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Larry Coryell

Posted in Programas with tags on 22/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa teremos uma homenagem a um dos mestres da guitarra, o grande Larry Coryell, que rompeu a barreira do hiperespaço em fevereiro de 2017 e deixou para trás nossa desiludida realidade.

Lorenz Albert Van DeLinder III nasceu em Galveston, no Texas, em 1943… e ele se interessou cedo pelo jazz e pela guitarra, na época em que sua família se mudava para o Estado de Washington, quando era adolescente… ele tocaria em bandas locais até desistir do jornalismo e se mudar para New York em 65, entrando para a Mannes School of Music e acabando por substituir Gabor Szabo no Chico Hamilton’s Quintet.

Como baterista e band leader, Hamilton revelaria nomes brilhantes, e Larry Coryell faria sua estreia no álbum “The Dealer” de 66… e ele também estava contribuindo para a criação de um novo estilo musical com o grupo The Free Spirits, que lançou em 67 o seu único álbum, “Out of sight and sound”, considerado por muitos o embrião do jazz rock.

Mas seria no Gary Burton’s Quartet que Larry Coryell ganharia reconhecimento… ele ficaria no grupo até 68, lançando em seguida seu primeiro álbum solo, “Lady Coryell”… e, a partir de então, sua técnica e habilidade o levariam muito longe… vamos começar ouvindo um pouco de um dos marcos da sua carreira, o genial álbum “Spaces” de 1970, junto de John McLaughlin, Chick Corea, Miroslav Vitouš e Billy Cobham… uma formação que simplesmente dispensa comentários…

Vocês ouviram Larry Coryell com “Spaces”, “Gloria’s step” e “Wrong is right” …

A gente volta já.

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E nós vamos continuar homenageando Larry Coryell, agora com um pouco do seu grupo The Eleventh House…

Formado em 73, o Eleventh House contava com o trompetista Randy Brecker, o tecladista Mike Mandel, o baixista Danny Trifan e o baterista Alphonse Mouzon… além de Larry Coryell na guitarra… e, desde o começo, o grupo esteve na vanguarda do jazz fusion, junto de outros pioneiros como a Mahavishnu Orchestra, o Weather Report e o Return to Forever.

“Introducing Eleventh House with Larry Coryell” saiu em 73 e o grande impacto do grupo nas suas apresentações ao vivo levaria ao lançamento do álbum “Live in Montreux” juntamente com o seu segundo registro de estúdio, “Level One”, em 74… infelizmente a formação original não resistiria, levando a mudanças de som para o álbum “Aspects” de 76… e logo o Eleventh House seria deixado de lado, em meio à prolifica carreira solo e outros projetos de Larry Coryell…

Nos anos 80 o grupo faria um breve retorno e o mesmo aconteceria em 98 e em 2017, quando foi anunciado para junho o lançamento de um novo álbum de estúdio intitulado “Seven Secrets”… mas essa volta do Eleventh House ficou no campo do imaginário, pois Larry Coryell, que até então havia se mantido sempre em atividade constante, deixou nosso melancólico plano do multiverso…

Com o Eleventh House vocês ouviram “Birdfingers”, “Yin”, “Level one”, “Suite: Entrance/Repose/Exit”, “That’s the joint” e “Kowloon Jog”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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LARRY CORYELL

BG – RENE’S THEME

1. SPACES (INFINITE) – 9:26

2. GLORIA STEP – 4:35

3. WRONG IS RIGHT – 9:05

BG – CHRIS

TOTAL – 23:06

ELEVENTH HOUSE

BG – ISM EJERCICIO

4. BIRDFINGERS – 3:10

5. YIN – 6:06

6. LEVEL ONE – 3:05

7. SUITE: ENTRANCE/REPOSE/EXIT – 5:34

8. THAT’S THE JOINT – 4:09

9. KOWLOON JOG – 5:49

BG – THE OTHER SIDE

TOTAL: 27:53

TOTAL GERAL – 50:59

Ouça o Art Rock com David Larry Coryell que foi ao ar no dia 11/03/2017, clicando aqui.

REPRISE: Yes

Posted in Programas with tags on 22/03/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 18-03-2017, foi um reprise com o YesConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Astralis

Posted in Programas with tags on 07/03/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos ouvir uma sugestão da Ana Barbara Vicentin, a nossa grande amiga, colaboradora e co-produtora aqui do Art Rock… o grupo chileno Astralis.

