Arquivo para dezembro, 2017

Strawbs

Posted in Programas with tags on 20/12/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um pouco da carreira dos Strawbs… um dos mais importantes representantes do folk-rock inglês…

Formado em 64, pelos guitarristas Dave Cousins e Tony Hooper e pelo mandolinista Arthur Phillips, o grupo se chamava originalmente The Strawberry Hill Boys… porque seus integrantes estudavam na St Mary’s University College, na região de Strawberry Hill, nos subúrbios de Londres… mas em 67 eles já haviam encurtado o nome para Strawbs, ao mesmo tempo que deixavam de lado o bluegrass e investiam no folk rock.

Em 68 o trio seria enriquecido com a entrada da vocalista Sandy Denny, mas o material que eles gravaram com ela não sairia na época e ela logo deixaria o grupo para ir integrar o Fairport Convention… pouco depois eles seriam os primeiros artistas ingleses a ser contratados pela A & M Records e lançariam 69 o álbum “Strawbs”.

O primeiro álbum foi muito bem recebido, assim como o segundo, “Dragonfly” de 1970… e a partir de “Just a Collection of Antiques and Curios” eles já contavam com Rick Wakeman nos teclados, além do baterista Richard Hudson e do baixista John Ford… vamos conferir um pouco desses primeiros anos dos Strawbs

Vocês ouviram os Strawbs com “The hagman and papist”, “Sheep”, “Canon dale”, “Benedictus”, “New World” e “Tomorrow”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E vamos continuar trazendo os Strawbs, que passaram por muitas fases e continuam em plena atividade, lançando em 2017 o álbum “The Ferryman’s Curse”. 

Depois que Rick Wakeman deixou o grupo para ir integrar o Yes, os Strawbs seguiram em frente… mas o álbum “Grave New World” seria o último com o membro original Tony Hooper, que seria substituído por Dave Lampert para o bem sucedido álbum “Bursting at the Seams” de 72…

Mas o nome do disco era uma boa indicação das tensões internas do grupo… em menos de um ano só Cousins e Lampert restariam nos Strawbs… para os teclados eles chamariam John Hawken do Renaissance, para o baixo, viria Chas Cronk e Rod Coombes dos Stealers Wheel assumiria a bateria… mas as mudanças renderiam os ótimos álbuns “Ghosts” e “Hero and Heroine”.

Mais mudanças viriam, assim como separações e reuniões… mas os Strawbs continuariam um nome presente no rock inglês pelas décadas seguintes… e mais recentemente até tiveram a presença de Adam Wakeman, filho de Rick, como um dos seus integrantes… mas esse material, e também o álbum “The Ferryman’s Curse” de 2017, fica para outro programa, para hoje vamos fechar com mais algumas faixas da fase clássica do grupo, agora de meados dos anos 70…

Vocês ouviram ‘Lay Down”, “Will you go”, “Lemon Pie”, “Starshine – Angel Wine”, “Hero and Heroine” e “Midnight Sun” com os Strawbs.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

STRAWBS

BG – WITCHWOOD

1. THE HANGMAN AND PAPIST– 4:14

2. SHEEP – 4:17

3. CANON DALE – 3:47

4. BENEDICTUS – 4:25

5. NEW WORLD – 4:11

6. TOMORROW – 4:51

BG – THIRTY DAYS

TOTAL –25:45

STRAWBS

BG – AUTUMN

7. LAY DOWN – 4:33

8. WILL YOU GO – 3:55

9. LEMON PIE – 4:03

10. STARSHINE – ANGEL WINE – 5:14

11. HERO AND HEROINE – 3:29

12. MIDNIGHT SUN – 3:06

BG – ROUND AND ROUND

TOTAL: 24:20

TOTAL GERAL – 50:05

Ouça o Art Rock com Strawbs que foi ao ar no dia 16/12/2017, clicando aqui.

Anúncios

Yes

Posted in Programas with tags on 11/12/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um grupo que é um dos patriarcas do progressivo… o grande Yes.

Naturalmente não é necessário apresentar o Yes, pois é uma presença obrigatório na discoteca de qualquer bom prog head… e, com uma carreira quase ininterrupta que vem desde os anos 60, ele preencheria muitos programas só para dar uma ideia da sua vasta discografia… e hoje nós vamos começar nos concentrando em um álbum que tem recebido muita atenção do grupo nas suas apresentações ao vivo… “Drama”, de 1980.

Esse foi o primeiro álbum do grupo depois da saída de Jon Anderson e de Rick Wakeman, substituídos pelo vocalista Trevor Horn e pelo tecladista Geoff Downes, que antes formavam a dupla pop The Bugles e haviam acabado de chegar ao topo das paradas com o hit “Video Killed the Radio Star”… e, se Chris Squire e Steve Howe achavam que os fãs não iriam se incomodar, estavam muito enganados.

Na época, o álbum foi amplamente criticado pelo redirecionamento da sonoridade do grupo, que parecia mais direta e sem as construções ambiciosas de trabalhos anteriores… mas, em retrospectiva, o álbum “Drama” se tornaria muito mais aceito… e o próprio Yes recuperaria faixas dessa fase em seus shows mais recentes… e nós resolvemos fazer a nossa parte para resgatar esse disco injustiçado…

Vocês ouviram “Machine Messiah”, “Into the Lens” e “Tempus Fugit” com o Yes…

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E nós vamos continuar com o Yes, agora trazendo um pouco de outra fase atribulada do grupo: o retorno da sua formação clássica nos anos 90.

