Arquivo para agosto, 2017

White Willow

Posted in Programas with tags on 29/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa o grupo norueguês White Willow, um dos grandes representantes da geração dos anos 90 do progressivo escandinavo.

Formado em Oslo em 92, o White Willow lançou seu primeiro álbum “Ignis Fatuus” em 95… e ele já contava em sua formação com o baterista Mattias Olsson, ex-Änglagård, além do guitarrista Jacob Holm-Lupo e da vocalista Sara Trondal… e a sua sonoridade tinha influências folk que eram acentuadas pelos vocais femininos e a presença de instrumental acústico em meio às paisagens de mellotrons…

Eles levariam algum tempo para lançar seu segundo trabalho, “Ex Tenebris”, que saiu apenas em 98 e já tinha os vocais de Syvia Erichsen… e, depois de outras mudanças de formação, em 2000 saía o álbum “Sacrament”, que mantinha o mesmo estilo e teve boa repercussão, mas foi seguido de um novo hiato, dessa vez de 4 anos, antes do lançamento de “Storm Season”, em 2004.

Muito bem recebido, o álbum misturava elementos mais pesados, mas sem deixar de lado seu estilo e a forte presença do mellotron de Lars Fredrik Frøislie, que já havia se estabelecido como tecladista do grupo… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos material dessa fase do White Willow…

Vocês ouviram o White Willow com “The Crucible”, “Chemical Sunset” e “Nighside of Eden”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco do grupo norueguês White Willow, que lançou em 2017 o álbum “Future Hopes”, seu primeiro registro de estúdio depois de uma nova parada, agora de 6 anos.

A saída temporária de Syvia Erichsen prejudicou o álbum “Signal to Noise” de 2006, mas ela voltaria para “Terminal Twilight” de 2011… infelizmente, depois de mais esse trabalho muito elogiado, eles manteriam a tradição de passar um longo tempo sem voltar a gravar… enquanto se envolviam em outros projetos.

Em 2015 sairia a coletânea “Ocultations”, apresentada como uma introdução ao som do White Willow… mas, só em 2017 o grupo voltaria com um novo trabalho, “Future Hopes”, que, além de uma capa do mestre Roger Dean ainda introduz uma nova vocalista… e a surpresa foi a escolha da estrela pop norueguesa Venke Knutson, que já havia participado como vocalista convidada no Opium Cartel, um projeto paralelo de Jacob Holm-Lupo.

Mas as origens nada progressivas da nova vocalista do White Willow não influenciaram a sonoridade do novo trabalho, ao contrário, o álbum “Future Hopes” é um dos mais consistentes da carreira do grupo e mostra que ele não perdeu o caminho, apesar dos longos intervalos entre os lançamentos… e merece destaque outra surpresa: a versão antológica para a clássica “Animal Magnetism” do Scorpions, que contou até com a participação do grande clarinetista David Krakauer…

Vocês ouviram “Silver and Gold”, “In Dim Days”, “Where there was Sea there is Abyss” e “Animal Magnetism” com o White Willow.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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WHITE WILLOW

BG – PAPER MOON

1. THE CRUCIBLE – 7:32

2. CHEMICAL SUNSET – 8:03

3. NIGHSIDE OF EDEN – 10:12

BG – THE LAST ROSE OF SUMMER

TOTAL – 25:47

WHITE WILLOW

BG – FUTURE HOPES

4. SILVER AND GOLD – 4:04

5. IN DIM DAYS – 11:06

6. WHERE THERE WAS SEA THERE IS ABYSS – 1:59

7. ANIMAL MAGNETISM – 7:15

BG – DAMNATION VALLEY

TOTAL: 24:24

TOTAL GERAL – 50:11

Ouça o Art Rock com White Willow que foi ao ar no dia 26/08/2017, clicando aqui.

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The Who

Posted in Programas with tags on 23/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje traremos um grupo que é um dos sinônimos do rock and roll e, em particular, do hard rock… uma lenda vida chamada The Who.

