Arquivo de julho, 2012

Jon Lord

Posted in Programas with tags on 23/07/2012 by Artrock

“Boa noite, como não podia deixar de ser, teremos hoje um programa dedicado a um dos mais importantes tecladistas da história do rock, o grande Jon Lord, que cruzou o limiar interdimensional no último dia 16 de julho…

Nascido em Leicester, em 41, Jonathan Douglas Lord começou no rock durante a famosa British Invasion, no início dos anos 60, tocando em grupos como The Artwoods e The Flowerpot Men… mas foi no incomparável Deep Purple que ele se consagraria, formando o lado erudito do grupo, em constante duelo com o lado rock… uma batalha gloriosa que rendeu alguns dos melhores álbuns dos anos 70.

Em um dos raros momentos em que dominou o Purple, Lord conseguiu lançar o antológico álbum “Concerto for Group and Orchestra”, onde cruzava as linguagens do rock com a da música sinfônica em uma amálgama genial… mas é claro que o resultado comercial não impressionou a gravadora… e foi assim que começou a sua carreira solo, lançando trabalhos sinfônicos intercalados com os discos do Deep Purple…

E, para começar, nós selecionamos faixas do seu primeiro álbum solo, “Gemini Suite”, lançado em 1974 e contando com a participação dos amigos Roger Glover, Ian Paice e Tony Ashton, além da guitarra de Albert Lee, dos vocais de Yvonne Elliman e da London Symphony Orchestra…

Vocês ouviram o segundo, o quarto e o sexto movimentos da “Gemini Suite”, com Jon Lord e a Sinfônica de Londres, sob a regência de Malcon Arnold…

A gente volta já…

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E vamos continuar lembrando o genial Jon Lord, que inspirou toda uma escola de tecladistas de rock com o som poderoso do seu órgão Hammond…

Depois da separação do Deep Purple nos anos 70, Jon Lord seguiu com seus outros projetos, como o grupo Paice, Ashton & Lord… e acabaria entrando para o Whitesnake de David Coverdale em 78… mas o retorno triunfal do Purple nos anos 80 acabaria dominando a sua carreira nos anos seguintes, em meio às brigas entre o vocalista Ian Gillan e o guitarrista Ritchie Blackmore… que, no fim, foi substituído por Steve Morse.

No final da década de 90, Jon Lord já mostrava que queria poder se dedicar mais aos seus projetos individuais, com lançamentos como o álbum solo “Pictures Within” de 98… e ele gravaria seu último álbum com o Deep Purple em 2000, uma versão ao vivo, no Royal Albert Hall do “Concerto for Group and Orchestra”, junto de vários convidados e com a Sinfônica de Londres sob a regência de Paul Mann.

Em 2002 ele anunciaria sua saída do Purple, sendo substituído por Don Airey… e, desde então, ele vinha se dedicando em tempo integral à sua carreira solo… e não apenas com composições sinfônicas… ele também investiu em projetos como o grupo The Hoochie Coochie Men, onde podia mostrar o seu lado mais rock’n’roll… e nós selecionamos para essa segunda parte do programa um pouco desse grupo, com faixas do álbum “Danger, white men dancing”…

Vocês ouviram “The blues just got sadder”, “Gotta find me some fire”, “Over and over”, “If this ain’t the blues” e “Dead presidents”… com The Hoochie Coochie Men, grupo de Jon Lord com Bob Daisley, Tim Gaze, Rob Grosser… e os convidados Ian Gillan, Jeff Duff e Jimmy Barnes…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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JON LORD

BG – 1ST MOVEMENT

1. 2ND MOVEMENT (PIANO) – 8:08

2. 4TH MOVEMENT (VOCALS) – 5:51

3. 6TH MOVEMENT (ORGAN) – 12:16

BG – 5TH MOVEMENT

TOTAL – 26:18

JON LORD

BG – LET IT GO

4. THE BLUES JUST GOT SADDER – 3:34

5. GOTTA FIND ME SOME FIRE – 3:57

6. OVER AND OVER – 8:07

7. IF THIS AIN’T THE BLUES – 4:34

8. DEAD PRESIDENTS – 2:45

BG – DANGER WHITE MEN DANCING

TOTAL – 24:32

GRAND TOTAL – 50:50

Ouça o Art Rock com o Jon Lord que foi ao ar no dia 21/07/2012, clicando aqui.

