Brand X

Posted in Programas with tags on 16/09/2016 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 10-09-2016, foi um reprise com o Brand XConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

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Iron Butterfly

Posted in Programas with tags on 13/09/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer um dos grupos mais influentes da geração psicodélica americana, considerado um dos fundadores da linguagem do rock pesado nos distantes anos 60… o Iron Butterfly.

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Faz algum tempo que a velha Borboleta de Ferro não marcava presença aqui no Art Rock… a última vez foi justamente em 2012, ano em que o grupo perdia dois de seus membros mais carismáticos, o guitarrista Larry “Rhino” Reinhardt e o baixista Lee Dorman… ambos também membros fundadores do genial Captain Beyond, junto de Rod Evans, o primeiro vocalista do Deep Purple.

Mas a história desse grupo lendário começou muito antes, em 66, em San Diego na Califórnia… com uma turma de garotos centrados em torno das alugações do tecladista e vocalista Doug Ingle… a formação mudava bastante, mas com a entrada do vocalista Darryl DeLoach eles passaram a ensaiar na garagem dos pais dele… e quando o baterista Ron Bushy entrou para o grupo eles tinham a sua própria identidade.

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Em outubro de 67 eles conseguiram gravar um álbum pelo selo ATCO, mas a demora para ser lançado desanimou os garotos e o Iron Butterfly já tinha uma nova formação quando “Heavy” chegou às lojas em 68… Ingle e Bushy continuavam, e ao seu lado estavam o guitarrista Erik Braunn e o baixista Lee Dorman… essa seria a formação responsável pela genial fase iniciada no álbum seguinte: “In-a-Gadda-da-Vida” de 68.

Vocês ouviram “Possession”, “Unconscious power”, “Iron Buttlerfly Theme”, “Most anything you want”, “Flowers and beads” e “Are you happy?” com o Iron Butterfly.

A gente volta já.

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Nós vamos continuar trazendo um pouco do grande Iron Butterfly, um dos grupos seminais do rock dos anos 60, que ajudou a fazer a ponte entre a psicodelia e o rock pesado…

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“In-a-Gadda-da-Vida”… que significa “In the Garden of Eden”, isto é: No Jardim do Eden… foi um trabalho marcante em vários sentidos… além da força da sua sonoridade dominada pelas frases e riffs de órgão e guitarra, o álbum introduzia na sua faixa título de 17 minutos uma nova forma de composição dentro do rock…

Em “A quick one”, de 66, Pete Townsend do Who anunciava a possibilidade da ópera rock em uma faixa de 9 minutos composta por segmentos que eram verdadeiras árias… mas, em “In-a-Gadda-da-Vida” o Iron Butterfly construía uma composição contínua, evoluindo não de forma segmentada, e sim através de variações temáticas construídas na execução da própria música…

Era uma exploração jazzística típica da psicodelia californiana, mas que ganhava cores sombrias no órgão hammond de Doug Ingle, e anunciava uma era que estava por vir, nos anos 70… vamos fechar com essa faixa antológica do segundo álbum do Iron Butterfly e também com um pouco de seu trabalho seguinte, “Ball” de 69…

Vocês ouviram “In-a-Gadda-da-Vida”, “In the time of our lives” e “Soul experience”, com o Iron Butterfly.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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IRON BUTTERFLY

BG – FIELDS OF THE SUN

1. POSSESSION – 2:47

2. UNCONSCIOUS POWER – 2:32

3. IRON BUTTERFLY THEME – 4:35

4. MOST ANYTHING YOU WANT – 3:42

5. FLOWERS AND BEADS – 3:07

6. ARE YOU HAPPY – 4:31

BG – TERMINATION

TOTAL – 21:14

IRON BUTTERFLY

BG – HER FAVORITE STYLE

7. IN-A-GADDA-DA-VIDA – 17:03

8. IN THE TIME OF OUR LIVES – 4:52

9. SOUL EXPERIENCE – 2:54

BG – REAL FRIGHT

TOTAL: 24:45

TOTAL GERAL – 45:59

Ouça o Art Rock com Iron Butterfly que foi ao ar no dia 27/08/2016, clicando aqui.

