Arquivo para dezembro, 2015

Electric Prunes & Jethro Tull

Posted in Programas with tags , on 30/12/2015 by Artrock

Boa noite, hoje teremos o nosso programa especial de Natal, e vamos começar com um dos mais radicais grupos da psicodelia americana… os Eletric Prunes…

The_Electric_Prunes_-_Mass_In_F_Minor

Formado em 65, em Los Angeles… o grupo era centrado em torno do guitarrista Ken Williams e do vocalista James Lowe… eles ainda se chamavam The Sanctions… mas mudariam de nome… e seria como Eletric Prunes que eles lançariam seu primeiro álbum em 67.

Nessa época, eles já tinham uma reputação pela qualidade do seu som, que incorporava efeitos de pedal wah-wah e outras distorções bem ao gosto da era psicodélica… mas seria só com o lançamento do álbum “Mass in F Minor” que eles entrariam para a história… era simplesmente um disco conceitual, composto sob o formato do canto gregoriano… uma missa, cantada toda em latim.

Os Eletric Prunes se separaram nos anos 70 e voltaram a se reunir no final dos anos 90, lançando novos trabalhos, o último dos quais foi “WaS”, de 2014… mas essas novas investidas ficam para outro Art Rock… para abrir esse programa natalino, nada como uma missa, e por isso selecionamos um pouco do álbum “Mass in F Minor” de 68.

Com os Electric Prunes, vocês ouviram “Kyrie Eleison”, “Gloria”, “Credo”, “Sanctus” e “Agnus Dei”…

A gente volta já…

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E agora vamos continuar no clima do fim de ano, trazendo o “Christmas Album”, o álbum natalino do grande Jethro Tull…

The-Jethro-Tull-Christmas-Album

Lançado em 2003, esse trabalho acabou sendo o último registro de estúdio oficial do grupo, que passaria os anos seguintes realizando apenas apresentações ao vivo e lançando trabalhos solo de Ian Anderson e Martin Barre… e chegando mesmo a anunciar que novos lançamentos não seriam mais sob o nome Jethro Tull…

Essa decisão parece ter sido deixada um pouco de lado, pelo menos é a impressão que ficou da tour de 2015… “Jethro Tull: the Rock Opera”… mas o retorno ou não do grupo com novos trabalhos de estúdio fica para outro programa, pois hoje estamos interessados em seu álbum especial para as festas de fim de ano…

O “Christmas Album” reuniu novas versões para faixas clássicas do Jethro com músicas tradicionais de natal e composições feitas especialmente para a ocasião… e além de Ian Anderson, outros membros de longa data do Jethro, como o guitarrista Martin Barre, o baterista Doane Perry e o baixista Dave Pegg também marcaram presença… vamos conferir um pouco desse álbum festivo, para alegrar um pouco essa Saturnália.

Vocês ouviram o Jethro Tull com “A Christmas song”, “Jack Frost and Hooded Crow”, “Last man at the party”, “Weater cock”, “Greensleeved”, “Fire at midnight”, “Bouree” e “A winter snowscape”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham um bom fim de ano e até a semana que vem.”

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ELECTRIC PRUNES

BG – BENEDICTUS

1. KYRIE ELEISON – 3:21

2. GLORIA – 5:45

3. CREDO – 5:02

4. SANCTUS – 2:57

5. AGNUS DEI – 4:30

BG – FLOWING SMOOTHLY

TOTAL – 26:45

JETHRO TULL

BG – BIRTHDAY CARD AT CHRISTMAS

5. A CHRISTMAS SONG – 2:47

6. JACK FROST AND THE HOODED CROW – 3:36

7. LAST MAN AT THE PARTY – 4:47

8. WEATHER COCK – 4:17

9. GREENSLEEVED – 2:39

10. FIRE AT MIDNIGHT – 2:24

11. BOUREE – 4:23

12. A WINTER SNOWSCAPE – 4:55

BG – PAVANE

TOTAL: 29:49

TOTAL GERAL – 50:29

Ouça o Art Rock com Electric Prunes & Jethro Tull que foi ao ar no dia 26/12/2015, clicando aqui.

