Arquivo de fevereiro, 2011

Camel

Posted in Programas with tags on 24/02/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos atender ao pedido de um dos nossos ouvintes mais assíduos, o Welber, que sugeriu um programa com um grupo que a gente não traz faz algum tempo no nosso programa, o grande Camel.

Formado em 71, o Camel surgiu a partir do trio The Brew, que já contava com o guitarrista Andrey Latimer, o baterista Andy Ward e o baixista Doug Fergusson… mas foi só com a entrada do tecladista Peter Bardens que o grupo tomou forma definitiva, mudando de nome e conseguindo em 72 um contrato com o selo Decca para o lançamento do álbum “Camel”, em 73… o primeiro de longa e prestigiada carreira.

Mas eles só sairiam do anonimato a partir do ambicioso álbum conceitual “Snow Goose”, de 75, inspirado na obra de Paul Galico… que chamaria a atenção com suas suítes orquestradas e levaria a um lendário concerto no Royal Albert Hall de Londres, juntamente com a London Symphony Orchestra…

E o sucesso no cenário progressivo continuaria com os clássicos “Moonmadness” de 76 e “Rain Dances” de 77… a despeito das mudanças de formação, com a entrada de dois ex-Caravan… Richard e Dave Sinclair, para o baixo e para os teclados… mas, embora tenha seguido em frente no começo dos anos 80, o grupo acabou se separando depois da ambiciosa tour registrada no duplo ao vivo “Pressure Points”, de 84… confiram um pouco da fase mais celebrada do Camel…


Vocês ouviram “Lady Fantasy”, “Chord change” e “Highways to the Sun”, com o Camel…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar pedindo carona nas caravanas do deserto para trazer o som do grande grupo inglês Camel, que voltaria à atividade nos anos 90… e parece ter sobrevivido à crise recente devido à problemas de saúde de Andrew Latimer.

O último álbum de estúdio da primeira fase do Camel seria “Stationary Traveller” de 84… que mostrava o grupo cedendo às pressões da gravadora por um trabalho mais comercial… o sucesso de faixas como “Refugee” ajudou o grupo a tentar uma excursão que trouxe de volta Mel Collins e Peter Bardens, ao lado de novos integrantes como Ton Schepenzeel (ex-Kayak)… mas no fim eles acabaram se separando…

Só em 91 Andrew Latimer ressuscitaria o Camel, depois de ganhar uma briga na justiça pelo uso do nome… o resultado foi o álbum conceitual “Dust and Dreams”, inspirado no clássico “As Vinhas da Ira” de John Steinbeck… e a partir daí o grupo voltou a gravar e excursionar com frequência, chegando até a se apresentar no Brasil em 2001…

Andrew Latimer sofreria um transplante de medula óssea em 2007 devido à uma doença no sangue… mas, felizmente, ele se recuperou e anunciou em 2010 que já estava trabalhando em um novo álbum com o Camel… mas isso fica para outro Art Rock… por hoje vamos fechar com faixas de dois de seus melhores trabalhos de sua segunda fase… os álbuns “Harbour of tears” de 96 e “Rajaz”, de 1999…

Vocês ouviram o Camel com as faixas “Coming of Age”, “Lost and found”, “Rajaz” e “Shout”…

O Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Rádio Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem…”

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CAMEL

BG – ANOTHER NIGHT

1. LADY FANTASY – 12:45

2. CHORD CHANGE – 6:44

3. HIGHWAYS OF THE SUN – 4:31

BG – FREEFALL

TOTAL: 24:00

CAMEL

BG – THREE WISHES

4. COMING OF AGE – 7:22

5. LOST AND FOUND -5:38

6. RAJAZ – 8:15

7. SHOUT – 5:16

BG – STRAIGHT TO MY HEART

TOTAL – 26:31

GRAND TOTAL – 50:31

Ouça o Art Rock com o Camel que foi ao ar no dia 23/01/2011, clicando aqui.

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Gentle Giant

Posted in Programas with tags on 24/02/2011 by Artrock

“Boa noite, teremos no programa de hoje um dos grupos essenciais do prog. rock inglês… o genial Gentle Giant.

