Arquivo para julho, 2019

Machiavel

Posted in Programas with tags on 30/07/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer uma indicação do nosso amigo Frank Chmyz, que nos apresentou um grupo de um país que normalmente não é associado ao progressivo… a Bélgica.

Estamos nos referindo ao Machiavel, que surgiu em meados dos anos 70 a partir do grupo Moby Dick, do baixista Roland De Greef e do baterista Marc Ysaÿe… na época, a Bélgica não tinha bandas progressivas, um tipo de som que era conhecido por lá como “Eurock”, isto é o rock estilo europeu… e foi pensando em remediar essa situação que eles resolveram fundar um novo grupo, depois que encontraram o tecladista Albert Letecheur.

Com o nome inspirado no genial pensador italiano Niccolò Machiavelli, os garotos lançaram em 76 o álbum de estreia “Machiavel”, mas eles só causariam impacto depois do seu próximo trabalho, “Jester” de 77, que já contava com o vocalista Mario Guccio e é considerado um verdadeiro marco do “eurock” belga.

Em 78 seria a vez de “Mechanical Moonbeans”, outro belo trabalho, mas o álbum seguinte, “Urban Games” de 79, já mostrava o grupo tentando acompanhar as “tendências” do mercado musical e o som mais comercial de algumas faixas levou à ruptura, com a saída de Albert Letecheur e também do guitarrista Jean-Paul Devaux… vamos conferir um pouco dessa primeira fase do Machiavel…

Vocês ouviram o “eurock” do Machiavel com “To be Free”, “Wisdom”, “The Jester”, “The Birds are Gone” e “After the Crop”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco de uma fase mais recente do Machiavel, que voltou nos anos 90 e se manteve em atividade no novo milênio…

Com o guitarrista Thierry Pas, o Machiavel lançaria em 1980 o bem sucedido álbum “New Lines” e o grupo tentou seguir em frente… mas, depois de dois trabalhos de pouca repercussão eles acabaram se separando… e a tentativa de retorno em 87 foi meio prematura… só dez anos mais tarde é que eles voltariam a se reunir, dessa vez com uma repercussão muito maior.

Em 99 saía “Virtual Sun”… e o Machiavel faria lançamentos regulares nos anos seguintes, mantendo o seu perfil de grupo veterano, mas produtivo, com tours e também registros de estúdio e ao vivo… a formação dessa fase era a mesma da virada para os anos 80, mas incluía o novo tecladista Hervé Borbé.

O tecladista Albert Letecheur não participou desse retorno, e ele deixaria o nosso plano da realidade em 2004… e, em 2018, seria a vez do vocalista Mario Guccio… mas, nessa segunda parte do programa de hoje, vocês conferem um pouco dos álbuns “Eleven” de 2011 e “Colours” de 2013… que contaram com a guitarra de Christophe Pons…

Com o Machiavel vocês ouviram “Here comes the Crash”, “Find the Mistake”, “Going Down”, “The Great White Dome” e “I can’t Stand the Night Alone”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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MACHIAVEL

BG – WHEN JOHAN DIED, SIRENS WERE SINGING

1. TO BE FREE – 3:03

2. WISDOM – 6:02

3. THE JESTER – 5:28

4. THE BIRDS ARE GONE – 1:51

5. AFTER THE CROP – 7:54

BG – ROPE DANCER

TOTAL – 24:18

MACHIAVEL

BG – WITHOUT MASK

6. HERE COMES THE CRASH – 4:53

7. FIND THE MISTAKE – 6:20

8. GOING DOWN – 3:36

9. THE GREAT WHITE DOME – 6:00

10. I CAN’T STAND THE NIGHT ALONE – 4:42

BG – COLOUR DAMAGE

TOTAL: 25:31

TOTAL GERAL – 49:49

Ouça o Art Rock com Machiavel foi ao ar no dia 27/07/2019, clicando aqui.

Madalaband

Posted in Programas with tags on 26/07/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos atender a solicitação do nosso ouvinte Augusto da Veiga, que entrou em contato através do nosso blog e pediu um especial com o lendário grupo britânico Mandalaband!

Mais um projeto de muitas faces do que um grupo propriamente dito, o Mandalaband foi uma criação do genial David Rohl, que é dono de um talento polimórfico e, além de músico, trabalhava também com a produção e fotografia… e, mais tarde, ainda se dedicaria à egiptologia, doutorando-se em história antiga pelo University College London e chegando a apresentar programas de TV sobre o assunto.

