Magnum

Posted in Programas with tags on 28/11/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um grupo inglês que surgiu nos anos 70, mas só ganharia notoriedade na década seguinte… o Magnum.

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Já trouxemos esse veterano outras vezes no programa, mas vale lembrar que ele foi Formado em Birmingham em 1972 e era centrado em torno do guitarrista Tony Clarkin e o vocalista Bob Cattley… e eles passariam um longo tempo na obscuridade, tocando onde pudessem e fazendo pequenos trabalhos em troca da chance de usar estúdios para gravar o seu material… só em 78 sairia o primeiro álbum: “Kingdom of Madness”…

O som do grupo buscava uma abordagem melódica, se colocando na fronteira entre o progressivo e o rock pesado… o primeiro álbum tinha influências da obra do mestre Michael Moorccok, autor de ficção e fantasia que também era ligado aos grupos Hawkwind e Blue Öyster Cult… e o trabalho seguinte, “Magnum II”, de 79, chegou a ter a produção do grande Leo Lyons, o genial baixista do Ten Years After.

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Mas o final dos anos 70 foi a época do Furacão Punk e da Discoteca, e os grupos de rock estavam sendo deixados de lado pela política de divulgação das gravadoras… só em 85 eles conseguiram se firmar com o álbum “On a Storyteller’s Night”, seguido por “Vigilante” em 86 e “Wings of Heaven” em 88… e para abrir o programa de hoje nós selecionamos faixas dessa primeira fase do Magnum…

Vocês ouviram “Soldier of the Line”, “The Spirit”, “Sacred Hour”, “How far Jerusalem” e “On a storyteller’s Night” com o Magnum.

A gente volta já…

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Vamos trazer mais um pouco do Magnum, um dos decanos do heavy melódico que continua em plena atividade e lançou em 2016 o álbum “Sacred Blood ‘Divine’ Lies”.

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Depois da fase excelente no final da década de 80, o Magnum passou por um período de pouca repercussão e acabou se separando em 95… mas Clarkin e Cattley continuaram a trabalhar juntos, formando o grupo Hard Rain, que lançaria dois álbuns antes de encerrar atividades.

Em 2001 eles resolveram reformar o Magnum, a tempo de lançar o álbum “Breath of Life” para comemorar os 30 anos do grupo, em 2002… e a partir de então eles se mantiveram em atividade constante, lançando álbuns com boa repercussão como “Princess Alice and the Broken Arrow” de 2007 e “Into the Valley of the Moonking” de 2009, em que resgatavam até a velha parceria com o ilustrador Rodney Matthews.

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Além dos vocais de Bob Cattley e da guitarra de Tony Clarkin, o grupo mantém outro membro da formação clássica, o tecladista Mark Stanway… e o título do álbum de 2016 presta homenagem aos mistérios da linhagem sagrada de Jesus, popularizados no Código de Da Vinci de Dan Brown… vamos conferir um pouco da fase mais recente do Magnum, com faixas dos álbuns “Escape from the Shadow Garden” de 2014 e “Sacred Blood ‘Divine’ Lies” de 2016…

Vocês ouviram o Magnum com “Live till you die”, “Unwritten Sacrifice”, “Crazy old Mothers” e “Twelve men wise and just”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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MAGNUM

BG – WE ALL PLAY THE GAME

1. SOLDIER OF THE LINE – 4:16

2. THE SPIRIT – 4:18

3. SACRED HOUR – 5:36

4. HOW FAR JERUSALEM – 6:26

5. ON A STORYTELLER’S NIGHT – 5:00

BG – ON THE EDGE OF THE WORLD

TOTAL – 25:36

MAGNUM

BG – AFRAID OF THE NIGHT

6. LIVE TIL YOU DIE – 6:28

7. UNWRITTEN SACRIFICE – 5:28

8. CRAZY OLD MOTHERS – 5:48

9. TWELVE MEN WISE AND JUST – 6:19

BG – GYPSY QUEEN

TOTAL: 24:03

TOTAL GERAL – 49:39

Ouça o Art Rock com Magnum que foi ao ar no dia 26/11/2016, clicando aqui.

