Archive for the Programas Category

The Moody Blues

Posted in Programas with tags on 15/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grupos fundadores do rock progressivo que continua em atividade mais de cinco décadas depois do seu nascimento… The Moody Blues.

Já trouxemos muitas vezes os Moodies aqui no programa, e eles estão entre os mais conhecidos e celebrados membros da primeira geração do prog. rock… por isso hoje teremos uma fase da longa carreira do grupo que hoje recebe menos destaque, apesar de ter sido muito bem sucedida na época…

Estamos nos referindo ao período que marcou a reunião do grupo, depois da fase em que se dedicaram a trabalhos solo, entre 1974 e 77… na época, chegou-se a especular que eles haviam realmente se separado, mas tudo parecia ter se resolvido quando a Decca anunciou um novo álbum… e ele chegou a ser gravado, mas seria o último com a formação clássica dos Moody Blues…

A gravação do álbum “Octave” teve que ser feita nos Estados Unidos pois o tecladista Mike Pinder havia se mudado para lá… durante as gravações,  as tensões internas chegaram ao ponto de ruptura… e, como ele era o grande responsável pela sonoridade sinfônica do grupo, a sua saída representava a perda de um força criativa logo depois do lançamento do disco de retorno… vamos conferir um pouco desse momento de crise dos Moody Blues…

Com The Moody Blues vocês ouviram “Steppin’in a Slide Zone”, “I’ll Be Level with You”, “Driftwood”, “One Step into the Light” e “The Day we meet Again”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o começo de uma fase bem sucedida, mas não muito celebrada dos velhos Magnificent Moodies… após a entrada do tecladista Patrick Moraz…

Com a saída de Mike Pinder logo antes da tour para o álbum “Octave” o grupo ficou em uma situação difícil… mas, nesse momento, o Yes havia dispensado Patrick Moraz e ele foi chamado para acompanhar a excursão mundial… uma passagem que se tornaria permanente quando foi anunciado que ele seria oficialmente o novo tecladista dos Moody Blues.

Mike Pinder chegou a entrar na justiça, alegando que havia deixado claro que só não estava interessado em excursionar, mas que não havia sido informado de seu desligamento e continuava a se considerar um membro dos Moodies… só que sua reação foi ignorada, ele perdeu o processo e nunca mais voltaria a integrar o grupo.

E a nova fase com Patrick Moraz seria uma das mais bem sucedidas dos Moody Blues, com os álbuns “Long Distance Voyager” de 81 e “The Present” de 83 chegando ao topo das paradas nos dois lados do Atlântico… e é um pouco desse período que nós vamos trazer para essa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “The Voice”, “22,000 days”, “Veteran Cosmic Rocker”, “Blue World” e “Sorry” com The Moody Blues.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… …tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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THE MOODY BLUES

BG – UNDER MOONSHINE

1. STEPPIN’IN A SLIDE ZONE – 5:27

2. I’LL BE LEVEL WITH YOU – 3:46

3. DRIFTWOOD – 5:02

4. ONE STEP INTO THE LIGHT – 4:26

5. THE DAY WE MEET AGAIN – 6:17

BG – HAD TO FALL IN LOVE

TOTAL – 24:56

THE MOODY BLUES

BG – GOING NOWHERE

6. THE VOICE – 5:22

7. 22,000 DAYS – 5:26

8. VETERAN COSMIC ROCKER – 3:19

9. BLUE WORLD – 5:20

10. SORRY – 5:03

BG – TALKING OUT OF TURN

TOTAL: 24:30

TOTAL GERAL – 50:26

Ouça o Art Rock comLiquid The Moody Blues que foi ao ar no dia 12/01/2019, clicando aqui.

Liquid Tension Experiment

Posted in Programas with tags on 08/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um supergrupo formado nos anos 90 por integrantes do Dream Theater, King Crimson e Dixie Dregs… o Liquid Tension Experiment…

Essa união de talentos foi uma iniciativa do baterista Mike Portnoy, do Dream Theater, que começou convidando o sempre disponível baixista Tony Levin do grande King Crimson e também o tecladista Jordan Rudess, que nessa época estava substituindo temporariamente Terry Lavitz nos Dixie Dregs…

Na verdade, Jordan já havia chamado a atenção do pessoal do Dream Theater quando tinha sido escolhido o “Best New Talent” de 1994 pela Keyboard Magazine, depois do seu álbum solo “Listen”… por isso, quando a gravadora Magna Carta ofereceu a Mike oportunidade de montar um supergrupo, o tecladista esteve entre suas primeiras escolhas.

