Arquivo para julho, 2009

Jorma Kaukonen & Van Morrison

Posted in Programas with tags on 28/07/2009 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois sobreviventes do rock dos anos 60, começando com um lançamento genial de um dos grandes guitarristas da era psicodélica… Jorma Kaukonen, do Jefferson Airplane e Hot Tuna…

riveroftime

Jorma sempre foi um legítimo outsider, mesmo quando estava no Airplane, e seu trabalho com o Hot Tuna foi marcado pela mistura insuperável de álbuns acústicos, bluesísticos e pesados… em uma alquimia que nunca parecei chegar a uma síntese final… e isso continuou até o derradeiro álbum do grupo… o ao vivo “And Furthurmore…”, lançado em 99, registrando a apresentação do grupo na Furthur Tour, realizada em 98 pelo grupo The Other Ones… o Grateful Dead sem Jerry Garcia.

furpeaceranch

De lá para cá, o guitarrista dedicou-se a trabalhos solo e também à sua popular hospedaria, o Fur Peace Ranch, em Ohio, que está em atividade há quase 20 anos e onde Jorma e Vanessa Kaukonen recebem seus hóspedes… normalmente músicos desejosos de participar das workshops de guitarra e jamsessions… um verdadeiro refúgio em que ele pode seguir o conselho de Timothy Leary e saltar  fora dessa nossa realidade… como ato de consciência, não de alienação.

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E para provar isso aí está “River of Time”, mais um grande álbum, desta vez com a colaboração do premiado produtor Larry Campbell e de outra lenda, o grande baterista Levon Helm, do genial The Band… e como sempre ele mistura músicas inéditas com algumas covers antológicas, selecionadas com cuidado e interpretadas com o seu estilo inconfundível…

Vocês ouviram Jorma Kaukonen com “Been so long”, “Crack in the finish”, “Izze’s Lullaby”, “A walk with friends”, “River of time” e “Simpler than I thought”.

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir uma figura lendária da música britânica que continua capaz de emocionar tanto como no seu começo de carreira… o grande Van Morrison.

George Ivan Morrison nasceu em Belfast na Irlanda do Norte em 1945… e sua carreira acabaria se confundindo com a história do rock britânico… ele formou o grupo Them em 1963… e, desde então, continuou inabalável, cruzando décadas e experimentando toda sorte de estilos… sempre fugindo das fórmulas para trilhar o seu próprio caminho entre o jazz, soul, blues e folk…

enlightenment

Ele passou por momentos de grande celebração ou de esquecimento, mas nunca deixou de gravar, criando uma discografia prolífica, com álbuns freqüentes… o último dos quais foi “Keep it Simple”, que saiu no ano passado… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos material do disco anterior, “Enlightenment”, de 1990… um trabalho onde Van Morrison pode mergulhar em temas densos, perfeitos para a intensidade de sua interpretação.

Com uma produção elaborada, esse álbum foi lançado logo depois do bem sucedido “Avalon Sunset” e tem uma abordagem semelhante… bem diferente dos seus discos mais recentes, onde o velho bardo procura uma sonoridade mais direta… mas isso ilustra bem o alcance da voz expressiva e inconfundível desse irlandês que é um dos grandes sobreviventes da década de 60…

Vocês ouviram Van Morrison com “Enlightenement”, “So quiet in here”, “Avalon of the heart”, “See me through” e “Youth of a thousand summers”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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JORMA KAUKONEN

BG – ANOTHER MAN DONE A FULL GO ROUND

1. BEEN SO LONG – 3:52

2. CRACKS IN THE FINISH – 3:30

3. IZZE’S LULLABY – 3:33

4. A WALK WITH FRIENDS – 4:32

5. RIVER OF TIME – 2:56

6. SIMPLER THAN I THOUGHT – 6:10

BG – NASHIVILE BLUES

TOTAL: 24:33

VAN MORRISON

BG – SHE’S MY BABY

7. ENLIGHTENMENT – 4;07

8. SO QUIET IN HERE – 6:17

9. AVALON OF THE HEART – 4:51

10. SEE ME THROUGH – 6:20

11. YOUTH OF A THOUSAND SUMMERS – 3:44

BG – IN THE DAYS BEFORE ROCK’N’ROLL

TOTAL – 25:19

Total geral: 49:52

Ouça o Art Rock com Jorma Kaukonen & Van Morrison, que foi ao ar no dia 26/07/2009, clicando aqui.