Claro que o grande The Who dispensa maiores apresentações, pois é presença totalmente obrigatória na discoteca de qualquer bom roqueiro… desde o seu início como The Detours em 1964, passando pelos tempos como The High Numbers, o grupo evoluiu para se tornar uma das forças do rock inglês e, com o tempo, um verdadeiro fenômeno cultural…

The Who foi agregando elementos ao rhythm and blues e ao final dos anos 60 o quarteto formado por Pete Townshend, Roger Daltrey, John Entwistle e Keith Moon havia alcançado uma síntese única, que se expressou de forma insuperável na ópera-rock “Tommy”.

Esse trabalho seminal seria levado ao cinema em 75 pelo diretor Ken Russell e se tornaria dos mais famosos filmes de rock dos anos 70… mas a ideia de usar grandes nomes do rock interpretando os diversos papeis da ópera baseou-se em uma versão orquestral que o Who gravou em 72 com a London Symphony Orchestra, e tendo a colaboração de Maggie Bell, Steve Winwood, Sandy Denny, Ritchie Havens, Ringo Starr e até Rod Stewart… confiram um pouco dessa rara versão para “Tommy”.

Vocês ouviram The Who e a Sinfônica de Londres com “Amazing Journey”, “Sparks”, “Eyesight to the Blind”, “The Acid Queen”, “Fiddle About”, “Pinball Wizard”, “I’m Free”, “We’re not gonna take it” e “See me, Feel me”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco do genial The Who, que continua se apresentando ao vivo, apesar de entrar em um longo hiato depois do álbum “Endless Wire” de 2006.

Na verdade eles nunca se separaram, mantendo o ritmo das tours e até a gravar ocasionalmente, como a faixa “Be Lucky” para a coletânea “The Who Hits 50!” de 2014… mas a sua fase realmente criativa como grupo durou uma década, entre os anos 60 e 70, quando lançavam trabalhos frequentes e que eram sempre aguardados com ansiedade tanto pela mídia como pelo público.

Infelizmente, aquela que deveria ter sido a obra-prima do Who, o projeto “Lifehouse” acabou nunca sendo concluído… a experiência, que já envolvia conceitos que hoje seriam chamados de multimídia, teria dado continuidade à ideia de alienação de “Tommy” em uma narrativa de ficção científica… mas dessa grande ideia só sobrariam as músicas, e elas acabariam sendo reaproveitadas para servir de base ao genial álbum “Who’s Next” de 71.

Já foi dito que a genialidade de Pete Townshend ia muito além do que era possível expressar pela tecnologia da época, o que o levaria à depressão e, no fim, a abandonar essas ambições criativas e se focar nos trabalhos do Who… uma limitação que ainda assim renderia trabalhos brilhantes… fiquem com um pouco dessa que foi a última fase de grande produtividade do grupo.

Vocês ouviram “Bargain”, “Behind Blue Eyes”, “Pure and Easy”, “Naked Eye” e “Imagine a Man” com o grande The Who.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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THE WHO

BG – UNDERTURE

1. AMAZING JOURNEY – 3:14

2. SPARKS – 3:21

3. EYESIGHT TO THE BLIND – 2:30

4. THE ACID QUEEN – 3:47

5. FIDDLE ABOUT – 1:25

6. PINBALL WIZARD – 3:47

7. I’M FREE – 2:32

8. WE’RE NOT GONNA TAKE IT – 2:24

9. SEE ME, FEEL ME – 3:05

BG – CAM YE O’ER FRAE FRANCE

TOTAL – 26:04

THE WHO

BG – BABA O’RILEY

10. BARGAIN – 5:34

11. BEHIND BLUE EYES – 3:43

12. PURE AND EASY – 5:25

13. NAKED EYE – 5:28

14. IMAGINE A MAN – 4:01

BG – SALLY SIMPSON

TOTAL: 24:11

TOTAL GERAL – 50:15

Ouça o Art Rock com The Who que foi ao ar no dia 19/08/2017, clicando aqui.

Steeleye Span

Posted in Programas with tags on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos fazer nossa costumeira passagem pela bucólica paisagem da da velha Inglaterra, trazendo um dos decanos do folk britânico… o genial Steeleye Span.

Faz tempo que não trazemos essa lenda vida do folk rock no programa… por isso sempre é bom lembrar que o grupo surgiu em 69, fundado pelo baixista Ashley Hutchings, depois que ele deixou o Fairport Convention… na época, ele começou chamando o duo folk formado por Tim Hart e Maddy Prior… e o nome Steeleye Span, foi tirado de um personagem da canção tradicional “Horkstow Grange”… uma sugestão do guitarrista folk Martin Carthy, que mais tarde entraria para o grupo.

