Arquivo para março, 2017

Blue Oyster Cult

Posted in Programas with tags on 31/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um dos grupos mais carismáticos do rock americano dos anos 70… o Blue Öyster Cult, um grande sobrevivente que se mantem em atividade em pleno século XXI…

Já trouxemos o velho culto outras vezes no nosso programa, mas vale lembrar que a sua história começou em Long Island nos anos 60, com o grupo Soft White Underbelly, que já contava com a guitarra de Donald “Buckdharma” Roeser, os teclados de Allen Lanier e a bateria de Albert Bouchard… mas, talvez a figura mais importante nesse momento tenha sido do produtor e letrista Samuel “Sandy” Pearlman…

Desde o começo, Pearlman direcionou o grupo para uma estética cruzando elementos de mistério e fantasia… que tanto ele como o escritor Richard Meltzer acrescentariam nas letras do grupo, enquanto este ia mudando de nome, primeiro para Oaxaca e depois para Stalk-Forest Group, antes de tomar forma definitiva e se transformar no Blue Öyster Cult em 71…

O nome se associaria a toda uma simbologia, centrada em torno da cruz de Kronos, o Tempo, que seria adotada como logo do grupo e estaria presente nos shows e nas capas de álbuns clássicos como “Tyranny and Mutation” de 73 e “Secret Treaties” de 74… mas o grande sucesso viria com “Agents of Fortune” de 76… vamos conferir um pouco Dessa fase do Blue Öyster Cult.

Vocês ouviram com o Blue Öyster Cult as faixas “Career of Evil”, “Subhuman”, “Astronomy”, “(Don’t Fear) the Reaper” e “The Revenge of Vera Gemini”.

A gente volta já…

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Vamos continuar com o Blue Öyster Cult, que sofreria baixas no correr das décadas, mas continuaria sempre em atividade constante.

Até o começo dos 80 o grupo estava entre os grandes nomes do rock norte americano e álbuns como “Spectres” de 77 e “Some Enchanted Evening” de 78 vendiam milhões de cópias, apesar do alegado domínio da disco music no mercado musical… e a boa fase continuou até o álbum “Cultössauros Erectus” de 1980, que tinha a produção de Martin Birch e a colaboração do mestre da ficção científica e fantasia Michael Moorcock…

Mas “Fire of Unknown Origin” de 81, apesar da ótima recepção, seria o último álbum do grupo a contar com a formação clássica… Albert Bouchard sairia e, apesar do sucesso de “Revölution by Night” de 83, que contou com a ajuda de Patti Smith, o culto começou a perder a direção… Allen Lanier também sairia e Joe Bouchard faria o mesmo depois do pouco inspirado álbum “Club Ninja” de 85.

Eles ainda lançariam em 88 um grande trabalho, o álbum “Imaginos”… mas ele era para ser um disco solo de Albert Bouchard, que ganhou a participação de Eric Bloom e Donald Roeser e saiu como álbum do Blue Öyster Cult… o que foi apropriado, pois era inspirado no poema de Sandy Pearlman que havia inspirado por sua vez o nome do grupo… vamos ouvir um pouco mais desses veteranos que continuam excursionando, mas não lançam nada de novo desde 2002…

Com o Blue Öyster Cult vocês ouviram “R.U. Ready 2 Rock”, “Nosferatu”, “Fire of Unknown Origin” e “Veteran of the Psychic Wars”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… vamos encerrar homenageando Chuck Berry, um gigante que passou por nossa mísera realidade, mas deixou para trás uma avalanche sonora que continuará a ser ouvida ainda por muito tempo… fiquem com a Eletric Light Orchestra e “Roll Over Beethoven”… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BLUE ÖYSTER CULT