Peter Gabriel

Posted in Programas with tags on 13/09/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos outra presença frequente no Art Rock, uma das figuras mais emblemáticas do progressivo… o genial vocalista Peter Gabriel.

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Naturalmente que podemos deixar de lado as apresentações, pois, além de fundador do Genesis, Peter Brian Gabriel também é dono de uma rica carreira, com trabalhos antológicos nas mais variadas linhagens musicais, indo do progressivo ao pop e ao chamado worldbeat.

E, como já fazia algum tempo que não trazíamos o velho Gabriel ao nosso programa, vamos começar com um pouco do início da sua carreira solo, no final dos anos 70 e começo dos 80, quando ele ainda estava firmemente ligado ao paradigma do prog rock e contava com colaborações de amigos como Robert Fripp e Phill Collins.

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Nessa época, em meio ao furação punk, Gabriel era um dos raros exemplos de sucesso entre as estrelas da fase áurea do progressivo, que logo passariam a ser chamadas de “dinossauros do rock”… e ele conseguiu se afirmar como artista solo sem fazer concessões, com trabalhos consistentes que tinham como título apenas a sua ordem numérica… fiquem com um pouco dos álbuns “II” e “IV”… também conhecidos como: “Scratch” e “Security”.

Com Peter Gabriel vocês ouviram “On the air”, “San Jacinto”, “I have the touch” e “Shock the monkey”.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer dois momentos da carreira de Peter Gabriel nos anos 80, quando estava entre os mais bem sucedidos prog rockers sobreviventes… e sem perder a sua criatividade…

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Para os roqueiros mais velhos, a década de 80 foi uma fase em que os grandes nomes das décadas anteriores pareciam perdidos em trabalhos pouco inspirados… mas havia exceções, e Peter Gabriel estava entre elas… seu álbum “So” de 1986 foi um dos discos da década, atingindo o topo das paradas em todo o mundo, mas com um pop rock elaborado, cheio de camadas sobrepostas, que mostrava que era possível fazer sucesso comercial sem recorrer a completas banalidades.

Com arranjos e linhas melódicas complexas, o álbum “So” tinha ainda temas típicos da sensibilidade de Gabriel e já apontava para a direção que ele tomaria em seus trabalhos seguintes… como “Passion”, a genial trilha para o polêmico filme “A última tentação de Cristo” de Martin Scorsese… outro trabalho premiado e de grande sucesso.

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As muitas faces de Peter Gabriel continuam a tentar dar cor e sentido à nossa melancólica realidade… e ele continua em plena atividade… vamos fechar com faixas dos álbuns “So” de 86 e “Us” de 92…

Vocês ouviram “Red Rain”, “Sledgehammer”, “Don’t give up”, que foi um dueto com Kate Bush e, para fechar, “Come talk to me”, com Peter Gabriel.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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PETER GABRIEL

BG – PERSPECTIVE

1. ON THE AIR – 5:28

2. SAN JACINTO – 6:23

3. I HAVE THE TOUCH – 4:32

4. SHOCK THE MONKEY – 5:25

BG – MOTHER OF VIOLENCE

TOTAL – 21:48

PETER GABRIEL

BG – IN YOUR EYES

5. RED RAIN – 5:39

6. SLEDGEHAMMER – 5:16

7. DON’T GIVE UP – 6:33

8. COME TALK TO ME – 7:03

BG – BIG TIME

TOTAL: 24:31

TOTAL GERAL – 46:19

Ouça o Art Rock com Peter Gabriel que foi ao ar no dia 20/08/2016, clicando aqui.

King Crimson

Posted in Programas with tags on 23/08/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa um dos grupos fundamentais do rock progressivo… o grande King Crimson.