O primeiro álbum, “Hark! The Village Wait”, saiu em 1970, mas seria só depois da entrada de Martin Carthy e do rabequista Peter Knight que eles chamariam mais atenção, com os álbuns “Please to see the King” de 71 e “The Man Mop” de 72… a essa altura tanto Ashley Hutchings como Martin Carthy resolveram sair, mas o Steeley Span seguiu em frente, mantendo-se como uma das forças do folk rock desde então.

Embora continue em plena atividade, a fase clássica do Steeleye Span foi, naturalmente, nos anos 70… incluindo trabalhos clássicos como “Parcel of Rogues” de 73 e “Commoners Crown” e “All Around my Hat” de 75… e nós vamos começar trazendo um pouco dessa época, quando Maddy Prior era considerada uma das grandes vocalistas do rock inglês, junto de Sandy Denny do Fairport Convention e Annie Haslam do Renaissance…

Vocês ouviram o Steeley Span com “The King”, “Lovely on the Water”, “Gower Wassail”, “Alisson Gross”, “Black Jack Davy” e “All Around my Hat”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco do álbum de 2016 do Steeleye Span, uma prova da perseverança desse grupo lendário que continua a dar mostras da sua incansável criatividade…

Depois da passagem do furacão punk o cenário musical inglês ficou mais difícil para os grupos de rock e mais ainda para as bandas folk… durante os anos 80 o Steeley Span foi meio deixado de lado, lançando apenas 3 álbuns, enquanto seus integrantes se concentravam em outros projetos… mas, eles continuavam a se encontrar periodicamente, excursionando quando era possível.

As idas e vindas de músicos levaram a momentos interessantes, como o retorno da vocalista Gay Woods, que voltou a juntar forças com Maddy Prior nos anos 90, reformando a dupla de vocais femininos do primeiro álbum do grupo… mas Maddy acabou tendo que sair por problemas de saúde e, depois de dois álbuns com Gay Woods como única vocalista, novas mudanças de formação pareciam anunciar o fim do Steeley Span, que na época estava às vésperas de comemorar os 30 anos de carreira.

Felizmente a crise foi superada e em 2004 saía o aclamado álbum “They Called her Babylon”, o primeiro de uma série de trabalhos de ótima repercussão, culminando com o genial “Winterland”, inspirado nas obras do grande Terry Pratchett… mas ele fica para outro programa, para hoje vamos trazer um pouco do álbum “Dodgy Bastards” de 2016, em que eles se focaram na coleção de baladas inglesas e escocesas reunidas por Francis James Child no século XIX…

Vocês ouviram o Steeleye Span com “Cruel Brother”, “All things are quite silent”, “Johnnie Armstrong” e “The Gardener”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STEELEYE SPAN

BG – ONE MISTY MOISTY MORNING

1. THE KING – 1:30

2. LOVELY ON THE WATER – 5:19

3. GOWER WASSAIL – 5:24

4. ALISON GROSS – 5:24

5. BLACK JACK DAVY – 4:14

6. ALL AROUND MY HAT – 4:09

BG – CAM YE O’ER FRAE FRANCE

TOTAL – 26:00

STEELEYE SPAN

BG – BROWN ROBY’S CONFESSION

7. CRUEL BROTHER – 7:51

8. ALL THINGS ARE QUITE SILENT – 4:16

9. JOHNNIE ARMSTRONG – 7:11

10. THE GARDENER – 5:07

BG – DODGY BASTARDS

TOTAL: 24:26

TOTAL GERAL – 50:26

Ouça o Art Rock com Steeleye Span que foi ao ar no dia 12/08/2017, clicando aqui.

