Arquivo para março, 2016

REPRISE: The Byrds

Posted in Programas with tags on 28/03/2016 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 19-03-2016, foi um reprise com o The Byrds! Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

balladofeasyrider

fifthdimension

mrtambourineman

sweetheartoftherodeo

thenotoriousbyrdbrothers

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Eternal Tapestry

Posted in Programas with tags on 18/03/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um grupo da nova geração progressiva norte americana… o Eternal Tapestry.

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Surgido em Portland, no Oregon, o Eternal Tapestry foi fundado pelo guitarrista Nick Bindeman e por Dewey Mahood… ambos apreciadores do lendário grupo de krautrock Neu!… e logo o irmão de Nick, Jed Bindeman entrou como baterista e o trio estava formado.

E ao contrário do caminho tradicional e a tentativa de conseguir contratos com as grandes gravadoras… o Eternal Tapestry partiu para o mercado alternativo, lançando LPs, CDs, EPs e até fitas cassete… incluindo os álbuns “Mystic Induction” e “Altar of Grass” (ambos em 2007) e “Declining Star” e “Sea of Silk” (de 2008)…

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E, em 2009, depois da entrada de Ryan Carlile para o saxofone e sintetizador, eles lançariam mais 4 trabalhos: “The Invisible Landscape”, “Palace of the Night Skies”, “The Hidden Revealed” (que saiu apenas em cassete), e “Spring Tour”, uma gravação amadora em CD registrando o som do grupo ao vivo… mas nós vamos começar com um pouco de “Beyond the 4th Door” de 2011…

Vocês ouviram “Cosmic Manhunt”, “Galactic Derelict” e “Time Winds Through a Glass, Clearly”, com o Eternal Tapestry.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do psych rock do prolífico grupo americano Eternal Tapestry… que foi uma indicação na nossa querida amiga, colaboradora e co-produtora Ana Barbara Vicentin Volpão.

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A produtividade impressionante deriva em grande parte da proposta sonora do grupo, influenciada pelas experiências e improvisações das bandas clássicas da psicodelia e do krautrock combinadas com as possibilidades abertas pelas tecnologias atuais… e a entrada do baixista Krag Likins em 2010, antes do lançamento do álbum “Beyond the 4th Door” só contribuiu para enriquecer a ideia dessa “tapeçaria sonora”.

Além disso, também existe a maior liberdade do universo alternativo, que permite a livre circulação de músicos e possibilidade de colaborações e trabalhos solo (como o Plankton Wat, o projeto individual de Dewey Mahood)… tudo isso, combinado com a qualidade e acessibilidade da era digital, são elementos capazes de estimular a criatividade de grupos como o Eternal Tapestry.

E nós vamos fechar com faixas dos álbuns “World out of Time” de 2012 e também do seu álbum duplo de 2015… “Wild Strawberries”, ambos lançados em conjunto com outros trabalhos em mídias variadas, mantendo o mesmo ritmo de sempre nos álbuns de estúdio e também em gravações dos shows de suas tours e nas colaborações com outros representantes do neo-psicodelismo.

Vocês ouviram o Eternal Tapestry com “The Weird Stone”, depois foi “Apocalypse Troll”, que foi uma versão space rock para a clássica “Summer Breeze” do Seals & Crofts… e, para fechar, a suíte “Wild Strawberries”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ETERNAL TAPESTRY

BG – ANCIENTE ECHOES

1. COSMIC MANHUNT – 4:59

2. GALACTIC DERELICT – 7:35

3. TIME WINDS THROUGH A GLASS, CLEARLY – 12:22

BG – REFLECTIONS IN A MIRAGE

TOTAL – 24:56

ETERNAL TAPESTRY

BG – LACE FERN

4. THE WEIRD STONE – 7:12

5. APOCALYPSE TROLL – 2:12

6. WILD STRAWBERRIES – 15:23

BG – PALE-GREEN SEDGE

TOTAL: 26:24

TOTAL GERAL – 50:48

Ouça o Art Rock com Eternal Tapestry que foi ao ar no dia 12/03/2016, clicando aqui.

Nick Drake

Posted in Programas with tags on 10/03/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje mergulharemos na melancólica paisagem sonora criada por um dos poetas perdidos da geração dos anos 60… o genial Nick Drake.

