Arquivo para novembro, 2017

UFO

Posted in Programas with tags on 28/11/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos decanos do rock inglês, o grande UFO, uma sugestão do nosso ouvinte Almir Octávio, que está conosco desde o primeiro programa… em dezembro de 1997, quase vinte anos atrás…

E essa sugestão do nosso amigo Almir é muito oportuna, pois o velho disco voador mostrou em 2017 que ainda tem combustível para mais algumas viagens, lançando um o álbum “The Salentino Cuts” e mantendo assim um ritmo digno de um grupo muito mais jovem… mas, para essa primeira parte do programa vamos para o outro extremo da carreira dessa lenda viva do rock pesado inglês.

Essa história começou no final dos anos 60, quando o vocalista Phil Mogg, o baterista Andy Parker, o baixista Pete Way e o guitarrista Mick Bolton fundaram o grupo Hocus Pocus… nome que eles mudariam logo em seguida para UFO, que também era o nome do night-club londrino onde eles se apresentavam com frequência… e onde conseguiram o contato para o seu primeiro álbum, que seria lançado em 1970.

O álbum “UFO 1” mostrava uma sonoridade bem diferente daquela que se tornaria mais tarde a marca do grupo, na época, eles direcionavam o seu som para um boogie rock dominado pelas viagens psicodélicas… e não tinham constrangimento de colocar jams quilométricas nos álbuns… vamos conferir um pouco dessa fase do Unidentified Flying Object…

Vocês ouviram “Unidentified Flying Object”, “Boogie”, “Melinda”, “Treacle People””, “Silver Bird” e “Prince Kajuco” com o UFO.

A gente volta já…

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E nós continuamos com o UFO, que se tornaria um dos grandes nomes do rock britânico nos anos 70, depois da entrada do guitarrista Michael Schenker.

Mick Bolton deixaria o UFO em 72… e o seu lugar seria ocupado primeiro por Larry Wallis e depois por Bernie Marsden… ambos eram grandes guitarristas, mas o grupo só tomaria forma definitiva em 73 com a entrada de Michael Schenker (ex-Scorpions)… a partir de então seria uma sucessão de 6 álbuns clássicos começando com “Phenomenon” de 74 e indo até o duplo ao vivo “Strangers in the Night” de 79…

A saída de Michael Schenker representou uma quebra na carreira do UFO… o grupo seguiria em frente, depois se separaria e se reuniria algumas vezes… até o retorno de Schenker em 95 para o álbum “Walk on Water”… apesar das brigas o guitarrista participaria dos álbuns seguintes, só deixando em definitivo o UFO depois do álbum “Sharks” de 2002.

Desde então a entrada do americano Vinnie Moore deu alguma estabilidade ao UFO, mas claro que as idas e vindas de músicos continuaram, o que não impediu o grupo de se manter em evidência com bons trabalhos e tours movimentadas… e em 2017 eles resolveram lançar “The Salentino Cuts”, o proverbial álbum de covers… e é um pouco desse novo registro que nós selecionamos para fechar o programa de hoje.

Vocês ouviram o UFO com “Heartful of Soul” dos Yardbirds, “River of Deceit” do Mad Season, “Paper of Fire” de John Mellencamp, “Ain’t no Sunshine” de Bill Withers, “Honey Bee” de Tom Petty e “Too Rolling Stoned” de Robin Trower…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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UFO

BG – FLYING

1. UNIDETIFIED FLYING OBJECT – 2:19

2. BOOGIE – 4:18

3. MELINDA – 5:06

4. TREACLE PEOPLE – 3:25

5. SILVER BIRD – 6:54

6. PRINCE KAJUKO – 3:57

BG – THE COMING OF PRINCE KAJUKO

TOTAL –26:00

UFO

BG – THE PUSHER

7. HEARTFUL OF SOUL – 3:09

8. RIVER OF DECEIT – 5:09

9. PAPER IN FIRE – 4:03

10. AIN’T NO SUNSHINE – 3:12

11. HONEY BEE – 3:59

12. TOO ROLLING STONED – 5:15

BG – IT’S MY LIFE

TOTAL: 24:46

TOTAL GERAL – 50:46

Ouça o Art Rock com UFO que foi ao ar no dia 25/11/2017, clicando aqui.

