Arquivo de abril, 2010

Sebbo & Casa das Máquinas

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 28/04/2010 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos começar o programa trazendo um grupo da nova geração do rock curitibano, que busca influências das grandes bandas dos anos 70… o Sebbo.

Partindo das idéias de Rafael Marchiorato, o Sebbo surgiu em 2001, mas a sua primeira formação oficial só viria em 2003… com o próprio Rafael nos teclados e vocal, Margareth Blaskievicz na percussão e vocais de, Geison Budel no baixo, Rodrigo Piazzetta na guitarra e Fernando Horochoski na bateria… e o primeiro compacto, “Beta”, sairia em 2004… ano em que também fariam sua estréia no Teatro Paiol, em Curitiba.

O nome Sebbo foi sugerido pelo baixista Geison Budel, para lembrar mesmo a sonoridade daquelas super-bandas dos anos 70… o tipo de relíquia que é sempre disputada nos sebos por quem sabe das coisas… algo que se encaixa bem na proposta do grupo… e que continuou firme mesmo depois da mudança de formação em 2005, com a entrada do guitarrista Hermann Ruthes e do batera Marcelo Guedes.

A partir de então o Sebbo entrou em uma fase de grande atividade, fazendo shows, participando de festivais como o Psicodália e dividindo o palco com grandes nomes do rock nacional… e eles lançaram em 2008 o seu primeiro álbum, “Porque não sabíamos voar”… depois disso houve mudanças, com a entrade de um novo guitarrista, Hallisson Roger, do baterista Wellington Marques e de Adriano e Matheus, na cítara e vaso indiano… mas, por hoje, vocês ficam o disco de estréia deste ótimo grupo curitibano.

Vocês ouviram o Sebbo com as faixas “Não brinque comigo”, “Leme do Som”, “De fato”, “Mundo de Fantasia…”, “Um sonho e nada mais” e “Degrau”.

A gente volta já…

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E agora teremos um dos grandes grupos nacionais dos anos 70… que continua influenciando muita gente e voltou em 2007, tendo se apresentado no festival Psicodália de 2008, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina.

O Casa das Máquinas foi formado em 72 quando o baterista Netinho e o guitarrista Aroldo, do grupo Os Incríveis, resolveram montar uma banda que fizesse um som menos comercial. Eles recrutaram o guitarrista Pisca, o baixista Carlos Geraldo e o saxofonista e pianista Pique, que tocava com Roberto Carlos… e o seu primeiro álbum, “Casa das Máquinas”, saiu em 74.

Mas, foi o segundo LP, “Lar das Maravilhas”, que acabou se tornando um clássico do progressivo nacional, mostrando uma rica gama de influências e também uma rara inspiração… depois eles ainda lançariam o genial “Casa do Rock”, em 76 e o semi-pirata “Ao Vivo em Santos” em 78, ano em que se separaram.

Em 2001 Netinho remontou a banda para um show no interior de São Paulo… mas, depois disso, eles só voltariam seis anos mais tarde, lançando o álbum “Ensaio: 2007”… uma edição limitada, vendida durante o festival Psicodália, onde eles se apresentaram com a nova formação, que incluía Andria Busic do Dr. Sin no baixo e vocais e também o guitarrista Faísca… mas esse novo registro do Casa das Máquinas fica para outro programa, para hoje nós selecionamos faixas do genial “Lar das Maravilhas”, de 75.

Vocês ouviram com o Casa das Máquinas, “Vou Morar No Ar”, “Lar Das Maravilhas”, “Liberdade Espacial”, “Astralização” e “Vale Verde”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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SEBBO

BG – SEU MUNDO INTEIRO VAI CAIR

1. NÃO BRINQUE COMIGO – 4:37

2. LEME DO SOM – 3:43

3. DE FATO – 2:11

4. MUNDO DE FANTASIA… – 5:23

5. UM SONHO E NADA MAIS – 5:29

6. DEGRAU – 4:14

BG – FEITIÇO

TOTAL – 25:37

CASA DAS MÁQUINAS

BG – EU QUERIA SER

1. VOU MORAR NO AR – 3:34

2. LAR DAS MARAVILHAS – 6:15

3. LIBERDADE ESPACIAL – 2:21

4. ASTRALIZAÇÃO – 5:30

5. VALE VERDE – 6:55

BG – EPIDEMIA DE ROCK

TOTAL – 24:35

Total geral: 50:12

Ouça o Art Rock com o Sebbo & Casa das Máquinas que foi ao ar no dia 11/04/2010, clicando aqui.

