Arquivo para janeiro, 2018

Triumvirat

Posted in Programas with tags on 26/01/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um grande nome do progressivo germânico que hoje anda meio esquecido, apesar do grande impacto que teve nos anos 70… o Triumvirat, de Jürgen Fritz.

Surgido em 69, em Colônia, na região da Renânia, na Alemanha, o Triumvirat desde o começo se centrava em torno dos teclados de Hans-Jürgen Fritz… e eles foram muito influenciados pelo genial The Nice e, é claro, pelo Emerson, Lake & Palmer… o que os ajudou a conseguir um contrato com a EMI alemã, lançando o álbum “Mediterranean Tales: Across The Waters” em 72.

Na época, além de Jürgen Fritz, o trio contava ainda com o baterista Hans Bathelt e o baixista e vocalista Hans Pape, mas esse último seria substituído durante a gravação do álbum seguinte, “Illusions On a Double Dimple” de 74, e o seu lugar seria ocupado por Helmut Köllen… o resultado seria um trabalho complexo que mostrava todo o potencial do grupo, complementado pela Filarmônica de Colônia.

O álbum lançou o trio no cenário internacional, e a ótima repercussão os levou a excursionar pelos Estados Unidos, se estabelecendo com uma das promessas progressivas da Alemanha… e eles iriam consolidar essa posição com o genial “Spartacus” de 75, em que exploravam a história do líder da Revolta dos Escravos na antiga Roma… vamos conferir um pouco desse começo de carreira do Triumvirat.

Vocês ouviram “Be Home for Tea”, “Ride in the Night”, “Timothy”, “Million Dollars”, “The Capital of Power” e “The March to the Eternal City”… com o Triumvirat.

A gente volta já…

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Vamos trazer mais um pouco do Triumvirat, que chegou a anunciar um retorno em 2001, mas acabaria não dando muito certo…

Mesmo na época em que estavam no auge, o Triumvirat sempre teve problemas para se manter coeso… ao final da bem sucedida tour americana para o álbum “Spartacus”, o baixista e vocalista Helmut Köllen anunciou que estava saindo para a carreira solo… de volta à Alemanha, eles gravaram o álbum “Old Loves Die Hard” com Barry Palmer no nos vocais, mas os desencontros continuavam.

Daí por diante a história do Triumvirat ficaria ainda mais complicada… Jürgen Fritz aceitou trabalhar no disco solo de Helmut Köllen, e ele já tinha até concordado em voltar para o grupo para o novo álbum, inspirado na explosão do Vesúvio… infelizmente, Helmut deixaria a nossa realidade ainda naquele ano e o álbum “Pompeii” acabaria sendo lançado com uma formação diferente e usando o nome New Triumvirat.

Esse foi o último álbum progressivo do Triumvirat, retomando o tema romano que já estava no próprio nome do grupo… outros álbuns viriam, mas eram trabalhos pop que não resgatavam nem a emblemática figura do ratinho branco que estava nas capas dos seus melhores trabalhos… e como a volta do grupo ficou só na promessa, vamos trazer um pouco desse derradeiro trabalho conceitual, o álbum “Pompeii” de 77.

Vocês ouviram o Triumvirat com “The Earthquake 62 A.D.”, “Viva Pompeii”, “The Rich Man and the Carpenter” e “Vesuvius 79 A.D.”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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TRIUMVIRAT

BG – ACROSS THE WATERS

1. BE HOME FOR TEA – 3:39

2. RIDE IN THE NIGHT – 4:28

3. TIMOTHY – 4:11

4. MILLION DOLLARS – 3:17

5. THE CAPITAL OF POWER – 3:13

6. THE MARCH TO THE ETERNAL CITY – 8:47

BG – BROKEN MIRROR

TOTAL –27:35

TRIUMVIRAT

BG – DANCE ON THE VULCANO

7. THE EARTHQUAKE 62 A.D. – 6:21

8. VIVA POMPEII – 4:18

9. THE RICH MAN AND THE CARPENTER – 5:59

10. VESUVIUS 79 A.D. – 6:34

BG – JOURNEY OF A FALLEN ANGEL

TOTAL: 23:12

TOTAL GERAL – 50:47

Ouça o Art Rock com Triumvirat que foi ao ar no dia 21/01/2018, clicando aqui.