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David Gilmour & Kate Bush

Posted in Programas with tags , on 23/12/2015 by Artrock

Boa noite, hoje teremos um programa para celebrar um dos grandes guitarristas da história do rock… e que esteve entre nós para fechar o ano de 2015: o genial David Gilmour.

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Essa figura emblemática do rock inglês dispensa maiores apresentações… afinal, o Pink Floyd é presença obrigatória na coleção de qualquer um que se interesse pela música do século XX… e, com a saída do grande Syd Barrett, foi Gilmour que assumiu de vez a guitarra do grupo, tornando-se, para muitos, o responsável pelo inconfundível som floydiano.

Infelizmente, todo grupo sofre quando há embates de criatividade, e o Floyd não foi exceção… e o que começou com Gilmour fazendo trabalhos paralelos para poder se expressar fora do alcance de Roger Waters acabaria com o fim da era clássica do Floyd, em meio a brigas judiciais e ao começo de uma nova fase para o grupo…

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E, nessa primeira parte do programa, vamos trazer um pouco do começo desse período de mudanças… quando Gilmour estava à procura de novos caminhos através de trabalhos solo muito bem sucedidos… fiquem com faixas dos álbuns “David Gilmour” de 78 e “About Face” de 84…

Com David Gilmour , vocês ouviram “There’s no way out of here”, “So far away”, “I can’t breathe anymore”, “All lovers are deranged”, “You know I’m right” e “Let’s get metaphysical”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte do programa vamos trazer um material diferente, que nos oferece uma outra face da carreira de David Gilmour… sua colaboração com a amiga Kate Bush…

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A cantora Kate Bush sempre esteve em uma posição singular na música britânica, com uma produção que flertava sem constrangimento com o pop comercial, mas também sabia mergulhar em estruturas complexas que por vezes cruzavam a fronteira para o progressivo, em suas muitas formas…

Mas, no programa de hoje, vamos nos concentrar na sua bem sucedida parceria com David Gilmour, que começou no 1º. álbum de Kate, “The Kick Inside” de 78, mas continuaria em “The Dreaming” de 82, um dos seus trabalhos mais experimentais… e tomaria forma definitiva em “The Sensual World”, de 89, no qual também participou o maestro e compositor Michael Kamen… colaborador do Floyd e de muitos outros grupos.

Vamos ouvir um pouco desse belo trabalho de Kate Bush com David Gilmour na guitarra… e camadas sobrepostas de instrumentos em linhas melódicas que se cruzam de forma a desafiar a módica simplicidade do pop, em busca de progredir em outras direções…

Vocês ouviram com Kate Bush: “The sensual world”, “Love and anger”, “Reaching Out”, “Deeper Understanding”, “Between a man and a woman” e “Rocket’s tail”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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DAVID GILMOUR

BG – MIHALIS

1. THERE’S NO WAY OUT OF HERE – 5:08

2. SO FAR AWAY – 6:05

3. I CAN’T BREATHE ANYMORE – 3:05

4. ALL LOVERS ARE DERANGED – 3:15

5. YOU KNOW I’M RIGHT – 5:03

6. LET’S GET METAPHYSICAL – 4:09

BG – IT’S DEAFINITELY

TOTAL – 26:45

KATE BUSH

BG – HEADS WE’RE DANCING

5. THE SENSUAL WORLD – 3:58

6. LOVE AND ANGER – 4:43

7. REACHING OUT – 3:12

8. DEEPER UNDERSTANDING – 4:46

9. BETWEEN A MAN AND A WOMAN – 3:30

10. ROCKET’S TAIL – 4:07

BG – THE FOG

TOTAL: 24:16

TOTAL GERAL – 50:01

Ouça o Art Rock com David Gilmour & Kate Bush que foi ao ar no dia 19/12/2015, clicando aqui.