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Vanilla Fudge

Posted in Programas with tags on 20/04/2010 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos um dos grandes nomes do rock americano dos anos 60, que foi uma força da psicodelia e também um pioneiro do rock pesado… o grande Vanilla Fudge.

 

Formado em Long Island, Nova York, em 1965, eles no começo se chamavam The Eletric Pigeons… e já contavam com o genial tecladista Mark Stein e o baixista Tim Bogert… aos quais se juntariam mais tarde o guitarrista Vince Martell e o baterista Carmine Appice… uma formação de peso que adotou em 67 o seu nome definitivo: Vanilla Fudge.

O primeiro álbum sairia em 68… e logo eles se tornaram uma sensação, principalmente depois de uma aparição antológica no show de Eddie Sullivan… e também graças à sua versão insuperável para a clássica “You Keep Me Hangin’ On” das Supremes de Diana Ross… uma faixa romântica que ganharia uma sonoridade cheia de viagens e improvisações, uma prática que seria a marca registrada do grupo.

Mas o Vanilla Fudge ia muito além das covers que os tornariam famosos, com álbuns clássicos como “The Beat Goes On”, “Near the Beginning” e “Rock and Roll” oferecendo uma combinação única na época, misturando arranjos sinfônicos com os riffs e fraseados de órgão, solos de guitarra e bateria… e para essa primeira parte a gente selecionou faixas da fase clássica dessa lenda da era psicodélica.

Com o Vanilla Fudge vocês ouviram “Ticket to Ride”, “You Keep me Hangin’On”, “The Windmills of your Mind” e “Where is my Mind”.

A gente volta já…

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E agora vamos continuar trazendo um pouco mais do Vanilla Fudge, uma lenda que, de vez em quando, volta a se reunir… excursionando e lançando alguns álbuns, mas sem se comprometer com um retorno de verdade.

Ao contrário de muitas das grandes bandas da sua época, o Vanilla Fudge se separou no auge, em parte porque os músicos não agüentavam a pressão das constantes tours mundiais… mas também por que estavam interessados em desenvolver outros projetos, alguns dos quais acabaram dando frutos.

Carmine Appice e Tim Bogert seguiram com outros projetos, primeiro com o Cactus e depois com o Beck, Bogert & Appice… para não falar nas investidas de Carmine no rock pesado nos anos 80 e 90… mas o Vanilla Fudge sempre permaneceu como um marco, e eles até chegaram a tentar uma volta em 1984, que não deu muito certo e rendeu apenas o álbum “Mystery”…

Em 2002 eles tentariam novamente com “The Return”… e, desde então, houve outros álbuns de estúdio e ao vivo, embora continuem com vários outros projetos… mas isso fica para outro programa, para hoje nós selecionamos faixas do genial “Out Through the In Door”, de 2007… a homenagem do Vanilla Fudge a um grupo que costumava abrir para eles nos anos 60… um certo Led Zeppelin…

Vocês ouviram “Ramble On”, “Dazed and Confused”, “Black Mountain Side”, “Babe, I’m Gonna Leave You” e “Your Time is Gonna Come”… com o Vanilla Fudge tocando faixas de um grupo que eles ajudaram a lançar nos Estados Unidos… o Led Zeppelin.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

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VANILLA FUDGE

1.TICKET TO RIDE – 6:04

2.YOU KEEP ME HANGIN’ON – 7:25

3.THE WINDMILLS OF YOUR MIND – 6:03

4.WHERE IS MY MIND – 2:43

TOTAL – 22:15

VANILLA FUDGE

1.RAMBLE ON – 4:30

2.DAZED AND CONFUSED – 5:57

3.BLACK MOUNTAIN SIDE – 3:31

4.BABE, I’M GONNA LEAVE YOU – 7:05

5.YOUR TIME IS GONNA COME – 5:46

TOTAL – 26:49

Total geral: 49:04

Ouça o Art Rock com Vanilla Fudge que foi ao ar no dia 04/04/2010, clicando aqui.

