3th floor Elevators & Fever Tree

Posted in Programas with tags , on 23/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje faremos uma das nossas passagens pela psicodelia americana… mas, dessa vez, não vai ser com grupos californianos, em vez disso, vamos para um estado que muitos não associam à música psicodélica… o Texas.


Embora nem todo mundo saiba disso, o estado da estrela solitária viveu uma efervescência no mundo da música, na segunda metade dos anos 60… foi um período que renderia verdadeiras lendas como Janis Joplin e também grandes grupos como o ZZ Top… mas, para o programa de hoje, vamos mergulhar um pouco mais fundo e trazer uma amostra do rock psicodélico texano.

E vamos começar trazendo o genial 13th Floor Elevators, grupo formado em 65, em torno do guitarrista e vocalista Roky Erickson, que havia acabado de deixar o grupo The Spades e reuniu-se com outros dois guitarristas, Stacy Sutherland e Tommy Hall, além do baterista John Walton e do baixista Benny Thurman… e eles lançariam o seu primeiro compacto em 66 com o hit “You’re Gonna Miss Me”.

Eles foram o primeiro grupo de rock a usar o termo psicodélico para se referir ao seu som… antes mesmo de usá-lo no nome do álbum de estreia “The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators”, que foi lançado em 66 e seria seguido por “Easter Everywhere” em 67… a separação viria depois de “Bull of the Woods” de 69… e, infelizmente, seu retorno em 2015 foi só para comemorar os 50 anos do grupo… vamos ouvir um pouco do som desses pioneiros da psicodelia…

Vocês ouviram o 13th Floor Elevators com “You’re Gonna Miss Me”, “Reverberation (doubt)”, “Thru the Rhythm”, “Slip Inside this House”, “Rose and the Thorn”, “With You” e “May the Circle Remain Unbroken”.

A gente volta já…

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Para essa segunda parte vamos ouvir outro exemplo da riqueza do cenário musical texano dos anos 60… o Fever Tree.

Formado em Houston em 66, esse grupo começou voltado para o folk rock e usando o nome The Bostwick Vines… mas eles mudariam para Fever Tree depois da entrada do tecladista Rob Landes, que ajudou a redirecionar o som, dialogando com a guitarra de Michael Knust e dando uma base mais dinâmica para os vocais de Dennis Keller.

O álbum “Fever Tree” de 68 chegou a ter bastante repercussão, puxado pelo hit “San Francisco Girls (Return of the Native)”… e ele seria seguido por outros trabalhos bem recebidos: “Another Time, Another Place”, de 69 e “Creation” de 70… mas eles não iriam muito longe depois disso.

Como muitas bandas ligadas ao rock psicodélico, o Fever Tree acabaria se separando e teve apenas uma breve tentativa de retorno em 78, que rendeu um álbum ao vivo e só contava com Michael Knust da formação original… e o velho guitarrista deixaria a nossa realidade em 2003 sem novas reuniões… confiram um pouco do som desse grupo texano quase esquecido…

Vocês ouviram “Imitation Situation (Toccata and Fugue) / Where do You Go”, “San Francisco Girls (Return of the Native)”, “Filigree & Shadow”, “Man who Paints the Pictures (Part 2), “Love Make the Sunrise” e “Time is Now” com o Fever Tree…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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13th FLOOR ELEVATORS

BG – ROLLER COASTER

1. YOU’RE GONNA MISS ME – 2:29

2. REVERBERATION (DOUBT) – 2:49

3. THRU THE RHYTHM – 3:08

4. SLIP INSIDE THIS HOUSE – 8:06

5. ROSE AND THE THORN – 3:37

6. WITH YOU – 2:13

7. MAY THE CIRCLE REMAIN UNBROKEN – 2:44

BG – SPLASH 1 (NOW I’M HOME)

