Arquivo de outubro, 2011

Wishbone Ash

Posted in Programas with tags on 26/10/2011 by Artrock

” Boa noite, o programa de hoje será com uma das lendas vivas do rock, o veterano grupo inglês Wishbone Ash.

Como já faz algum tempo que não trazemos esse grande grupo no programa, vale lembrar que ele foi fundado em meados dos anos 60, pelo baterista Steve Upton e pelo baixista e vocalista Martin Turner… e eles chegaram a se chamar Empty Vessels e Tanglewood, antes de tomarem forma definitiva com a entrada dos guitarristas Ted Turner e Andy Powell… a essa altura, eles tinham se mudado para Londres e adotado o bizarro nome de Wishbone Ash, isto é: Cinzas do Ossinho da Sorte…

O estilo característico do grupo, com os climas épicos e as guitarras dobradas, a meio caminho entre o heavy e o progressivo, já era sensível nos álbuns “Wishbone Ash” de 1970 e “Pilgrimage” de 71… mas atingiria o seu ponto alto no seu trabalho seguinte, clássico álbum “Argus”… formando uma trilogia de discos que influenciaria grandes bandas como o próprio Iron Maiden.

Além das duas guitarras, que também se tornariam a sua marca registrada, o Iron adotaria o andamento marcante do Wishbone Ash… a inconfundível “cavalgada” que pode ser sentida em muitas de suas faixas… e para essa primeira parte do programa nós vamos trazer um pouco do seu álbum de estreia e também do genial “Argus”, de 72, que acabou de ganhar uma edição remasterizada dupla simplesmente imperdível para qualquer bom prog. head…

Vocês ouviram o Wishbone Ash com “Errors of my way”, “The King will come”, “Warrior” e “Throw down the sword”…

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora Ouçam agora um pouco do Wishbone Ash durante a sua fase mais recente, mostrando um pouco da vitalidade desse grupo que está longe de se aposentar.

Depois da mudança para os Estados Unidos em meados dos anos 70, o Wishbone Ash começou a perder terreno, apesar de conseguir se estabelecer no concorrido mercado americano… mas a identidade do grupo foi sendo comprometida com o entra e sai de músicos, mesmo sendo nomes de peso como John Wetton para o baixo, depois substituído por Trevor Bolder, e Claire Hamill para os vocais.

A volta de Martin e Ted Turner ajudaria a recuperar a imagem do Wishbone Ash, e a perseverança de Andy Powell manteria o grupo ativo mesmo depois que eles voltaram a sair para outros projetos, ainda nos anos 90… e, embora atualmente Andy seja o último membro remanescente da formação clássica, ele não parece nem um pouco interessado em se acomodar, continuando a lançar álbuns de estúdio frequentes e ainda fazendo excursões muito bem recebidas, que rendem discos ao vivo e DVDs.

Além disso, os fãs foram surpreendidos em 2007 pelo lançamento do álbum “First Light”… a versão original, a muito considerada perdida, do disco de estreia do Wishbone Ash, que havia sido gravada em 1970 e produzida por Ritchie Blackmore do Deep Purple… mas esse trabalho e também o novo álbum “Elegant Stealth”, de 2011, ficam para outro Art Rock… para fechar o programa de hoje nós selecionamos faixas de “Bona Fide” de 2002 e “Clan Destiny” de 2006…

Vocês ouviram o Wishbone Ash com “Bona fide”, “Come rain, come shine”, “Eyes wide open”, “Surfing a slow wave” e “Capture the moment”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

WISHBONE ASH

BG – QUEEN OF TORTURE

1.    ERRORS OF MY WAY – 7:01

2.    THE KING WILL COME – 7:05

3.    WARRIOR – 5:52

4.    THROW DOWN THE SWORD – 5:55

BG – PHOENIX

TOTAL – 25:53

WISHBONE ASH

BG – FAITH, HOPE AND LOVE

5.    BONA FIDE – 3:17

6.    COME RAIN, COME SHINE – 6:19

7.    EYES WIDE OPEN – 5:32

8.    SURFING A SLOW WAVE – 4:06

9.    CAPTURE THE MOMENT – 3:49

BG – THE RAVEN

TOTAL – 23:03

TOTAL GERAL: 48:56

Ouça o Art Rock com o Wishbone Ash que foi ao ar no dia 22/10/2011, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Hawkwind & The Deep Fix

Posted in Programas with tags , on 26/10/2011 by Artrock

” Boa noite, hoje teremos no programa um pouco do lado mais ficção científica do rock… começando com os pioneiros do rock scifi… o genial Hawkwind.

