The Enid

Posted in Programas with tags on 14/02/2019 by Art Rock

“Boa noite, neste programa vamos trazer um dos grandes sobreviventes da geração progressiva britânica dos anos 70… o grupo The Enid do tecladista Robert John Godfrey.

Na virada para a década de 70, um dos grupos ingleses que estava se firmando no nascente cenário progressivo era o Barclay James Harvest, e, no começo, a sua abordagem orquestral e sinfônica contou com a colaboração de Robert John Godfrey na direção musical e regência.

Apesar de sua formação clássica na Royal Academy of Music, Robert estava focado nas possibilidades abertas pelo progressivo e sua cooperação com o Barclay James Harvest foi importante para a evolução da sonoridade do grupo nos seus dois primeiros álbums… mas a parceria se encerraria em 71 e ele foi tocar com o grupo Siddartha antes de lançar em 74 o álbum solo “Fall of Hyperium” pela Charisma Records.

Mas, a essa altura, ele já estava trabalhando para montar o seu próprio grupo, The Enid, que lançaria em 76 o álbum “In the Region of the Summer Stars”, um disco de estreia primoroso que, na época, chegou a levar o grupo ser considerado uma das revelações da música progressiva… vamos conferir um pouco desse belo primeiro trabalho, lançado na época em que o furacão punk e a disco music estavam tomando conta do mercado musical.

Vocês ouviram “Fool/The Falling Tower”, “The Devil”, “In the Region of the Summer Stars” e “Mayday Galliard” com o grupo The Enid.

A gente volta já…

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Vamos continuar com do Enid, que se manteria em atividade através das décadas, exceto por um pequeno período na virada para o século XXI…

Apesar de um primeiro álbum genial, o Enid logo caiu vítima do desinteresse geral pelo rock e em especial pelo progressivo que havia passado a dominar as grandes gravadoras… a EMI, que tinha assinado com eles em 74, deletou o disco deles do seu catálogo logo depois da primeira edição, e o mesmo aconteceu com “Aerie Faerie Nonsense” de 77.

Outros teriam desistido, aliás, foi isso que a maioria fez, mas Robert John Godfrey seguiu em frente, deixando de lado as grandes gravadoras e persistindo com o grupo através de selos menores e até aceitando funcionar como banda de apoio no álbum de estreia da cantora new wave Kim Wilde para se manter sempre na ativa.

Só no final da década de 90 o Enid se separou, mas Robert reformaria o grupo em 2007… e, em 2016, quando anunciou que estava com a doença de Alzheimer, ele deixou os outros integrantes seguirem em frente, acabando por voltar em 2018 e comunicar que talvez o diagnóstico tivesse sido prematuro… mas esses trabalhos mais recentes ficam para outro programa, vamos fechar com mais um pouco da fase clássica desse grupo que chegou tarde, mas continuou firme nos caminhos progressivos…

Vocês ouviram o Enid com “Homouresque”, “The Ring Master”, “Song for Europe” e “Something Wicked This Way Comes” …

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE ENID

BG – DEATH, THE REAPER

1. FOOL / THE FALLING TOWER – 6:18

2. THE DEVIL – 4:17

3. IN THE REGION OF THE SUMMER STARS – 6:19

4. MAYDAY GALLIARD – 6:09

BG – CHILDE ROLAND

TOTAL – 23:03

THE ENID

BG – TALLEST DWARF IN THE WORLD

5. HOMOURESQUE – 6:16

6. THE RING MASTER – 5:42

7. SONG FOR EUROPE – 4:19

8. SOMETHING WICKED THIS WAY COMES – 10:15

BG –  BRIGHT STAR

TOTAL: 26:32

TOTAL GERAL – 49:35

Ouça o Art Rock comLiquid The Enid que foi ao ar no dia 09/02/2019, clicando aqui.

Sensational Alex Harvey Band

Posted in Programas with tags on 04/02/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos homenagear o baterista Ted McKenna, da lendária Sensational Alex Harvey Band, que deixou o nosso plano da realidade no começo de 2019…

Edward “Ted” McKenna fez parte de muitos grupos… no começo dos anos 70, ele estava no Dream Police, que encerrou atividades em 71, e foi aí que ele passou a integrar o Tear Gas, do guitarrista Zal Cleminson, que já tinha lançado o álbum “Piggy Go Getter” e estava tentando, sem muito sucesso, se firmar no cenário musical de Glasgow, na Escócia…

Em 71 eles lançariam o álbum “Tear Gas”, que também não chegou a chamar a atenção, mas contava com a colaboração do primo de Ted, Hugh McKenna, nos teclados, e também de um convidado especial, o carismático vocalista Alex Harvey, que participava de uma faixa e já era uma figura conhecida no rock escocês.

