Archive for the Programas Category

Supertramp & Roger Hodgson

Posted in Programas with tags , on 22/05/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos começar com um dos grupos mais bem sucedidos da história do rock inglês dos anos 70 e 80… o Supertramp, que costumava se situar meio na fronteira entre o pop e o progressivo.

Já trouxemos outras vezes o Supertramp no programa… e, normalmente, nos focamos mais na sua fase mais famosa, trazendo momentos dos álbuns clássicos entre 73 e 78 e até um pouco do período de maior sucesso, na virada para a década de 80… mas, dessa vez, vamos nos concentrar em uma hora de mudanças, depois da saída de uma de suas forças criativas, o vocalista, tecladista e guitarrista Roger Hodgson, em 83.

A crise acabaria rendendo um esforço criativo por parte do outro tecladista e vocalista do grupo, Rick Davies, que sempre havia sido o líder do Supertramp e queria mostrar que eles poderiam seguir em frente sem a marca do inconfundível vocal de Roger Hodgson… e o resultado seria o álbum “Brother Where you Bound”, que contava com a participação especial de David Gilmour do Pink Floyd.

A ótima recepção parecia indicar que o grupo havia realmente encontrado o caminho para a continuidade, mas “Free as a Bird” de 87 seguiria uma direção diferente e acabaria sendo o último álbum dessa fase e eles levariam 10 anos para voltar a gravar… e para essa primeira parte nós selecionamos um pouco de “Brother Where you Bound”, o inspirado trabalho de transição do Supertramp…

Vocês ouviram o Supertramp com “Cannonball” e “Brother Where you Bound”…

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir um momento da carreira solo de Roger Hodgson, que se manteve bem ativo depois que deixou o Supertramp, embora não tenha lançado muitos trabalhos…

Durante os seus últimos meses com o grupo, Roger Hodgson estava passando por uma ruptura pessoal… ele havia se mudado para os Estados Unidos, construindo um estúdio em sua casa na Califórnia e começando a gravar um álbum solo… era 1983 e ele ainda participou da gravação do álbum “…Famous Last Words” do Supertramp e também da tour mundial que se seguiu… mas sairia logo depois.

Com o nome “In the Eye of the Storm”, seu álbum solo acabaria saindo em 84 e foi um grande sucesso internacional, puxado pelos hits “Had a Dream” e “In Jeopardy”… mas ele quebraria os dois pulsos em uma queda logo antes do lançamento do seu disco seguinte, “Hai Hai” de 87… e passaria um logo tempo em recuperação…

Só em 97 ele lançaria “Rites of Passage”, que tinha como convidado o saxofonista John Helliwell, seu antigo colega do Supertramp… mas, apesar de se manter ativo e se apresentar com frequência, o seu último registro de estúdio seria o álbum “Open the Door” de 2000, contando com as participações de Trevor Rabin do Yes e também de Alan Simon… fiquem com um pouco desse belo trabalho de Roger Hodgson.

Vocês ouviram “Showdown”, “Death and a Zoo”, “Open the Door” e “For Every Mans”… com Roger Hodgson.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SUPERTRAMP

BG – STILL IN LOVE

1. CANNONBALL – 7:38

2. BROTHER WHERE YOU BOUND – 16:30

BG – NO INBETWEEN

TOTAL: 24:08

ROGER HODGSON

BG – THE MORE I LOOK

1. SHOWDOWN – 5:20

2. DEATH AND A ZOO – 7:32

3. OPEN THE DOOR – 8:55

4. FOR EVERY MAN – 4:44

BG – SAY GOODBYE

TOTAL: 26:30

TOTAL GERAL – 50:38

Ouça o Art Rock com Supertramp & Roger Hodgson que foi ao ar no dia 19/05/2018, clicando aqui.

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20 Anos de Art Rock no É-Cultura

Posted in Programas on 17/05/2018 by Artrock

Confiram a matéria sobre os 20 Anos do programa Art Rock que foi ao ar no programa É-Cultura, da É-Paraná, no dia 01/05/2018:

Dialeto

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 17/05/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um momento mágico do progressivo nacional… o encontro entre o grupo Dialeto e o genial violinista David Cross.

