Arquivo de maio, 2012

Frumpy & Grobschnitt

Posted in Programas with tags , on 27/05/2012 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa voltado parar o krautrock, começando com um grupo que, no início dos anos 70, era considerado o mais importante do rock alemão… o Frumpy!


A história desse grande grupo começa em 65, quando o músico irlandês John O’Brien-Docker estava em Hamburgo e resolveu montar uma banda folk com músicos locais, fundando o lendário The City Preachers… isso era comum na época, mas não costumava durar muito tempo… e esse projeto só durou só foi até 68, mas a vocalista do grupo, Inga Rumpf resolveu seguir em frente, mantendo o mesmo nome, mas reunindo uma nova formação, que chegou a incluir outra vocalista, a grande Dagmar Krause.

Em 1970 eles se transformariam no Frumpy… uma brincadeira com o sobrenome de Inga… e a sua voz se tornaria a grande marca do grupo, em um estilo que estava mais para Janis Joplin e Maggie Bell e que era ainda mais impressionante por sair daquela pequena ruiva alemã… construindo uma sonoridade característica, ainda mais pela ausência de guitarras no primeiro álbum “All Will be Changed”, de 70.

Só mais tarde eles recrutariam o guitarrista Rainer Baumann… no começo, o som era dominado pelos teclados do francês Jean-Jacques Kravetz… e o Frumpy se separaria quando ele resolveu sair, com Inga e os demais integrantes formando o grupo Atlantis… mas eles voltariam no final dos anos 80, lançando mais alguns trabalhos… e Inga Rumpf continua em plena atividade em sua carreira solo… vamos conferir um pouco da sua fase áurea, com faixas do primeiro álbum do Frumpy…

Vocês ouviram o Frumpy com “Life without pain”, “Rosalie part 1”, “Otium”, “Rosalie part 2”, “Morning” e “Time makes wise”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro representante do prog. alemão… um de seus maiores nomes, o Grobschnitt.
Este grupo marcante do kraut rock nasceu em 1970, quando os guitarristas Stefan Daneliak e Gerd Otto Kuhn, e o baterista Joachim “Eroc” Ehrig, deixaram o grupo Crew para tentar um novo projeto em torno das ideias do baterista, que se tornaria a figura central do Grobschnitt e o responsável por uma de suas marcas… o humor com tiradas absurdas, tanto nos álbuns como durante os shows.

Nas suas apresentações os membros do Grobschinitt usavam fantasias bizarras e realizavam performances teatrais… mas sem a seriedade perceptível no trabalho de um Peter Gabriel, junto ao Genesis… sua abordagem estava mais para a farsa… e as encenações incluíam até as roadies do grupo e serviam como uma narrativa irônica e sarcástica, pontuando shows que podiam durar até 4 horas.

O Grobschnitt passou por uma fase pop nos anos 80, época em que o baterista Eroc havia saído para tentar a carreira solo… os demais integrantes seguiram em frente até 89, encerrando atividades com o álbum ao vivo “Last Party”… mas voltariam a se reunir em 2007, apresentando-se a partir de então como The Next Party e lançando mais um ao vivo: “Grobschnitt Live 2008”… vamos ouvir faixas da sua fase clássica, quando estavam na linha de frente do progressivo germânico.

Vocês ouviram o Grobschnitt com “Nickel-Odeon”, “Drummer’s Dream”, “Anywhere” e “Tontillon”… faixas dos álbuns “Ballermann” de 74 e “Rockpommel’s land” de 77.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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FRUMPY

BG – FLOATING

1. LIFE WITHOUT PAIN – 3:48

2. ROSALIE PART 1 – 6:01

3. OTIUM – 4:23

4. ROSALIE PART 2 – 4:13

5. MORNING – 3:23

6. TIME MAKES WISE – 2:49

BG – INDIAN ROPE MAN

TOTAL – 24:36

GROBSCHNITT

BG – SOLAR-MUSIC, PART 2

1. NICKEL-ODEON – 9:20

2. DRUMMER’S DREAM – 6:16

3. ANYWHERE – 4:20

4. TONTILLON – 6:16

BG – MORNING SONG

TOTAL – 26:12

GRAND TOTAL – 50:48

Ouça o Art Rock com o Frumpy & Grobschnitt que foi ao ar no dia 26/05/2012, clicando aqui.

