REPRISE: Jethro Tull

Posted in Programas with tags on 11/09/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 09-09-2017, foi um reprise com o Jethro TullConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

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Wishbone Ash

Posted in Programas with tags on 05/09/2017 by Artrock

“Boa noite, o programa de hoje será com outra lenda viva do rock inglês, o Wishbone Ash, que se mantém ativo às vésperas de completar 50 anos de carreira…

Já trouxemos o grande Wishbone muitas vezes no programa… mas hoje vamos trazer os dois extremos da sua longa carreira, começando com o seu lendário primeiro álbum, que havia sido gravado no início de 1970 em um pequeno estúdio em Londres… e eles acabariam conseguindo a ajuda de uma figura improvável, o normalmente intratável guitarrista Ritchie Blackmore, do Deep Purple.

Na época a clássica 1ª. formação do grupo já estava completa, com Steve Upton na bateria, Martin Turner no baixo e vocais e Andy Powell e Ted Turner nas guitarras… e eles haviam conseguido abrir para o Purple em um show no Civic Hall de Dunstable, em Bedfordshire… e, no meio do sound check, Andy Powell começou uma jam com Ritchie Blackmore, que acabaria se envolvendo com o grupo e até conseguiria os contatos com a MCA Records.

Mas os executivos da gravadora acharam que o material trazido pelo grupo não tinha qualidade suficiente e ele foi engavetado… o Wishbone Ash seguiu em frente e, décadas mais tarde, um acetato dessas gravações perdidas foi levado a leilão e adquirido por um fã que contatou Andy Powell… e por isso vocês vão poder conferir o álbum “First Light”, lançado em 2007 pela Talking Elephant Records que, felizmente, não achou que o disco era tão ruim assim…

Vocês ouviram o Wishbone Ash com “Roads of Day to Day”, “Joshua”, “Queen of Torture”, “Alone” e “Handy”, faixas do primeiro registro gravado do grupo, duas das quais seriam regravadas para o seu primeiro álbum oficial, “Wishbone Ash” de 1970.

A gente volta já…

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E agora nós vamos trazer um material mais recente do Wishbone Ash, que continua gravando e excursionando sem dar sinais de desejar encerrar atividades.

Nos anos 70 o Wishbone Ash se tornaria um dos grandes nomes do rock inglês, com álbuns antológicos e a sua marca registrada, o andamento ritmado e as guitarras dobradas que se tornariam uma influência para as bandas da chamada New Wave of British Heavy Metal, em especial é claro o grande Iron Maiden…

Mas, além da “cavalgada” característica o Wishbone Ash também tinha a persistência como uma de suas qualidades… depois de décadas de idas e vindas, com a saída de muitos de seus membros fundadores, o grupo se estabilizou no novo milênio com uma formação em torno do guitarrista Andy Powell, que conseguiu ganhar os direitos do uso exclusivo do nome depois de uma briga judicial com Martin Turner.

Esse conflito talvez tenha ajudado a firmar a decisão de Andy Powell, que se mantém fiel à sua proposta musical, mesmo em meio às incessantes mudanças… e, para essa segunda parte do programa, selecionamos faixas dos álbuns “Elegant Stelth” de 2011 e “Blue Horizon” de 2014… confiram um pouco dessa fase mais recente do incansável Wishbone Ash…

Vocês ouviram “Can’t go it Alone”, “Heavy Weather”, “Take it back” e “All There is to Say” com o Wishbone Ash.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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WISHBONE ASH

BG – ERRORS OF MY WAY

1. ROADS OF DAY TO DAY – 5:51

2. JOSHUA – 2:13

3. QUEEN OF TORTURE – 3:09

4. ALONE – 3:10

5. HANDY– 12:41

BG – BLIND EYE

TOTAL – 23:55

WISHBONE ASH

BG – TALLY HO!

6. CAN’T GO IT ALONE – 5:39

7. HEAVY WEATHER – 6:41

8. TAKE IT BACK – 6:01

9. ALL THERE IS TO SAY – 7:24

BG – AMERICAN CENTURY

TOTAL: 25:45

TOTAL GERAL – 49:40

Ouça o Art Rock com Wishbone Ash que foi ao ar no dia 02/09/2017, clicando aqui.

