King Crimson

Posted in Programas with tags on 23/08/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa um dos grupos fundamentais do rock progressivo… o grande King Crimson.

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O velho rei é um dos criadores da linguagem progressiva… e continua em atividade, depois de bem mais de quatro décadas em que seu líder, o genial guitarrista Robert Fripp, reinventou o grupo muitas vezes, ao mesmo tempo em que construía um legado que permanece influenciando gerações de músicos nos mais diversos estilos do prog. rock…

Na verdade não precisamos dizer nada disso, pois o King Crimson é mais do que uma presença frequente no Art Rock, já que está no próprio tema do programa… mas a sua vasta discografia tem muitos grandes momentos… e hoje selecionamos três trabalhos essenciais, que capturam a primeira transição do grupo, com a saída do baixista e vocalista Greg Lake para integrar o Emerson, Lake and Palmer.

Apesar do momento atribulado e das mudanças de formação, o King Crimson ainda conseguia mostrar toda a força da sua proposta musical, onde peso e suavidade se mesclavam em meio à poética delirante de Peter Sinfield… vamos começar conferindo um pouco do seu segundo álbum, “In the Wake of Poseidon” de 1970… o último da primeira fase do grupo.

Com o King Crimson vocês ouviram “Pictures of a city”, “Cadence and cascade”, “In the wake of Poseidon” e “Peace – a theme”.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo agora um pouco do período de transição do King Crimson, que iria durar dois álbuns e prepararia o terreno para a fase com John Wetton no baixo e vocais.

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Com a saída de Greg Lake, Robert Fripp chamou o seu velho colega de escola, Gordon Haskell, para integrar o grupo como baixista e vocalista… e ele até já havia participado dos vocais da faixa “Cadence and Cascade” de “In the Wake of Poseidon”… mas seu potencial seria aproveitado mesmo no álbum seguinte… “Lizard”, que foi lançado ainda em 1970.

O flautista e saxofonista Mell Collins e o baterista Andy McCulloch, que haviam tocado como convidados passaram a integrar o grupo… e Fripp ainda contou com a ajuda de Jon Anderson do Yes… o resultado foi um trabalho que soava diferente dos dois primeiros álbuns do King Crimson… mas essa formação não iria longe, pois Haskell e McCulloch sairiam pouco tempo depois.

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Tanto Elton John como Brian Ferry chegaram a ser cogitados para os vocais… e também John Wetton, que na época preferiu continuar no Family… assim os vocais ficaram para Boz Burrell, que havia tocado com Fripp no grupo Centipede… e a nova formação lançaria em 71 o álbum “Islands”… vamos ouvir um pouco desses dois trabalhos da fase de indefinição do King Crimson…

Vocês ouviram “Happy Family”, “Lady of the dancing water”, “Prince Rupert Awakes”, “Formentera Lady” e “Sailor’s tale” com o King Crimson.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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KING CRIMSON

BG – CAT FOOD

1. PICTURES OF A CITY – 8:01

2. CADENCE AND CASCADE – 4:37

3. IN THE WAKE OF POSEIDON – 8:28

4. PEACE (A THEME) – 1:16

BG – THE DEVIL’S TRIANGLE

TOTAL – 22:20

KING CRIMSON

BG – INDOORS GAMES

5. HAPPY FAMILY – 4:23

6. LADY OF THE DANCING WATER – 2:50

7. PRINCE RUPERT AWAKES – 2:50

8. FORMENTERA LADY – 10:18

9. SAILOR’S TALE – 7:33

BG – PRELUDE SONG OF THE GULLS

TOTAL: 26:54

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com King Crimson que foi ao ar no dia 06/08/2016, clicando aqui.

Dead Can Dance

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um tributo a um grupo antológico dos anos 80 e 90… o genial Dead Can Dance…

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Já trouxemos muitas vezes no Art Rock esse grupo criado na Austrália, mas radicado na Inglaterra… hoje, porém, vamos apresentar um projeto diferente: a coletânea “The Lotus Eaters”, um tributo reunindo grupos góticos, da chamada darkwave e até do heavy e black metal… todos reimaginando a solene melancolia da obra de Lisa Gerrard e Brendan Perry.

