BG – JACOB

TOTAL – 24:35

TOTAL GERAL: 50:10

Ouça o Art Rock com o Azimuth & Azimuth que foi ao ar no dia 27/03/2021, clicando aqui.

Henry Cow

Posted in Programas with tags on 26/03/2021 by Art Rock

Boa noite… hoje vamos trazer um dos grupos essenciais do prog. inglês, o insuperável Henry Cow!

Já trouxemos muitas vezes o Henry Cow aqui no Art Rock, e ele dispensa maiores apresentações, pois afinal é nada menos que o fundador de um dos mais significativos movimentos dentro da música progressiva o genial RIO… Rock In Oposition… que não apenas procurou situar-se na vanguarda em termos musicais, mas também no seu engajamento político.

Desde os tempos em que ainda eram estudantes na Universidade de Cambridge, ainda no final dos anos 60, quando estavam fundando o grupo, os multi-instrumentistas Fred Frith e Tim Hodgkinson sempre buscaram esse posicionamento, que levaria o Henry Cow a ser firmemente colocado entre os grupos mais avant-garde do rock, com um som que não se presta a quaisquer qualificações…

Foram apenas 10 anos de carreira, mas o legado permaneceu nos grupos do movimento Rock In Oposition, que continuou sendo influente pelas décadas seguintes… e os seus seguidores receberam em 2009 um belo presente: uma edição especial com 10 CDs, reunindo material inédito do Henry Cow para comemorar o aniversário de 40 anos do grupo… e é um pouco dessa box-set que vocês vão poder conferir a partir de agora…

Vocês ouviram “Ruins I”, “Teenbeat 2”, “Would You Prefer Us to Lie?” e “March” com o Henry Cow.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco da box-set do Henry Cow, lançada em 2009…

Desde que lançaram o seu último álbum, “Western Culture” de 78, os integrantes do grupo se dedicaram a vários outros projetos, incluindo trabalhos solo e também as muitas parecerias em que voltaram a tocar juntos… como o Art Bears e o News From Babel… e até trabalhos especiais, como “The Last Nightingale”, um álbum beneficente, para ajudar os mineiros ingleses, durante as famosas greves dos anos 80.

Fred Frith, Tim Hodgkinson, Chris Cutler, Dagmar Krause e Lindsay Cooper continuariam bem ativos e se envolvendo nos festivais e outras ações do movimento Rock In Oposition… sem deixar de lado outras causas… mas, infelizmente, seria preciso esperar mais de três décadas para uma reunião do Henry Cow… e seria um retorno breve.

A volta seria em 2014 para uma série de concertos em homenagem a Lindsay Cooper, que havia deixado o nosso plano da realidade no ano anterior… o show de 21 de novembro no Barbican Centre em Londres faria parte do álbum “Celebration of Lindsay Cooper”… mas ele fica para outro Art Rock, vamos fechar com mais um pouco de “Henry Cow – The Road – 40th Anniversary Box Set”…

Com o Henry Cow vocês ouviram “On Suicide”, “The Herring People”, “RIO” e “Virgins of Illinois”…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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HENRY COW

BG – HERON SHOWER OVER HAMBURG

  • RUINS I – 6:36
  • TEENBEAT 2 – 8:06
  • WOULD YOU PREFER US TO LIE? – 4:29
  • MARCH – 7:01

BG – UNTITTLED PIECE

TOTAL – 26:12

HENRY COW

BG – HALF THE SKY

  • ON SUICIDE – 3:43
  • THE HERRING PEOPLE – 2:08
  • RIO – 16:34
  • VIRGINS OF ILLINOIS – 2:13

BG – VIVA PA UBU

TOTAL – 24:38

TOTAL GERAL: 50:50

Ouça o Art Rock com o Henry Cow que foi ao ar no dia 19/03/2021, clicando aqui.