White Willow

Posted in Programas with tags on 29/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa o grupo norueguês White Willow, um dos grandes representantes da geração dos anos 90 do progressivo escandinavo.

Formado em Oslo em 92, o White Willow lançou seu primeiro álbum “Ignis Fatuus” em 95… e ele já contava em sua formação com o baterista Mattias Olsson, ex-Änglagård, além do guitarrista Jacob Holm-Lupo e da vocalista Sara Trondal… e a sua sonoridade tinha influências folk que eram acentuadas pelos vocais femininos e a presença de instrumental acústico em meio às paisagens de mellotrons…

Eles levariam algum tempo para lançar seu segundo trabalho, “Ex Tenebris”, que saiu apenas em 98 e já tinha os vocais de Syvia Erichsen… e, depois de outras mudanças de formação, em 2000 saía o álbum “Sacrament”, que mantinha o mesmo estilo e teve boa repercussão, mas foi seguido de um novo hiato, dessa vez de 4 anos, antes do lançamento de “Storm Season”, em 2004.

Muito bem recebido, o álbum misturava elementos mais pesados, mas sem deixar de lado seu estilo e a forte presença do mellotron de Lars Fredrik Frøislie, que já havia se estabelecido como tecladista do grupo… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos material dessa fase do White Willow…

Vocês ouviram o White Willow com “The Crucible”, “Chemical Sunset” e “Nighside of Eden”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco do grupo norueguês White Willow, que lançou em 2017 o álbum “Future Hopes”, seu primeiro registro de estúdio depois de uma nova parada, agora de 6 anos.

A saída temporária de Syvia Erichsen prejudicou o álbum “Signal to Noise” de 2006, mas ela voltaria para “Terminal Twilight” de 2011… infelizmente, depois de mais esse trabalho muito elogiado, eles manteriam a tradição de passar um longo tempo sem voltar a gravar… enquanto se envolviam em outros projetos.

Em 2015 sairia a coletânea “Ocultations”, apresentada como uma introdução ao som do White Willow… mas, só em 2017 o grupo voltaria com um novo trabalho, “Future Hopes”, que, além de uma capa do mestre Roger Dean ainda introduz uma nova vocalista… e a surpresa foi a escolha da estrela pop norueguesa Venke Knutson, que já havia participado como vocalista convidada no Opium Cartel, um projeto paralelo de Jacob Holm-Lupo.

Mas as origens nada progressivas da nova vocalista do White Willow não influenciaram a sonoridade do novo trabalho, ao contrário, o álbum “Future Hopes” é um dos mais consistentes da carreira do grupo e mostra que ele não perdeu o caminho, apesar dos longos intervalos entre os lançamentos… e merece destaque outra surpresa: a versão antológica para a clássica “Animal Magnetism” do Scorpions, que contou até com a participação do grande clarinetista David Krakauer…

Vocês ouviram “Silver and Gold”, “In Dim Days”, “Where there was Sea there is Abyss” e “Animal Magnetism” com o White Willow.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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WHITE WILLOW

BG – PAPER MOON

1. THE CRUCIBLE – 7:32

2. CHEMICAL SUNSET – 8:03

3. NIGHSIDE OF EDEN – 10:12

BG – THE LAST ROSE OF SUMMER

TOTAL – 25:47

WHITE WILLOW

BG – FUTURE HOPES

4. SILVER AND GOLD – 4:04

5. IN DIM DAYS – 11:06

6. WHERE THERE WAS SEA THERE IS ABYSS – 1:59

7. ANIMAL MAGNETISM – 7:15

BG – DAMNATION VALLEY

TOTAL: 24:24

TOTAL GERAL – 50:11

Ouça o Art Rock com White Willow que foi ao ar no dia 26/08/2017, clicando aqui.

The Who

Posted in Programas with tags on 23/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje traremos um grupo que é um dos sinônimos do rock and roll e, em particular, do hard rock… uma lenda vida chamada The Who.