TOTAL – 25:06

FEVER TREE

BG – FEVER

8. IMITATION SITUATION (TOCCATA AND FUGUE) / WHERE DO YOU GO? – 4:04

9. SAN FRANCISCAN GIRLS (RETURN OF THE NATIVE) – 4:04

10. FILIGREE & SHADOW -3:58

11. MAN WHO PAINTS THE PICTURES (PART 2) – 6:53

12. LOVE MAKE THE SUNRISE – 2:35

13. TIME IS NOW – 4:06

BG – DEATH IS THE DANCER

TOTAL: 25:40

TOTAL GERAL – 50:46

Ouça o Art Rock com 3th floor Elevators & Fever Tree que foi ao ar no dia 20/04/2019, clicando aqui.

Porcupine Tree

Posted in Programas with tags on 17/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um dos grandes grupos da geração dos anos 90, que começou como uma banda imaginária, mas causou tanto impacto que acabaria se tornando real… o Porcupine Tree.

Já trouxemos outras vezes no programa esse grupo britânico que surgiu de uma brincadeira do guitarrista e vocalista Steven Wilson, que tinha inventado uma falsa banda dos anos 70, imitando o que havia sido feito para o filme “This is The Spinal Tap”… um passatempo que se converteria em um dos mais bem sucedidos grupos progressivos da sua geração.

E para começar o programa de hoje selecionamos faixas de dois álbuns da década de 90… primeiro “Signify” de 96, no qual Steven Wilson contou com a colaboração dos outros integrantes do grupo na composição das faixas… e o resultado mostrava a direção que o Porcupine Tree iria tomar daí em diante.

Em 99 sairia “Stupid Dream”, pela Snapper Records, e ele seria o álbum mais bem sucedido até então, consolidando a posição do grupo no cenário progressivo dos anos 90… vamos ouvir um pouco dessa fase de afirmação do Porcupine Tree, quando o tecladista Richard Barbieri, o baixista Colin Edwin e o baterista Chris Maitland se integraram e ajudaram a enriquecer a proposta musical inicial de Steven Wilson.

Vocês ouviram o Porcupine Tree com “Signify”, “Sever” e “Even Less”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco da fase de mudanças do Porcupine Tree, a partir da entrada do baterista Gavin Harrison, em 2002.

Depois da bem sucedida tour americana de 2001, o grupo conseguiu o seu primeiro contrato com uma grande gravadora, através do selo Lava da Atlantic Records… e, embora esses contratos costumem ser facas de dois gumes, eles também representam momentos de virada que aumentam a divulgação, facilitam a organização de excursões internacionais e abrem muitas oportunidades.

Já com o novo baterista, o Porcupine Tree se concentrou para gravar um novo álbum, “In Absentia”, um trabalho ambicioso que receberia até um lançamento especial em uma edição surround-sound e representava um redirecionamento musical, com o som do grupo ganhando mais peso e se voltando para o chamado metal progressivo…

Steven Wilson reconheceria a influência desse estilo, com o Porcupine Tree chegando a fazer uma excursão junto com o grande grupo sueco Opeth… e o álbum “In Absentia” seria muito bem recebido, tornando-se um dos discos essenciais do grupo… confiram um pouco desse trabalho premiado lançado em 2002.

Vocês ouviram “Blackest Eyes”, “Trains”, “Lips of Ashes”, “Wedding Nails” e “Futile”, com o Porcupine Tree…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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PORCUPINE TREE

BG – PIANO LESSONS

1. SIGNIFY – 3:25

2. SEVER – 5:31

3. EVEN LESS – 14:07

BG – PURE NARCOTIC

TOTAL – 23:03

PORCUPINE TREE

BG – DROWN WITH ME

4. BLACKEST EYES – 4:26

5. TRAINS – 5:56

6. LIPS OF ASHES – 4:39

7. WEDING NAILS – 6:34

8. FUTILE – 6:08

BG – STRIP THE SOUL

TOTAL: 27:42

TOTAL GERAL – 50:45

Ouça o Art Rock com Porcupine Tree que foi ao ar no dia 13/04/2019, clicando aqui.