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Iron Butterfly & Captain Beyond

Posted in Programas with tags , on 21/05/2012 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos prestar a justa homenagem a, “Rhino” Reinhardt… guitarrista de dois grandes grupos da história do rock, que deixou o nosso plano da realidade e, a essa altura, deve estar muito além dos sóis mais distantes…

Larry “Rhino” Reinhardt nasceu na Flórida, nos Estados Unidos, e estava no grupo The Load, em 69, quando acabou tendo que substituir o grande Dickey Betts, que havia deixado o Second Coming para ir integrar os Allman Brothers… e foi nessa época que ele ouviu falar que um dos mais importantes grupos do rock americano, o Iron Butterfly, estava precisando de um novo guitarrista…

Um dos fundadores da linguagem do rock pesado, o Iron Butterfly tinha nascido em 66 e já era uma lenda em 1970, quando Rhino passou a integrar o grupo, junto com outro novo integrante, Mike Pinera, e mais os membros originais, o tecladista Doug Ingle, o baterista Ron Bushy e o baixista Lee Dorman… e o resultado foi um dos melhores álbuns da Borboleta de Ferro, o genial “Metamorphosis”…

Infelizmente, o grupo se separaria pouco tempo depois, voltando somente em 74 com outra formação… Rhino só retornaria ao Iron Butterfly mais tarde, continuando com o grupo nos anos 80 e começo dos 90… e, ainda que não lance um novo álbum de estúdio a muito tempo, a velha borboleta ainda bate as asas em shows e tours mundiais… e nós vamos lembrar a passagem de “Rhino” Reinhardt pelo grupo com faixas do álbum “Metamorphosis”…

Vocês ouviram “New day”, “Slower Than Guns”, “Easy rider” e “Butterfly Bleu”… com o Iron Butterfly.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o Captain Beyond, um grupo que muitos consideram um descendente do Deep Purple, mas que está também ligado ao Iron Butterfly…

Na verdade o Captain Beyond surgiu como iniciativa do baixista Lee Dorman e do guitarrista Rhino Reinhardt… que resolveram montar um novo grupo depois que o Iron Butterfly se separou pela primeira vez… eles reuniram o baterista Bobby Caldwell da banda de Rick Derringer e o grande vocalista Rod Evans, ex-Deep Purple… uma combinação de talentos que lançaria em 72 um álbum de estreia simplesmente genial.

O álbum “Captain Beyond” misturava temas siderais com uma sonoridade onde os riffs se entrecruzavam em meio a arranjos melódicos em constante movimento, com as faixas se comunicando umas com as outras como se construíssem uma grande suíte… um trabalho marcante que parecia apontar para uma carreira brilhante para aquele recém nascido supergrupo anglo americano.

Infelizmente no segundo disco o grupo tentou explorar uma sonoridade diferente, mais direta… e o resultado foi um fracasso total… Rod Evans deixou o grupo e eles levariam mais dois anos antes de conseguir outro contrato, lançando mais um álbum, o excelente “Dawn Explosion”, antes de encerrar atividades… e mesmo os retornos posteriores seriam por pouco tempo… vamos conferir um pouco do primeiro e do último trabalho do Captain Beyond, um grande grupo que, infelizmente, não foi muito longe…

Vocês ouviram o Captain Beyond com “Dancing madly backwards (on a sea of air)”, “Armworth”, “Myopic Void”, “Mesmerization Eclipse”, “Fantasy” e “Breath of fire (parts one and two)”… fragmentos do talento de Larry “Rhino” Reinhardt, que atravessou a barreira do hiperespaço e não está mais entre nós…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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IRON BUTTERFLY

BG – BEST YEARS OF OUR LIVES

1. NEW DAY – 3:20

2. SLOWER THAN GUNS – 3:50

3. EASY RIDER – 3:06

4. BUTTERFLY BLEU – 13:58

BG – STONE BELIEVER

TOTAL – 24:14

CAPTAIN BEYOND

BG – DO OR DIE

5. DANCING MADLY BACKWARDS (ON A SEA OF AIR) – 4:02

6. ARMWORTH – 1:49

7. MYOPIC VOID – 3:31 922

8. MESMERIZATION ECLIPSE – 3:48

9. FANTASY – 6:02

10. BREATH OF FIRE (part 1) – 3:04

11. BREATH OF FIRE (part 2) – 3:15 1221

BG – SWEET DREAMS

TOTAL – 25:31

GRAND TOTAL – 50:10

Ouça o Art Rock com o Iron Butterfly & Captain Beyond que foi ao ar no dia 19/05/2012, clicando aqui.

