Arquivo para junho, 2013

ÚNITRI – CD “Minas, Cantos e Quintais”

Posted in Produto Nacional with tags on 26/06/2013 by Artrock

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Formada por André Zichtl (guitarra), Danilo Ferreira (vocais e violão), Rômulo Lima (Baixo e vocais) e Rony Cerqueira (Bateria e vocais), conta também com a participação de convidados ilustres:

O lendário Sérgio Hinds nas guitarras e vocais (O TERÇO) e mais os excelentes, Marco Aurêh nas flautas (Lummen, Palma) e Raphael Montechiari nos teclados (Montechiari Project).

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Para quem ainda não conhece o trabalho do grupo, abaixo seguem os links de 4 músicas que estão no CD:

Mais informações sobre a banda em: http://www.facebook.com/unitrirj

Release baseado na divulgação de Claudio Fonzi.

Bryan Ferry

Posted in Programas with tags on 26/06/2013 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos atender ao pedido de dois ouvintes do nosso programa… com momentos diferentes da carreira de um dos mais carismáticos vocalistas do rock inglês… o grande Bryan Ferry do Roxy Music.

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Primeiro vamos atender à nossa querida amiga, Beatriz Nocera, que é uma fã incondicional de Bryan Ferry… e nos sugeriu um dos seus trabalhos clássicos, “These Foolish Things”, de 73… reunindo canções das fontes mais diversas sob a interpretação de Bryan, com a ajuda de uma excelente banda de apoio que incluía Phil Manzanera, Paul Thompson e Eddie Jobson, seus colegas de Roxy Music.

O álbum foi o primeiro da carreira solo de Bryan Ferry, que seguiu em paralelo aos trabalhos com o Roxy Music… com isso, ele podia expandir a sua visão estética, a princípio sem interferir na sonoridade e proposta do grupo, algo que foi mudando aos poucos, conforme a sua liderança sobre o Roxy foi ficando mais clara… embora tenham se conservado como projetos separados.

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Ao contrário de outros vocalistas, Bryan Ferry não se deixou influenciar pelo seu grande sucesso na carreira solo… ele continuaria a se apresentar com o Roxy Music até 83, quando o grupo se separou, depois do álbum “Avalon”… e ele também se manteria ativo desde então, com trabalhos bem sucedidos e que conservam a sua marca inconfundível, como vocês vão conferir na segunda parte do programa… mas, agora, fiquem com um pouco de “These foolish things” e “Another time, another place”.

Vocês ouviram Bryan Ferry com “A hard rain is gonna fall”, “River of salt”, “Piece of my heart”, “Sympathy for the Devil”, “The ‘In’ Crowd” e “It ain’t me babe”… faixas dos álbuns “These foolish things” de 73 e “Another time, another place” de 74.

A gente volta já…

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E agora vamos atender ao nosso amigo Welber, que sugeriu o mais recente lançamento de Bryan Ferry… “The Jazz Age”, um álbum ambicioso em que ele procura recriar com perfeição a sonoridade da era do jazz, mas com um repertório diferente.

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Em 2001 o Roxy Music voltou em grande estilo, com uma tour mundial que duraria anos e seria o começo de uma nova fase para o grupo, que continuou em atividade, realizando tours frequentes… a última das quais foi em 2011… mas seria na sua carreira solo que Bryan continuaria a deixar a sua marca, com trabalhos memoráveis, como “Mamouna” de 94, “Frantic” de 2002 e “Olympia” de 2010…

Ele também voltaria a lançar álbuns de covers, como “As time goes by” de 99 e “Dylanesque” de 2007… mas ele deixaria tudo isso de lado para o seu trabalho mais recente, o álbum “The Jazz Age” de 2012… reinventando a si mesmo com a Bryan Ferry Orchestra e arranjos novos para faixas clássicas do seu repertório, tanto da carreira solo como do Roxy Music… e sem vocais!

As versões, tocadas no estilo do jazz tradicional têm uma produção impecável e uma sonoridade que parece ter saído dos anos 20 do século passado… o resultado é completamente diferente de tudo o que Bryan Ferry já tinha feito e isso prejudicou a recepção do disco… mas ele chamou a atenção do diretor Baz Lurhman, e com isso Bryan acabaria colaborando na trilha da nova versão cinematográfica para “O Grande Gatsby” de Scott Fitzgerald… vamos ouvir a Era do Jazz segundo Bryan Ferry!