“Sonho Lúcido” de Samuel Santos

Posted in Produto Nacional with tags on 18/12/2015 by Artrock

Olá ouvintes do do Art Rock! Hoje vamos divulgar o trabalho independente de um jovem músico brasileiro, que fez uma obra extremamente bela, Samuel Santos.

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Segue abaixo um pequeno depoimento diretamente do músico, que explica a essência do álbum:

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 O Sonho Lúcido foi gravado num home-estúdio em Belo Horizonte, durante o final de 2005 até o meio de 2006.
Foi gravado no estilo “one-man-band” em que eu gravei trilha por trilha, ouvindo o que eu ja tinha feito antes. Foram usados sintetizadores virtuais, violão, flauta, guitarra, piano e mellotron. Eu tenho como instrumentos principais flauta transversal, saxofone alto e teclado. Toco um pouco de bateria, violão, trompete…

A idéia do disco é ser uma música só, uma continuidade sonora.

Tenho extrema curiosidade sobre música e timbres e não me preocupo em ser virtuoso em nenhum desses instrumentos, apenas tento me expressar. Eu sou auto-didata.

Na capa do disco tem um instrumento do lado do violão que é a dilruba um instrumento indiano que eu gosto muito e que foi usado na faixa “Delay Lama”.

Na época eu tinha 21 anos, hoje estou com 30. Nessa época eu ouvia quase exclusivamente rock progressivo, hoje em dia escuto praticamente tudo.

O Sonho Lúcido foi um verdadeiro aprendizado e fruto de muita dedicação.

A capa foi feita recentemente pelo artista plástico Ian Matashu. Fizemos juntos em aquarela.

Estou me preparando para lançar novas tracks agora, por isso quis lançar o Sonho Lúcido primeiro.

O disco teria 12 faixas mas com a morte do Robert Moog em 2005, foi incluída uma track a mais.

“Olhe para as texturas do chão”, “Delay Lama” e ” Você ainda vai me conhecer…” são as melhores na minha opinião.

Futuramente estamos programando a execução do Sonho Lúcido ao vivo, mas preciso de mais músicos, para conseguir.

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Vocês podem conferir o trabalho de Samuel Santos acessando o link para a página do álbum (e oferecer algum suporte também!):  https://samuelsantos.bandcamp.com/album/sonho-l-cido

Ou ainda visualizar pelo Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=fEsunZauiFc

Vamos apreciar e também divulgar os maravilhosos Produtos Nacionais!

Até a próxima.

 

California Guitar Trio

Posted in Programas with tags on 18/12/2015 by Artrock

Boa noite, hoje teremos no programa um grupo que já trouxemos no programa há muito tempo atrás… e que é praticamente um filhote do grande King Crimson: o California Guitar Trio.

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Na verdade, nenhum membro do CGT, como é conhecido, chegou a participar do genial grupo de Robert Fripp… mas, a ligação com o King Crimson já existia antes mesmo que o trio se reunisse… afinal, tudo começou em um dos famosos cursos de guitarra ministrados por Fripp desde os anos 80… os Guitar Craft Courses, responsáveis por toda uma geração de guitarristas, carinhosamente conhecidos como “crafties”…

Foi durante essas aulas que três jovens guitarristas se encontraram… o belga Bert Lams, o japonês Hideyo Moriya e o americano Paul Richards… e eles chegaram a excursionar com Robert Fripp e a sua League of Crafty Guitarists… mas a sua afinidade iria mais longe e eles fundariam em 1991 o seu próprio grupo… e como estavam em Los Angeles, adotaram o nome de California Guitar Trio.

