Arquivo para maio, 2011

Seven Side Diamond

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 31/05/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa dedicado ao excelente grupo curitibano Seven Side Diamond, que está lançando “Enigma”… o seu terceiro álbum.

Surgido em meados do ano 2000, o Seven Side Diamond, ou SSD, nasceu da reunião de amigos que estudavam no antigo CEFET/PR e dividiam o mesmo interesse pela música progressiva… dos clássicos dos anos 70 às novas tendências… e o resultado foi um quinteto formado por Diego Américo nos vocais, André Fadel nos teclados, Diego Porres no baixo, João Fadel nas guitarras e Casimiro Araújo na bateria.

Eles lançaram em 2002 o álbum “Seven Side Diamond”, onde já mostravam uma sonoridade em que o peso da guitarra dialogava com os teclados em combinações complexas e sobre uma estrutura rítmica forte… criando faixas marcantes como “Shadow of Fate”, “Far Beyond Vision” e “The River”… mas isso era apenas o começo de uma viagem que iria bem mais longe.

Em 2004 saía o álbum “Transition”, que foi bem recebido pela crítica especializada e tinha um som ainda mais elaborado, incluindo passagens acústicas e uma suíte em três partes… a essa altura o grupo já estava sendo escolhido para abrir shows de grandes nomes do metal progressivo como Symphony X, Stratovarius, Pain of Salvation, Evergrey e também André Matos e o Shaman… vamos ouvir um pouco do novo trabalho do Seven Side Diamond… o álbum “Enigma”…

Vocês ouviram “Prolusion”, “The Pact” e “Shine”, com o Seven Sided Diamond… faixas de seu novo álbum “Enigma”, que está sendo lançado agora nesse mês de junho.

A gente volta já!

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do novo álbum do grupo curitibano Seven Side Diamond… o excelente “Enigma”, que eles estão lançando nesse mês de junho de 2011…

Para esse terceiro registro de estúdio o SSD contou com uma produção impecável, conduzida pelo baixista, Diego Porres… e o caráter ambicioso do trabalho é sensível até mesmo no belo encarte do CD… estendendo-se pelas longas faixas, com destaque para “The Pact” e para as suítes “Shine” e “Enigma”… onde o grupo mistura uma tapeçaria sonora de múltiplas influências… para criar um todo completamente original.

O disco levou cinco anos para ficar pronto, mas o Seven Side Diamond não ficou parado, iniciando a partir de 2007 uma série de tributos ao grande Pink Floyd, onde inclusive foi revelada a cantora curitibana Michele Mara… além disso, o grupo também homenageou o Dream Theater e Deep Purple e está preparando um tributo ao decano do prog. inglês, o genial Yes, para os shows de lançamento do álbum “Enigma”.

Esse tributo especial ao Yes será no show do próximo dia 17 de junho no Jokers Pub, aqui em Curitiba, mas o SSD já está com outros shows anunciados para promover seu novo álbum… e, nessa segunda parte do programa, vocês vão poder conferir a faixa título desse excelente trabalho… a excepcional “Enigma”, uma rapsódia em treze partes e mais de 30 minutos, em que o Seven Side Diamond mostra toda a sua versatilidade…

Vocês ouviram o grupo curitibano Seven Side Diamond com “Enigma”, faixa título de seu novo álbum, que está sendo lançado nesse mês de junho de 2011…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao grupo Seven Side Diamond pelo excelente álbum que nós pudemos divulgar no programa de hoje… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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SSD

BG – THE RIVER

  1. PROLUSION – 1:23
  2. THE PACT – 7:18
  3. SHINE – 7:11

BG – FAR BEYOND VISION

TOTAL – 15:53

SSD

BG – UNIQUE VERSE

  1. ENIGMA – 34:00

BG – METASONG

TOTAL – 34:00

GRAND TOTAL – 49:53

Ouça o Art Rock com o Seven Side Diamond que foi ao ar no dia 28/05/2011, clicando aqui.