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O velho rei é um dos criadores da linguagem progressiva… e continua em atividade, depois de bem mais de quatro décadas em que seu líder, o genial guitarrista Robert Fripp, reinventou o grupo muitas vezes, ao mesmo tempo em que construía um legado que permanece influenciando gerações de músicos nos mais diversos estilos do prog. rock…

Na verdade não precisamos dizer nada disso, pois o King Crimson é mais do que uma presença frequente no Art Rock, já que está no próprio tema do programa… mas a sua vasta discografia tem muitos grandes momentos… e hoje selecionamos três trabalhos essenciais, que capturam a primeira transição do grupo, com a saída do baixista e vocalista Greg Lake para integrar o Emerson, Lake and Palmer.

Apesar do momento atribulado e das mudanças de formação, o King Crimson ainda conseguia mostrar toda a força da sua proposta musical, onde peso e suavidade se mesclavam em meio à poética delirante de Peter Sinfield… vamos começar conferindo um pouco do seu segundo álbum, “In the Wake of Poseidon” de 1970… o último da primeira fase do grupo.

Com o King Crimson vocês ouviram “Pictures of a city”, “Cadence and cascade”, “In the wake of Poseidon” e “Peace – a theme”.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo agora um pouco do período de transição do King Crimson, que iria durar dois álbuns e prepararia o terreno para a fase com John Wetton no baixo e vocais.

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Com a saída de Greg Lake, Robert Fripp chamou o seu velho colega de escola, Gordon Haskell, para integrar o grupo como baixista e vocalista… e ele até já havia participado dos vocais da faixa “Cadence and Cascade” de “In the Wake of Poseidon”… mas seu potencial seria aproveitado mesmo no álbum seguinte… “Lizard”, que foi lançado ainda em 1970.

O flautista e saxofonista Mell Collins e o baterista Andy McCulloch, que haviam tocado como convidados passaram a integrar o grupo… e Fripp ainda contou com a ajuda de Jon Anderson do Yes… o resultado foi um trabalho que soava diferente dos dois primeiros álbuns do King Crimson… mas essa formação não iria longe, pois Haskell e McCulloch sairiam pouco tempo depois.

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Tanto Elton John como Brian Ferry chegaram a ser cogitados para os vocais… e também John Wetton, que na época preferiu continuar no Family… assim os vocais ficaram para Boz Burrell, que havia tocado com Fripp no grupo Centipede… e a nova formação lançaria em 71 o álbum “Islands”… vamos ouvir um pouco desses dois trabalhos da fase de indefinição do King Crimson…

Vocês ouviram “Happy Family”, “Lady of the dancing water”, “Prince Rupert Awakes”, “Formentera Lady” e “Sailor’s tale” com o King Crimson.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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KING CRIMSON

BG – CAT FOOD

1. PICTURES OF A CITY – 8:01

2. CADENCE AND CASCADE – 4:37

3. IN THE WAKE OF POSEIDON – 8:28

4. PEACE (A THEME) – 1:16

BG – THE DEVIL’S TRIANGLE

TOTAL – 22:20

KING CRIMSON

BG – INDOORS GAMES

5. HAPPY FAMILY – 4:23

6. LADY OF THE DANCING WATER – 2:50

7. PRINCE RUPERT AWAKES – 2:50

8. FORMENTERA LADY – 10:18

9. SAILOR’S TALE – 7:33

BG – PRELUDE SONG OF THE GULLS

TOTAL: 26:54

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com King Crimson que foi ao ar no dia 06/08/2016, clicando aqui.

Dead Can Dance

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um tributo a um grupo antológico dos anos 80 e 90… o genial Dead Can Dance…

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Já trouxemos muitas vezes no Art Rock esse grupo criado na Austrália, mas radicado na Inglaterra… hoje, porém, vamos apresentar um projeto diferente: a coletânea “The Lotus Eaters”, um tributo reunindo grupos góticos, da chamada darkwave e até do heavy e black metal… todos reimaginando a solene melancolia da obra de Lisa Gerrard e Brendan Perry.