Mas ele não deixou de lado a sua ligação com a música, que começou bem cedo, quando estava estudando fotografia no Manchester College of Art no final dos anos 60… além de colaborar com fotógrafo no álbum “A Question of Balance” dos Moody Blues, em 1970, ele formaria o grupo Ankh, com a ajuda do guitarrista e vocalista Eric Stewart, que ganharia notoriedade no 10CC.

O Ankh acabou após gravar um álbum que não seria lançado… mas, depois de uma epifania, David Rohl compôs a suíte “Om Mani Padme Hum”, que significa “A Jóia na Flor de Lótus” e é o mantra budista da compaixão… ele reuniu um grupo com o vocalista David Durant, o guitarrista Ashley Mulford, o tecladista Vic Emerson, o baixista John Stimpson e o baterista Tony Cresswell… nascia assim a Mandalaband, e eles lançariam em 75 o seu primeiro álbum, confiram essa pequena obra-prima.

Vocês ouviram o Mandalaband com “Om Mani Padme Hum” partes 1, 3 e 4, depois foi “Roof of the World” e “Looking In”…

A gente volta já…

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E vamos continuar com a Mandalaband, que teve uma carreira improvável, com várias “encarnações” diferentes…

Embora fosse pianista e líder do grupo, David Rohl se afastou antes mesmo da gravação do primeiro álbum, porque a gravadora não queria deixa-lo cuidar da produção… ele só foi chamado no fim para a mixagem, mas nunca ficou satisfeito com resultado, apesar do álbum “Mandalaband” ter sido muito bem recebido… pouco depois eles se separariam de vez e a história parecia ter chegado ao fim.

Mas David Rohl seria contratado anos depois para compor a trilha para uma malograda primeira tentativa de filmar “The Lord of the Rings”… o resultado acabaria sendo o álbum “The Eye of Wendor”, que envolveu membros do Barkley James Harvest, 10CC, Moody Blues e mais Maddy Prior do Steeley Span e Noel Redding do Jimi Hendrix Experience… e acabou sendo lançado em 78 como um trabalho da Mandalaband…

Nos anos 80 David deixaria a música de lado para se voltar à egiptologia… só muito depois ele voltaria a reunir a Mandalaband, trazendo Ashley Mulford de volta para as guitarras e Wooly Wolstenholme do Barkley James Harvest para ajudar nos teclados, além de novos integrantes… essa fase recente renderia dois belos álbuns, mas eles ficam para outro programa, assim como os novos trabalhos de David Rohl junto ao grupo espanhol Last Knight… vamos fechar com um pouco de “The Eye of Wendor” de 78.

Com Mandalaband vocês ouviram “The Eye of Wendor”, “Like the Wind”, “The Tempest”, “Dawn of the New Day”, “Witch of Waldow Wood”, “Silesandre”, “Funeral of the King” e “Coronation of Damien”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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MANDALABAND

BG – DETERMINATION

1. OM MANI PADME HUM – MOVEMENT ONE – 7:47

2. OM MANI PADME HUM – MOVEMENT THREE – 3:30

3. OM MANI PADME HUM – MOVEMENT FOUR – 4:59

4. ROOF OF THE WORLD – 4:32

5. LOOKING IN – 4:43

BG – SONG FOR A KING

TOTAL – 25:29

MANDALABAND

BG – FLORIAN’S SONG/RIDE TO THE CITY

6. THE EYE OF WENDOR – 4:47

7. LIKE THE WIND – 2:43

8. THE TEMPEST – 1:03

9. DAWN OF THE NEW DAY – 4:15

10. WITCH OF WALDOW WOOD – 4:38

11. SILESANDRE – 3:30

12. FUNERAL OF THE KING – 1:33

13. CORONATION OF DAMIEN – 2:24

BG – DEPARTURE FROM CARTHILIAS

TOTAL: 24:52

TOTAL GERAL – 50:11

Ouça o Art Rock com Madalaband foi ao ar no dia 20/07/2019, clicando aqui.

Dave Brock & Nik Turner

Posted in Programas with tags , on 19/07/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa duas variações sobre o mesmo tema, com trabalhos solo de dois músicos ingleses unidos pela mágica do decano do space rock, o genial Hawkwind.

