REPRISE: Pineapple Thief

Posted in Programas with tags , on 27/03/2020 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 01-12-2018, foi um reprise com o Pineapple Thief!
Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Barclay James Harvest

Posted in Programas with tags on 27/03/2020 by Art Rock

“Boa noite… hoje teremos no programa um grupo britânico que já trouxemos algumas vezes no Art Rock, o Barclay James Harvest.

Embora esteja longe de ter chegado ao sucesso internacional de grandes nomes progressivos como o Yes ou o Genesis, o Barclay James Harvest sempre manteve um perfil muito respeitado, principalmente na Europa… e a sua longa carreira, que começou em 66, quando ainda usavam o nome The Wickeds, só se encerrou no final dos anos 90, quando o grupo acabou se dividindo…

E o primeiro projeto a surgir dessa divisão foi o grupo do guitarrista John Lees, que começou usando o complicado nome Barclay James Harvest Through the Eyes of John Lees… ele lançaria em 99 o álbum “Nexus” e se manteria em atividade constante, incluindo a participação do colega Stuart “Woolly” Wolstenholme nos teclados…

Na primeira década do novo milênio o grupo excursionaria pela Europa e lançaria dois álbuns duplos ao vivo… infelizmente, Woolly Wolstenholme deixaria por vontade própria o nosso mísero plano da realidade em 2010… mas o John Lees’ Barclay James Harvest seguiria em frente e, em 2013, lançaria o álbum “North”… vamos conferir um pouco desses dois registros de estúdio do primeiro dos sobreviventes do Barclay James Harvest…

Com o John Lees’ Barclay James Harvest, vocês ouviram “Festival”, “Mocking Bird”, “Loving is Easy” e “North”.

A gente volta já…

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E agora vamos conhecer o outro grupo a emergir do naufrágio do Barclay James Harvest… o projeto do vocalista e multi-instrumentista Les Holroyd.

Em 2001, Les se reuniu com o baterista Mel Pritchard para gravar aquele que seria o único registro inteiramente original de estúdio… o álbum “Revolution Days”, que saíria em 2002 e seria seguido de uma tour internacional e da coletânea “Evolution Years”, que reunia faixas clássicas do Barclay James Harvest compostas por Les Holroyd.

Infelizmente, em 2004 seria vez de Mel Pritchard  deixar a nossa realidade… mas o Barclay James Harvest featuring Les Holroyd seguiria em frente e lançaria em 2006 o ambicioso álbum duplo ao vivo “Classic Meets Rock” com a filarmônica de Praga, mostrando que o paradigma progressivo continuava bem firme, pelo menos para Les Holroyd.

Ambos os grupos a usar o nome Barclay James Harvest continuam em atividade e realizando tours anuais muito bem recebidas… e nós vamos fechar essa segunda parte do programa de hoje trazendo um pouco do Barclay James Harvest featuring Les Holroyd, confiram faixas dos álbuns “Revolution Days” e “Classic Meets Rock”…

Vocês ouviram o Barclay James Harvest featuring Les Holroyd COM “Prelude”, “January Morning”, “Play to the World” e “That Was Then… This is Now”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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JOHN LEES’ BARCLAY JAMES HARVEST

BG – THE DEVILS THAT I KEEP

1. FESTIVAL – 5:39

2. MOCKING BIRD – 7:21

3. LOVING IS EASY – 4:18

4. NORTH – 8:29

BG – ON LEAVE

TOTAL – 25:57

BARCLAY JAMES HARVEST FEATURING LES HOLROYD

BG – QUIERO EL SOL

5. PRELUDE – 3:50

6. JANUARY MORNING – 7:02

7. PLAY TO THE WORLD – 7:58

8. THAT WAS THEN… THIS IS NOW – 5:29

BG – LIFE IS FOR LIVING

TOTAL: 24:19

TOTAL GERAL – 50:16

Ouça o Art Rock com o Barclay James Harvest que foi ao ar no dia 14/03/2020, clicando aqui.