Leonard Cohen

Posted in Programas with tags on 28/11/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos homenagear o genial Leonard Cohen… outro grande nome que deixou nossa realidade no triste ano de 2016.

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Nascido em Westmount, um enclave de língua inglesa em Montreal, no Canadá, em 1934, Leonard Cohen começou sua carreira como poeta e escritor… ele publicou seu primeiro livro de poemas, “Let Us Compare Mythologies” em 1956… e nos dez anos seguintes ele publicaria mais três livros de poesia e dois de ficção… só em 67, quando já tinha 33 anos, ele resolveu dedicar-se à música…

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Com a ajuda da cantora Judy Collins Leonard Cohen conseguiria o seu primeiro sucesso, pois ela gravaria ainda em 66 a faixa “Suzanne”, que se tornaria um hit e o lançaria como compositor muito antes que ele gravasse o seu próprio primeiro registro de estúdio: o álbum “Songs from Leonard Cohen”, de 67…

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Sua interpretação combinava plenamente com sua poética intensa, cheia de reflexões sobre os limites e os extremos da condição humana, intuídas em meio aos encontros de personagens e sentimentos… e os álbuns seguintes, “Songs from a room” de 69 e “Songs of Love and Hate” de 71, revelariam ainda mais do seu íntimo e manteriam seu status cult não apenas entre os fãs, mas também com outros músicos e poetas…

Vocês ouviram “Suzanne”, “Sisters of Mercy”, “So long Marianne”, “Bird on the Wire”, “The Partisan” e “Famous Blue Raincoat”, com Leonard Cohen.

A gente volta já…

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Vamos continuar com a lúcida melancolia do grande Leonard Cohen, uma voz profunda que esteve entre as muitas perdas do ano de 2016.

Durante os anos 70 a produção de Cohen não diminuiu… seu álbum de 76, “Death of a Ladies’Man”, foi uma colaboração com Phil Spector, e o resultado seria um trabalho mais complexo, com a tradicional abordagem multi-track de Spector desagradando muitos fãs, mas ele retomaria sua perspectiva pessoal no álbum “Recent Songs” de 79.

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E enquanto muitos músicos da sua geração perderam terreno na década de 80, Leonard Cohen seguiria no seu caminho, modernizando o seu som para o bem sucedido álbum “I’m your Man” de 87, mas sem nunca perder de vista a sua identidade… uma atitude que o seguiria, enquanto toda uma geração de músicos lhe prestava homenagem, tornando faixas como “Hallelujah” do álbum “Various Positions” de 84, um verdadeiro marco, revisitado inúmeras vezes e por muitas outras vozes.

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Em 2016, aos 82 anos, Leonard Cohen não havia se aposentado, ao contrário… desde 2008 ele havia voltado a excursionar e, em 21 de outubro de 2016, ele lançou o álbum “You Want it Darker”, unanimemente aclamado como um dos seus melhores trabalhos… no dia 07 de novembro ele deixou esse decepcionante plano do multiverso, mas todos que fomos tocados pela sua música continuaremos a leva-lo conosco, até ser nossa hora de partir.

Vocês ouviram Leonard Cohen com “You Want it Darker”, “Leaving the Table”, “Travelling Light” e “Steer Your Way”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… e, para encerrar, nós selecionamos uma das homenagens prestadas a Leonard Cohen, a preciosa versão de “Hallelujah” cantada por outra voz que já se perdeu, o genial Jeff Buckley… até a semana que vem.”

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LEONARD COHEN

BG – DRESS REHEARSAL RAG

1. SUZANNE – 3:50

2. SISTERS OF MERCY 3:36

3. SO LONG MARIANNE – 5:40

4. BIRD ON THE WIRE – 3:28

5. THE PARTISAN – 3:29

6. FAMOUS BLUE RAINCOT – 5:16

BG – AVALANCHE

TOTAL – 25:19

LEONARD COHEN

BG – TREATY

7. YOU WANT IT DARKER – 4:44

8. LEAVING THE TABLE – 3:48

9. TRAVELING LIGHT – 4:23

10. STEER YOUR WAY – 4:23

BG – STRING REPRISE / TREATY

EXTRA – JEFF BUCKLEY

11. HALLELUJAH – 6:53

TOTAL: 24:11

TOTAL GERAL – 49:30

Ouça o Art Rock com Leonard Cohen que foi ao ar no dia 19/11/2016, clicando aqui.