Este grande nome do prog. inglês foi formado das ruínas de um grupo de rythm & blues… o Simon Dupree & The Big Sound… de onde saíram os irmãos Derek, Ray e Phill Shulman, com a idéia de criar uma sonoridade totalmente nova… e eles lançaram o seu primeiro álbum em 1970, já mostrando um estilo único, que teria muitos admiradores, mas poucos seguidores.

O som do grupo misturava uma estrutura complexa, onde as linhas melódicas eram cortadas pelos vocais de Derek e Ray, em meio a ritmos imprevisíveis, riffs de guitarra e fraseados de teclado violino e saxofone… uma amálgama que sempre se colocaria em uma categoria à parte, recusando-se a se encaixar nas diversas correntes do progressivo e vivendo à margem do sucesso de seus contemporâneos.

Mas isso não impediu o Gentle Giant de ter verdadeiros clássicos em sua discografia… e também de ser considerado até hoje um dos mais importantes grupos da primeira geração progressiva… apesar de não ter lançado nenhum trabalho novo desde 1980… e nós vamos começar com faixas dos álbuns “Gentle Giant” de 1970 e “Acquiring the Taste” de 71.

Com o Gentle Giant vocês ouviram “Funny ways”, “Alucard”, “Pantagruel’s nativity” e “Plain Truth”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o genial grupo dos irmãos Derek, Ray e Phil Shulmann, o Gentle Giant…

Depois de trabalhos essenciais em sua fase clássica, como os álbuns “Acquiring the Taste”, “Three Friends”, “Octopus” e “In a Glass House”… o Gentle Giant começou a perder um pouco da sua direção após a saída de Phil Shulman em 74… uma perda de unidade que levou Derek e Ray a procurar outras possibilidades musicais, o que acabaria comprometendo com o tempo a proposta do grupo.

O posterior desinteresse das gravadoras pela sonoridade progressiva foi levando muitos grandes nomes do prog. rock a investir em sonoridades mais comerciais, e o Gentle Giant não foi exceção… depois de álbuns fracos eles acabaram se separando em 1980… e só voltariam a se reunir brevemente para a gravação de três faixas inéditas para a caixa “Scrappin’ the Barrel”, lançada em 2004.

Mas outros membros remanescentes do Gentle Giant resolveram trazer de volta o seu som através de um novo projeto, que surgiu em 2008 com o nome Rentle Giant, sem grandes pretensões, mas que acabaria por seguir em frente, agora como Three Friends, em uma tour que, em 2010, se estendeu pela Europa, Estados Unidos e Japão… mas para essa segunda parte do programa nós selecionamos faixas dos álbuns “Three Friends” de 72 e “In a Glass House” de 73…

Vocês ouviram o Gentle Giant com “Prologue”, “Working all day”, “The runaway” e “Experience”…

O Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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GENTLE GIANT

BG – WRECK

1. FUNNY WAYS – 4:22

2. ALUCARD – 6:00

3. PANTAGRUEL’S NATIVITY – 6:50

4. PLAIN TRUTH – 7:36

BG – BLACK CAT

TOTAL: 24:48

GENTLE GIANT

BG – WAY OF LIFE

1. PROLOGUE – 6:12

2. WORKING ALL DAY – 5:12

3. THE RUNAWAY – 7:14

4. EXPERIENCE – 7:50

BG – IN A GLASS HOUSE

TOTAL – 26:28

GRAND TOTAL – 49:13

Ouça o Art Rock com o Gentle Giant que foi ao ar no dia 16/01/2011, clicando aqui.

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Novo horário na Rádio Educativa FM 97.1

Posted in Programas on 14/02/2011 by Artrock

O Art Rock mudou de horário depois de 8 anos nas madrugadas de sábado para domingo… nossos ouvintes que acompanham o programa pela Rádio Educativa, 97.1, agora terão de sintonizar mais cedo… a partir desse mês de fevereiro de 2011, o programa passa a ser transmitido todos os sábados, às 23hs!