Com a Bryan Ferry Orchestra, vocês ouviram versões jazzísticas para “Do the Strand”, “Love is the drug”, “Don’t stop the dance”, “Avalon”, “The bogus man”, “Slave to love”, “Reason or rhyme”, “Virginia Plain” e “This island Earth”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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BRYAN FERRY

BG – WALK A MILE IN MY SHOES

1. A HARD RAIN IS GONNA FALL (BOB DYLAN) – 5:19

2. RIVER OF SALT (KETTY LESTER) – 1:49

3. PIECE OF MY HEART (ERMA FRANKLIN) – 3:06

4. SYMPATHY FOR THE DEVIL (ROLLING STONES) – 5:50 1605

5. THE ‘IN’ CROWD (DOBIE GRAY) – 4:33

6. IT AIN’T ME BABE (BOB DYLAN) – 3:56

BG – YOU WON’T SEE ME

TOTAL – 24:35

BRYAN FERRY

BG – JUST LIKE YOU

7. DO THE STRAND – 2:10

8. LOVE IS THE DRUG – 3:14

9. DON’T STOP THE DANCE – 2:52

10. AVALON – 2:23

11. THE BOGUS MAN – 2:07

12. SLAVE TO LOVE – 2:39

13. REASON OR RHYME – 4:16

14. VIRGINIA PLAIN – 2:15

15. THIS ISLAND EARTH – 4:26

BG – THE ONLY FACE

TOTAL: 26:22

TOTAL GERAL – 50:57

Ouça o Art Rock com a  Bryan Ferry que foi ao ar no dia 22/06/2013, clicando aqui.

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Trevor Bolder

Posted in Programas with tags on 19/06/2013 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa dedicado a um baixista que participou de dois grupos lendários, e se manteve sempre em atividade, até voltar para o seu planeta natal, em maio de 2013…

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Estamos nos referindo a Trevor Bolder, que começou sua carreira nos anos 60 com a Chicago Blues Style Band… mas que só começou a se tornar conhecido quando se juntou de Mick Ronson e Rick Wakeman, na banda de apoio de David Bowie… que evoluiria para se transformar nos Spiders From Mars, participando dos álbuns clássicos da fase de Ziggy Stardust e Aladdin Sane… todos clássicos do rock.

Quando Bowie passou por uma de suas metamorfoses, Trevor primeiro seguiu Mick Ronson e depois participou da tentativa de retorno do grupo junto com o baterista Woody Woodmansey, o guitarrista Dave Black, o vocalista Pete Mcdonald e o tecladista Mike Garson… em 76 eles lançariam o álbum “The Spiders from Mars”, que, infelizmente, acabaria sendo ignorado em meio ao furacão punk…

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Para essa primeira parte do programa, vamos trazer um pouco dessa fase da carreira de Bolder, com duas raridades, daquelas que você só ouve aqui no Art Rock… primeiro o “Bowpromo”… com Bolder, Ronson, Wakeman e Woodmansay tocando para David Bowie e Dana Gillespie em um disco promocional, com apenas 500 cópias lançadas em 71… depois, fiquem com faixas do único álbum dos Spiders From Mars… sem Ziggy!

Vocês ouviram David Bowie com “It ain’t easy” e “Bombers”, depois foi Dana Gillespie com “Mother don’t be frightened” e “Andy Warhol”… e, para fechar, os Spiders From Mars com “Fallen Star”, “Prisoner” e “Can it be far”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco da longa carreira de um dos grandes baixistas do rock inglês… Trevor Bolder… com o grupo que o adotou ao final dos anos 70… o Uriah Heep.

Uriah-Heep-Sea-Of-Light

Depois da mal sucedida tentativa de ressuscitar os Spiders From Mars, Trevor ingressou para o Uriah Heep em 76, substituindo John Wetton e participando dos álbuns da fase que teve John Lawton nos vocais… mas ele continuaria no grupo depois disso… e, com exceção de um breve período em que foi para o Wishbone Ash, ele se tornaria o baixista oficial do Heep desde então.

Superada a difícil fase dos anos 80, o Uriah Heep se recuperaria lentamente nos anos 90, a partir do excelente álbum “Sea of Light”… e a sua verdadeira legião de fãs, os Heepsters, manteve o grupo vivo como um fenômeno à parte no rock britânico, com as tours frequentes combinando-se com eventos e celebrações, além de álbuns ao vivo e de estúdio, coletâneas e box-sets.

Uriah Heep - Into The Wild

Trevor Bolder mantinha uma posição influente dentro do Uriah Heep… além de compor e ajudar nos arranjos, ele chegou até a dividir a liderança com o guitarrista Mick Box na época do álbum “Different World” de 91, em que foi co-autor da maioria das faixas e ainda cuidou da produção… vamos ouvir um pouco do clássico álbum “Sea of Light” de 95, e também do seu mais recente trabalho de estúdio… “Into the Wild” de 2011.

Com o Uriah Heep vocês ouviram “Against the odds”, “Time of revelation”, “Words in a distance”, “I’m ready” e “Lost”… essa última com o vocal de Trevor Bolder.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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TREVOR BOLDER (BOWIE & GILLESPIE)

BG – ALL CUT UP ON YOU

1. IT AIN’T EASY – 3:01

2. BOMBERS (ANDY WARHOL INTRO) – 3:31

3. MOTHER DON’T BE FRIGHTENED – 4:15

4. ANDY WARHOL – 2:45

5. FALLEN STAR – 3:45

6. PRISONER – 3:52

7. CAN IT BE FAR – 4:29

BG – STRANGER TO MY DOOR

TOTAL – 25:37

TREVOR BOLDER (URIAH HEEP)

BG – FIRES OF HELL

8. AGAINST THE ODDS – 6:12

9. TIME OF REVELATION – 4:02

10. WORDS IN THE DISTANCE – 4:46

11. I’M READY – 4:14

12. LOST – 4:51

BG – SOUTHERN STAR

TOTAL: 24:05

TOTAL GERAL – 49:42

Ouça o Art Rock com a Trevor Bolder que foi ao ar no dia 15/06/2013, clicando aqui.