Jon Anderson

Posted in Programas with tags on 17/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos uma grande surpresa do ano de 2019, o álbum “1000 Hands” de Jon Anderson… um trabalho com inúmeros convidados, incluindo seus ex-colegas do Yes…

Claro que não vamos perder tempo apresentando Jon Anderson, pois afinal ele está entre as presenças obrigatórias na coleção de qualquer fã de rock progressivo… principalmente pelos seus trabalhos com o grande Yes, mas também por suas muitas parcerias e projetos, além de sua carreira solo, que começou de forma brilhante com o genial álbum “Olias of Sunhillow”, de 76…

Na época, o Yes estava no auge, mas Jon tinha resolvido compor e gravar todo o material sozinho… uma atitude que mudaria já a partir do segundo trabalho, o álbum “Song of Seven” de 1980, que foi o seu primeiro registro solo depois de ter deixado o Yes… se antes ele desejava uma viagem pessoal, agora estava interessado em recuperar o espírito do trabalho coletivo e reuniu um grupo para gravar e excursionar…

Além de Jon nos vocais e guitarra acústica, estavam Clem Clempson (do Colosseum e Humble Pie) na guitarra, Jack Bruce (do Cream) do baixo, Simon Phillips (do 801, Judas Priest e muitos outros grupos) na bateria e Ronnie Leahy (ex-Stone the Crows e futuro Nazareth) nos teclados… vamos conferir um pouco dessa fase, incluindo faixas do álbum seguinte, “Animation” de 82.

Vocês ouviram Jon Anderson com “Song of Seven”, “All in a Matter of Time” e “The Spell”.

A gente volta já…

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E nesta segunda parte do programa vamos trazer o álbum “1000 hands” de Jon Anderson, lançado no comecinho de 2019… um trabalho que já anuncia no título que foi feito a muitas mãos…

Desde que Steve Howe e Chris Squire resolveram levar o Yes adiante sem Jon, o vocalista passou a se concentrar em sua carreira solo, mas sem deixar de lado seus outros projetos, incluindo a bem sucedida dupla com o amigo Rick Wakeman, que acabaria evoluindo para se transformar numa nova versão do Yes a partir de 2016.

Mas Jon tinha um material iniciado há muito tempo, gravações que ele havia começado a fazer em Los Angeles no começo dos anos 90 e que haviam ficado engavetadas por 28 anos… as fitas incluíam partes gravadas por Chris Squire e Alan White… e, junto com o produtor Michael Franklin, a ideia de uma obra em três partes começou a tomar forma, só precisavam reunir um pequeno grupo de amigos para dar uma mãozinha…

Apenas Ian Anderson, Steve Howe, Jean-Luc Ponty, Jerry Goodman, Billy Cobham, Chick Corea, Larry Coryell, Pat Travers, Steve Morse, Robby Steinhardt, Rick Derringer, a sessão de sopros do grupo Tower of Power e a Sinfônica de Orlando… e o resultado, “1000 hands Chapter One” é o que vocês vão poder ouvir nessa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Now”, “Activate”, “Now Variations”, “Twice in a Lifetime” e “1000 hands (come up)” com Jon Anderson…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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JON ANDERSON

BG – FOR YOU FOR ME

1. SONG OF SEVEN – 11:16

2. ALL IN A MATTER OF TIME – 3:09

3. THE SPELL – 11:43

BG – SPIDER

TOTAL – 26:35

JON ANDERSON

BG – RAMALAMA

4. ACTIVATE – 8:51

5. NOW VARIATIONS – 1:03

6. TWICE IN A LIFETIME – 5:06

7. 1000 HANDS (COME UP) – 8:24

BG – I FOUND MYSELF

TOTAL: 23:24

TOTAL GERAL – 49:59

Ouça o Art Rock com Jon Anderson que foi ao ar no dia 06/04/2019, clicando aqui.