Yes

Posted in Programas with tags on 14/02/2011 by Artrock

“Boa noite… vamos começar o programa com um dos grupos fundadores da linguagem do rock progressivo… o grande Yes!

Para os bons prog. heads o Yes dispensa apresentações, mas para quem está começando vale contar um pouco da sua história… o grupo foi fundado em Londres, em 1968, pelo vocalista Jon Anderson e pelo baixista Chris Squire… e na primeira formação eles ainda contavam com o baterista Bill Bruford, o guitarrista Peter Banks e o tecladista Tony Kaye… era a época da Swingin’ London e, como muitos outros grupos, o Yes também mergulhou na psicodelia…

O Yes seria um dos responsáveis pelas mudanças que levariam o rock psicodélico em direção ao progressivo… e isso já podia ser sentido em seus primeiros trabalhos… mas só tomaria forma definitiva com a entrada do guitarrista Steve Howe e do tecladista Rick Wakeman, no começo dos anos 70… criando a partir daí um som que seria um dos fundamentos do nascente rock progressivo…

Nessa primeira parte do programa vamos trazer um pouco da fase clássica do Yes… quando o grupo estava no auge da sua criatividade e era capaz de misturar a estrutura de composição complexa da música erudita com a versatilidade do rock, para chegar a uma sonoridade inconfundível… nós selecionamos faixas do álbum triplo “Yes Songs” de 73… cujo encarte, desenhado por Roger Dean, foi uma das fontes de inspiração do diretor James Cameron para os visuais do planeta Pandora, no seu filme “Avatar”…

Vocês ouviram o Yes com “Siberian Khatru”, “Heart of the Sunrise” e “Mood for a day”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do genial Yes… um dos grandes sobreviventes da era de ouro do rock progressivo, que continua em plena atividade, tanto em apresentações ao vivo como em criações de estúdio…

Em meio à ascensão da disco music e do punk rock na segunda metade dos anos 70, o rock ficou em segundo plano nas estratégias mercadológicas das gravadoras… o resultado foi que muitos grandes grupos acabaram se separando… e o Yes não foi exceção… embora eles tenham conseguido resistir até o álbum “Drama”, de 1980.

Mas a separação não durou muito… o Yes seria um dos primeiros grandes grupos da década de 70 a se reunir para um retorno que acabaria sendo muito bem sucedido, com o álbum “90125” de 83… que seria dominado pelo guitarrista Trevor Rabin e venderia milhões de cópias, graças ao hit “Owner of a Lonely Heart”… ainda que tenha desapontado muitos fãs, que esperavam um trabalho muito mais progressivo.

Desde então o Yes passou por muitas fases, com dois retornos da formação clássica, em meio a tours e álbuns com Trevor Rabin e também outros músicos… atualmente, Rick Wakeman e Jon Anderson foram substituídos por Oliver Wakeman (filho de Rick) e pelo vocalista canadense Benoît David… mas vamos fechar o programa com um pouco do duplo ao vivo “Symphonic Live”, gravado com a European Festival Orchestra e lançado em 2002.

Vocês ouviram o Yes com “Magnification”, “I’ve seen all good people”, “Owner of a lonely heart” e “Roundabout”.

O Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Rádio Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem…”

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YES

BG – PERPETUAL CHANGE

1. SIBERIAN KHATRU – 9:04

2. HEART OF THE SUNRISE – 11:34

3. MOOD FOR A DAY – 2:54

BG – AND YOU AND I

TOTAL: 23:32

YES

BG – STARSHIP TROOPER

1. MAGNIFICATION – 7:23

2. I’VE SEEN ALL GOOD PEOPLE – 7:21

3. OWNER OF A LONELY HEART – 5:49

4. ROUNDABOUT – 6:28

BG – RITUAL

TOTAL – 27:00

GRAND TOTAL – 50:32

Ouça o Art Rock com o Yes que foi ao ar no dia 09/01/2011, clicando aqui.

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Pete Townshend

Posted in Programas with tags on 14/02/2011 by Artrock

“Boa noite, e feliz ano novo… e com a passagem do ano vem a celebração do dia de Janus, o Deus Bifronte que fita o passado e o futuro enquanto permanece no ponto sempre em movimento que é o presente… uma posição bem progressiva.

