Arquivo para novembro, 2019

Cosmic Skull & Villagers

Posted in Programas with tags , on 29/11/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois grupos de tradições musicais diferentes e que representam a nova geração da psicodelia e da progressividade… começando pelos ingleses do Church of the Cosmic Skull…

Formado em 2015, o Church of the Cosmic Skull surgiu em Nottingham a partir da reunião de membros de vários outros grupos… são sete integrantes: Bill Fisher, na guitarra e vocais, Michael Wetherburn no órgão e vocais, Amy Nicholson no cello e também nos vocais, Loz Stone na bateria, Sam Lloyd no baixo e mais duas vocalistas, Jo Joyce e Caroline Cawley…

Com uma estética e um som fortemente influenciados pelo hard rock psicodélico da virada dos anos 60 para os 70, o grupo ainda criou para si uma proposta mística, envolvendo os seus integrantes, que se apresentam como os arautos de um culto hermético… e tudo isso já estava presente a partir do seu primeiro álbum “Is Satan Real?” de 2016.

A verdadeira colagem de elementos musicais, misturando longas passagens de hammond com ricas harmonias vocais e solos e riffs de guitarra… tudo isso ficou ainda mais destacado no segundo trabalho do grupo, “Science Fiction” de 2018… vamos ouvir um pouco desses dois primeiros álbuns do Church of the Cosmic Skull…

Vocês ouviram “Mountain Heart”, “Evil in Your Eye”, “Science Fiction” e “Revolution Comes with an Act of Love” com o Church of the Cosmic Skull.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer outro representante da novíssima geração, desta vez um grupo da Grécia, mas que também tem um nome bem diferente… o Villagers of Ioannina City.

Formado, como o nome diz, na cidade de Ioannina, em Épirus, na Grécia, o grupo surgiu em 2007 e chegaram a ser identificados inicialmente com o rock pesado, mas com elementos de polifonia e também usando instrumentos característicos como o clarinete, a gaita de foles e o kaval, que é uma flauta grega… tudo isso combinado com ritmos ligados à música folk tradicional da região e pitadas psicodélicas.

Em 2010 eles chegaram a lançar um trabalho promocional, mas o primeiro álbum foi “Riza”, lançado em 2014… e ele foi muito bem recebido, levando o grupo a passar os próximos anos comprometido com tours e apresentações em festivais… durante esse tempo eles tiveram apenas registros esporádicos como no tributo ao grupo Rotting Christ “The Cryptic Path To ΧΞΣ” de 2016 ou na coletânea psicodélica “The Sun The Moon The Mountain” de 2017.

Mas, em 2019 eles reapareceram com um novo álbum, “The Age of Aquarius”… um nome que já demonstra claramente a inspiração na poética da era psicodélica… para esse trabalho eles mantiveram o núcleo formado pelo guitarrista e vocalista Alexis Karametis, pelo baixista Akis Zois, o baterista Aris Giannopoulos e o flautista Kostantis Pistiolis… vamos conferir um pouco dessa revelação do rock helênico.

Vocês ouviram o Villagers of Ioannina City com “Welcome”, “Age of Aquarius”, “Millenium Blues” e “For the Innocent”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição e remasterização de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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CHURCH OF THE COSMIC SKULL

BG – WATCH IT GROW

1. MOUNTAIN HEART – 6:07

2. EVIL IN YOUR EYE – 9:20

3. SCIENCE FICTION – 4:36

4. REVOLUTION COMES WITH AN ACT OF LOVE – 3:58

BG – ANSWERS IN YOUR SOUL

TOTAL – 24:01

VILLAGERS OF IOANNINA CITY

BG – COSMIC SOUL

5. WELCOME – 2:59

6. AGE OF AQUARIUS – 8:43

7. MILLENIUM BLUES – 8:43

8. FOR THE INNOCENT – 5:02

BG – FATHER SUN

TOTAL: 25:27

TOTAL GERAL – 49:28

Ouça o Art Rock com  Cosmic Skull & Villagers que foi ao ar no dia 23/11/2019, clicando aqui.