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Alice Cooper

Posted in Programas with tags on 31/05/2011 by Artrock

” Boa noite, hoje teremos no programa uma das atrações internacionais a visitar o Brasil em 2011… o lendário psicótico do rock… Alice Cooper…


A banda de Vincent Damon Fournier havia tentado muitos nomes e eles até chegaram a gravar alguns compactos… mas nunca chamaram a atenção como The Spiders ou The Nazz… foi só quando se mudaram para a California que as coisas começaram a mudar, pois foram descobertos pelo grande Frank Zappa… e, além disso, também tomaram uma decisão importante: mudar o nome do grupo para Alice Cooper, inspirados em uma bruxa do séc. XVII…

Mas ainda levaria algum tempo para que eles realmente saíssem do anonimato… para isso eles tiveram de se mudar para Detroit, uma das mecas do rock pesado nos Estados Unidos… investindo a partir de então em uma estética bizarra, dominado pela figura do seu endiabrado vocalista… que, a essa altura, já havia adotado a identidade da bruxa Alice Cooper, mergulhando em uma viagem gótica, que marcaria os anos 70…


Além das roupas extravagantes e comportamentos desregrados, o grupo tinha shows memoráveis, com encenações escatológicas e cenas de tortura e decapitação… tudo isso tornaria Alice Cooper um dos fenômenos da década, com álbuns antológicos como “Love it to Death” e “Killer”, ambos de 71, “School’s Out” de 72 e “Billion Dollar Babies”, de 73… e nós vamos começar o programa trazendo um pouco dessa fase clássica da velha Tia Alice…

Vocês ouviram o Alice Cooper, com “Hallowed be my name”, “Ballad of Dwight Fry”, “Desperado”, “Dead babies” e “Killer”…

A gente volta já.

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 E nós vamos continuar trazendo um pouco dessa lenda do rock que continua em plena atividade no século XXI… o indefectível Alice Cooper.

Infelizmente o sucesso do grupo acabou se concentrando no seu vocalista, levando o resto do grupo a debandar… os guitarristas Glenn Buxton e Michael Bruce, o baixista Dennis Dunnaway e o batera Neal Smith não gostavam muito de toda aquela atenção dada ao seu velho amigo Vincent, que tinha se tornado a tia Alice… no fim todos deixaram o grupo, que só não terminou porque, a essa altura, a lenda de Alice Cooper já tinha criado vida própria…

Ele continuou em frente, mas com menos impacto… só em 86 ele voltaria com força total, depois de ser convidado para fazer o tema de “Sexta-feira 13 VI”… e ele não pararia mais… seu último registro de estúdio foi o álbum “Along Came a Spider”, de 2008, um trabalho conceitual que acompanha a história de um serial killer que se apaixona por uma de suas vítimas… um tema que é a cara do velho Alice Cooper…

Depois disso começou a trabalharia em uma continuação para o clássico álbum de 75, “Welcome to my nightmare”… mas isso fica para outro Art Rock… para hoje nós selecionamos faixas do genial “The Last Temptation”, de 94, outro disco conceitual, que foi uma parceria com o gênio dos quadrinhos Neil Gaiman, criador de Sandman… que renderia ainda uma graphic novel em três partes e teria como convidado o tecladista Derek Sherinian, do Dream Theatre.

Vocês ouviram Alice Cooper “Nothing is free”, “Lost in America”, “Stolen Prayer”, “It’s me” e “Cleansed by fire”… todas do album “The Last Temptation”, de 94.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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ALICE COOPER

BG – I’M EIGHTEEN

1. HALLOWED BE MY NAME – 2:29

2. BALLAD OF DWIGHT FRY – 6:33

3. DESPERADO – 3:27

4. DEAD BABIES – 5:45

5. KILLER – 6:58

BG – LONG WAY TO GO

TOTAL – 25:12

ALICE COOPER

BG –     BAD PLACE ALONE

1. NOTHING IS FREE – 5:01

2. LOST IN AMERICA – 3:54

3. STOLEN PRAYER – 5:37

4. IT’S ME – 4:34

5. CLEANSED BY FIRE – 6:13

BG – SIDESHOW

TOTAL – 25:19

TOTAL GERAL: 50:31

Ouça o Art Rock com o Alice Cooper que foi ao ar no dia 09/04/2011, clicando aqui.

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Quicksilver Messenger Service

Posted in Programas with tags on 17/05/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer um dos mais importantes grupos do rock psicodélico americano… o Serviço de Entrega Relâmpago… isso é: o Quicksilve Messenger Service.