REPRISE: Joey Covington (Jeffersons Airplane & Starship)

Posted in Programas with tags , , on 14/08/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 05-08-2017, foi um reprise com o Joey Covington (Jeffersons Airplane & Starship)Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

 

 

 

 

Styx & Hawkwind

Posted in Programas with tags , on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos dois trabalhos sugeridos pelo nosso amigo, ouvinte e colaborador frequente, o Almir Octávio… dois grupos veteranos que lançaram novos álbuns em 2017, depois de algum tempo de silêncio…

E vamos começar com o grande Styx, um dos grandes grupos dos anos 70/80, responsável por nada menos que quatro álbuns multi-platinados consecutivos… isso numa época em que vender vários milhões de discos não era tarefa fácil… e uma conquista que eles repetiram em 2005 com a coletânea “Greatest Hits (Volume 1)”, que conseguiu isso em plena era dos downloads e competindo com as gerações mais novas.

Mas a fase clássica do Styx foi no final dos anos 70… época dos álbuns “The Grand Illusion”, “Pieces of Eight”, “Cornerstone” e “Paradise Theatre”… e o seu som era uma mistura de um rock arena direto com elementos progressivos como barragens de teclados e álbuns conceituais… um estilo que não agradava os progheads mais puristas, mas que foi uma das estratégias de sobrevivência do rock americano, em meio à ascensão da disco music.

Depois de separações e retornos, o Styx seguiria sem o vocalista e tecladista Dennis DeYoung a partir do ano 2000… mas eles se manteriam em atividade, com tours frequentes, apesar do longo hiato depois do álbum “Big Bang Theory” de 2005… confiram um pouco do álbum “The Mission”, um trabalho conceitual sobre uma missão a Marte, em 2033… lançado em 2017.

Com o Styx vocês ouviram “Overture”, “Gone gone gone”, “Locomotive”, “Radio Silence”, “Ten thousand ways”, “Red Storm”, “All systems stable”, “Khedive” e “Mission to Mars”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro sobrevivente, dessa vez do outro lado do Atlântico… o genial Hawkwind.

Já trouxemos esse lendário decano do space rock inúmeras vezes no programa, e em 2016 eles haviam lançado mais um belo trabalho, o álbum “The Machine Stops”, inspirado no clássico conto do grande E.M. Forster, publicado originalmente em 1909… mas, se o título parecia preocupante para quem não conhecia a sua origem, o álbum de 2017, “Into the Woods” mostrou que a máquina do Hawkwind estava longe de parar…

Retomando o tema explorado em “The Machine Stops”, o Hawkwiind elabora o universo descrito por Forster, onde a humanidade presa no mundo dominado pela tecnologia entra em colapso, restando apenas os sobreviventes que vivem no mundo da superfície e não no subterrâneo até então controlado pela máquina universal.

Voltando para o mundo natural, “Into the Woods” é outra prova da indómita criatividade do grupo de Dave Brock, como sempre ignorando ditames comerciais e vivendo o seu sonho sem se submeter à quimera do sucesso… e o resultado são já quase cinco décadas de viagem ininterrupta… que deve continuar sem parada até chegar a hora de atravessarem a barreira do hiperespaço…

Vocês ouviram o Hawkwind com “Cottage in the Woods”, “The Woodpecker”, “Have you seen them”, “Ascent”, “Magic Scenes” e “Darkland”

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao nosso amigo Almir Octávio pelo material que tocamos no programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STYX

BG – TIME MAY BEND

1. OVERTURE – 1:23

2. GONE GONE GONE – 2:08

3. LOCOMOTIVE – 5:04

4. RADIO SILENCE – 4:18

5. TEN THOUSAND WAYS – 1:23

6. RED STORM – 6:04

7. ALL SYSTEMS STABLE – 0:18

8. KHEDIVE – 2:04

9. MISSION TO MARS – 2:43

BG – TROUBLE AT THE BIG SHOW

TOTAL – 25:25

HAWKWIND

BG – SPACE SHIP BLUES

10. COTTAGE IN THE WOODS – 3:52

11. THE WOODPECKER – 0:52

12. HAVE YOU SEEN THEM – 6:58

13. ASCENT – 3:41

14. MAGIC SCENES – 6:12

15. DARKLAND – 2:14

BG – MAGIC MUSHROOM

TOTAL: 23:49

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Styx & Hawkwind que foi ao ar no dia 29/07/2017, clicando aqui.

Gentle Giant

Posted in Programas with tags on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um gigante progressivo que nunca chegou a fazer muito sucesso, e nem voltou à atividade nos anos 90, mas continua a ser celebrado pelos bons prog heads… o Gentle Giant.