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Nuvens & Braia

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 15/05/2012 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer dois exemplos do rock nacional contemporâneo, ambos dedicados à sua proposta e sem fazer concessões às tiranias mercadológicas.

E vamos começar com o excelente grupo curitibano Nuvens, formado em 2007, pelo guitarrista e vocalista Raphael Moraes, ex-Poléxia… e que conta ainda em sua formação com outro guitarrista, Amandio Galvão, com o baterista Guilherme Scartezini, o baixista Marcos Nascimento e o percussionista Marcus Pereira… uma combinação de talentos que resulta em uma sonoridade em que se cruzam os elementos de muitas linguagens musicais.

O grupo lançou seu primeiro álbum em 2008… e, desde o início, chamaram a atenção por investir em um som conceitual e também pela originalidade dos seus shows, onde música e poesia se mesclam em apresentações cheias de teatralidade… algo que se mantém nos novos shows do grupo, que foram produzidos pelo diretor de teatro Edson Bueno e pelo ator Tiago Luz… e preparados em conjunto com o novo álbum, “Fome de Vida”, que foi lançado agora em 2012, no Festival de Teatro de Curitiba…

Também conceitual, o novo álbum inspirou-se no clássico “O poder do mito” de Joseph Campbell, no genial “Lobo da estepe” de Herman Hesse e na obra “A alma imoral” do rabino Nilton Bonder, que já havia sido adaptada como monólogo para o teatro, tornando-se um marco recente da dramaturgia nacional… e tudo isso vai estar no palco Arena Mundo Livre do Festival Lupaluna, no próximo sábado, dia 19 de maio… mas, enquanto esperamos, vamos ouvir um pouco do som desse novo álbum do Nuvens…

Voces ouviram com o Nuvens com “Caos à vontade”, “Entre o segundo e a eternidade”, “Um frame de emoção, “Afeto em partes” e “A felicidade mora em uma encruzilhada”… todas faixas do álbum “Fome de vida” que acabou de ser lançado e será o centro da apresentação do grupo no Lupaluna, no próximo sábado, dia 19…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo agora o grupo mineiro Braia, que começou como um projeto do veterano guitarrista, flautista e vocalista Bruno Maia…

O Braia é na verdade uma dissidência de um dos grandes nomes do folk metal nacional… o grupo Thuata de Dannan… que andava meio parado em meados da década passada, levando Bruno Maia a experimentar com uma sonoridade mais inspirada no trabalho dos grandes grupos do folk britânico, como o Clannad, Renaissance e Jethro Tull… mas, é claro, sem perder a individualidade.

O resultado foi o álbum “…E o mundo de lá”, lançado em 2007 no Brasil e em 2008 na Europa, pelo selo Underclass Records, com duas faixas a mais… um trabalho em que Bruno Maia contou com músicos da Irlanda, França e Brasil, incluindo o violinista Marcus Viana do Sagrado Coração da Terra… ajudando a compor um instrumental rico em que se cruzam a gaita de foles, violinos, flautas irlandesas, mandolins e até bouzoukis e escaletas…

Além de Bruno Maia, o grupo ganhou uma formação fixa em 2009, contando com O gaiteiro Alex Navar, a cantora Fernanda Ohara, o baixista Giovani Gomes, o tecladista Rafael Castro, o violinista Júlio Andrade e o baterista Anderson Alarça… e eles começaram a preparar um novo álbum em 2011… mas enquanto a gente espera, vamos ouvir um pouco do disco de estreia, o excelente “…E o mundo de lá”.

