Bob Dylan

Posted in Programas with tags on 20/04/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa o grande Bob Dylan, uma das derradeiras genialidades do século XX em meio à árida e sombria paisagem desse século XXI.

Já trouxemos muitas vezes no programa essa figura seminal do rock dos anos 60 que continuaria irrefreável nas décadas seguintes… e claro que não vale a pena perder tempo com apresentações, pois Bob Dylan há muito tempo se transformou em um personagem icônico, um verdadeiro sinônimo da poesia no rock.

Para começar, vamos trazer dois trabalhos geniais que marcaram o seu retorno para a Columbia, em meados dos anos 70, depois de lançar dois álbuns pela Asylum Records… e o resultado desse retorno foi o brilhante “Blood on the tracks” de 75, um trabalho confessional que se tornaria um dos clássicos da carreira de Dylan.

E, em 76, foi a vez de outro grande trabalho, “Desire”, lançado em meio à lendária excursão Rolling Thunder Revue… para essa primeira parte do programa, selecionamos faixas desses dois álbuns, que nos legaram clássicos como “Tangled up in Blue”, “Shelter from the storm” e, é claro, “Hurricane” inspirada numa história que já foi contatada muitas vezes e já virou até filme com Denzel Washington, mas sempre vale lembrar…

Vocês ouviram “Tangled up in blue”, “You’re a big girl now”, “If you see her, say hello”, “Shelter from the storm” e, para fechar, a genial “Hurricane”, o libelo contra o racismo e o abuso de poder da justiça do grande Bob Dylan.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o álbum de 2017 de Bob Dylan, o terceiro de uma série em que ele explorou canções tradicionais com arranjos bem pessoais.

Depois de lançar o aclamado “Tempest” em 2012, Dylan entrou em uma crise criativa… mas, onde outros, muito mais jovens, ficariam em silêncio à espera de suas musas, o velho poeta resolveu aproveitar para iniciar uma fase de reencontro com clássicos da música americana, parte do repertório de Frank Sinatra e outros grandes nomes da geração que antecedeu à era do rock and roll.

O resultado foi um tríptico de álbuns que começou com “Shadows in the night” de 2015 e seria continuado no ano seguinte com “Fallen Angels”… deixando de lado a sua veia poética propriamente dita, Dylan investia no trabalho de arranjo e interpretação de faixas clássicas… ambos os álbuns foram muito bem recebidos e ganharam indicações para o Grammy… ao mesmo tempo em que o velho Bob sobrevivia ao fatídico ano de 2016 e ainda ganhava o Nobel de Literatura.

E em 2017 ele lançaria “Triplicate”, o trigésimo oitavo trabalho de estúdio de sua carreira… e o seu primeiro álbum triplo… outro belo registro na mesma linha dos anteriores, mostrando que Dylan continua em uma busca para reencontrar talvez a sua musa, mas também algo como o eco de uma voz injustamente silenciada, ou ainda o “acorde perdido” de que nos falavam os Moody Blues… e é um pouco dessa procura que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…

Vocês ouviram Bob Dylan com “Autumn Leaves”, “That lucky old Sun”, “All or nothing at all”, “Melancholy mood”, “September of my years”, “Stormy Weather”, “The Best is yet to come” e “When the World was young”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BOB DYLAN

BG – JOEY

1. TANGLED UP IN BLUE – 5:43

2. YOU’RE A BIG GIRL NOW – 4:36

3. IF YOU SEE HER, SAY HELLO – 4:49

4. SHELTER FROM THE STORM – 5:02

5. HURRICANE – 8:32

BG – ONE MORE CUP OF COFFEE

TOTAL –24:06

BOB DYLAN

BG – TRADE WINDS

6. ALTUMN LEAVES – 3:02

7. THAT LUCKY OLD SUN – 3:37

8. ALL OR NOTHING AT ALL – 3:04

9. MELANCHOLY MOOD – 2:53

10. SEPTEMBER OF MY YEARS – 3:26

11. STORMY WEATHER – 3:06

12. THE BEST IS YET TO COME – 2:58

13. WHEN THE WORLD WAS YOUNG – 3:47

BG – ONCE UPON A TIME

TOTAL: 25:53

TOTAL GERAL – 49:59

Ouça o Art Rock com Bob Dylan que foi ao ar no dia 14/04/2018, clicando aqui.