O nome “Comedores de Lótus” foi extraído de uma faixa do Dead Can Dance… uma composição feita em 98 que acabaria só sendo disponível em uma box-set e na coletânea “Wake” de 2003… mas a expressão é também uma citação tirada de um dos episódios da “Odisséia” de Homero… e do célebre poema de Lord Tennyson sobre o futilidade dos esforços humanos ante a promessa sóbria, mas plácida, do abandono final.

Lançada em 2004, essa coletânea trouxe sonoridades distintas, reunidas apenas na direção que deram à sua música nas faixas selecionadas para o tributo… e vamos começar trazendo o grupo sueco Arcana, depois é a vez da dupla formada por Dan Lilker (do Nuclear Assault e Anthrax) e Lisa Sehreib… e, na sequência, a banda norueguesa Trail of Tears e os americanos do Amber Asylum e do Ephemeral Sun…

Com o Arcana vocês ouviram “In the Wake of Adversity”, depois foi “Cantara” com a dupla Danny Lilker e Lisa Sehreib, “The Arcane” com o Trail of Tears, “Cardinal Sin” com o Amber Asylum e “Avatar” com o Ephemeral Sun.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo agora um pouco do tributo “The Lotus Eaters”, que homenageia o grande Dead Can Dance, que se separou nos anos 90, mas voltaria à atividade em 2011…

Mesmo depois que deixaram de ser um casal, Lisa Gerrard e Brendan Perry continuaram a trabalhar juntos, mostrando que a sua relação não era feita só de promessas vazias… mas, em 98, enquanto parecia que a dupla estava preparando um novo álbum, foi anunciado o fim do Dead Can Dance, e levaria alguns anos para eles voltarem a se reunir.

Com o tempo, o contínuo interesse pelo grupo, assim como a repercussão de tributos como “The Lotus Eaters”, que foi lançado em 2004, acabariam por levar a um retorno… em 2005 eles fizeram uma tour concorrida pela Europa e Estados Unidos, mas essa volta não foi muito longe… só em 2011 é que uma reunião formal foi anunciada, com novas tours e o álbum “Anastasis”, lançado em 2012…

E, para essa segunda parte, nós selecionamos primeiro os ingleses do Antimatter, depois o grupo holandês The Gathering, seguido do Nightfall, da Grécia… e, para fechar, o multinacional Subterranean Masquerade…

Vocês ouviram o Antimatter com “Black Sun”, depois foi The Gathering com “In Power We Entrust The Love Advocated”, o Nightfall com “The Ubiquitous Mr. Lovegrove” e o Subterranean Masquerade com “Summoning Of The Muse (Deconstructed)”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE LOTUS EATERS TRIBUTE TO DEAD CAN DANCE

BG – PERSEPHONE – SPIRIT

1. ARCANA – IN THE WAKE OF ADVERSITY – 4:27

2. DAN LILKER & LISA SEHREIB – CANTARA – 5:05

3. TRAIL OF TEARS – THE ARCANE – 4:19

4. AMBER ASYLUM – CARDINAL SIN – 5:42

5. EPHEMERAL SUN – AVATAR – 6:04

BG – FAITH AND THE MUSE – MESMERISM

TOTAL – 25:37

THE LOTUS EATERS TRIBUTE TO DEAD CAN DANCE

BG – JARBOE & THE BLACK PEARL SOCIETY – AMERICAN DREAMING

6. ANTIMATTER – BLACK SUN – 5:25

7. THE GATHERING – IN POWER WE ENTRUST THE LOVE ADVOCATED – 4:04

8. NIGHTFALL – THE UBIQUITOUS MR. LOVEGROVE – 4:56

9. SUBTERRANEAN MASQUERADE – SUMMONING OF THE MUSE (DECONSTRUCTED) – 9:29

BG – DARKWELL – ANYWHERE OUT OF THE WORLD

TOTAL: 23:53

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Dead Can Dance que foi ao ar no dia 13/08/2016, clicando aqui.

Le Orme

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje faremos nossa costumeira passagem pela rica tradição progressiva italiana… com o grupo Le Orme.