Fundado em 65, o Quicksilver era para ser a banda de apoio do cantor Dino Valente, que reuniu os guitarristas John Cipolina e Gary Duncan, o baixista David Freiberg e o vocalista de apoio Jim Murray… e estava tudo certo para eles começarem a gravar só que houve um pequeno contratempo: Dino foi preso por porte de drogas e o que era para ser o seu grupo acabou ficando sem direção.

Mas eles não se separaram, em vez disso, começaram a se apresentar no cenário psicodélico da Califórnia nos anos seguintes, gravando seu primeiro álbum em 68 e logo se estabelecendo como um dos nomes de frente do rock de San Francisco… e a fama só cresceu com o genial álbum “Happy Trails” de 69… um dos melhores momentos do Quicksilver Messenger Service.

Essa primeira fase do grupo foi a sua época mais bem sucedida, e terminaria justamente com o retorno de Dino Valente em 1970… e para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas desse período inicial do Quicksilver Messenger Service… extraídas de seus três primeiros álbuns, gravados naquele movimentado final dos anos 60, quando o sonho ainda parecia que não iria acabar…

Vocês ouviram o Quicksilver Messenger Service com “The Fool”, “Mona”, “Maiden of the Cancer Moon” e “Shady Grove”.

A gente volta já.

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 Vamos continuar trazendo um pouco do grande Quicksilver Messenger Service, um dos nomes mais importantes do rock psicodélico dos anos 60…


O álbum “Shady Grove”, de 1970, contava com o pianista Nick Hopkins, uma fera inglesa que era muito requisitado no rock americano da época… mas logo depois desse excelente trabalho o Quicksilver Messenger Service foi surpreendido pelo retorno de seu fundador Dino Valente, que tinha saído da prisão e voltou para o grupo… um retorno que rendeu dois ótimos discos, porém acabou levando à saída de John Cipolina, David Freiberg e Nick Hopkins…

Dino Valente levou o grupo adiante com Gary Duncan, Greg Elmore e mais alguns músicos de estúdio que mudavam conforme o grupo ia gravando… mas a essa altura o rock psicodélico já estava em baixa e essa formação do Quicksilver dó duraria por mais alguns anos, separando-se de vez em meados da década de 70, como muitos outros grandes representantes do rock de San Francisco.

Só em 1986 o Quicksilver Messenger Service voltaria a ser ouvido, mas agora apenas com Gary Duncan e David Freiberg da sua formação clássica… e desde então eles tem se mantido em atividade, lançando alguns trabalhos ao vivo e também se apresentando nos festivais de rock psicodélico… nesse novo milênio eles estiveram bem ocupados, incluindo uma rápida tour européia… mas a gente vai fechar com faixas dos álbuns “Shady Grove” e “What About Me”…

Vocês ouviram “Flute Song”, “Joseph’s Coat”, “Long Haired Lady”, “Subway” e “Spindrifter”… com o Quicksilver Messenger Service.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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QUICKSILVER MESSANGER SERVICE

1. THE FOOL – 12:07

2. MONA – 7:00

3. MAIDEN OF THE CANCER MOON – 3:07

4. SHADY GROVE – 2:57

TOTAL – 25:11

QUICKSILVER MESSANGER SERVICE

1. FLUTE SONG – 5:21

2. JOSEPH’S COAT – 4:34

3. LONG HAIRED LADY – 5:47

4. SUBWAY – 4:25

5. SPINDRIFTER – 4:32

TOTAL – 24:39

GRAND TOTAL – 49:50

Ouça o Art Rock com o Quicksilver Messenger Service que foi ao ar no dia 02/04/2011, clicando aqui.

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Deep Purple & Jon Lord

Posted in Programas with tags , on 16/05/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa um pouco da genialidade de um dos grandes tecladistas da história do rock, o genial Jon Lord, do Deep Purple…

E vamos começar com o próprio Deep Purple, na sua fase mais psicodélica… na época da sua primeira formação, normalmente conhecida como Mk 1… que contava com o vocalista Rod Evans e com o baixista Nick Simper… um período breve na história desse grande grupo, mas que foi muito produtivo, rendendo 3 álbuns excelentes, onde misturavam composições próprias com versões antológicas para faixas clássicas…
Nesta época, o Purple ainda era liderado por Jon Lord, e o tecladista introduzia suas influências eruditas em meio aos solos e improvisações ao vivo, já anunciando um pouco do que ele iria tentar realizar depois da entrada de Ian Gillan e Roger Glover, quando lançou sua última tentativa de fazer um crossover entre o rock e a música clássica dentro do grupo… o genial “Concerto for Group and Orchestra”, de 69.