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Ayreon

Posted in Programas with tags on 12/04/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos fazer nossa passagem regular pelo lado mais pesado do progressivo, dessa vez trazendo um dos grandes expoentes… o Ayreon, do multi-instrumentista holandês Arjen Lucassen.

Arjen Anthony Lucassen é um daqueles músicos prolíficos que parece estar sempre envolvido em múltiplos projetos, e o Ayreon é um deles… e, desde o primeiro álbum, “The Final Experiment” de 95, o grupo se definiu tanto por sua proposta estética, voltada para a temática da ficção cientifica, como pelo seu formato: um mega-projeto reunindo inúmeros músicos de várias bandas e países diferentes.

Com raras exceções, todos os álbuns do Ayreon são óperas rock que costumam se desenrolar no mesmo universo de ficção científica, com o exército de vocalistas assumindo diferentes papéis em diálogos entrecruzados que ajudam a enriquecer a experiência sonora em sequências realmente operísticas.

E vamos começar o programa de hoje com um dos trabalhos mais bem sucedidos da primeira fase do Ayreon, o duplo “Into the Electric Castle” de 98, que conta a aventura de oito personagens tirados de diferentes linhas temporais e lançados em uma sucessão de ambientes para testar as suas habilidades… e que contava com os vocais de Fish, Edward Reekers, Sharon den Adel, Anneke van Giersbergen, Peter Daltrey e Damian Wilson, além do próprio Arjen Lucassen e muitos outros convidados…

Com o Ayreon vocês ouviram “Isis and Osiris”, “Time beyond time”, “Valley of the Queens” e “Another time, another space”.

A gente volta já…

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E agora vamos para o outro extremo da história do Ayreon, trazendo um pouco do seu álbum de 2017, “The Source”.

Desde o impacto do álbum “Into the Electric Castle” os trabalhos do Ayreon sempre foram muito bem recebidos no cenário progressivo… mas Arjen Lucassen resolveu dar uma parada com o grupo depois do EP “Elected” de 2008… nos anos seguintes, ele se dedicaria a outros projetos como o Guilt Machine e o Star One, além de lançar também o seu segundo álbum solo, “Lost in the new Real”, de 2012.

Só em 2013 surgiria um novo trabalho do Ayreon: o álbum “The Theory of Everything”… e, para esse retorno, a lista de convidados incluía Rick Wakeman, Keith Emerson, Jown Wetton, Jordan Rudess e Steve Hackett… além da tradicional tropa de vocalistas e outros instrumentistas, todos reunidos para contar a estória do gênio em busca da fórmula definitiva.

E em 2017 seria a vez do álbum “The Source”, em que Lucassen retorna ao universo de suas outras óperas, contando a saga dos Alphans, os ancestrais da humanidade em sua jornada para o planeta “Y”… cronologicamente, essa seria a primeira parte da história, com todas as outras vindo depois… e é claro só de vocalistas já temos: James LaBrie, Simone Simons, Floor Jansen, Tobias Sammet, Russell Allen e muitos outros…

Vocês ouviram o Ayreon com “Sea of Machines”, “All that was”, “Condemned to live”, “Deathcry of a Race” e “Bay of Dreams”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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AYREON

BG – AMAZING FLIGHT

1. ISIS AND OSIRIS – 11:11

2. TIME BEYOND TIME – 6:05

3. VALLEY OF THE QUEENS – 2:25

4. ANOTHER TIME, ANOTHER SPACE – 5:20

BG – COSMIC FUSION

TOTAL –25:01

AYREON

BG – THE SOURCE WILL FLOW

5. SEA OF MACHINES – 5:09

6. ALL THAT WAS – 3:36

7. CONDEMNED TO LIVE – 6:14

8. DEATHCRY OF A RACE – 4:44

9. BAY OF DREAMS – 4:25

BG – STAR OF SIRRAH

TOTAL: 24:07

TOTAL GERAL – 49:08 

Ouça o Art Rock com Ayreon que foi ao ar no dia 07/04/2018, clicando aqui.