Para completar o time, Mike Portnoy acabou chamando seu colega John Petrucci do Dream Theater… e o novo grupo foi oficialmente montado em 97, com o nome de Liquid Tension Experiment… vamos conferir um pouco dos dois primeiros trabalhos de estúdio do grupo, lançados pela Magna Carta em 98 e 99.

Vocês ouviram “Paradigm Shift”, “Universal Mind” e “Acid Raing” com o Liquid Tension Experiment.

A gente volta já…

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Vamos continuar trazendo mais um pouco do LTE… que também existiu em uma versão reduzida, o Liquid Trio Experiment.

No final dos anos 90 Jordan Rudess passou a integrar oficialmente o Dream Theater… com isso, o terceiro álbum do Liquid Tension Experiment acabou sendo abortado e o grupo foi deixado de lado por um tempo… só anos mais tarde Mike Portnoy resgataria gravações de sobras de estúdio e material ainda da época do segundo álbum… e o resultado seria “Spontaneuous Combustion”, lançado em 2007.

O álbum continha faixas gravadas na maior parte durante a ausência do guitarrista John Petrucci, por isso a sigla LTE ganhou um significado diferente: Liquid Trio Experiment… uma clássica confusão típica de grupos progressivos… e daí para frente as coisas continuaram nesse ritmo.

Em 2008 eles fariam uma tour que renderia uma caixa com CDs e DVDs… em 2009 seria mais um lançamento do Liquid Trio Experiment, dessa vez com uma formação sem o tecladista Jordan Rudess, um registro ao vivo que recebeu o apropriado título “When the Keyboard Breaks”… e ecos do LTE de quando em quando ainda voltam a ser ouvidos até hoje… mas vamos fechar com material da box “Live 2008”…

Com o LTE vocês ouviram “Biaxident”, “Rhapsody in Blue” e “Liquid Anthrax”, essa última com a participação especial do baterista Charlie Benante do grupo de heavy metal Anthrax…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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LTE

BG – FREEDOM OF SPEECH

1. PARADIGM SHIFT – 8:55

2. UNIVERSAL MIND – 7:53

3. ACID RAIN – 6:36

BG – OSMOSIS

TOTAL – 23:24

LTE

BG – KINDRED SPIRITS

4. BIAXIDENT – 7:39

5. RHAPSODY IN BLUE – 13:25

6. LIQUID ANTHRAX – 4:55

BG – STATE OF GRACE

TOTAL: 25:59

TOTAL GERAL – 49:25

Ouça o Art Rock comLiquid Tension Experiment que foi ao ar no dia 05/01/2019, clicando aqui.

Tony Banks

Posted in Programas with tags on 04/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer uma figura importante do progressivo que, apesar da importância, não costuma ter muito destaque… o tecladista Tony Banks, do Genesis.…

Juntamente com Mike Rutherford, Tony Banks é um dos dois únicos membros constantes do Genesis, desde a fundação do grupo em 1967… e, desde o começo, ele foi uma das forças por trás da sonoridade do grupo, ajudando a criar a rica malha melódica que enriquecia e conduzia a poética preciosa, complementada nos shows pela estética delirante e teatral de Peter Gabriel.

E seriam Banks e Rutherford os responsáveis, em grande parte, pela sobrevivência do Genesis, mantendo-o como um trio junto de Phil Collins… mas ele também se dedicaria a trabalhos solo, começando em 78 com o álbum “A Curious Feeling”, tendo a companhia do vocalista Kim Beacon do grupo folk String Driven Thing e também do baterista Chester Thompson, que acompanhava os shows ao vivo do Genesis.

Ele também começaria a trabalhar com trilhas para cinema, mas não deixaria de lado seus compromissos com o Genesis, e nem a sua carreira solo, lançando “The Fugitive” em 83… mas o resto dos anos 80 seriam dominados pelo sucesso da fase mais comercial do Genesis… só em 91 ele voltaria com o álbum “Still”… e, nessa primeira parte do programa, vamos conferir um pouco desses trabalhos de Tony Banks…

Vocês ouviram Tony Banks com “From the Undertow”, “A Curious Feeling”, “Somebody Else’s Dream” e “Another Murder of a Day”, essa última com o vocal de Fish…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco da carreira de Tony Banks… que continuou ativo depois que o Genesis anunciou o encerramento de atividades em 2007.