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Warhorse & Marsupilami

Posted in Programas with tags , on 11/06/2013 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois grupos de vida curta do início dos anos 70, nascidos em um dos momentos mais prolíficos da história do rock britânico, quando inúmeras bandas surgiam apenas para desaparecer pouco tempo depois…

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Vamos começar com o filhote esquecido do grande Deep Purple, o grupo Warhorse… formado em 1970 por Nick Simper, ex-baixista da formação original do Purple, e que contava ainda com o baterista Mac Poole (futuro Gong) e com o grande vocalista Ashley Holt… chegando a ter Rick Wakeman como tecladista, mas apenas por algum tempo… pois ele deixaria o grupo antes deles lançarem seu primeiro álbum.

Pertencendo à família do heavy progressivo, o Warhorse tinha uma sonoridade sombria, dominada pelos riffs e fraseados de órgão do tecladista Frank Wilson e os diálogos constantes entre o baixo de Simper e a guitarra de Ged Peck… em meio à força dos vocais de Holt… tudo isso parecendo anunciar um futuro brilhante, mas que terminaria depois de apenas dois ótimos álbuns, “Warhorse” de 71 e “Red Sea” de 72.

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Para o segundo álbum, a guitarra foi assumida por Peter Parks, mas a Vertigo acabou não renovando o contrato do grupo e eles não iriam muito longe… eles só se separariam oficialmente em 74, mas a essa altura Ashley Holt já estava para ser o responsável pelos vocais dos melhores álbuns da carreira solo de Rick Wakeman… e desde então o Warhorse só reapareceu em apresentações ocasionais… vamos conferir um pouco dessa promessa não cumprida do rock inglês.

Vocês ouviram o Warhorse com “Vulture Blood”, “Woman of the Devil”, “Sybilla” e, para fechar, “I (who have nothing)”, que foi uma cover do mestre da soul music Ben E. King.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grupo inglês que não sobreviveu aos anos iniciais da década de 70, deixando um legado de apenas dois álbuns… o Marsupilami.

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Formado no final dos anos 60, e com o nome inspirado no personagem de quadrinhos criado pelo belga André Fanquin em 1952, o Marsupilami lançou seu primeiro álbum em 1970, com uma sonoridade ainda fortemente dominada por vestígios de psicodelismo, que em momentos é reminiscente dos primeiros álbuns do Yes e o levou a ser definido como grupo proto-progressivo.

Além de Fred e Leary Hasson, nos vocais e teclados respectivamente, o grupo devia muito do seu som à guitarra de Dave Laverock e à flauta de Jessica Stanley Clarke… mas, como muitos outros desse período, ainda estavam buscando por sua definição musical, e seu segundo trabalho, o álbum conceitual “Arena” de 71, era mais ambicioso do que o primeiro e também soava bem diferente, em parte devido à produção e à participação de Peter Bardens, o tecladista do Camel, como convidado.

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Com um instrumental mais elaborado e uma temática inspirada no mundo dos gladiadores de Roma, esse segundo álbum podia ter lançado o grupo na linha de frente… mas eles acabariam se separando, e a maioria dos seus integrantes deixou o mundo da música… nós selecionamos faixas de seus dois únicos registros de estúdio, outra mostra da natureza prolífica desses primeiros anos da progressividade…

Vocês ouviram o Marsupilami com “Fascilis Descensus Averni”, “Prelude to the Arena” e “Time Shadows”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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WARHORSE

BG – RED SEA

1. VULTURE BLOOD – 6:13

2. WOMAN OF THE DEVIL – 7:21

3. SYBILLA – 5:33

4. I (WHO HAVE NOTHING) – 5:23

BG – HOUSE OF DOLLS

TOTAL – 24:30

MARSUPILAMI

BG – BORN TO BE FREE

5. FACILIS DESCENSUS AVERNI – 9:39

6. PRELUDE TO THE ARENA – 5:26

7. TIME SHADOWS – 11:17

BG – AND THE EAGLE CHASED THE DOVE TO IT’S RUIM

TOTAL: 26:22

TOTAL GERAL – 50:52

Ouça o Art Rock com a Warhorse & Marsupilami que foi ao ar no dia 08/06/2013, clicando aqui.

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REPRISE: Rick Wakeman

Posted in Programas with tags on 02/06/2013 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de ontem (dia 01-06-2013), foi um reprise com o grande Rick Wakeman. Confiram este programa clicando aqui!

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