Formado em 87, o Dialeto desde o começo se centrava em torno do guitarrista Nelson Coelho… mas, como muitos grupos no difícil cenário do progressivo nacional, eles não sobreviveram às dificuldades dessa sua primeira fase e seria só no seu retorno em 2006 que eles conseguiriam se firmar, lançando em 2008 o seu primeiro álbum: “Willl Exist Forever”.

Em 2010 seria a vez de “Chromatic Freedom”… e, como o trabalho anterior, esse também foi muito bem recebido, inclusive no exterior, abrindo a possibilidade para o lançamento em 2013 do álbum “The Last Tribe” pela MoonJune Records, um selo americano especializado em música progressiva e responsável, entre outros, por grandes nomes das “famílias” do Gong, Soft Machine e King Crimson.

E o mais recente lançamento do Dialeto envolve justamente a colaboração do celebrado violinista David Cross, do King Crimson… um álbum ao vivo gravado no Sesc Belenzinho… e é um pouco desse genial “Live with David Cross”, um lançamento de 2018 que vocês já vão poder conferir a partir de agora…

Vocês ouviram o Dialeto & David Cross com “Roumanian folk dances 3: (Standing Still)”, “Mikrokosmos 113: Bulgarian Rhythm 1”, “The Young Bride: for children vol. 1” e “Exiles”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco do álbum “Live with David Cross” com o Dialeto…

Desde 2015 o Dialeto estabilizou a sua formação com Nelson Coelho na guitarra, Gabriel Costa no baixo e Fred Barley na bateria… e foi esse trio que se reuniria em estúdio no final de 2016 para gravar o álbum “Bartók in Rock”, um trabalho explorando uma fusão progressiva do rock com a música do grande compositor húngaro Béla Bartók e que contava com a participação do violinista David Cross.

E o lançamento desse álbum acabou se transformando em um evento à parte… um concerto realizado na noite de 22 de julho de 2017 e tendo a participação de David Cross no violino, com direito a uma execução impecável de clássicos do King Crimson, além do material do próprio Dialeto.

Felizmente, o show foi gravado e ganhou um lançamento em CD para registrar esse encontro memorável… e é um pouco desse álbum imperdível que nós estamos trazendo para vocês no programa de hoje, por cortesia do próprio Nelson Coelho e também do nosso amigo Rubens Sílvio da RST Radio Rock…

Vocês ouviram “The Talking Drum”, “Larks’tongues in aspic, part two” e “Starless”… com o grupo paulista Dialeto e a participação especial de David Cross do grande King Crimson…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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DIALETO

BG – MIKROKOSMOS 149

1. ROUMANIAN FOLK DANCES 3: (STANDING STILL) – 3:39

2. MIKROKOSMOS 113: BULGARIAN RHYTHM 1 – 4:44

3. THE YOUNG BRIDE: FOR CHILDREN VOL. 1 – 5:15

4. EXILES – 10:59

BG – ROUMANIAN FOLK DANCES 2

TOTAL: 24:39

DIALETO

BG – ROUMANIAN FOLK DANCES 4

1. THE TALKING DRUM – 6:39

2. LARKS’TONGUES IN ASPIC, PART TWO – 7:34

3. STARLESS – 11:19

BG –MIKROKOSMOS 149

TOTAL: 25:32

TOTAL GERAL – 50:35

Ouça o Art Rock com Dialeto que foi ao ar no dia 12/05/2018, clicando aqui.

Neu!

Posted in Programas with tags on 07/05/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa o grupo alemão Neu! um descendente do grande Kraftwerk…

O Neu! que significa Novo! em alemão, foi criado pelo baterista Klaus Dinger e pelo guitarrista Michael Rother, depois que eles deixaram o Kraftwerk em 71… e eles gravariam o seu primeiro álbum com a ajuda do genial Conny Plank, que também havia sido responsável pelo primeiro álbum do próprio Kraftwerk e que se tornaria uma das presenças mais constantes do prog. alemão.

O resultado dessa colaboração foram três trabalhos antológicos, que seriam citados como influência não só na música progressiva, mas também por artistas como Bria Eno, David Bowie, Iggy Pop, Radiohead… e até Quentin Tarantino, que usou uma das faixas do grupo na trilha de Kill Bill…

Infelizmente o experimento teria um fim prematuro depois do álbum “Neu! ‘75”, que costuma ser descrito como duas metades de álbum solo lançadas juntas, pois cada lado havia sido trabalho individualmente… vamos conferir um pouco do som desse grupo seminal do krautrock…

Vocês ouviram o grupo Neu! com as faixas “Hallogallo”, “Neuschnee”, “Super” e “Seeland”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer um álbum tardio do Neu! que foi gravado nos anos 80 mas levaria muitos aos para ser lançado oficialmente.

O Neu! foi um pioneiro no uso de coisas como samplers e remixes e até com as possibilidades abertas com a alteração na velocidade dos tapes gravados para a produção de suas músicas… e a separação em 75 não levou os integrantes da dupla à inatividade.

Michael Rother colaborou em trabalhos do Cluster, formou o grupo Harmonia e também lançou discos solo… já Klaus Dinger formaria o La Düsseldorf, com quem lançaria 3 álbuns, que David Bowie descreveria mais tarde como a sua trilha sonora dos anos 80… e foi nessa época que houve uma tentativa abortada de retorno, que rendeu gravações feitas em 86 e lançadas extraoficialmente em 95 com o nome “Neu! 4”.

Mas, a essa altura, a dupla havia se estranhado e, apesar de se reconciliarem mais tarde, não chegariam a gravar novos trabalhos… Klaus deixaria o nosso plano da realidade em 2008 e Michael acabaria organizando uma box set que incluía uma versão revista e ampliada do material gravado na tentativa de retorno, lançado agora oficialmente como “Neu! ‘86”… que nós selecionamos para fechar o programa de hoje.

Vocês ouviram “Intro (Haydn slo-mo), “Crazy”, “Drive (grundfunken)”, “Elanoizan”, “Wave Mother”, “Paradise Walk” e “Euphoria” com o Neu!

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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NEU!

BG – FÜR IMMER (FOREVER)

1. HALLOGALLO – 10:08

2. NEUSCHNEE – 4:08

3. SUPER – 3:11

4. SEELAND – 6:54

BG – ISI

TOTAL: 24:21

NEU!

BG – DÄNZING

5. INTRO (HAYDN SLO-MO) – 0:33

6. CRAZY – 3:14

7. DRIVE (GRUNDFUNKEN) – 5:14

8. ELANOIZAN – 2:32

9. WAVE MOTHER – 4:53

10. PARADISE WALK – 5:11

11. EUPHORIA – 3:58

BG – GOOD LIFE

TOTAL: 25:35

TOTAL GERAL – 49:56

Ouça o Art Rock com Neu! que foi ao ar no dia 05/05/2018, clicando aqui.

REPRISE: Yardbirds & Jeff Beck

Posted in Programas with tags , on 03/05/2018 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 28-04-2018, foi um reprise com o Yardbirds & Jeff BeckConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

 

 

Alan Simon

Posted in Programas with tags on 25/04/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer uma figura singular do universo da música progressiva, o músico e compositor francês Alan Simon.

Depois de abandonar os estudos aos 15 anos, se sustentando como fotógrafo e músico itinerante enquanto viajava pelo mundo, Alan Simon começou a tomar uma direção na vida quando conseguiu um prêmio da Societé des Artistes da França, em 1994, com o seu primeiro trabalho “The Rebel Child”… e no ano seguinte ele ganharia notoriedade com o musical “Le Petit Arthur”, sua primeira investida no mito arturiano.

Essa temática iria se tornar um dos seus assuntos favoritos… e em 99 ele alcançou fama internacional com a opera rock “Excalibur, The Legend of the Celts”, que contava com membros do Supertramp e Fairport Convention entre outros… e que seria apresentada com grande repercussão, levando a um CD e um DVD ao vivo… essa seria a primeira parte de uma trilogia, mas antes ele ainda lançaria o álbum conceitual “GAIA”, em 2003, com a colaboração de Justin Hayward, Jane Birkin, Zucchero e o Midnight Oil…

“Excalibur II, the ring of the Celts”, a segunda parte da sua trilogia, sairia em 2007… e nós já trouxemos aqui no Art Rock… por isso, dessa vez vamos trazer “Excalibur III: The Origins”… a parte final da ópera, lançada em 2012 e que, como sempre, contou com inúmeros convidados, entre eles: John Wetton, Geoff Downes, Mick Fleetwood, Dave Pegg, Les Holroyd, Simon Nicol, Billy Preston e a Sinfônica de Budapest…

Vocês ouviram “Tamlah”, “Skye”, “The Promise”, “The Legend of Oisin”, “Fame and Glory”, “Sacred Lands” e “The Lost Season”… um pouco da ópera-rock “Excalibur III: The Origins”, de Alam Simon.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer o trabalho lançado em 2018 por Alan Simon, o álbum “Big Bang”, uma odisseia musical que vai das origens do universo até o destino do planeta Terra.

Apesar de ter encerrado sua trilogia com a ópera rock de 2012, Alan Simon voltou ao tema arturiano com “Excalibur IV, The Dark Age Of The Dragon”, de 2017… mas essa viagem ao passado seria seguida por uma progressão temporal na direção oposta… um trabalho explorando temas espaciais em colaboração com o banco de sons do universo da NASA.

Como é o hábito de Alan Simon, foram convidados 120 músicos para participar desse projeto, incluindo o saxofonista John Helliwell do Supertramp, o vocalista Michael Sadler do Saga, o harpista Alan Stivell, e o vocalista Roberto Tiranti do Labyrinth… e o álbum receberia um lançamento de destaque pela Cherry Red Records.

Além disso, “Big Bang” foi selecionado como trilha sonora para a Cidade do Espaço em Toulouse, em 2019… mostrando que, pelo menos em certos lugares, esse tipo de música está longe de ser considerada um nicho menor, que não merece receber a atenção das gravadoras e da mídia musical… vamos conferir um pouco dessa jornada cósmica de Alan Simon.

Vocês ouviram Alan Simon com “Chaos”, “Interstellar”, “Solarius”, “The Soul of the Stars”, “Andromeda” e “The Waltz of the Universe”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ALAN SIMON

BG – IRON AGE

1. TAMLAH – 3:25

2. SKYE – 3:13

3. THE PROMISE – 3:51

4. THE LEGEND OF OISIN – 4:09

5. FAME AND GLORY – 3:19

6. SACRED LANDS – 2:52

7. THE LOST SEASON – 4:01

BG – BELTAINE

TOTAL –24:50

ALAN SIMON

BG – STARLIGHT

8. CHAOS – 5:51

9. INTERSTELLAR – 3:09

10. SOLARIUS – 4:49

11. THE SOUL OF THE STARS – 5:19

12. ANDROMEDA – 3:07

13. THE WALTZ OF THE UNIVERSE – 3:21

BG – SPACE TIME

TOTAL: 25:37

TOTAL GERAL – 50:27

Ouça o Art Rock com Alan Simon que foi ao ar no dia 21/04/2018, clicando aqui.

Bob Dylan

Posted in Programas with tags on 20/04/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa o grande Bob Dylan, uma das derradeiras genialidades do século XX em meio à árida e sombria paisagem desse século XXI.

Já trouxemos muitas vezes no programa essa figura seminal do rock dos anos 60 que continuaria irrefreável nas décadas seguintes… e claro que não vale a pena perder tempo com apresentações, pois Bob Dylan há muito tempo se transformou em um personagem icônico, um verdadeiro sinônimo da poesia no rock.