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Já trouxemos muitas vezes esse grande nome do prog. italiano no programa, mas sempre vale lembrar que ele surgiu nos subúrbios de Veneza, em 66, e o nome deveria ser originalmente Le Ombre, uma homenagem ao grupo inglês The Shadows… mas deixariam essa ideia de lado, pois não tinha o mesmo significado na língua veneta e, ainda por cima, já havia um outro grupo da região com esse nome.

E seria como Le Orme que eles lançariam seu primeiro álbum, “Ad Glorian”, em 69… mas o serviço militar acabou levando a alguns desfalques no grupo e o estilo psicodélico do seu som também não chamou muita atenção no cenário do rock italiano da época… foi então que o tecladista Tony Pagliuca convence o guitarrista, baixista e vocalista Aldo Tagliapetra e o baterista Michi Dei Rossi a explorarem o que ainda era chamado de pop sinfônico…

O álbum “Collage” de 71 é considerado um dos trabalhos fundadores do prog. italiano, e “Uomo di Pezza” de 72 chegaria ao topo das paradas italianas… era a época em que o progressivo tinha permissão de fazer sucesso, e o álbum conceitual “Felona e Sorona” chegaria a ser lançado na Inglaterra com letras do grande Peter Hammill vamos conferir um pouco desse encontro entre o Le Orme e o Van der Graaf Generator…

Vocês ouviram com Le Orme as faixas “In Between”, “Fellona”, “The Maker”, “Sorona” e “The Balance” …

A gente volta já.

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E agora vamos trazer uma fase mais recente do Le Orme que voltaria a gravar em 1990, retomando um caminho que ainda renderia ótimos trabalhos nas décadas seguintes…
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A volta aos estúdios com o álbum “Orme” de 90 não chegou a ter um grande impacto no cenário ainda modesto do progressivo italiano, que anda estava tentando voltar a se afirmar… em 92 Tony Pagliuca deixaria o grupo, sendo substituído pelo pianista Francesco Sartori e pelo tecladista Michele Bon, mas seria só em 96 que Tagliapetra e Dei Rossi conseguiriam mostrar a força da nova formação com o álbum “Il Fiume”.

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Foi o começo de uma trilogia conceitual complementada pelos álbuns “Elementi” de 2001 e “L’infinito” de 2004, ambos já com Andrea Bassato substituindo Sartori no piano… e nós selecionamos um pouco desse tríptico progressivo do Le Orme para essa segunda parte do Art Rock de hoje…

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Com Le Orme vocês ouviram “Danza dell’acqua”, “Lungo il fiume’, “Danza della Terra”, “Dove tutto E!!”, “L’Infinito” e “La ruota del cielo”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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LE ORME

BG – WEB OF TIME

1. IN BETWEEN – 8:46

2. FELONA – 2:04

3. THE MAKER – 5:45

4. SORONA – 3:52

5. THE BALANCE – 4:14

BG – RETURN TO NAUGHT

TOTAL – 24:40

LE ORME

BG – IL FIUME (PARTE SECONDA)

6. DANZA DELL’ACQUA – 3:02

7. LUNGO IL FIUME – 4:32

8. DANZA DELLA TERRA – 2:23

9. DOVE TUTTO E!! – 4:41

10. L’INFINITO – 5:33

11. LA RUOTA DEL CIELO – 5:41

BG – GRANDE ACQUA

TOTAL: 25:52

TOTAL GERAL – 50:32

Ouça o Art Rock com Le Orme que foi ao ar no dia 30/07/2016, clicando aqui.

Steve Howe

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos um dos grandes guitarristas do prog rock, o genial Steve Howe…

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Stephen James Howe nasceu em Holloway, no norte de Londres, e ele começou no grupo The Syndicats, chegando a gravar um compacto com eles em 64, antes de sair para integrar o Tomorrow, que originalmente se chamava The In Crowd… e participaria da gravação do álbum “Tomorrow” de 68 antes de sair para o Bodast.