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Big Star & Love

Posted in Programas with tags , on 13/04/2010 by Artrock

“Boa noite, hoje não poderíamos deixar de prestigiar uma figura genial do rock americano que atravessou a barreira do hiper-espaço e, a essa altura, já deve estar a meio caminho da Nebulosa de Orion… o grande Alex Chilton.

Nascido no Tennessee em 1950, Alex Chilton alcançou notoriedade em 67 como vocalista do grupo The Box Tops… mas ele acabaria saindo em 69 e, dois anos depois, passaria a integrar o lendário Big Star, junto do guitarrista Chris Bell, do baixista Andy Hummel e do baterista Jody Stephens…

O nome do grupo saiu de um super-mercado da cidade de Memphis… e o primeiro registro, o álbum “#1 Record”, saiu em 72 e acabou sendo ignorado por problemas de distribuição… o que quase causou uma separação prematura… mas, apesar da saída de Chris Bell, o Big Star voltaria em 74 com “Radio City”, que seria muito elogiado pela crítica…

Infelizmente, eles não conseguiram capitalizar em cima desse trabalho, pois os problemas internos continuaram… seu terceiro álbum só sairia em 78, anos depois da separação… mas o grupo voltaria nos anos 90, chegando a gravar alguns trabalhos e receber muito destaque, com grandes nomes do rock atual citando Alex Chilton como uma de suas influências… e para lembrar essa figura que nos deixa, nós selecionamos faixas da fase clássica do Big Star…

Com o Big Star vocês ouviram “Feel”, “In the Street”, “Watch the Sunrise”, “O my Soul”, “Back of a Car”, “Setember Gurls” e “Kanga Roo”.

A gente volta já…

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E agora vamos continuar trazendo outra figura que faz muita falta na nossa melancólica realidade… o guitarrista e vocalista Arthur Lee, do incomparável Love…

Formado em 1965, o Love foi desde o início um caso à parte na psicodelia americana, com uma capacidade única de explorar as fronteiras da música em todas as direções… que já eram sensíveis em seu segundo trabalho, o álbum “Da Capo” de 67, mas que tomariam forma definitiva na obra-prima “Forever Changes”… um clássico do rock que seria pouco reconhecido na época, mas influenciaria muita gente nas décadas seguintes.

Na liderança do Love sempre esteve o grande Arthur Lee, que também seria o único membro constante do grupo… e o manteria vivo, mesmo depois da saída do guitarrista Bryan Maclean em 68… ainda que os discos seguintes tenham sido ignorados, mesmo ótimo trabalhos como “False Start”, de 1970, que contava com a colaboração de ninguém menos do que Jimi Hendrix.

Depois da separação, Arthur Lee passaria anos esquecido… e estava começando a ser redescoberto, nos anos 90, quando acabou por passar seis anos preso por porte ilegal de arma… e sua sentença só seria revogada por uma corte de apelação em 2001… livre, ele ainda tentaria uma volta celebrada com o Love em 2002… mas em 2006 ele deixou o nosso plano do multiverso depois de uma luta com a leucemia… fiquem com um pouco do seu legado…

Com o Love vocês ouviram “Orange Skies”, “The Castle”, “Alone Again Or”, “A House is not a Motel”, “Bummer in the Summer”, “The Everlasting First”, “Anytime” e “Ride that Vibration”, faixas dos álbuns “Da Capo”, “Forever Changes” e “False Start”, esse ultimo contando com uma pequena ajuda de Mr. Jimmy Hendrix…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem. ”