BG – FLAMING TELEPATHS

1. CAREER OF EVIL – 4:00

2. SUBHUMAN – 4:39

3. ASTRONOMY – 6:28

4. (DON’T FEAR) THE REAPER – 5:09

5. THE REVENGE OF VERA GEMINI – 3:50

BG – MORNING FINAL

TOTAL – 24:06

BLUE ÖYSTER CULT

BG – GODZILLA

6. R. U. READY 2 ROCK – 3:46

7. NOSFERATU – 5:23

8. FIRE OF UNKNOWN ORIGIN – 4:13

9. VETERAN OF THE PSYCHIC WARS – 4:52

BG – VENGEANCE (THE PACT)

TOTAL: 18:14

EXTRA

10. ELETRIC LIGHT ORCHESTRA – ROLL OVER BEETHOVEN – 7:04

TOTAL GERAL – 49:24

Ouça o Art Rock comBlue Oyster Cult que foi ao ar no dia 25/03/2017, clicando aqui.

Larry Coryell

Posted in Programas with tags on 22/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa teremos uma homenagem a um dos mestres da guitarra, o grande Larry Coryell, que rompeu a barreira do hiperespaço em fevereiro de 2017 e deixou para trás nossa desiludida realidade.

Lorenz Albert Van DeLinder III nasceu em Galveston, no Texas, em 1943… e ele se interessou cedo pelo jazz e pela guitarra, na época em que sua família se mudava para o Estado de Washington, quando era adolescente… ele tocaria em bandas locais até desistir do jornalismo e se mudar para New York em 65, entrando para a Mannes School of Music e acabando por substituir Gabor Szabo no Chico Hamilton’s Quintet.

Como baterista e band leader, Hamilton revelaria nomes brilhantes, e Larry Coryell faria sua estreia no álbum “The Dealer” de 66… e ele também estava contribuindo para a criação de um novo estilo musical com o grupo The Free Spirits, que lançou em 67 o seu único álbum, “Out of sight and sound”, considerado por muitos o embrião do jazz rock.

Mas seria no Gary Burton’s Quartet que Larry Coryell ganharia reconhecimento… ele ficaria no grupo até 68, lançando em seguida seu primeiro álbum solo, “Lady Coryell”… e, a partir de então, sua técnica e habilidade o levariam muito longe… vamos começar ouvindo um pouco de um dos marcos da sua carreira, o genial álbum “Spaces” de 1970, junto de John McLaughlin, Chick Corea, Miroslav Vitouš e Billy Cobham… uma formação que simplesmente dispensa comentários…

Vocês ouviram Larry Coryell com “Spaces”, “Gloria’s step” e “Wrong is right” …

A gente volta já.

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E nós vamos continuar homenageando Larry Coryell, agora com um pouco do seu grupo The Eleventh House…

Formado em 73, o Eleventh House contava com o trompetista Randy Brecker, o tecladista Mike Mandel, o baixista Danny Trifan e o baterista Alphonse Mouzon… além de Larry Coryell na guitarra… e, desde o começo, o grupo esteve na vanguarda do jazz fusion, junto de outros pioneiros como a Mahavishnu Orchestra, o Weather Report e o Return to Forever.

“Introducing Eleventh House with Larry Coryell” saiu em 73 e o grande impacto do grupo nas suas apresentações ao vivo levaria ao lançamento do álbum “Live in Montreux” juntamente com o seu segundo registro de estúdio, “Level One”, em 74… infelizmente a formação original não resistiria, levando a mudanças de som para o álbum “Aspects” de 76… e logo o Eleventh House seria deixado de lado, em meio à prolifica carreira solo e outros projetos de Larry Coryell…

Nos anos 80 o grupo faria um breve retorno e o mesmo aconteceria em 98 e em 2017, quando foi anunciado para junho o lançamento de um novo álbum de estúdio intitulado “Seven Secrets”… mas essa volta do Eleventh House ficou no campo do imaginário, pois Larry Coryell, que até então havia se mantido sempre em atividade constante, deixou nosso melancólico plano do multiverso…