Além da carreira solo Tony Banks formou dois grupos nos intervalos das fases mais movimentadas com o Genesis… o primeiro foi Bankstatement, que contava com nada menos que o grande Steve Hillage na guitarra… mas, apesar do pedigree, essa foi uma investida que não chegou a ter a repercussão dos Mechanics de Mike Rutherford…

Com apenas um álbum homônimo lançado em 89, o Bankstatement não duraria muito tempo… mas Tony Banks tentaria de novo, formando o projeto Strictly Inc. junto com o vocalista Jack Hues do grupo new wave Wang Chung… e mais uma vez o resultado seria um único álbum lançado em 95.

Em 2004, e novamente em 2012, o tecladista lançaria dois trabalhos com composições para orquestra… primeiro foi “Seven” com a Filarmônica de Londres e depois “Six Pieces for Orchestra” com a Filarmônica de Praga… e essa nova fase, voltada para a música sinfônica, renderia em 2018 o álbum “5”, mas esses trabalhos ficam para outro programa, vamos fechar trazendo faixas do Bankstatement e do Strictly Inc.

Vocês ouviram as faixas “Queen of Darkness” e “Thursday the Twelft” com o Bankstatement e “An Island in the Darkness” com o Strictly Inc.…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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TONY BANKS

BG – FOREVER MORNING

1. FROM THE UNDERTOW – 2:47

2. A CURIOUS FEELING – 3:59

3. SOMEBODY ELSE’S DREAM – 7:50

4. ANOTHER MURDER OF A DAY – 9:04

BG – THE LIE

TOTAL – 23:40

TONY BANKS

BG – I’LL BE WAITING

5. QUEEN OF DARKNESS – 4:27

6. THURSDAY THE TWELFTH – 4:49

7. AN ISLAND IN THE DARKNESS – 17:21

BG – RAINCLOUD

TOTAL: 26:37

TOTAL GERAL – 50:17

Ouça o Art Rock com Tony Banks que foi ao ar no dia 29/12/2018, clicando aqui.

REPRISE: Electric Prunes & Jethro Tull

Posted in Programas with tags , on 02/01/2019 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 22-12-2018, foi um reprise com o Electric Prunes & Jethro TullConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

   

 

 

Beggar’s Opera

Posted in Programas with tags on 21/12/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje o programa será com um grande grupo progressivo britânico que é pouco conhecido no Brasil… o Beggar’s Opera.

Formado na Escócia em 1969, o grupo adotou o nome da célebre ópera de John Gay, composta em 1724 e que foi a base para a “Ópera dos Três Vinténs” de Bertolt Brecht… e, no começo, o Beggar’s Opera era uma modesta banda tentando ganhar a vida cantando covers em bares de Glasgow com equipamento que eles compraram com o salário de operários e emprestando dinheiro do tio do guitarrista Ricky Gardiner.

O tecladista Alan Park ajudava a completar o repertório com arranjos para composições clássicas… mas o grupo começaria a ganhar identidade com a entrada em 1970 da tecladista Virginia Scott, que começou a compor material original… e, pouco tempo depois eles conseguiram um contrato com o selo Vertigo, lançando ainda naquele ano o primeiro álbum “Act One”.

Nos anos seguintes, eles gravariam mais três belos trabalhos em meio a mudanças de formação, com a saída do vocalista Martin Griffiths, substituído primeiro por Pete Scott do grande grupo de blues Savoy Brown, que logo daria lugar a Linnie Paterson do Writing on the Wall… vamos conferir um pouco dessa fase do Beggar’s Opera, quando eles chegaram a fazer bastante sucesso, principalmente na Alemanha…

Vocês ouviram o Beggar’s Opera com “Poet and Peasant” “Sarabande”, “MacArthur Park” que foi uma cover da clássica de Richard Harris e, para fechar, “The Witch”.

A gente volta já…

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Agora vamos saltar para o outro extremo da história do Beggar’s Opera… seu retorno inesperado na primeira década do século XXI, depois de muitos anos de silêncio.

Em meados dos anos 70 o Beggar’s Opera assinou com o selo alemão Jupiter Records e lançou mais dois álbuns… Pete Scott estava novamente nos vocais, mas o baixo orçamento para produção e divulgação não ajudou e eles acabaram encerrando atividades… o baixista e guitarrista Gordon Seller chegou a tentar um retorno, chamando de volta o tecladista Alan Park e o vocalista Linnie Paterson, mas o álbum “Lifeline” estava mais para o pop dançante e foi totalmente ignorado.