IZZ

Posted in Programas with tags on 22/11/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer uma sugestão do nosso amigo Almir Octávio, um grupo americano com uma longa carreira, mas pouco conhecido fora do circuito progressivo… o IZZ.


Formado em New York no final dos anos 90, o IZZ surgiu em torno dos irmãos Tom e John Galgano, ambos vocalistas e tecladistas, mas que também cuidariam ocasionalmente das guitarras e baixo… e, no começo, eles formariam um grupo com um conhecido da faculdade, Greg Dimiceli, que traria o amigo Brian Coralian para dividir com ele a bateria e percussão… o guitarrista Paul Bremner e o baixista Phil Gaita completavam o time, mas era ainda uma coisa informal…

Em 98 eles conseguiram lançar o álbum “Sliver of the Sun”, e em 2002, seria a vez de “I Move”… nessa época, John assumiria o baixo, devido à saída de Phil Gaita… mas o grupo continuaria sem muita direção até 2005, quando a entrada das vocalistas Laura Meade and Anmarie Byrnes adicionou o elemento que faltava… e o álbum “My River Flows” foi muito bem recebido pela mídia progressiva.

O grupo já era figura frequente nos festivais progressivos, mas a nova formação seria uma das atrações do NEARFEST 2007… e seus trabalhos seguintes… “The Darkened Room” e “Crush of Night” refletiriam essa ótima fase… vamos /2019, Terra Incognita 2012, 2014, 2019 and Nearfest 2007. IZZ released their latest studio album, Don’t Panic, in May 2019.

IZZ’s musicians are talented multi-instrumentalists and adept at multi-part vocal harmonies. Lead vocals are shared between the Galgano brothers (Tom and John), while the percussion duties are split in a decidedly unique way: Greg DiMiceli plays an acoustic kit while Brian Coralian uses his various acoustic and electronic percussives to accent and enhance the rhythmic structure of IZZ’s tunes. The result is a fascinating palette of sounds and a bold statement in a genre where fans and musicians too often cringe at the thought of any kind of electronic percussion. Guitarist Paul Bremner brings his own emotional, virtuosic guitar work into the mix and along with John on bass and Tom on keyboards, round out the instrumentation. The stunning voices of Anmarie Byrnes and Laura Meade on lead and backing vocals complete the unique IZZ soundconferir um pouco desses belos trabalhos do IZZ…

Vocês ouviram “Deception”, “Can’t Feel the Earth (part 2)” e “Words and Miracles” com o IZZ.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer um pouco do álbum de 2019 do IZZ, um trabalho que já no título mostra sua inspiração na genial obra “O Guia do Mochileiro das Galáxias” de Douglas Adams…

O nome do álbum, “Don’t Panic”, é uma citação da frase emblemática usada por Adams para ilustrar a necessidade de manter a calma para enfrentar as loucuras de um multiverso sem sentido, sempre levando junto, é claro, a imprescindível toalha que é a marca do bom mochileiro… e o IZZ mostra que sabe trilhar o seu caminho pelas espaço-vias expressas construídas pelos tediosos Vogons, pois até a resposta para a pergunta definitiva… o número 42… está presente nesse trabalho antológico do grupo.

Fazia algum tempo desde o último álbum de estúdio, “Everlasting Instant” de 2015… desde então, eles só tinham lançado a coletânea “Ampersand, vol. 2”, reunindo trabalhos inéditos… mas o IZZ não perdeu a sua coesão e nem a força da sua sonoridade.

Com esse álbum, o grupo dos irmãos Galgano mostra que está longe de ter esgotado a sua criatividade, mesmo depois de 20 anos desde seu primeiro registro… eles se mantiveram juntos e não se descaracterizaram em busca da miragem do sucesso… talvez isso ajude a explicar um pouco da qualidade do trabalho que vocês vão poder conferir a partir de agora, aqui no Art Rock…

Vocês ouviram o IZZ com “Don’t Panic”, “42” e “Six String Theory”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição e remasterização de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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IZZ

BG – STUMBLING

1. DECEPTION – 7:17

2. CAN’T FEEL THE EARTH (PART 2) – 10:37

3. WORDS AND MIRACLES – 7:18

BG – ALMOST OVER

TOTAL – 25:40

IZZ

BG – MOMENT OF INERTIA

4. DON’T PANIC – 4:25

5. 42 – 18:41

6. SIX STRING THEORY – 2:07

BG – AGE OF STARS

TOTAL: 24:26

TOTAL GERAL – 50:06

Ouça o Art Rock com IZZ foi ao ar no dia 16/11/2019, clicando aqui.