Com o Eleventh House vocês ouviram “Birdfingers”, “Yin”, “Level one”, “Suite: Entrance/Repose/Exit”, “That’s the joint” e “Kowloon Jog”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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LARRY CORYELL

BG – RENE’S THEME

1. SPACES (INFINITE) – 9:26

2. GLORIA STEP – 4:35

3. WRONG IS RIGHT – 9:05

BG – CHRIS

TOTAL – 23:06

ELEVENTH HOUSE

BG – ISM EJERCICIO

4. BIRDFINGERS – 3:10

5. YIN – 6:06

6. LEVEL ONE – 3:05

7. SUITE: ENTRANCE/REPOSE/EXIT – 5:34

8. THAT’S THE JOINT – 4:09

9. KOWLOON JOG – 5:49

BG – THE OTHER SIDE

TOTAL: 27:53

TOTAL GERAL – 50:59

Ouça o Art Rock com David Larry Coryell que foi ao ar no dia 11/03/2017, clicando aqui.

REPRISE: Yes

Posted in Programas with tags on 22/03/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 18-03-2017, foi um reprise com o YesConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Origens

Posted in Produto Nacional on 10/03/2017 by Artrock

“Na origem da Terra, em sua atmosfera, havia muita água, gases e relâmpagos. Quando esses três elementos se juntaram, deram surgimento a diversas substâncias que começaram a fazer do planeta um ambiente propício para a vida.

Celebrando 25 anos de estrada, o baixista Alessandro Aru reuniu vários amigos, integrantes de diversas bandas do cenário musical do rock alagoano, que influenciaram diretamente sua formação musical e que, em algum momento participaram de sua história, para gravar o álbum Origens.
Rogério Cavalcante (Primeiro comparsa de música), Fred Hollanda (Água Mineral, Mopho e Canela Seca), Hélio Pisca (Água Mineral e Mopho), João Paulo (Água Mineral e Mopho), Leonardo Luiz (Mopho, Cores Astrais e Messias Elétrico), Michell Campos (Cores Astrais), Daniel Gontijo (Barba de Gato), Ney Guedes (Cachorro Urubu), Phillipe Hollanda (Cachorro Urubu), Eduardo Bahia (Santo Samba), Pedro Salvador (Canela Seca e Messias Elétrico), Thiago Alef (Canela Seca), Fernando Coelho (Messias Elétrico), Lillian Lessa (Messias Elétrico), Renan Di Carvalho (Lado B), Daniel Queiroz (Jams Sessions), Dácio Messias (Estúdio Concha Acústica).

A trajetória musical deste filho natural de Maceió contribui até hoje com os capítulos mais importantes do gênero em sua terra natal. Alessandro integrou a formação original da banda Mopho – é dele o baixo vigoroso e de timbre aveludado nas gravações originais de A Geladeira, Uma Leitura Mineral Incrível, Mosca sobre a Cabeça e Eu Quero Tudo, quatro clássicos do rock nacional presente na demo-tape de estréia da banda, em 1997 – que conquistou corações e mentes por todo o Brasil.

Com seu estilo único, inspirado em ícones do instrumento no rock and roll – como John Paul Jones (Led Zeppelin), John Entwistle (The Who) e Jack Bruce (Cream) –, o baixista apresenta musicalidade sempre de alta octanagem, que pode ser conferida nas músicas de bandas como Cores Astrais, Santo Samba, Cachorro Urubu e Messias Elétrico – essa última da qual é membro fundador e possui dois discos lançados pela gravadora Baratos Afins.

A relação com o instrumento é visceral a ponto de diversas músicas de sua autoria terem sido compostas originalmente no baixo elétrico.No caso de Origens, o projeto foi formatado a partir de canções compostas pelo baixista e que enveredaram para uma obra conceitual, uma única música, uma espécie de suíte subdivida em seis partes.

Para a produção do trabalho, buscou-se registrar o lado mais orgânico dos músicos por meio de “jams sessions” das quais foram retiradas parte do material gravado.