Originários da Escócia, os irmãos Derek, Ray e Phill Shulman haviam se mudado com a família para Portsmouth e, em meados dos anos 60, formaram um grupo de rythm & blues chamado The Howling Wolves… que, eventualmente, adotaria o nome Simon Dupree & The Big Sound, lançando alguns compactos e gradualmente mudando para uma sonoridade mais pop e psicodélica… e chegaram a ter um hit Top 10, o single “Kites”, em 67… logo seguido pelo álbum “Without Reservation”, ainda naquele ano.

Mas o som não agradava os irmãos e em 68 eles tentaram dar uma guinada com um compacto duplo, usando o pseudônimo The Moles e a estratégia do grupo misterioso… infelizmente o som mais complexo só serviu para que espalhassem o rumor de que era um trabalho dos Beatles disfarçados… frustrados, eles resolveram fundar um novo grupo, trazendo os multi-intrumentistas Gary Green e Kerry Minnear e o baterista Martin Smith para completar o time… nascia assim o Gentle Giant.

Desde o primeiro álbum, “Gentle Giant” de 70, o som do grupo buscava um caminho diferente, com as linhas melódicas complexas sendo complementadas pelos vocais e pelo ritmo imprevisíveis… e esse estilo só iria evoluir em álbuns como “Acquiring the Taste” de 71 e “Three Friends” de 72… mas nós já trouxemos esses belos trabalhos aqui no programa, por isso vamos começar com o último registro de Phill Shulman com o grupo, o genial “Octopus”, que saiu no final de 72 e “Power and the Glory” de 74.

Com o Gentle Giant vocês ouviram “The advent of Panurge”, “Racounter, troubadour”, “A cry for everyone”, “Aspiration” e “Cogs in cogs”

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o grande Gentle Giant, dos irmãos Derek, Ray e Phil Shulmann…

Na época da saída de Phil Shuman o Giant já havia também trocado duas vezes de baterista, se estabilizando com a entrada de John “Pugwash” Weathers em 72… e a determinação de continuar como um quinteto sem a presença do irmão mais velho resultou no excelente “In a Glass House” de 73, seguido por outro álbum conceitual, “Power and the Glory”, em 74…

A insistência da WWA Records em que eles fizessem um som mais comercial levou ao rompimento com a gravadora e entrada para Chrysalis, que começou bem, com o álbum “Free Hand” de 75… mas esse seria o último registro do Gentle Giant a ser bem recebido… a ascensão do punk rock na Inglaterra e o começo das críticas aos chamados “excessos” do progressivo, levaram Derek e Ray a tentar mudar o estilo para algo mais aceitável no mercado americano, mas nem a mudança para Los Angeles ajudou.

Depois de uma série de álbuns fracos, o Giant se separou em 1980… dos irmãos, só Ray Shulman continuaria a trabalhar com música, compondo para a TV, publicidade e até videogames… eles nunca voltariam a se reunir, apesar da pressão dos fãs… em 2004 Phil chegaria a participar de uma reunião com Kerry Minnear, John Weathers e Gary Green… para gravar algumas faixas para a box-set “Scrapping the Barrel”… mas elas ficam para outro programa, vamos fechar com mais um pouco da fase clássica do grupo.

Vocês ouviram o Gentle Giant com “Just the same”, “On reflection”, “Free Hand”, “Interview” e “Another Show”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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GENTLE GIANT

BG – NO GOD’S A MAN

1. THE ADVENT OF PANURGE – 4:42

2. RACOUNTER, TROUBADOUR – 4:04

3. A CRY FOR EVERYONE – 4:06

4. ASPIRATION – 4:41

5. COGS IN COGS – 4:27

BG – RIVER

TOTAL – 22:00

GENTLE GIANT

BG – MOBILE

6. JUST THE SAME – 5:33

7. ON REFLECTION – 5:41

8. FREE HAND – 6:16

9. INTERVIEW – 6:53

10. ANOTHER SHOW – 3:31

BG – TALYBONT

TOTAL: 27:54

TOTAL GERAL – 49:54

Ouça o Art Rock com Gentle Giant que foi ao ar no dia 22/07/2017, clicando aqui.