World Trade

Posted in Programas with tags on 19/01/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer o grupo que lançou um músico que viria a ocupar um lugar muito importante no cenário do progressivo… o multi-instrumentista Billy Sherwood, atual baixista do grande Yes.

Para os fãs, esse músico americano nascido em Las Vegas em 1965 já era uma figura bem conhecida… a sua história com o Yes começou depois do álbum “Big Generator” de 87… na época o disco foi bem sucedido, mas era um trabalho pop que não tinha muito a ver com o legado do grupo e Jon Anderson acabou saindo e formando o ABWH (Anderson Bruford Wakeman Howe)…

Chris Squire e Trevor Rabin resolveram tentar outros músicos para completar o time e criar o que acabaria sendo chamado de Yes-West… mas, no fim as pressões da gravadora levaram a uma volta do Yes com o álbum “Union” que apresentava uma formação artificial reunindo integrantes de suas muitas fases e incluindo alguns dos músicos que Squire e Rabin estavam testando, entre eles Billy Sherwood.

Na época, Billy estava começando a chamar a atenção… ele já havia lançado em 85 o álbum “Nomadic Sands” com o grupo Lodgic, junto do seu irmão Michael… e depois ele formara o World Trade com Guy Allison nos teclados, Bruce Gowdy na guitarra e Mark T. Williams na bateria… e é um pouco dos dois primeiros trabalhos desse grupo que nós selecionamos para essa primeira parte do programa de hoje.

Vocês ouviram o World Trade com “Fight to Win”, “Sense of Freedom”, “Dark Sky”, “The Evolution Song” e “In Your Mind”.

A gente volta já…

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E agora vamos continuar trazendo o grupo World Trade, de Billy Sherwood, que lançou em 2017 um álbum de retorno, depois de mais de duas décadas de silêncio.

Na verdade, depois que o World Trade lançou o álbum “Euphoria”, em 95, Billy Sherwood definitivamente não ficou em silêncio… ele já havia voltado a colaborar com o Yes na tour de 94 para o álbum “Talk”, acabando por assumir o cargo de engenheiro de som do grupo e passando depois a se tornar membro oficial depois do álbum “Open your Eyes” de 97…

Sherwood continuaria participar do Yes nos anos seguintes, enquanto o grupo sofria suas tradicionais crises e mudanças de formação e de direção… ele cuidaria da produção, ajudaria nos vocais, guitarras e até teclados e baixos ocasionais… por isso não foi surpresa quando ele foi anunciado como o novo baixista, quando Chris Squire deixou o nosso desolado plano da realidade em 2015.

Mas Billy Sherwood é outro daqueles músicos incansáveis… além de ter investido desde o ano 2000 nos grupos Conspiracy, Circa, The Prog Collective e Yoso, ele mantém uma prolífica carreira solo e ainda tem colaborações em inúmeros trabalhos dos mais diversos estilos… e para fechar o programa de hoje nós selecionamos o álbum “Unify”, que foi lançado em 2017 e traz de volta a formação original do World Trade.

Vocês ouviram “On Target on Time”, “Gone All the Way”, “For the Fallen”, “Same Old Song” e “Again” com o World Trade.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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WORLD TRADE

BG – THE REVOLUTION SONG

1. FIGHT TO WIN – 4:26

2. SENSE OF FREEDOM – 5:40

3. DARK SKY – 5:11

4. THE EVOLUTION SONG – 5:23

5. IN YOUR MIND – 6:02

BG – EMOTIONAL WASTELAND

TOTAL –26:32

WORLD TRADE

BG – THE NEW NORM

6. ON TARGET ON TIME – 4:11

7. GONE ALL THE WAY – 5:19

8. FOR THE FALLEN – 4:31

9. SAME OLD SONG – 5:19

10. AGAIN – 4:53

BG – WHERE WE’RE GOING

TOTAL: 24:13

TOTAL GERAL – 50:45

Ouça o Art Rock com World Trade que foi ao ar no dia 13/01/2018, clicando aqui.

Automat & Jean-Michel Jarre

Posted in Programas with tags , on 15/01/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos começar trazendo o álbum “Automat” de Romano Musumarra e Claudio Gizzi, um trabalho lendário da música eletrônica italiana dos anos 70.


Essa história começa com a invenção do sintetizador MCS70… na época, o tecladista Romano Musumarra, do grupo La Bottega dell’Arte, contatou a EMI italiana com a intensão de gravar um álbum aproveitando as possibilidades do instrumento… e a gravadora deu o seu aval, indicando ainda outro músico, Claudio Gizzi, para ajudar no trabalho.