A idéia de Origens pode ser também traduzida como um encontro para celebrar a amizade e o resgate do que existe de mais autêntico quando se fala em música: amigos expressando suas verdades através de sons.

Sinceros agradecimentos aos amigos que participaram desse projeto, os quais contribuíram de forma brilhante com seus arranjos personalíssimos: Agradeço especialmente por ter pais justos, dedicados e amorosos e irmãos de fé, por ter encontrado uma companheira para todos os momentos que gerou minha maior obra, minha linda filha. Por ter nascido com saúde e poder desfrutar dos sons.”

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Origens – Origens (2016) Brasil:

Alessandro Aru – Baixo
Hélio Pisca – Bateria, Sintetizadores e Piano
João Paulo – Violão, Guitarra e Voz
Mariana Guedes Quintiliano – Voz

Contato:
arubass@gmailcom
http://www.facebook.com/Origens-%C3%81lbum-419260604939970/

Para ouvir e baixar:
https://origens-album.bandcamp.com/album/origens

Astralis

Posted in Programas with tags on 07/03/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos ouvir uma sugestão da Ana Barbara Vicentin, a nossa grande amiga, colaboradora e co-produtora aqui do Art Rock… o grupo chileno Astralis.

Formado em torno do guitarrista e vocalista Patricio Vera-Pinto, o Astralis surgiu em 1999, mas levaria um bom tempo para conseguir gravar o seu primeiro álbum, “Bienvenida al Interior”, que sairia somente em 2006 e contava com o baixo de Mauricio Arcís, a bateria de Segio Heredia e os teclados de Juan Pablo Gaete.

O álbum mostrava uma sonoridade com clara influência do neoprog da década de 80, dominado pelos temas e frases de guitarra dialogando com os teclados e acompanhados de letras cantadas em espanhol… uma decisão que pode ter prejudicado o alcance internacional do disco, mas que não o impediu de ter uma ótima repercussão no cenário do rock chileno.

E em 2009 o Astralis lançaria outro belo trabalho, o álbum “Voces del bosque”, que também foi muito bem recebido, apesar de não contar com a distribuição internacional do selo progressivo Musea, que havia beneficiado o disco de estreia do grupo… vamos conferir um pouco desses dois excelentes exemplos do prog. rock chileno…

Vocês ouviram o Astralis com “Bienvenida al interior”, “Noventa y nueve” e “Caminos internos”.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer o último trabalho lançado pelo Astralis, o álbum “Fantasia de invierno” de 2013…

Apesar de parecer ter se estabilizado como grupo depois de dois álbuns… e de se manter ativo no circuito progressivo chileno, o Astralis entrou em um hiato que duraria até 2013, quando apareceu com um novo trabalho, “Fantasia de invierno”, mais uma vez lançado no Chile pela Mylodon Records.

Mas, ao lado de Patricio Vera estava apenas o baixista Mauricio Arcís, com o restante do grupo sendo completado por músicos convidados, incluindo o segundo guitarrista Luis Álvarez… e, além disso, não se tratava de um álbum de novas composições, mas sim de uma reunião de material composto originalmente por Patrício entre 1989 e 1995, antes mesmo da criação do Astralis.

Ainda assim “Fantasia de invierno” é um trabalho consistente, com faixas que mostram um toque mais hard acompanhadas de composições mais elaboradas como a própria faixa título… e é um pouco desse derradeiro registro de estúdio do Astralis que nós selecionamos para essa segunda parte do Art Rock de hoje.