No-Man & Tim Bowness

Posted in Programas with tags , on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje o programa vai começar trazendo um dos muitos projetos do multi-instrumentista inglês Steven Wilson, do Porcupine Tree.

Apesar de ser mais conhecido por ser membro fundador, vocalista, guitarrista e principal compositor do Porcupine Tree, Steven Wilson na época levava adiante outro projeto, que surgira em 86 e havia sido batizado de No Man Is An Island (Except The Isle Of Man)… um grupo que se consolidaria com a entrada de Tim Bowness em 87 e que acabaria lançando em 89 seu primeiro compacto, “The Girl from Missouri”, antes mesmo do Porcupine Tree tomar forma definitiva…

Em 1990 eles encurtariam o nome para No-Man e em 92 lançariam o EP “Lovesights – Na Enterteinment”, seguido em 93 pelo álbum “Loveblows & Lovecries – A Confession”… a proposta sonora original do grupo estava mais voltada para o pop, mas elementos minimalistas, jazzísticos e até de ambient music começaram a se fazer presentes… e o grupo começou a se tornar mais progressivo, incluindo a presença de convidados como o próprio Robert Fripp, Pat Mastellotto e Theo Travis entre outros.

O No-Man não encerraria atividades, apesar de entrar em um hiato de álbuns de estúdio a partir de 2008… e é um pouco daquele trabalho que nós selecionamos para essa primeira parte do Art Rock de hoje… confiram o excelente “Schoolyard Ghosts”, que contou com a London Session Orchestra, sob a regência do grande Dave Stewart (ex-Egg, Khan e Hattfield & the North).

Vocês ouviram “All Sweet Things”, “Pidgeon Drummer”, “Wherever there is Light” e “Song of the Surf” com o No-Man…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um trabalho solo da carreira de Tim Bowness, a outra metade do grupo No-Man…

A partir do ano 2000 Tim Bowness passou a integrar o grupo Henry Fool, como guitarrista e vocalista… mas, a partir de 2006, ele também formaria a dupla Memories of Machines com o multi-instrumentista italiano Giancarlo Erra… e enquanto isso, ele começaria a sua carreira solo em 2004 com o álbum “My Hotel Years”, que contava com a colaboração do grande Hugh Hopper do Soft Machine e também de Roger Eno.

Como é comum dos músicos da sua geração, Tim Bowness mantém um ritimo de constantes colaborações e participações nos mais variados projetos, e seus discos solos seriam lançamentos esporádicos… “Abandoned Dancehall Dreams” só sairia em 2014, seguido de “Stupid Things that Mean the World” em 2015 e “Lost in the Ghost Light” em 2017.

Um trabalho conceitual, “Lost in the Ghost Light” explora o tema do músico veterano em meio à solidão compartilhada dos anos da maturidade, em que o ímpeto da juventude dá lugar à angustiada complacência ou à melancólica resistência… vamos conferir um pouco desse belo trabalho que conta com as presenças de Ian Anderson do Jethro Tull e de Kit Watkins (ex-Camel e Happy the Man).

Vocês ouviram Tim Bowness com “Worlds of Yesterday”, “Kill the pain that’s killing you”, “Nowhere good to go”, “You’ll be the silence” e “Distance Summers”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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NO-MAN

BG – BEAUTIFUL SONGS YOU SHOULD KNOW

1. ALL SWEET THINGS – 6:47

2. PIGEON DRUMMER – 6:18

3. WHEREVER THERE IS LIGHT – 4:21

4. SONG OF THE SURF – 6:12

BG – MIXTAPE

TOTAL – 23:38

TIM BOWNESS

BG – MOONSHOT MANCHILD

5. WORLDS OF YESTERDAY – 5:41

6. KILL THE PAIN THAT’S KILLING YOU – 6:27

7. NOWHERE GOOD TO GO – 5:24

8. YOU’LL BE THE SILENCE – 4:47

9. DISTANCE SUMMERS – 4:25

BG – YOU WANTED TO BE SEEN

TOTAL: 22:24

TOTAL GERAL – 49:33

Ouça o Art Rock com No-Man & Tim Bowness que foi ao ar no dia 01/07/2017, clicando aqui.