Formado em torno do guitarrista e vocalista Patricio Vera-Pinto, o Astralis surgiu em 1999, mas levaria um bom tempo para conseguir gravar o seu primeiro álbum, “Bienvenida al Interior”, que sairia somente em 2006 e contava com o baixo de Mauricio Arcís, a bateria de Segio Heredia e os teclados de Juan Pablo Gaete.

O álbum mostrava uma sonoridade com clara influência do neoprog da década de 80, dominado pelos temas e frases de guitarra dialogando com os teclados e acompanhados de letras cantadas em espanhol… uma decisão que pode ter prejudicado o alcance internacional do disco, mas que não o impediu de ter uma ótima repercussão no cenário do rock chileno.

E em 2009 o Astralis lançaria outro belo trabalho, o álbum “Voces del bosque”, que também foi muito bem recebido, apesar de não contar com a distribuição internacional do selo progressivo Musea, que havia beneficiado o disco de estreia do grupo… vamos conferir um pouco desses dois excelentes exemplos do prog. rock chileno…

Vocês ouviram o Astralis com “Bienvenida al interior”, “Noventa y nueve” e “Caminos internos”.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer o último trabalho lançado pelo Astralis, o álbum “Fantasia de invierno” de 2013…

Apesar de parecer ter se estabilizado como grupo depois de dois álbuns… e de se manter ativo no circuito progressivo chileno, o Astralis entrou em um hiato que duraria até 2013, quando apareceu com um novo trabalho, “Fantasia de invierno”, mais uma vez lançado no Chile pela Mylodon Records.

Mas, ao lado de Patricio Vera estava apenas o baixista Mauricio Arcís, com o restante do grupo sendo completado por músicos convidados, incluindo o segundo guitarrista Luis Álvarez… e, além disso, não se tratava de um álbum de novas composições, mas sim de uma reunião de material composto originalmente por Patrício entre 1989 e 1995, antes mesmo da criação do Astralis.

Ainda assim “Fantasia de invierno” é um trabalho consistente, com faixas que mostram um toque mais hard acompanhadas de composições mais elaboradas como a própria faixa título… e é um pouco desse derradeiro registro de estúdio do Astralis que nós selecionamos para essa segunda parte do Art Rock de hoje.

Com o Astralis vocês ouviram “La cancion es libre”, “Invocacion” e “Fantasia de invierno”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, que foi também quem cedeu o material para o programa de hoje … lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ASTRALIS

BG – BAJO EL DOMO DE CRISTAL

1. BIENVENIDA AL INTERIOR – 7:55

2. KINNARA – 10:11

3. CAMINOS INTERNOS – 5:59

BG – NOVENTA Y NUEVE

TOTAL – 25:40

ASTRALIS

BG – LA MARCHA DE LOS QUE VIENEN

4. LA CANCION ES LIBRE – 4:17

5. INVOCACION – 4:43

6. FANTASIA DE INVIERNO – 14:22

BG – ALGO TIENE QUE CAMBIAR

TOTAL: 23:22

TOTAL GERAL – 49:03

Ouça o Art Rock com Astralis que foi ao ar no dia 04/03/2017, clicando aqui.

Allman Brothers

Posted in Programas with tags on 01/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos lembrar um baterista cuja força foi uma das marcas de um grupo lendário… Butch Trucks dos Allman Brothers…

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Claude Hudson Trucks era de Jacksonville, na Flórida e, em 65, ele formou o grupo The Bitter Ind. Com dois colegas de faculdade, o baixista David Brown e o vocalista e guitarrista Scott Boyer… eles tocavam covers em festas e nightclubs e foi em um deles, o Club Martinique que eles conheceram Duane e Greg Allman, que na época batalhavam com os Allman Joys…

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Os Allmans deram umas dicas e o trio conseguiu um lugar tocando no clube Beachcomber, em Jacksonville… em 68, eles mudariam de nome para The 31st of February e lançariam um álbum pela Vanguard Records… mas ele foi totalmente ignorado… e, a essa altura, eles reencontraram Greg e Duane que haviam desmanchado seu segundo grupo, o Hour Glass…

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E a amizade com os Allmans, acabaria se cristalizando em 69 quando os irmãos convidaram Butch para entrar para o seu novo projeto… um grupo que misturaria o southern rock com jazz e blues, cheio de improvisações e longas partes instrumentais… nascia assim The Allman Brothers Band… confiram um pouco do começo desse grupo que fez história em todas as suas encarnações…

Com a Allman Brothers Band vocês ouviram “Don’t want you no more”, “It’s not my cross to bear”, “Whipping post”, “In memory of Elizabeth Reed” e “Trouble no more”…

A gente volta já.