Ricky Gardiner e Virginia Scott seguiram um outro caminho, apesar de continuarem juntos… em 1976 Ricky iniciou uma colaboração com David Bowie, participando do álbum “Low”, nessa época ele conheceu Iggy Pop e integrou a banda que excursionou com ele, gravando também o álbum “Lust for Life” e ainda sendo co-autor da clássica “The Passenger”… e, nos anos 90, ele montaria com a velha companheira Virginia Scott o projeto Kumara…

Infelizmente, no final da década Ricky Gardiner começou a sofrer da síndrome de eletrosensibilidade, o que dificultaria sua habilidade de gravar ou participar de shows… levaria 10 anos para que ele terminasse com Virginia o álbum “Close to my Heart”, que seria lançado em 2011 pela Repertoire… e esse retorno do Beggar’s Opera seria seguido por “Lose a Life”, um trabalho conceitual envolvendo a própria doença de Ricky, transformada no que ele chamou de uma nano opera.

Vocês ouviram as faixas “Masts on my Roof”, “Cosmic Tango” e “Dr. Carlo”… com o Beggar’s Opera.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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BEGGAR’S OPERA

BG – STRETCHER

1. POET AND PEASANT – 7:13

2. SARABANDE – 3:35

3. MACARTHUR PARK – 8:20

4. THE WITCH – 6:06

BG –  PATHFINDER

TOTAL – 25:12

BEGGAR’S OPERA

BG – ELECTROFIRE INVASION

5. MASTS ON MY ROOF – 11:24

6. COSMIC TANGO – 6:49

7. DR. CARLO – 7:00

BG – TANGO FOR THE END OF TIME

TOTAL: 25:13

TOTAL GERAL – 50:25

Ouça o Art Rock com Beggar’s Opera que foi ao ar no dia 15/12/2018, clicando aqui.

Eloy

Posted in Programas with tags on 14/12/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos no programa uma das lendas vivas do progressivo germânico, o grande Eloy…

O Eloy é uma presença frequente aqui no Art Rock… e, como todo bom fã de ficção sabe, o nome do grupo é uma referência aos belos e pacíficos Eloi, cativos dos canibais Morlocks, na obra clássica de H. G. Wells: “A Máquina do Tempo”…   e essa citação também apontava para a temática que dominaria a direção criativa do guitarrista Frank Bornemann, sempre voltada para o viés da fantasia e ficção.

Como único membro permanente do Eloy, Frank Bornemann seria também a figura dominante do grupo em todas as suas fases, desde o começo em 69 e pelas décadas seguintes… passando por sua fase mais celebrada em meados dos anos 70, depois pela decadência e pelo ressurgimento.

E um dos momentos mais importantes da reconquista do seu legado progressivo foi o lançamento em 98 do álbum “Ocean 2: The Answer”, uma continuação do duplo “The Ocean”, de 77 um dos clássicos do grupo… vamos conferir um pouco dessa retomada do Eloy de uma de suas criações mais viajantes…

Vocês ouviram o Eloy com “Reflections from the Spheres Beyond” e “The Answer”…

A gente volta já…

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E agora vocês vão poder conferir um pouco do álbum “The Vision, the Sword and the Pyre – Part 1”, lançado em 2017 pelo Eloy, que se mantém em atividade em meio a essa devastada paisagem do decepcionante século XXI.

O álbum “Ocean 2: The Answer” acabou sendo o último trabalho de estúdio do Eloy por muito tempo… mas, uma década depois, o apelo dos fãs conseguiu convencer Frank Bornemann a voltar com o grupo, lançando “Visionary” em 2009, um trabalho muito bem recebido, que nós trouxemos na época aqui no Art Rock.

Depois seria a vez do ao vivo “Reincarnation on Stage”, registrando as tours que se seguiram e mostrando para as novas audiências uma amostra do repertório clássico do grupo e também das composições mais recentes… mas demoraria mais um bom tempo antes de um novo registro oficial do grupo.

Mas, em 2017, o grupo voltaria com o álbum “The Vision, the Sword and the Pyre – Part 1”, um novo trabalho conceitual, desta vez baseado na história de Joana D’Arc… que é interpretada pela cantora canadense Alice Merton… como sempre Frank Bornemann é o elo que liga essa criação com as fases anteriores do Eloy… e essa é anunciada como a primeira parte, indicando que podemos esperar mais desses decanos do progressivo germânico.

