Arquivo para junho, 2017

Star One

Posted in Programas with tags on 29/06/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos fazer uma passagem pelo lado mais pesado do progressivo, com um dos projetos do prolífico multi-instrumentista sueco Arjen Lucassen… o Star One.

Já trouxemos esse grupo a muito tempo no programa, na época do seu primeiro álbum, em 2002… mas, como faz muito tempo, não custa lembrar um pouco da história de mais esse projeto bem sucedido de Arjen Lucassen, que já era considerado uma das estrelas em ascensão do prog. europeu, depois dos celebrados álbuns do seu grupo, o Ayreon.

Em 2001, Lucassem havia desenvolvido um projeto com a vocalista Astrid van der Veen: o Ambeon, mas a sonoridade era bem diferente, menos épica e pesada, do que seus trabalhos anteriores… por isso, em sua próxima investida, ele resolveu voltar para um som mais dominado pelas guitarras, que conservasse o aspecto conceitual, mas sem mergulhar na complexidade das óperas-rock do Ayreon… surgia assim o Star One.

O nome era uma homenagem à lendária série de ficção científica britânica “Blake’s 7”, e o grupo reunia vocalistas convidados dos grupos Symphony X, Threshold, After Forever e do próprio Ayeron… o resultado foi “Space Metal”, uma viagem por temas de ficção interligados por uma narrativa comum, mas fruto de muitas influências diferentes… confiram um pouco desse belo trabalho do heavy progressivo.

Vocês ouviram o Star One com “Lift Off”, “The Eye of Ra”, “Starchild”, “Inseparable Enemies” e, para fechar, uma versão para a clássica “Space Oddity” de Bowie…

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E nessa segunda parte vamos trazer mais um pouco do Star One… agora com o seu segundo álbum: “Victims of the Modern Age” de 2010.

O primeiro trabalho era para ser uma investida isolada e não o surgimento de um novo grupo… e, na verdade, era isso mesmo… mas, em 2009 Arjen Lucassen desenvolveu outro projeto paralelo em que deixava de lado o peso e as suas pirotecnias habituais: o Guilt Machine… e, logo depois, ele resolveu que era a oportunidade de voltar para o heavy prog com outro trabalho do Star One.

O álbum “Victims of the Mordern Age” sairia em 2010 e contava com o mesmo time de vocalistas Russell Allen, Damian Wilson, Floor Jansen e Dan Swanö… e mais Mike Andersson, Rodney Blaze , Joost van den Broek e nada menos que Tony Martin (ex-Black Sabbath) para completar.

Como da primeira vez, o resultado é um panorama sci-fi inspirado em muitas fontes diferentes, mas dessa vez o ambiente não é o espaço e sim o distópico parorama do nosso desolado planeta Terra, que já nos conferiu promessas de futuros radiantes, apenas para nos desapontar com a monótona melancolia da eterna decadência…

Vocês ouviram “Down the Rabbit Hole”, “Victim of the Modern Age”, “Cassandra Complex”, “Lastday” e, por ultimo “Knife Edge”, uma cover do grande Emerson, Lake & Palmer.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

STAR ONE

BG – HAWKWIND MEDLEY

1. LIFT OFF – 1:14

2. THE EYE OF RA – 7:35

3. STARCHILD – 9:05

4. INSEPARABLE ENEMIES – 4:15

5. SPACE ODDITY – 5:00

BG – MASTER OF DARKNESS

TOTAL – 27:09

STAR ONE

BG – IT’S ALIVE, SHE’S ALIVE, WE’RE ALIVE

6. DOWN THE RABBIT HOLE – 1:21

7. VICTIM OF THE MODERN AGE – 6:27

8. CASSANDRA COMPLEX – 5:24

9. LASTDAY – 4:47

10. KNIFE EDGE – 4:25

BG – CLOSER TO THE STARS

TOTAL: 22:24

TOTAL GERAL – 49:33

Ouça o Art Rock com Star One que foi ao ar no dia 24/06/2017, clicando aqui.

Anúncios

Magenta

Posted in Programas with tags on 21/06/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos atender no programa outra sugestão do nosso ouvinte João Cucci Neto, que pediu um especial com um grupo que renderia muitos programas… o Magenta.