Nik Turner

Posted in Programas with tags on 23/11/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa com dois momentos da carreira de um dos mais carismáticos membros da fase clássica do Hawkwind… o saxofonista Nik Turner…

Nascido em Oxford em 1940, Nik Turner foi chamado para trabalhar como roadie do Hawkwind… mas, como tocava flauta e saxofone, acabou sendo convidado para integrar aquela que seria a fase clássica do grupo, participando dos seis primeiros álbuns, incluindo os celebrados “Doremi Fasol Latido” de 72, “Space Ritual” de 73 e “Hall of the Mountain Grill” de 74…

Mas essa fase do Hawkwind terminaria em 75… Lemmy Kilmister iria formar o Motörhead… e Nik Turner também seria forçado a sair no ano seguinte, depois do álbum “Astounding Sounds, Amazing Music”… mas, no começo, ele só resolveu aceitar o convite de um amigo e ir visitar o Egito, onde acabaria passando três horas gravando improvisações de flauta dentro da Grande Pirâmide de Gizé.

De volta à Inglaterra, Nik resolveu aproveitar essa gravação, se inspirando no Livro dos Mortos do antigo Egito e criando o grupo Sphynx com amigos do Hawkwind e também do Gong… Alan Powell na bateria, Mike Howlett e Tim Blake no baixo e nos teclados e Harry Williamson e Steve Hillage nas guitarras… e o resultado foi o álbum “Xitintoday”, que nós selecionamos para essa primeira parte do Art Rock de hoje.

Vocês ouviram o Nik Turner’s Sphynx com “Thot”, “Isis and Nephythys”, “Osiris” e “God Rock”.

A gente volta já…

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E nós continuamos trazendo o som espacial de Nik Turner, agora com o outro extremo da sua longa carreira, o álbum “Life in Space”, lançado em 2017.

Nik Turner voltaria ao Hawkwind nos anos 80, mas só ficaria por dois anos… e outros reencontros com seus velhos colegas continuariam… mas ele seguiria em frente com vários outros projetos, como o grupo punk ICU (Inner City Unit), ou a Nik Turner’s Fantastic All Stars, em que podia experimentar com o jazz e rhythm and blues ou a dupla Pinkwind com o genial baterista Twink…

Ele também formaria o grupo Space Ritual, que surgiu depois da repercussão de suas apresentações com a Hawkestra, o mega evento que reuniu todos os ex-integrantes do Hawkwind em outubro do ano 2000… e sempre se manteria em atividade constante, fazendo valer o seu apelido: The Thunder Rider.

Em 2017 ele lançou “Life in Space”, que dá continuidade às explorações que ele iniciara nos álbuns “Space Gypsy” de 2013 e “Space Fusion Odyssey” de 2015… e, como sempre, ele conta com a ajuda de ex-membros do Hawkwind como Simon House e Paul Rudolph… confiram um pouco dessa nova aventura espacial do velho viajante Nik Turner.

Vocês ouviram “End of World”, “Why are you”, “Secrets of the Galaxy”, “Universal Mind” e “Masters of the Universe”, um clássico do Hawkwind atualizado pelo seu criador, Nik Turner…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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NIK TURNER’S SPHYNX

BG – HORUS

1. THOT – 3:39

2. ISIS AND NEPHYTHYS – 5:45

3. OSIRIS – 5:10

4. GOD ROCK – 8:03

BG – ANUBIS

TOTAL –22:51

NIK TURNER

BG – AS YOU WERE

5. END OF WORLD – 6:08

6. WHY ARE YOU – 7:10

7. SECRETS OF THE GALAXY – 4:36

8. UNIVERSAL MIND – 3:53

9. MASTER OF THE UNIVERSE – 5:51

BG – BACK TO EARTH

TOTAL: 27:38

TOTAL GERAL – 50:29

Ouça o Art Rock com Nik Turner que foi ao ar no dia 18/11/2017, clicando aqui.