Essa verdadeira instituição do rock inglês é figura frequente aqui no nosso programa… com uma carreira que se estende por quatro décadas desde que foi formado no final dos anos 60 pelo o guitarrista Dave Brock e o saxofonista Nik Turner… no começo eles se chamavam Group X… e depois para Hawkwind Zoo… só em 69 o nome se tornou simplesmente Hawkwind… e, desde então, a sua viagem musical e cósmica não parou mais.

Com álbuns clássicos como “Doremi fasol latido” de 72 e “Hall of the Mountain grill” de 74, esse grande grupo do rock inglês sempre conservou a liderança de Dave Brock, atraindo três gerações de fãs, tanto entre os prog heads como entre os heavy rockers… e ele vem se mantendo fiel à sua proposta, com um som inconfundível, onde riffs pesados e fraseados de guitarra e teclados misturam-se a letras delirantes que se inspiram na ficção científica, na fantasia e até física quântica…

Entre os muitos que colaboraram com o Hawkwind está o mago da ficção cientifica, o escritor Michael Moorcock… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos faixas do álbum “The Chronicles of the Black Sword”… onde o Hawkwind explora justamente um dos personagens mais emblemáticos dos livros de Moorcock, o misterioso Elric de Melniboné, portador da Espada Negra Stormbringer, a devoradora de almas…

Vocês ouviram o Hawkwind com “Song of the swords”, “The pulsing cavern”, “Elric the enchanter”, “Sleep of a thousand tears”, “Chaos army”, “Horn of destiny” e “Arioch”

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Nessa segunda parte do programa vamos continuar na família do Hawkwind, mas trazendo uma raridade que envolve o seu colaborador e mentor… Michael Moorcock… o álbum que ele gravou em 75 com os integrantes do Hawkwind e outros convidados…

Celebrado como um dos mais influentes autores de ficção e fantasia ingleses da segunda metade do séc. XX, Michael Moorcock criou muitas séries de livros e personagens antológicos, que foram levados ao cinema, aos quadrinhos, videogames e, é claro, ao rock… principalmente por bandas ligadas ao rock pesado e ao progressivo… sendo que a mais importante delas foi o próprio Hawkwind.

Além de ser o autor das letras de várias músicas do grupo, Moorcock também foi convidado para participar como narrador em alguns trabalhos e em shows… e essa ligação acabou levando ao projeto The Deep Fix, um grupo cujo nome foi tirado da banda que se apresentava nas histórias de um dos seus personagens, o lendário viajante do tempo e do espaço Jerry Cornelius…

O grupo era um trio formado por Michael Moorcock, Steve Gilmore e Graham Chamock… mas os convidados incluíam Simon House, Alam Powell, Snowy White, Simon King, Dave Brock e muitos outros, mantendo a ligação com o Hawkwind e estendendo-a para outros grupos… claro que o Deep Fix não iria durar, e o seu único álbum é uma daquelas raridades que você só ouve aqui no Art Rock…

Vocês ouviram “Fair dealer”, “You’re a hero”, “Come to the fair”, “In the name of rock and roll”, “Ferris wheel” e “Starcruiser”… com Michael Moorcock & The Deep Fix.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

HAWKWIND

BG – NEEDLE GUN

1. SONG OF THE SWORDS – 3:25

2. THE PULSING CAVERN – 2:33

3. ELRIC THE ENCHANTER – 4:52

4. SLEEP OF A THOUSAND TEARS – 4:09

5. CHAOS ARMY – 0:53

6. HORN OF DESTINY – 6:21

7. ARIOCH – 3:26

BG – THE SEA KING

TOTAL – 25:38

THE DEEP FIX

BG – SONG FOR MARLENE

8. FAIR DEALER – 5:08

9. YOU’RE A HERO – 3:23

10. COME TO THE FAIR – 1:22

11. IN THE NAME OF ROCK AND ROLL – 4:31

12. FERRIS WHEEL – 6:30

13. STARCRUISER – 3:16

BG – DODGEM DUDE

TOTAL – 24:11

TOTAL GERAL: 49:49

Ouça o Art Rock com o Hawkwind & The Deep Fix que foi ao ar no dia 27/08/2011, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Premiata Forneria Marconi

Posted in Programas with tags on 18/10/2011 by Artrock

” Boa noite, o programa de hoje será dedicado ao decano do progressivo italiano… o Premiata Forneria Marconi.