Apesar de promissor, o Bodast não conseguiu lançar seu álbum de estreia na época pois a gravadora que tinha o seu contrato foi à falência e o disco acabaria só sendo editado nos anos 80… mas essa fase de incertezas de Howe acabaria quando ele foi convidado para substituir o guitarrista Peter Banks no Yes…

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Claro que o Yes dispensa quaisquer apresentações… e além disso é presença habitual no nosso programa… mas hoje nós vamos fazer uma passagem pela prolífica carreira solo de Steve Howe… começando com um pouco dos seus primeiros trabalhos paralelos, na época em que o Yes estava no auge e ele só queria ter um pouco mais de liberdade criativa, contando é claro com a ajuda de seus colegas do grupo.

Vocês ouviram Steve Howe com “Doors of sleep”, “The nature of the sea”, “Ram”, “Pennants”, “All’s a chord” e “Look over your shoulder”, essa última com o vocal de Clair Hammill… faixas extraídas dos álbuns “Beginnings” de 72 e “The Steve Howe Album” de 79.

A gente volta já.

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E nessa segunda parte do programa vamos trazer dois álbuns de Steve Howe dos anos 90, na época em que ele participava da nova fase progressiva do Yes e também do último álbum da primeira fase do seu outro grupo, o Asia.

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Depois do lançamento do álbum “Union” de 91, em que integrantes da formação clássica do Yes se juntaram aos membros da fase dos anos 80, Steve Howe voltou a integrar o Asia, gravando “Aqua”, que seria lançado em 92… mas, enquanto ficava nesse vai e volta entre os grupos, ele não deixava de lado a sua carreira solo e gravaria excelentes trabalhos, em que mostrava toda a sua habilidade sem ter que se submeter às pressões da gravadora.

Trabalhos como “Turbulance” de 91, “Not Necessarily Acoustic” de 94 e “Homebrew” de 96 foram muito bem recebidos pelo púlbico e crítica, e essa foi uma fase em que Steve Howe manteve sua tradição de ser presença assídua nas capas da Guitar Player, onde já havia sido votado muitas vezes como “The Best Overal Guitarrist”.

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Com uma carreira que já atravessa cinco décadas, Howe permanece como uma das figuras dominantes do progressivo… e, para essa segunda parte do programa, nós selecionamos faixas extraídas dos álbuns “The Grand Scheme of Things” de 93 e “Quantum Guitar” de 98…

Com Steve Howe vocês ouviram “The Grand scheme of things”, “Desire comes first”, “Beautiful ideas”, “The fall of civilization”, “Walk don’t run”, “The collector” e “Momenta”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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STEVE HOWE

BG – SURFACE TENSION

1. DOORS OF SLEEP – 4:09

2. THE NATURE OF THE SEA – 3:58

3. RAM – 1:54

4. PENNANTS – 4:34

5. ALL’S A CHORD – 4:57

6. LOOK OVER YOUR SHOULDER – 5:04

BG – MEADOW RAG

TOTAL – 24:36

STEVE HOWE

BG – WAYWARD COURSE

7. THE GRAND SCHEME OF THINGS – 5:13

8. DESIRE COMES FIRST – 3:41

9. BEAUTIFUL IDEAS – 4:03

10. THE FALL OF CIVILIZATION – 4:10

11. WALK DON’T RUN – 3:05

12. THE COLLECTOR – 3:05

13. MOMENTA – 2:58

BG – THE VALLEY OF ROCKS

TOTAL: 26:14

TOTAL GERAL – 50:50

Ouça o Art Rock com Steve Howe que foi ao ar no dia 23/07/2016, clicando aqui.

Walter-Wendy Carlos

Posted in Programas with tags on 11/08/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa uma figura marcante da música eletrônica da década de 60 e 70, responsável por trilhas de grandes filmes…

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 Walter Carlos nasceu em Rhode Island em 39 e estudou física antes de se dedicar à música, tendo se envolvido com os músicos e técnicos eletrônicos do lendário Columbia-Princeton Electronic Music Center, o centro de pesquisa para a música eletrônica da Columbia University de Nova York… e seria lá que ele se envolveria no desenvolvimento dos sintetizadores desenhados pelo genial Robert Moog.

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Em 68, Walter lançaria seu primeiro álbum, “Switched-on Bach”, em que recriava as obras de Bach em formato eletrônico, usando um dos primeiros sintetizadores modulares de Moog… o que ele não esperava é que o álbum fosse um grande sucesso e que acabasse se tornando um marco tanto da música erudita como da música pop, vendendo milhões de cópias e ganhando três prêmios grammy.

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Em 69 ele lançaria outro trabalho na mesma linha, “The Well Tempered Synthesizer”, outro grande sucesso que abriria caminho para a sua carreira como compositor de trilhas sonoras, começando com “Marroned”, o clássico filme de ficção científica de John Sturges… mas vamos começar trazendo um pouco dos seus dois primeiros álbuns, em que mostrava que Johan Sebastian Bach também podia ser… psicodélico.

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Vocês ouviram Walter Carlos com “Prelude and fugue #2 in C minor” e depois foi o “Brandenburg Concerto #3 in G major (parts 2 & 3) e o “Brandenburg Concerto #4 (parts 1 & 3) …

A gente volta já.

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E agora vamos trazer um pouco das trilhas de Walter Carlos, que passaria por uma metamorfose que pegaria muita gente de surpresa no final dos anos 70.

Enquanto trabalhava em seu terceiro álbum de estúdio, o duplo “Sonic Seasonings” de 72, Walter Carlos trabalharia na trilha do extraordinário filme “A Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick… combinando os sintetizadores com a música de Beethoven, Henry Purcell e Rossini… e usando o vocoder, o sistema pioneiro de sintetização de voz…

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Outros trabalhos seriam lançados nos anos 70, como “Switched-on Bach II” de 73 e “By Request” de 75… mas essa foi uma época de mudanças, pois, desde 68, Carlos havia começado com a terapia hormonal, e faria em 72 a cirurgia de mudança de sexo… no entanto, sua nova identidade não seria revelada pelo resto dos anos 70… só em 79 ele viria a público em uma entrevista para a edição de maio da revista Playboy…

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Wendy Carlos seguiria com uma carreira prolífica, com trabalhos solo e também contribuições para a trilha de outro grande filme de Kubrick… “O iluminado” de 1980… e outro filme cult: o primeiro “Tron” de 1982, que foi uma produção pioneira no uso de efeitos de computador e cujo tema sobre a relação entre usuários e programas em um mundo feito de bits de informação era simplesmente perfeito para as paisagens sonoras eletrônicas.

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Com Wendy Carlos vocês ouviram “Title music from A Clockwork Orange”, “Theme from A Clockwork Orange”, “Timesteps”, “Suite #2 in B minor”, “Little fuge in G minor”, “Geodesic Dance”, “Eleanor Rigby”, “Main title from The Shining”, “Theme from Tron” e “Anthem”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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WALTER CARLOS

BG – ORFEO SUITE

1. PRELUDE AND FUGUE #2 IN C MINOR – 2:48

2. BRANDENBURG CONCERTO NO.3 IN G MAJOR (PART 2) – 2:54

3. BRANDENBURG CONCERTO NO.3 IN G MAJOR (PART 3) – 5:34

4. BRANDENBURG CONCERTO #4: (PART 1 – ALLEGRO) – 8:05

5. BRANDENBURG CONCERTO #4: (PART 3 – PRESTO) – 4:46

BG – WATER MUSIC: ALLEGRO DECISO

TOTAL – 24:07

WENDY CARLOS

BG – ROSSINI: THE THIEVING MAGPIE

6. TITLE MUSIC FROM A CLOCKWORK ORANGE – 2:27

7. THEME FROM A CLOCKWORK ORANGE (BEETHOVENIANA) – 1:49

8. TIMESTEPS (EXCERPT) 4:18

9. SUITE NO. 2 IN B MINOR – BADINERIE – 1:27

10. LITTLE FUGE IN G MINOR – 3:48

11. GEODESIC DANCE (ELETRONIC ETUDE) – 3:25

12. ELEANOR RIGBY – 2:08

13. MAIN TITLE “THE SHINING” – 2:48

14. THEME FROM TRON – 1:34

15. ANTHEM – 1:40

BG – BRANDENBURG CONCERTO NO. 5 IN D – III ALEGRO

TOTAL: 25:24

TOTAL GERAL – 49:31

Ouça o Art Rock com Walter-Wendy Carlos que foi ao ar no dia 16/07/2016, clicando aqui.