Com o Astralis vocês ouviram “La cancion es libre”, “Invocacion” e “Fantasia de invierno”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, que foi também quem cedeu o material para o programa de hoje … lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ASTRALIS

BG – BAJO EL DOMO DE CRISTAL

1. BIENVENIDA AL INTERIOR – 7:55

2. KINNARA – 10:11

3. CAMINOS INTERNOS – 5:59

BG – NOVENTA Y NUEVE

TOTAL – 25:40

ASTRALIS

BG – LA MARCHA DE LOS QUE VIENEN

4. LA CANCION ES LIBRE – 4:17

5. INVOCACION – 4:43

6. FANTASIA DE INVIERNO – 14:22

BG – ALGO TIENE QUE CAMBIAR

TOTAL: 23:22

TOTAL GERAL – 49:03

Ouça o Art Rock com Astralis que foi ao ar no dia 04/03/2017, clicando aqui.

Allman Brothers

Posted in Programas with tags on 01/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos lembrar um baterista cuja força foi uma das marcas de um grupo lendário… Butch Trucks dos Allman Brothers…

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Claude Hudson Trucks era de Jacksonville, na Flórida e, em 65, ele formou o grupo The Bitter Ind. Com dois colegas de faculdade, o baixista David Brown e o vocalista e guitarrista Scott Boyer… eles tocavam covers em festas e nightclubs e foi em um deles, o Club Martinique que eles conheceram Duane e Greg Allman, que na época batalhavam com os Allman Joys…

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Os Allmans deram umas dicas e o trio conseguiu um lugar tocando no clube Beachcomber, em Jacksonville… em 68, eles mudariam de nome para The 31st of February e lançariam um álbum pela Vanguard Records… mas ele foi totalmente ignorado… e, a essa altura, eles reencontraram Greg e Duane que haviam desmanchado seu segundo grupo, o Hour Glass…

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E a amizade com os Allmans, acabaria se cristalizando em 69 quando os irmãos convidaram Butch para entrar para o seu novo projeto… um grupo que misturaria o southern rock com jazz e blues, cheio de improvisações e longas partes instrumentais… nascia assim The Allman Brothers Band… confiram um pouco do começo desse grupo que fez história em todas as suas encarnações…

Com a Allman Brothers Band vocês ouviram “Don’t want you no more”, “It’s not my cross to bear”, “Whipping post”, “In memory of Elizabeth Reed” e “Trouble no more”…

A gente volta já.

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Nós continuamos com nossa homenagem ao grande batera Butch Trucks, que deixou o nosso plano da realidade em janeiro de 2017…

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Desde o começo, os Allman Bros. foram reconhecidos pelo grande talento de seus integrantes… e, além do diálogo entre o piano e vocais de Greg com as guitarras de Duane e de Dickey Betts, a outra grande marca do grupo estava na mágica combinação entre os dois bateristas: a tirada jazzística de Jaymoe Johanson e a força rítmica de Butch Trucks…

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Duane seria convidado para o projeto Derek and the Dominos de Eric Clapton, mas os duelos dos dois ficariam apenas no álbum “Layla and other assorted love songs”… ele voltaria para os Allman Bros. e o grupo lançaria o celebrado álbum ao vivo “At Filmore East” em 71… e este seria seu último trabalho, pois ele deixaria para trás o nosso mundo descolorido em um acidente de moto… o mesmo ocorrendo com o baixista Berry Oakley, praticamente no mesmo lugar e menos de um ano depois, em 72.

O grupo seguiria em frente, depois se separaria e se reuniria outras vezes… e Butch Trucks sempre estava lá… eles voltariam à velha forma com a entrada do guitarrista Warren Haynes e, a partir de 99, seu lugar seria ocupado por Derek Trucks, sobrinho de Butch… se separariam novamente em 2014 e Butch formaria outros grupos, sempre ativo… até decidir cruzar o limiar em 2017… vamos ouvir um pouco de “Hittin’ the note” de 2003, o último álbum de estúdio dos Allman Bros.