Klaus Schulze

Posted in Programas with tags on 13/03/2020 by Art Rock

“Boa noite… no programa de hoje vamos trazer um dos mestres da música eletrônica, membro fundador do Tangerine Dream e dono de uma carreira solo prolífica!

Estamos nos referindo ao genial Klaus Schulze, que já trouxemos muitas vezes aqui no programa… e hoje vamos começar com um pouco da sua fase dos anos 80, quando ele deixou de lado os sintetizadores analógicos e começou a experimentar com instrumentos digitais.

O primeiro trabalho dessa fase foi “Dig it”, de 1980, mas a mudança só pode ser sentida mesmo a partir do álbum “Trancefer” de 81… na época, muitos chegaram a considerar que Klaus Schulze estava seguindo a tendência de muitos outros músicos progressivos e começava a procurar uma sonoridade mais acessível.

Mas a carreira de Klaus Schulze ainda teria muitas fases… e nessa primeira parte vamos trazer faixas de dois álbuns… primeiro vocês ficam com “Audentity” de 83… e depois de um trabalho ao vivo que trouxemos há muito, muito tempo no programa, na verdade, foi literalmente no século passado… o álbum “Dziękuję Poland” também de 83, que registrou uma tour polonesa em plena época da Guerra Fria…

Vocês ouviram “Amourage” e “Gdansk” com Klaus Schulze.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um registro de outra fase da longa carreira de Klaus Schulze… o álbum “Kontinuum”, de 2007.

Como é comum com os trabalhos de Klaus Schulze, “Kontinuum” recebeu tanto críticas quanto elogios… pois é um álbum que resume bem a atitude do velho mestre da música eletrônica ao chegar no novo milênio… pois sua longevidade e seu prestígio lhe permitem se manter distante das demandas mercadológicas…

Contendo apenas três faixas, “Kontinuum” seria o último álbum de Klaus Schulze antes dele iniciar a sua parceria com Lisa Gerard do grande Dead Can Dance… seriam trabalhos de estúdio e ao vivo, lançados entre 2008 e 2013… essa colaboração seria seguida por novos registros de estúdio, a começar por “Eternal” de 2017…

Mas esses trabalhos mais recentes ficam para outro Art Rock… para fechar o programa de hoje, nós selecionamos faixas, ou melhor, uma faixa, do álbum “Kontinuum” com a clássica sonoridade da música eletrônica de Klaus Schulze, sempre se estendendo por longas suítes, dominadas por paisagens sonoras hipnóticas…

Vocês ouviram Klaus Schulze com “Sequencer (From 70 To 07)”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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KLAUS SCHULZE

BG – OPHEYLISSEN

1. AMOURAGE – 10:37

2. GDANSK – 15:27

BG – KATOVICE

TOTAL – 26:04

KLAUS SCHULZE

BG – THOR

3. SEQUENCER (FROM 70 TO 07) – 24:53

BG – EURO CARAVAN

TOTAL: 24:52

TOTAL GERAL – 50:56

Ouça o Art Rock com o Klaus Schulze que foi ao ar no dia 07/03/2020, clicando aqui.

REPRISE: O Terço & Bixo da Seda

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 13/03/2020 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 29-02-2020, foi um reprise com o O Terço & Bixo da Seda! Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

Budgie

Posted in Programas with tags on 28/02/2020 by Art Rock

“Boa noite… hoje teremos no programa um grupo britânico que não trazemos há muito tempo no Art Rock, o power-trio Budgie…


Como não é uma figura frequente aqui no programa vale lembrar que o Budgie surgiu em Cardiff, no País de Gales, em 1967… na começo eles usavam o nome Hills Contemporary Grass, mas logo mudariam para Six Ton Budgie, que depois encurtariam enquanto desenvolviam a sua sonoridade que só tomaria forma definitiva nos anos 70.