REPRISE: Pink Floyd

Posted in Programas with tags on 04/04/2018 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 31-03-2018, foi um reprise com o Pink FloydConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

 

Mike Oldfield

Posted in Programas with tags on 26/03/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa uma lenda bem viva do progressivo inglês, o genial multi-instrumentista Mike Oldfield.

Já trouxemos o incansável Michael Gordon Oldfield muitas vezes no programa… e todo bom prog head conhece muito bem esse grande nome dos anos 70 que continuaria muito ativo nas décadas seguintes, mantendo um ritmo invejável de lançamentos e sem dar sinais de estar pensando em aposentar-se como muitos outros da sua geração.

Para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas do álbum “QE2” de 1980… um trabalho que, tanto no nome como na própria capa, prestava homenagem ao transatlântico Queen Elizabeth 2, que na época era considerado o último dos grandes navios de passageiros, pois eles andavam em baixa… e ninguém imaginava que iriam voltar com força total a partir dos anos 90.

O álbum “QE2” foi o primeiro a contar com a participação da vocalista Maggie Reilly, que se tornaria uma colaboradora frequente de Mike Oldfield… além disso, também participam outras figuras conhecidas como Phil Collins na bateria, Guy Barker no trompete e outro colaborador frequente, David Bedford, nos arranjos do coral e do quarteto de cordas…

Com Mike Oldfield, vocês ouviram “Taurus 1”, “Conflict”, “Arrival” que foi, acreditem ou não, uma cover do ABBA, e depois “Mirage” e “QE2”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o álbum de 2017 de Mike Oldfield, una retomada temática de um dos seus trabalhos mais celebrados…

Além de ser um dos mais bem sucedidos, o álbum “Ommadawn” de 75 é até hoje um dos mais apreciados pelos fãs de Mike Oldfield… mas a rica e eclética sonoridade encobria um momento de crise pessoal para o músico, que transformou a dor pela perda da mãe em um elemento catalizador para a sua criatividade… e o mesmo voltaria a ocorrer 40 anos mais tarde.

Depois de reorquestrar sua música para a abertura das Olimpíadas de Londres em 2012, Mike se viu em um momento de grande realização pessoal… mas esse ponto alto foi seguido por uma sucessão de perdas pessoais nos anos seguintes, acabando por criar o ambiente para o resgate da proposta estética de “Ommadawn”…

Lançado em 2017, “Return to Ommadawn” contém a rica tapeçaria sonora de instrumentos acústicos entrecortada por reproduções contemporâneas de instrumentos inacessíveis no refúgio de Mike Oldfield nas Bahamas… e o resultado é um belo trabalho que não estaria deslocado junto ao “Ommadawn” original…

Vocês ouviram Mike Oldfield com “Return to Ommadawn, Pt. 1”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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MIKE OLDFIELD

BG – WONDERFUL LAND

1. TAURUS 1 – 10:17

2. CONFLICT – 2:49

3. ARRIVAL – 2:48

4. MIRAGE – 4:39

5. QE2 – 7:38

BG – MOLLY

TOTAL –28:10

MIKE OLDFIELD

BG – RETURN TO OMMADAWN, PT. 2

6. RETURN TO OMMADAWN, PT. 1 – 21:10

BG – RETURN TO OMMADAWN, PT. 2

TOTAL: 21:10

TOTAL GERAL – 49:20

Ouça o Art Rock com Mike Oldfield que foi ao ar no dia 24/03/2018, clicando aqui.

Kayak

Posted in Programas with tags on 19/03/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um grupo importante do prog rock holandês, que surgiu nos anos 70 e é um verdadeiro sobrevivente… o Kayak.