O grupo de Dave Brock é presença frequente aqui no Art Rock, desde os tempos em que ele tinha entre seus integrantes o baixista e vocalista Lemmy Killminster, muito antes dele fundar o Motörhead… e também já trouxemos suas muitas outras fases, incluindo seus trabalhos mais recentes que provam que continuam firmes e sem perder nada da sua viajante criatividade.

Mas, além de liderar o Hawkwind por meio século, Dave Brock também manteve uma carreira solo a partir dos anos 80, com trabalhos em que sempre conservou sua paixão declarada pelas paisagens cósmicas da ficção científica, de certo modo dando continuidade, ainda que de forma mais particular, ao que já desenvolvia em grupo com o próprio Hawkwind.

E, nessa primeira parte do programa, vocês vão conferir um pouco de “Brockworld”, o álbum solo de 2015 de Dave Brock, em que ele contou com o baixista Haz Wheaton e o baterista Richard Chadwick… e é claro, cuidou ele próprio dos vocais, guitarras, teclados, osciladores e até harmônica, mostrando que podia já ter passado dos 70, mas ainda não estava preparado para se aposentar…

Vocês ouviram Dave Brock com “Life Without Passion”, “Is no Life at All”, “Manipulation”, “Ascent of Man”, “Horizon”, “Leviathans of the Air” e “Falling Out of Love”.

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E agora vamos trazer outro trabalho recente, mas de um ex-integrante do Hawkwind… o vocalista, flautista e saxofonista Nik Turner…

Essa figura lendária, que permanece em plena atividade, entrou para o Hawkwind em 69 e, no começo, era para ser só um roadie, pois ele tinha uma van e eles precisavam de alguém para levar o equipamento para os shows… mas descobriram que ele também era músico, e ele acabou entrando para o grupo, participando da fase mais celebrada e saindo apenas em 1976.

A partir daí Nik Turner fundaria os grupos Sphynx, Inner City Unit e Fantastic All Stars… e participaria de outros projetos e colaborações, além de manter uma prolífica carreira solo que também nunca deixou de lado suas alugações tanto com os enigmas do passado como com os mistérios do futuro…

E, para essa segunda parte do programa, selecionamos faixas do álbum “Final Frontier” de 2019, como sempre uma viagem por temas de ficção cientifica e com uma sonoridade que em momentos lembra muito os seus tempos de Hawkwind… e isso só é acentuado pela presença de outro ex-membro do grupo, o violinista e tecladista Simon House…

Com Nik Turner vocês ouviram “Out of Control”, “Interstellar Aliens”, “Thunder Rider”, “Back to the Ship” e “Calling the Egyptians”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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DAVE BROCK

BG – GETTING OLD AND A SINGLE MAN

1. LIFE WITHOUT PASSION – 4:54

2. IS NO LIFE AT ALL – 2:15

3. MANIPULATION – 2:50

4. ASCENT OF MAN – 2:35

5. HORIZON – 5:05

6. LEVIATHANS OF THE AIR – 3:06

7. FALLING OUT OF LOVE – 3:26

BG – MAGNETISM

TOTAL – 24:11

NIK TURNER

BG – STRANGE LOOP

8. OUT OF CONTROL – 3:57

9. INTERSTELLAR ALIENS – 5:13

10. THUNDER RIDER – 6:36

11. BACK TO THE SHIP – 4:38

12. CALLING THE EGYPTIANS – 5:09

BG –THE FINAL FRONTIER, PT 1

TOTAL: 25:32

TOTAL GERAL – 49:43

Ouça o Art Rock com Dave Brock & Nik Turnerque foi ao ar no dia 13/07/2019, clicando aqui.

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Bom dia ouvintes do Porque Hoje é Sábado… aqui é Vidal Costa do Art Rock… e como esse é um sábado especial, pois é o Dia do Rock, eu estou dando uma passada aqui para colaborar na comemoração!

E nada melhor do que um dos hinos do rock… do grande The Who, uma faixa que foi inspirada na velha expressão inglesa usada quando morrem os seus soberanos… the King is dead, long live the King – o Rei está morto, vida longa ao Rei!

E como já nos anos 70 tinha gente declarando que o rock morreu… Pete Townsend respondeu com essa faixa clássica que diz tudo: ouçam “Long Live Rock!” com The Who.