A dupla ainda contaria com a colaboração de Mario Maggi, o criador do MCS70, que aceitou trabalhar com os músicos por considerar que aquela seria uma boa maneira de divulgar o instrumento… e o resultado seria o álbum “Automat”, lançado em 78 e tendo na capa a imagem de um robô olhando seu reflexo na água, imitando a célebre pintura “Narciso” de Caravaggio.

O álbum se tornaria um cult da música eletrônica, mas foi um trabalho isolado e, no Brasil, as músicas acabaram se tornando mais conhecidas como trilha de comerciais e até temas de vinheta pela Rede Globo… Romano Musumarra, continuou com o La Bottega dell’Arte, e Claudio Gizzi também seguiria em frente, mas é mais lembrado pelo pseudônimo que já usava na época: Jean-Pierre Posit… vamos conferir então um pouco do que eles fizeram como uma dupla… o álbum “Automat”.

Vocês ouviram Romano Musumarra e Claudio Gizzi com “(The) Rise”, “(The) Advance”, “(The) Genus” e “Droid”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um trabalho mais recente de um dos grandes nomes da música eletrônica, o compositor e performer Jean-Michel Jarre.

Claro que quaisquer apresentações são desnecessárias, pois Jean-Michel Jarre é dos músicos mais conhecidos do mundo, seja por sua ampla discografia ou pelo impacto de suas épicas apresentações ao vivo, que foram se tornando mais e mais grandiosas até culminar no lendário show em Moscou para mais de três milhões e meio de pessoas, em 1997.

Já trouxemos Jean-Michel Jarre muitas vezes no programa, mas dessa vez selecionamos um pouco dos álbuns da sua série “Electronica”, em que o foram registradas colaborações com outros músicos, dos mais variados estilos e tendências, em uma colagem de sonoridades que vai de veteranos a grupos mais recentes.

Os álbuns “Electronica 1: The Time Machine” de 2015 e “Electronica 2: The Heart of Noise” de 2016 foram descritos por Jean-Michel Jarre como o trabalho mais ambicioso de sua carreira… e é um pouco desse esforço combinado de muitos talentos que nós selecionamos para a segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram Jean-Michel Jarre com “Close Your Eyes” com o Air, “Travelator 2” com Pete Townshend, “A Question of Blood” com John Carpenter, “Zero Gravity” com o Tangerine Dream, “The Heart of Noise” com Rone e “Electress” com Hans Zimmer.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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AUTOMAT

BG – MECADENCE

1. (THE) RISE – 6:09

2. (THE) ADVANCE – 4:06

3. (THE) GENUS – 6:40

4. DROID – 5:26

BG – ULTRAVIOLET

TOTAL –22:20

JEAN-MICHEL JARRE

BG –AUTOMATIC (PART 1) (VINCE CLARKE)

5. CLOSE YOUR EYES (AIR) – 6:25

6. TRAVELATOR 2 (PETE TOWNSHEND) – 3:06

7. A QUESTION OF BLOOD (JOHN CARPENTER) 3:00

8. ZERO GRAVITY (TANGERINE DREAM) – 6:47

9. THE HEART OF NOISE (PART 1) (RONE) – 4:26

10. ELECTRESS (HANS ZIMMER) – 4:10

BG – SUNS HAVE GONE (MOBY)

TOTAL: 27:52

TOTAL GERAL – 50:12

Ouça o Art Rock com Automat & Jean-Michel Jarre que foi ao ar no dia 06/01/2018, clicando aqui.

Gary Wright

Posted in Programas with tags on 09/01/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um vocalista e tecladista americano que se tornaria um nome importante do rock britânico na primeira fase da sua carreira, até meados dos anos 70.


Estamos nos referindo a Gary Malcolm Wright, que nasceu em New Jersey em 43 e começou como ator, estreando na TV aos 7 anos e depois chegando a se apresentar na Brodway com o clássico musical Fanny, em 54… ele também começou a se envolver com música e, quando tinha só 16 anos, formou a dupla Gary & Billy com o amigo Billy Markle, lançando o single “Working after School” em 1959.

Ele até tentou deixar a música de lado, estudando medicina e psicologia… mas, aí por 67, ele resolveu desistir de ser um bom cidadão e voltou para o rock… e a sua vida daria uma guinada depois que conheceu o produtor Chris Blackwell, o fundador da Island Records, que o apresentou para Mike Harrison e Mike Kellie… nascia assim o Art, que logo se transformaria no Spooky Tooth.