O nome “Comedores de Lótus” foi extraído de uma faixa do Dead Can Dance… uma composição feita em 98 que acabaria só sendo disponível em uma box-set e na coletânea “Wake” de 2003… mas a expressão é também uma citação tirada de um dos episódios da “Odisséia” de Homero… e do célebre poema de Lord Tennyson sobre o futilidade dos esforços humanos ante a promessa sóbria, mas plácida, do abandono final.

Lançada em 2004, essa coletânea trouxe sonoridades distintas, reunidas apenas na direção que deram à sua música nas faixas selecionadas para o tributo… e vamos começar trazendo o grupo sueco Arcana, depois é a vez da dupla formada por Dan Lilker (do Nuclear Assault e Anthrax) e Lisa Sehreib… e, na sequência, a banda norueguesa Trail of Tears e os americanos do Amber Asylum e do Ephemeral Sun…

Com o Arcana vocês ouviram “In the Wake of Adversity”, depois foi “Cantara” com a dupla Danny Lilker e Lisa Sehreib, “The Arcane” com o Trail of Tears, “Cardinal Sin” com o Amber Asylum e “Avatar” com o Ephemeral Sun.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo agora um pouco do tributo “The Lotus Eaters”, que homenageia o grande Dead Can Dance, que se separou nos anos 90, mas voltaria à atividade em 2011…

Mesmo depois que deixaram de ser um casal, Lisa Gerrard e Brendan Perry continuaram a trabalhar juntos, mostrando que a sua relação não era feita só de promessas vazias… mas, em 98, enquanto parecia que a dupla estava preparando um novo álbum, foi anunciado o fim do Dead Can Dance, e levaria alguns anos para eles voltarem a se reunir.

Com o tempo, o contínuo interesse pelo grupo, assim como a repercussão de tributos como “The Lotus Eaters”, que foi lançado em 2004, acabariam por levar a um retorno… em 2005 eles fizeram uma tour concorrida pela Europa e Estados Unidos, mas essa volta não foi muito longe… só em 2011 é que uma reunião formal foi anunciada, com novas tours e o álbum “Anastasis”, lançado em 2012…

E, para essa segunda parte, nós selecionamos primeiro os ingleses do Antimatter, depois o grupo holandês The Gathering, seguido do Nightfall, da Grécia… e, para fechar, o multinacional Subterranean Masquerade…

Vocês ouviram o Antimatter com “Black Sun”, depois foi The Gathering com “In Power We Entrust The Love Advocated”, o Nightfall com “The Ubiquitous Mr. Lovegrove” e o Subterranean Masquerade com “Summoning Of The Muse (Deconstructed)”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE LOTUS EATERS TRIBUTE TO DEAD CAN DANCE

BG – PERSEPHONE – SPIRIT

1. ARCANA – IN THE WAKE OF ADVERSITY – 4:27

2. DAN LILKER & LISA SEHREIB – CANTARA – 5:05

3. TRAIL OF TEARS – THE ARCANE – 4:19

4. AMBER ASYLUM – CARDINAL SIN – 5:42

5. EPHEMERAL SUN – AVATAR – 6:04

BG – FAITH AND THE MUSE – MESMERISM

TOTAL – 25:37

THE LOTUS EATERS TRIBUTE TO DEAD CAN DANCE

BG – JARBOE & THE BLACK PEARL SOCIETY – AMERICAN DREAMING

6. ANTIMATTER – BLACK SUN – 5:25

7. THE GATHERING – IN POWER WE ENTRUST THE LOVE ADVOCATED – 4:04

8. NIGHTFALL – THE UBIQUITOUS MR. LOVEGROVE – 4:56

9. SUBTERRANEAN MASQUERADE – SUMMONING OF THE MUSE (DECONSTRUCTED) – 9:29

BG – DARKWELL – ANYWHERE OUT OF THE WORLD

TOTAL: 23:53

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Dead Can Dance que foi ao ar no dia 13/08/2016, clicando aqui.