Bigelf

Posted in Programas with tags on 21/11/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer um grupo americano que nos foi apresentado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… o Bigelf.

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Apesar de já ter sido apresentado aqui no Art Rock, vale lembrar um pouco da história do grupo, que surgiu em Los Angeles em 1991, em torno do tecladista e vocalista Damon Fox e do baixista e vocalista Richad Anton, além do baterista Thom Sullivan e do guitarrista e vocalista A.H.M. Buttler-Jones… e eles começariam a ganhar notoriedade no cenário underground depois do EP “Closer to Doom” de 96, que mais tarde ganharia uma edição com faixas extras.

Mas essa formação duraria pouco tempo, logo Steve Frothingham assumiria a bateria e Richard Anton deixaria o grupo, que continuaria como um trio para o álbum “Money Machine”, que seria gravado em 97, mas só seria lançado no ano 2000… o problema era a dificuldade de chamar a atenção em meio ao cenário progressivo, ainda mais nos Estados Unidos…

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Era na Europa, principalmente na Escandinávia, que o grupo tinha mais penetração… e, quando voltaram a ser um quarteto, seria com a entrada do baixista finlandês Duffy Snowhill… e logo outro finlandês, o guitarrista Ace Mark, entraria para o lugar de A.H.M. Buttler-Jones, que entrou em coma diabético e nunca mais se recuperou… vamos conferir um pouco desse começo atribulado do Bigelf.

Vocês ouviram com Bigelf as faixas “Into the void”, “I, the Jury”, “Money machine”, “Sellout” e “The bitter end”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco mais do grupo norte-americano Bigelf, que voltou à atividade em 2014 depois de um hiato de alguns anos que se seguiu às tours de 2010…

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Depois do excelente álbum “Cheat the gallows” o grupo ganhou projeção ao ser convidado para acompanhar o Dream Theater na sua Progressive Nation Tour… e a repercussão foi tão boa que eles seguiram juntos para abrir os shows da turnê sul-americana do começo de 2010… incluindo memoráveis apresentações no Brasil.

Aquele foi um ano movimentado para o Bigelf, pois eles ainda abririam shows para a tour americana do Porcupine Tree e fariam apresentações no Japão… mas então veio o silêncio… em 2012 Damon Fox chegou a anunciar que o grupo estava preparando um novo álbum, mas só no ano seguinte eles conseguiram um contrato com a InsideOut Records e o novo trabalho só sairia em 2014.

O álbum “Into the Maelstrom” já não contava mais com a guitarra de Ace Mark e a bateria de Steve Frothingham… em seu lugar aparecem o guitarrista Luis Maldonado e nada menos que o grande baterista Mike Portnoy do Dream Theater, que foi o responsável por convencer Damon Fox a voltar com o Bigelf…

Vocês ouviram “Already gone”, “Mr. Harry McQuhae”, “High” e “ITM” com o Bigelf…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BIGELF

BG – CHANGE

1. IN THE VOID – 4:18

2. I, THE JURY – 3:13

3. MONEY MACHINE – 7:16

4. SELLOUT – 5:05

5. THE BITTER END – 5:20

BG – DEATH WALKS BEHIND YOU

TOTAL – 25:12

BIGELF

BG – INCREDIBLE TIME MACHINE

6. ALREADY GONE – 3:29

7. MR HARRY McQUHAE – 6:13

8. HIGH – 7:11

9. ITM – 8:10

BG – THE PROFESSOR & THE MADMAN

TOTAL: 25:03

TOTAL GERAL – 50:15

Ouça o Art Rock com Bigelf que foi ao ar no dia 12/11/2016, clicando aqui.