Fundado no País de Gales em 2001, o Magenta surgiu de parceria que já tinha algum tempo, entre o tecladista Rob Reed e a vocalista Christina Murphy… Rob já era conhecido pelo seu grupo Cyan, que ele havia formado originalmente nos anos 80 e que acabaria ressurgindo e ganhando bastante repercussão na década de 90… e Christina já aparecia nos vocais de apoio em álbuns como “Pictures From The Other Side” de 94.

E em 99 Rob e Christina (que mais tarde adotaria o sobrenome Booth) iniciariam um projeto paralelo, o grupo Trippa… mas a sonoridade mais voltada para o pop rock não era exatamente o que Rob Reed pretendia e ele começou a trabalhar em um outro projeto: um álbum conceitual duplo… era para ser um trabalho isolado, com músicos de estúdio, mas foi crescendo e logo já era um novo grupo, o Magenta.

O álbum “Revolutions” saiu em 2001 e teve um grande impacto no cenário progressivo britânico… considerado uma das revelações do ano, o grupo ganharia ainda mais destaque com os álbuns “Seven” de 2004 e “Home” de 2006, além de EPs e um duplo ao vivo seguido por um DVD… vamos conferir esse vibrante começo de carreira do Magenta…

Vocês ouviram o Magenta com a suite “The Children of the Sun” e “Demons”, extraídas dos álbuns “Revolutions” de 2001 e “Home” de 2006.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E nós vamos continuar trazendo um pouco do grande grupo progressivo galês Magenta, de Rob Reed e Christina Booth…

O álbum “Metamorphosis” de 2008, tinha uma sonoridade mais densa e seria seguido por um hiato de quatro anos em que o grupo lançaria uma coletânea de raridades, material ao vivo e também relançamentos de seus primeiros trabalhos em versões instrumentais ou remixadas… e também haveria algumas mudanças de formação, embora o núcleo criativo continuasse o mesmo.

Em 2010 tanto Christina Booth como Chris Fry lançaram trabalhos solo… mas pouco tempo depois saía “Chameleon”, que mantinha o estilo mais hard edge do álbum anterior mas mostrava que o Magenta não tinha encerrado atividades… e isso foi confirmado com “The Twenty Seven Club” de 2013… outro álbum com faixas mais curtas, sem a ênfase para as longas composições de seus primeiros trabalhos.

No entanto, essa direção parece ter mudado em seu trabalho de 2017, o álbum “We are Legend”, que mostra o Magenta reconciliado com o paradigma progressivo propriamente dito, trazendo apenas três longas suites e já na capa (e no título) presta homenagem ao clássico de Richard Matheson: “I am Legend” de 1954, que já rendeu três filmes, só o primeiro dos quais, “The Last Man on Earth” de 64, foi fiel à ideia original… confiram um pouco desse álbum e também de “Chameleon” de 2011.

Vocês ouviram o Magenta com “Raw”, “The Beginning of the End”, “Trojan” e “Legend”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

MAGENTA

BG – THE JOURNEY

1. THE CHILDREN OF THE SUN (SUITE) – 19:18

2. DEMONS – 5:15

BG –THE VISIONARY

TOTAL – 24:33

MAGENTA

BG – GLITTERBALL

3. RAW – 4:16

4. THE BEGINNING OF THE END – 4:41

5. TROJAN (SINGLE EDIT) – 5:42

6. LEGEND – 11:33

BG – LOOK AROUND

TOTAL: 26:12

TOTAL GERAL – 50:45

Ouça o Art Rock com Magenta que foi ao ar no dia 17/06/2017, clicando aqui.

Corcioli & Rodrigo Nickel

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 13/06/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois trabalhos recentes que mostram que o progressivo não está adormecido no cenário nacional.

E vamos começar com o veterano tecladista, produtor e compositor Corciolli, que mantém uma prolífica carreira independente, lançando trabalhos por sua própria gravadora, a Azul Music, e que é mais conhecido no campo da new age e também por trilhas para cinema e TV… mas, que resolveu se reconciliar com a sonoridade progressiva de grandes nomes como Vangelis, Jean Michel Jarre e Isao Tomita, que o influenciaram na adolescência.

