Arquivo para outubro, 2017

Caligula’s Horse

Posted in Programas with tags on 24/10/2017 by Artrock

“Boa noite, no Art Rock de hoje vamos para o outro lado do mundo trazer um grupo que está se destacando na novíssima geração progressiva australiana, o Caligula’s Horse.

Surgido em Brisbane, o Caligula’s Horse foi fundado em 2011 e começou como uma dupla formada pelo guitarrista e multi-instrumentista Sam Vallen e pelo vocalista Jim Grey… e o seu primeiro registro, o álbum “Moments from Ephemeral City”… um trabalho em que Sam Vallen tocava todos os instrumentos, além de compor, produzir, editar e até mixar as faixas.

Mas a ideia do nome Caligula’s Horse veio de Jim Grey, que estudava história e línguas clássicas na universidade e resolveu homenagear Incitatus, o lendário cavalo do imperador romano Calígula, que o nomeou senador, deixando claro o que pensava da outrora importante, mas já então decadente instituição do Senado…

Lançado de forma independente ainda em 2011, o álbum de estreia teve uma boa repercussão local, e a dupla resolveu reunir um grupo para se apresentar em shows… pouco depois saía o EP “Colossus”, que seria seguido em 2013 pelo álbum conceitual “The Tide, the Thief & River’s End”… mas o reconhecimento viria mesmo com “Bloom” de 2015… vamos conferir um pouco desse novo representante do progressivo australiano.

Vocês ouviram o Caligula’s Horse com “The City has no Empathy”, “Into the White”, “Thief”, “Turntail” e “Undergrouth”.

A gente volta já…

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E agora nós vamos trazer o lançamento de 2017 do Caligula’s Horse, o álbum “In Contact”…

Depois do sucesso do álbum “Bloom”, o grupo ganhou reconhecimento internacional, deixando o cenário progressivo australiano para se apresentar na Europa em uma tour com a banda avant-garde norueguesa Shining… mas também vieram as primeiras mudanças de formação, com a saída em 2016 do baterista Geoff Irish, substituído por Josh Griffin.

Um pouco depois seria a vez do guitarrista Zac Greensill sair, substituído por Adrian Goleby… mas essas alterações não comprometeram a sonoridade do grupo, pois continuou intacto o núcleo central, formado pela dupla fundadora, Jim Grey e Sam Vallen, e também pelo baixista Dave Couper… e, em 2017, eles lançariam seu 4º. registro de estúdio… “In Contact”.

Novamente eles fizeram um trabalho conceitual, dessa vez em torno do tema da natureza da arte como uma força de conectividade em meio à fragmentada estrutura da nossa realidade, e é um pouco desse álbum recente do Caligula’s Horse que nós selecionamos para a segunda parte do Art Rock de hoje.

Vocês ouviram “The hands are the hardest”, “Graves” e “Atlas revisited”… com o Caligula’s Horse.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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CALIGULA’S HORSE

BG – SILENCE

1. THE CITY HAS NO EMPATHY (YOUR SENTIMENTAL LIE) – 6:10

2. INTO THE WHITE – 8:20

3. THIEF – 2:09

4. TURNTAIL – 5:02

5. UNDERGROUTH – 2:50

BG – FIRELIGHT

TOTAL – 24:31

CALIGULA’S HORSE

BG – DREAM THE DEAD

6. THE HANDS ARE THE HARDEST – 4:26

7. GRAVES – 15:31

8. ATLAS REVISITED – 5:10

BG – CAPULET

TOTAL: 25:07

TOTAL GERAL – 49:38

Ouça o Art Rock com Caligula’s Horse que foi ao ar no dia 21/10/2017, clicando aqui.

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Pendragon

Posted in Programas with tags on 18/10/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um grupo inglês que não trazemos a bastante tempo… um dos decanos do movimento neo-progressivo: o Pendragon.