Out of Focus

Posted in Programas with tags on 14/11/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje faremos nossa habitual passagem pelo progressivo germânico, trazendo um grande grupo que, infelizmente, lançou poucos discos… o Out of Focus.

Formado em Munique, em torno do guitarrista Remi Dreschler, do tecladista Hennes Herring e do vocalista Moran Neumüller, o grupo tirou o seu nome de uma faixa do grande Blue Cheer, mas a sua sonoridade plena de improvisações estava mais voltada o fusion, com pitadas de psicodelia e letras engajadas que faziam coro à atmosfera da contracultura do final dos anos 60.

E eles já eram bem conhecidos quando conseguiram o seu primeiro contrato com o lendário selo Kuckuk, lançando em 1970 o álbum “Wake Up”, um trabalho marcante que mostrava toda a energia do grupo, apesar das limitações inevitáveis das gravações de estúdio, em que as faixas não podiam se estender indefinidamente, como nas apresentações ao vivo…

O álbum mostra influências do prog britânico, incluindo pitadas do Floyd de Syd Barrett e até mesmo ecos do Jethro Tull nas flautas… mas, mesmo controlando o seu foco para que as músicas coubessem nos vinis da época, o estilo característico do Out of Focus está presente… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos um pouco desse disco de estreia do Out of Focus.

Vocês ouviram o Out of Focus com “See how a White Negro Flies”, “God Save the Queen Cried Jesus” e “Dark, Darker”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o krautrock do grupo Out of Focus, que lançaria apenas três álbuns, com um quarto ficando engavetado até ser lançado décadas depois…

Em 1971 saía o álbum “Out of Focus”, que já mostrava a direção mais jazzística que o grupo estava tomando, uma abordagem que vinha de encontro com a sua própria atitude pessoal, que seria anos mais tarde lembrada por Eckard Rahn, o fundador do selo Kuckuk… um astral libertário, sem figuras centrais, em que todos lideravam, incluindo o baterista Klaus Spöri e o baixista Stefan Wisheu.

Essa era uma perspectiva muito comum de outros grandes grupos do prog germânicos, como o Embryo ou o Xhou Caravan… e ia além da música, pois se confundia com a própria postura de vida dos músicos… mas isso também contribuía para prejudicar a sua durabilidade como projetos coletivos…

Em 72 eles lançavam o duplo “Four Letter Monday Afternoon”… seu último registro oficial… Hennes Herring deixou o grupo para se juntar ao Sahara, os membros restantes se mudaram para Herrsching e continuaram em frente, mas o álbum “Not Too Late”, gravado em 74, só sairia no ano 2000… Remi Dreschler ainda tentaria nos anos 80 o projeto Kontrast, mas essa história fica para outro Art Rock… fiquem com mais um pouco da fase clássica do Out of Focus…

Vocês ouviram “What can a Poor Boy Do (But to be a Streetfighting Man), “Fly Bird Fly”, “When I’m Sleeping” e “Black Cards” com o Out of Focus…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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OUT OF FOCUS

BG – HEY JOHN

1. SEE HOW A WHITE NEGRO FLIES – 5:51

2. GOD SAVE THE QUEEN CRIED JESUS – 7:32

3. DARK, DARKER – 11:42

BG – NO NAME

TOTAL –25:06

OUT OF FOCUS

BG – TELEVISION PROGRAMM

4. WHAT CAN A POOR BOY TOO (BUT TO BE A STREETFIGHTING MAN) – 5:54

5. FLY BIRD FLY – 5:08

6. WHEN I’M SLEEPING – 4:06

7. BLACK CARDS – 9:40

BG – BLUE SUNDAY MORNING

TOTAL: 24:48

TOTAL GERAL – 49:54

Ouça o Art Rock com Out of Focus que foi ao ar no dia 11/11/2017, clicando aqui.