O resultado desse projeto foi o álbum “Ilusia”, em que contou com a ajuda do baterista Ramon Montagner e do baixista Mauricio Oliveira… constituindo o clássico formato do trio progressivo e acrescentando as possibilidades abertas tanto nos tradicionais sintetizadores analógicos como na adição de samplers de guitarra e partes orquestrais às camadas sonoras.

As oito faixas instrumentais do álbum “Ilusia” mostram Corciolli explorando o prog rock como uma linguagem ao mesmo tempo nova e conhecida, mais um elemento para a amálgama de múltiplas sonoridades que ele procurou em sua longa e bem sucedida carreira… vamos conferir um pouco dessa sua investida progressiva…

Vocês ouviram Corciolli com “The Man who disappeared in the painting”, “Distant living memories”, “The imaginary principle”, “The misery of fear and the battle against the immortal dream” e “Midnight of the world at the end of time”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E nesta segunda parte vamos trazer outro trabalho que mostra a vitalidade do paradigma progressivo em meio à avalanche de estilos e sonoridades do mercado atual.

Estamos nos referindo ao álbum “Odin Irgel Rock”, do saxofonista e flautista Rodrigo Nickel, outro músico veterano, mas com uma carreira voltada mais para o rock… e que, como muitos outros em Curitiba, vem travando uma batalha de longa data contra as dificuldades do ambiente musical da capital paranaense.

Em 2002, com o fim do grupo Labirinto, enquanto três integrantes formavam o Trio Manda Chuva, Rodrigo fundava o Glóbulos Verdes, que era mais voltado ao prog. rock e se separaria em 2005… nessa época ele se reuniria com seus antigos companheiros para formar o Goya (https://www.facebook.com/planetagoya/), que participaria já naquele ano do Festival Psicodália em Antonina, e se tornaria uma presença constante nas próximas edições do festival, até 2012.

E se no Goya Rodrigo Nickel se concentra no sax alto, sax tenor e flauta, em seu trabalho solo ele pôde tocar outros instrumentos, cuidando ainda da produção e optando por não gravar usando computador, mas sim um gravador digital… vamos então conferir o anagramático álbum “Odin Irgel Rock”…

Vocês ouviram Rodrigo Nickel com “Brisa de verão”, “Estrada da Graciosa”, “C’est bizarre” e “O vento na terra vermelha”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… nós agradecemos a Rodrigo Nickel por ceder o material para o programa de hoje e vamos fechar com uma faixa do álbum “Goya ao vivo no Festival Psicodália de 2008”… ouçam “Zamba/Gamal”… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

CORCIOLLI

BG – SECRETS OF THE INVISIBLE

1. THE MAN WHO DISAPEARED IN THE PAINTING – 5:55

2. DISTANT LIVING MEMORIES – 5:24

3. THE IMAGINARY PRINCIPLE – 5:58

4. THE MISERY OF FEAR AND THE BATTLE AGAINST THE IMMORTAL DREAM – 6:21

5. MIDNIGHT OF THE WORLD AT THE END OF TIME – 5:45

BG – LIGHT SPHERERS IN A STEPHEN KING MIST

TOTAL – 29:23

RODRIGO NICKEL

BG – GOYA – LA VAMOS NÓS OUTRA VEZ

6. BRISA DE VERÃO – 3:26

7. ESTRADA DA GRACIOSA – 3:10

8. C’EST BIZARRE – 3:50

9. O VENTO NA TERRA VERMELHA – 3:04

BG – WATER MUSIC I / HERE COMES THE FLOOD

10. GOYA – ZAMBA/GAMAL – 7:38

TOTAL: 21:08

TOTAL GERAL – 50:31

Ouça o Art Rock com Corcioli & Rodrigo Nickel que foi ao ar no dia 10/06/2017, clicando aqui.

Daryl Hall & Robert Fripp

Posted in Programas with tags , on 13/06/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos começar o programa trazendo um nome que normalmente não é associado ao rock progressivo, o vocalista americano Daryl Hall, que é muito mais conhecido pela sua bem sucedida dupla com o guitarrista John Oates. Nascido na Pennsylvania em 46, Daryl Franklin Hohl começou sua carreira no grupo vocal The Temptones, quando ainda estava estudando música na Temple University, na Philadelphia… e foi lá que ele fez amizade com John William Oates, mas eles só voltariam a se encontrar mais tarde, pois Daryl deixou os estudos em 68 e entrou para o grupo Gulliver, que chegou a lançar um álbum pela Elektra Records.