Surgido em 78 na cidadezinha de Stroud, em Gloucestershire, o grupo se chamava originalmente Zeus Pendragon… e eles levaram algum tempo para conseguirem lançar o seu primeiro álbum, “The Jewell”, que saiu somente em 85… quando já haviam encurtado o nome e estabilizado sua formação em torno do guitarrista e vocalista Nick Barrett e do baixista Peter Gee…

Eles já eram conhecidos nos espaços do nascente movimento neo-progressivo, abrindo shows para os grupos mais bem sucedidos do gênero, como o Marillion… mas a falta de repercussão chegou a levá-los a tentar uma abordagem mais comercial no álbum e nos EPs que se seguiram, só voltando para o prog rock depois que criaram o selo independente Toff Records e lançaram “The World”, em 91.

Esse foi o primeiro de uma série de álbuns marcantes, e também uma grande quantidade de singles e EPs, sobrevivendo a muitos outros grupos da sua geração e se tornando com o tempo uma das referências do progressivo britânico… e, para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas desse atribulado começo de carreira do Pendragon, extraídas dos álbuns “The Jewel” e “The World”…

Vocês ouviram o Pendragon, com “The Pleasure of hope”, “The Black Knight” e “Queen of Hearts”.

A gente volta já…

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E agora nós vamos trazer um pouco da fase mais recente do Pendragon, com material do álbum “Men Who Climb Mountains” de 2014…

Como é hábito do Pendragon, a única mudança de formação foi a entrada de um novo baterista, dessa vez Craig Blundell, que substituiu Scott Higham… o restante continua o mesmo, com os veteranos Nick Barrett e Peter Gee, e também o tecladista Clive Nolan, que faz parte do grupo desde os anos oitenta.

O álbum “Men Who Climb Mountains” foi muito bem recebido pelos fãs e pela crítica, e ganhou uma edição especial, que inclui um CD com faixas acústicas intitulado “Live at Twig’s”… mas, depois do seu lançamento em 2014 o Pendragon entrou em um hiato que só se encerraria em 2016 com a tour dos vintes anos do álbum “The Masquerade Overture”…

E em 2017 foi a vez de Nick Barrett anunciar o lançamento de um novo álbum, “Love Over Fear”, um trabalho mais politizado que resultou do choque causado pela polarização dentro da sociedade britânica em torno do tema da saída da União Europeia… o chamado Brexit, como é conhecido no Reino Unido… mas essa nova obra do Pendragon fica para outro programa, para essa segunda parte, nós selecionamos faixas de “Men Who Climb Mountains”, de 2014.

Vocês ouviram “Belle Âme”, “Beautiful Soul”, “In Bardo” e “Explorers of the Infinite”… com o Pendragon.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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PENDRAGON

BG – LEVIATHAN

1. THE PLEASURE OF HOPE – 3:44

2. THE BLACK KNIGHT – 9:57

3. QUEEN OF HEARTS – 8:18

BG – CIRCUS

TOTAL – 22:31

PENDRAGON

BG – FACES OF LIGHT

4. BELLE ÂME – 3:15

5. BEAUTIFUL SOUL – 8:03

6. IN BARDO – 4:52

7. EXPLORERS OF THE INFINITE – 11:09

BG – FOR WHEN THE ZOMBIES COME

TOTAL: 27:20

TOTAL GERAL – 49:51

Ouça o Art Rock com Pendragon que foi ao ar no dia 14/10/2017, clicando aqui.

Traveling Wilburys

Posted in Programas with tags on 11/10/2017 by Artrock

“Boa noite, neste programa vamos trazer um momento já distante da carreira de uma figura respeitada em todas as muitas famílias do rock, que atravessou a barreira do hiperespaço em 2017… Tom Petty.