A figura central do grupo sempre foi o baixista e vocalista Burke Shelley, cuja voz aguda combinava bem com a sonoridade pesada e a poética agressiva que eles adotaram já no álbum “Budgie” de 71, seu primeiro registro oficial de estúdio, onde já se via imagem inconfundível do periquito antropomórfico, presente em quase todas as capas seguintes, nem que fosse na contra capa, como o piloto do avião imaginado por Roger Dean para ilustrar o álbum “Squawk” de 72.

Roger Dean voltaria para a belíssima capa do álbum “Never Turn Your Back on a Friend” de 73… e essa seria uma tradição que o Budgie manteria, com capas antológicas como os guerreiros de Patrick Woodroffe para “Bandolier” de 75 ou o mercenário espacial de Derek Riggs para “Nightflight” de 81… mas vamos começar com o lado mais viajante dos álbuns “Squawk” e “Never Turn Your Back…”

Vocês ouviram “Young is a World”, “Stranded” e “Parents” com o Budgie.

A gente volta já…

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E agora vamos continuar trazendo o Budgie, que se separou em 2010, e não parece ter nenhuma intenção de voltar à atividade.

O Budgie sempre manteve a sua sonoridade sombria e pesada, com os riffs de guitarra em constante diálogo com o baixo marcante que contrastava com os vocais agudos de Burke Shelley… essas características fizeram do grupo uma grande influência para as bandas de heavy metal que surgiram nos anos 80, como o Metallica, que faria covers para as faixas “Crash course in brain surgery” e “Bredfan”.

Mas a década de 80 não foi uma fase boa para o Budgie… Tony Bourge, o guitarrista original, havia deixado o grupo em 78, ele seria substituído por John “Big” Thomas e eles gravariam um trio de álbuns que parecia mostrar que iriam manter o mesmo ritmo, no entanto, “Deliver us from evil” de 82 seria o último registro de estúdio, seguido por um longo período em que eles só fariam excursões e se apresentariam em festivais, adotando o perfil da banda veterana em crise criativa.

Eles deram um tempo em 88 e só voltaram para valer em 99… em 2006, Burke Shelley, o batera Steve Williams e o novo guitarrista Simon Lees surpreenderam ao lançar “You’re all living in Cuckooland”, o primeiro registro de estúdio do Budgie em 24 anos… mas, depois de um aneurisma em 2010, Shelley nunca mais seria o mesmo, passando a tocar apenas em grupos amadores na sua cidade natal, no País de Gales… vamos fechar com faixas dos clássicos “In For the Kill” de 74 e “Bandolier” de 75.

Vocês ouviram o Budgie com “Wondering What Everyone Knows”, “Living on Your Own”, “I Can’t See My Feelings” e “Naboleon Bona (Part I & II)”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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BUDGIE

BG – BREADFAN

1. YOUNG IS A WORLD – 8:06

2. STRANDED – 6:18

3. PARENTS – 10:25

BG – ROCKING MAN

TOTAL – 24:49

BUDGIE

BG – IN FOR THE KILL

4. WONDERING WHAT EVERYONE KNOWS – 2:56

5. LIVING ON YOUR OWN – 8:54

6. I CAN’T SEE MY FEELINGS – 5:55

7. NAPOLEON BONA (PART I-II) – 7:15

BG – ZOOM CLUB

TOTAL: 25:00

TOTAL GERAL – 49:49

Ouça o Art Rock com o Budgie que foi ao ar no dia 22/02/2020, clicando aqui.

Dragon & Think

Posted in Programas with tags , on 28/02/2020 by Art Rock

“Boa noite… hoje no programa vamos trazer um pouco do progressivo da Terra Média… ou melhor, do país que representou o mágico universo do grande Tolkien no cinema… a Nova Zelândia.


E vamos começar com o Dragon, que está entre os mais importantes grupos de rock da Nova Zelândia, com dezenas de álbuns em sua longa carreira… mas, a grande maioria desses trabalhos estavam mais para o pop rock, só no começo eles andaram pelas veredas progressivas.