Vocês ouviram as faixas “The Age of the Hundred Years’ War”, “Early Signs… from a Longed-for Miracle”, “The Call”, “The Prophecy” e “The Sword… the Dawning of the Unavoidable” com o Eloy.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ELOY

BG – AWAKENING OF CONSCIOUSNESS

1. REFLECTIONS FROM THE SPHERES BEYOND – 13:00

2. THE ANSWER – 11:19

BG – SERENITY

TOTAL – 24:19

ELOY

BG – LES TOURELLES

3. THE AGE OF THE HUNDRED YEAR’S WAR – 4:17

4. EARLY SIGNS… FROM A LONGED-FOR MIRACLE – 4:13

5. THE CALL – 5:51

6. THE PROPHECY – 4:40

7. THE SWORD… THE DAWNING OF THE UNAVOIDABLE – 5:54

BG – VAUCOULERS

TOTAL: 24:55

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Eloy que foi ao ar no dia 08/12/2018, clicando aqui.

Pineapple Thief

Posted in Programas with tags on 04/12/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos uma contribuição do nosso amigo Almir Octávio, ouvinte de primeira hora do Art Rock, que nos forneceu o novo álbum do grupo britânico Pineapple Thief.

Já trouxemos no programa esse excelente grupo da geração dos anos 90, mas vale lembrar que ele foi criado pelo guitarrista e vocalista Bruce Soord, ex-Vulgar Unicorn, um trio que chegou a lançar três álbuns nos anos 90, antes da separação… e o nome do primeiro álbum do Pineapple Thief, “Abducting the Unicorn” de 99, foi uma homenagem de Bruce ao seu antigo grupo.

Mas foi só a partir do álbum “Variations on a Dream” de 2003, que o Pineapple Thief se firmou no cenário progressivo e Bruce resolveu consolidar o grupo com uma formação que incluía seus amigos Jon Sykes no baixo, Wayne Higgins nas guitarras, Matt O’Leary nos teclados e Keith Harrison na bateria…

A partir de então eles começaram a atingir mais repercussão, em meio a mudanças de formação que incluíram a entrada do tecladista Steve Kitch, com quem Bruce começou uma colaboração na composição… vamos ouvir um pouco dessa fase inicial do Pineapple Thief, com faixas de “Variations on a Dream” e também “10 Stories Down” de 2005 e “Little Man” de 2006.

Vocês ouviram “Part Zero”, “Keep Dreaming”, “Prey for Me” e “November” com The Pineapple Thief.

A gente volta já…

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E agora nós vamos continuar trazendo o álbum “Dissolution” de 2018, que, apesar do nome, não parece indicar nenhuma intensão do Pineapple Thief de encerrar atividades…

O álbum “Your Wilderness” de 2016 trazia uma surpresa para os fãs, a presença do baterista Gavin Harrison, que, além de ser um dos mais concorridos session drummers do rock inglês, era ex-membro do Renaissance, Porcupine Tree e também de uma das versões recentes do King Crimson, em dupla com Pat Mastelotto…

A princípio, Gavin estava participando apenas como convidado, mas pouco antes do lançamento do álbum “Dissolution” em agosto de 2018, ele foi confirmado como membro oficial do Pineapple Thief… e a sonoridade do grupo só foi beneficiada com a entrada desse veterano que não deixou de lado seus outros projetos, mas já se comprometeu com o grupo.

Sem os complexos arranjos orquestrais de “Magnolia” de 2014, o álbum mantém a proposta musical mais típica do Pineapple Thief, que já havia sido resgatada em “Your Wilderness”… uma sonoridade amadurecida nessas duas décadas de carreira, sempre deixando de lado as concessões mercadológicas para se manter fiel à própria identidade… vamos conferir esse belo registro do grupo de Bruce Soord…

Com o Pineapple Thief vocês ouviram “Try as I Might”, “All That You’ve Got”, “Far Bellow”, “Pillar of Salt” e “White Mist”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos nosso amigo Almir Octávio, que nos forneceu o material para a segunda parte do programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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PINEAPPLE THIEF

BG – CLAPHAM

1. PART ZERO – 7:29

2. KEEP DREAMING – 4:26

3. PREY FOR ME – 6:38

4. NOVEMBER – 6:50

BG – BOXING DAY

TOTAL: 25:23

PINEAPPLE THIEF

BG – UNCOVERING YOUR TRACKS

5. TRY AS I MIGHT – 4:27

6. ALL THAT YOU’VE GOT – 3:27

7. FAR BELLOW – 4:36

8. PILLAR OF SALT – 1:26

9. WHITE MIST – 11:06

BG – SHED A LIGHT

TOTAL: 25:00

TOTAL GERAL – 50:23

Ouça o Art Rock com Pineapple Thief que foi ao ar no dia 01/12/2018, clicando aqui.