Porcupine Tree

“Boa noite, hoje teremos um programa com um dos grandes grupos da geração dos anos 90, que começou como uma banda imaginária, mas causou tanto impacto que acabaria se tornando real… o Porcupine Tree.

Já trouxemos outras vezes no programa esse grupo britânico que surgiu de uma brincadeira do guitarrista e vocalista Steven Wilson, que tinha inventado uma falsa banda dos anos 70, imitando o que havia sido feito para o filme “This is The Spinal Tap”… um passatempo que se converteria em um dos mais bem sucedidos grupos progressivos da sua geração.

E para começar o programa de hoje selecionamos faixas de dois álbuns da década de 90… primeiro “Signify” de 96, no qual Steven Wilson contou com a colaboração dos outros integrantes do grupo na composição das faixas… e o resultado mostrava a direção que o Porcupine Tree iria tomar daí em diante.

Em 99 sairia “Stupid Dream”, pela Snapper Records, e ele seria o álbum mais bem sucedido até então, consolidando a posição do grupo no cenário progressivo dos anos 90… vamos ouvir um pouco dessa fase de afirmação do Porcupine Tree, quando o tecladista Richard Barbieri, o baixista Colin Edwin e o baterista Chris Maitland se integraram e ajudaram a enriquecer a proposta musical inicial de Steven Wilson.

Vocês ouviram o Porcupine Tree com “Signify”, “Sever” e “Even Less”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco da fase de mudanças do Porcupine Tree, a partir da entrada do baterista Gavin Harrison, em 2002.

Depois da bem sucedida tour americana de 2001, o grupo conseguiu o seu primeiro contrato com uma grande gravadora, através do selo Lava da Atlantic Records… e, embora esses contratos costumem ser facas de dois gumes, eles também representam momentos de virada que aumentam a divulgação, facilitam a organização de excursões internacionais e abrem muitas oportunidades.

Já com o novo baterista, o Porcupine Tree se concentrou para gravar um novo álbum, “In Absentia”, um trabalho ambicioso que receberia até um lançamento especial em uma edição surround-sound e representava um redirecionamento musical, com o som do grupo ganhando mais peso e se voltando para o chamado metal progressivo…

Steven Wilson reconheceria a influência desse estilo, com o Porcupine Tree chegando a fazer uma excursão junto com o grande grupo sueco Opeth… e o álbum “In Absentia” seria muito bem recebido, tornando-se um dos discos essenciais do grupo… confiram um pouco desse trabalho premiado lançado em 2002.

Vocês ouviram “Blackest Eyes”, “Trains”, “Lips of Ashes”, “Wedding Nails” e “Futile”, com o Porcupine Tree…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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PORCUPINE TREE

BG – PIANO LESSONS

1. SIGNIFY – 3:25

2. SEVER – 5:31

3. EVEN LESS – 14:07

BG – PURE NARCOTIC

TOTAL – 23:03

PORCUPINE TREE

BG – DROWN WITH ME

4. BLACKEST EYES – 4:26

5. TRAINS – 5:56

6. LIPS OF ASHES – 4:39

7. WEDING NAILS – 6:34

8. FUTILE – 6:08

BG – STRIP THE SOUL

TOTAL: 27:42

TOTAL GERAL – 50:45

Ouça o Art Rock com Porcupine Tree que foi ao ar no dia 13/04/2019, clicando aqui.

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