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Nós continuamos com nossa homenagem ao grande batera Butch Trucks, que deixou o nosso plano da realidade em janeiro de 2017…

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Desde o começo, os Allman Bros. foram reconhecidos pelo grande talento de seus integrantes… e, além do diálogo entre o piano e vocais de Greg com as guitarras de Duane e de Dickey Betts, a outra grande marca do grupo estava na mágica combinação entre os dois bateristas: a tirada jazzística de Jaymoe Johanson e a força rítmica de Butch Trucks…

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Duane seria convidado para o projeto Derek and the Dominos de Eric Clapton, mas os duelos dos dois ficariam apenas no álbum “Layla and other assorted love songs”… ele voltaria para os Allman Bros. e o grupo lançaria o celebrado álbum ao vivo “At Filmore East” em 71… e este seria seu último trabalho, pois ele deixaria para trás o nosso mundo descolorido em um acidente de moto… o mesmo ocorrendo com o baixista Berry Oakley, praticamente no mesmo lugar e menos de um ano depois, em 72.

O grupo seguiria em frente, depois se separaria e se reuniria outras vezes… e Butch Trucks sempre estava lá… eles voltariam à velha forma com a entrada do guitarrista Warren Haynes e, a partir de 99, seu lugar seria ocupado por Derek Trucks, sobrinho de Butch… se separariam novamente em 2014 e Butch formaria outros grupos, sempre ativo… até decidir cruzar o limiar em 2017… vamos ouvir um pouco de “Hittin’ the note” de 2003, o último álbum de estúdio dos Allman Bros.

Com os Allman Bros. vocês ouviram “Desdemona”, “Who do believe” e “Instrumental Illness”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ALLMAN BROS

BG – MIDNIGHT RIDER

1. DON’T WANT YOU NO MORE – 2:26

2. IT’S NOT MY CROSS TO BEAR – 4:57

3. WHIPPING POST – 5:20

4. IN MEMORY OF ELIZABETH REED – 6:58

5. TROUBLE NO MORE – 3:47

BG – REVIVAL

TOTAL – 23:28

ALLMAN BROS

BG – HIGH COST OF LOW LIVING

6. DESDEMONA – 9:21

7. WHO DO BELIEVE – 5:38

8. INSTRUMENTAL ILLNESS – 12:17

BG – MAYDELL

TOTAL: 27:14

TOTAL GERAL – 50:42

Ouça o Art Rock com Allman Brothers que foi ao ar no dia 25/02/2017, clicando aqui.

Sylvan

Posted in Programas with tags on 01/03/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa o grupo alemão Sylvan… um tipo diferente de kraut rock…

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Normalmente esse termo se refere ao rock germânico que surgiu do fértil período do final dos anos 60 e começo dos 70, quando inúmeros grupos sofreram influências da psicodelia e dos seus descendentes: o progressivo e rock pesado… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos um grupo que mostra o outro lado do kraut rock com um grupo surgido ao final da década de 90.

A história do Sylvan começa com o Temporal Temptation, um grupo de hard rock fundado em Hamburgo por Kay e Volker Söhl em 1990… já existia uma pitada de progressivo no som e eles mudaram o nome ainda naquele ano para Chameleon, tentando vocalistas diferentes e também estilos de sonoridade enquanto preparavam material para o que eventualmente se cristalizaria no álbum “Deliverance”, de 99…

A essa altura o nome já havia mudado para Sylvan, uma expressão inglesa para tudo que se refere às florestas, derivada do latim Sylvanus, nome do Deus Romano das matas e dos campos… vamos conferir um pouco do começo de carreira desse grupo germânico que está mais para o neoprog do que para o kraut rock.

Vocês ouviram o Sylvan com “Unconsciously”, “Safe” e “Deliverance”…

A gente volta já.

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E nós vamos continuar trazendo o som do grupo alemão Sylvan, que se mantém em atividade, excursionando e lançando trabalhos frequentes.

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A formação havia se estabilizado desde a entrada do vocalista Marco Glühmann em 95, quando eles ainda usavam o nome Chameleon… e tomou forma definitiva na época do segundo álbum, “Encounters” do ano 2000, quando Sebastian Harnack assumiu o baixo… a partir de então o Sylvan começou a ganhar popularidade, com álbuns bem recebidos como “X-Rayed” de 2004 e “Posthmous Silence” de 2006.

Deixando de lado os álbuns conceituais, o trabalho seguinte, “Presets” seria o último com o guitarrista Kay Söhl, que sairia em 2007, substituído por Jan Petersen… mas, como ele já participava como músico convidado a algum tempo, a mudança de formação não causou uma ruptura no som do grupo.