Depois do álbum “Talk” de 94, o Yes parecia ter chegado a outro impasse… apesar de não ter sido um fracasso o disco não chegou a ser muito bem recebido, tanto pelos fãs como pela mídia… e a tour esteve longe de causar o impacto esperado pelo guitarrista Trevor Rabin, que havia tomado as rédeas do projeto, era o autor da maioria das faixas e também tinha cuidado da produção do álbum… desanimado, ele deixou o grupo.

Voltando às origens, Chris Squire, Jon Anderson e Alan White resolveram chamar Rick Wakeman e Steve Howe para uma nova tentativa com a formação clássica do Yes, dessa vez sem interferências… ou pelo menos essa era a ideia… mas nem bem tinham gravado as primeiras duas faixas de estúdio e feito algumas apresentações ao vivo e já foram convencidos a lançar o material sob a forma de um novo álbum: “Keys to Ascension”, de 96.

O CD reunia as duas belas faixas de estúdio com material gravado ao vivo… e a gravadora repetiu a dose quando eles terminaram de gravar mais algumas faixas, lançando “Keys to Ascension 2”… Wakeman não gostou dos amigos se deixarem levar pelos esquemas de venda da gravadora e saiu de novo do grupo… e só em 2001 é que o material seria reunido devidamente no álbum “Keystudio”… que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram o Yes com “Mind Drive” e “Bring me to the Power”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

YES

BG – DOES IT REALLY HAPPEN?

1. MACHINE MESSIAH – 10:28

2. INTO THE LENS – 8:32

3. TEMPUS FUGIT – 5:22

BG – RUN THROUGH THE LIGHT (SINGLE VERSION)

TOTAL –24:22

YES

BG – BE THE ONE

4. MIND DRIVE – 18:38

5. BRING ME TO THE POWER – 7:25

BG – SIGN LANGUAGE

TOTAL: 26:03

TOTAL GERAL – 50:46

Ouça o Art Rock com Yes que foi ao ar no dia 09/12/2017, clicando aqui.

Magma 

Posted in Programas with tags on 06/12/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um grupo francês que está entre os mais carismáticos da história do prog rock… e que surpreendeu os seus fãs vindo ao Brasil em 2017… o genial Magma.

Os ouvintes do Art Rock já conhecem é claro o incomparável grupo criado pelo baterista Christian Vander, depois de uma epifania no ano de 1969… uma verdadeira visão mito-poética que o levou a se tornar o embaixador do belo e longínquo planeta Kobaïa, trazendo uma mensagem de paz e harmonia para o nosso conturbado e decadente planeta Terra.

Para passar adiante essa mensagem Christian Vander conduziria o Magma para uma dimensão própria, dominada pela sua imaginação irrefreável… e onde a voz de Klaus Blasquiz emergia da muralha sonora de ritmos e linhas melódicas cantando não em uma das insípidas línguas terrenas, mas na sonoridade alienígena e na poética singular do idioma kobaïano.

A língua que Christian Vander apresentou ao mundo no álbum duplo “Magma”, de 1970 seria o veículo para uma saga que se estenderia pelos álbuns seguintes, começando na fuga da Terra para Kobaïa e no reencontro dos dois povos muito mais tarde, seguindo pela tentativa de salvar a agonizante humanidade pela mensagem kobaïana e muito mais… e nessa primeira parte vamos trazer um pouco de “Mekanïk Destruktïẁ Kommandöh” a celebrada terceira parte dessa grande história…

Vocês ouviram “Hortz Fur Dëhn Štekëhn Ẁešt”, “Kobaïa Ïss Dëh Hündïn”, “Nebëhr Gudahtt” e “Mëkanïk Kömmandöh” com o Magma.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Vamos continuar com o som inextrincável do seminal Magma de Christian Vander, que nunca encerrou atividades e influenciaria inúmeros grupos, responsáveis por um estilo próprio… a zeuhl music.

Derivado da palavra kobaïana para “celestial” ou “universal”, o termo zeuhl passou a ser usado para descrever grupos de nacionalidades diferentes, todos pagado tributo ao legado do Magma… muitos eram formados por ex-integrantes, mas o estilo cresceria com o tempo e continua tão ativo como o próprio grupo de Christian Vander.

Sem ceder às pressões mercadológicas, o Magma conservaria sua abordagem única, onde a estrutura rítmica é a base para uma rede onde se cruzam a liberdade e a exploração do jazz com os vocais operísticos, que já faziam referência à música de Carl Orff muito antes dele se tornar uma influência para as trilhas de cinema e televisão… e até para outros estilos de rock.

O último álbum do Magma foi lançado em 2012… mas, depois disso, o grupo lançaria dois EPs, além de uma ambiciosa box-set com nada menos que 12 discos de registros ao vivo, e mais o documentário “The Music of Magma” e tours que levariam a sua mensagem a novos horizontes, como a China em 2016… e o Brasil, onde eles se apresentaram em São Paulo, em novembro de 2017… mas nós selecionamos faixas do álbum “Köhntarkösz Anteria” de 2004.

Vocês ouviram o Magma com a suite “K.A” partes um e dois…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Eduardo Scholz… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

MAGMA

BG – KOBAÏA

1. HORTZ FUR DËHN ŠTEKËHN ẀEŠT – 9:34

2. KOBAÏA ÏSS DËH HÜNDÏN – 3:36

3. NEBËHR GUDAHTT – 6:01

4. MËKANÏK KÖMMANDÖH – 4:10

BG – NAÜ EKTILA

TOTAL –23:20

MAGMA

BG – K.A III

5. K.A I – 10:38

6. K.A II – 15:28

BG – K.A III

TOTAL: 25:56

TOTAL GERAL – 50:46

Ouça o Art Rock com Magma que foi ao ar no dia 02/12/2017, clicando aqui.