Depois que se reencontraram em 1970 eles formariam uma dupla, lançando em 72 o álbum “Whole Oats”, sem muitas pretenções… mas aquele seria o começo de uma brilhante carreira na música pop e Daryl Hall & John Oates se tornariam uma das mais bem sucedidas duplas da história, com mais de 40 milhões de discos vendidos, muito antes de existirem CDs ou mp3s.

Mas Daryl Hall queria ir além da pop music e, em 77, juntou forças com ninguém menos que Robert Fripp para produzir um trabalho solo que ainda contaria com a presença do baixo de Tony Levin, dos teclados de Brian Eno e das baterias de Jerry Marotta e Phill Collins… o resultado seria o álbum “Sacred Songs”, em que Hall ainda explorava o seu lado místico, com letras que faziam referência à sua ligação com a Ordo Templi Orientis e seus estudos de Aleister Crowley e da Lei de Thelema.

Vocês ouviram Daryl Hall e Robert Fripp com “Babs and Babs”, “Urban landscape”, “NYCNY”, “Survive” e “Without Tears”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora nós vamos trazer o outro lado da improvável colaboração entre Daryl Hall e Robert Fripp… o álbum “Exposure”, que Fripp lançou em 79.

Depois que terminaram o álbum “Sacred Songs”, em 77, Hall e Fripp chegaram a pensar em formar um grupo, mas o que não esperavam era que a RCA se recusasse a lançar o disco, sob a alegação de que ele “não era comercial”… Hall seguiria lançando trabalhos com John Oates e Fripp continuaria com outras colaborações brilhantes, que renderiam grandes trabalhos como o segundo álbum solo de Peter Gabriel, de 78.

O disco de Gabriel era para ser a 2ª parte da uma trilogia iniciada com “Sacred Songs” e que Fripp pretendia concluir com o seu álbum solo, “Exposure”, onde levou adiante a colaboração com Daryl Hall e explorou ainda mais os limites da música pop como veículo de expressão, contando com os mesmo músicos convidados e mais alguns extras: Peter Hammill, Narada Michael Walden, Terre Roche e Peter Gabriel…

Na verdade Fripp nunca deixaria de lado essa exploração em particular, pois lançaria versões diferentes do álbum “Exposure”, incluindo mais faixas, mudando a mixagem e colocando como bônus as partes vocais gravadas originalmente, que tinham mais participações de Daryl Hall… e no fim, o álbum “Sacred Songs”, que era o primeiro da trilogia, acabou saindo por último, pois só foi lançado em 1980, mais de um ano depois de “Exposure”, que saiu em janeiro de 79.

Vocês ouviram Robert Fripp e Daryl Hall com “Preface”, “You burn me up I’m a cigarette”, “Breathless”, “Northstar”, “Chicago”, “Disengage II”, “New York, New York, New York”, “Exposure” e “Mary”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Reinaldo Vilas Boas… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Reinaldo Vilas Boas… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

DARYL HALL & ROBERT FRIPP

BG – SACRED SONGS

1. BABS AND BABS – 7:50

2. URBAN LANDSCAPE – 2:23

3. NYCNY – 4:36

4. SURVIVE – 6:41

5. WITHOUT TEARS – 2:54

BG – WHY WAS IT SO EASY

TOTAL – 24:25

ROBERT FRIPP & DARYL HALL

BG – BREATHLESS (DISC 2)

6. PREFACE – 1:15

7. YOU BURN ME UP I’M A CIGARETTE – 2:23

8. BREATHLESS – 4:39

9. NORTHSTAR – 3:14

10. CHICAGO (DISC 2) – 2:17

11. DISENGAGE II – 2:44

12. NEW YORK, NEW YORK, NEW YORK (DISC 2) – 2:18

13. EXPOSURE (ALTERNATE) – 4:28

14. MARY (ALTERNATE) – 2:09

BG – WATER MUSIC I / HERE COMES THE FLOOD

TOTAL: 25:24

TOTAL GERAL – 49:59

Ouça o Art Rock com Daryl Hall & Robert Fripp que foi ao ar no dia 03/06/2017, clicando aqui.