Khatsaturjan

Posted in Programas with tags on 13/11/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos atender a pedidos de nossos ouvintes da RST Radio Rock, a Radio com Sangue Progressivo, que nos pediram um especial com o grupo finlandês Khatsaturjan.

Formado em Vantaa, na Finlândia, no ano 2000, o grupo começou como um projeto informal, só uma banda reunindo amigos que se conheciam desde a adolescência e dividiam um interesse em rock e música sinfônica… o baixista Jaakko Koikkalainen, o guitarrista Atte Kurri, o baterista Ilkka Piispala e o tecladista Ilkka Saarikivi…

A princípio eles só tocavam arranjos para músicas de Dvorak, Mussorgsky e Prokofiev… a ideia não foi muito longe e eles se separaram, mas voltaram a se reunir um ano mais tarde, dessa vez com a intenção de tentar compor e gravar material original… e o resultado seria o mini-álbum “Aramsome Sums”, um trabalho lançado de forma independente e que já mostrava a rica proposta musical do grupo.

Em 2006 eles laçariam “Aramed Forces Of Simantipak”, já pelo selo Musea… e o nome não foi escrito errado… assim como no mini-álbum de 2002, eles desejaram adicionar mais um elemento à homenagem que já está no próprio nome que escolheram usar, que se refere ao grande compositor soviético Aram Khatsaturjan… vamos conferir um pouco desse que é considerado o primeiro álbum oficial do grupo.

Vocês ouviram o Khatsaturjan com “Advent Rise”, “Guidance of Blinded Light” e “The Mass”.

A gente volta já…

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Voltamos com o Art Rock que hoje está trazendo o grupo finlandês Khatsaturjan, uma sugestão dos ouvintes que acompanham o nosso programa através da rádio online RST, que vocês podem conferir pelo link http://www.rstradiorock.com.br

Depois do álbum “Aramed Forces Of Simantipak” o Khatsaturjan levaria algum tempo para voltar a lançar um trabalho novo… mas, em 2010, saía “Disconcerto Grosso”, outro belo registro, em que tentam uma abordagem mais ousada, sem descuidar da complexidade dos arranjos, inclusive nas vocalizações, uma possibilidade aberta pelo talento dos membros do grupo, que dividem os vocais e são todos multi-instrumentistas.

E a evolução da sonoridade do Khatsaturjan continuou em seu trabalho de 2015, “Beast, Machine & Man”… em que Jaakko Koikkalainen (Iaco Coicalinen) já não aparece como membro oficial, com partes de baixo e violino ficando a cargo de Matti Muraja (Mati Murâia)… mas, musicalmente, o grupo não perdeu nada da sua força e inventividade.

Infelizmente, o ritmo lento de lançamentos do Khatsaturjan não contribui muito para mantê-los na linha de frente do cenário progressivo europeu, apesar da qualidade dos seus trabalhos… e, para essa segunda parte do programa, nós vamos concluir com faixas selecionadas do álbum “Disconcerto Grosso” de 2010.

Vocês ouviram “A Rhyme of a Dime”, “Herculean” e “Claim no can do” com o Khatsaturjan…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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KHATSATURJAN

BG – I’VE GOT YOUR DADDY’S PHONE NUMBER

1. ADVENT RISE – 4:23

2. GUIDANCE OF BLINDED LIGHT – 4:18

3. THE MASS – 15:09

BG – OH COSMIC PEARL

TOTAL – 23:50

KHATSATURJAN

BG – DUSK

4. A RHYME OF A DIME – 4:32

5. HERCULEAN – 18:02

6. CLAIM NO CAN DO – 4:02

BG – REALITY ESCAPE SAGA

TOTAL: 26:36

TOTAL GERAL – 50:26

Ouça o Art Rock com Khatsaturjan que foi ao ar no dia 04/11/2017, clicando aqui.

Alice Cooper

Posted in Programas with tags on 06/11/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos anunciar o Halloween que se aproxima, trazendo uma das mais emblemáticas figuras da história do rock… o psicótico Alice Cooper!