Velho 7

Posted in Produto Nacional with tags , on 17/11/2016 by Artrock

Olá ouvintes do do Art Rock! Hoje vamos divulgar o belo e refinado trabalho da banda curitibana, Velho 7, indicação do nosso amigo Rodrigo Nickel do Goya.

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Clique aqui para ouvir e desfrutar o Vellho 7

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Van der Graaf Generator

Posted in Programas with tags on 10/11/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer outra sugestão do nosso amigo e colaborador frequente, o Almir Octávio, com dois trabalhos recentes de um dos pilares do rock progressivo… o grande Van der Graaf Generator!

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Grupos como o Van der Graaf dispensam apresentações, pois é um dos grandes representantes da era clássica do prog rock, além de ser também uma presença frequente em nosso programa… mas, vale lembrar que ele surgiu em 67 com dois colegas que estudavam na Manchester University… o baterista Chris Judge Smith e o guitarrista e vocalista Peter Hammill.

Adotando o nome Van der Graaf Generator, eles lançariam o seu primeiro álbum, “The Aerosol Grey Machine”, em 69… mas, a essa altura, Chris Smith já havia deixado o grupo, que tomaria forma definitiva com o organista Hugh Banton, o baterista Guy Evans e, pouco depois, com a entrada do saxofonista David Jackson… com essa formação eles lançariam álbuns clássicos como “Pawn Hearts”, “Godbluf” e “Still life”.

Mas, até mesmo essa que foi a fase mais celebrada do Van der Graaf, foi marcada por um hiato de três anos (entre 72 e 75) em que o grupo havia se separado… e uma nova separação ocorreria três anos depois… desta vez, um novo retorno só ocorreria em 2005, surpreendendo os velhos fãs com uma série de álbuns excelentes e muito bem recebidos pela nova geração de progheads… e, para hoje, nós vamos começar trazendo o quarto trabalho dessa nova fase: “ALT” de 2012…

Vocês ouviram o Van der Graaf Generator com “Extractus”, “Colossus”, “Repeat after me” e “Here’s one I made earlier”.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo o grande Van der Graaf Generator, agora com o seu álbum de 2016… “Do Not Disturb”.

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Embora seja considerado um dos grupos fundadores da linguagem progressiva e tenha influenciado músicos de várias gerações e muitos estilos diferentes, o Van der Graaf nunca foi um sucesso, mesmo na sua fase clássica… e isso era exatamente o que Peter Hammill desejava, pois ele nunca teve intensão de comprometer a sua visão aos ditames mercadológicos e às exigências das gravadoras.

Com uma sonoridade tensa, onde os climas fortes se cruzam em meio à poética angustiante e à voz única de Peter Hammill, o grupo mostrou em seu retorno que continuava o mesmo… e isso continuou depois da saída de David Jackson em 2006, com os membros remanescentes da formação clássica seguindo como um trio nos próximos trabalhos.

Peter Hammill já anunciou que o álbum de 2016, “Do Not Disturb”, será o último registro de estúdio do Van der Graaf Generator… e só nos resta esperar que ele novamente mude de ideia, pois a qualidade desse trabalho nos mostra que o grupo está longe de ter perdido a sua pertinência, em meio às efemérides da nossa insípida realidade.

Vocês ouviram “Room 1210”, “Forever Falling”, “(Oh no I must have said) Yes” e “Brought to Book”, com o Van der Graaf Generator…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… e nós agradecemos ao nosso amigo Almir Octávio, que cedeu o material para o programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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VAN DER GRAAF GENERATOR

BG – SPLENDID

1. EXTRACTUS – 1:39

2. COLOSSUS – 6:36

3. REPEAT AFTER ME – 7:39

4. HERE’S ONE I MADE EARLIER – 5:42

BG – MIDNIGHT OR SO

TOTAL – 21:36

VAN DER GRAAF GENERATOR

BG – ALOFT

5. ROOM 1210 – 6:47

6. FOREVER FALLING – 5:40

7. (OH NO I MUST HAVE SAID) YES – 7:44

8. BROUGHT TO BOOK – 7:57

BG – SHIKATA GA NAI

TOTAL: 28:08

TOTAL GERAL – 49:44

Ouça o Art Rock com Van der Graaf Generator que foi ao ar no dia 05/11/2016, clicando aqui.