Le Orme

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje faremos nossa costumeira passagem pela rica tradição progressiva italiana… com o grupo Le Orme.

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Já trouxemos muitas vezes esse grande nome do prog. italiano no programa, mas sempre vale lembrar que ele surgiu nos subúrbios de Veneza, em 66, e o nome deveria ser originalmente Le Ombre, uma homenagem ao grupo inglês The Shadows… mas deixariam essa ideia de lado, pois não tinha o mesmo significado na língua veneta e, ainda por cima, já havia um outro grupo da região com esse nome.

E seria como Le Orme que eles lançariam seu primeiro álbum, “Ad Glorian”, em 69… mas o serviço militar acabou levando a alguns desfalques no grupo e o estilo psicodélico do seu som também não chamou muita atenção no cenário do rock italiano da época… foi então que o tecladista Tony Pagliuca convence o guitarrista, baixista e vocalista Aldo Tagliapetra e o baterista Michi Dei Rossi a explorarem o que ainda era chamado de pop sinfônico…

O álbum “Collage” de 71 é considerado um dos trabalhos fundadores do prog. italiano, e “Uomo di Pezza” de 72 chegaria ao topo das paradas italianas… era a época em que o progressivo tinha permissão de fazer sucesso, e o álbum conceitual “Felona e Sorona” chegaria a ser lançado na Inglaterra com letras do grande Peter Hammill vamos conferir um pouco desse encontro entre o Le Orme e o Van der Graaf Generator…

Vocês ouviram com Le Orme as faixas “In Between”, “Fellona”, “The Maker”, “Sorona” e “The Balance” …

A gente volta já.

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E agora vamos trazer uma fase mais recente do Le Orme que voltaria a gravar em 1990, retomando um caminho que ainda renderia ótimos trabalhos nas décadas seguintes…
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A volta aos estúdios com o álbum “Orme” de 90 não chegou a ter um grande impacto no cenário ainda modesto do progressivo italiano, que anda estava tentando voltar a se afirmar… em 92 Tony Pagliuca deixaria o grupo, sendo substituído pelo pianista Francesco Sartori e pelo tecladista Michele Bon, mas seria só em 96 que Tagliapetra e Dei Rossi conseguiriam mostrar a força da nova formação com o álbum “Il Fiume”.

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Foi o começo de uma trilogia conceitual complementada pelos álbuns “Elementi” de 2001 e “L’infinito” de 2004, ambos já com Andrea Bassato substituindo Sartori no piano… e nós selecionamos um pouco desse tríptico progressivo do Le Orme para essa segunda parte do Art Rock de hoje…

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Com Le Orme vocês ouviram “Danza dell’acqua”, “Lungo il fiume’, “Danza della Terra”, “Dove tutto E!!”, “L’Infinito” e “La ruota del cielo”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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LE ORME

BG – WEB OF TIME

1. IN BETWEEN – 8:46

2. FELONA – 2:04

3. THE MAKER – 5:45

4. SORONA – 3:52

5. THE BALANCE – 4:14

BG – RETURN TO NAUGHT

TOTAL – 24:40

LE ORME

BG – IL FIUME (PARTE SECONDA)

6. DANZA DELL’ACQUA – 3:02

7. LUNGO IL FIUME – 4:32

8. DANZA DELLA TERRA – 2:23

9. DOVE TUTTO E!! – 4:41

10. L’INFINITO – 5:33

11. LA RUOTA DEL CIELO – 5:41

BG – GRANDE ACQUA

TOTAL: 25:52

TOTAL GERAL – 50:32

Ouça o Art Rock com Le Orme que foi ao ar no dia 30/07/2016, clicando aqui.