Formado em 72, na cidade de Hilversum, a Holanda, o Kayak surgiu em torno de dois vizinhos… o baixista e tecladista Ton Scherpenzeel e o baterista e guitarrista Pim Koopman… eles já haviam tocado juntos em outras bandas, começando com o Balderdash em 67 e passando pelo High Tide Formation em 70… foi lá que encontraram o guitarrista Johan Slager e, quando o grupo se separou em 71, os três resolveram continuar trabalhando juntos.

O vocalista Max Werner era um colega que também estudava na Academia de Música de Hilversum… e, com a entrada do baixista Cees van Leeuwen, o Kayak tomou forma definitiva… a essa altura eles já tinham bastante material próprio e conseguiram um contrato com a EMI holandesa, que estava interessada em novos grupos progressivos… afinal, estavam em 1972 e o prog rock era aclamado no mundo todo.

Ton Scherpenzeel se concentrou mais nos teclados e o Kayak lançaria nos anos seguintes uma série de álbuns marcantes, e esteve entre os grupos progressivos que conseguiram se manter ativos e com boa repercussão apesar do desinteresse pelo rock que tomou conta da mídia e das gravadoras no final dos anos 70… para essa primeira parte selecionamos faixas dos álbuns “See See the Sun” de 73, “Kayak 2” de 74 e “Royal Bed Bouncer” de 75.

Vocês ouviram o Kayak com “Reason for it All”, “See see the Sun”, “Alibi”, “Trust in the Machine” e “Chance for a lifetime”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer agora a fase mais recente do Kayak, que lançou em 2018 o álbum “Seventeen”, que traz como convidado o grande Andy Latimer do Camel…

Além das mudanças normais de formação, o Kayak deve ser o único grupo da história do rock em que o vocalista, depois de cinco álbuns, decidiu que não gostava de ser o front man e queria se tornar o baterista… foi uma época difícil, pois ainda estavam se recuperando da saída de Pim Koopman em 76… mas eles se reorganizaram, com um novo vocalista, Edward Reekers, e dando ênfase aos backing vocals de Katherine Lapthorn e Irene Linders, mulher de Ton Scherpenzeel e letrista do grupo desde então.

Mas não iriam muito longe… os álbuns “Phantom of the Night” de 78 e “Periscope Life” de 80 tinham um som mais comercial, que foi deixado de lado com “Merlin” de 81… só que a essa altura o grupo estava novamente se desintegrando, e dessa vez eles levariam quase duas décadas para voltarem a se reunir…

Ton Scherpenzeel chegou a tocar no Camel por um tempo, e também no Earth and Fire… mas em 99 um convite para uma apresentação em um programa de TV acabou levando a um retorno do Kayak… e desde então, eles não pararam mais, recuperando a uma posição de destaque no progressivo holandês e se mantendo firme mesmo em meio a novas mudanças de formação… confiram o álbum “Seventeen”, lançado em 2018, um belo trabalho desses veteranos do dutch prog.

Vocês ouviram “Somebody”, “Feathers and Tar”, “Walk Through Fire” e “Cracks” com o Kayak.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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KAYAK

BG – BALLET OF THE CRIPPLE

1. REASON FOR IT ALL – 6:31

2. SEE SEE THE SUN – 4:18

3. ALIBI – 3:42

4. TRUST IN THE MACHINE – 6:08

5. CHANCE FOR A LIFETIME – 4:13

BG – LYRICS

TOTAL –24:52

KAYAK

BG – LA PEREGRINA

6. SOMEBODY – 3:03

7. FEATHERS AND TAR – 3:14

8. WALK THROUGH FIRE – 10:24

9. CRACKS – 8:50

BG – RIPPLES ON THE WATER

TOTAL: 25:32

TOTAL GERAL – 50:24

Ouça o Art Rock com Kayak que foi ao ar no dia 17/03/2018, clicando aqui.

Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 19/03/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois momentos clássicos do rock nacional dos anos 70, começando com o genial Som Nosso de Cada Dia.