Vocês ouviram o Braia com “Tempos idos”, “Dança no abismo”, “Juras Promessas”, “Brunebriante papoula dançante”, “Falalafada” e “Bloom (ode a Joyce)”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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NUVENS

BG – FOME DE VIDA

1. CAOS À VONTADE – 5:11

2. ENTREO SEGUNDO E A ETERNIDADE – 6:38

3. UM FRAME DE EMOÇÃO – 4:17

4. AFETO EM PARTES – 5:59

5. A FELICIDADE MORA EM UMA ENCRUZILHADA – 4:30

BG – MINHA METADE BRANCA

TOTAL – 26:35

BRAIA

BG – LUA

6. TEMPOS IDOS – 3:56

7. DANÇA NO ABISMO – 4:38

8. JURAS PROMESSAS – 3:48

9. BRUNEBRIANTE PAPOULA DANÇANTE – 2:46

10. FALALAFADA – 5:32

11. BLOOM (ODE A JOYCE) – 3:21

BG – SLÁINTE A LA BRASILIS

TOTAL – 26:10

GRAND TOTAL – 50:56

Ouça o Art Rock com o Nuvens & Braia que foi ao ar no dia 12/05/2012, clicando aqui.

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Yes

Posted in Programas with tags on 08/05/2012 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um lançamento de um figura habitual do nosso programa, um veteranos progressivo que todo bom prog. head tem em sua discoteca… o grande Yes!

Naturalmente não precisamos apresentar o Yes, pois é um dos mais conhecidos grupos da geração fundadora, que migrou da psicodelia para o progressivo no final dos anos 60… ajudando a constituir uma linguagem musical que está viva até hoje… mas nós selecionamos para o programa de hoje um lançamento recente do grupo, que registra uma época não muito celebrada da sua longa carreira…

Em meados da década de 90 o Yes havia surpreendido os fãs com o álbum “Keys to Ascension”, um trabalho brilhante, que sofreu com uma estratégia de marketing da gravadora, sendo lançado em duas partes, mescladas com gravações ao vivo e sem nenhuma sensação de continuidade… isso levou a mais um rompimento entre Rick Wakeman e o grupo, que acabou ficando meio perdido, sem saber o que fazer a seguir…

Chris Squire tentou um projeto chamado Conspiracy com Billy Sherwood… mas, no fim, as demos que eles gravaram acabaram sendo a base para o álbum “Open your eyes” do Yes, um disco que não tinha nada a ver com o som do grupo e foi unanimemente ignorado pela crítica e público… felizmente, a tour de 1998 rendeu shows memoráveis… e nós selecionamos para o programa de hoje faixas extraídas do DVD que registra o show gravado em Budapest, na Hungria.

Voces ouviram com o Yes as faixas “And you and I”, “From the balcony / Wonderous stories” e “Owner of a lonely heart”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do Yes, com faixas gravadas em 1998, durante a malograda tour do álbum “Open your eyes”.

Na época, o vocalista Jon Anderson e o guitarrista Steve Howe comentaram que não tinham participado muito da elaboração do álbum, que tinha começado como um projeto de Chris Squire e Billy Scherwood… mas eles concordaram em participar das gravações e Scherwood até chegou a assumir como novo tecladista do Yes, ocupando o lugar de Rick Wakeman…

Scherwood também cuidava da guitarra base e o Yes acabou tendo que chamar outro tecladista para completar o time… o desconhecido Igor Khoroshev… mas o resultado não agradou ninguém… somente nas tours o grupo mantinha o seu prestígio, ignorando a maior parte do repertório do novo álbum e se concentrando em faixas clássicas… incluindo uma de suas criações mais ambiciosas… “The Revealing Science of God”, do album “Tales from topographic Oceans”, que eles incluiram no repertório dos shows.

Era um dos grandes momentos dos shows dessa fase… e o DVD que saiu em 2011 e registra essa tour recebeu o nome de “Live in Budapest: The Revealing Science of God”… e é claro que nós não poderíamos deixar de trazer esse momento mágico do Yes aqui no Art Rock…

Vocês ouviram o Yes ao vivo em 1998, primeiro com a clássica suíte “The Revealing Science of God” e depois com “Open your eyes”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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YES

BG –AMERICA

1. AND YOU AND I – 10:56

2. FROM THE BALCONY / WONDEROUS STORIES – 7:43

3. OWNER OF A LONELY HEART – 6:07

BG – HEART OF THE SUNRISE

TOTAL – 24:46

YES

BG – RHYTHM OF LOVE

4. THE REVEALING SCIENCE OF GOD – 20:41

5. OPEN YOUR EYES – 5:56

BG – SIBERIAN KHATRU

TOTAL – 26:10

GRAND TOTAL – 50:56

Ouça o Art Rock com o Yes que foi ao ar no dia 05/05/2012, clicando aqui.