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José Cid & Madredeus

Posted in Programas with tags , on 21/07/2009 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos o som de duas lendas da música lusa, começando com de seus decanos, José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares… ou simplesmente José Cid.

Na ativa desde os anos 60, José Cid começou a se destacar no Quarteto 1111, uma banda portuguesa formada em 67, que lançaria um álbum homônimo em 1970, mas que já havia chamado a atenção com faixas inovadoras como “A Lenda de El-Rei Don Sebastião” e “A Balada de Dona Inês”… essa última premiada com o terceiro lugar no Festival RTP da Canção de 1968…

josecid

Mas seria na sua carreira solo que José Cid se tornaria realmente conhecido… ele lançou seu primeiro trabalho em 71, continuando a se apresentar com o Quarteto 1111 até 75 e lançando em 78 um dos marcos do prog. rock português… “10.000 anos depois, entre Vênus e Marte”… um trabalho conceitual que teria reconhecimento internacional.

Nos anos 80 José Cid continuaria a participar de festivais e manteria uma carreira solo variada, com trabalhos numerosos e também colaborações… e ele continua em plena atividade e tão produtivo como no seu começo de carreira, com novos discos e shows constantes… além de um grande fã-clube para quem ele é conhecido como o “Tio Cid”… mas os novos trabalhos dessa lenda viva ficam para outro programa, para hoje nós selecionamos faixas do genial “10.000 anos depois, entre Vênus e Marte”…

Vocês ouviram José Cid com “O último dia na Terra”, “Fuga para o espaço”, “Mellotron o planeta fantástico”, “A partir do zero” e “Memos”.

A gente volta já.

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Nessa segunda parte do programa vamos trazer o som de um grupo que é um dos sinônimos da música lusitana contemporânea… o grande Madredeus…

ainda

Formado em 1985 pelo violonista Pedro Ayres Magalhães e pelo tecladista Rodrigo Leão, o grupo ainda não tinha nome quando encontraram a élfica vocalista Teresa Salgueiro, que participaria da gravação de seu primeiro trabalho, um álbum gravado no Teatro Ibérico, uma antiga igreja no bairro lisboeta chamado Madredeus… e o nome do disco, “Os dias da Madredeus”, acabou se tornando o nome que eles adotaram para o grupo.

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Eles continuaram um fenômeno conhecido apenas em Portugal até o início dos anos 90, quando começaram a chamar a atenção depois do álbum “Existir”… mas o reconhecimento internacional só viria depois do trabalho seguinte, “O Espírito da Paz” de 94, que seria seguido de uma série de apresentações internacionais, inclusive no Brasil… e chamaria a atenção do genial cineasta alemão Win Wenders, que escolheria o grupo para participar do seu filme “O de Lisboa”…

existir

A partir daí o Madredeus se tornou um fenômeno que atravessou fronteiras, mostrando que o português também é uma língua capaz de superar barreiras e ser apreciada no mundo todo… atualmente o grupo passa por um período de reestruturação, depois da saída de Teresa Salgueiro para a carreira solo em 2007… no ano passado eles lançaram o duplo “Metafonia”, seguido de um DVD, ao mesmo tempo que anunciavam um novo grupo, a Banda Cósmica, com duas vocalistas… mas, para hoje nós selecionamos material clássico do Madredeus, extraídos dos seus quatro primeiros discos…

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Vocês ouviram o Madredeus com “A peninsula”, “O pastor”, “As ilhas dos Açores”, “Os senhores da guerra”, “Pregão” e “Viagens interditas”.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

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Até a semana que vem.”

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JOSÉ CID

1. O ÚLTIMO DIA NA TERRA – 4:26

2. FUGA PARA O ESPAÇO – 8:12

3. MELLOTRON O PLANETA FANTÁSTICO – 6:45

4. A PARTIR DO ZERO – 4:46

5. MEMOS – 2:15

TOTAL – 26:24

MADREDEUS

1. A PENÍNSULA – 4:01

2. O PASTOR – 3:42

3. AS ILHAS DOS AÇORES – 5:00

4. OS SENHORES DA GUERRA – 4:40

5. PREGÃO – 4:10

6. VIAGENS INTERDITAS – 2:53

TOTAL – 24:26

TOTAL GERAL: 50:50

Ouça o Art Rock com José Cid & Madredeus, que foi ao ar no dia 19/07/2009, clicando aqui.