RPWL

Posted in Programas with tags on 17/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje teremos uma sugestão do nosso amigo Frank Chmyz, um grupo da geração dos anos 90 do prog. alemão: o RPWL…

Esse excelente grupo, que já passou dos 20 anos de carreira, surgiu em 97 na Bavária, e o seu nome não tem nada de enigmático… foi formado pelas iniciais dos seus fundadores, o baterista Phil Paul Rissettio, o baixista Chris Postl, o guitarrista Kalle Wallner e o vocalista e tecladista Yogi Lang… uma ideia nada original e que perderia o sentido com o tempo e as mudanças de formação…

No começo eles eram uma banda cover do Pink Floyd… só depois de três anos é que começaram a compor material próprio, e o seu primeiro álbum, “God has Failed”, sairia no ano 2000 e pegaria o próprio grupo de surpresa, pois foi muito bem recebido, ganhando matérias entusiásticas nas mais importantes revistas especializadas em progressivo, que apontavam o RPWL como uma das revelações do ano.

As mudanças de formação começaram em seguida, mas felizmente eles tiveram juízo e não mudaram o nome do grupo, entendendo que era mais importante manter o reconhecimento da mídia e do público… e nós vamos começar com material dessa fase do RPWL, incluindo faixas do seu álbum de estreia e também de “Trying to Kiss the Sun” de 2002.

Vocês ouviram o RPWL com “In Your Dreams”, “Crazy Lane”, “God Has Failed’”Trying to Kiss the Sun”, “I Don’t Know (What’s it Like)” e “Sunday Morning”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um trabalho mais recente do RPWL, o álbum “Tales from Outer Space” de 2019…

O álbum “World Through my Eyes” de 2005 contava em uma das faixas com a colaboração do vocalista Ray Wilson, do Genesis e Stiltskin… e ele também participaria como convidado do álbum duplo “Live: Start the Fire”, que o RPWL lançaria ainda aquele ano, registrando a participação do grupo no lendário programa Rockpalast da TV alemã.

Com a entrada do baterista Marc Turiaux e do baixista Werner Taus em 2010 o grupo se estabilizaria, e o resultado seriam o ambicioso álbum “Beyond Man and Time”, lançado em 2012, com o título inspirado na abertura de “Assim falou Zaratustra” de Nietzsche, obra que também serviu como conceito para a criação do álbum, que receberia ainda uma edição especial que incluía um audiobook.

Em 2014 eles lançariam “Wanted”, onde se apresentam como fugitivos de uma perseguição movida pelas instituições religiosas e causada por oferecido ao mundo uma nova droga, capaz de oferecer ao mundo uma perniciosa libertação… mas isso fica para outro programa, para fechar o Art Rock de hoje vamos ouvir um pouco da investida do RPWL na ficção científica, com o álbum “Tales from Outer Space”, que saiu no começo de 2019 e mostra o grupo em ótima forma…

Vocês ouviram “A New World”, “Light of the World” e “What I Really Wanted” com o RPWL…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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RPWL

BG – WHO DO YOU THINK WE ARE

1. IN YOUR DREAMS – 6:48

2. CRAZY LANE – 4:44

3. GOD HAS FAILED – 2:16

4. TRYING TO KISS THE SUN – 3:45

5. I DON’T KNOW (WHAT’S IT LIKE) – 4:33

6. SUNDAY MORNING – 4:29

BG – SIDE BY SIDE

TOTAL – 26:35

RPWL

BG – WELCOME TO THE FREAK SHOW

7. A NEW WORLD – 8:38

8. LIGHT OF THE WORLD – 10:07

9. WHAT I REALLY WANTED – 5:09

BG – NOT OUR PLACE TO BE

TOTAL: 24:06

TOTAL GERAL – 50:41

Ouça o Art Rock com RPWL que foi ao ar no dia 30/03/2019, clicando aqui.