REPRISE: Van der Graaf Generator

Posted in Programas with tags on 16/03/2021 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 06-03-2021, foi um reprise com o Van der Graaf Generator!
Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

Coheed and Cambria

Posted in Programas with tags on 16/03/2021 by Art Rock

Boa noite… hoje teremos um grupo americano da geração dos anos 90 que já trouxemos no programa, o Coheed and Cambria…

Como faz muito tempo que trouxemos esse grupo, vale lembrar que ele foi formado em 95, em New York e se chamava originalmente Shabütie, nome tirado do clássico filme “The Naked Prey”, de 65, com Cornel Wilde… e nessa época o grupo já girava em torno do guitarrista e tecladista Claudio Sanchez… que acabaria sendo o responsável pela inspiração que levou à mudança de nome…

Além de músico, Claudio Sanchez também era autor de ficção científica e trabalhava com quadrinhos, e ele se inspiraria na sua série de graphic novels “Armory Wars”, tirando o novo nome do grupo dos personagens Coheed e Cambria Kilgannon, protagonistas dessa saga que também forneceria o universo onde se passariam as histórias dos álbuns conceituais do grupo.

No começo eles lançaram alguns EPs que tiveram boa repercussão, e em 2002 saía o primeiro álbum: “The Second Stage Turbine Blade”, seguido pouco depois de “In Keeping Secrets of Silent Earth: 3”… mas eles só ganharam mais notoriedade no cenário do prog rock americano depois que assinaram com a Columbia Records e lançaram “Good Apollo, I’m Burning Star IV”, em 2005… mas vamos começar o programa trazendo um pouco dos primeiros trabalhos do Coheed and Cambria…

Vocês ouviram “Delirium Trigger”, “Neverender”, “God Send Conspirator” e “In Keeping Secrets of Silent Earth: 3” com o Coheed and Cambria.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o Coheed and Cambria, com mais um pouco da saga progressiva que dominou a carreira do grupo, no complexo cenário de “Armory Wars”.

Os quadrinhos e livros desse universo único criado por Claudio Sanchez se passam na Heaven’s Fence, uma série de 78 planetas presos a uma estrutura simétrica e conectados por raios de luz que formam a grade conhecida como a “Keywork”… uma rica tapeçaria de raças e culturas habita essa paisagem e somente um dos trabalhos do Coheed and Cambria não explorou esse mundo: o álbum “The Color Before the Sun” de 2015.

Eles continuam em plena atividade e em 2020 anunciaram mais um trabalho fora do seu padrão… o álbum “Sequels”, com faixas que seriam continuações de outras músicas… mas, enquanto os fãs esperam, o que não falta na página do grupo é material para colecionadores, de edições especiais em vinil até a action figures dos personagens principais de “Armory Wars”.

E para essa segunda parte do programa nós selecionamos outro trabalho duplo… ou melhor, lançado em duas partes… os álbuns “The Afterman: Ascension” de 2012 e “The Afterman: Descension” de 2013… que ganharam uma edição exclusiva junto com um livro de capa-dura escrito por Sanchez em parceria com o lendário autor de ficção científica Peter David… confiram um pouco de mais esse fragmento da saga de “Armory Wars” com o Coheed and Cambria.

Com o Coheed and Cambria vocês ouviram “The Hollow”, “Key Entity Extraction I: Domino The Destitute”, “Mothers Of Men”, “Key Entity Extraction V: Sentry The Defiant” e “Iron Fist”…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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COHEED AND CAMBRIA

BG – TIME CONSUMER

  • DELIRIUM TRIGGER – 4:47
  • NEVERENDER – 5:22
  • GOD SEND CONSPIRATOR – 6:32
  • IN KEEPING SECRETS OF SILENT EARTH: 3 – 8:13

BG – THE LIGHT AND THE GLASS

TOTAL – 24:54

COHEED AND CAMBRIA

BG – THE AFTERMAN

  • THE HOLLOW – 2:12
  • KEY ENTITY EXTRACTION I: DOMINO THE DESTITUTE – 7:51
  • MOTHERS OF MEN – 4:11
  • KEY ENTITY EXTRACTION V: SENTRY THE DEFIANT – 5:45
  • IRON FIST – 4:46

BG – 2’S MY FAVORITE 1

TOTAL – 24:45

TOTAL GERAL: 49:39

Ouça o Art Rock com o Coheed and Cambria que foi ao ar no dia 13/03/2021, clicando aqui.