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The Seeds & Amboy Dukes

Posted in Programas with tags , on 14/07/2009 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois grupos do lado mais hard da psicodelia americana dos anos 60, começando por prestar uma homenagem para Richard Marsh, mais conhecido como Sky “Sunlight” Saxon… do grupo The Seeds, que deixou a nossa insípida realidade no último dia 25 de junho.

theseeds

The Seeds começou como um legítimo grupo de rock garagem, com uma sonoridade que prenunciava o punk rock em meio às viagens psicodélicas da década de 60… o grupo foi fundado em Los Angeles, em 65… e seus membros originais foram o vocalista Sky Saxon, juntamente com o guitarrista Jan Savage, o baterista Rick Andridge e o tecladista Daryl Hooper…

Já em 66 eles lançariam seu primeiro compacto, com a antológica faixa “Pushin’ too hard”… mas o som cru e pesado dos singles era relativizado por uma abordagem mais claramente psicodélica em álbuns clássicos como “The Seeds”, “Web of Sound” e, especialmente, no genial “Future”, seu trabalho conceitual de 67… que acabaria sendo o último grande trabalho do grupo.

webofsound

Depois da separação em 69, Sky seguiria em carreira solo… e acabaria se tornando um personagem Cult no circuito underground… apesar de sua mania de criar um grupo novo para cada álbum… como o Sunstar, a Universal Stars Band, e o Sunlight & the New Seeds, entre outros… e ele continuava ativo, tendo realizado shows no Texas ainda naquela semana, além de planejar uma tour para o fim do ano, junto de outros sobreviventes da era psicodélica… vamos lembrar essa grande figura com faixas dos álbums “The Seeds” e “Web of Sound”.

Vocês ouviram The Seeds com “Can’t seem to make you mine”, “Pushin’too hard”, “A faded picture” e “Up in her room”.

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro grupo cultuado dos anos 60, o Amboy Dukes… que acabou revelando um guitarrista lendário com uma carreira que continua inabalável até hoje…

Amboy Dukes

Formado em 65, o Amboy Dukes tinha figuras talentosas, como o vocalista John Drake e o segundo guitarrista Steve Farmer, que também era responsável pelas letras geniais do grupo… mas desde o início sua figura central sempre foi o seu guitarrista principal… o endiabrado Ted Nugent, que na época já era famoso por tocar como um trem desgovernado… e que só iria ficar cada vez mais fora de si com o passar dos anos…

journeytothecentreofthemind

The Nuge, que também é conhecido como The Motorcity Madman, hoje é mais famoso por criar polêmicas com seu posicionamento político de extrema direita… mas ele continua em plena atividade e tocando como nunca… com tours anuais e álbuns freqüentes, o último dos quais, “The Love Granade”, saiu em 2007… e foi seguido, agora em 2009, por um novo álbum ao vivo… “Motor City Mayhem: the 6000th Concert”…

migration

Mas a gente selecionou para o programa de hoje um material menos pirotécnico… extraído dos álbuns “The Amboy Dukes” de 67, “Journey to the Center of the Mind” de 68 e “Migration” de 69… um registro de um tempo quando Ted Nugent ainda era um garoto promissor… e sua guitarra furiosa era o veículo perfeito para explorar os limites do lado mais pesado do rock psicodélico.

Vocês ouviram os Amboy Dukes, abrindo com “I feel free”, que foi uma cover do Cream, depois foi “Colors”, “Surrender to your kings”, “Flight of the BIRD”, “Journey to the center of the mind”, “Missionary Mary” e “Prodigal Man”.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

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Até a semana que vem.”

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THE SEEDS

BG – EVIL HOODOO

1. CAN’T SEEM TO MAKE YOU MINE – 3:05

2. PUSHIN’ TO HARD – 2:39

3. A FADED PICTURE – 5:20

4. UP IN HER ROOM – 14:39

BG – JUST LET GO

TOTAL – 25:43

AMBOY DUKES

BG – GOOD NATURED EMMA

1. I FEEL FREE – 3:45

2. COLORS – 3:27

3. SURRENDER TO YOUR KINGS – 2:53

4. FLIGHT OF THE BIRD – 2:50

5. JOURNEY TO THE CENTER OF THE MIND – 3:33

6. MISSIONARY MARY – 2:35

7. PRODIGAL MAN – 5:48

BG – BABY PLEASE DON’T GO

TOTAL – 24:41

TOTAL GERAL: 50:24

Ouça o Art Rock com The Seeds & Amboy Dukes, que foi ao ar no dia 12/07/2009, clicando aqui.

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Phenomena & Excalibur II

Posted in Programas with tags , on 07/07/2009 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer dois exemplos de projetos reunindo músicos de muitas bandas diferentes, começando com um dos mais bem sucedidos super-grupos dos anos 80… o Phenomena.