Esse grande grupo foi fundado em meados dos anos 60, com o nome de I Quelli… e já havia lançado muitos compactos e um LP, usando também o nome The Krel (inspirado na raça alienígena do filme “O planeta proibido”) e começando a explorar as possibilidades do insipiente rock progressivo… a essa altura eles já eram bem conhecidos e chegaram a tocar no Festival de San Remo de 1970… contando em sua formação com Franz Di Cioccio, Franco Mussida, Flavio Premoli e Mauro Pagani…

E com a nova década veio um novo nome… Premiata Forneria Marconi, ao mesmo tempo em que eles abraçavam de vez a música progressiva e passaram a se tornar uma verdadeira referência do estilo em seu país depois do sucesso local do seu primeiro álbum, “Storia di um Minuto”, de 72… mas foi depois do segundo trabalho, “Per un amico”, que a carreira do Premiata realmente decolou, pois o grupo foi descoberto por Greg Lake, que os levou para Londres e os apresentou ao poeta Pete Sienfield.


Com a ajuda de Sienfield, que era o autor das letras do King Crimson e produtor do Roxy Music, o grupo encurtaria o seu nome para PFM e lançaria “Pictures of Ghosts”, uma versão em inglês para o seu segundo álbum… e, com isso, eles seriam lançados no mercado internacional… vamos ouvir um pouco desse começo de carreira do Premiata Forneria Marconi…

Vocês ouviram o Premiata Forneria Marconi com “Dove… quando”, partes 1 e 2, depois foi “River of Life”, “Celebration” e “Dolcissima Maria”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora Vamos continuar com o prog. italiano, trazendo mais um pouco da carreira do grande Premiata Forneria Marconi.

O PFM também seria outro dos muitos grupos que sofreram com a comercialização sem fronteiras do rock a partir do final dos anos 70, e ele chegou a se separar por um tempo depois do álbum “Miss Baker” de 1987… mas o seu legado seria retomado nos anos 90, com trabalhos consistentes como o genial “Ulisses” de 97, onde recontam viagem de seus integrantes durante os dez anos em que ficaram longe do Premiata.


E o grupo continua em plena atividade, com excursões frequentes, incluindo encontros geniais como a apresentação confirmada para novembro no Italian Progressive Rock Festival, no Japão… junto do Goblin, Arte & Mestieri e Balletto di Bronzo… um evento internacional em terras nipônicas, que demonstra bem o impacto que as bandas italianas tiveram no prog. rock.

Para essa segunda parte do programa, vamos trazer um pouco do mais recente trabalho do PFM, o álbum “La Buona Novella”, de 2010, uma regravação de um disco clássico de um velho amigo do grupo, o lendário o músico e poeta Fabrizio de Andre, que havia colaborado com o Premiata no final dos anos 70… “La Buona Novella” é um trabalho conceitual, inspirado na vida de Cristo, como é contada nos Evangelhos Apócrifos…

Vocês ouviram o PFM com “Universo e Terra”, “Il retorno di Giuseppe”, “Il sogno di Maria” e “Laudate Hominen”… um libelo para nos lembrar que os Deuses é que são filhos dos homens, que os criam para justificar suas ações, sejam boas ou más.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… nós agradecemos à Silvana, nossa ouvinte mais que especial, pela inspiração para esse programa… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

PFM

BG –MR. 9 ‘TILL 5

1. DOVE… QUANDO 1 – 4:07

2. DOVE… QUANDO 2 – 6:00

3. RIVER OF LIFE – 7:00

4. CELEBRATION – 3:52

5. DOLCISSIMA MARIA – 4:08

BG – IL BANCHETO

TOTAL – 25:07

PFM

BG – IL TESTAMENTO DI TITO

1. UNIVERSO E TERRA – 2:26

2. IL RITORNO DI GIUSEPPE – 9:12

3. IL SOGNO DI MARIA – 5:55

4. LAUDATE HOMINEN – 6:37

BG – MARIA NELLA BOTTEGA DI UM FALEGNAME

TOTAL – 24:10

TOTAL GERAL: 49:17

Ouça o Art Rock com o Premiata Forneria Marconi que foi ao ar no dia 15/10/2011, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Synergy & Nektar