The Herd & Judas Jump

Posted in Programas with tags , on 04/03/2021 by Art Rock

Boa noite… no programa de hoje vamos trazer um grande grupo do rock inglês que se tornaria mais conhecido por seus descendentes, especialmente por um deles, o genial Humble Pie…

Estamos nos referindo ao grupo The Herd, que surgiu em 65 e que no ano seguinte já havia se tornado uma sensação no rock inglês com aquela que seria a sua formação clássica: Andy Bown nos teclados e vocais, Gary Taylor no baixo, Andrew Steele na bateria e, é claro, a sua estrela adolescente, o carismático guitarrista e vocalista Peter Frampton, que na época tinha apenas 16 anos…

Dono de um talento precoce, Peter Frampton chamava a atenção nos shows do grupo, e a sucessão de singles bem sucedidos abriu caminho para que eles fossem escolhidos para abrir os shows do grande Jimmy Hendrix Experience em 68… e ainda naquele ano saía o seu álbum de estreia do Herd: “Paradise Lost”…

A essa altura, Peter Frampton já era um autêntico teenage idol, adorado pelas multidões… e o menino loiro não estava nem um pouco satisfeito com isso, pois achava que ninguém notava o seu talento como músico… no fim ele acabou saindo ainda em 68 para formar o grande Humble Pie com Steve Marriot… o Herd não duraria muito depois disso… vamos conferir um pouco do som desse grupo efêmero, mas importante do rock britânico.

Com The Herd vocês ouviram “From the Underworld”, “Impressions of Oliver”, “Paradise Lost”, “On your Own”, “Sweet William”, “I can Fly” e “Understand Me”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um outro descendente do grupo The Herd que, ao contrário do Humble Pie, não teve uma longa e bem sucedida carreira, apesar da qualidade do seu som…

Estamos nos referindo ao Judas Jump, que foi formado por Andy Brown com outro ex-The Herd, o baterista Henry Spinetti, e tendo ainda o saxofonistsa Allan Jones ex-Amen Corner, o vocalista Adrian Williams e o baixista Charlie Harrison… e desde o começo eles tinham ideias ambiciosas, indo além da estética do pop e da psicodelia para buscar pitadas de influência do nascente rock progressivo.

Andy Brown se manteve como a figura central do grupo… e eles chegaram a ganhar alguma repercussão na mídia, merecendo uma capa da prestigiada revista inglesa NME,a New Musical Express… o álbum “Scorch” sairia em 1970 e ainda naquele ano o Judas Jump seria o grupo escolhido para abrir do lendário Festival da Ilha de Wight…

Mas a capa pouco inspirada do trabalho de estreia, seguida de complicações contratuais para o lançamento do álbum nos Estados Unidos e até o temperamento de Andy Brown, que chegou a colocar o seu próprio vocal sobre os de Adrian Williams nas gravações de estúdio… tudo isso contribuiu para o fim prematuro do Judas Jump… e é um pouco do único registro do grupo que selecionamos para a segunda parte do programa de hoje…

Com o Judas Jump vocês ouviram “John’s Brown Body”, “Rockin’Chair”, “Purple God”, “Bossa Jump”, “Run for your Life”, “Cully”, “Primerose Lady” e “Scorch”…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem…

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THE HERD

BG – MISS JONES

  1. FROM THE UNDERWORLD – 3:18
  2. IMPRESSIONS OF OLIVER – 4:47
  3. PARADISE LOST – 3:37
  4. ON YOUR OWN – 3:19
  5. SWEET WILLIAM – 2:10
  6. I CAN FLY – 3:13
  7. UNDERSTAND ME – 2:30

BG – OUR FAIRY TALE

TOTAL – 23:14

JUDAS JUMP

BG – BEER DRINKING WOMAN

  1. JOHN’S BROWN BODY – 3:26
  2. ROCKIN’CHAIR – 2:56
  3. PURLE GOD – 3:09
  4. BOSSA JUMP – 4:30
  5. RUN FOR YOUR LIFE – 3:39
  6. CULLY – 2:34
  7.  PRIMEROSE LADY – 4:34
  8. SCORCH – 1:30

BG – CRY-DE-CRY

TOTAL – 26:17

TOTAL GERAL: 49:31

Ouça o Art Rock com o The Herd & Judas Jump que foi ao ar no dia 27/02/2021, clicando aqui.