E para começar o novo ano vamos atender o nosso amigo Alfeo Viero, que sugeriu para o programa um trabalho especial de um dos gênios do rock… o guitarrista Pete Townshend do grande The Who… seu musical “The Iron Man”, de 1989… que, além dos colegas Roger Daltrey e John Entwistle, contou ainda com a colaboração do bluesman John Lee Hooker e da gloriosa Nina Simone…

Claro que o velho Pete dispensa quaisquer apresentações… pois é outra figura obrigatória na discoteca de qualquer bom roqueiro… mas esta ópera que ele compôs no final dos anos 80 é um caso à parte, recebendo muita divulgação na época, mas depois ficando esquecida em meio ao impressionante legado musical de Townshend junto ao insuperável The Who.

Baseado no livro infantil do poeta e escritor britânico Ted Hughes, o musical “The Iron Man” foi adaptado por Townshend e seria mais tarde levado ao teatro em 93 e adaptado para o cinema em 99 sob a forma da animação “The Iron Giant”… e, em ambos os casos, a produção contou com a colaboração de Pete Townshend…

Com Pete Townshend vocês ouviram “I won’t run anymore” e “A Friend is a Friend”, depois foi “I eat Heavy Metal” com John Lee Hooker, “All shall be well” novamente com Townshend e Deborah Conway… “Fast Food” com Nina Simone e, para fechar, a clássica “Fire” do Crazy World of Arthur Brown com o genial The Who.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grande momento da carreira solo de Pete Townshend… seu álbum “Psychoderelict”,  de 93… uma opera-rock diferente que acabaria tendo duas versões, mas não conseguiria a mesma recepção de seus outros trabalhos…

Originalmente, “Psychoderelict” deveria dar continuidade ao conceito de musical que Pete havia criado para “The Iron Man”… a ideia era uma velha conhecida dos fãs, pois havia sido originalmente proposta para a malograda opera-rock “Lifehouse”, que permaneceria inacabada por décadas, com partes aparecendo no álbum “Who’s Next” de 71, mas que voltaria outras vezes a aparecer na obra de Townshend.

A ideia seria retomada em outras formas… a alienação, em que o mundo passaria a ser percebido através de interfaces, enquanto a humanidade se via aprisionada em trajes que nos afastam e separam uns dos outros… algo muito parecido com o nosso mundo de realidades e identidades virtuais… e que já era uma alugação de Pete Townshend há 40 anos…

Em “Psychoderelict” a ideia é atualizada para uma experiência virtual… the gridlife… e para contar a história, Pete Townshend lançaria originalmente um álbum complexo, cheio de diálogos, que acabou sendo considerado invendável pela gravadora… ganhando, assim, uma edição só com as músicas… e é um pouco dessa versão que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…

Vocês ouviram Pete Townshend com “English boy”, “Let’s get pretentious”, “I want that thing”, “I’m afraid”, “Don’t try to make me real”, “Fake it”…

O Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Boas festas e até a semana que vem.”

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PETE TOWNSHEND

BG – OVER THE TOP

1. I WON’T RUN ANYMORE – 4:51

2. A FRIEND IS A FRIEND – 4:47

3. I EAT HEAVY METAL – 3:58

4. ALL SHALL BE WELL – 4:02

5. FAST FOOD – 4:26

6. FIRE – 3:48

BG – MAN MACHINES

TOTAL: 25:22

PETE TOWNSHEND

BG – OUTLIVE THE DINOSAUR

1. ENGLISH BOY – 4:49

2. LET’S GET PRETENTIOUS – 3:27

3. I WANT THAT THING – 4:04

4. I’M AFRAID – 4:23

5. DON’T TRY TO MAKE ME REAL – 3:30

6. FAKE IT – 3:38

BG – MEHER BABA M3

TOTAL – 23:51

GRAND TOTAL – 49:13

Ouça o Art Rock com o Pete Townshend que foi ao ar no dia 02/01/2011, clicando aqui.