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Saga & Maneige

Posted in Programas with tags , on 02/05/2012 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer dois representantes do rock canadense, começando um veterano, que já passou dos 30 anos de carreira e continua bem ativo… o Saga!

Formado em Toronto em 77, o Saga se chamava originalmente Pockets e surgiu por iniciativa do baixista Jim Crichton e do baterista Steve Negus, ambos ex-integrantes do grupo Fludd, juntamente com o irmão de Jim, o guitarrista Ian Crichton e mais o vocalista galês Michael Sadler… um núcleo que se manteria por muito tempo, enquanto eles experimentavam estilos e se firmavam no cenário canadense e internacional.

Embora sempre tenha tido influências progressivas, o Saga ganhou repercussão graças a incursões comerciais… no começo, eles eram mais conhecidos na Alemanha do que no Canadá, e também haviam se tornado um grande sucesso em Porto Rico… mas isso mudaria depois do álbum “Worlds apart” de 1981, que continha o hit-single “On the Loose”… outra daquelas faixas que foi lançada na então recém-nascida MTV.

Apesar de nunca atingir o sucesso de seus conterrâneos do Rush… o Saga continuaria em atividade, sem nunca deixar de lado o seu estilo, misturando elementos da estética pop com a estrutura complexa do prog. rock… e, depois de um período fora do grupo, o vocalista Michael Saedler retornou a tempo para participar do álbum “20/20” e para a tour mundial de 2012… mas nós selecionamos faixas do duplo conceitual “Generation 13”, de 95, baseado na teoria geracional dos historiadores Neil Howe e William Strauss.

Com o Saga, vocês ouviram “Generation 13 (theme #1)”, “The 13th generation”, “The learning tree”, “Generation 13 (theme #2) “Screw ’em” e “No strings attached”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grande nome do progressivo canadense… um grupo que foi trazido no programa pela nossa amiga Ana Paula Vicentin, há muito tempo atrás… o genial Maneige…

Esse grupo seminal foi fundado em 72 pelo flautista e saxofonista Alain Bergeron e pelo pianista e clarinetista Jerome Langlois… contanto ainda com o baterista Gilles Schetagne, com o percussionista Paul Picard e com o baixsta Yves Léonard… todos da região de Quebec, a parte do Canadá que fala francês… e o nome do grupo é uma corruptela da palavra manège, que quer dizer carrossel.

No seu primeiro álbum, “Manaige” de 75, eles mostraram uma forte tendência para a improvisação, mesclada com ricas linhas melódicas e variações… e esse vanguardismo ainda era presente no segundo álbum, “Le Porches de Notre Dame”, também de 75… mas, com a saída de Jerome Langlois, o grupo foi se voltando cada vez mais para o jazz rock, em um caminho semelhante ao trilhado pelo Gong durante a ausência de Daevid Allen.

O irmão de Jerome, Vincent Langlois, assumiria os teclados, mas a liderança do Maneige passaria para o batera Gilles Schetagne e para o guitarrista Denis Lapierre… e eles conseguiram grande repercussão com seus trabalhos seguintes, antes de encerrar atividades no começo dos anos 80… mas, nessa segunda parte do programa de hoje, vocês ficam com faixas do experimentalismo do seu disco de estreia…

Vocês ouviram o Maneige, primeiro com a suíte “Le rafiot” e depois com “Jean-Jacques”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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SAGA

BG – THE CROSS

1. GENERATION 13 (THEME #1) – 2:43

2. THE 13TH GENERATION – 4:28

3. THE LEARNING TREE – 4:59

4. GENERATION 13 (THEME #2) – 2:39

5. SCREW EM – 4:14

6. NO STRINGS ATTACHED – 5:20

BG – THE VICTIM

TOTAL – 24:23

MANEIGE

BG – TEDETEDETEDET

7. LE RAFIOT – 21:16

8. JEAN-JACQUES – 4:13

BG – UNE ANNEE SANS FIN

TOTAL – 25:29

GRAND TOTAL – 49:52

Ouça o Art Rock com o Saga & Maneige que foi ao ar no dia 28/04/2012, clicando aqui.

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