Steve Howe

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos um dos grandes guitarristas do prog rock, o genial Steve Howe…

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Stephen James Howe nasceu em Holloway, no norte de Londres, e ele começou no grupo The Syndicats, chegando a gravar um compacto com eles em 64, antes de sair para integrar o Tomorrow, que originalmente se chamava The In Crowd… e participaria da gravação do álbum “Tomorrow” de 68 antes de sair para o Bodast.

Apesar de promissor, o Bodast não conseguiu lançar seu álbum de estreia na época pois a gravadora que tinha o seu contrato foi à falência e o disco acabaria só sendo editado nos anos 80… mas essa fase de incertezas de Howe acabaria quando ele foi convidado para substituir o guitarrista Peter Banks no Yes…

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Claro que o Yes dispensa quaisquer apresentações… e além disso é presença habitual no nosso programa… mas hoje nós vamos fazer uma passagem pela prolífica carreira solo de Steve Howe… começando com um pouco dos seus primeiros trabalhos paralelos, na época em que o Yes estava no auge e ele só queria ter um pouco mais de liberdade criativa, contando é claro com a ajuda de seus colegas do grupo.

Vocês ouviram Steve Howe com “Doors of sleep”, “The nature of the sea”, “Ram”, “Pennants”, “All’s a chord” e “Look over your shoulder”, essa última com o vocal de Clair Hammill… faixas extraídas dos álbuns “Beginnings” de 72 e “The Steve Howe Album” de 79.

A gente volta já.

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E nessa segunda parte do programa vamos trazer dois álbuns de Steve Howe dos anos 90, na época em que ele participava da nova fase progressiva do Yes e também do último álbum da primeira fase do seu outro grupo, o Asia.

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Depois do lançamento do álbum “Union” de 91, em que integrantes da formação clássica do Yes se juntaram aos membros da fase dos anos 80, Steve Howe voltou a integrar o Asia, gravando “Aqua”, que seria lançado em 92… mas, enquanto ficava nesse vai e volta entre os grupos, ele não deixava de lado a sua carreira solo e gravaria excelentes trabalhos, em que mostrava toda a sua habilidade sem ter que se submeter às pressões da gravadora.

Trabalhos como “Turbulance” de 91, “Not Necessarily Acoustic” de 94 e “Homebrew” de 96 foram muito bem recebidos pelo púlbico e crítica, e essa foi uma fase em que Steve Howe manteve sua tradição de ser presença assídua nas capas da Guitar Player, onde já havia sido votado muitas vezes como “The Best Overal Guitarrist”.

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Com uma carreira que já atravessa cinco décadas, Howe permanece como uma das figuras dominantes do progressivo… e, para essa segunda parte do programa, nós selecionamos faixas extraídas dos álbuns “The Grand Scheme of Things” de 93 e “Quantum Guitar” de 98…

Com Steve Howe vocês ouviram “The Grand scheme of things”, “Desire comes first”, “Beautiful ideas”, “The fall of civilization”, “Walk don’t run”, “The collector” e “Momenta”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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STEVE HOWE

BG – SURFACE TENSION

1. DOORS OF SLEEP – 4:09

2. THE NATURE OF THE SEA – 3:58

3. RAM – 1:54

4. PENNANTS – 4:34

5. ALL’S A CHORD – 4:57

6. LOOK OVER YOUR SHOULDER – 5:04

BG – MEADOW RAG

TOTAL – 24:36

STEVE HOWE

BG – WAYWARD COURSE

7. THE GRAND SCHEME OF THINGS – 5:13

8. DESIRE COMES FIRST – 3:41

9. BEAUTIFUL IDEAS – 4:03

10. THE FALL OF CIVILIZATION – 4:10

11. WALK DON’T RUN – 3:05

12. THE COLLECTOR – 3:05

13. MOMENTA – 2:58

BG – THE VALLEY OF ROCKS

TOTAL: 26:14

TOTAL GERAL – 50:50

Ouça o Art Rock com Steve Howe que foi ao ar no dia 23/07/2016, clicando aqui.