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UFO

Posted in Programas with tags on 18/07/2012 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos decanos do rock inglês… uma lenda viva que acabou de lançar um novo álbum e está em plena tour mundial… o UFO.

Já trouxemos o grande Unidentified Flying Object várias vezes no nosso programa… mas sempre é bom lembrar um pouco da sua história… o grupo surgiu em 69, quando o vocalista Phil Mogg, o baterista Andy Parker, o baixista Pete Way e o guitarrista Mick Bolton se reuniram para criar um space-boogie incomparável, dominado por jams e viagens siderais, que duravam até 30 minutos, como a antológica “Flying”, faixa título de seu segundo álbum, de 1971.

Mas essa fase teria vida curta, pois a entrada do guitarrista alemão Michael Schenker mudou os destinos do UFO, transformando-os em um dos mais bem sucedidos grupos do rock inglês dos anos 70… com uma sucessão de álbuns clássicos, a partir de 74 e culminando no duplo ao vivo “Strangers in the Night” de 79… que, na época, foi considerado um dos melhores discos ao vivo da década.

Para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas de três álbuns dessa fase laureada do UFO… “Phenomenon”, “No heavy pettin’” e “Lights out”… quando o grupo estava entre os mais importantes do heavy rock britânico, antes que a saída de Michael Schenker causasse uma gradual perda na repercussão, para não falar na qualidade, dos seus trabalhos seguintes, culminando com a separação do grupo nos anos 80… vamos conferir um pouco da melhor fase do velho disco-voador…

Vocês ouviram o UFO com “Doctor, doctor”, “Space Child”, “Martian Landscape”, “Lights out” e “Love to love”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do grande UFO, que voltou nos anos 90 e tem se mantido em atividade constante, com ótimos trabalhos de estúdio e tours muito bem recebidas.

O retorno do grupo com sua formação mais bem sucedida, incluindo a guitarra de Michael Schenker, rendeu o excelente álbum “Walk on water”… que mostrava o UFO em ótima forma, mostrando que a combinação de talentos continuava sendo capaz de produzir trabalhos de qualidade e sem fazer concessões comerciais… e ele seria o primeiro de uma nova fase para o disco voador.

Sem deixar de lado a sua própria carreira, Michael Schenker lançaria mais dois álbuns com o UFO… “Covenant” de 2000 e “Sharks” de 2002… e depois ele seria substituído por outro virtuoso da guitarra, o americano Vinnie Moore… e, depois de uns tempos com a bateria de Jason Bonham, o baterista original do grupo, Andy Parker, retornaria em 2006… e continua até hoje.

O álbum “Seven Deadly” saiu em 2012, com uma temática em parte inspirada nos sete pecados capitais… e como nos últimos trabalhos, o UFO mostrou que continua se mantendo em boa forma, além de conservar também o entusiasmo para a maratona das tours mundiais… vamos conferir um pouco desse novo álbum e também do excelente “The Visitor”, de 2006…

Com o UFO vocês ouviram “Saving me”, “Stop breaking down”, “Angel Station”, “Year of the gun” e “Burn your house down”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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UFO

BG – ROCK BOTTON

1. DOCTOR DOCTOR – 4:12

2. SPACE CHILD – 4:02

3. MARTIAN LANDSCAPE – 5:07

4. LIGHTS OUT – 4:35

5. LOVE TO LOVE – 7:38

BG – TOO HOT TO HANDLE

TOTAL – 25:34

UFO

BG – LIVING PROOF

6. SAVING ME – 5:08

7. STOP BREAKING DOWN – 4:56

8. ANGEL STATION – 6:22

9. YEAR OF THE GUN – 4:07

10. BURN YOUR HOUSE DOWN – 4:58

BG – CAN’T BUY A THRILL

TOTAL – 25:31

GRAND TOTAL – 51:05

Ouça o Art Rock com o UFO que foi ao ar no dia 14/07/2012, clicando aqui.