Com uma longa carreira, que havia começado com bandas de skiffle nos anos 50, Alex Harvey acabaria assumindo o controle do Tear Gas, que se transformaria na Sensational Alex Harvey Band em 72, adotando uma estética única e teatral que se combinava com uma sonoridade rica, misturando elementos de blues, soul, rock e até de vaudeville… vamos conferir um pouco dos álbuns “Framed” de 72, “Next” de 73 e “Tomorrow Belongs to Me” de 75.

Vocês ouviram “Hammer Song”, “Isobel Goudie”, “The Last of the Teenage Idols”. “Action Strasse”, “Tomorrow Belongs to Me” e “To be Continued”, com a Sensational Alex Harvey Band.

A gente volta já…

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E nós continuamos com a Sensational Alex Harvey Band, que teve muita repercussão no rock britânico dos anos 70, mas não chegou a ser muito conhecida fora da Europa…

Em 76 Alex deixou o grupo, e eles lançaram o álbum “Fourplay” como um quarteto… mas depois ele voltaria para um último álbum, “Rock Drill” de 77… o guitarrista Zal Cleminson iria para o Nazareth, Ted iria tocar com Rory Gallagher, depois Greg Lake, o Michael Schenker Group e até Ian Gillan… ele também formaria o seu próprio projeto, o McKenna’s Gold, nos anos 80…

Em 82 Alex Harvey atravessou a barreira do hiperespaço, mas seus antigos companheiros voltariam a se reunir nos anos 90, primeiro como The Party Boys, e contando com vários vocalistas, incluindo Dan McCafferty, Steve Doherty e até Fish… no fim eles voltariam a adotar o nome Sensational Alex Harvey Band…

Eles voltariam a se reunir outras vezes… e lançariam em 2006 o álbum “Zalvation: Live in the 21st Century”… Ted Mckenna e o baixista Chris Glenn voltariam recentemente a integrar o grupo de Michael Schenker, para as tours e para o álbum “Ressurrection” de 2018, que contou também com os vocalistas Gary Barden, Graham Bonnet & Robin McAuley… esta seria a última gravação de Ted, mas ela fica para outro programa… vamos fechar com mais um pouco da Sensational Alex Harvey Band.

Vocês ouviram a Sensational Alex Harvey Band com “The Faith Healer”, “Hammer Song” e “Vambo”… faixas extraídas de seu álbum “Zalvation: Live in the 21st Century”, lançado em 2006 com o vocalista Max Maxwell…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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SAHB

BG – SWAMPSNAKE

1. ISOBEL GOUDIE – 7:30

2. NEXT – 4:04

3. THE LAST OF THE TEENAGE IDOLS – 7:18

4. ACTION STRASSE – 3:17

5. TOMORROW BELONGS TO ME – 3:47

6. TO BE CONTINUED – 0:57

BG – GANG BANG

TOTAL – 26:53

SAHB

BG – COMPLIMENTS TO THE CHEF

1. THE FAITH HEALER – 7:00

2. HAMMER SONG – 7:05

3. VAMBO – 8:36

BG –  BOSTON TEA PARTY

TOTAL: 22:41

TOTAL GERAL – 49:35

Ouça o Art Rock comLiquid Sensational Alex Harvey Band que foi ao ar no dia 02/02/2019, clicando aqui.

Earth and Fire

Posted in Programas with tags on 01/02/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje teremos no programa um dos mais importantes grupos do progressivo holandês, o genial Earth and Fire…

Formado em Haia, na Holanda, em 1968, o Earth and Fire se chamava originalmente Opus Gainfull e era uma criação dos irmãos gêmeos Chris e Gerard Koerts, que antes haviam tocado no Swinging Strings… eles queriam um vocal feminino para o seu novo projeto, mas a vocalista Manuela Berloth (que usava o nome Lysette) teve problemas de saúde e a sua substituta acabou sendo a poderosa Jerney Kaagman, que se tornaria uma das marcas da sonoridade do grupo.

Os primeiros singles tiveram uma ótima repercussão e o primeiro álbum, lançado em 1970 também foi muito bem recebido… a partir daí o som evoluiria para um prog sinfônico dominado pelos mellotrons e renderia dois álbuns clássicos: “Song of the Marching Children” de 71 e “Atlantis” de 73.

Mas, embora a proposta sonora tivesse ficado mais elaborada, incluindo álbuns conceituais e longas suites, isso não significou a perda do sucesso… era o começo dos anos 70 e o som progressivo ainda recebia destaque na mídia, ampla divulgação e era celebrado em todo o mundo… o Earth and Fire se manteria como um das mais bem sucedidos grupos holandeses da sua geração… vamos começar o programa com faixas dos álbuns “Earth and Fire” e “Song of the Marching Children”…

Vocês ouviram “Wild and Exciting”, “Ruby is the One” e “Song of the Marching Children” com o Earth and Fire.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar com o Earth and Fire, que mudaria muito o seu som no final dos anos 70, deixando de lado o progressivo para manter o sucesso comercial.

O álbum “The The World of the Future” seria lançado em 75, mantendo a proposta dos trabalhos anteriores… mas o Earth and Fire continuava lançando singles de grande sucesso, que atingiram o topo das paradas europeias, chegando ao ponto de ser conhecido como a “fábrica de hits” na Holanda… e isso seria um problema quando começaram as mudanças do mercado musical na segunda metade dos anos 70.

Pressionado para manter a sua produção contínua de sucessos, o grupo começou a fraquejar e acrescentar elementos mais abertamente comerciais ao seu som, o que lhes garantiu o lugar nas paradas na virada para a década de 80, com álbuns de sucesso como “Reality Fills Fantasy” de 79, “Andromeda Girl” de 81 e “In a State of Flux” de 82…

Mas os irmãos Koerts começaram a perder o intresse… Chris saiu em 79… e, apesar do sucesso, Gerard e Jerney dissolveriam o grupo em 83… ela ainda tentaria retornar no final da década, lançando o álbum “Phoenix” em 89, mas os gêmeos não participaram desse esforço, que em vez disso contou com Ton Scherpenzeel do Kayak… mas vamos fechar o programa com mais um pouco da fase clássica do Earth and Fire…

Vocês ouviram o Earth and Fire com “Atlantis” e “Voice from Yonder”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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EARTH AND FIRE

BG – SEASONS

1. WILD AND EXCITING – 4:30

2. RUBY IS THE ONE – 3:28

3. SONG OF THE MARCHING CHILDREN – 18:23

BG – IN THE MOUNTAINS

TOTAL – 26:21

EARTH AND FIRE

BG – FANFARE

1. ATLANTIS – 16:22

2. VOICE FROM YONDER – 7:01

BG – MAYBE TOMORROW, MAYBE TONIGHT

TOTAL: 23:23

TOTAL GERAL – 49:44

Ouça o Art Rock comLiquid Earth and Fire que foi ao ar no dia 26/01/2019, clicando aqui.

Detective & Luis Alberto Machado

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 23/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer o trabalho de dois tecladistas representando extremos do espectro musical do prog rock… começando com Tony Kaye, um dos membros fundadores do grande Yes.

Anthony John Selvidge já havia participado de muitos grupos em meados dos anos 60, quando aceitou o convite do Mabel Greer’s Toyshop para participar de um novo projeto psicodélico que evoluiria para se transformar no Yes… e ele ajudaria a formar a sonoridade da primeira fase do grupo, até ser substituído por Rick Wakeman em 71.

Nos anos seguintes, Tony Kaye participaria do grupo Flash, formado pelo primeiro guitarrista do Yes, Peter Banks… depois ele formaria o Badger, antes de se mudar para os Estados Unidos e integrar o grupo Detective do vocalista e ator Michael Des Barres, mais conhecido do público por interpretar o papel do vilão Murdoc na série MacGyver.

Depois Tony Kaye entraria para o Badfinger… e, é claro, faria parte da bem sucedida volta do Yes nos anos 80, no mega-platinado álbum “90125” de 83 e nos vários trabalhos que se seguiram… mais recentemente ele formaria o CIRCA com Billy Sherwood… e voltaria ao Yes para participar da edição de 2018 do cruzeiro progressivo “Cruise to the Edge”… mas, para o programa de hoje, vamos trazer um pouco da sua passagem pelo grupo de hard rock Detective, no final dos anos 70…

Vocês ouviram “Recognition”, “Nightingale”, “Ain’t none of your Business”, “Competition” e “Warm Love” com o Detective, de Michael Des Barres e Tony Kaye.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer uma indicação do nosso amigo Rubens Sílvio da RST Radio Rock: o tecladista Luís Alberto Machado, um músico que já participou de muitos grupos, mas que escolheu divulgar o seu trabalho autoral sem percorrer o caminho normal das gravadoras e outras armadilhas da indústria cultural…

Nascido nos Açores em 1953, Luís Alberto Machado mora há cinco décadas no Brasil e, desde os anos 70, se envolveu com grupos da região de Campinas como os Riders e o Tio Mellius… e, mais recentemente o Blue Gas e o Sticky Fingers… musicalmente, ele trabalharia com sonoridades variadas, mas o apelo da música progressiva acabou por conduzi-lo a uma produção própria.

No entanto, Luís Alberto não seguiria uma carreira convencional, vinculada à rotina dos contratos com gravadoras, lançamento de CDs e excursões acertadas com managers e outros agentes culturais economicamente motivados… em vez disso, ele buscou uma estratégia diferente: compondo, gravando e lançando seus trabalhos por meio de mídias alternativas…

Vamos conferir um pouco do trabalho desse talentoso e prolífico tecladista que temos grande prazer de trazer aqui no programa… e que nos enviou uma mensagem especial só para os ouvintes do Art Rock…

Vocês ouviram Luís Alberto Machado com “The Man Without Soul”, “Firefly Forest” e “Ó Mar Salgado”… essa última uma versão progressiva para o soneto do grande Fernando Pessoa…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao tecladista Luís Alberto Machado pela sua colaboração na 2ª. Parte do programa de hoje… aos nossos ouvintes: obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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DETECTIVE

BG – ONE MORE HEARTACHE

1. RECOGNITION – 4:32

2. NIGHTINGALE – 4:55

3. AIN’T NONE OF YOUR BUSINESS – 4:32

4. COMPETITION – 4:39

5. WARM LOVE – 5:24

BG – DEEP DOWN

TOTAL – 24:02

LUÍS ALBERTO MACHADO

BG – MEMORIES OF IMPROBABLE STONES

1. SAUDAÇÕES ART ROCK – 0:46

2. THE MAN WITHOUT SOUL – 6:20

3. FIREFLY FOREST – 7:29

4. Ó MAR SALGADO – 10:42

BG – BLANKA LUNO

TOTAL: 25:17

TOTAL GERAL – 49:19

Ouça o Art Rock comLiquid Detective & Luis Alberto Machado que foi ao ar no dia 19/01/2019, clicando aqui.

The Moody Blues

Posted in Programas with tags on 15/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grupos fundadores do rock progressivo que continua em atividade mais de cinco décadas depois do seu nascimento… The Moody Blues.

Já trouxemos muitas vezes os Moodies aqui no programa, e eles estão entre os mais conhecidos e celebrados membros da primeira geração do prog. rock… por isso hoje teremos uma fase da longa carreira do grupo que hoje recebe menos destaque, apesar de ter sido muito bem sucedida na época…

Estamos nos referindo ao período que marcou a reunião do grupo, depois da fase em que se dedicaram a trabalhos solo, entre 1974 e 77… na época, chegou-se a especular que eles haviam realmente se separado, mas tudo parecia ter se resolvido quando a Decca anunciou um novo álbum… e ele chegou a ser gravado, mas seria o último com a formação clássica dos Moody Blues…

A gravação do álbum “Octave” teve que ser feita nos Estados Unidos pois o tecladista Mike Pinder havia se mudado para lá… durante as gravações,  as tensões internas chegaram ao ponto de ruptura… e, como ele era o grande responsável pela sonoridade sinfônica do grupo, a sua saída representava a perda de um força criativa logo depois do lançamento do disco de retorno… vamos conferir um pouco desse momento de crise dos Moody Blues…

Com The Moody Blues vocês ouviram “Steppin’in a Slide Zone”, “I’ll Be Level with You”, “Driftwood”, “One Step into the Light” e “The Day we meet Again”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o começo de uma fase bem sucedida, mas não muito celebrada dos velhos Magnificent Moodies… após a entrada do tecladista Patrick Moraz…

Com a saída de Mike Pinder logo antes da tour para o álbum “Octave” o grupo ficou em uma situação difícil… mas, nesse momento, o Yes havia dispensado Patrick Moraz e ele foi chamado para acompanhar a excursão mundial… uma passagem que se tornaria permanente quando foi anunciado que ele seria oficialmente o novo tecladista dos Moody Blues.