Com os Allman Bros. vocês ouviram “Desdemona”, “Who do believe” e “Instrumental Illness”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ALLMAN BROS

BG – MIDNIGHT RIDER

1. DON’T WANT YOU NO MORE – 2:26

2. IT’S NOT MY CROSS TO BEAR – 4:57

3. WHIPPING POST – 5:20

4. IN MEMORY OF ELIZABETH REED – 6:58

5. TROUBLE NO MORE – 3:47

BG – REVIVAL

TOTAL – 23:28

ALLMAN BROS

BG – HIGH COST OF LOW LIVING

6. DESDEMONA – 9:21

7. WHO DO BELIEVE – 5:38

8. INSTRUMENTAL ILLNESS – 12:17

BG – MAYDELL

TOTAL: 27:14

TOTAL GERAL – 50:42

Ouça o Art Rock com Allman Brothers que foi ao ar no dia 25/02/2017, clicando aqui.

Sylvan

Posted in Programas with tags on 01/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa o grupo alemão Sylvan… um tipo diferente de kraut rock…

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Normalmente esse termo se refere ao rock germânico que surgiu do fértil período do final dos anos 60 e começo dos 70, quando inúmeros grupos sofreram influências da psicodelia e dos seus descendentes: o progressivo e rock pesado… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos um grupo que mostra o outro lado do kraut rock com um grupo surgido ao final da década de 90.

A história do Sylvan começa com o Temporal Temptation, um grupo de hard rock fundado em Hamburgo por Kay e Volker Söhl em 1990… já existia uma pitada de progressivo no som e eles mudaram o nome ainda naquele ano para Chameleon, tentando vocalistas diferentes e também estilos de sonoridade enquanto preparavam material para o que eventualmente se cristalizaria no álbum “Deliverance”, de 99…

A essa altura o nome já havia mudado para Sylvan, uma expressão inglesa para tudo que se refere às florestas, derivada do latim Sylvanus, nome do Deus Romano das matas e dos campos… vamos conferir um pouco do começo de carreira desse grupo germânico que está mais para o neoprog do que para o kraut rock.

Vocês ouviram o Sylvan com “Unconsciously”, “Safe” e “Deliverance”…

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo o som do grupo alemão Sylvan, que se mantém em atividade, excursionando e lançando trabalhos frequentes.

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A formação havia se estabilizado desde a entrada do vocalista Marco Glühmann em 95, quando eles ainda usavam o nome Chameleon… e tomou forma definitiva na época do segundo álbum, “Encounters” do ano 2000, quando Sebastian Harnack assumiu o baixo… a partir de então o Sylvan começou a ganhar popularidade, com álbuns bem recebidos como “X-Rayed” de 2004 e “Posthmous Silence” de 2006.

Deixando de lado os álbuns conceituais, o trabalho seguinte, “Presets” seria o último com o guitarrista Kay Söhl, que sairia em 2007, substituído por Jan Petersen… mas, como ele já participava como músico convidado a algum tempo, a mudança de formação não causou uma ruptura no som do grupo.

Em 2013 seria a vez de Petersen deixar o Sylvan, que continuou como um quarteto para o álbum “Home” de 2015, outro trabalho conceitual, agora sobre o tema do reencontro com a memória como matriz da identidade… e é um pouco desse excelente álbum que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…
Com o Sylvan vocês ouviram “Shaped out of clouds”, “In Between”, “With the eyes of a child” e “Off her hands”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SYLVAN

BG – THOSE DEFIANT WAYS

1. UNCONSCIOUSLY – 10:04

2. SAFE – 4:13

3. DELIVERANCE – 10:25

BG – CHILDHOOD DREAMS

TOTAL – 24:42

SYLVAN

BG – BLACK AND WHITE

4. SHAPED OUT OF CLOUDS – 6:03

5. IN BETWEEN – 10:50

6. WITH THE EYES OF A CHILD – 4:19

7. OFF HER HANDS – 3:42

BG – ALL THESE YEARS

TOTAL: 24:54

TOTAL GERAL – 49:36

Ouça o Art Rock com David Sylvan que foi ao ar no dia 18/02/2017, clicando aqui.