O Dragon surgiu no começo dos anos 70 em torno dos irmãos Todd e Marc Hunter, respectivamente no baixo e nos vocais… na época, o progressivo era uma das correntes dominantes do mundo do rock, e eles se deixaram influenciar pelos grandes nomes, desenvolvendo uma sonoridade complexa e lançando em 74 o álbum “Universal Radio”, que teve grande repercussão na Nova Zelândia e seria seguido por outra investida progressiva: “Scented Gardens for the Blind”, de 75.

A essa altura a fama já estava se espalhando por toda a Oceania, o que acabou levando o grupo a se mudar para a Austrália, onde acabariam cedendo à pressão da gravadora para buscar um som mais comercial… eles seguiriam com essa proposta até Marc Hunter deixar a nossa realidade em 98… e, em 2006, voltariam com um novo vocalista e seguiram em frente… mas claro que o que nos interessa são os seus trabalhos progressivos…

Vocês ouviram o Dragon com “Patina”, “Avalanche”, “Sunburst” e “Darkness”…

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro representante do progressivo neozelandês… o grupo Think, que não chegou a ter uma longa carreira, lançando apenas um álbum em 1976.

Também vindos da região de Auckland, o tecladista Don Mills e o guitarrista Phil Whitehead tinham acabado de sair do grupo Bean e acabaram sendo influenciados pelo impacto dos primeiros trabalhos do Dragon… na época, as gravadoras já estavam dando sinais que o seu namoro com um som de qualidade não iria muito longe, mas os garotos não se tocaram e resolveram montar um grupo prog reunindo outros músicos locais.

O baixista Alan Badger, o baterista Neville Jess e o vocalista Ritchie Pickett completaram o time e eles adotariam o nome Think, anunciando que acreditavam em uma proposta mais cerebral… e o primeiro álbum, “We’ll Give You A Buzz”, sairia em 76, com uma capa entre o psicodélico e o surrealista e a expectativa de ter uma boa repercussão como seus conterrâneos do Dragon haviam recebido.

Infelizmente a essa altura as gravadoras já tinham perdido o interesse nesse tipo de som e o disco não teve nenhuma divulgação… o Think ainda conseguiu lançar dois compactos, em 77 e 79, mas não iriam adiante… só em 2008 o seu único álbum seria lançado em CD, e é um pouco desse fragmento perdido da história do rock progressivo que nós selecionamos para a segunda parte do programa de hoje…

Vocês ouviram “Light Title”, “Look What I’ve Done” e “Stringless Provider” com o Think.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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DRAGON

BG – UNIVERSAL RADIO

1. PATINA – 10:16

2. AVALANCHE – 3:15

3. SUNBURST – 8:38

4. DARKNESS – 4:46

BG – WEETBIX

TOTAL – 26:54

THINK

BG – RIPPOFF

5. LIGHT TITLE – 4:08

6. LOOK WHAT I’VE DONE – 8:32

7. STRINGLESS PROVIDER – 10:24

BG – OUR CHILDREN (THINK ABOUT)

TOTAL – 23:03

TOTAL GERAL – 49:57

Ouça o Art Rock com Dragon & Think que foi ao ar no dia 15/02/2020, clicando aqui.

The Dear Hunter

Posted in Programas with tags on 10/02/2020 by Art Rock

“Boa noite… no programa de hoje vamos trazer um representante da nova geração americana, que vem da região de Rhode Island e se mantem em atividade desde o seu surgimento em 2005… o grupo The Dear Hunter.


Originalmente, era um projeto paralelo do vocalista e multi-instrumentista Casey Crescenzo, que na época ainda era membro do Receiving End of Sirens… e, quando ele foi convidado a sair, acabou transformando o que era a princípio só um passatempo em um grupo de verdade, imaginando de cara um projeto a longo prazo: uma série de álbuns conceituais centrados em torno de um personagem… “The Dear Hunter”.

