Arquivo para abril, 2019

UFO

Posted in Programas with tags on 30/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje vamos lembrar um músico que atravessou a barreira do hiperespaço e lançou-se no infinito em 2019: Paul Raymond do UFO…

Já trouxemos muitas vezes no programa o grande grupo de Phil Mogg, Pete Way e Michael Schenker… que foi fundado em 69 e passou por muitas fases, de um começo calcado no space rock psicodélico ao sucesso internacional durante os anos 70 com o rock pesado… mas, desta vez, vamos nos concentrar nos trabalhos que trouxeram a marca do tecladista e guitarrista Paul Raymond, que entrou para o UFO em 76.

Na época, ele já era uma figura notória do rock inglês, tendo tocado nos lendários grupos de blues Chicken Shack e Savoy Brown, e foi chamado para substituir Danny Peyronel no UFO, participando de álbuns clássicos como “Lights Out” de 77, “Obsession” de 78 e o duplo ao vivo “Strangers in the Night”, que seria o último da fase clássica do grupo, antes da saída de Michael Schenker.

Paul Raymond o acompanharia, participando da primeira fase do Michael Schenker Group… depois ele colaborou no grupo Waysted de Pete Way e também tocaria com seus outros colegas de UFO, o vocalista Phil Mogg e o batera Andy Parker… mas, para essa primeira parte do programa, vamos ouvir um pouco de “Strangers in the Night” de 79… um dos grandes álbuns ao vivo de rock do final dos anos 70.

Vocês ouviram com o UFO as faixas “Love to Love”, “Doctor Doctor” e “Rock Bottom”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um material mais recente do UFO, que voltou nos anos 90 e, desde então, tem se mantido bem ativo e com lançamentos frequentes.

A volta em definitivo, combinada com o retorno de Michael Schenker para a guitarra, acabou conduzindo a uma ótima fase para o UFO, com quatro álbuns de grande repercussão… mas Schenker sairia novamente em 2002, e o grupo teve que ser reagrupar com virtuoso guitarrista americano Vinnie Moore e mais o retorno de Paul Raymond para os teclados e guitarra-base…

Eles lançaram o álbum “You are Here” em 2004 e, em 2006, seria a vez de “The Monkey Puzzle” que já contrava com outro membro da formação clássica, o baterista Andy Parker… e o UFO lançaria trabalhos consistentes nos anos seguintes, sempre com boa resposta da crítica e do público.

O último registro de estúdio do grupo foi “The Salentino Cuts”, um disco de covers que saiu em 2017… e que nós já trouxemos aqui no Art Rock… por isso, vamos fechar com faixas de “A Conspiracy of Stars”, de 2015, o último álbum de inéditas do UFO, que estava em plena tour mundial em 2019, celebrando os seus 50 anos de carreira, quando foi pego de surpresa pela partida de seu tecladista e guitarrista… confiram um pouco da força desses veteranos tripulantes do velho disco voador.

Vocês ouviram “Ballad of the Left Handed Gun”, “Sugar Cane”, “The Real Deal”, “Precious Cargo” e “Rolling Rolling” com o UFO…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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UFO

BG – LIGHTS OUT

1. LOVE TO LOVE – 8:04

2. DOCTOR DOCTOR – 4:44

3. ROCK BOTTOM – 11:23

BG – I’M A LOOSER

TOTAL – 24:10

UFO

BG – RUN BOY RUN

4. BALLAD OF THE LEFT HANDED GUN – 4:28

5. SUGAR CANE – 6:12

6. THE REAL DEAL – 4:06

7. PRECIOUS CARGO – 5:52

8. ROLLING ROLLING – 5:18

BG – DEVILS IN THE DETAIL

TOTAL: 25:57

TOTAL GERAL – 50:07

Ouça o Art Rock com UFO que foi ao ar no dia 27/04/2019, clicando aqui.