Odin Irgel Rock

Posted in Produto Nacional with tags , on 05/06/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! Divulgamos aqui o novo disco solo do músico paranaense Rodrigo Nickel, “Odin Irgel Rock”.

Boas audições:

Kaipa

Posted in Programas with tags on 02/06/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer um pouco do progressivo sueco, com outro grupo a contar com a participação do prolífico e talentoso guitarrista Roine Stolt… o Kaipa.

A história desse grande grupo escandinavo começa no final dos anos 60, quando o tecladista Hans Lundin entrou para o S:t Michael Sect, onde já tocava o baixista Tomas Erikson… o som era mais para o pop rock, mas mudaria para algo mais pesado e já com pitadas progressivas na época em que adotaram o nome San Michael’s e lançaram um álbum homônimo, em 71…

Material para um segundo álbum chegou a ser gravado, mas eles acabaram se separando 73 e os dois músicos resolvendo formar um novo grupo, chamando o baterista Thomas Sjöberg e adotando o nome Ura Kaipa, um líder das primitivas tribos nórdicas tirado de uma das obras do celebrado autor sueco Verner von Heidenstam, prêmio Nobel de Literatura de 1916.

Com a saída de Thomas Sjöberg em 74 por problemas de saúde, entraram Ingemar Bergman e o guitarrista Roine Stolt, na época com apenas 17 anos… com essa formação, eles encurtaram o nome para Kaipa e se tornariam uma das marcas do rock sueco da década de 70… mas hoje nós vamos trazer uma fase mais recente dessa lenda nórdica, começando com o seu álbum de retorno “Notes from the past” de 2002.

Vocês ouviram “Notes from the past – Part 1”, “Night-bike-ride (on Lilac Stree)”, “Leaving the horizon” e “Folke’s final decision”, com o Kaipa.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E nós vamos continuar com o grupo progressivo sueco Kaipa, que voltou à atividade no novo milênio, lançando uma série de belos trabalhos.

A fase clássica do grupo havia terminado em 82… e uma tentativa de retorno em 91 acabou não sendo bem sucedida, com faixas chegando a serem reaproveitadas por Roine Stolt no seu outro grupo, os Flower Kings… somente no ano 2000 ele foi chamado por Hans Lundin para um novo projeto, que tomaria forma no álbum “Notes from the past”, e que os dois acabariam concordando em lançar como disco de retorno do Kaipa.

Sem deixar de lado seus inúmeros outros projetos, Roine Stolt concordou em participar da volta do grupo que havia lançado a sua carreira nos anos 70… e os álbuns seguintes: “Keyholder” de 2003 e “Mindrevolutions” de 2005, manteriam a mesma formação, com os dois veteranos e os novos integrantes Patrik Lundström e Aleena Gibson nos vocais, Jonas Reingold no baixo e Morgan Ågren na bateria.

Os compromissos com seus outros grupos acabaram levando Roine Stolt a sair em 2005 e o seu lugar seria ocupado pelo guitarrista Per Nilsson, mas o Kaipa não perderia o ritmo, se mantendo em atividade e lançando mais quatro álbuns de estúdio desde então… só que eles ficam para outro programa, para fechar, nós selecionamos faixas de “Keyholder” e “Mindrevolutions”…

Vocês ouviram o Kaipa com “Distant voices”, “The dodger” e “Flowing Free”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

KAIPA

BG – MIRRORS OF YESTERDAY

1. NOTES FROM THE PAST – PART 1 – 3:10

2. NIGHT-BIKE-RIDE (ON LILAC STREET) – 3:28

3. LEAVING THE HORIZON – 14:11

4. FOLKE’S FINAL DECISION – 4:04

BG – A ROAD IN MY MIND

TOTAL – 24:52

KAIPA

BG – END OF THE ROPE

5. DISTANT VOICES – 13:00

6. THE DODGER – 8:09

7. FLOWINF FREE – 3:53

BG – LAST FREE INDIAN

TOTAL: 25:02

TOTAL GERAL – 49:54

Ouça o Art Rock com Kaipa que foi ao ar no dia 27/05/2017, clicando aqui.