Concebida para seis atos, a história começa com o nascimento do personagem no álbum “Act I: The Lake South, the River North”, lançado em 2006… a sua história, que se passa no início do Séc. XX, vai se desenrolar nos álbuns seguintes, Act II: The Meaning of, and All Things Regarding Ms. Leading” de 2007 e “Act III: Life and Death” de 2009…

Mas Casey Crescenzo não quis se fixar em um único conceito… em 2011 foi lançada uma série de EPs baseados na ideia do espectro das cores… e eles seriam reunidos em duas edições em CD, ambas com o nome “The Color Spectrum”, formando um álbum com uma seleção de faixas dos EPs, e uma “Complete Edition” reunindo todas as 36 faixas… mas vamos começar trazendo seleção extraída dos três primeiros Atos da história do “Dear Hunter”…

Vocês ouviram o Dear Hunter com “Battesimo del Fuoco”, “City Escape”. “The Death and the Berth”, “The Procession”, “The Church and the Dime”, “Writing on a Wall” e “Life and Death”.

A gente volta já.

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E agora vamos continuar conhecendo um pouco mais do projeto principal do Dear Hunter, que parou no Ato V, lançado em 2016.

Depois do álbum “The Color Spectrum”, o Dear Hunter lançou um trabalho convencional, “Migrant”, que saiu em 2013… mas, depois disso, Casey Crescenzo resolveu retomar o seu projeto original e, em 2015, saía “Act IV: Rebirth in Reprise”… e ele começava exatamente onde o Ato III havia terminado… com o personagem central assumindo a identidade do seu meio irmão ao final da I Guerra Mundial.

A história de amor que terminara em separação no Ato II, e levara o “Dear Hunter” a se ver perdido na grande guerra, agora se tornava uma busca de renascimento… mas esta também não seria totalmente bem sucedida, e o álbum seguinte “Act V: Hymns with the Devil in Confessional” sairia em 2016 para dar continuidade à história.

Desde então o Dear Hunter lançaria apenas o EP “All is as All Should Be” em 2017 em depois disso, o grupo entrou em um recesso criativo… o lançamento de 2020 é a box-set “The Acts”, com os cinco Atos reunidos com um álbum extra, o duplo “The Fox & The Hunt” um trabalho de Casey Crescenzo e Brian Adam McCune… só que esse trabalho inédito fica para outro programa, vamos fechar um pouco dos atos IV e V da saga ainda inacabada do Dear Hunter…

Vocês ouviram “Rebirth”, “The Old Haunt”, “At the End of the Earth”, “Regress”, “The Most Cursed of Hands / Who Am I” e “Light” com o Dear Hunter.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE DEAR HUNTER

BG – 1878

1. BATTESIMO DEL FUOCO – 1:56

2. CITY ESCAPE – 5:56

3. THE DEATH AND THE BERTH – 0:38

4. THE PROCESSION – 4:59

5. THE CHURCH AND THE DIME – 4:58

6. WRITING ON A WALL – 1:39

7. LIFE AND DEATH – 5:46

BG – HIS HANDS MATCHED HIS TONGUE

TOTAL – 25:52

THE DEAR HUNTER

BG – THE MOON / AWAKE

8. REBIRTH – 2:51

9. THE OLD HAUNT – 4:36

10. AT THE END OF THE EARTH – 5:16

11. REGRESS – 1:21

12. THE MOST CURSED OF HANDS / WHO AM I – 6:43

13. LIGHT – 4:02

BG – THE REVIVAL

TOTAL – 24:49

TOTAL GERAL – 50:41

Ouça o Art Rock com The Dear Hunter que foi ao ar no dia 08/02/2020, clicando aqui.