Desde o começo o Spooky Tooth parecia destinado a se tornar um dos grandes, mas infelizmente, apesar de álbuns brilhantes, o grupo sofreria altos e baixos e Gary Wright acabaria saindo para a carreira solo em 1970… ainda naquele ano ele lançaria o álbum “Extraction” e formaria depois grupo Wonderwheel, com quem gravaria “Footprint” em 71… vamos ouvir um pouco dos primeiros trabalhos solo dessa figura genial.

Vocês ouviram “Get on the Right Road”, “Sing a Song”, “The Wrong Time”, “Too Late do Cry”, “Wheter it’s Right or Wrong” e “Fascinating Things”, com Gary Wright.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar agora trazendo um álbum perdido de Gary Wright, que foi gravado em 72, mas seria engavetado pela A & M Records e só seria lançado em 2016.

Ainda na época do seu primeiro disco solo, Gary Wright procurou trabalho como músico de estúdio e foi convidado para tocar no triplo “All Things Must Past” de George Harrison, e isso começaria uma amizade que iria longe… o Beatle tocaria e co-produziria o álbum “Footprint” sob o pseudônimo George O’Hara… e também participaria do terceiro trabalho solo de Gary…

O álbum “Ring of Changes” foi gravado em 72 e Gary Wright preparou o grupo Wonderwheel para uma tour de lançamento, e eles até lançaram um compacto com a faixa “I Know”… mas aí a gravadora simplesmente decidiu que não tinha mais interesse em lançar o álbum… desiludido, Gary reformou o Spooky Tooth e voltou para os trabalhos de estúdio, continuando a gravar com George Harrison e também com Ringo Starr e Harry Nilsson…

Gary Wright voltaria depois à carreira solo e atingiria o topo das paradas em 75 com o álbum “Dream Weaver”… ele também trabalharia com trilhas sonoras e continuaria fazer colaborações constantes… passaria por uma fase world music e depois new age, e continua em atividade… mas as outras épocas da sua vasta discografia ficam para outro programa, hoje nós vamos fechar com um pouco do seu disco perdido, “Ring of Changes” de 72, que finalmente deixou a gaveta em 2016.

Vocês ouviram Gary Wright com “Lovetaker”, “Set on You”, “Ring of Changes”, “Goodbye Sunday”, “Workin’ on a River” e “Creation”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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GARY WRIGHT

BG – WE TRY HARD

1. GET ON THE RIGHT ROAD – 3:30

2. SING A SONG – 3:12

3. THE WRONG TIME – 3:22

4. TOO LATE TO CRY – 3:51

5. WHETER IT’S RIGHT OR WRONG – 5:09

6. FASCINATING THINGS – 5:07

BG – I KNOW A PLACE

TOTAL –24:11

GARY WRIGHT

BG – SOMETHING FOR US ALL

7. LOVETAKER – 4:34

8. SET ON YOU – 3:59

9. RING OF CHANGES – 3:53

10. GOODBYE SUNDAY – 4:35

11. WORKIN’ON A RIVER – 3:57

12. CREATION – 5:19

BG – WHAT CAN WE DO

TOTAL: 26:17

TOTAL GERAL – 50:26

Ouça o Art Rock com Gary Wright que foi ao ar no dia 30/12/2017, clicando aqui.

Aniversário 20 anos

Posted in Programas with tags , on 02/01/2018 by Artrock

“Boa noite, começamos o programa de hoje ouvindo “Truckin’” do grande Grateful Dead, e a razão desse começo diferente está no refrão que diz: “Que longa e estranha tem sido essa viagem”… e isso tem tudo a ver, pois hoje estamos comemorando os 20 anos do Art Rock, uma viagem sem parada que foi muito além do que podíamos imaginar.