Mike Pinder chegou a entrar na justiça, alegando que havia deixado claro que só não estava interessado em excursionar, mas que não havia sido informado de seu desligamento e continuava a se considerar um membro dos Moodies… só que sua reação foi ignorada, ele perdeu o processo e nunca mais voltaria a integrar o grupo.

E a nova fase com Patrick Moraz seria uma das mais bem sucedidas dos Moody Blues, com os álbuns “Long Distance Voyager” de 81 e “The Present” de 83 chegando ao topo das paradas nos dois lados do Atlântico… e é um pouco desse período que nós vamos trazer para essa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “The Voice”, “22,000 days”, “Veteran Cosmic Rocker”, “Blue World” e “Sorry” com The Moody Blues.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… …tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE MOODY BLUES

BG – UNDER MOONSHINE

1. STEPPIN’IN A SLIDE ZONE – 5:27

2. I’LL BE LEVEL WITH YOU – 3:46

3. DRIFTWOOD – 5:02

4. ONE STEP INTO THE LIGHT – 4:26

5. THE DAY WE MEET AGAIN – 6:17

BG – HAD TO FALL IN LOVE

TOTAL – 24:56

THE MOODY BLUES

BG – GOING NOWHERE

6. THE VOICE – 5:22

7. 22,000 DAYS – 5:26

8. VETERAN COSMIC ROCKER – 3:19

9. BLUE WORLD – 5:20

10. SORRY – 5:03

BG – TALKING OUT OF TURN

TOTAL: 24:30

TOTAL GERAL – 50:26

Ouça o Art Rock comLiquid The Moody Blues que foi ao ar no dia 12/01/2019, clicando aqui.

Liquid Tension Experiment

Posted in Programas with tags on 08/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um supergrupo formado nos anos 90 por integrantes do Dream Theater, King Crimson e Dixie Dregs… o Liquid Tension Experiment…

Essa união de talentos foi uma iniciativa do baterista Mike Portnoy, do Dream Theater, que começou convidando o sempre disponível baixista Tony Levin do grande King Crimson e também o tecladista Jordan Rudess, que nessa época estava substituindo temporariamente Terry Lavitz nos Dixie Dregs…

Na verdade, Jordan já havia chamado a atenção do pessoal do Dream Theater quando tinha sido escolhido o “Best New Talent” de 1994 pela Keyboard Magazine, depois do seu álbum solo “Listen”… por isso, quando a gravadora Magna Carta ofereceu a Mike oportunidade de montar um supergrupo, o tecladista esteve entre suas primeiras escolhas.

Para completar o time, Mike Portnoy acabou chamando seu colega John Petrucci do Dream Theater… e o novo grupo foi oficialmente montado em 97, com o nome de Liquid Tension Experiment… vamos conferir um pouco dos dois primeiros trabalhos de estúdio do grupo, lançados pela Magna Carta em 98 e 99.

Vocês ouviram “Paradigm Shift”, “Universal Mind” e “Acid Raing” com o Liquid Tension Experiment.

A gente volta já…

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Vamos continuar trazendo mais um pouco do LTE… que também existiu em uma versão reduzida, o Liquid Trio Experiment.

No final dos anos 90 Jordan Rudess passou a integrar oficialmente o Dream Theater… com isso, o terceiro álbum do Liquid Tension Experiment acabou sendo abortado e o grupo foi deixado de lado por um tempo… só anos mais tarde Mike Portnoy resgataria gravações de sobras de estúdio e material ainda da época do segundo álbum… e o resultado seria “Spontaneuous Combustion”, lançado em 2007.

O álbum continha faixas gravadas na maior parte durante a ausência do guitarrista John Petrucci, por isso a sigla LTE ganhou um significado diferente: Liquid Trio Experiment… uma clássica confusão típica de grupos progressivos… e daí para frente as coisas continuaram nesse ritmo.