Nektar

Posted in Programas with tags on 10/02/2020 by Art Rock

“Boa noite… hoje teremos um programa com um dos grandes nomes renascidos do prog. europeu… o Nektar… e vamos trazer um pouco das duas versões atuais do grupo, que sofreu uma divisão em 2016.

Depois do seu retorno no ano 2000, o Nektar passou por uma boa fase, lançando os álbuns “The Prodigal Son” e “Evolution”… e nessa volta eles chegaram a conseguir reunir uma formação clássica, incluindo Roye Albrighton na guitarra e vocais, Derek Moore no baixo, Ron Howden na bateria e o mago Larry Fast nos teclados… mas, como sempre aconteceu com o Nektar, essas formações nunca eram realmente permanentes.

Ainda assim, o grupo continuou em frente, com apresentações nas Prog Fests e excursões bem sucedidas e novos trabalhos… “Book of Days” de 2008, o duplo ao vivo “Fortyfied” de 2009 e “A Spoonful of Time” de 2012… mas, infelizmente, a saúde de Roye Albrighton começou a declinar e ele deixaria o nosso plano da realidade em 2016… e, como sempre havia sido uma figura central do Nektar, parecia que o grupo iria encerrar atividades.

Ainda naquele ano saiu o duplo “Live in Bremen” e se cristalizou uma “versão alemã” do grupo, composta pelo vocalista e guitarrista Alex Hoffmeister, pelo tecladista Klaus Henatsch, pelo baixista e vionista Heike Nolden e tendo Che, o filho de Roye Albrighton, na bateria… e, com o nome New Nektar, eles lançaram em 2018 o álbum “Megalomania”, que vocês vão poder conferir a partir de agora…

Vocês ouviram o New Nektar com “Megalomania”, “Selling the World”, “Where do we Go To” e “Smiling Face”.

A gente volta já.

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E agora vamos atravessar o Atlântico para conhecer um pouco da outra versão do Nektar, que lançou em 2020 o álbum “The Other Side”…

Enquanto o New Nektar começava a se formar na Alemanha, os integrantes da formação original do grupo, o baixista Derek Moore e o baterista Ron Howden, resolveram também dar continuidade ao seu legado reunindo outros veteranos nektarianos… o guitarrista e vocalista Ryche Chlanda e o baixista Randy Dembo, chamando Kendall Scott para os teclados e conseguindo a participação do genial Mick Brockett, o criador dos efeitos originais dos shows do grupo.

Com essa formação reforçada que incluía membros de várias fases do grupo, eles decidiram que podiam resgatar o nome Nektar propriamente dito… mas passaram a ser conhecidos como o Nektar USA, visto que seus integrantes estão vivendo nos Estados Unidos.

E, para o seu primeiro registro de estúdio, eles reuniram material composto há muito tempo, durante o breve período em que Ryche Chlanda havia substituído Roye Albrighton no Nektar, em 1978… revendo essas faixas engavetadas, eles se inspiraram para começar os ensaios e o resultado foi o álbum “The Other Side”, que saiu em janeiro de 2020.

Vocês ouviram “I’m on Fire” e “Love is / The Other Side”, com o Nektar.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de áudio de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você também pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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NEW NEKTAR

BG – BAD ANGEL

1. MEGALOMANIA – 8:02

2. SELLING THE WORLD – 5:44

3. WHERE DO WE GO – 5:44

4. SMILING FACE – 4:45

BG – INTERMEZZO 2

TOTAL – 27:30

NEKTAR

BG – DRIFTING

5. I’M ON FIRE – 8:33

6. LOVE IS / THE OTHER SIDE – 17:57

BG – SKYWRITER

TOTAL – 26:29

TOTAL GERAL – 49:30

Ouça o Art Rock com Nektar que foi ao ar no dia 01/02/2020, clicando aqui.

Sons of Apollo

Posted in Programas with tags on 03/02/2020 by Art Rock

“Boa noite… hoje teremos no programa outra colaboração do nosso amigo Almir Octávio, um dos mais carismáticos supergrupos a surgir nos últimos anos… o Sons of Apollo.