Posted in Programas with tags , on 11/10/2011 by Artrock

” Boa noite, vamos abrir o programa de hoje trazendo um dos grandes tecladistas progressivos americanos… Mr. Lawrence Roger Fast…


Já trouxemos Larry Fast aqui no Art Rock… mas sempre vale lembrar que ele nasceu em New Jersey e foi apresentado a Rick Wakeman durante um programa de rádio em 74, acabando por ser convidado para trabalhar no estúdio durante a gravação do álbum “Tales from Topographic Oceans” do Yes… o que levaria a um contrato com a Passport Records e à criação do seu próprio projeto… o Synergy, em 1975.

Pioneiro do som eletrônico em uma época em que o computador pessoal ainda era ficção científica ’fica ir de instrumentos eletrônicos, o Synergy influenciaria até os criadores de músicas para os primeiros vídeo-grames… e, além disso, Larry Fast também participaria dos primeiros discos de Peter Gabriel, se tornaria tecladista do grupo Nektar e ainda integraria a banda-solo do grande baixista Tony Levin…

O Synergy continuaria em atividade pelos anos 80 e além, e Larry Fast também voltaria a se reunir com o Nektar em 2002, tocando como convidado e aparecendo no DVD “Greatest Hits Live” de 2003… e, além disso, ele também remasterizou seus álbuns originais e realizou uma re-imaginação de algumas de suas composições… e é esse último trabalho, que resultou no álbum “Reconstructed Artifacts”, de 2002, que nós selecionamos para a primeira parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Relay breakdown”, “North river”, “Steam and steel towers” e “Into the Abyss”, com o Synergy de Larry Fast…

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos ouvir um pouco do Nektar, uma das lendas do prog. rock dos anos 70… na época em que Larry Fast era o seu tecladista…


Apesar de ter sido formado na Alemanha em 69, o Nektar era no início composto inteiramente de músicos ingleses, sob a liderança do guitarrista Roye Albrighton… e seu som abrangia toda a gama do prog. rock, centrado nos arranjos vocais e fraseados de guitarra e órgão… mas eles nunca conseguiram fazer sucesso em seu próprio país, acabando por serem muitas vezes confundidos um grupo de rock germânico.

O Nektar lançou trabalhos clássicos como “Journey to the centre of the eye” e “A tab in the Ocean”, no começo dos anos 70… e o álbum “Prodigal Stranger”, de 2001, marcou o seu retorno do grupo depois de mais de 20 anos de silêncio… o último registro tinha sido o álbum “Men on the Moon” de 1980… mas, depois da volta, eles já lançaram mais dois trabalhos de estúdio e um ao vivo… o duplo “Fortyfied”, de 2009.

O Nektar é uma presença frequente no nosso programa… mas, para hoje, nós selecionamos faixas dos álbuns “Recycle” de 1975 e “Magic is a child” de 76… ambos da fase em que Larry Fast era o tecladista do grupo e em que eles estavam tentando alterar elementos da sua sonoridade, em busca de atingir um público maior… e o primeiro desses discos é também lembrado no Brasil por contar com a faixa “Sao Paulo Sunrise”, uma das homenagens do Nektar aos seus muitos fãs brasileiros…

Vocês ouviram o Nektar com “Recycle”, “Cybernetic consumption”, “Recycle countdown”, “It’s all over”, “Magic is a child”, “Listen” e “On the run”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem…”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

SYNERGY

BG – FLIGHT OF THE LOOKING GLASS

1. RELAY BREAKDOWN – 6:52

2. NORTH RIVER – 1:21

3. STEAM AND STEEL TOWERS – 6:16

4. INTO THE ABYSS – 8:16

BG – S-SCAPE

TOTAL – 22:46

NEKTAR

BG – AWAY FROM ASGARD

1. RECYCLE – 2:44

2. CYBERNETIC CONSUMPTION – 2:12

3. RECYCLE COUNTDOWN – 1:54

4. IT’S ALL OVER – 5:20

5. MAGIC IS A CHILD – 3:58

6. LISTEN – 6:02

7. ON THE RUN – 4:33

BG – SPREAD YOUR WINGS

TOTAL – 26:43

TOTAL GERAL: 49:29

Ouça o Art Rock com o Synergy & Nektar que foi ao ar no dia 08/10/2011, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Mountain

Posted in Programas with tags on 11/10/2011 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grandes grupos do rock americano dos anos 60/70… o genial Mountain, de Leslie West e Felix Pappalardi.