Essa história começou em meados dos anos 90, quando meus amigos Pedro do Rosário e Horácio DeBonis, que tinham a saudosa 801, uma das melhores lojas de discos da cidade, me chamaram para contribuir com um projeto que eles estavam desenvolvendo junto de Cyro Ridal aqui na ÉParaná, que na época ainda era simplesmente a Rádio Educativa e estava experimentando com uma nova ideia…

A ideia era criar um conjunto de programas que explorassem todas as famílias do rock… programas que seriam imaginados e produzidos por colecionadores e reunidos em um horário fechado, nas noites de sexta feira… e a chefia da rádio, que na época (como agora) estava aos cuidados de José de Melo, reconheceu o valor e deu permissão para levar o projeto adiante…

O resultado seria o memorável horário de Todos os Caminhos do Rock… que dominou as sextas da rádio nos anos seguintes… e, no começo, eu coproduzi os programas Adrenorock e Rocktrip… só faltava um programa mais voltado para o progressivo… e, mais tarde, o Cyro nos contaria que foi preciso romper a resistência às músicas longas, mas, depois de vencida essa briga me perguntaram se eu não gostaria de assumir esse desafio… eu chamei o meu amigo Beto Bittencourt e assim surgiu o Art Rock.

Abrindo esse bloco vocês ouviram “Larks Tongues in Aspic” do King Crimson, faixa de onde extraímos o tema do nosso programa que foi ouvido pela primeira vez em 18 de dezembro de 1997… e como isso foi há muito tempo atrás, a faixa seguinte só poderia ser “Time” do Pink Floyd… um dos maiores clássicos do prog. rock…

A gente volta já…

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E nós seguimos em frente com o Art Rock de aniversário, lembrando um pouco da história desse programa que chega aos 20 ininterruptos no ar, sempre aqui na éParaná.

O nome do programa e também o logotipo foram ideias do nosso amigo Beto Bittencourt que, durante 12 anos, dividiu a produção do Art Rock comigo… eu, Vidal Costa, assumi a locução, e nós selecionávamos as faixas e produzíamos o programa a 4 mãos… bom, na verdade a 6, pois não podemos esquecer quem fica na mesa de som.

No começo nós tivemos como operadores de som os amigos Fábio Comparin e Reinaldo Vilasboas… mas, há bem mais de 10 anos essa tarefa passou para as mãos habilidosas do querido amigo Abílio Henrique, que, com o seu perfeccionismo, nos ajudou a refinar o formato do programa… e também não poderíamos esquecer da nossa querida Ana Barbara Vicentin: amiga, colaboradora, coprodutora e webmaster do nosso cantinho na internet, o blog do Art Rock.

A Ana Barbara e a Ana Paula, as gêmeas progressivas, produziram e apresentaram muitos programas… e, como elas, temos que lembrar nosso amigo Almir Octávio, ouvinte e colaborador desde o começo e também o colega Rubens Treschanke, que divulga o programa na RST Radio Rock… foi uma longa viagem até aqui e nós nunca conseguimos apoio cultural, mas seguimos em frente enquanto desapareciam os outros programas e mesmo o próprio horário de Todos os Caminhos do Rock… hoje o Beto não produz mais com a gente, mas o nome dele continua nos créditos pois esse é o nosso programa e eu não sou dessas pessoas que gostam de encerrar as coisas… afinal, é por isso que o Art Rock ainda está aqui, depois de 20 anos…

Vocês ouviram os Moody Blues com uma viagem pela história da música, a faixa “Procession/The Story is in your Eyes” e depois foi uma canção de aniversário: “The Magician’s Birthday” com o Uriah Heep.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem, e fiquem agora com uma faixa do incomparável Jethro Tull que é perfeita para fechar este nosso especial de 20 anos… “Too Old to Rock and Roll, too Young to Die”… só para lembrar que podemos estar ficando velhos demais para o rock and roll, mas ainda não é a hora de deixar esse plano da realidade.”

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1. GRATEFUL DEAD – TRUCKIN’ – 5:07

BG – US AND THEM

2. LARKS’ TONGUES IN ASPIC, PART I – 13:37

3. PINK FLOYD – TIME – 7:07

BG – LARKS’ TONGUES IN ASPIC, PART II

TOTAL –25:51

BG – THE MOODY BLUES – OUR GUESSING GAME

4. THE MOODY BLUES – PROCESSION/THE STORY IS IN YOUR EYES – 7:41

5. URIAH HEEP – THE MAGIGIAN’S BIRTHDAY – 10:21

BG – URIAH HEEP – ECHOES IN THE DARK

6. JETHRO TULL – TOO OLD TO ROCK AND ROLL (TOO YOUNG TO DIE) – 5:43

TOTAL: 23:45

TOTAL GERAL – 49:36

Ouça o Art Rock Comemorativo de 20 anos que foi ao ar no dia 23/12/2017, clicando aqui.