Mas este trabalho indispensável só marcou o fim de uma exploração que já havia começando antes, em álbuns como “The Book of Taliesyn” de 68 e “Deep Purple” de 69… nos quais a voz de Rod Evans mantinha um diálogo mais amistoso com os teclados de Lord e a guitarra de Blackmore, do que aquele que se tornaria célebre com o vocal poderoso de Ian Gillan… uma época em que o Purple ainda se encontrava indeciso entre o heavy metal e o progressivo…

Vocês ouviram o Deep Purple com as faixas “Blind”, “Painter”, “April” e “Lalena”… essa última uma cover do grande Donovan… todas faixas extraídas do álbum “Deep Purple”, de 69.

A gente volta já!

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E agora vocês ficam com um pouco da carreira solo de Jon Lord… que ele procurou manter em paralelo aos seus trabalhos com o Purple e com seus outros projetos.

Desde o início da sua carreira, Jon Douglas Lord participou de muitos grupos… ele começou na época da famosa British Invasion, no início dos anos 60, tocando em grupos como The Artwoods e The Flowerpot Men… e depois é claro se tornaria uma das forças criativas dentro do Deep Purple… mas ele não parou quando houve a primeira separação do grupo em 76, seguindo em frente com o Ashton, Pace & Lord e depois com o Whitesnake, além de continuar sua carreira solo.

Ele sempre procurou dar continuidade à sua proposta de fusão entre a música erudita e o rock… e lançaria trabalhos como “Gemini Suite” de 70 e “Sarabande” de 76… mas parecia ter se fixado em definitivo no rock pesado depois do retorno do Deep Purple nos anos 80, participando de álbuns e excursões de grande sucesso, em meio às brigas que levaram ao entra e sai do vocalista Ian Gillan e depois à saída definitiva do guitarrista Ritchie Blackmore.

Jon Lord surpreenderia o mundo do rock ao anunciar que deixaria o Purple em 2001… mas ele continuaria na ativa, voltando a se dedicar à sua carreira solo, com álbuns como “Beyond the notes”. “Durham Concerto” e “Boom of the tingling strings”… mas nós selecionamos faixas do clássico álbum “Sarabande”, em que ele contou com a Philarmônica da Hungria sob a regência de Eberhard Shöener e tendo na guitarra Mr. Andy Summers… que logo estaria fundando o grupo The Police junto de Sting…

Vocês ouviram “Saraband”, “Aria”, “Gigue” e “Finale”… com o tecladista Jon Lord, do Deep Purple…

O Art Rock fica por aqui… o programa como sempre teve a produção foi minha, Vidal Costa, e também de Beto Bittencourt, a apresentação foi também de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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DEEP PURPLE

BG – BIRD HAS FLOWN

1.    BLIND – 5:26

2.    PAINTER – 3:51

3.    APRIL – 12:09

4.    LALENA – 3:33

BG – CHASING SHADOWS

TOTAL – 24:59

JON LORD

BG –     BOURÉE

1.    SARABANDE – 7:25

2.    ARIA – 3:46

3.    GIGUE – 11:12

4.    FINALE – 2:24

BG – CAPRICE

TOTAL – 24:46

TOTAL GERAL: 49:45

Ouça o Art Rock com o Deep Purple & Jon Lord que foi ao ar no dia 09/04/2011, clicando aqui.

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Crucis & Pablo el Enterrador

Posted in Programas with tags , on 10/05/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa voltado para o rock de nossos vizinhos sul-americanos… com dois excelentes grupos do progressivo argentino.