Já trouxemos o Som Nosso de Cada Dia no programa, mas é claro que sempre é bom relembrar que o grupo surgiu em 72 da união dos talentos do multi-instrumentista Manito, que era dos Incríveis, de Pedrão Baldanza no baixo, guitarra e vocais e de Pedrinho na bateria e vocais… e eles lançaram em 74 um dos trabalhos seminais do progressivo nacional, o álbum “Snegs”, um verdadeiro marco.

Infelizmente, Manito deixaria o grupo no ano seguinte para ir substituir Arnaldo Baptista nos Mutantes… e, embora eles tenham continuado em frente, o álbum “Som Nosso” de 76, também conhecido como “Sabado/Domingo”, sofreria com as pressões da gravadora e acabou saindo com um lado mais funk, numa tentativa infeliz de capitalizar com a nascente disco music…

Claro que não ia dar certo… pouco depois eles se separaram, e só reapareceriam nos anos 90 para celebrar os 20 anos do lançamento do primeiro trabalho… em 95 Pedrinho Batera deixou o nosso plano da realidade, e em 2011 foi a vez de Manito atravessar a barreira do hiperespaço… mas Pedrão Baldanza conseguiu resgatar muito da mágica do Som Nosso de Cada Dia e está aí, se apresentanndo com muita energia e uma nova formação… vamos celebrar esse retorno com um pouco do clássico “Snegs” de 74.

Vocês ouviram o Som Nosso de Cada Dia com “Sinal de Paranoia”, “O Som Nosso de Cada Dia”, “Massavilha” e “A Outra Face”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um dos mais emblemáticos nomes do rock nacional… o grande mutante Arnaldo Baptista…

Obviamente não precisamos apresentar Arnaldo Baptista, pois os Mutantes são presença garantida na coleção da maioria dos roqueiros brasileiros de um modo geral, para não falar dos prog heads em particular… mas para hoje selecionamos um momento marcante: o seu primeiro trabalho solo…

Na época, Arnaldo estava em plena crise emocional, depois do fim do seu relacionamento com Rita Lee e de sua saída dos Mutantes… em um momento de catarse criativa, ele lançaria em 74 o álbum “Lóki”, com produção de Roberto Menescal e arranjos do maestro Rogério Duprat.

Esse trabalho brilhante mostrava todo o potencial de Arnaldo, um álbum essencial que infelizmente não teve continuidade, pois ele seguiria para outros projetos, como a Patrulha do Espaço, e também, é claro, para outras situações limite… mas o seu DNA mutante o ajudou a sobreviver… fiquem então com faixas do álbum “Lóki” de 74, o belo começo da sua carreira solo.

Vocês ouviram “Será que eu vou virar bolor”, “Uma pessoa só”, “Não estou nem aí”, “Desculpe”, “Navegar de novo”, “Te amo podes crer”, e “É fácil” com o genial Arnaldo Baptista.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SOM NOSSO DE CADA DIA

BG – BICHO DO MATO

1. SINAL DE PARANOIA – 6:00

2. O SOM NOSSO DE CADA DIA – 5:15

3. MASSAVILHA – 6:13

4. A OUTRA FACE – 7:58

BG – SNEGS DE BIUFRAIS

TOTAL – 25:26

ARNALDO BAPTISTA

BG – HOKY TONKY (PATRULHA DO ESPAÇO)

5. SERÁ QUE EU VOU VILAR BOLOR – 3:53

6. UMA PESSOA SÓ – 4:01

7. NÃO ESTOU NEM AÍ – 3:22

8. DESCULPE – 3:11

9. NAVEGAR DE NOVO – 5:33

10. TE AMO PODES CRER – 2:54

11. É FÁCIL – 1:59

BG – CÊ TÁ PENSANDO QUE EU SOU LÓKI?

TOTAL: 24:54

TOTAL GERAL – 50:20

Ouça o Art Rock com Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista que foi ao ar no dia 10/03/2018, clicando aqui.

Show em Curitiba do Som Nosso

Posted in Produto Nacional with tags on 09/03/2018 by Artrock

Show em Curitiba do Som Nosso, amanhã!