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Como eram discípulos de Robert Fripp, eles conseguiriam um contrato com a Discipline Global Mobile, e lançaram em 94 o álbum “Yamanashi Blues”… o primeiro de uma série de belos trabalhos… e para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas do começo da carreira desse trio genial…

Com o California Guitar Trio vocês ouviram “Yamanishi Blues”, “Kan-non Power”, “Train to Lamy Suite, Pt. 1-3”, “Apache”, “The Good, the Bad and the Ugly” de Enio Morricone, “Melrose Avenue” e “Heart of the Sunrise” do Yes…

A gente volta já…

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E agora vamos conferir material mais recente do California Guitar Trio, que continua em plena atividade, apesar de não ter nenhum trabalho novo lançado nos últimos anos.

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Desde o começo, o CGT manteve uma abordagem eclética em seu som, misturando elementos de rock, jazz e world music, além de incursões pela música erudita… e embora não esteja no padrão do pop comercial, sua música chegou a ser usada na cobertura de TV dos Jogos Olímpicos, tanto nos Jogos de Inverno de Nagano, em 98, com os de Sydney, no ano 2000…

Como outros alunos dos Guitar Craft Courses de Robert Fripp, o California Guitar Trio segue os ensinamentos do mestre: a chamada NST (New Standard Tuning)… uma forma de afinação que se aproxima daquela usada em mandolins, cellos e violinos e que aumenta o alcance das notas tocadas na guitarra, permitindo que a mesma possa ser usada até mesmo para tocar peças de piano, como a Sonata ao Luar, de Beethoven.

O último álbum de estúdio do CGT foi justamente “Masterworks”, em que o grupo reuniu apenas seus retratamentos para composições clássicas, indo de Bach e Beethoven até artistas mais contemporâneos como o compositor estoniano Arvo Pärt… e é um pouco desse trabalho do grupo que nós selecionamos para fechar o programa de hoje.

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Vocês ouviram o California Guitar Trio com as faixas “Moonlite Sonata Op 27 (Adagio Sostenuto & Presto Agitato) de Beethoven, “William Tell Overture” de Rossini, “Symphony no. 5 in C Minor de Beethoven e a “Toccata and Fugue in D Minor” de Bach…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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CGT

BG – CIACCONA

1. YAMANISHI BLUES – 2:22

2. KAN-NON POWER – 3:13

3. TRAIN TO LAMY SUITE, Pt. 1-3 – 4:23

4. APACHE – 3:01

5. THE GOOD, THE BAD AND THE UGLY – ENIO MORRICONE – 2:37

6. MELROSE AVENUE – 2:19

7. HEART OF THE SUNRISE – 7:16

BG – WALK DON’T RUN

TOTAL – 25:10

CGT

BG – PRELÚDE CIRCULATION – BACH

5. MOONLITE SONATA OP 27 (ADAGIO SOSTENUTO) – BEETHOVEN – 2:58

1. MOONLITE SONATA OP 27 (PRESTO AGITATO) – BEETHOVEN – 4:37

2. WILLIAM TELL OVERTURE – ROSSINI – 3:45

3. SYMPHONY No. 5 IN C MINOR – BEETHOVEN – 6:01

4. TOCCATA AND FUGUE IN D MINOR – BACH – 7:59

BG – THE FOUR SEASONS (WINTER ALLEGRO) – VIVALDI

TOTAL: 25:19

TOTAL GERAL – 50:29

Ouça o Art Rock com California Guitar Trio que foi ao ar no dia 12/12/2015, clicando aqui.

Apocalyptica

Posted in Programas with tags on 15/12/2015 by Artrock

Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um grupo dos anos noventa que ajudou a reinventar um instrumento secular… o Apocalyptica!