Atomic Rooster

Posted in Programas with tags on 07/11/2016 by Artrock

“Boa noite, como estamos às vésperas do Halloween, faremos hoje nossa costumeira passagem pelo lado mais sinistro do rock, trazendo um grupo lendário que teve como única figura constante o genial tecladista Vincent Rodney Cheesman…
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Nascido em 43 na cidade de Reading, em Berkshire na Inglaterra, ele adotaria o nome Vincent Crane na época em que passou a integrar o extraordinário Crazy World of Arthur Brown, onde também estava um baterista adolescente chamado Carl Palmer… e eles chegaram ao topo das paradas nos dois lados do Atlântico logo de saída, com a antológica faixa “Fire”.

Mas, entre as loucuras de Arthur Brown e as crises de Vincent Crane, que era maníaco depressivo (hoje mais conhecido como bipolar), o grupo não duraria muito… e, em 69, Vincent formaria um novo grupo, levando consigo o baterista Carl Palmer e chamando Nick Graham para o baixo e vocais… nascia assim o Atomic Rooster.

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A ideia para o nome veio do horóscopo chinês, pois 69 era o ano do galo… e eles lançariam o primeiro álbum em 1970, com um som pesado e sombrio, enriquecido pela entrada do guitarrista John Du Cann, que assumiu o vocal com a saída de Nick Graham… e logo era a vez de Carl Palmer sair para ir integrar o E.L.P., substituído por Paul Hammond para a gravação do álbum “Death Walks Behind You” de 71…

Vocês ouviram o Atomic Rooster com “Friday the 13th”, “Winter”, “Death walks behind you” e “Tomorrow night”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco do grande Atomic Rooster, um grupo progressivo que influenciaria muito do nascente rock pesado com a sua sonoridade e também com as temáticas de suas letras…

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A formação mudaria de novo com a entrada do vocalista Pete French, e logo John Du Cann e Paul Hammond sairiam para formar o Hard Stuff e, em seu lugar, entrariam o guitarrista Steve Bolton e o baterista Ric Parnell… mas o álbum “In hearing of…” seria o único com essa formação, pois logo entrava um novo vocalista, o grande Chris Farlowe (ex-Colosseum”… )

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Esse seria um dos grandes problemas do Atomic Rooster… o entra e sai de músicos que nunca deixava o grupo tomar forma definitiva… em 75 Vincent Crane anunciaria a separação, mas voltaria em 80 com John Du Cann na guitarra e chegando até a ter o grande Ginger Baker na bateria  por um tempo… seriam mais dois álbuns, o último dos quais contando até com a ajuda de David Gilmour, antes de se encerrar atividades…

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Em 85 Vincent entraria para o Dexy’s Midnight Runners, mas eles se separariam em 87… e, deprimido e sem muitas opções, ele chamou John Du Cann para tentar um retorno que acabaria não acontecendo… em 89, ele escolheu deixar a nossa triste e sombria realidade… um fim apropriado, para esse nosso conto de Halloween… confiram um pouco dos álbuns

Vocês ouviram “Breakthrough”, “Time take my life”, “Satan’s Wheel” e “Devil’s Answer” com o Atomic Rooster.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… para fechar, fiquem uma versão antológica para “Sympathy for the Devil” com o grande Motörhead… tenham um bom Halloween e até a semana que vem.”

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ATOMIC ROOSTER

BG – AND SO TO BED

FRIDAY THE 13TH – 3:31

WINTER – 6:59

DEATH WALKS BEHIND YOU – 7:24

TOMORROW NIGHT – 3:58

BG – GERSHATZER

TOTAL – 21:52

ATOMIC ROOSTER

BG – ALL IN SATAN’S NAME

BREAKTHROUGH – 6:20

TIME TAKE MY LIFE – 6:01

DEVIL’S ANSWER – 3:27

SATAN’S WHEEL – 6:43

BG – A SPOONFUL OF BROMIDE HELPS THE PULSE RATE GO DOWN

TOTAL: 22:31

TOTAL GERAL – 44:23

EXTRA

Motörhead – Sympathy for the Devil – 5:26

TOTAL + EXTRA – 49:49

Print

Ouça o Art Rock com Atomic Rooster que foi ao ar no dia 29/10/2016, clicando aqui.

