Riverside

“Boa noite, hoje vamos atender ao nosso ouvinte João Cucci Neto que pediu um programa com um dos grandes nomes do progressivo europeu da atualidade… o genial grupo polonês Riverside.

Formado em Varsóvia em 2001, o Riverside surgiu da união dos talentos de três músicos ligados ao cenário do heavy metal polonês… o baterista Piotr Kozieradzki, o guitarrista Piotr Grudziński e o tecladista Jacek Melnicki, que reseolveram explorar o seu interesse no rock progressivo, chamando para completar o time o baixista e vocalista Mariusz Duda (ex-Xanadu).

As primeiras apresentações vieram em 2002 e eles já estavam gravando material quando começaram as primeiras divergências dentro do grupo, levando à saída de Jacek Melnicki em 2003, pouco antes do lançamento do primeiro álbum, “Out of Myself”… que se tornaria um dos discos progressivos do ano, com ótima repercussão na Polônia, e recebendo bastante atenção no cenário progressivo europeu.

“Second life syndrome” sairia em 2005… e, a essa altura, o grupo já estava ganhando uma posição de destaque… eles se apresentariam em festivais internacionais e abririam os shows da tour de 2007 do Dream Theater, ao mesmo tempo em que consolidavam a reputação com os álbuns “Rapid Eye Movement” e “Lunatic Soul”… vamos conferir um pouco dos primeiros trabalhos do Riverside…

Vocês ouviram o Riverside com “Reality Dream”, “In two minds”, “After”, “I Turned you Down” e “Beyond the Eyelids”.

A gente volta já…

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Vamos continuar com o grupo polonês Riverside, agora trazendo um pouco do seu álbum de 2015 “Love, Fear and the Time Machine”.

Em 2009 o Riverside lançaria “Anno Domini High Definition”, cuja gravação podia ser acompanhada pelos fãs através de um blog… uma prática que se inseria no campo da simultaneidade, da natureza líquida da nossa efêmera modernidade… um conceito do grande sociólogo e teórico da pós-modernidade Zygmunt Bauman, que eles citariam como parte da mensagem do álbum…

O próximo trabalho, “Shrine of the New Generation Slaves” só sairia em 2013… mas, como muitas bandas europeias, o Riverside sempre conservou o hábito de lançar EPs com material que acabaria sendo acrescentado como bônus nas versões alternativas dos álbuns…

Infelizmente, o grupo sofreria uma baixa inesperada, pois o guitarrista Piotr Grudziński deixou a nossa realidade em fevereiro de 2016, bem quando o Riverside ainda estava celebrando a ótima repercussão de “Love, Fear and the Time Machine”, lançado em setembro de 2015… eles resolveram não substituir o amigo, seguindo em frente como um trio com guitarristas convidados… e é um pouco desse último registro da formação clássica do grupo que nós selecionamos para fechar a 2ª. parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Lost (Why should I be frightened by a hat?)”, “Saturate me”, “Afloat” e “Towards the blue horizon”, com o Riverside.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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RIVERSIDE

BG – LOOSE HEART

1. OUT OF MYSELF – 3:44

2. REALITY DREAM – 6:15

3. AFTER – 3:32

4. I TURNED YOU DOWN – 4:35

5. BEYOND THE EYELIDS – 7:56

BG – EMBRYONIC

TOTAL – 26:02

RIVERSIDE

BG – UNDER THE PILLOW

6. LOST (WHY SHOULD I BE FRIGHTENED BY A HAT?) – 5:53

7. SATURATE ME – 7:10

8. AFLOAT – 3:13

9. TOWARDS THE BLUE HORIZON – 8:10

BG – DISCARD YOUR FEAR

TOTAL: 24:26

TOTAL GERAL – 50:28

Ouça o Art Rock com Riverside que foi ao ar no dia 22/04/2017, clicando aqui.

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2 Respostas to “Riverside”

  1. Olá! Agradeço muito o atendimento à minha sugestão do “Riverside”. O programa confirmou o que eu suspeitava – trata-se de uma grande banda, com ótima qualidade de composições e nas suas execuções. Sem querer ser abusado, aproveito o espaço para pedir que, futuramente, considerem a possibilidade de um programa especial como Magenta, outra banda que admiro e que me parece que não conheço o suficiente.

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