Claro que o grande The Who dispensa maiores apresentações, pois é presença totalmente obrigatória na discoteca de qualquer bom roqueiro… desde o seu início como The Detours em 1964, passando pelos tempos como The High Numbers, o grupo evoluiu para se tornar uma das forças do rock inglês e, com o tempo, um verdadeiro fenômeno cultural…

The Who foi agregando elementos ao rhythm and blues e ao final dos anos 60 o quarteto formado por Pete Townshend, Roger Daltrey, John Entwistle e Keith Moon havia alcançado uma síntese única, que se expressou de forma insuperável na ópera-rock “Tommy”.

Esse trabalho seminal seria levado ao cinema em 75 pelo diretor Ken Russell e se tornaria dos mais famosos filmes de rock dos anos 70… mas a ideia de usar grandes nomes do rock interpretando os diversos papeis da ópera baseou-se em uma versão orquestral que o Who gravou em 72 com a London Symphony Orchestra, e tendo a colaboração de Maggie Bell, Steve Winwood, Sandy Denny, Ritchie Havens, Ringo Starr e até Rod Stewart… confiram um pouco dessa rara versão para “Tommy”.

Vocês ouviram The Who e a Sinfônica de Londres com “Amazing Journey”, “Sparks”, “Eyesight to the Blind”, “The Acid Queen”, “Fiddle About”, “Pinball Wizard”, “I’m Free”, “We’re not gonna take it” e “See me, Feel me”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco do genial The Who, que continua se apresentando ao vivo, apesar de entrar em um longo hiato depois do álbum “Endless Wire” de 2006.

Na verdade eles nunca se separaram, mantendo o ritmo das tours e até a gravar ocasionalmente, como a faixa “Be Lucky” para a coletânea “The Who Hits 50!” de 2014… mas a sua fase realmente criativa como grupo durou uma década, entre os anos 60 e 70, quando lançavam trabalhos frequentes e que eram sempre aguardados com ansiedade tanto pela mídia como pelo público.

Infelizmente, aquela que deveria ter sido a obra-prima do Who, o projeto “Lifehouse” acabou nunca sendo concluído… a experiência, que já envolvia conceitos que hoje seriam chamados de multimídia, teria dado continuidade à ideia de alienação de “Tommy” em uma narrativa de ficção científica… mas dessa grande ideia só sobrariam as músicas, e elas acabariam sendo reaproveitadas para servir de base ao genial álbum “Who’s Next” de 71.

Já foi dito que a genialidade de Pete Townshend ia muito além do que era possível expressar pela tecnologia da época, o que o levaria à depressão e, no fim, a abandonar essas ambições criativas e se focar nos trabalhos do Who… uma limitação que ainda assim renderia trabalhos brilhantes… fiquem com um pouco dessa que foi a última fase de grande produtividade do grupo.

Vocês ouviram “Bargain”, “Behind Blue Eyes”, “Pure and Easy”, “Naked Eye” e “Imagine a Man” com o grande The Who.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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THE WHO

BG – UNDERTURE

1. AMAZING JOURNEY – 3:14

2. SPARKS – 3:21

3. EYESIGHT TO THE BLIND – 2:30

4. THE ACID QUEEN – 3:47

5. FIDDLE ABOUT – 1:25

6. PINBALL WIZARD – 3:47

7. I’M FREE – 2:32

8. WE’RE NOT GONNA TAKE IT – 2:24

9. SEE ME, FEEL ME – 3:05

BG – CAM YE O’ER FRAE FRANCE

TOTAL – 26:04

THE WHO

BG – BABA O’RILEY

10. BARGAIN – 5:34

11. BEHIND BLUE EYES – 3:43

12. PURE AND EASY – 5:25

13. NAKED EYE – 5:28

14. IMAGINE A MAN – 4:01

BG – SALLY SIMPSON

TOTAL: 24:11

TOTAL GERAL – 50:15

Ouça o Art Rock com The Who que foi ao ar no dia 19/08/2017, clicando aqui.

Steeleye Span

Posted in Programas with tags on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos fazer nossa costumeira passagem pela bucólica paisagem da da velha Inglaterra, trazendo um dos decanos do folk britânico… o genial Steeleye Span.