A história desse encontro de talentos começou quando Mike Portnoy deixou o Dream Theater, em 2010… ele montou o grupo The Winery Dogs em 2013, com o baixista Billy Sheehan (ex Mr. Big e David Lee Roth, entre outros)… e eles já estavam com três álbuns muito bem recebidos quando Mike aceitou participar de um projeto paralelo com um velho amigo, o tecladista Derek Sherinian.

Derek era outro ex Dream Theater com muitos projetos e participações em vários grupos, e ele estava interessado em fazer algo mais com o espirito de banda… ele, Portnoy e Sheehan havia tocado juntos em um projeto de vida curta, ainda em 2010… e resolveram completar o time chamando o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal (ex Guns N’Roses) e o grande vocalista Jeff Scott Soto.

Jeff era um veterano de inúmeros grupos, do Rising Force de Yngwie Malmsteen até o Journey, além de sua própria carreira solo… e a sua voz poderosa era o que faltava para fechar o novo grupo… o nome escolhido foi Sons of Apollo e o álbum “Psychotic Symphony” sairia em 2017…

Vocês ouviram o Sons of Apollo com “God of the Sun”, “Labyrinth” e uma versão ao  vivo arrasadora para “Gates of Babylon” do Rainbow.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar com o Sons of Apollo, agora com o seu novo trabalho, o álbum “MMXX”, com o nome escrito em algarismos romanos…

O nome do grupo foi uma daquelas escolhas que são a cara do prog. rock… Mike Portnoy tinha uma lista de nomes para possíveis bandas em seu celular e mostrou para Derek Sherinian que gostou de Apollo, por ser o nome do deus grego das artes e da música… e até teria ficado bom, mas na hora eles acharam que já devia ter sido usado por alguém, então depois de muitas tentativas acabaram escolhendo Sons of Apollo…

O álbum de estreia teve a produção da dupla Portnoy and Sherinian, usando o velho apelido “The Del Fuvio Brothers”, que eles ganharam na época em que tocavam juntos no Dream Theater… e a primeira tour do Sons of Apollo teve uma ótima recepção, rendendo o álbum ao vivo “Live with the Plovdiv Psychotic Symphony” de 2019…

Ainda que eles não tenham encerrado seus outros projetos, como o Winery Dogs, o novo grupo se firmaria no cenário do progressivo americano… e em 17 de janeiro de 2020 eles lançariam o seu segundo álbum de estúdio, com um nome apropriado que, em inglês se lê “Twenty/Twenty”… confiram um pouco desse lançamento do Sons of Apollo.

Vocês ouviram “Goodbye Divinity”, “Desolate July” e “King of Delusion” com o Sons of Apollo.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição e remasterização de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… nós agradecemos o nosso amigo Almir Octávio pelo material da 2ª parte do programa… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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SONS OF APOLLO

BG – OPUS MAXIMUS

1. GOD OF THE SUN – 11:12

2. LABYRINTH – 9:23

3. GATES OF BABYLON – 7:49 (6:55)

BG – FIGARO’S WHORE

TOTAL – 27:30

SONS OF APOLLO

BG – RESSURRECTION DAY

4. GOODBYE DIVINITY – 7:13

5. DESOLATE JULY – 5:59

6. KING OF DELUSION – 8:48

BG – NEW WORLD TODAY

TOTAL – 22:00

TOTAL GERAL – 49:30

Ouça o Art Rock com Sons of Apollo que foi ao ar no dia 25/01/2020, clicando aqui.

Rush

Posted in Programas with tags on 24/01/2020 by Art Rock

“Boa noite… no programa de hoje teremos a ingrata tarefa de prestar homenagem a mais um viajante do tempo e do espaço que deixou o nosso mundo de inconsistências para trás no começo de 2020.

Estamos nos referindo ao grande Neil Peart… e, é claro, para lembrá-lo teremos um programa dedicado ao grande Rush, o power trio canadense que é quase uma unanimidade entre os fãs tanto do rock pesado como do progressivo… e isso se deve em grande parte graças ao talento de Neil Peart, não só como baterista, mas também como o letrista que emprestou a profundidade poética para os trabalhos do grupo.

Quando o Rush surgiu no final dos anos 60, em Toronto, no Canadá, a sua formação era outra… junto do guitarrista Alex Lifeson e do baixista e vocalista Geddy Lee estava o baterista John Rutsey… que ainda estava com eles na época do seu primeiro trabalho, o álbum “Rush” de 74… que não chegou a ter muito impacto… foi só quando Neil Peart entrou em 74 que eles realmente chamariam a atenção do público e da crítica.

Vamos começar com o momento que marcou o reconhecimento do Rush no cenário do rock dos anos 70, com “2112”, faixa título do álbum de 76, uma suíte épica que conta a história do último músico tentando fazer sua voz ser ouvida em um mundo controlado pela totalitária ordem dos Sacerdotes do Templo de Syrinx…

Vocês ouviram o Rush com a suite “2112”, faixa título do primeiro álbum do grupo a alcançar o sucesso internacional, chamando a atenção para o talento de Neil Peart também como letrista.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer mais um momento da genialidade de Neil Peart, que a essa altura, já deve estar a meio caminho de Cygnus X-1, onde um encontro o aguarda…

A faixa “2112”, que trouxemos na primeira parte do programa, não teve só elogios… nos agradecimentos, Neil Peart menciona a filósofa e escritora russo/americana Ayn Rand, criadora do Objetivismo, e sua novela de ficção “Anthem”, de 1937… essa menção de uma pensadora considerada de direita levou a críticas… mas o Rush, e a poética de Neil Peart, estavam na verdade mais interessados numa condenação ao totalitarismo, que pode ser tanto de esquerda como de direita…

Nessa segunda parte vamos trazer uma obra que esclarece esse posicionamento… a suíte em duas partes “Cygnus X-1”, que começou no álbum “A Farewell to Kings” de 77 e terminou em “Hemispheres” de 78… nela, Neil Peart conta a jornada da nave Rocinante para explorar o buraco negro Cygnus X-1… e, no seu interior, encontrar os deuses Apolo e Dionísio, representantes das dualidades entre razão e emoção, forma rígida e possibilidade fluida, individualismo e altruísmo e tantas outras…

Prisioneiros dessa eterna luta ideológica, os deuses são confrontados pelos mortais, as vítimas do seu incessante conflito… e o homem que cresceu a ponto de alcançar esse esconderijo onde mente e coração duelam, olha com um silêncio condenador… envergonhados os deuses dão a esse ser humano amadurecido a posição de mediador… e entre Apolo e Dionísio ficaria a partir de então: Cygnus, deus do equilíbrio.

Vocês ouviram o Rush com “Cygnus X-1 Book I – The Voyage” e “Cygnus X-1 Book II – Hemispheres”… o duplo libelo pela tolerância do grande e saudoso Neil Peart.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição e remasterização de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… e agora você pode curtir novamente o programa acessando o site https://paranaeducativa.pr.gov.br – clique no link “podcast”, selecione “Art Rock” e escute diretamente no site ou faça download para ouvir quando quiser… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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RUSH

BG – SOMETHING FOR NOTHING

1. 2112 – 20:33

BG – LESSONS

TOTAL – 20:33

RUSH

BG – CIRCUNSTANCES

1. CYGNUS X-1 BOOK I – THE VOYAGE – 10:26

2. CYGNUS X-1 BOOK II – HEMISPHERES – 18:07

BG – CLOSER TO THE HEART

TOTAL – 28:34

TOTAL GERAL – 49:07

Ouça o Art Rock com Rush que foi ao ar no dia 18/01/2020, clicando aqui.