Return to Forever

Posted in Programas with tags on 25/02/2021 by Art Rock

Boa noite… hoje vamos lembrar outro grande viajante do multiverso que passou um tempo em nossa mísera realidade e voltou para os planos infinitos no começo de 2021… o genial Chick Corea…

Esse músico lendário do jazz já era bem conhecido quanto iniciou o projeto que nós escolhemos para trazer hoje aqui ano Art Rock… foi no distante ano de 1971, e ele reuniu um grupo com o baixista Stanley Clarke, os músicos brasileiros Airto Moreira e Flora Purin, e o saxofonista Joe Farrell… eles lançariam o álbum Return to Forever, mas essa primeira formação se separaria depois do álbum “Light as a Feather” de 73…

Chick Corea havia tocado com o grande Miles Davies nos álbuns “In a Silent Way” de 69 e “Bitches Brew” de 70, mas ele mesmo dizia que havia se influenciado mais pela Mahavishnu Orchestra de John McLaughlin para mudar a direção do Return to Forever para o jazz fusion… Airto Moreira, Flora Purin, e Joe Farrell deixaram o grupo e eles seriam substituídos pelo guitarrista Bill Connors e pelo baterista Lenny White para o álbum “Hymn of the Seventh Galaxy” de 73… 

Mergulhando no fusion, Corea manteve a força da sua expressividade e também conseguiu um grande impacto no cenário musical… o álbum seguinte “Where Have I Known You Before” de 74 incorporava o som de sintetizadores… e a saída de Bill Connors acabou contribuindo, pois ele seria substituído pelo então jovem virtuoso Al Di Meola, fechando assim a chamada formação clássica do grupo… vamos conferir um pouco dessa fase inicial do Return to Forever… 

Vocês ouviram o Return to Forever com “Hymn to the Seventh Galaxy”, “After the Cosmic Rain”, “Vulcan Worlds” e “Earth Juice”.

A gente volta já…

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Vamos continuar trazendo um pouco do legado do Return to Forever, para lembrar Chick Corea, um músico genial que vai fazer falta na nossa árida realidade.

Em 76 o Return to Forever lançaria o ultimo álbum com a sua formação clássica, o brilhante “Romantic Warrior”, que foi um sucesso de crítica e público, mas também marcaria a saída de Lenny White e Al Di Meola… Chick Corea decidiu dar uma nova guinada no grupo, chamando de volta o saxofonita Joe Farrell e trazendo um quarteto de sopro para acompanhamento, junto com os vocais da sua mulher Gayle Moran, que havia sido membro da Mahavishnu Orchestra. 

Apesar das mudanças, o álbum foi bem sucedido, mas acabaria sendo o último registro de estúdio do Return to Forever… o grupo ainda lançaria o quádruplo ao vivo “Return to Forever Live: The Complete Concert” em 78… e eles voltariam a se reunir muitas vezes, incluindo retornos com Lenny White e Al Di Meola, mas infelizmente novas gravações de estúdio seriam esparsas…

O último trabalho do grupo foi “Forever” de 2011, um álbum ao vivo contando com uma formação alternativa, sem Al Di Meola e tendo Chaka Khan e Jean-Luc Ponty como convidados… a tour daquele ano tinha o guitarrista Frank Gambale e a banda de Dweezil Zappa cuidava da abertura… Chick Corea mantinha muitos outros projetos e colaborações… mas foi em 2021, aos 50 anos do Return to Foverer, que o velho mestre retornou finalmente para a eternidade… e assim, houve simetria…

Com o Return to Foverer vocês ouviram “Medieval Overture”, “The Romantic Warrior”, “Magestic Dance” e “The Magician”… faixas de “Romantic Warrior” de 76.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Araly Moser… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você faz downloads do conteúdo do programa e também deixa o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br clique no link “podcast” e selecione “Art Rock” para escutar ou baixar o programa… tenham uma boa noite e até a semana que vem… 

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RETURN TO FOREVER

BG – CAPTAIN SEÑOR MOUSE

  • HYMN TO THE SEVENTH GALAXY – 3:32
  • AFTER THE COSMIC RAIN – 8:26
  • VULCAN WORLDS – 7:52
  • EARTH JUICE – 3:47

BG – SPACE CIRCUS

TOTAL – 23:37

RETURN TO FOREVER

BG – SORCERESS 

  • MEDIEVAL OVERTURE – 5:12
  • THE ROMANTIC WARRIOR – 10:46
  • MAGESTIC DANCE – 5:00
  • THE MAGICIAN – 5:25

BG – DUEL OF THE JESTER AND THE TYRANT

TOTAL – 26:22

TOTAL GERAL: 49:59

Ouça o Art Rock com o Return to Forever que foi ao ar no dia 20/02/2021, clicando aqui.