Infelizmente, o Mountain não teve uma carreira muito longa em sua primeira fase… ele foi fundado em 69 e se centrava em torno do grande guitarrista Leslie West e do baixista Felix Pappalardi, que tinha sido produtor do Cream e estava interessado em levar adiante a proposta dos blues amplificados e cheios de distorções… e, para completar o time, eles chamaram o tecladista Steve Knight e se começaram logo tocando no festival de Woodstock com um baterista provisório que depois seria substituído por Corky Laing…

E eles já começariam lançando um clássico do rock, o álbum “Climbing!” de 1970, que seria seguido por outro disco antológico “Nantucket Sleighride”… eram trabalhos onde o som pesado e os riffs dobrados de baixo e guitarra se misturavam com o rico lirismo das letras de Felix Pappalardi… onde as citações literárias iam de Herman Melville e Charles Baudelaire à J.R.R. Tolkien, muitas décadas antes dele ser levado ao cinema.

Desde o início o grupo teve um grande impacto no cenário musical, mas as tensões internas levaram à separação ainda em 72, com um rápido retorno em 74 que só renderia o álbum “Avalanche”… outras voltas e tours ocorreriam… mas essa fase da carreira do Mountain acabou quando Felix Pappalardi foi morto a tiros pela própria esposa em 1983… e para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas dos álbuns “Nantucket Sleighride” e “Flowers of Evil”, ambos de 71…

Vocês ouviram o Mountain com “Don’t look around”, “Nantucket sleighride”, “Travelling in the dark”, “One last cold kiss” e “Pride and passion”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora da fase mais recente do Mountain, que voltou nos anos 90 e continua em atividade, apesar dos problemas de saúde de Leslie West.


No começo, a figura de Leslie West era um caso à parte no mundo do rock… na verdade, o seu tamanho era lendário e ele já havia utilizado o nome Mountain em seu disco solo, lançado em 68, inspirando-se no seu apelido… “Montanha”… mas a sua obesidade causaria muitos problemas de saúde… e a diabetes o forçou a um regime que terminaria com um retorno para a música nos anos 90, muito mais magro e saudável.

O reencontro com o amigo Corky Laing, levaria a um retorno do Mountain, que lançaria em 96 o álbum “Man’s World”, com Mark Clarke, do Uriah Heep no baixo… e eles continuariam em frente, com tours e trabalhos de estúdio, como o genial “Masters of War” de 2007, uma homenagem a Bob Dylan, com a colaboração de grandes nomes do rock, como Warren Haynes dos Allman Brothers e Ozzy Osbourne…

Leslie também continuou com sua carreira solo… seu novo álbum, gravado em 2011, conta com a participação de Slash, Billy Gibbons do ZZ Top, Zakk Wylde e até Joe Bonamassa… mas teve que interromper a tour devido a uma crise de circulação que forçou à amputação de sua perna direita… felizmente, o velho Montanha é  duro na queda, e seguiu em frente com o lançamento do disco e com a tour… esse é um guerreiro que ainda não desistiu da luta… vamos ouvir faixas do álbum “Masters of War” do Mountain…

Vocês ouviram “Masters of war”, “Serve somebody”, “This heart of mine”, “Subterranean homesick blues”, ‘The times they are a’changin’” e “Seven days”… com o Mountain.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

MOUNTAIN

BG – YOU CAN’T GET AWAY

1. DON’T LOOK AROUND – 3:45

2. NANTUCKET SLEIGHRIDE (TO OWEN COFFIN) – 5:53

3. TRAVELING IN THE DARK – 4:25

4. ONE LAST COLD KISS – 3:54

5. PRIDE AND PASSION – 7:11

BG – FLOWERS OF EVIL

TOTAL – 25:08

MOUNTAIN

BG – EVERYTHING IS BROKEN

6. MASTERS OF WAR – 4:38

7. SERVE SOMEBODY – 3:55

8. THIS HEART OF MINE – 3:55

9. SUBTERRANEAN HOMESICK BLUES – 4:20

10. THE TIMES THEY ARE A’CHANGIN’ – 4:58

11. SEVEN DAYS – 3:30

BG – MR. TAMBOURINE MAN

TOTAL – 25:17

TOTAL GERAL: 50:25

Ouça o Art Rock com o Mountain que foi ao ar no dia 20/08/2011, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

The Moody Blues & Donovan Leitch

Posted in Programas with tags , on 04/10/2011 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois grandes representantes do rock inglês dos anos 60, começando com o grupo que é um dos pais fundadores do progressivo… The Moody Blues.