Em 2008 eles fariam uma tour que renderia uma caixa com CDs e DVDs… em 2009 seria mais um lançamento do Liquid Trio Experiment, dessa vez com uma formação sem o tecladista Jordan Rudess, um registro ao vivo que recebeu o apropriado título “When the Keyboard Breaks”… e ecos do LTE de quando em quando ainda voltam a ser ouvidos até hoje… mas vamos fechar com material da box “Live 2008”…

Com o LTE vocês ouviram “Biaxident”, “Rhapsody in Blue” e “Liquid Anthrax”, essa última com a participação especial do baterista Charlie Benante do grupo de heavy metal Anthrax…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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LTE

BG – FREEDOM OF SPEECH

1. PARADIGM SHIFT – 8:55

2. UNIVERSAL MIND – 7:53

3. ACID RAIN – 6:36

BG – OSMOSIS

TOTAL – 23:24

LTE

BG – KINDRED SPIRITS

4. BIAXIDENT – 7:39

5. RHAPSODY IN BLUE – 13:25

6. LIQUID ANTHRAX – 4:55

BG – STATE OF GRACE

TOTAL: 25:59

TOTAL GERAL – 49:25

Ouça o Art Rock comLiquid Tension Experiment que foi ao ar no dia 05/01/2019, clicando aqui.

Tony Banks

Posted in Programas with tags on 04/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer uma figura importante do progressivo que, apesar da importância, não costuma ter muito destaque… o tecladista Tony Banks, do Genesis.…

Juntamente com Mike Rutherford, Tony Banks é um dos dois únicos membros constantes do Genesis, desde a fundação do grupo em 1967… e, desde o começo, ele foi uma das forças por trás da sonoridade do grupo, ajudando a criar a rica malha melódica que enriquecia e conduzia a poética preciosa, complementada nos shows pela estética delirante e teatral de Peter Gabriel.

E seriam Banks e Rutherford os responsáveis, em grande parte, pela sobrevivência do Genesis, mantendo-o como um trio junto de Phil Collins… mas ele também se dedicaria a trabalhos solo, começando em 78 com o álbum “A Curious Feeling”, tendo a companhia do vocalista Kim Beacon do grupo folk String Driven Thing e também do baterista Chester Thompson, que acompanhava os shows ao vivo do Genesis.

Ele também começaria a trabalhar com trilhas para cinema, mas não deixaria de lado seus compromissos com o Genesis, e nem a sua carreira solo, lançando “The Fugitive” em 83… mas o resto dos anos 80 seriam dominados pelo sucesso da fase mais comercial do Genesis… só em 91 ele voltaria com o álbum “Still”… e, nessa primeira parte do programa, vamos conferir um pouco desses trabalhos de Tony Banks…

Vocês ouviram Tony Banks com “From the Undertow”, “A Curious Feeling”, “Somebody Else’s Dream” e “Another Murder of a Day”, essa última com o vocal de Fish…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco da carreira de Tony Banks… que continuou ativo depois que o Genesis anunciou o encerramento de atividades em 2007.

Além da carreira solo Tony Banks formou dois grupos nos intervalos das fases mais movimentadas com o Genesis… o primeiro foi Bankstatement, que contava com nada menos que o grande Steve Hillage na guitarra… mas, apesar do pedigree, essa foi uma investida que não chegou a ter a repercussão dos Mechanics de Mike Rutherford…

Com apenas um álbum homônimo lançado em 89, o Bankstatement não duraria muito tempo… mas Tony Banks tentaria de novo, formando o projeto Strictly Inc. junto com o vocalista Jack Hues do grupo new wave Wang Chung… e mais uma vez o resultado seria um único álbum lançado em 95.

Em 2004, e novamente em 2012, o tecladista lançaria dois trabalhos com composições para orquestra… primeiro foi “Seven” com a Filarmônica de Londres e depois “Six Pieces for Orchestra” com a Filarmônica de Praga… e essa nova fase, voltada para a música sinfônica, renderia em 2018 o álbum “5”, mas esses trabalhos ficam para outro programa, vamos fechar trazendo faixas do Bankstatement e do Strictly Inc.

Vocês ouviram as faixas “Queen of Darkness” e “Thursday the Twelft” com o Bankstatement e “An Island in the Darkness” com o Strictly Inc.…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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TONY BANKS

BG – FOREVER MORNING

1. FROM THE UNDERTOW – 2:47

2. A CURIOUS FEELING – 3:59

3. SOMEBODY ELSE’S DREAM – 7:50

4. ANOTHER MURDER OF A DAY – 9:04

BG – THE LIE

TOTAL – 23:40

TONY BANKS

BG – I’LL BE WAITING

5. QUEEN OF DARKNESS – 4:27

6. THURSDAY THE TWELFTH – 4:49

7. AN ISLAND IN THE DARKNESS – 17:21

BG – RAINCLOUD

TOTAL: 26:37

TOTAL GERAL – 50:17

Ouça o Art Rock com Tony Banks que foi ao ar no dia 29/12/2018, clicando aqui.