BG – Baba O’Rilley

Emerson, Lake and Palmer

Posted in Programas with tags on 11/07/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa hoje teremos um pouco dos últimos trabalhos da fase clássica do power-trio mais emblemático do progressivo: o Emerson, Lake and Palmer.


Naturalmente não vamos apresentar o E.L.P., afinal ele é um grupo conhecido de todo bom fã de rock em geral e do prog. rock em particular… e também é uma presença frequente neste programa, tanto em sua fase mais celebrada como nos trabalhos que marcaram o seu retorno e até as partidas prematuras de Keith Emerson e de Greg Lake…

Por isso hoje vamos nos concentrar nos derradeiros álbuns da primeira fase do grupo, quando estavam entre os mais importantes grupos de rock do mundo e realizavam tours cujos shows eram verdadeiros eventos, concentrando a atenção da mídia e muitas vezes atraindo tanto elogios como críticas.

Essa época foi marcada por uma dupla de álbuns bem sucedidos, mas que já evidenciava uma certa ruptura… o primeiro foi o duplo “Workd Vol. 1”, de 77, em que cada um dos integrantes do grupo produziu um lado, sem nada a ver com os demais e com ênfase para partes orquestrais com exceção para a parte de Greg Lake… e essa falta de coesão só ficaria mais aparente no álbum seguinte, “Works Vol. 2”… que foi lançado ainda em 77 e que vocês vão poder conferir nessa primeira parte do programa.

Vocês ouviram o E.L.P. com “Tiger in a Spotlight”, “When the Apple Blossoms in the Windmills of your Mind I’ll be your Valentine”, depois foi “Brain Salad Surgery”, “Watching Over You”, “I Believe in Father Christmas”, “Honky Tonk Train Blues” e “Show me the Way to go Home”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um álbum do Emerson, Lake & Palmer que tem a dúbia distinção de ter uma capa considerada entre as piores da história do rock… “Love Beach” de 78.

Os fãs não tinham ficado muito impressionados com o álbum “Works Vol. 2”, pois, embora não fosse necessariamente uma seleção de faixas ruins, ele na verdade reunia muitas composições e gravações que haviam sobrado de trabalhos anteriores, dando a nítida impressão de que o trio estava passando por uma crise criativa.

E, além disso, eles também estavam passando por problemas financeiros devido à malograda ideia da mega-excursão norte americana de 77, que acabaria só em fevereiro de 78 e cobriria 120 shows, a maioria com casa lotada, mas que ficou longe de ser um sucesso… pois Keith Emerson tinha resolvido levar uma orquestra completa, juntamente com um coral… no fim, a tour quase levou o grupo à falência, apesar do acompanhamento orquestral ter sido abandonado depois do antológico show de 26 de agosto no Olympic Stadium de Montreal, para quase 80 mil pessoas.

Ainda que tenha sido um sucesso de público, a excursão foi um fracasso financeiro e eles resolveram que seu próximo trabalho devia ser bem menos ambicioso… eles se reuniram no estúdio de Keith Emerson, nas Bahamas, e o resultado foi “Love Beach”, que muitos ignoraram até pela capa, com a foto dos três numa pose digna de um álbum de Frankie Avalon, com Annette Funicello e a Turma da Praia… mas, como vocês vão poder conferir, esse trabalho podia não ser genial, mas não era tão ruim quanto parecia.

Com o Emerson, Lake & Palmer vocês ouviram “Canario (from Fantasia Para un Gentilhombre)” e a suite “Memoirs of an Officer and a Gentleman”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ELP

BG – BULLFROG

1. TIGER IN A SPOTLIGHT – 4:35

2. WHEN THE APPLE BLOSSOMS IN THE WINDMILLS OF YOUR MIND I’LL BE YOUR VALENTINE – 3:59

3. BRAIN SALAD SURGERY – 3:11

4. WATCHING OVER YOU – 3:56

5. I BELIEVE IN FATHER CHRISTMAS – 3:19

6. HONK TONK TRAIN BLUES – 3:12

7. SHOW ME THE WAY TO GO HOME – 3:31

BG – SO FAR TO FALL

TOTAL – 25:42

ELP

BG – TASTE OF MY LOVE

8. CANARIO (FROM FANTASIA PARA UN GENTILHOMBRE) – 4:00

9. MEMOIRS OF AN OFFICER AND A GENTLEMAN – 20:15

BG – FOR YOU

TOTAL: 24:15

TOTAL GERAL – 49:57

Ouça o Art Rock com Emerson, Lake and Palmer que foi ao ar no dia 06/07/2019, clicando aqui.