Nascido em Gainesville, na Florida, em 1950, Thomas Earl Petty decidiu cedo a se dedicar à música, aprendendo a tocar guitarra com o futuro Eagles Don Felder que era seu conterrâneo… e o seu primeiro grupo sério, o Mudcrutch, seria formado em 1970, atraindo alguma atenção na região e se mudando para a Califórnia para assinar um contrato com a Shelter Records a gravar um single em 75, antes de se separar…

Mas Tom Petty e o guitarrista Mike Campbell voltariam a se reunir com o tecladista Benmont Tench, que havia montado um novo grupo com o baixista Ron Blair e o baterista Stan Lynch… nascia assim o Heartbreakers… e, como além da guitarra solo Tom Petty seria também o vocalista, ele acabou assumindo a liderança.

Tom Petty and the Heartbreakers se tornaria um dos grandes grupos americanos do final dos anos 70 e além… e a simpatia de Petty o aproximaria de grandes nomes como Bob Dylan ou o Grateful Dead… ele também trabalharia com cinema e TV… mas, no programa de hoje, vamos nos focar em uma de suas colaborações mais celebradas: o supergrupo Traveling Wilburys, que George Harrison formou no final dos anos 80.

Vocês ouviram os Traveling Wilburys com “Handle with care”, “Dirty World”, “Last Night”, “Not Alone Any More”, “Congratulations”, “Tweeter and the Monkey Man” e “End of the Line”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco do genial Traveling Wilburys, isso é: George Harrison, Bob Dylan, Roy Orbison, Jeff Lyne e Tom Petty…

O nome desse supergrupo veio de uma brincadeira de estúdio durante as gravações do álbum “Cloud Nine” de George Harrison, que contava com inúmeros convidados, entre eles o perfeccionista, Jeff Lyne, da Eletric Light Orchestra… cada vez que apareciam erros em algum aparelho, George dizia: “we’ll bury them in the mix”… brincando que eles poderiam “enterrar os erros no processo da mixagem”…

Wilbury acabou virando uma gíria… e, quando surgiu a ideia de montar um supergrupo, o nome acabou sendo abraçado por todos os integrantes, que se tornaram os irmãos Wilbury, cada qual adotando um nome diferente… Bob, Jeff, Tom, Roy e George se tornariam Lucky, Otis, Charlie T. Jnr., Lefty e Nelson… e ainda teria uma rica história inventada nos encartes pelo genial Michael Palin do Monty Python.

O álbum “Traveling Wilburys Vol. 1” de 88 seria um fenômeno mundial… e uma bela despedida para o grande Roy Orbison, que deixou nossa realidade ainda naquele ano… em 1990 eles voltariam a se reunir, lançando mais um álbum, batizado de “Vol. 3” apesar de nunca terem lançado um volume 2… e continuaram a surgir rumores de uma volta até George Harrison nos deixar em 2001… e, em 2017, foi a vez de Tom Petty…

Vocês ouviram “She’s my Baby”, “Inside Out”, “If you belonged to me”, “Devil’s been busy”, “Poor House”, “Cold dry place” e “Runnaway” com os Traveling Wilburys.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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TRAVELING WILBURYS

BG – MARGARITA

1. HANDLE WITH CARE – 3:19

2. DIRTY WORLD – 3:30

3. LAST NIGHT – 3:51

4. NOT ALONE ANY MORE – 3:25

5. CONGRATULATIONS – 3:30

6. TWEETER AND THE MONKEY MAN – 5:28

7. END OF THE LINE – 3:30

BG – MAXINE

TOTAL – 26:32

TRAVELING WILBURYS

BG – WILBURY TWIST

8. SHE’S MY BABY – 3:15

9. INSIDE OUT – 3:36

10. IF YOU BELONGED TO ME – 3:13

11. DEVIL’S BEEN BUSY – 3:18

12. POOR HOUSE – 3:17

13. COOL DRY PLACE – 3:37

14. RUNNAWAY – 2:31

BG – HEADING FOR THE LIGHT

TOTAL: 22:49

TOTAL GERAL – 49:21

Ouça o Art Rock com Traveling Wilburys que foi ao ar no dia 07/10/2017, clicando aqui.