13th floor Elevators & Fever Tree

Posted in Programas with tags , on 23/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje faremos uma das nossas passagens pela psicodelia americana… mas, dessa vez, não vai ser com grupos californianos, em vez disso, vamos para um estado que muitos não associam à música psicodélica… o Texas.


Embora nem todo mundo saiba disso, o estado da estrela solitária viveu uma efervescência no mundo da música, na segunda metade dos anos 60… foi um período que renderia verdadeiras lendas como Janis Joplin e também grandes grupos como o ZZ Top… mas, para o programa de hoje, vamos mergulhar um pouco mais fundo e trazer uma amostra do rock psicodélico texano.

E vamos começar trazendo o genial 13th Floor Elevators, grupo formado em 65, em torno do guitarrista e vocalista Roky Erickson, que havia acabado de deixar o grupo The Spades e reuniu-se com outros dois guitarristas, Stacy Sutherland e Tommy Hall, além do baterista John Walton e do baixista Benny Thurman… e eles lançariam o seu primeiro compacto em 66 com o hit “You’re Gonna Miss Me”.

Eles foram o primeiro grupo de rock a usar o termo psicodélico para se referir ao seu som… antes mesmo de usá-lo no nome do álbum de estreia “The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators”, que foi lançado em 66 e seria seguido por “Easter Everywhere” em 67… a separação viria depois de “Bull of the Woods” de 69… e, infelizmente, seu retorno em 2015 foi só para comemorar os 50 anos do grupo… vamos ouvir um pouco do som desses pioneiros da psicodelia…

Vocês ouviram o 13th Floor Elevators com “You’re Gonna Miss Me”, “Reverberation (doubt)”, “Thru the Rhythm”, “Slip Inside this House”, “Rose and the Thorn”, “With You” e “May the Circle Remain Unbroken”.

A gente volta já…

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Para essa segunda parte vamos ouvir outro exemplo da riqueza do cenário musical texano dos anos 60… o Fever Tree.

Formado em Houston em 66, esse grupo começou voltado para o folk rock e usando o nome The Bostwick Vines… mas eles mudariam para Fever Tree depois da entrada do tecladista Rob Landes, que ajudou a redirecionar o som, dialogando com a guitarra de Michael Knust e dando uma base mais dinâmica para os vocais de Dennis Keller.

O álbum “Fever Tree” de 68 chegou a ter bastante repercussão, puxado pelo hit “San Francisco Girls (Return of the Native)”… e ele seria seguido por outros trabalhos bem recebidos: “Another Time, Another Place”, de 69 e “Creation” de 70… mas eles não iriam muito longe depois disso.

Como muitas bandas ligadas ao rock psicodélico, o Fever Tree acabaria se separando e teve apenas uma breve tentativa de retorno em 78, que rendeu um álbum ao vivo e só contava com Michael Knust da formação original… e o velho guitarrista deixaria a nossa realidade em 2003 sem novas reuniões… confiram um pouco do som desse grupo texano quase esquecido…

Vocês ouviram “Imitation Situation (Toccata and Fugue) / Where do You Go”, “San Francisco Girls (Return of the Native)”, “Filigree & Shadow”, “Man who Paints the Pictures (Part 2), “Love Make the Sunrise” e “Time is Now” com o Fever Tree…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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13th FLOOR ELEVATORS

BG – ROLLER COASTER

1. YOU’RE GONNA MISS ME – 2:29

2. REVERBERATION (DOUBT) – 2:49

3. THRU THE RHYTHM – 3:08

4. SLIP INSIDE THIS HOUSE – 8:06

5. ROSE AND THE THORN – 3:37

6. WITH YOU – 2:13

7. MAY THE CIRCLE REMAIN UNBROKEN – 2:44

BG – SPLASH 1 (NOW I’M HOME)

TOTAL – 25:06

FEVER TREE

BG – FEVER

8. IMITATION SITUATION (TOCCATA AND FUGUE) / WHERE DO YOU GO? – 4:04

9. SAN FRANCISCAN GIRLS (RETURN OF THE NATIVE) – 4:04

10. FILIGREE & SHADOW -3:58

11. MAN WHO PAINTS THE PICTURES (PART 2) – 6:53

12. LOVE MAKE THE SUNRISE – 2:35

13. TIME IS NOW – 4:06

BG – DEATH IS THE DANCER

TOTAL: 25:40

TOTAL GERAL – 50:46

Ouça o Art Rock com 13th floor Elevators & Fever Tree que foi ao ar no dia 20/04/2019, clicando aqui.

Porcupine Tree

Posted in Programas with tags on 17/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um dos grandes grupos da geração dos anos 90, que começou como uma banda imaginária, mas causou tanto impacto que acabaria se tornando real… o Porcupine Tree.

Já trouxemos outras vezes no programa esse grupo britânico que surgiu de uma brincadeira do guitarrista e vocalista Steven Wilson, que tinha inventado uma falsa banda dos anos 70, imitando o que havia sido feito para o filme “This is The Spinal Tap”… um passatempo que se converteria em um dos mais bem sucedidos grupos progressivos da sua geração.

E para começar o programa de hoje selecionamos faixas de dois álbuns da década de 90… primeiro “Signify” de 96, no qual Steven Wilson contou com a colaboração dos outros integrantes do grupo na composição das faixas… e o resultado mostrava a direção que o Porcupine Tree iria tomar daí em diante.

Em 99 sairia “Stupid Dream”, pela Snapper Records, e ele seria o álbum mais bem sucedido até então, consolidando a posição do grupo no cenário progressivo dos anos 90… vamos ouvir um pouco dessa fase de afirmação do Porcupine Tree, quando o tecladista Richard Barbieri, o baixista Colin Edwin e o baterista Chris Maitland se integraram e ajudaram a enriquecer a proposta musical inicial de Steven Wilson.

Vocês ouviram o Porcupine Tree com “Signify”, “Sever” e “Even Less”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco da fase de mudanças do Porcupine Tree, a partir da entrada do baterista Gavin Harrison, em 2002.

Depois da bem sucedida tour americana de 2001, o grupo conseguiu o seu primeiro contrato com uma grande gravadora, através do selo Lava da Atlantic Records… e, embora esses contratos costumem ser facas de dois gumes, eles também representam momentos de virada que aumentam a divulgação, facilitam a organização de excursões internacionais e abrem muitas oportunidades.

Já com o novo baterista, o Porcupine Tree se concentrou para gravar um novo álbum, “In Absentia”, um trabalho ambicioso que receberia até um lançamento especial em uma edição surround-sound e representava um redirecionamento musical, com o som do grupo ganhando mais peso e se voltando para o chamado metal progressivo…

Steven Wilson reconheceria a influência desse estilo, com o Porcupine Tree chegando a fazer uma excursão junto com o grande grupo sueco Opeth… e o álbum “In Absentia” seria muito bem recebido, tornando-se um dos discos essenciais do grupo… confiram um pouco desse trabalho premiado lançado em 2002.

Vocês ouviram “Blackest Eyes”, “Trains”, “Lips of Ashes”, “Wedding Nails” e “Futile”, com o Porcupine Tree…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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PORCUPINE TREE

BG – PIANO LESSONS

1. SIGNIFY – 3:25

2. SEVER – 5:31

3. EVEN LESS – 14:07

BG – PURE NARCOTIC

TOTAL – 23:03

PORCUPINE TREE

BG – DROWN WITH ME

4. BLACKEST EYES – 4:26

5. TRAINS – 5:56

6. LIPS OF ASHES – 4:39

7. WEDING NAILS – 6:34

8. FUTILE – 6:08

BG – STRIP THE SOUL

TOTAL: 27:42

TOTAL GERAL – 50:45

Ouça o Art Rock com Porcupine Tree que foi ao ar no dia 13/04/2019, clicando aqui.

Jon Anderson

Posted in Programas with tags on 17/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos uma grande surpresa do ano de 2019, o álbum “1000 Hands” de Jon Anderson… um trabalho com inúmeros convidados, incluindo seus ex-colegas do Yes…

Claro que não vamos perder tempo apresentando Jon Anderson, pois afinal ele está entre as presenças obrigatórias na coleção de qualquer fã de rock progressivo… principalmente pelos seus trabalhos com o grande Yes, mas também por suas muitas parcerias e projetos, além de sua carreira solo, que começou de forma brilhante com o genial álbum “Olias of Sunhillow”, de 76…

Na época, o Yes estava no auge, mas Jon tinha resolvido compor e gravar todo o material sozinho… uma atitude que mudaria já a partir do segundo trabalho, o álbum “Song of Seven” de 1980, que foi o seu primeiro registro solo depois de ter deixado o Yes… se antes ele desejava uma viagem pessoal, agora estava interessado em recuperar o espírito do trabalho coletivo e reuniu um grupo para gravar e excursionar…

Além de Jon nos vocais e guitarra acústica, estavam Clem Clempson (do Colosseum e Humble Pie) na guitarra, Jack Bruce (do Cream) do baixo, Simon Phillips (do 801, Judas Priest e muitos outros grupos) na bateria e Ronnie Leahy (ex-Stone the Crows e futuro Nazareth) nos teclados… vamos conferir um pouco dessa fase, incluindo faixas do álbum seguinte, “Animation” de 82.

Vocês ouviram Jon Anderson com “Song of Seven”, “All in a Matter of Time” e “The Spell”.

A gente volta já…

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E nesta segunda parte do programa vamos trazer o álbum “1000 hands” de Jon Anderson, lançado no comecinho de 2019… um trabalho que já anuncia no título que foi feito a muitas mãos…

Desde que Steve Howe e Chris Squire resolveram levar o Yes adiante sem Jon, o vocalista passou a se concentrar em sua carreira solo, mas sem deixar de lado seus outros projetos, incluindo a bem sucedida dupla com o amigo Rick Wakeman, que acabaria evoluindo para se transformar numa nova versão do Yes a partir de 2016.

Mas Jon tinha um material iniciado há muito tempo, gravações que ele havia começado a fazer em Los Angeles no começo dos anos 90 e que haviam ficado engavetadas por 28 anos… as fitas incluíam partes gravadas por Chris Squire e Alan White… e, junto com o produtor Michael Franklin, a ideia de uma obra em três partes começou a tomar forma, só precisavam reunir um pequeno grupo de amigos para dar uma mãozinha…

Apenas Ian Anderson, Steve Howe, Jean-Luc Ponty, Jerry Goodman, Billy Cobham, Chick Corea, Larry Coryell, Pat Travers, Steve Morse, Robby Steinhardt, Rick Derringer, a sessão de sopros do grupo Tower of Power e a Sinfônica de Orlando… e o resultado, “1000 hands Chapter One” é o que vocês vão poder ouvir nessa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Now”, “Activate”, “Now Variations”, “Twice in a Lifetime” e “1000 hands (come up)” com Jon Anderson…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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JON ANDERSON

BG – FOR YOU FOR ME

1. SONG OF SEVEN – 11:16

2. ALL IN A MATTER OF TIME – 3:09

3. THE SPELL – 11:43

BG – SPIDER

TOTAL – 26:35

JON ANDERSON

BG – RAMALAMA

4. ACTIVATE – 8:51

5. NOW VARIATIONS – 1:03

6. TWICE IN A LIFETIME – 5:06

7. 1000 HANDS (COME UP) – 8:24

BG – I FOUND MYSELF

TOTAL: 23:24

TOTAL GERAL – 49:59

Ouça o Art Rock com Jon Anderson que foi ao ar no dia 06/04/2019, clicando aqui.