Som Nosso de Cada Dia

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 14/11/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa dedicado a uma das lendas do rock nacional, que sofreu uma grande perda no triste final de 2019…

Estamos nos referindo ao grande Som Nosso de Cada Dia, que já trouxemos muitas vezes no programa e vamos trazer novamente para lembrar seu genial baixista, Pedro Baldanza, o Pedrão… que deixou o nosso estilhaçado plano da realidade em Belo Horizonte, no dia 28 de outubro, com apenas 66 anos.

Pedrão Baldanza integrou vários grupos e emprestou seu talento a grandes estrelas da música brasileira, de Elis Regina e Gal Costa, a Sá & Guarabyra e Raul Seixas, entre muitos outros… mas vamos celebrar o seu legado com o inimitável Som Nosso de Cada Dia, que surgiu no começo dos anos 70, em torno do próprio Pedrão e também de Manito (ex-Incríveis) e Pedrinho Batera.

Para o programa de hoje, selecionamos faixas do álbum “A Procura da Essência”, um duplo ao vivo lançado apenas em 2006 e reunindo material gravado entre 75 e 76 e incluindo segmentos da suíte “Amazônia”, um trabalho lendário que nunca havia tido um registro oficial.

Vocês ouviram “Intro: Sinal da Paranóia”, “Blues da Gaita” e “Bote Salva Vidas” com o Som Nosso de Cada Dia.

A gente volta já.

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Vamos continuar celebrando o Som Nosso de Cada Dia, que tem novamente reunida a sua formação original… mas em um outro plano do Multiverso, muito distante da noss cada vez mais melancólica realidade…

O Som Nosso sempre esteve fora de fase em relação ao nosso campo temporal… depois de lançarem a obra prima “Snegs” em 74, o grupo sofreu o impacto da saída de Manito, que foi substituir Arnaldo Baptista nos Mutantes… e o álbum “Som Nosso” de 76, que ficou conhecido como “Sabado/Domingo”, foi lançado com um lado funk, por insistência da gravadora que queria “atualizar” o som do grupo para ficar em sintonia com o sucesso das discotecas…

Depois da inevitável separação, eles se mantiveram carreiras bem sucedidas tocando com outros músicos, mas um retorno com o Som Nosso teve que esperar os anos 90, quando o trio original se reuniu para gravar a faixa “O Guarani” para o lançamento em CD do álbum “Snegs”… realizaram shows que renderiam o álbum “Live 94”… mas Pedrinho Batera não iria permanecer mais muito tempo no nosso plano, ele partiria em 95…

A volta em 2004 veio na esteira do lançamento do duplo “A Procura da Essência”, e chegou a rolar a promessa de um novo álbum de estúdio, mas o projeto não vingou… voltariam a se apresentar a partir de 2008, mas em 2011 seria a vez de Manito atravessar a barreira do hiperespaço e Pedrão seguiria sozinho, se apresentando com uma nova formação… agora ele também não está mais entre nós… vamos fechar com mais um pouco do registro das apresentações do Som Nosso de Cada Dia entre 75 e 76… um material recuperado de gravações caseiras que são as únicas testemunhas da força ao vivo do auge do grupo.