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BIG STAR

BG – WHEN MY BABY’S BESIDE ME

1.    FEEL – 3:35

2.    IN THE STREET – 2:55

3.    WATCH THE SUNRISE – 3:45

4.    O MY SOUL – 5:40

5.    BACK OF A CAR – 2:46

6.    SETEMBER GURLS – 2:50

7.    KANGA ROO – 3:46

BG – TRY AGAIN

TOTAL – 25:17

LOVE
BG – SEVEN & SEVEN IS

1.    ORANGE SKIES – 2:54

2.    THE CASTLE – 3:04

3.    ALONE AGAIN OR – 3:16

4.    A HOUSE IS NOT A MOTEL – 3:32

5.    BUMMER IN THE SUMMER – 2:24

6.    THE EVERLASTING FIRST – 3:02

7.    ANYTIME – 3:27

8.    RIDE THAT VIBRATION – 3:36

BG – OLD MAN

TOTAL – 25:15

Total geral: 50:32

Ouça o Art Rock com Big Star & Love que foi ao ar no dia 28/03/2010, clicando aqui.

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Dream Theater

Posted in Programas with tags on 04/04/2010 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um dos maiores nomes do heavy-progressivo, o grande Dream Theater, que presenteou os fãs com uma tour pelo Brasil, passando por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro…

Fundado em Boston, na Costa Leste dos Estados Unidos, em meados da década de 80, o Dream Theater contou desde o início com o guitarrista John Petrucci, o baixista John Myung e o baterista Mike Portnoy… com as posições de vocalista e tecladista variando bastante nos primeiros anos, antes de se estabilizar com a entrada de James Labrie e, mais tarde, de Derek Sherinian.

 

Com essa formação eles se tornariam um grupo reconhecido internacionalmente, lançando trabalhos que marcariam o cenário do heavy-prog. americano dos anos 90, como “Awake”, “A Change of Seasons”, “Falling into Infinity” e o duplo ao vivo “Once in a Live Time”…  ao mesmo tempo em que lutavam contra a pressão da gravadora para que tornassem o seu som mais comercial.

O álbum de 99, “Scenes From a Memory” trouxe um novo tecladista, Jordan Rudess… mas, desde então, o Dream Theater não sofreu mais alterações e continua resistindo bravamente, em meio ao mundo de efemérides da música pop… e, para prestigiar esse grande grupo do lado mais pesado do progressivo, vamos trazer um pouco do seu genial álbum de 2009, “Black Clouds & Silver Linings”.

Com o Dream Theater vocês ouviram “A Nightmare to Remember” e “A Rite of Passage”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o Dream Theater, prestigiando esse grande grupo do progressivo americano, que passou pelo Brasil promovendo o seu álbum “Black Clouds & Silver Linings”…

Além da versão normal, foram lançadas outras edições especiais desse álbum… incluindo uma tiragem limitada com vinil duplo e CDs, um DVD especial e mais uma série de extras: mousepad, litografia da capa autografada pelo designer Hugh Syme e um convite (em apenas 100 unidades) para um encontro com o grupo…

Nos shows, eles apresentam uma boa parte do material do álbum “Black Clouds & Silver Linings”… incluindo as duas longas suítes que abrem e fecham o disco… mas, como sempre, procuram manter um setlist rotativo, evitando com isso as repetições e garantindo apresentações sempre únicas para os seus fãs.

Para essa segunda parte do programa vamos trazer mais um pouco desse lançamento recente… mas agora, como música de fundo, vocês podem conferir uma versão antológica para “Larks Tongues in Aspic Pt.2”, que faz parte do CD triplo, onde há versões instrumentais para as faixas do disco e também uma seleção eclética de covers para clássicos do Rainbow, Queen, Dixie Dregs, Zebra, King Crimson e Iron Maiden… o tipo de combinação que só o Dream Theater poderia fazer.

Com o Dream Theater, vocês ouviram “Whiter” e “The Count of Tuscany”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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DREAM THEATER

BG – ODYSSEY

1.A NIGHMARE TO REMEMBER – 16:11

2.A RITE OF PASSAGE – 8:36

BG – TAKE YOUR FINGERS FROM MY HAIR

TOTAL – 24:47

DREAM THEATER

BG – LARKS TONGUES IN ASPIC PT.2

3.WHITER – 5:26

4.THE COUNT OF TUSCANY – 19:16

BG – STARGAZER

TOTAL – 24:42

Total geral: 49:29

Ouça o Art Rock com Dream Theater que foi ao ar no dia 21/03/2010, clicando aqui.