Em 2013 seria a vez de Petersen deixar o Sylvan, que continuou como um quarteto para o álbum “Home” de 2015, outro trabalho conceitual, agora sobre o tema do reencontro com a memória como matriz da identidade… e é um pouco desse excelente álbum que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…
Com o Sylvan vocês ouviram “Shaped out of clouds”, “In Between”, “With the eyes of a child” e “Off her hands”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SYLVAN

BG – THOSE DEFIANT WAYS

1. UNCONSCIOUSLY – 10:04

2. SAFE – 4:13

3. DELIVERANCE – 10:25

BG – CHILDHOOD DREAMS

TOTAL – 24:42

SYLVAN

BG – BLACK AND WHITE

4. SHAPED OUT OF CLOUDS – 6:03

5. IN BETWEEN – 10:50

6. WITH THE EYES OF A CHILD – 4:19

7. OFF HER HANDS – 3:42

BG – ALL THESE YEARS

TOTAL: 24:54

TOTAL GERAL – 49:36

Ouça o Art Rock com David Sylvan que foi ao ar no dia 18/02/2017, clicando aqui.

David Matthews & Rick Wakeman

Posted in Programas with tags , on 17/02/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois trabalhos lançados no distante ano de 1977 e hoje quase esquecidos…

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Vamos começar por um músico pouco conhecido dos apreciadores de prog rock, que estava mais ligado ao jazz: o tecladista, produtor, arranjador e compositor David Matthews, que não deve ser confundido com seu homônimo, o guitarrista líder da Dave Matthews Band…

David Matthews havia trabalhado com James Brown antes de entrar para a CTI Records, um selo de jazz no qual ele acabaria se tornando um nome importante, colaborando para a criação do característico CTI Sound… mas nós selecionamos o seu álbum “Dune”, um trabalho mais espacial que ele compôs em 77 e que teve a infelicidade de tentar pegar carona do sucesso do primeiro filme de Star Wars…

A composição inspirada na obra clássica de Frank Herbert teria até sido muito bem recebida… mas a decisão da gravadora de fazer a capa imitando as letras amarelas sobre fundo estrelado de Star Wars não ajudou muito… e o pior foi que a CTI não pediu permissão para usar o nome “Dune”… eles acabaram sendo processados e foram forçados a tirar o disco das lojas… ele seria lançado em outros países, mas permaneceria uma daquelas raridades que você só escuta aqui no Art Rock…

Vocês ouviram David Matthews com a sua suíte “Dune”… primeiro foi “Arrakis” depois “Sandworms”, “Song of the Bene Gesserit” e “Muad’Dib”.

A gente volta já.

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Agora vamos trazer um trabalho de Rick Wakeman que só é lembrado pelos seus fãs mais antigos… o álbum “White Rock”.

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Esse lançamento de 77 foi composto como trilha sonora para o filme “White Rock”… na época, Wakeman era uma figura celebrada em todo o mundo, tanto pelo Yes como por sua carreira solo… e, como já havia lançado em 75 a trilha sonora para o filme “Liztomania”, ele foi convidado para compor os temas desse documentário sobre os Jogos de Inverno de Insbruck na Áustria, em 76.

O álbum ainda contava com a participação do Saint Paul’s Cathedral Choir e a bateria de Tony Fernandez, que já havia trabalhado com Rick no álbum “No Earthly Connection” e continuaria colaborando com ele a partir de então… infelizmente ele foi o primeiro de uma série de erros estratégicos, assim como “Criminal Record” que sairia ainda em 77…

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Ambos os álbuns ficaram em segundo plano diante do retorno de Wakeman para o Yes no genial “Going for the One”… e, além disso, o mercado musical estava mergulhado no furacão punk e na disco music e mesmo a boa repercussão e as ótimas vendas não seriam o suficiente para impressionar as gravadoras… tanto “White Rock” como “Criminal Record” não seriam discos muito reproduzidos… e é por isso que nós os selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…

Com Rick Wakeman vocês ouviram “White Rock”, “After the Ball”, “Ice Run”, “The Breathalyser” e “Judas Iscatiot”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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DAVID MATTHEWS

BG – SILENT RUNNING

1. DUNE

2. ARRAKIS – 5:58

3. SANDWORMS – 5:10

4. SONG OF THE BENE GESSERIT – 2:52

5. MUAD’DIB – 6:39

BG – PRINCESS LEIA’S THEME

TOTAL – 20:39

RICK WAKEMAN

BG – STATUE OF JUSTICE

2. WHITE ROCK – 3:13

3. AFTER THE BALL – 3:03

4. ICE RUN – 6:08

5. THE BREATHALYSER – 3:52

6. JUDAS ISCARIOT – 12:13

BG – MONTEZUMA’S REVENGE

TOTAL: 28:29

TOTAL GERAL – 49:08

Ouça o Art Rock com David Matthews &  Rick Wakeman que foi ao ar no dia 11/02/2017, clicando aqui.