Esse projeto nasceu em 1983… quando Tom Galley mostrou ao seu irmão Mel (na época guitarrista do Whitesnake) uma história que ele havia desenvolvido e que parecia um material perfeito para um álbum conceitual… algo que não se fazia mais naquela época e que eles tiveram que se virar para conseguir levar adiante… acabando por se ver às voltas com um projeto multimídia que traria uma verdadeira reunião de grandes nomes do rock inglês.

phenomena

Contando em seu núcleo com Glenn Hughes nos vocais, Mel Galley na guitarra, Cozy Powell na bateria, Don Airey nos teclados e Neil Murrey no baixo, grupo misturava as famílias do Deep Purple, Black Sabbath, Rainbow & Whitesnake… e o resultado foi tão bem sucedido que levou a um novo trabalho, “Phenomena II: Dream Runner”, que seria lançado em 1987 com uma formação difrente, agora com John Wetton (do King Crimson & Asia), Ray Gillen (do Black Sabbath), Scott Gorham (do Thin Lizzy) e Max Bacon (do GTR).

Em 91 era a vez de “Phenomena III: Inner Vision”, com Brian May (do Queen)… e, depois de quinze anos de silêncio, saiu em 2006 “Phenomena IV: Psycho Fantasy”, trazendo de volta Glenn Hughes e outro ex-Black Sabbath, o vocalista Tony Martin… mas essa encarnação mais recente do Phenomena fica para outro programa… para hoje nós selecionamos faixas do primeiro álbum do grupo, lançado em 1985.

Vocês ouviram com o Phenomena as faixas “Kiss of fire”, “Dance with the Devil”, “Phoenix Rising”, “Believe”, “Hell on wings” e “Phenomena”…

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro trabalho conceitual… uma ópera rock céltica que também é um evento multimídia envolvendo grandes nomes do rock… “Excalibur”.

Concebido como uma trilogia, o projeto “Excalibur” foi uma criação do compositor e aventureiro francês Alan Simon, explorando não apenas o seu interesse pelo mito arturiano, mas também pela música céltica e pelo folk rock… e tudo isso tomaria forma em 99, com o lançamento de “Excalibur – La Légende des Celtes”, que se tornaria um dos álbuns do ano na França e seria seguido por “Excalibur – le Concert Mythique”… o registro da antológica apresentação em Rennes para mais de 30 mil pessoas.

excalibur2

Em 2001 Simon voltaria a investir em um mega-projeto… a produção de inspiração ecológica “Gaia – or the Song of the Earth”, em que reuniu membros do Midnight Oil, The Moody Blues, Fleetwood Mac e Supertramp, entre outros… e, em 2007, seria a vez de voltar para a míticas terras do Rei Arthur, com “Excalibur II: The Ring of the Celts”… que conta com Jon Anderson, John Wetton, Maddy Pryor, Justin Hayward, Alan Parsons… e mais o Barklay James Harvest, o Pentangle, o Fairport Convention e até Andreas Vollenweider e a Filarmônica de Praga.

Atualmente Alan Simon está preparando a apresentação especial dessa ópera rock para a comemoração de trinta anos do celebrado Torneio de Cavalaria de Kaltenberger, na Alemanha, incluindo a participação do grande ator alemão Michael Mendl como Merlin e também do grupo teatral Feuervogel e da Celtic Feet Dance and Theatre Company… e a gente selecionou faixas extraídas da versão de estúdio dessa produção antológica… o álbum “Excalibur II: The Ring of the Celts”…

Vocês ouviram “The Celtic Ring”, com Alan Parsons, “Lugh”, com John Wetton, “Thuata de Danann” com o Flook, “Circle of Life” com John Anderson, “Secret Garden” com Maddy Prior do Steeley Span e “Call” com o Barklay James Harvest… faixas extraídas da opera-folk-rock “Excalibur II: The Ring of the Celts” de Alan Simon.

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Até a semana que vem.”