REPRISE: Seventh Key & Kansas

Posted in Programas with tags , on 17/04/2019 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 23-03-2019, foi um reprise com o Seventh Key & KansasConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Giraffe

Posted in Programas with tags on 20/03/2019 by Art Rock

“Boa noite, o programa de hoje teremos um grupo americano de vida curta, o Giraffe, do produtor, compositor, cantor e multi-instrumentista Kevin Gilbert.

Nascido na Califórnia em 66, Kevin Gilbert partilharia momentos de fama no universo da música pop, mas sua paixão era firmemente calcada no rock progressivo… e o seu primeiro registro importante seria o álbum “No Reasons Given” de 1984, junto com o guitarrista Jason Hubbard, um belo trabalho que é claro passaria despercebido, pois não era uma época muito boa para o prog rock, ainda mais nos Estados Unidos.

Mas, apesar da falta de reconhecimento, Kevin se manteria com trabalhos de estúdio… em 87, ele formaria o Giraffe, gravando logo em seguida o álbum independente “The Power of Suggestion”… no ano seguinte, eles ganhariam a Yamaha International Soundcheck Competition e, além do prêmio em dinheiro, aproveitaram o estímulo para gravar “The View from Here”, na expectativa de conseguir se firmar.

Em vez disso, Kevin chamou a atenção do produtor Patrick Leonard que o convenceu a formar o grupo Toy Matinee, um projeto até ambicioso, mas que teria vida curta rendendo apenas um álbum homônimo em 1990… a história não terminaria aí, mas nessa primeira parte do programa vamos ficar com faixas dos dois primeiros registros do Giraffe…

Vocês ouviram o Giraffe com “This Warm Night”, “From Here to There”, “New Patriots”, “Finale”, “Holding on with Both Hands” e “Air Dance”.

A gente volta já…

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Vamos continuar com o Giraffe, de Kevin Gilbert, um músico de muitas facetas, que não chegaria a alcançar a repercussão que merecia…

No começo dos anos 90, Kevin tentou levar adiante o Toy Matinee, reunindo uma formação diferente que incluía a sua namorada Sheryl Crow… isso mesmo, na época, ela era uma desconhecida para quem ele havia dado uma chance… e ele a levaria para seu próximo projeto, o Tuesday Night Music Club…

Mas Sheryl seria a única a se beneficiar, lançando em 93 o álbum “Tuesday Night Music Club”, que a transformaria em uma estrela… citado apenas como colaborador e coautor de algumas faixas, Kevin Gilbert ficaria desiludido e tentaria se reencontrar reformando o Giraffe, que realizaria uma celebrada apresentação na Progfest de 94, com uma recriação a íntegra de “The Lamb Lies Down on Broadway” do Genesis.

Em 95 ele lançaria seu primeiro álbum solo, “Thud”… e a repercussão do show na Progfest tinha levado a um convite de Tony Banks e Mike Rutherford para integrar o próprio Genesis… mas Kevin Gilbert nunca chegaria a voar para Londres como havia sido combinado… em maio de 96 ele deixaria a nossa realidade de forma bizarra, em uma sessão de asfixia autoerótica… vamos conferir mais um pouco dessa promessa que nos deixou muito cedo, aos 29 anos de idade…

Vocês ouviram “The Lamb Lies Down on Broadway”, “Back in NYC”, “The Carpet Crawlers”, “Lilywhite Lilith” e “The Musical Box”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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GIRAFFE

BG – THE LAST THING ON YOUR MIND

1. THIS WARM NIGHT – 4:54

2. FROM HERE TO THERE – 2:35

3. NEW PATRIOTS – 2:30

4. FINALE (ROLL CREDITS PLEASE) – 1:56

5. HOLDING ON WITH BOTH HANDS – 4:43

6. AIR DANCE – 5:45

BG – WELCOME HOME

TOTAL – 22:23

GIRAFFE

BG – THE COLONY OF SLIPPERMEN

7. THE LAMB LIES DOWN ON BROADWAY – 5:13

8. BACK IN NYC – 5:48

9. THE CARPET CRAWLERS – 6:05

10. LILYWHITE LILITH – 2:53

11. THE MUSICAL BOX – 6:44

BG – FLY ON A WINDSHIELD

TOTAL: 26:44

TOTAL GERAL – 49:07

Ouça o Art Rock com Giraffe que foi ao ar no dia 16/03/2019, clicando aqui.