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Zephyr & Bolin Friends

Posted in Programas with tags , on 13/07/2012 by Artrock

“Boa noite, vamos começar o programa de hoje trazendo o primeiro grupo de um dos grandes guitarristas do rock dos anos 70… que tocou em muitas bandas, o genial Tommy Bolin.

 

Bolin nasceu em Iowa e tinha tocado em algumas bandas da sua cidade natal, Sioux City, antes de se mudar para o Colorado, onde eventualmente entraria para o grupo Ethereal Zephyr, do casal David e Candy Givens… e eles conseguiram chamar a atenção da MCA Records, decidindo encurtar o nome e lançando em 69 o seu primeiro álbum, que já mostrava o talento do jovem guitarrista.

O som do Zephyr misturava elementos do hard psicodélico com climas de blues e era originalmente centrado em torno da voz poderosa de Candy, que dominava as apresentações ao vivo… mas, apesar da força do seu vocal carismático, ela não tinha muita chance de competir com o talento de Tommy Bolin na guitarra, que chamava a atenção nos shows e logo começou a atrair fãs.

O segundo álbum, “Going back to Colorado”, saiu em 71, e o grupo já estava abrindo shows para gigantes como o Led Zeppelin… infelizmente, Tommy Bolin acabaria saindo, sendo substituído por Jock Bartley para o álbum “Sunset Ride”, e o Zephyr acabou ficando sem contrato depois disso… mas eles ainda continuaram se apresentando até 84, quando Candy Givens deixou o nosso plano existencial… vamos conferir um pouco do som desse grande grupo que não teve muita sorte…

Vocês ouviram o Zephyr com “Sun’s A-Risin’”, “Cross the River”, “St. James Infirmary”, “See My people come together” e “showbizzy”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer uma boa surpresa de 2012, o álbum “Great Gysy Soul”, uma homenagem especial a Tommy Bolin, um guitarrista que nos deixou muito antes da hora…

Depois que saiu do Zephyr, Tommy formou o grupo de jazz-rock Energy, e também foi chamado para participar do álbum “Spectrum”, junto dos grandes Billy Cobham e Jam Hammer da Mahavishnu Orchestra… depois disso, ele assumiria a guitarra da James Gang, com quem lançaria os álbuns “Bang!” e “Miami”… e em 75 ele estava gravando o seu primeiro disco solo, quando foi chamado para substituir Ritchie Blackmore no Deep Purple…

Com o Purple, ele lançaria em 75 o álbum “Come Taste the Band”, que foi muito criticado na época pelos climas soul, mas que ganharia um lugar no coração dos fãs com o tempo… e que sempre foi considerado genial pelos inúmeros admiradores de Tommy Bolin, entre os quais se encontram muitos grandes nomes do rock… o Purple se separaria, e Tommy voltaria para a carreira solo, mas não por muito tempo.

Em 76, em meio à tour do seu álbum “Private Eyes”, ele embarcou em uma última viagem e deixou para trás nossa monótona realidade, mas o seu som continuou entre nós… e, em 2012, Warren Haynes, Peter Frampton, Derek Trucks, Steve Morse, John Scofield, Joe Bonamassa e Glenn Hughes entre outros, tomaram os takes de gravações originais de Tommy e inseriram suas participações, dialogando com ele em seus próprios termos… confiram um pouco desse tributo diferente…

Você ouviram Tommy Bolin & Friends com “The Grind”, “Teaser”, “Savannah woman”, “Crazed Fandango” e “Lotus”

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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ZEPHYR

BG – SAIL ON

1. SUN’S A-RISIN’ – 4:31

2. CROSS THE RIVER – 4:53

3. ST. JAMES INFIRMARY – 5:44

4. SEE MY PEOPLE COME TOGETHER – 6:01

5. SHOWBIZZY – 2:32

BG – SEE MISS LIBERTINE

TOTAL – 23:48

BOLIN & FRIENDS

BG – WILD DOGS

6. THE GRIND – 4:39

7. TEASER – 5:21

8. SAVANNAH WOMAN – 3:38

9. CRAZED FANDANGO – 4:32

10. LOTUS – 7:47

BG – SUGAR SCHACK

TOTAL – 25:56

GRAND TOTAL – 49:41

Ouça o Art Rock com o Zephyr & Bolin Friends que foi ao ar no dia 07/07/2012, clicando aqui.