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PHENOMENA

BG – ASSASSINS OF THE NIGHT

1.    KISS OF FIRE – 4:58

2.    DANCE WITH THE DEVIL – 4:44

3.    PHOENIX RISING – 4:45

4.    BELIEVE 5:53

5.    HELL ON WINGS – 3:54

6.    PHENOMENA – 2:06

BG – RUNNNING WITH THE PACK

TOTAL – 25:50

EXCALIBUR II

BG – PILGRINS – FAIRPORT CONVENTION

1.    THE CELTIC RING – 3:54 – ALAN PARSONS

2.    LUGH – 4:27 – JOHN WETTON

3.    TUATHA DE DANANN – 2:27 – FLOOK

4.    CIRCLE OF LIFE – 4:30 – JOHN ANDERSON

5.    SECRET GARDEN – 3:16 – MADDY PRIOR (STEELEY SPAN)

6.    CALL – 5:48 – BARKLAY JAMES HARVEST

BG – SHADOWN & LIGHT

TOTAL – 24:22

TOTAL GERAL: 50:12

Ouça o Art Rock com Phenomena & Excalibur II, que foi ao ar no dia 05/07/2009, clicando aqui.

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John Mayall

Posted in Programas with tags on 02/07/2009 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos uma das figuras centrais do rock inglês… verdadeiro eixo em torno do qual vários estilos se formaram… do blues-rock, ao heavy e também o progressivo… o genial John Mayall.

Considerado o decano do blues inglês, John Mayall sempre foi o centro das muitas versões dos seus lendários Bluesbreakers… além de ter sido também um dos professores de mais de uma geração de grandes nomes do rock inglês… tendo atraído para o seu lado músicos emblemáticos como os guitarristas Eric Clapton e Peter Green, os baixistas Jack Bruce, Andy Fraser e John McVie, os bateristas Mick Fleetwood, Aynsley Dumbar  e Jon Hiseman e o saxofonista Dick Heckstall-Smith… entre muitos outros.

barewires

Atravessando as décadas sem perder a força… John Mayall mudaria de estilo muitas vezes, explorando os limites do blues em viagens jazzísticas ou arranjos mais pesados… ao mesmo tempo em que mantinha seu grupo sempre renovado com a entrada de novos membros, aumentando ou diminuindo o número de integrantes… e, mais tarde, deixando de lado o nome Bluesbreakers para assumir de vez uma carreira solo, que continua até os dias de hoje.

E nessa primeira parte do programa vamos trazer um dos momentos em que mais claramente pode-se chamar o seu som de progressive blues, o álbum “Bare Wires” de 68… o primeiro de seus trabalhos a romper com o formato tradicional do blues para assumir novas possibilidades… com a ajuda da guitarra de Mick Taylor… que, pouco depois, se tornaria membro dos Rolling Stones em uma de suas melhores fases.

Vocês ouviram a “Bare Wires Suite”… com os Bluesbreakers de John Mayall…
A gente volta já.

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E agora vamos continuar trazendo um pouco de John Mayall, que completa 76 agora em 2009… e que parece estar longe de querer se aposentar.

Apesar de ter perdido o destaque que tinha nos anos 60/70… John Mayall nunca encerrou atividades, continuando a se apresentar e a lançar trabalhos de estúdio com regularidade, o mais recente dos quais foi o álbum “In the Palace of the King”, lançado em 2007, onde ele fazia uma homenagem a uma de suas maiores influências… o genial Freddie King.

laurelcanyon

Além disso, Mayall mantêm um ritmo invejável em suas tours anuais… como agora em 2009, uma excursão em que, por incrível que pareça, ele mantém uma agenda de shows praticamente diários, incluindo uma série de apresentações com B.B. King em arenas de Manchester, Birmingham, Cardiff e no estádio de Wembley, em Londres… e depois, ele ainda segue para o continente europeu, em uma maratona que muitas bandas jovens não agüentariam.

turningpoint

Mas, para essa segunda parte do programa nós selecionamos um material mais antigo… extraído dos álbuns “Blues from Laurel Canyon” e “The Turning Point”… ambos lançados em 69, sendo que o último já mostra as mudanças ocorridas depois que Mick Taylor deixou o grupo para substituir Brian Jones nos Stones… outros teriam sofrido com a perda de um guitarrista talentoso como ele, mas para John Mayall aquela foi apenas mais uma chance para explorar outras possibilidades do blues…

Vocês ouviram “Vacation”, “2401”, “Medicine Man”, “Fly Tomorrow” e “Thoughts about Roxane” com o grande John Mayall.

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JOHN MAYALL

1. BARE WIRES SUITE – 23:07

TOTAL – 23:07

JOHN MAYALL

1. VACATION – 2:47

2. 2401 – 3:42

3. MEDICNE MAN -2:43

4. FLY TOMORROW – 8:59

5. THOUGHTS ABOUT ROXANE – 8:16

TOTAL – 26:27

TOTAL GERAL: 49:34

Ouça o Art Rock com John Mayall, que foi ao ar no dia 28/06/2009, clicando aqui.

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