REPRISE: Neil Young

Posted in Programas with tags on 11/08/2016 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 09-07-2016, foi um reprise com o Neil YoungConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

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The Morrigan

Posted in Programas with tags on 11/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos um dos grandes grupos do folk rock britânico da geração dos anos 80/90… The Morrigan.

Rides Out

O grupo surgiu em 84 na cidade de Basingstoke, em Hampshire na Inglaterra, a partir de um anúncio do guitarrista Tom Foad do grupo The Avalanche, procurando outros músicos para o um projeto folk… a vocalista e multi-instrumentista Cathy Alexander foi a primeira a aparecer e o duo logo seria completado pelo baixista do Avalanche, Cliff Eastbrook… mas essa formação não iria longe.

Tom Foad deixaria o projeto de lado e Cliff e Cathy recrutaram o guitarrista e tecladista Colin Masson que haviam conhecido em uma das poucas apresentações do grupo, que na época ainda não tinha nome… eles até tentaram Airport Convenience, mas a brincadeira com o Fairport Convention não era exatamente brilhante e, no fim, adotaram em 85 o nome da deusa celta da morte, da guerra e do renascimento… The Morrigan.

Wreckers

Morríghan ou Mórrígu, que pode aparecer como um corvo ou como uma das três idades da mulher (jovem, madura ou idosa), sempre envolta em um manto de penas negras, é uma das mais importantes deusas da tradição céltica… e com esse nome, eles lançariam em 85 o álbum “Spirit of the Soup”, praticamente uma demo tape… só em 90 sairia “Rides Out”, e alguns anos depois, em 96, seria a vez de “Wreckers”…

Vocês ouviram “The Rakes of Kildare / bedtime stories”, “The Black Nag”, “Busketts folley”, “Yarrow” e “Wheels turning” com The Morrigan.

A gente volta já.

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Vamos continuar trazendo um pouco do grupo inglês The Morrigan, um dos melhores exemplos do folk rock britânico da sua geração.

Masque

As dificuldades para a gravação do álbum “Wreckers” eram típicas de bandas que estavam ainda tentando se profissionalizar… o sucesso nas apresentações em festivais mantinham o grupo na atividade, mas Cathy e Colin, que haviam casado em 88, eram a única força constante, juntamente com o baterista Arch… mesmo assim eles conseguiram seguir em frente com os novos integrantes, o guitarrista Dave Lodder e o vocalista Mervyn Baggs… e lançaram em 98 o álbum “Masque”.

O som mantinha a proposta do grupo, com a matriz folk enriquecida pelos climas progressivos de teclados e guitarras… foi um trabalho muito bem recebido e abriu caminho para aquele que seria o seu trabalho mais elogiado, o álbum “Hidden Agenda”, que seria lançado em 2002.

Hidden Agenda

Infelizmente, ainda que tenha recebido boa atenção da mídia especializada, esse seria o último registro de estúdio do grupo, embora Colin Masson tenha lançado trabalhos solo, e com a participação de Cathy Alexander, o último dos quais foi “The Southern Cross” de 2011… mas eles ficam para outro programa, vamos fechar com faixas de “Masque” e “Hidden Agenda”, do Morrigan…

Vocês ouviram o Morrigan com “Moonghost”, “The likewake dirge”, “The shallow’s tail” e “A night to remember”…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE MORRIGAN

BG – COLD HAILY WINDY NIGHT – DROWSY MAGGIE

1. THE RAKES OF KILDARE / BEDTIME STORIES – 6:03

2. THE BLACK NAG – 3:28

3. BUSKETTS FOLLEY – 1:52

4. YARROW – 4:20

5. WHEELS TURNING – 6:36

BG – THE WRECKERS

TOTAL – 23:59

THE MORRIGAN

BG – MERRILY KISSED THE QUAKER’S WIFE

6. MOONGHOST – 6:44

7. THE LIKEWAKE DIRGE – 4:40

8. THE SHALLOW’S TAIL – 3:58

9. A NIGHT TO REMEMBER – 9:50

BG – IN THE END

TOTAL: 25:12

TOTAL GERAL – 49:02

Ouça o Art Rock com The Morrigan que foi ao ar no dia 02/07/2016, clicando aqui.

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