Vamos começar com o genial Crucis, grupo que foi formado em 74, e era centrado em torno do baixista e vocalista Gustavo Montesano e do tecladista Daniel Oil… eles tinham boas relações com os outros grupos do cenário progressivo portenho, e lançariam em 76 o álbum “Crucis”, seu disco de estreia, que contou com a ajuda de um ex-integrante, José Luis Fernández, do Máquina de Hacer Pájaros, e também e também do genial Charly García do Sui Generis… uma das lendas do rock argentino.

O primeiro trabalho foi recebido com entusiasmo, e o sucesso levou o Crucis a uma posição de liderança entre as bandas de rock argentinas, junto do próprio Sui Generis… com tudo isso, o grupo seguiu logo para a gravação de um segundo álbum, “Los Delirios del Mariscal”, que foi mixado nos Estados Unidos e lançado em grande estilo no Estádio Luna Park de Buenos Aires, em 77…

O novo trabalho teve um grande impacto… e eles até chegaram a realizar uma rápida tour pelos Estados Unidos, onde o seu virtuosismo foi elogiado… tudo parecia indicar uma carreira brilhante para o grupo, mas eles acabariam se separando pouco tempo depois, tornando-se outra daquelas esperanças frustradas da história do rock… e nós selecionamos faixas de seus dois únicos álbuns, reunidos no CD “Cronología”, lançado em 96…

Você ouviram o Crucis com “Todo tiempo possible”, “Corto amanecer”, “Ironico ser” e “Abismo terrenal”…

A gente volta já!

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E agora vamos ouvir um dos melhores exemplos do neo-prog argentino, o grupo Pablo El Enterrador…

Formado na cidade de Rosário, em 1974, o grupo passou seus primeiros anos entre ensaios e mudanças de formação… e eles só lançariam em 83 o seu primeiro álbum, “Pablo el enterrador”, onde mostravam uma amálgama de progressivo sinfônico com folk e até um pouco de jazz… em meio aos teclados dobrados de Jorge Antún e Omar López, e a guitarra, baixo e vocais de José Maria Blanc…

Apesar de terem surgido ainda nos anos 70, o grupo costuma ser inserido no que se convencionou chamar de movimento neo-progressivo… mas eles adotavam uma atitude bastante politizada, um resultado direto da repressão política durante a ditadura militar que se seguiu ao governo de Isabelita Perón… o próprio nome, Pablo el Enterrador, se referia a um coveiro que atendia os enterros de indigentes em Rosário… isso em uma época em que túmulos anônimos eram de estudantes, intelectuais e líderes operários.

Como muitos outros grupos progressivos, eles não mantiveram uma carreira contínua, com reuniões ocasionais… só nos anos 90 sairia o segundo álbum de estúdio… “2”, também conhecido como “Sentido de Lucha”… e estavam gravando em 2000 o álbum “Trifónico”, quando Jorge Antún deixou o nosso plano da realidade… vamos conferir um pouco do disco de estreia desse grande nome do prog. argentino…

Vocês ouviram “Carrousell de la vieja Idiotez”, “Elefantes de papel”, “Ilusiono em siete Octavos”, “Espiritu esfumado” e “La herencia de Pablo”… com o grupo argentino Pablo el Enterrador…

O Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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CRUCIS

BG – DETERMINADOS ESPEJOS

1. TODO TIEMPO POSSIBLE – 4:33

2. CORTO AMANECER – 2:55

3. IRONICO SER – 4:06

4. ABISMO TERRENAL – 12:30

BG – RECLUSO ARTISTA

TOTAL – 24:04

PABLO EL ENTERRADOR

BG – DENTRO DEL CORRAL

5. CARROUSELL DE LA VIEJA IDIOTEZ – 5:40

6. ELEFANTES DE PAPEL – 5:06

7. ILUSIONO EM SIETE OCTAVOS – 4:51

8. ESPIRITU ESFUMADO – 3:53

9. LA HERENCIA DE PABLO – 7:17

BG – ACCIONISTA

TOTAL – 26:46

Total geral: 50:50

Ouça o Art Rock com o Crucis & Pablo el Enterrador que foi ao ar no dia 26/03/2011, clicando aqui.

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Steve Howe & Patrick Moraz

Posted in Programas with tags , on 04/05/2011 by Artrock

“Boa noite, vamos trazer no programa de hoje dois representantes de uma das mais prolíficas famílias do progressivo… o clã do grande Yes!