Van der Graaf Generator

Posted in Programas with tags , on 11/03/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com dois clássicos do genial Van der Graaf Generator… uma das lendas vivas do prog rock inglês.

O grupo de Peter Hammill e uma presença frequente aqui no Art Rock… e, se não é, deveria ser parte obrigatória das coleções de todos os bons fãs de rock progressivo… mas, apesar de brilhante, o Van der Graaf nunca fez muito sucesso e a sua história foi marcada por períodos difíceis, a começar pela crise que se seguiu ao lançamento do seu 4º. Álbum, o extraordinário “Pawn Hearts” de 71.

Eles haviam gravado material para um disco duplo, mas a gravadora vetou o lançamento naquele formato, extraindo as faixas de Hugh Banton, Guy Evans e David Jackson, que só iriam reaparecer na edição remaster de 2005… e isso criou tensões dentro do grupo, o que só foi mais acentuado pela reação ao álbum, que foi da indiferença na Inglaterra à uma verdadeira histeria coletiva na Itália.

Apesar de hermético, o álbum chegou ao primeiro lugar das paradas italianas, e o Van der Graaf foi forçado a uma série de excursões de grande sucesso, mas que só levaram o grupo à exaustão e, por fim, à separação… vamos começar trazendo um pouco desse álbum lendário, com uma faixa que quase nunca é tocada nas rádios… uma suíte que ocupava todo o lado A do velho vinil de “Pawn Hearts”…

Vocês ouviram a insuperável “A Plague of Lighthouse Keepers” com o Van der Graaf Generator.

A gente volta já…

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Vamos continuar com o Van der Graaf Generator, que não demorou muito para retornar depois da sua primeira separação em 1972…

Enquanto Peter Hammill se concentrava em sua carreira solo, Banton, Evans e Jackson acabaram formando o grupo The Long Hello, que lançaria um álbum em 74… mas, pouco tempo depois, os quatro se reuniriam de novo, e o Van der Graaf Generator voltava com outro grande trabalho, o álbum “Godbluff”, de 75.

O disco foi bem recebido… mas, Peter Hammill estava no meio de uma explosão criativa e, menos de seis meses depois, o grupo já estava no estúdio gravando mais um álbum: “Still Life”, que sairia em abril de 76… e já em maio eles estavam gravando “World Record” que sairia em outubro daquele ano… sem nem ter tempo de excursionar direito.

O ritmo frenético acabou prejudicando a coesão do grupo e, depois de alguns trabalhos com formações diferentes, o Van der Graaf acabou encerrando atividades em 78… e só em 2005 eles voltariam com o genial álbum “Present”… desde então eles lançaram mais quatro registros de estúdio e vários ao vivo… mas já trouxemos muito desse material no programa, para hoje, vamos fechar com faixas de “Godbluff” e “Still Life”…

Vocês ouviram o Van der Graaf Generator com “Scorched Earth”, “The Sleepwalkers” e “Pilgrins”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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VDGG

BG – THEME ONE

1. A PLAGUE OF LIGHTHOUSE KEEPERS – 23:12

BG – MAN-ERG

TOTAL – 23:12

VDGG

BG –LA ROSSA

2. SCORCHED EARTH – 9:38

3. THE SLEEPWALKERS – 10:33

4. PILGRINS – 7:08

BG – MY ROOM

TOTAL: 27:19

TOTAL GERAL – 50:31

Ouça o Art Rock com Van der Graaf Generator que foi ao ar no dia 09/03/2019, clicando aqui.