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Surgido na Finlândia em 1993, o Apocalyptica resultou do encontro de quatro violoncelistas… Eicca Toppinen, Paavo Lötjönen, Max Lilja e Antero Manninen … que se reuniram para tocar covers do Metallica na Academia Sibelius de Helsinki… e eles acabariam lançando em 96 o álbum “Plays Metallica by Four Cellos”…

O álbum era simplesmente isso: uma coletânea de covers do Metallica tocadas apenas por violoncelos… e ele pegou o mundo da música de surpresa com uma sonoridade absolutamente única, em que a estrutura rítmica e as distorções do rock pesado eram reproduzidas… ou melhor, re-imaginadas utilizando técnicas destinadas à música orquestral.

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Eicca e Paavo permaneceriam no grupo, que sofreria alterações até se estabilizar como um trio com a entrada de Perttu Kivilaakso e a adoção de Mikko Sirén como baterista convidado… e como já trouxemos o Apocalyptica antes no programa, vamos começar trazendo faixas do seu começo de carreira, quando ainda eram fortemente influenciados pelo Metallica…

Vocês ouviram o Apocalyptica, primeiro com três covers do Metallica… “Harvester of Sorrow”, “The Unforgiven” e “One”… e depois foi uma faixa deles mesmo, “Beyond Time” e uma versão para a clássica “Hall of the Mountain King” da suíte Peer Gynt de Edvard Grieg.
A gente volta já…

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E nessa segunda parte vocês vão poder conferir um pouco do álbum de 2015 do Apocalyptica… “Shadowmaker”…

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A partir do álbum “Reflections”, de 2003, o grupo deixou de lado os arranjos inteiramente acústicos, adotando um formato mais convencional, embora sem abandonar os cellos como instrumentos chave… apenas acrescentando outros elementos… na verdade eles até haviam passado a incluir faixas com vocais, começando com o single “Path Vol. 1 & 2”, lançado em 2001.

No álbum “Shadowmaker” os vocais ficaram por conta do americano Franky Perez… e foi a primeira vez que eles contaram com um único vocalista, pois em seus outros trabalhos sempre haviam adotado a política de trazer convidados de peso… aliás, essa era a política tradicional do grupo que, desde o álbum “Reflections”, sempre havia recebido inúmeros convidados para seus trabalhos…

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“Shadowmaker” é o primeiro disco de estúdio do Apocalyptica desde “7th Symphony” de 2010… e mostra o grupo cada vez mais voltado para o seu lado mais heavy, mas as composições complexas em torno de camadas de fraseados, estruturas rítmicas e linhas melódicas de cello continuam um caso a parte…

Vocês ouviram o cello metal do Apocalyptica com “Hole in my soul”, “Riot Lights”, “Come back down”, “Sea Song (you waded out)” e “Till death do us part”…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… Até a semana que vem.

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APOCALYPTICA

BG – ENTER SANDMAN

1. HARVESTER OF SORROW – 6:15

2. THE UNFORGIVEN – 5:23

3. ONE – 5:44

4. BEYOND TIME – 4:00

5. HALL OF THE MOUNTAIN KING – 3:30

BG – UNTILL IT SLEEPS

TOTAL – 24:52

APOCALYPTICA

BG – SLOW BURN

6. HOLE IN MY SOUL – 4:06

7. RIOT LIGHTS – 6:40

8. COME BACK DOWN – 4:25

9. SEA SONG (YOU WADED OUT) – 4:55

10. TILL DEATH DO US PART – 7:51

BG – SHADOWMAKER

TOTAL: 23:31

TOTAL GERAL – 48:23

Ouça o Art Rock com Apocalyptica que foi ao ar no dia 06/12/2015, clicando aqui.

Eletric Light Orchestra

Posted in Programas with tags , on 07/12/2015 by Artrock

Boa noite, no programa de hoje vamos trazer uma lenda do rock inglês que retornou com grande impacto em 2015… a Eletric Light Orchestra!