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Barclay James Harvest

Posted in Programas with tags on 01/02/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje começamos homenageando uma grande figura do prog. inglês que deixou a nossa insípida realidade no final de 2010…  Woolly Wolstenholme… um dos fundadores do Barclay James Harvest.

Originalmente conhecido como The Wickeds… esse grupou nasceu em Lancashire na Inglaterra, em 1966 e seus fundadores eram colegas de escola… o guitarrista John Lees, o tecladista Stuart “Woolly” Wolstenholme, o baixista Les Holroyd e o baterista Mel Pritchard… todos influenciados pelo som dos Moody Blues e desejando trocar a psicodelia pelo progressivo… e, em 67, eles adotaram o nome Barclay James Harvest.

O primeiro álbum sairia em 1970… mas eles só chamariam realmente a atenção no cenário progressivo britânico mais tarde, a partir dos bem sucedidos álbuns “Time Honoured Ghosts” e “Octoberon”… apesar de que, curiosamente, eles se tornariam um sucesso muito maior na Alemanha, chegando a reunir mais de 200 mil pessoas em Berlin, para uma apresentação nos anos 80…

E seria lá que o Barclay James Harvest lançaria o seu último registro de estúdio, o álbum “River Of Dreams”, de 98… depois disso o grupo se dividiria em dois, um de John Lees e Woolly Wolstenholme e o outro de Les Holroyd… e eles lançariam, respectivamente, os álbuns “Nexus”, em 99, e “Revolution Days”, em 2002… mas nós selecionamos algo mais antigo, extraído dos álbuns “Barclay James Harvest” de 70 e “Once Again” de 71.

Com o Barclay James Harvest, vocês ouviram “The Sun will never shine”, “Song for dying”, “Galadriel”, “Mocking Bird” e “Ball and Chain”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco mais do Barclay James Harvest, para lembrar o tecladista Stuart “Wolly” Wolstenholme…

Depois da volta, as duas versões do Barclay James Harvest passaram até a dividir o mesmo site na internet… e seguiram adiante mesmo depois do baterista Mel Pritchard deixar o nosso plano da realidade, em 2004… na verdade, começou uma fase criativa, principalmente para  “Wolly” Wolstenholme, que trabalhou em um projeto solo, gravou com o grupo Mœstoso, participou do renovado  Mandalaband… e ainda continuou colaborando com o amigo John Lees.

E o John Lees’ Barclay James Harvest continuaria a se apresentar com regularidade… mas “Wolly” não participou dos shows do grupo em novembro de 2010 devido a problemas que foram na época anunciados como exaustão… embora John Lees admitisse mais tarde que ele vinha sofrendo de problemas de saúde e de depressão nos últimos tempos…

“Wolly” Wolstenholme escolheu por conta própria seguir o curso sinuoso do rio Estígio no dia 13 de dezembro de 2010… e nós selecionamos mais algumas faixas da fase clássica do Barclay James Harvest, extraídas do álbum “Time Honoured Ghosts”, para lembrar um pouco da rica sonoridade de seus teclados e do radiante, e já distante, otimismo do grupo que ele ajudou a criar…

Com o Barclay James Harvest, vocês ouviram “In my life”, “Titles”, “Beyond the grave”, “Song for you”, “Hymn for the children” e “Moon Girl”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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BJH:

BG – SHE SAID

1. THE SUN WILL NEVER SHINE – 5:06

2. SONG FOR DYING – 5:01

3. GALADRIEL – 3:14

4. MOCKING BIRD – 6:38

5. BALL AND CHAIN – 4:48

BG – THE IRON MAIDEN

TOTAL – 24:47

BJH:

BG – ONE NIGHT

6. IN MY LIFE – 4:40

7. TITLES – 3:47

8. BEYOND THE GRAVE – 4:08

9. SONG FOR YOU – 5:21

10. HYMN FOR THE CHILDREN – 3:40

11. MOON GIRL – 4:51

BG – SWEET JESUS

TOTAL: 25:47

GRAND TOTAL – 50:34

Ouça o Art Rock com o Barclay James Harvest que foi ao ar no dia 09/01/2011, clicando aqui.

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