John Wetton

Posted in Programas with tags on 09/02/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos homenagear John Wetton, que ascendeu ao Panteão em janeiro de 2017, deixando a nossa triste realidade para trás…

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É desnecessário apresentar essa figura a qualquer fã de rock progressivo, pois John Wetton foi elemento central de grupos essenciais como o grande King Crimson, o UK e o Asia… mas ele foi muito mais do que isso… e, para quem está por aqui há mais tempo, o nome desse baixista e vocalista era um encontro frequente nas mais variadas árvores genealógicas do rock…

Ele havia começado no grupo Mogul Trash… e a sua natureza errante, assim como seu grande talento, já o haviam levado a participar dos grupos Renaissance e Family antes de integrar uma das mais brilhantes e bem sucedidas formações do King Crimson… mas ele nunca ficaria parado, passando pelo Roxy Music, Uriah Heep, UK, Atoll e Wishbone Ash antes de formar o Asia em 81…

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Ele ainda tocaria com amigos como Fripp, Peter Banks, Brian Ferry, Phill Manzanera e muitos outros, também manteria uma carreira solo… e, depois de deixar o Asia, participaria do Phenomena, do Qango e formaria com Geoff Downes o grupo iCon… que nós selecionamos para essa primeira parte do programa de hoje…

Vocês ouviram “Overture: Paradox – Let me go”, “I stand alone”, “The die is cast” e “Raven” com o iCon… extraídas dos álbuns “iCon” de 2005, “Rubicon” de 2006 e “iCon 3” de 2009 que contou com a colaboração de Anne-Marie Helder do Karnataka e também da harpa de Andreas Vollenweider.

A gente volta já.

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Agora vamos trazer um pouco do álbum “Gravitas”, o último registro de estúdio do Asia, lançado em 2014.

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O retorno da formação original do Asia para o álbum “Phoenix” de 2008, representou uma evolução da parceria que John Wetton havia retomado com Geoff Downes para o projeto iCon… e, embora tanto ele como Steve Howe e Carl Palmer mantivessem outras atividades, a retomada do seu supergrupo dos anos 80 teve boa repercussão e gerou mais dois trabalhos de estúdio e várias tours.

Em 2013 Steve Howe acabou saindo para se concentrar no Yes e também em seus trabalhos solo, mas o Asia continuaria com a entrada de Sam Coulson, um jovem músico que publicava vídeos no youtube e tinha sido descoberto pelo guitarrista americano Paul Gilbert, participando da sua série de workshops “Great Guitar Escape” e depois sendo convidado para tocar junto do genial Walter Trout.

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A entrada de Coulson para o Asia acabou sendo um reforço para a energia do grupo… para 2017 eles tinham tinha planejado um ano movimentado, com novas tours para promover o lançamento do álbum duplo “Symfonia – Live In Bulgaria 2013″… mas Jown Wetton não chegaria a ver o seu lançamento em fevereiro e ele fica para outro programa… vamos fechar com faixas do álbum “Gravitas” de 2014.

Com o Asia, vocês ouviram “Gravitas”, “Russian dolls”, “Heaven help me now”, “I would die for you” e “Till we meet again”, todas do álbum “Gravitas” de 2014…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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iCon

BG –PLEASE CHANGE YOUR MIND

1. OVERTURE: PARADOX – LET ME GO – 6:28

2. I STAND ALONE – 6:09

3. THE DIE IS CAST – 6:17

4. RAVEN – 3:58

BG – GOD WALKS WITH US

TOTAL – 22:52

ASIA

BG – NYCTOPHOBIA

5. GRAVITAS – 8:00

6. RUSSIAN DOLLS – 5:06

7. HEAVEN HELP ME NOW – 5:39

8. I WOULD DIE FOR YOU – 3:11

9. TILL WE MEET AGAIN – 4:04

BG – THE CLOSER I GET TO YOU

TOTAL: 25:59

TOTAL GERAL – 48:51

Ouça o Art Rock com John Wetton que foi ao ar no dia 04/02/2017, clicando aqui.