Vamos começar com um dos grandes guitarristas da história do rock, o genial Stephen James Howe, que nasceu em Holloway, na Inglaterra, em 1947… e começou no mundo do rock ainda nos anos 60, tendo passado por outros grupos antes de substituir Peter Banks no Yes, em 1970… uma posição onde ele permanece até hoje… sem deixar de lado sua prolífica carreira solo e também participações em trabalhos de amigos.

Howe lançou seu primeiro trabalho solo em 75, mostrando sempre uma rara sensibilidade para a composição e arranjo para guitarra elétrica e acústica… ele chegou a ser votado o melhor guitarrista pela Guitar Player por 5 anos consecutivos – inaugurando a famosa Gallery of Greats da revista… e entre retornos com o Yes e com o Asia, ele também tem encontrado tempo para se dedicar a trabalhos solo e ao seu novo projeto, o Steve Howe Trio, uma banda de jazz onde ele toca com o seu filho, Dylan…

Atualmente, Steve está envolvido no novo trabalho do Yes, que contará com o novo vocalista, o canadense Benoît David… mas, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos um material de um de seus álbuns solo mais recentes, o excelente “Spectrum” de 2005, que contava com Dylan Howe na bateria… e nada menos que o grande Tony Levin, da banda de Peter Gabriel e é claro do King Crimson, no baixo…

Você ouviram Steve Howe, com “Tiger’s den”, “Band of light”, “Without a doubt”, “Highly strung”, “Hour of need” e “In the Skyway”.

A gente volta já!

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E agora vamos trazer o suíço Patrick Philippe Moraz, que foi tecladista do Yes no álbum “Relayer”, de 74…

Patrick Moraz começou no jazz e formou, ainda nos anos 60, o grupo Mainhorse, chegando a lançar um álbum que não chamou muita atenção na época… ele só chegou a se tornar realmente conhecido ao ser convidado em 73 para integrar o Refugee, grupo formado pelo baixista Lee Jackson e pelo baterista Brian Davidson, que haviam integrado ao grande The Nice, junto de Keith Emerson…

Mas o Refugee só lançaria um trabalho em 74… e Patrick Moraz acabaria entrando para o Yes, onde participaria apenas do álbum “Relayer”… depois disso, ele se manteria no primeiro time do prog. rock, ao entrar para os Moody Blues… mas começaria também sua carreira solo, que chegou a ter uma fase influenciada pela música brasileira, em que o tecladista gravaria até nos estúdios da Som Livre no Rio e com a bateria de Mestre Marçal da Portela… explorando os limites da música progressiva.

Depois de alguns anos trabalhando exclusivamente com piano, Patrick Moraz voltou em 2009 com o álbum “Change of Space”, um disco com tendências mais progressivas… mas ele fica para outro Art Rock, para o programa de hoje nós selecionamos um pouco de seu primeiro trabalho solo, “Story of I”, de 76, e também do disco seguinte… “Out in the Sun”, de 77…

Vocês ouviram “Indoors”, “Best Years of Our Lives”, “Descent”, “Impressions (the dream)”, “Rise and Fall”, “Love, Hate, Sun, Rain, You” e “Symphony in the Space” com Patrick Moraz.

O Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Rádio Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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STEVE HOWE

BG – ULTRA DEFINITION

1. TIGER’S DEN – 3:49

2. BAND OF LIGHT – 3:37

3. WITHOUT A DOUBT – 3:47

4. HIGHLY STRUNG – 4:32

5. HOUR OF NEED – 5:16

6. IN THE SKYWAY – 3:16

BG – FREE REIN

TOTAL – 24:17

PATRICK MORAZ

BG – IMPACT

1. INDOORS – 3:39

2. BEST YEARS OF OUR LIVES – 4:05

3. DESCENT – 1:44

4. IMPRESSIONS (THE DREAM) – 2:50

5. RISE AND FALL – 5:34

6. LOVE, HATE, SUN, RAIN, YOU – 4:52

7. SYMPHONY IN SPACE – 2:58

BG – TIME FOR CHANGE

TOTAL – 25:42

Total geral:49:59

Ouça o Art Rock com o Steve Howe & Patrick Moraz que foi ao ar no dia 19/03/2011, clicando aqui.

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