Vocês ouviram o Som Nosso de Cada Dia com “Tinta Fresca Fosca”, “Água Limpa” e “Rajada Runaway”…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição e remasterização de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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SOM NOSSO DE CADA DIA

BG – NEBLINA

1. INTRO SINAL DA PARANÓIA – 10:50

2. BLUES DA GAITA – 3:17

3. BOTE SALVA VIDAS – 12:23

BG – FRAGMENTAÇÕES

TOTAL – 25:40

SOM NOSSO DE CADA DIA

BG – BLUES DO VERDI

4. TINTA FRESCA FOSCA – 6:01

5. AGUA LIMPA – 7:35

6. RAJADA RUNAWAY – 10:51

BG – SONHAS PAULINHO

TOTAL: 24:26

TOTAL GERAL – 50:06

Ouça o Art Rock com Som Nosso de Cada Dia foi ao ar no dia 09/11/2019, clicando aqui.

Omnia

Posted in Programas with tags on 11/11/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos manter o clima de Halloween trazendo o genial grupo neo-pagão holandês Omnia…

Formado como um projeto de recriação visual e musical do paganismo celta, o Omnia evoluiu para abranger outras culturas pré-cristãs, englobando muitas tradições mitológicas e inclui um aparato instrumental que vai das flautas, harpas e pianos até os bodhráns, tablas e didgeridoos, em uma alquimia sonora entremeada de letras em inglês, francês, gaélico, bretão, alemão, latim e até hindi…

O Omnia teve várias formações, sempre em torno do seu criador, o multi-instrumentista holandês Steve “Sic” Evans-van der Harten… um verdadeiro andarilho, que aprendeu sozinho a tocar inúmeros instrumentos… e ele converteu seu repúdio à sociedade em uma devoção pela natureza… nos anos 90 ele ajudou a fundar a “Chaos in Motion”… e foi nessa época que ele começou a compor e se apresentar em performances neo-pagãs nos festivais de folk music e gothic metal…


Em 96 tudo isso se cristalizou no Omnia, e em 99 eles gravariam o álbum “Sine Missione”, que sairia no ano 2000, mas que era mais um CD promocional de divulgação histórica da música da era galo-romana… outros trabalhos viriam e, em 2004, saía “Crone of War”, seguido em 2006 por “PaganFolk” e “Alive!” em 2007… vamos conferir um pouco dessa fase do grupo.

Vocês ouviram “Morrigan”, “Tine Bealtaine”, “Lughnasadh”, “Wytches Brew” e “The Elven Lover” com o Omnia.

A gente volta já.

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E vamos continuar celebrando o dia das bruxas, quando as divindades élficas e as entidades da natureza voltam a ecoar com força neste nosso mundo devastado pelas promessas infrutíferas do progresso regido apenas pela ganância e estupidez.

Steve Sic e a sua mulher, Jenny Evans-van der Harten, continuariam como únicos membros permanentes do Omnia… mas as mudanças de formação não comprometeram a proposta musical e tampouco o ritmo dos lançamentos de álbuns e tours, com apresentações concorridas e shows onde a música ganha o impacto adicional de uma estética tribal sem compromissos com as tendências mercadológicas.

O seu esforço para se manter como um grupo independente os levou a criarem a sua própria empresa, o selo PaganScum… e também foi responsável por uma briga com a Universal, por romperem o contrato depois de um único álbum gravado, devido à recusa em se submeter aos ditames de marketing da companhia…

Felizmente, apesar da briga com um gigante da indústria musical, o Omnia conseguiu sobreviver… e para a segunda parte deste especial de Halloween vamos conferir faixas dos álbuns “Music & Poëtree” de 2011, “Earth Warrior” de 2014, “Prayer” de 2016… o álbum “Reflections” de 2018 e mais um pouco da ampla discografia do grupo ficam para o próximo Halloween…

Vocês ouviram o Omnia com “Fee Ra Huri”, “I Don’t Speak Human”, “Cernunnos”, “Lament for a Blackbird”, “Harp of Death” e “Freya”…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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OMNIA

BG – AN DRO

1. MORRIGAN – 7:04

2. TINE BEALTAINE – 3:42

3. LUGHNASADH – 6:21

4. WYTCHES BREW – 4:09

5. THE ELVEN LOVER – 4:24

BG – ETREZOMP-NI KELTED

TOTAL – 25:40

OMNIA

BG – TRICELTIKA

6. FEE RA HURI – 3:48

7. I DON’T SPEAK HUMAN – 4:37

8. CERNUNNOS – 4:16

9. LAMENT FOR A BLACKBIRD – 2:41

10. HARP OF DEATH – 6:37

11. FREYA – 3:02

BG – MONGOL

TOTAL: 25:01

TOTAL GERAL – 50:41

Ouça o Art Rock com Omnia foi ao ar no dia 02/11/2019, clicando aqui.