Os Magnificent Moodies, como eram conhecidos no começo de sua carreira, dispensam maiores apresentações, pois estão entre os mais importantes e bem sucedidos grupos da geração dos anos 60… e permaneceram como uma das lendas vivas do rock, continuando em atividade pelas décadas seguintes… atualmente com uma formação centrada em torno do trio composto pelo guitarrista e vocalista Justin Hayward, pelo baterista Graeme Edge e pelo baixista John Lodge.

É essa longevidade que faz dos Moody Blues um dos decanos do rock inglês… eles nasceram nos rhythm & blues, passaram pela psicodelia e foram um dos pioneiros da linguagem da fusão da música sinfônica com o rock, ajudando a fundar o progressivo… e o seu som sempre navegou entre o pastoral e o melancólico… como o próprio nome do grupo já anunciava.


O último álbum de estúdio dos Moodies foi “December”, que foi lançado em 2003… mas eles continuaram excursionando com frequência, e estão agora em plena tour mundial…às vésperas de completar 50 anos de carreira… para o programa de hoje, nós selecionamos faixas de dois trabalhos clássicos… “In search of the lost chord” de 68 e “On the threshold of a dream” de 69…

Vocês ouviram os Moody Blues com “Departure”, “Ride my see-saw”, “Legend of a mind”, “Are you sitting confortably”, “The dream”, “Have you heard, pt. 1”, “The voyage” e “Have you heard, pt. 2”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um pouco do novo trabalho de um outro sobrevivente da década de sessenta… o grande Donovan Leitch.


Donovan está entre um dos mais importantes representantes da vertente inglesa do rock psicodélico, dono de álbuns indispensáveis como “Sunshine Superman” de 66, “Mellow Yellow” de 67 e “Hurdy Gurdy Man” de 68… e, no começo de sua longa carreira, ele chegou a ser chamado de Bob Dylan inglês, mas na verdade ele nunca teve a atitude cínica e realista do grande poeta americano…

A abordagem de Donovan sempre esteve mais ligada ao lírico, com uma poesia cheia de referências cósmicas e metafísicas, com um som que misturava passagens acústicas, que não estariam nada deslocadas nos grupos do folk rock britânico, com viagens psicodélicas que podiam ter de arranjos orquestrais a solos de sitar.

Embora comumente associado ao rock psicodélico dos anos 60, Donovan continuou em atividade nas décadas seguintes… começando uma fase de grandes álbuns com o genial “Sutras”, produzido por Rick Rubin e lançado em 96… mas, no programa de hoje, vocês vão ouvir um pouco de seu álbum mais recente, o duplo “Ritual Groove”, de 2010, onde ele construiu a sua costumeira pintura sonora… que nesse trabalho ele descreve como “a trilha para um filme que ainda está para ser feito”…

Vocês ouviram Donovan, com “E-Motion”, “The Mountain”, “Devil’s Weed”, “The Olive Tree”, “Refugee of Love” e “Still Waters”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

MOODY BLUES

BG – HOUSE OF FOUR DOORS

1. DEPARTURE – 0:44

2. RIDE MY SEE-SAW – 3:39

3 LEGEND OF A MIND – 6:36

4. ARE YOU SITTING CONFORTABLY? – 3:30

5. THE DREAM – 0:57

6. HAVE YOU HEARD, PT.1 – 1:28

7. THE VOYAGE – 4:11

8. HAVE YOU HEARD, PT. 2 – 2:26

BG – NEVER COMES THE DAY

TOTAL – 23:30

DONOVAN

BG – THE ILLUSION

1. E-MOTION – 4:00

2. THE MOUNTAIN – 3:33

3. DEVIL WEED – 4:46

4. THE OLIVE TREE – 4:24

5. REFUGEE OF LOVE – 5:28

6. STILL WATERS – 3:38

BG – A WOMAN’S WORK

TOTAL – 25:49

TOTAL GERAL: 49:19

Ouça o Art Rock com o The Moody Blues & Donovan Leitch que foi ao ar no dia 01/10/2011, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *