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Dead Can Dance

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um tributo a um grupo antológico dos anos 80 e 90… o genial Dead Can Dance…

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Já trouxemos muitas vezes no Art Rock esse grupo criado na Austrália, mas radicado na Inglaterra… hoje, porém, vamos apresentar um projeto diferente: a coletânea “The Lotus Eaters”, um tributo reunindo grupos góticos, da chamada darkwave e até do heavy e black metal… todos reimaginando a solene melancolia da obra de Lisa Gerrard e Brendan Perry.

O nome “Comedores de Lótus” foi extraído de uma faixa do Dead Can Dance… uma composição feita em 98 que acabaria só sendo disponível em uma box-set e na coletânea “Wake” de 2003… mas a expressão é também uma citação tirada de um dos episódios da “Odisséia” de Homero… e do célebre poema de Lord Tennyson sobre o futilidade dos esforços humanos ante a promessa sóbria, mas plácida, do abandono final.

Lançada em 2004, essa coletânea trouxe sonoridades distintas, reunidas apenas na direção que deram à sua música nas faixas selecionadas para o tributo… e vamos começar trazendo o grupo sueco Arcana, depois é a vez da dupla formada por Dan Lilker (do Nuclear Assault e Anthrax) e Lisa Sehreib… e, na sequência, a banda norueguesa Trail of Tears e os americanos do Amber Asylum e do Ephemeral Sun…

Com o Arcana vocês ouviram “In the Wake of Adversity”, depois foi “Cantara” com a dupla Danny Lilker e Lisa Sehreib, “The Arcane” com o Trail of Tears, “Cardinal Sin” com o Amber Asylum e “Avatar” com o Ephemeral Sun.

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo agora um pouco do tributo “The Lotus Eaters”, que homenageia o grande Dead Can Dance, que se separou nos anos 90, mas voltaria à atividade em 2011…

Mesmo depois que deixaram de ser um casal, Lisa Gerrard e Brendan Perry continuaram a trabalhar juntos, mostrando que a sua relação não era feita só de promessas vazias… mas, em 98, enquanto parecia que a dupla estava preparando um novo álbum, foi anunciado o fim do Dead Can Dance, e levaria alguns anos para eles voltarem a se reunir.

Com o tempo, o contínuo interesse pelo grupo, assim como a repercussão de tributos como “The Lotus Eaters”, que foi lançado em 2004, acabariam por levar a um retorno… em 2005 eles fizeram uma tour concorrida pela Europa e Estados Unidos, mas essa volta não foi muito longe… só em 2011 é que uma reunião formal foi anunciada, com novas tours e o álbum “Anastasis”, lançado em 2012…

E, para essa segunda parte, nós selecionamos primeiro os ingleses do Antimatter, depois o grupo holandês The Gathering, seguido do Nightfall, da Grécia… e, para fechar, o multinacional Subterranean Masquerade…

Vocês ouviram o Antimatter com “Black Sun”, depois foi The Gathering com “In Power We Entrust The Love Advocated”, o Nightfall com “The Ubiquitous Mr. Lovegrove” e o Subterranean Masquerade com “Summoning Of The Muse (Deconstructed)”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE LOTUS EATERS TRIBUTE TO DEAD CAN DANCE

BG – PERSEPHONE – SPIRIT

1. ARCANA – IN THE WAKE OF ADVERSITY – 4:27

2. DAN LILKER & LISA SEHREIB – CANTARA – 5:05

3. TRAIL OF TEARS – THE ARCANE – 4:19

4. AMBER ASYLUM – CARDINAL SIN – 5:42

5. EPHEMERAL SUN – AVATAR – 6:04

BG – FAITH AND THE MUSE – MESMERISM

TOTAL – 25:37

THE LOTUS EATERS TRIBUTE TO DEAD CAN DANCE

BG – JARBOE & THE BLACK PEARL SOCIETY – AMERICAN DREAMING

6. ANTIMATTER – BLACK SUN – 5:25

7. THE GATHERING – IN POWER WE ENTRUST THE LOVE ADVOCATED – 4:04

8. NIGHTFALL – THE UBIQUITOUS MR. LOVEGROVE – 4:56

9. SUBTERRANEAN MASQUERADE – SUMMONING OF THE MUSE (DECONSTRUCTED) – 9:29

BG – DARKWELL – ANYWHERE OUT OF THE WORLD

TOTAL: 23:53

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Dead Can Dance que foi ao ar no dia 13/08/2016, clicando aqui.

Le Orme

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje faremos nossa costumeira passagem pela rica tradição progressiva italiana… com o grupo Le Orme.

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Já trouxemos muitas vezes esse grande nome do prog. italiano no programa, mas sempre vale lembrar que ele surgiu nos subúrbios de Veneza, em 66, e o nome deveria ser originalmente Le Ombre, uma homenagem ao grupo inglês The Shadows… mas deixariam essa ideia de lado, pois não tinha o mesmo significado na língua veneta e, ainda por cima, já havia um outro grupo da região com esse nome.

E seria como Le Orme que eles lançariam seu primeiro álbum, “Ad Glorian”, em 69… mas o serviço militar acabou levando a alguns desfalques no grupo e o estilo psicodélico do seu som também não chamou muita atenção no cenário do rock italiano da época… foi então que o tecladista Tony Pagliuca convence o guitarrista, baixista e vocalista Aldo Tagliapetra e o baterista Michi Dei Rossi a explorarem o que ainda era chamado de pop sinfônico…

O álbum “Collage” de 71 é considerado um dos trabalhos fundadores do prog. italiano, e “Uomo di Pezza” de 72 chegaria ao topo das paradas italianas… era a época em que o progressivo tinha permissão de fazer sucesso, e o álbum conceitual “Felona e Sorona” chegaria a ser lançado na Inglaterra com letras do grande Peter Hammill vamos conferir um pouco desse encontro entre o Le Orme e o Van der Graaf Generator…

Vocês ouviram com Le Orme as faixas “In Between”, “Fellona”, “The Maker”, “Sorona” e “The Balance” …

A gente volta já.

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E agora vamos trazer uma fase mais recente do Le Orme que voltaria a gravar em 1990, retomando um caminho que ainda renderia ótimos trabalhos nas décadas seguintes…
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A volta aos estúdios com o álbum “Orme” de 90 não chegou a ter um grande impacto no cenário ainda modesto do progressivo italiano, que anda estava tentando voltar a se afirmar… em 92 Tony Pagliuca deixaria o grupo, sendo substituído pelo pianista Francesco Sartori e pelo tecladista Michele Bon, mas seria só em 96 que Tagliapetra e Dei Rossi conseguiriam mostrar a força da nova formação com o álbum “Il Fiume”.

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Foi o começo de uma trilogia conceitual complementada pelos álbuns “Elementi” de 2001 e “L’infinito” de 2004, ambos já com Andrea Bassato substituindo Sartori no piano… e nós selecionamos um pouco desse tríptico progressivo do Le Orme para essa segunda parte do Art Rock de hoje…

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Com Le Orme vocês ouviram “Danza dell’acqua”, “Lungo il fiume’, “Danza della Terra”, “Dove tutto E!!”, “L’Infinito” e “La ruota del cielo”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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LE ORME

BG – WEB OF TIME

1. IN BETWEEN – 8:46

2. FELONA – 2:04

3. THE MAKER – 5:45

4. SORONA – 3:52

5. THE BALANCE – 4:14

BG – RETURN TO NAUGHT

TOTAL – 24:40

LE ORME

BG – IL FIUME (PARTE SECONDA)

6. DANZA DELL’ACQUA – 3:02

7. LUNGO IL FIUME – 4:32

8. DANZA DELLA TERRA – 2:23

9. DOVE TUTTO E!! – 4:41

10. L’INFINITO – 5:33

11. LA RUOTA DEL CIELO – 5:41

BG – GRANDE ACQUA

TOTAL: 25:52

TOTAL GERAL – 50:32

Ouça o Art Rock com Le Orme que foi ao ar no dia 30/07/2016, clicando aqui.