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Nascido em 48 em Rangoon, na antiga Birmânia (hoje Myanmar), Nicholas Rodney Drake era filho de um engenheiro inglês que, na época, vivia com a família nas colônias britânicas no extremo oriente… mas a família se mudaria de volta para a Inglaterra em 1950 e ele seria criado em Warwickshire, perto de Birmingham… e, desde cedo, ele se envolveu com música, um interesse herdado dos seus pais.

Seu primeiro grupo, The Perfumed Gardeners foi montado com colegas de escola, mas ele acabaria encontrando o veículo para a sua criatividade na folk music, sendo descoberto pelo baixista do Fairport Convention, Ashley Hutchings, que o apresentou ao produtor Joe Boyd… e o resultado seria o seu primeiro álbum, “Five leaves left”, lançado em 68.

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Joe Boyd traria nomes de peso para contribuir com Nick Drake no álbum, como o guitarrista Richard Thompson do Fairport e o baixista Danny Thompson do Pentangle, mas Nick Drake tinha problemas com apresentações ao vivo e a divulgação do álbum também não ajudou… acabando por acentuar seu mergulho na depressão, que continuaria visível no seu trabalho seguinte, “Bryter Layter”, de 71…

Com Nick Drake vocês ouviram “Time has told me”, “River man”, “Three hours”, “Day is done”, “At the chime of a city clock” e “Hazey Jane I”.

A gente volta já…

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Voltamos com mais um pouco da curta carreira de Nick Drake, cuja voz só seria ouvida muito tempo depois de ser silenciada, quando tinha apenas 26 anos de idade.

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Sua poesia e a cuidadosa técnica como instrumentista, além da etérea melancolia de sua voz o tornariam uma figura respeitada… mas por muito poucos, pois sua música não encontrava uma audiência, mesmo com a ajuda dos amigos do Fairport Convention e até de John Cale, do Velvet Underground, que participou do álbum “Bryter Layter”.

Mas a atitude quase reclusa de Nick Drake prejudicava as chances do seu trabalho encontrar o mercado… verdadeiro flaneur do rock, ele não se sentia confortável diante de uma audiência, preferindo a solidão dos estúdios, onde podia refinar sua música… e seus poucos amigos não conseguiram ajudá-lo a sair das crises depressivas cada vez mais frequentes.

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Ele tentaria com o álbum “Pink Moon” em 72, mas depois deixaria a música e voltaria para a casa dos pais no interior… em 74 tentou gravar novamente, mas não terminaria o novo trabalho… e, em novembro daquele ano, Sophia Ryde, que havia sido sua única namorada, terminou com o relacionamento… duas semanas depois, ele acordou uma última vez para ver o nascer do Sol e escolheu não esperar para ver o entardecer.

Vocês ouviram “Fly”, “Northern Sky”, “Pink Moon”, “Place to be”, “Road”, “Things behind the Sun”, “Time of no reply”, “I was made to love magic” e “Clothes of Sand”… com Nick Drake, que influenciaria toda uma geração de músicos, que o descobririam décadas depois que ele deixou nossa esquálida realidade.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.

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NICK DRAKE

BG – WAY TO BLUE

1. TIME HAS TOLD ME – 4:27

2. RIVER MAN – 4:23

3. THREE HOURS – 6:15

4. DAY IS DONE – 2:29

5. AT THE CHIME OF A CITY CLOCK – 4:45

6. HAZEY JANE I – 4:29

BG – ‘CELLO SONG

TOTAL – 26:48

NICK DRAKE

BG – JOEY

7. FLY – 3:00

8. NORTHERN SKY – 3:45

9. PINK MOON – 2:06

10. PLACE TO BE – 2:43

11. ROAD – 2:02

12. THINGS BEHIND THE SUN – 3:57

13. TIME OF NO REPLY – 2:47

14. I WAS MAD TO LOVE MAGIC – 3:28

15. CLOTHES OF SAND – 2:33

BG – BRYTER LAYTER

TOTAL: 23:21

TOTAL GERAL – 50:09

Ouça o Art Rock com Nick Drake que foi ao ar no dia 05/03/2016, clicando aqui.