Roine Stolt

Posted in Programas with tags on 28/10/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa uma figura incansável que sobreviveu a muitas eras progressivas e continua em plena atividade…

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Estamos nos referindo ao genial guitarrista sueco Roine Stolt… do Kaipa, Flower Kings e Transatlantic… é claro que esses três grupos são figuras habituais aqui no Art Rock, dispensando apresentações… mas Stolt, que nasceu em Uppsala em 56, é conhecido por sua carreira prolífica, com muitos outros projetos, além de trabalhos solo… e hoje vamos trazer um pouco dessa sua fase menos conhecida.

Vamos começar com o projeto que ele iniciou quando deixou o Kaipa, em 79… era uma época em que o progressivo estava entrando em um período difícil, mas Roine Stolt insistiria com o seu novo grupo, o Fantasia… lançando ainda em 79 um álbum homônimo em que procurava desenvolver o aspecto mais lírico e viajante do prog rock.

O disco não chegou a ser lançado fora do circuito escandinavo, e o mesmo ocorreu com o trabalho seguinte, o que levaria o Fantasia a desaparecer, enquanto Stolt começava uma fase mais comercial com o álbum solo “Behind the Walls” de 85… felizmente ele voltaria para o progressivo mais tarde, mas para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas do álbum “Fantasia”, de 79…

Vocês ouviram Roine Stolt com “Samhället Olycsbarn”, “Döodens Ansikte”, “Giganternas Kamp” e “Mr. Evergreen”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um álbum solo de Roine Stolt que também seria o ponto de partida do seu grupo The Flower Kings…

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No final dos anos 80 Stolt continuava em sua carreira solo… ele havia lançado o álbum “The Lonely Heartbeat” em 89 e se mantinha ativo também como músico de estúdio e produtor, com o seu próprio selo: Foxtrot… e em 94 ele começou a ensaiar o retorno para a progressividade, recrutando o baterista Jaime Salazar (ex-Jonas Hellborg) e o percussionista Hasse Bruniusson (ex-Samla Mammas Manna) para gravar um novo álbum solo.

O resultado seria “The Flower King”, de 94, e o álbum foi muito bem recebido em meio ao renascimento progressivo da época, levando o guitarrista a chamar o seu irmão, Michael Stolt, para o baixo e Tomas Bodin para os teclados… era para ser a banda de apoio da sua turnê solo, mas no fim eles ganhariam vida própria…

Os Flower Kings continuam em plena atividade… e, além dos seus muitos álbuns com eles, Roine Stolt ainda formaria os grupos Transatlantic e The Tangent, reformaria o Kaipa, participaria de inúmeros outros projetos e gravaria mais álbuns solo… mas por hoje, vamos ficar com o trabalho que marcou o seu retorno em definitivo para o prog. rock… “The Flower King”, de 94…

Vocês ouviram “The Flower King”, “The Magic Circus of Zeb” e “The Sounds of Violence” com Roine Stolt.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ROINE STOLT

BG – GRODBALLETEN

1. SAMHÄLLET OLYCSBARN – 6:15

2. DÖDENS ANSIKTE – 6:49

3. GIGANTERNAS KAMP 6:49

4. MR EVERGREEN – 3:47

BG – LEJONHJÄRTA

TOTAL – 23:40

ROINE STOLT

BG – SCANNING THE GREENHOUSE

5. THE FLOWER KING – 10:33

6. THE MAGIC CIRCUS OF ZEB – 7:06

7. THE SOUNDS OF VIOLENCE – 5:42

BG – THE PILGRIMS INN

TOTAL: 23:21

TOTAL GERAL – 47:01

Ouça o Art Rock com Roine Stolt que foi ao ar no dia 22/10/2016, clicando aqui.