RPWL

Posted in Programas with tags on 17/04/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje teremos uma sugestão do nosso amigo Frank Chmyz, um grupo da geração dos anos 90 do prog. alemão: o RPWL…

Esse excelente grupo, que já passou dos 20 anos de carreira, surgiu em 97 na Bavária, e o seu nome não tem nada de enigmático… foi formado pelas iniciais dos seus fundadores, o baterista Phil Paul Rissettio, o baixista Chris Postl, o guitarrista Kalle Wallner e o vocalista e tecladista Yogi Lang… uma ideia nada original e que perderia o sentido com o tempo e as mudanças de formação…

No começo eles eram uma banda cover do Pink Floyd… só depois de três anos é que começaram a compor material próprio, e o seu primeiro álbum, “God has Failed”, sairia no ano 2000 e pegaria o próprio grupo de surpresa, pois foi muito bem recebido, ganhando matérias entusiásticas nas mais importantes revistas especializadas em progressivo, que apontavam o RPWL como uma das revelações do ano.

As mudanças de formação começaram em seguida, mas felizmente eles tiveram juízo e não mudaram o nome do grupo, entendendo que era mais importante manter o reconhecimento da mídia e do público… e nós vamos começar com material dessa fase do RPWL, incluindo faixas do seu álbum de estreia e também de “Trying to Kiss the Sun” de 2002.

Vocês ouviram o RPWL com “In Your Dreams”, “Crazy Lane”, “God Has Failed’”Trying to Kiss the Sun”, “I Don’t Know (What’s it Like)” e “Sunday Morning”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um trabalho mais recente do RPWL, o álbum “Tales from Outer Space” de 2019…

O álbum “World Through my Eyes” de 2005 contava em uma das faixas com a colaboração do vocalista Ray Wilson, do Genesis e Stiltskin… e ele também participaria como convidado do álbum duplo “Live: Start the Fire”, que o RPWL lançaria ainda aquele ano, registrando a participação do grupo no lendário programa Rockpalast da TV alemã.

Com a entrada do baterista Marc Turiaux e do baixista Werner Taus em 2010 o grupo se estabilizaria, e o resultado seriam o ambicioso álbum “Beyond Man and Time”, lançado em 2012, com o título inspirado na abertura de “Assim falou Zaratustra” de Nietzsche, obra que também serviu como conceito para a criação do álbum, que receberia ainda uma edição especial que incluía um audiobook.

Em 2014 eles lançariam “Wanted”, onde se apresentam como fugitivos de uma perseguição movida pelas instituições religiosas e causada por oferecido ao mundo uma nova droga, capaz de oferecer ao mundo uma perniciosa libertação… mas isso fica para outro programa, para fechar o Art Rock de hoje vamos ouvir um pouco da investida do RPWL na ficção científica, com o álbum “Tales from Outer Space”, que saiu no começo de 2019 e mostra o grupo em ótima forma…

Vocês ouviram “A New World”, “Light of the World” e “What I Really Wanted” com o RPWL…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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RPWL

BG – WHO DO YOU THINK WE ARE

1. IN YOUR DREAMS – 6:48

2. CRAZY LANE – 4:44

3. GOD HAS FAILED – 2:16

4. TRYING TO KISS THE SUN – 3:45

5. I DON’T KNOW (WHAT’S IT LIKE) – 4:33

6. SUNDAY MORNING – 4:29

BG – SIDE BY SIDE

TOTAL – 26:35

RPWL

BG – WELCOME TO THE FREAK SHOW

7. A NEW WORLD – 8:38

8. LIGHT OF THE WORLD – 10:07

9. WHAT I REALLY WANTED – 5:09

BG – NOT OUR PLACE TO BE

TOTAL: 24:06

TOTAL GERAL – 50:41

Ouça o Art Rock com RPWL que foi ao ar no dia 30/03/2019, clicando aqui.

REPRISE: Seventh Key & Kansas

Posted in Programas with tags , on 17/04/2019 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 23-03-2019, foi um reprise com o Seventh Key & KansasConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.