Faz tempo que não trazemos essa lenda vida do folk rock no programa… por isso sempre é bom lembrar que o grupo surgiu em 69, fundado pelo baixista Ashley Hutchings, depois que ele deixou o Fairport Convention… na época, ele começou chamando o duo folk formado por Tim Hart e Maddy Prior… e o nome Steeleye Span, foi tirado de um personagem da canção tradicional “Horkstow Grange”… uma sugestão do guitarrista folk Martin Carthy, que mais tarde entraria para o grupo.

O primeiro álbum, “Hark! The Village Wait”, saiu em 1970, mas seria só depois da entrada de Martin Carthy e do rabequista Peter Knight que eles chamariam mais atenção, com os álbuns “Please to see the King” de 71 e “The Man Mop” de 72… a essa altura tanto Ashley Hutchings como Martin Carthy resolveram sair, mas o Steeley Span seguiu em frente, mantendo-se como uma das forças do folk rock desde então.

Embora continue em plena atividade, a fase clássica do Steeleye Span foi, naturalmente, nos anos 70… incluindo trabalhos clássicos como “Parcel of Rogues” de 73 e “Commoners Crown” e “All Around my Hat” de 75… e nós vamos começar trazendo um pouco dessa época, quando Maddy Prior era considerada uma das grandes vocalistas do rock inglês, junto de Sandy Denny do Fairport Convention e Annie Haslam do Renaissance…

Vocês ouviram o Steeley Span com “The King”, “Lovely on the Water”, “Gower Wassail”, “Alisson Gross”, “Black Jack Davy” e “All Around my Hat”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco do álbum de 2016 do Steeleye Span, uma prova da perseverança desse grupo lendário que continua a dar mostras da sua incansável criatividade…

Depois da passagem do furacão punk o cenário musical inglês ficou mais difícil para os grupos de rock e mais ainda para as bandas folk… durante os anos 80 o Steeley Span foi meio deixado de lado, lançando apenas 3 álbuns, enquanto seus integrantes se concentravam em outros projetos… mas, eles continuavam a se encontrar periodicamente, excursionando quando era possível.

As idas e vindas de músicos levaram a momentos interessantes, como o retorno da vocalista Gay Woods, que voltou a juntar forças com Maddy Prior nos anos 90, reformando a dupla de vocais femininos do primeiro álbum do grupo… mas Maddy acabou tendo que sair por problemas de saúde e, depois de dois álbuns com Gay Woods como única vocalista, novas mudanças de formação pareciam anunciar o fim do Steeley Span, que na época estava às vésperas de comemorar os 30 anos de carreira.

Felizmente a crise foi superada e em 2004 saía o aclamado álbum “They Called her Babylon”, o primeiro de uma série de trabalhos de ótima repercussão, culminando com o genial “Winterland”, inspirado nas obras do grande Terry Pratchett… mas ele fica para outro programa, para hoje vamos trazer um pouco do álbum “Dodgy Bastards” de 2016, em que eles se focaram na coleção de baladas inglesas e escocesas reunidas por Francis James Child no século XIX…

Vocês ouviram o Steeleye Span com “Cruel Brother”, “All things are quite silent”, “Johnnie Armstrong” e “The Gardener”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STEELEYE SPAN

BG – ONE MISTY MOISTY MORNING

1. THE KING – 1:30

2. LOVELY ON THE WATER – 5:19

3. GOWER WASSAIL – 5:24

4. ALISON GROSS – 5:24

5. BLACK JACK DAVY – 4:14

6. ALL AROUND MY HAT – 4:09

BG – CAM YE O’ER FRAE FRANCE

TOTAL – 26:00

STEELEYE SPAN

BG – BROWN ROBY’S CONFESSION

7. CRUEL BROTHER – 7:51

8. ALL THINGS ARE QUITE SILENT – 4:16

9. JOHNNIE ARMSTRONG – 7:11

10. THE GARDENER – 5:07

BG – DODGY BASTARDS

TOTAL: 24:26

TOTAL GERAL – 50:26

Ouça o Art Rock com Steeleye Span que foi ao ar no dia 12/08/2017, clicando aqui.