Lucifer’s Friend

Posted in Programas with tags on 05/07/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos no programa um grupo lendário que voltou à atividade em 2015 e está mostrando que também reencontrou sua criatividade… o Lucifer’s Friend.

Apesar de ser um grupo alemão, o Lucifer’s Friend nunca chegou a ser incluído no panorama do krautrock… ele pertence na verdade à primeira geração do rock pesado, onde as distorções e microfonias psicodélicas se cruzavam com fraseados de blues e até pitadas de jazz…

Essa história começa no final dos anos 60, quando o guitarrista Peter Hesslein, o tecladista Peter Hecht e o baixista Dieter Horns ainda estavam no grupo The German Bonds… na época, eles conheceram o vocalista inglês Jonh Lawton que tinha se mudado para a Alemanha depois de uma tour com o seu grupo Stonewall… e eles resolveram juntar forças, criando o Asterix em 1970, mas logo mudariam de nome…

A voz poderosa e a poética sombria de John Lawton combinaria com o tom angustiante… e o nome não poderia ser melhor: Lucifer’s Friend… aparecendo como pichação na capa do 1º. álbum, que parece saída de um filme do expressionismo alemão… e antes que alguém viesse dizer que eles imitavam o Led Zeppelin, foi o Led que plagiou a faixa “Ride in the Sky”, transformando-a na clássica “Immigrant Song”… vamos conferir um pouco desse brilhante álbum de estreia do Lucifer’s Friend.

Vocês ouviram “Ride in the Sky”, “Keep Goin’”, “Toxic Shadows”, “Lucifer’s Friend” e “Satyr’s Dance” com o Lucifer’s Friend.

A gente volta já…

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E agora vamos dar um salto de quase meio século, trazendo o álbum de 2019 do Lucifer’s Friend…

No começo dos anos 70 e com uma série de belos álbuns, o Lucifer’s Friend parecia estar destinado a se tornar o grande nome do rock pesado alemão… mas aí, em 76, John Lawton aceitou a oferta de voltar para a Inglaterra e substituir David Byron como vocalista do Uriah Hepp… os álbuns seguintes teriam Mike Starrs do Collosseum II nos vocais, mas o clima mais comercial não seria bem recebido.

Em 81 Lawton voltaria para o álbum “Mean Machine”, mas o grupo havia perdido a sua identidade… e o mesmo aconteceu em 94 com uma tentativa de retorno que renderia o álbum “Sumo Grip”… a volta para valer teria que esperar um bom tempo, enquanto rolavam muitos outros projetos…

Só em 2015 John Lawton se reuniu a Peter Hesslein e Dieter Horns e eles começaram a se apresentar em festivais como o Sweden Rock Festival, além de gravar quatro faixas inéditas para a coletânea “Awakening”… o silêncio havia sido rompido e logo saía o álbum “Too Late to Hate”, seguido em 2019 por “Black Moon”… e é um pouco dessa nova fase do Lucifer’s Friend que vocês vão poder conferir nessa segunda parte do programa de hoje.

Com o Lucifer’s Friend vocês ouviram “Jokers & Fools”, “When Children Cry”, “Brothes Without a Name”, “Black Moon”, “Passengers” e “Taking it to the Edge”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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LUCIFER’S FRIEND

BG – FREE BABY

1. RIDE IN THE SKY – 2:54

2. KEEP GOIN’ – 5:25

3. TOXIC SHADOWS – 7:00

4. LUCIFER’S FRIEND – 6:13

5. SATYR’S DANCE – 3:17

BG – ALPENROSE

TOTAL – 24:48

LUCIFER’S FRIEND

BG – I WILL BE THERE

6. JOKERS & FOOLS – 4:22

7. WHEN CHILDREN CRY – 4:23

8. BROTHERS WITHOUT A NAME – 3:21

9. BLACK MOON – 4:08

10. PASSENGERS – 5:32

11. TAKING IT TO THE EDGE – 3:48

BG – THIS TIME

TOTAL: 25:34

TOTAL GERAL – 50:22

Ouça o Art Rock com Lucifer’s Friend que foi ao ar no dia 29/06/2019, clicando aqui.