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Solaris & Marco Antônio Araújo

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 06/07/2012 by Artrock

“Boa noite, vamos abrir o programa de hoje prestando a justa homenagem a um dos gênios literários do séc. XX, o grande Ray Bradbury, que passou além do nexus transdimensional e, a essa altura, já deve estar desvendando os segredos do Universo.

 

A obra de Ray Bradbury influenciou muitos, sendo levada ao cinema em clássicos como “Fahrenheit 451”, dirigido por François Truffaut, ou ainda “The Illustrated Man” de Jack Smight… também foi levado à televisão e, é claro, ao mundo do rock… onde ele foi lembrado por muitos grupos até mesmo em capas, como no álbum “Somewhere in time” do Iron Maiden, em que seu nome aparece junto de outros igualmente ligados ao planeta Marte.

E é um pouco dessa sua ligação com o Planeta Vermelho, que nós vamos celebrar, trazendo o genial grupo húngaro Solaris, com aquele que é um dos seus discos mais famosos, o álbum “Marsbéli Krónikák”… isto é, “As Crônicas Marcianas”, inspirado no trabalho homônimo de Ray Bradbury, uma coletânea de histórias que narra a aventura da colonização de Marte.

No livro, Bradbury narra desde o fim da civilização marciana e a chegada dos primeiros colonos terráqueos até o momento em que eles próprios podem fitar seu reflexo nos canais de Marte e declarar que agora: “os marcianos somos nós”… vamos homenagear esse poeta da ficção científica com o som dos mestres húngaros do Solaris.

Com o Solaris, vocês ouviram a suíte “Marsbéli Krónikák”… as “Crônicas Marcianas”… uma homenagem do nosso programa a Ray Bradbury, para quem a nossa realidade era insípida demais.

A gente volta já…

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E agora vamos atender a pedidos e voltar a trazer no programa uma das lendas da música progressiva nacional… o genial Marco Antônio Araújo.

 

Nascido em Belo Horizonte em 1949, Marco Antônio Araújo havia participado da banda Vox Populi em 68, chegando a gravar um compacto antes de passar uns tempos na Inglaterra, onde tomaria contato com os grandes grupos do começo dos anos 70… e, ao voltar, ele se dedicou ao estudo de composição, violão clássico e violoncelo… ele também começou a trabalhar como compositor e, em 77, entraria para a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

Mas ele também formaria um grupo, tocando com o seu irmão, o também guitarrista Alexandre Araújo e desenvolvendo uma música requintada, que mesclava estilos e formas, mas mantinha uma sonoridade progressiva… e ela se cristalizou em 1980 no álbum “Influências”, seguido em 82 por outro brilhante trabalho “Quando a Sorte te Solta um Cisne na Noite”… que teve uma ótima repercussão no cenário progressivo nacional…

E isso continuaria depois do lançamento de “Entre um Silêncio e Outro”, em 1983… mas, depois do álbum “Lucas”, lançado no ano seguinte, a carreira de Marco Antônio Araújo se encerraria muito antes da hora… ele deixou o nosso plano da realidade em 6 de janeiro de 1986, devido à um aneurisma cerebral… vamos ouvir um pouco desse grande músico, com faixas do seu álbum de estreia… “Influências”.

Você ouviram Marco Antônio Araújo, com “Panorâmica”, “Influências” e “Folk Song”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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SOLARIS

BG – APOKALIPSZIS

1. MARSBÉLI KRÓNIKÁK (Parts I to VI)– 23:22

BG – SOLARIS

TOTAL – 23:22

MARCO ANTÔNIO ARAÚJO

BG – ABERTURA NO.2

2. PANORÂMICA – 10:07

3. INFLUÊNCIAS – 6:26

4. FOLK SONG – 10:36

BG – CANTARES

TOTAL – 27:09

GRAND TOTAL – 50:31

Ouça o Art Rock com o Solaris & Marco Antônio Araújo que foi ao ar no dia 30/06/2012, clicando aqui.

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