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Embora estejam entre os mais bem sucedidos grupos da história, a E.L.O. sempre foi um caso a parte no mundo do rock… eles tinham um som elaborado demais para o pop, eram comerciais demais para o progressivo, melodiosos demais para o rock pesado e orquestrais demais para o punk rock… para não falar no seu visual e também nos seus shows…

Tudo começou quando o grande tecladista Roy Wood do The Move teve a ideia de uma banda de rock que usasse violinos, cellos e toda sorte de sopros e teclados, somando tudo isso à a base tradicional de bateria, baixo e guitarra… e quando Jeff Lynne entrou para o Move foi justamente para levar essa ideia adiante… e eles começaram a criar o novo grupo antes mesmo de deixar de lado o antigo.

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A Eletric Light Orchestra surgiria em 1970… e, além de Wood e Lynne, contrava ainda com o baterista Bev Bevan… mas logo outros músicos viriam, enquanto Roy Wood deixava o grupo para fundar o Wizzard… os primeiros trabalhos chamaram a atenção, mas foi só com “Eldorado, a Symphony” que eles atingiram o sucesso internacional… vamos conferir um pouco dessa fase de explosão criativa.

Vocês ouviram o Supertramp com “Can’t get it out of my head”, “Boy blue”, “Fire on high”, “Evil Woman” e “Nightrider”… faixas dos álbuns “Eldorado” de 74 e “Face the Music” de 75.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco do álbum lançado em 2015 pela Eletric Light Orchestra… “Alone in the Universe”…

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Entre 1974 e 81 o grupo lançaria uma verdadeira sucessão de trabalhos que os levaria ao megaestrelato… clássicos como “Face the Music”, “A New World Record, “Out of the Blue”, “Discovery”, “Time” e até mesmo “Xanadu”, que eles gravaram com Olivia Newton John, foram todos álbuns de grande sucesso… e nem mesmo os flertes com a disco music pareciam incomodar os fãs…

Mas a saída de Bev Bevan em 83, para integrar por um tempo o Black Sabbath, marcou o começo de um período de incertezas, e eles acabariam se separando em 86… Jeff Lyne gravou com George Harrison e também participaria com ele do supergrupo Travelling Wilburys… e Bevan até tentaria criar uma nova versão do grupo… ELO Part II… que chegaria a gravar álbuns nos anos 90.

Só em 2001 sairia o álbum “Zoom”, mas Jeff Lynne não levaria adiante a tour de retorno… a volta para valer só aconteceria em 2014 para uma apresentação celebrada no Hyde Park… da formação clássica só Lynne e o tecladista Richard Tandy, mas o sucesso foi tanto que em 2015 saía “Alone in the Universe”… que nós selecionamos para vocês nessa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram as faixas “When I was a boy”, “Love and rain”, “When the Night comes”, “Ain’t it a drag”, “One step at a time”, “Alone in the Universe”, “Blue” e “On my mind”, com a Eletric Light Orchestra…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos o nosso amigo Almir Octávio, que nos cedeu o material para a segunda parte do programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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ELETRIC LIGHT ORCHESTRA

BG – MISTER KINGDOM

1. CAN’T GET IT OUT OF MY HEAD – 4:22

2. BOY BLUE – 5:19

3. FIRE ON HIGH – 5:32

4. EVIL WOMAN – 4:30

5. NIGHTRIDER – 4:26

BG – STRANGE MAGIC

TOTAL – 24:08

ELETRIC LIGHT ORCHESTRA

BG – ALL MY LIFE

6. WHEN I WAS A BOY – 3:12

7. LOVE AND RAIN – T – 4:31

8. WHEN THE NIGHT COMES – 3:22

9. AIN’T IT A DRAG – 2:34

10. ONE STEP AT A TIME – 3:22

11. ALONE IN THE UNIVERSE – 3:54

12. BLUE – 2:36

13. ON MY MIND – 3:10

BG – DIRTY TO THE BONE

TOTAL: 25:40

TOTAL GERAL – 49:48

Ouça o Art Rock com Eletric Light Orchestra que foi ao ar no dia 28/11/2015, clicando aqui.