Barock Project

Posted in Programas with tags on 03/10/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa teremos um grupo da nova geração do progressivo italiano… o Barock Project.A história desse grupo gira em torno do pianista e compositor Luca Zabbini, que vem de uma família de músicos e desde cedo teve interesse pelo progressivo, embora seu primeiro grupo, o Fattore Comune, fosse mais para o funk… mas, em 96, ele fundaria o K2, onde tocava covers do Emerson, Lake and Palmer, junto com o guitarrista Luca Comellini e com o baixista Giambattista Giorgi…

A partir de 97 Zabbini ingressaria como pianista e compositor no Instituto Musicale Orazio Vecchi, de Modena, mas ele continuou interessado em prog rock e, em 2003, ele resolveu criar um novo grupo… e o Barock Project tomaria forma definitiva no ano seguinte, com a entrada de Giambattista Giorgi para o baixo, Giacomo Calabria para a bateria e Luca Pancaldi para os vocais.

No começo eles se concentraram em apresentações no circuito progressivo italiano, chegando a lançar o DVD “Rock in Theater”, com o registro de uma apresentação em Bolonha em janeiro de 2007 junto de um quarteto de cordas… mas o seu primeiro registro de estúdio, o álbum “Misteriose Voci”, só viria em dezembro daquele ano, lançado pelo selo Musea.

O disco teve boa repercussão e seria seguido em 2009 por “Rebus”, que saiu pelo selo italiano Mellow Records… a essa altura o grupo já estava estabelecido o bastante para tentar o mercado internacional, lançando em 2012 o álbum “Coffee In Neukölln”, com letras em inglês… vamos conferir um pouco dessa fase do Barock Project…

Vocês ouviram o Barock Project com “Polvere di Stelle”, “Back to you” e “The Lives of Others”.

A gente volta já…

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E agora vamos conferir um material mais recente do Barock Project, o álbum “Detachment”, de 2017.

Com o aumento da projeção do grupo também cresceram as tensões internas, e começaram as inevitáveis mudanças de formação… Eric Ombelli entrou para a bateria e Marco Mazzuoccolo para a guitarra… mas a mais marcante foi a saída de Giambattista Giorgi no final de 2014, durante a gravação do 4º. álbum de estúdio, “Skyline”…

Luca Zabbini acabou regravando as linhas de baixo para todo o álbum, que sairia em 2015… no ano seguinte, já com o novo baixista, Francesco Caliendo, o Barock Project lançaria o álbum ao vivo “Vivo”, registrando a performance do grupo nos palcos e mostrando que eles não haviam perdido a direção e nem a sua proposta musical, apesar das mudanças.

E em 2017 o Barock Project apareceu rejuvenecido com o álbum “Detachment”, o quinto registro de estúdio do grupo, que conta com a colaboração de Pete Jones, o multi-instrumentista cego que ganhou notoriedade pelo seu celebrado projeto solo Tiger Moth Tales… ele participa como vocalista e também como autor das letras de três faixas desse trabalho que nós selecionamos para a segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Happy to see you”, “One day” e “Broken” com o Barock Project.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BAROCK PROJECT

BG – STREETS OF BERLIN

1. POLVERE DI STELLE – 6:38

2. BACK TO YOU – 7:16

3. THE LIVES OF OTHERS – 11:10

BG – COFFEE IN NEUKÖLLN

TOTAL – 25:04

BAROCK PROJECT

BG – TWENTY YEARS

4. HAPPY TO SEE YOU – 7:37

5. ONE DAY – 7:23

6. BROKEN – 9:06

BG – PROMISES

TOTAL: 24:06

TOTAL GERAL – 49:10

Ouça o Art Rock com Barock Project que foi ao ar no dia 30/09/2017, clicando aqui.