Cream & Ginger Baker’s Air Force

Posted in Programas with tags , on 01/11/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje vamos prestar homenagem ao coração pulsante do extraordinário Cream, que deixou de bater nesse nosso desolado plano da realidade no dia 06 de outubro de 2019…

Estamos nos referindo ao grande Ginger Baker um dos maiores bateristas da história do rock, que se uniu ao coro dos ausentes aos 80 anos de idade, depois de uma carreira que englobou muitos estilos, do blues ao jazz rock e à psicodelia, tendo sido um dos formadores da linguagem moderna da bateria no rock em todas as suas formas.

Como seus colegas Eric Clapton e Jack Bruce, Ginger Baker já era um veterano de muitas bandas quando surgiu a ideia de trabalharem juntos naquele que muitos consideram o primeiro dos supergrupos… e o Cream realmente alcançou e até superou as expectativas de público e crítica, pois redefiniram os limites da integração entre blues, jazz e rock em uma época em que a efervescência cultural e política começava a ser espelhada no mundo até então ingênuo da música pop.

Claro que não é preciso entrar em detalhes sobre os álbuns geniais da curta, mas seminal, carreira do Cream… em vez disso, vamos trazer dois momentos distintos… o primeiro e o último álbum do grupo, “Fresh Cream” de 66 e “Goodbye Cream” de 69, capturando um pouco da evolução da sua proposta musical, matriz que foi de tanta coisa que só muito mais tarde ganharia nome em sons que ressoariam na década seguinte…

Com o Cream vocês ouviram “I Feel Free”, “N.S.U.”, “Sweet Wine”, “Toad”, “Sitting on Top of the World”, “Badge” e “What a Bringdown”.

A gente volta já.

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Nesta segunda parte vamos trazer outra demonstração do talento de Ginger Baker… seu projeto solo de 1970, a Ginger Baker’s Air Force.

Com o fim do Cream em 69, Eric Clapton e Ginger Baker seguiram trabalhando juntos e formaram outro supergrupo, o genial Blind Faith… mas ele também teria vida curta, desta vez menos de um ano… rendendo apenas um álbum antes de outro final prematuro… mas, pelo menos ele renderia o contato mais direto com os outros dois integrantes, Steve Winwood (ex-Traffic) e Ric Grech (ex-Family).

E com isso surgiria ainda em 69 a Ginger Baker’s Air Force, que além de Winwood no órgão e vocal e Grech no violino e baixo, ainda contaria em seu primeiro trabalho com Graham Bond, Chris Wood e Harold McNair nos saxofones, Remi Kabaka e Phil Seamen na bateria e percussão, Denny Laine na guitarra e Jeanette Jacobs nos vocais… um grupo de peso para uma explorar as possibilidades do jazz-rock e fusion…

O álbum “Ginger Baker’s Air Force” sairia em 1970 e mostraria toda a força do grupo na apresentação no Royal Albert Hall… e ainda em 70 sairia um registro de estúdio com uma formação diferente… mas claro, ele seria o último trabalho… só em 2015 Ginger Baker anunciaria uma nova versão da Ginger Baker’s Air Force, mas eles realizariam um único show, pois o velho mestre da batera já estava com sérios problemas cardíacos… vamos conferir mais um pouco da sua força, nos velhos tempos…

Vocês ouviram “Da Da Mane”, “Man of Constant Sorrow” e “Do What You Like” com a Ginger Baker’s Air Force.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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CREAM

BG – ROLLIN’AND TUMBLIN’

1. I FEEL FREE – 2:55

2. N.S.U. – 2:44

3. SWEET WINE – 3:19

4. TOAD – 5:11

5. SITTING ON TOP OF THE WORLD – 5:02

6. BADGE – 2:50

7. WHAT A BRINGDOWN – 4:00

BG – I’M SO GLAD

TOTAL – 26:01

GINGER BAKER’S AIRFORCE

BG – DON’T CARE

8. DA DA MAN  – 7:15

9. MAN OF CONSTANT SORROW – 3:59

10. DO WHAT YOU LIKE – 11:47

BG – EARLY IN THE MORNING

TOTAL: 23:00

TOTAL GERAL – 49:01

Ouça o Art Rock com Cream & Airforce foi ao ar no dia 26/10/2019, clicando aqui.