Steve Howe

Posted in Programas with tags on 22/08/2016 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos um dos grandes guitarristas do prog rock, o genial Steve Howe…

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Stephen James Howe nasceu em Holloway, no norte de Londres, e ele começou no grupo The Syndicats, chegando a gravar um compacto com eles em 64, antes de sair para integrar o Tomorrow, que originalmente se chamava The In Crowd… e participaria da gravação do álbum “Tomorrow” de 68 antes de sair para o Bodast.

Apesar de promissor, o Bodast não conseguiu lançar seu álbum de estreia na época pois a gravadora que tinha o seu contrato foi à falência e o disco acabaria só sendo editado nos anos 80… mas essa fase de incertezas de Howe acabaria quando ele foi convidado para substituir o guitarrista Peter Banks no Yes…

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Claro que o Yes dispensa quaisquer apresentações… e além disso é presença habitual no nosso programa… mas hoje nós vamos fazer uma passagem pela prolífica carreira solo de Steve Howe… começando com um pouco dos seus primeiros trabalhos paralelos, na época em que o Yes estava no auge e ele só queria ter um pouco mais de liberdade criativa, contando é claro com a ajuda de seus colegas do grupo.

Vocês ouviram Steve Howe com “Doors of sleep”, “The nature of the sea”, “Ram”, “Pennants”, “All’s a chord” e “Look over your shoulder”, essa última com o vocal de Clair Hammill… faixas extraídas dos álbuns “Beginnings” de 72 e “The Steve Howe Album” de 79.

A gente volta já.

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E nessa segunda parte do programa vamos trazer dois álbuns de Steve Howe dos anos 90, na época em que ele participava da nova fase progressiva do Yes e também do último álbum da primeira fase do seu outro grupo, o Asia.

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Depois do lançamento do álbum “Union” de 91, em que integrantes da formação clássica do Yes se juntaram aos membros da fase dos anos 80, Steve Howe voltou a integrar o Asia, gravando “Aqua”, que seria lançado em 92… mas, enquanto ficava nesse vai e volta entre os grupos, ele não deixava de lado a sua carreira solo e gravaria excelentes trabalhos, em que mostrava toda a sua habilidade sem ter que se submeter às pressões da gravadora.

Trabalhos como “Turbulance” de 91, “Not Necessarily Acoustic” de 94 e “Homebrew” de 96 foram muito bem recebidos pelo púlbico e crítica, e essa foi uma fase em que Steve Howe manteve sua tradição de ser presença assídua nas capas da Guitar Player, onde já havia sido votado muitas vezes como “The Best Overal Guitarrist”.

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Com uma carreira que já atravessa cinco décadas, Howe permanece como uma das figuras dominantes do progressivo… e, para essa segunda parte do programa, nós selecionamos faixas extraídas dos álbuns “The Grand Scheme of Things” de 93 e “Quantum Guitar” de 98…

Com Steve Howe vocês ouviram “The Grand scheme of things”, “Desire comes first”, “Beautiful ideas”, “The fall of civilization”, “Walk don’t run”, “The collector” e “Momenta”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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STEVE HOWE

BG – SURFACE TENSION

1. DOORS OF SLEEP – 4:09

2. THE NATURE OF THE SEA – 3:58

3. RAM – 1:54

4. PENNANTS – 4:34

5. ALL’S A CHORD – 4:57

6. LOOK OVER YOUR SHOULDER – 5:04

BG – MEADOW RAG

TOTAL – 24:36

STEVE HOWE

BG – WAYWARD COURSE

7. THE GRAND SCHEME OF THINGS – 5:13

8. DESIRE COMES FIRST – 3:41

9. BEAUTIFUL IDEAS – 4:03

10. THE FALL OF CIVILIZATION – 4:10

11. WALK DON’T RUN – 3:05

12. THE COLLECTOR – 3:05

13. MOMENTA – 2:58

BG – THE VALLEY OF ROCKS

TOTAL: 26:14

TOTAL GERAL – 50:50

Ouça o Art Rock com Steve Howe que foi ao ar no dia 23/07/2016, clicando aqui.