Mott the Hoople

Posted in Programas with tags on 10/03/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos homenagear outra figura que decidiu deixar a nossa realidade no começo de 2016, o baterista Dale Griffin do genial Mott the Hoople.

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“Buffin”, como ele era conhecido, foi um dos membros fundadores desse grupo que está entre os nomes fundamentais do Glam Rock… e que se chamava originalmente Silence, antes de mudar de nome em 69 a conselho do produtor e manager Guy Stevens, que havia lido o livro “Mott the Hoople” do escritor americano Willard Manus van…

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Na época, o eles já contavam em sua formação com Mick Ralphs na guitarra, Verden Allen nos teclados, Overend Watts no baixo e Dale Griffin na bateria… e eles seguiriam outro conselho do Guy Stevens e demitiram o vocalista Stan Tippins, substituído por Ian Hunter…

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O álbum “Mott the Hoople” de 69 impressionaria muita gente, assim como “Mad Shadows” de 70 e “Wildlife” de 71… mas o status de banda cult não ajudava a pagar as contas, e eles teriam se separado se não fosse a ajuda de David Bowie, que resolveu adotá-los… mas, nessa primeira parte, vamos conferir faixas do começo da carreira do grupo.

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Com o Mott the Hoople vocês ouviram “At the Crossroads” uma cover do Sir Douglas Quintet, depois foi “Rock and Roll Queen”, “Thunderbuck Ram”, “You are one o fus”, “Darkness darkness” que foi uma cover dos Youngbloods e, para fechar, uma versão para “Laydown (Candles in the Wind)” da pequena musa de Woodstock…Melanie.

A gente volta já…

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E nós vamos traze mais um pouco do Mott the Hoople, que voltou a se apresentar em 2009, para uma série de shows “sold out”, depois de 30 anos de separação.

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Para ajudar o Mott, David Bowie compôs e ajudou a produzir a faixa “All the Young Dudes”, que se tornaria um dos hinos do rock dos anos 70… e além do compacto ele também produziria o álbum do mesmo nome, que se tornaria um clássico instantâneo… em vez da separação, o grupo alcançaria repercussão internacional e chegaria ao topo das paradas nos dois lados do Atlântico.

Infelizmente, o sucesso garantiu a sobrevivência, mas não impediu a saída, primeiro de Verden Allen e depois de Mick Ralphs, que fundaria o Bad Company… o Mott the Hoople seguiu com Morgan Fisher e Mick Bolton nos teclados e Luther Grosvenor (com o nome de Ariel Bender) na guitarra… depois viria Mick Ronson dos Spiders from Mars… mas aí ele e Ian Hunter também resolveram sair…

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Usando apenas o nome Mott, os membros remanescentes seguiram em frente, mas não foram longe, chegaram até a mudar de nome em 77, para British Lions, sem muito sucesso… e levaria mais de três décadas para acontecer a esperada reunião da formação original… Dale Griffin ainda participaria dos shows, mas sua mente já havia começado a deixar nosso plano dimensional e o seu corpo seguiria o mesmo caminho em 2016…

Vocês ouviram “All the Young Dudes”, “Ready for Love”, “All the Way From Memphis”, “Hymn for the Dudes” e “The Golden Age of Rock and Roll”, com o Mott the Hoople.

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O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.

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MOOT THE HOOPLE

BG – DEATH MAY BE YOUR SANTA CLAUS

1. AT THE CROSSROADS – 5:33

2. ROCK AND ROLL QUEEN – 5:10

3. THUNDERBUCK RAM – 4:47

4. YOU ARE ONE OF US – 2:23

5. DARKNESS DARKNESS – 4:32

6. LAYDOWN – 3:00

BG – YOU REALLY GOT ME

TOTAL – 25:57

MOOT THE HOOPLE

BG – SWEET JANE

7. ALL THE YOUNG DUDES – 3:32

8. READY FOR LOVE – 6:45

9. ALL THE WAY FROM MEMPHIS – 4:53

10. HYMN FOR THE DUDES – 5:25

11. THE GOLDEN AGE OF ROCK AND ROLL – 3:25

BG – ROLL AWAY THE STONE

TOTAL: 24:00

TOTAL GERAL – 49:57

Ouça o Art Rock com Mott the Hoople que foi ao ar no dia 27/02/2016, clicando aqui.