REPRISE: Joey Covington (Jeffersons Airplane & Starship)

Posted in Programas with tags , , on 14/08/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 05-08-2017, foi um reprise com o Joey Covington (Jeffersons Airplane & Starship)Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

 

 

 

 

Styx & Hawkwind

Posted in Programas with tags , on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos dois trabalhos sugeridos pelo nosso amigo, ouvinte e colaborador frequente, o Almir Octávio… dois grupos veteranos que lançaram novos álbuns em 2017, depois de algum tempo de silêncio…

E vamos começar com o grande Styx, um dos grandes grupos dos anos 70/80, responsável por nada menos que quatro álbuns multi-platinados consecutivos… isso numa época em que vender vários milhões de discos não era tarefa fácil… e uma conquista que eles repetiram em 2005 com a coletânea “Greatest Hits (Volume 1)”, que conseguiu isso em plena era dos downloads e competindo com as gerações mais novas.

Mas a fase clássica do Styx foi no final dos anos 70… época dos álbuns “The Grand Illusion”, “Pieces of Eight”, “Cornerstone” e “Paradise Theatre”… e o seu som era uma mistura de um rock arena direto com elementos progressivos como barragens de teclados e álbuns conceituais… um estilo que não agradava os progheads mais puristas, mas que foi uma das estratégias de sobrevivência do rock americano, em meio à ascensão da disco music.

Depois de separações e retornos, o Styx seguiria sem o vocalista e tecladista Dennis DeYoung a partir do ano 2000… mas eles se manteriam em atividade, com tours frequentes, apesar do longo hiato depois do álbum “Big Bang Theory” de 2005… confiram um pouco do álbum “The Mission”, um trabalho conceitual sobre uma missão a Marte, em 2033… lançado em 2017.

Com o Styx vocês ouviram “Overture”, “Gone gone gone”, “Locomotive”, “Radio Silence”, “Ten thousand ways”, “Red Storm”, “All systems stable”, “Khedive” e “Mission to Mars”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro sobrevivente, dessa vez do outro lado do Atlântico… o genial Hawkwind.

Já trouxemos esse lendário decano do space rock inúmeras vezes no programa, e em 2016 eles haviam lançado mais um belo trabalho, o álbum “The Machine Stops”, inspirado no clássico conto do grande E.M. Forster, publicado originalmente em 1909… mas, se o título parecia preocupante para quem não conhecia a sua origem, o álbum de 2017, “Into the Woods” mostrou que a máquina do Hawkwind estava longe de parar…

Retomando o tema explorado em “The Machine Stops”, o Hawkwiind elabora o universo descrito por Forster, onde a humanidade presa no mundo dominado pela tecnologia entra em colapso, restando apenas os sobreviventes que vivem no mundo da superfície e não no subterrâneo até então controlado pela máquina universal.

Voltando para o mundo natural, “Into the Woods” é outra prova da indómita criatividade do grupo de Dave Brock, como sempre ignorando ditames comerciais e vivendo o seu sonho sem se submeter à quimera do sucesso… e o resultado são já quase cinco décadas de viagem ininterrupta… que deve continuar sem parada até chegar a hora de atravessarem a barreira do hiperespaço…

Vocês ouviram o Hawkwind com “Cottage in the Woods”, “The Woodpecker”, “Have you seen them”, “Ascent”, “Magic Scenes” e “Darkland”

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao nosso amigo Almir Octávio pelo material que tocamos no programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STYX

BG – TIME MAY BEND

1. OVERTURE – 1:23

2. GONE GONE GONE – 2:08

3. LOCOMOTIVE – 5:04

4. RADIO SILENCE – 4:18

5. TEN THOUSAND WAYS – 1:23

6. RED STORM – 6:04

7. ALL SYSTEMS STABLE – 0:18

8. KHEDIVE – 2:04

9. MISSION TO MARS – 2:43

BG – TROUBLE AT THE BIG SHOW

TOTAL – 25:25

HAWKWIND

BG – SPACE SHIP BLUES

10. COTTAGE IN THE WOODS – 3:52

11. THE WOODPECKER – 0:52

12. HAVE YOU SEEN THEM – 6:58

13. ASCENT – 3:41

14. MAGIC SCENES – 6:12

15. DARKLAND – 2:14

BG – MAGIC MUSHROOM

TOTAL: 23:49

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Styx & Hawkwind que foi ao ar no dia 29/07/2017, clicando aqui.