Para começar, vamos trazer dois trabalhos geniais que marcaram o seu retorno para a Columbia, em meados dos anos 70, depois de lançar dois álbuns pela Asylum Records… e o resultado desse retorno foi o brilhante “Blood on the tracks” de 75, um trabalho confessional que se tornaria um dos clássicos da carreira de Dylan.

E, em 76, foi a vez de outro grande trabalho, “Desire”, lançado em meio à lendária excursão Rolling Thunder Revue… para essa primeira parte do programa, selecionamos faixas desses dois álbuns, que nos legaram clássicos como “Tangled up in Blue”, “Shelter from the storm” e, é claro, “Hurricane” inspirada numa história que já foi contatada muitas vezes e já virou até filme com Denzel Washington, mas sempre vale lembrar…

Vocês ouviram “Tangled up in blue”, “You’re a big girl now”, “If you see her, say hello”, “Shelter from the storm” e, para fechar, a genial “Hurricane”, o libelo contra o racismo e o abuso de poder da justiça do grande Bob Dylan.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o álbum de 2017 de Bob Dylan, o terceiro de uma série em que ele explorou canções tradicionais com arranjos bem pessoais.

Depois de lançar o aclamado “Tempest” em 2012, Dylan entrou em uma crise criativa… mas, onde outros, muito mais jovens, ficariam em silêncio à espera de suas musas, o velho poeta resolveu aproveitar para iniciar uma fase de reencontro com clássicos da música americana, parte do repertório de Frank Sinatra e outros grandes nomes da geração que antecedeu à era do rock and roll.

O resultado foi um tríptico de álbuns que começou com “Shadows in the night” de 2015 e seria continuado no ano seguinte com “Fallen Angels”… deixando de lado a sua veia poética propriamente dita, Dylan investia no trabalho de arranjo e interpretação de faixas clássicas… ambos os álbuns foram muito bem recebidos e ganharam indicações para o Grammy… ao mesmo tempo em que o velho Bob sobrevivia ao fatídico ano de 2016 e ainda ganhava o Nobel de Literatura.

E em 2017 ele lançaria “Triplicate”, o trigésimo oitavo trabalho de estúdio de sua carreira… e o seu primeiro álbum triplo… outro belo registro na mesma linha dos anteriores, mostrando que Dylan continua em uma busca para reencontrar talvez a sua musa, mas também algo como o eco de uma voz injustamente silenciada, ou ainda o “acorde perdido” de que nos falavam os Moody Blues… e é um pouco dessa procura que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…

Vocês ouviram Bob Dylan com “Autumn Leaves”, “That lucky old Sun”, “All or nothing at all”, “Melancholy mood”, “September of my years”, “Stormy Weather”, “The Best is yet to come” e “When the World was young”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BOB DYLAN

BG – JOEY

1. TANGLED UP IN BLUE – 5:43

2. YOU’RE A BIG GIRL NOW – 4:36

3. IF YOU SEE HER, SAY HELLO – 4:49

4. SHELTER FROM THE STORM – 5:02

5. HURRICANE – 8:32

BG – ONE MORE CUP OF COFFEE

TOTAL –24:06

BOB DYLAN

BG – TRADE WINDS

6. ALTUMN LEAVES – 3:02

7. THAT LUCKY OLD SUN – 3:37

8. ALL OR NOTHING AT ALL – 3:04

9. MELANCHOLY MOOD – 2:53

10. SEPTEMBER OF MY YEARS – 3:26

11. STORMY WEATHER – 3:06

12. THE BEST IS YET TO COME – 2:58

13. WHEN THE WORLD WAS YOUNG – 3:47

BG – ONCE UPON A TIME

TOTAL: 25:53

TOTAL GERAL – 49:59

Ouça o Art Rock com Bob Dylan que foi ao ar no dia 14/04/2018, clicando aqui.