John Hackett

Posted in Programas with tags on 01/11/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje vamos atender uma sugestão do nosso amigo e proghead profissional Frank Schmyz, trazendo um pouco da carreira de um flautista, guitarrista e tecladista que sempre viveu meio à sombra do irmão mais velho…

Estamos nos referindo a John Hackett, irmão caçula do grande guitarrista do Genesis… e que, apesar de ser mais jovem, tem na verdade uma longa carreira, que começou participando junto do irmão do projeto Quiet World, que lançou um único álbum, em 1970…

Steve Hackett deixaria o Quiet World para integrar o Genesis e John continuaria a tocar com o irmão em seus álbuns solo e também a colaborar nos álbuns de Anthony Phillips, antes de integrar o trio de ambient music Symbiosis… além disso, ele também começaria a sua própria carreira solo, em que mesclou trabalhos de inspiração clássica com outros mais voltados para o progressivo.

 

E para esse programa vamos deixar de lado as participações em trabalhos alheios e nos concentrar justamente nos seus registros solo… começando com o álbum “Checking Out of London” de 2005, em que John Hackett contou com a parceria do irmão Steve, dos vocais de Tony Patterson e também da bateria e teclados de Nick Magnus…

Com John Hackett vocês ouviram “Late Trains”, “Ego & Id”, “Headlights”, “Winter”, “More” e “Checking out of London”.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer um pouco do período mais recente da carreira solo de John Hackett, que nunca deixou de participar dos discos do seu prolífico irmão mais velho…

Em 2009 John formou outra parceria temporária, desta vez com o organista italiano Marco Lo Muscio, lançando “Playing the History” em que contou também com a costumeira presença do irmão e também do grande saxofonista David Jackson do Van der Graaf Generator…

O álbum foi muito bem recebido, e essa parceria seria retomada anos mais tarde, com o álbum “On the Wings of the Wing” de 2019… mas, antes disso, John desenvolveria outro projeto, a John Hackett Band, que produziria o excelente “We are not Alone” de 2017… e a formação do grupo contava com a guitarra de Nick Fletcher, o baixo de Jeremy Richardson, a bateria de Duncan Parsons… e, é claro, a participação de Steve Hackett… mas desta vez, na harmônica.

Como os irmãos continuam sempre tocando juntos, claro que John não poderia deixar de estar no álbum “At the Edge of Light”, que Steve lançou em 2019, mas ele fica para outro Art Rock… vamos fechar com faixas extraídas de “Another Life” de 2015 e também do solitário lançamento de 2017 da John Hackett Band…

Vocês ouviram “Another Life”, “Look Up”, “Satelite”, “Jericho” e “Winds of Change” com John Hackett.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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JOHN HACKETT

BG – DREAMTOWN

1. LATE TRAINS – 4:45

2. EGO & ID – 4:02

3. HEADLIGHTS – 4:08

4. WINTER – 3:57

5. MORE – 5:51

6. CHECKING OUT OF LONDON – 2:40

BG – FANTASY

TOTAL – 25:22

JOHN HACKETT

BG – ANOTHER DAY, ANOTHER NIGHT

7. ANOTHER LIFE – 4:02

8. LOOK UP – 3:45

9. SATELITE – 3:32

10. JERICHO – 4:36

11. WINDS OF CHANGE – 8:36

BG – LIFE IN REVERSE

TOTAL: 24:31

TOTAL GERAL – 49:53

Ouça o Art Rock com John Hackett foi ao ar no dia 19/10/2019, clicando aqui.