Desde que reencarnou no corpo de um pacato garoto de Detroit chamado Vincent Furnier, a bruxa Alice Cooper tomou o mundo do rock de assalto com seu festival de bizarrias ilimitadas… na época, Vincent estava com o seu grupo Nazz, que tinha começado como The Spiders quando ele, Glen Buxton e Dennis Dunaway ainda eram garotos de escola…

Eles tinham resolvido tentar a sorte em Los Angeles e, como Todd Rundgren já tinha uma banda chamada Nazz, tiveram que mudar de nome… e foi assim que começou a possessão: logo, Vincent passou a usar uma maquiagem borrada, com roupas de couro e um visual detonado que o tornava o foco das apresentações teatrais do grupo, levando-o a assumir aos poucos a identidade de Alice Cooper.

Apesar de adotarem o nome em 68, o sucesso só viria nos anos 70, mas aí seria um fenômeno mundial que continuou mesmo depois que o grupo se separou em 75… a essa altura, Vincent já havia se tornado Alice Cooper e seguiria em frente lançando “Welcome to my Nightmare”, onde ele começava a saga do seu personagem Steven… o álbum conceitual tinha a narração de Vincent Price e a banda de Lou Reed acompanhava a tia Alice no disco, na tour e no filme dirigido por David Winters.

Vocês ouviram Alice Cooper com “Welcome to my Nightmare”, “Devil’s Food”, “The Black Widow”. “Only Women Bleed”, “Years Ago” e “Steven”.

A gente volta já…

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E nós continuamos com essa lenda que continua em plena atividade e se apresentou no Brasil e até em Curitiba, no ano de 2017… a velha bruxa Alice Cooper.

Depois que a banda original se separou, o guitarrista Michael Bruce, o baixista Dennis Dunnaway e o baterista Neal Smith tentaram seguir em frente como The Billion Dollar Babies, lançando o álbum “Battle Axe” em 77… mas ele não chegou a ter repercussão, e eles acabaram encerrando atividades… e só voltariam a se apresentar juntos em algumas ocasiões.

Só muito mais tarde eles voltariam a se reunir com o velho amigo Vincent, ou melhor, com Alice Cooper, para homenagear o guitarrista Glen Buxton, que havia deixado a nossa realidade em 97… o show em Phoenix, em outubro de 1999, foi a primeira vez que tocaram juntos desde sua lendária última apresentação em 74, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro…

Eles voltariam a tocar juntos algumas outras vezes: além de shows e apresentações, em 2011 eles participariam do álbum “Welcome 2 my Nightmare”, uma continuação justamente do primeiro álbum solo de Alice Cooper… e, em 2017, eles voltaram a colaborar com o álbum “Paranormal”, que contou também com o baterista Larry Mullen Jr (do U2), com o baixista Roger Glover (do Deep Purple), com o guitarrista Billly Gibbons (do ZZ Top) e a produção do grande Bob Ezrin.

Vocês ouviram “Paranormal”, “Paranoic Personality”, “Fallen in love”, “Holy Water”, “The Sound of A” e “Genuine American Girl” com Alice Cooper…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite, um bom Halloween, e até a semana que vem.”

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ALICE COOPER

BG – ESCAPE

1. WELCOME TO MY NIGHTMARE – 5:21

2. DEVIL’S FOOD – 3:35

3. THE BLACK WIDOW – 3:37

4. ONLY WOMEN BLEED – 5:49

5. YEARS AGO – 2:52

6. STEVEN – 5:47

BG – COLD ETHYL

TOTAL – 27:02

ALICE COOPER

BG – YOU AND ALL OF YOUR FRIENDS

7. PARANORMAL – 4:08

8. PARANOIC PERSONALITY – 3:08

9. FALLEN IN LOVE – 3:33

10. HOLY WATER – 3:06

11. THE SOUND OF A – 4:03

12. GENUINE AMERICAN GIRL – 4:24

BG – FIREBALL

TOTAL: 22:22

TOTAL GERAL – 49:30

Ouça o Art Rock com Alice Cooper que foi ao ar no dia 28/10/2017, clicando aqui.