Angra & Shaman

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 27/06/2019 by Art Rock

“Boa noite, o Art Rock de hoje vai trazer um pouco do talento de um grande vocalista do rock nacional, que sempre navegou entre o metal e a progressividade e que deixou a nossa realidade em junho de 2019, com apenas 47 anos de idade.

Estamos nos referindo a André Matos, paulista que começou no rock quando tinha 13 anos no grupo Viper, com quem se firmaria como um dos mais promissores vocalistas do rock pesado nacional, principalmente depois do álbum “Theatre of Fate” de 1989… que ganhou repercussão internacional, mas acabaria sendo seu último trabalho com eles por um longo tempo, pois suas influências clássicas o levaram a sair para completar seus estudos musicais, estudando composição e orquestração.

A partir de então André se dedicaria a um novo grupo, o Angra, que lançaria em 93 o álbum de estreia “Angels Cry”, onde mergulhavam em uma rica mistura de elementos em que o heavy metal, a música clássica e até elementos da musicalidade brasileira podiam se encontrar… e eles repetiriam a dose nos trabalhos seguintes: “Holy Land” de 96 e “Fireworks” de 98…

A essa altura André já tinha alcançado um grande destaque… mas ele deixaria o grupo no ano 2000 juntamente com o baixista Luis Mariutti e o baterista Ricardo Confessori… o Angra se reformularia e seguiria em frente com outra formação… só que isso vai ficar para outro programa, nessa primeira parte vamos trazer um pouco da primeira fase do grupo, quando André Matos ainda era seu vocalista e tecladista.

Vocês ouviram o Angra com “Carry On”, “Stand Away”, “Holy Land” e “The Shaman”.

A gente volta já…

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Nós vamos continuar lembrando a passagem pelo nosso plano da realidade do vocalista e tecladista André Matos, que seguiu viagem em junho de 2019.

A princípio Andre Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori chegaram a pensar em continuar usando o nome Angra, mas acabaram adotando Shaman por sugestão de Luis Mariutti, que se lembrou da faixa The Shaman, que André havia composto para o álbum “Holy Land”… e, para completar o time, eles chamaram o irmão de Luis, Hugo Mariutti para a guitarra.

Essa formação lançaria o álbum “Ritual” em 2002, que foi muito bem recebido tanto pela crítica como pelo público… eles seguiram em uma tour mundial que duraria mais de um ano, teria grande repercussão e renderia o CD/DVD ao vivo “Ritualive”… e em 2005 seria a vez de “Reason”, com o grupo adotando por um tempo a grafia Shaaman para evitar problemas legais… mas no fim veio a ruptura e André seguiria em frente, levando consigo os irmãos Mariutti para acompanha-lo em sua carreira solo.

O álbum “Time to be Free” sairia em 2007 e seria seguido de outros dois trabalhos solo muito bem recebidos… além disso André ainda se envolveu em projetos como o supergrupo Symphonia e voltou  a se reunir tanto com o Viper como com o Shaman… e a sua agenda estava como sempre lotada quando ele subitamente atravessou a barreira do hiperespaço e começou uma nova viagem em 8 de junho de 2019…

Com o Shaman vocês ouviram “For Tomorrow”, “Fairy Tale”, “Reason” e “Rogh Stone”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… mas nós vamos antes fechar com mais um momento da carreira de André Matos, a faixa “Living for the Night”, com o Viper, gravada ao vivo e extraída do álbum “To Live Again” de 2015… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ANGRA

BG – NEVER UNDERSTAND

1. CARRY ON – 5:03

2. STAND AWAY – 4:55

3. HOLY LAND – 6:26

4. THE SHAMAN – 5:23

BG – WUTHERING HEIGHTS

TOTAL – 21:47

SHAMAN

BG – RITUAL

5. FOR TOMORROW – 6:46

6. FAIRY TALE – 6:55

7. REASON – 4:41

8. ROUGH STONE – 4:58

BG – TIME WILL COME

9. VIPER – LIVING FOR THE NIGHT – 5:34

TOTAL: 28:20

TOTAL GERAL – 50:07

Ouça o Art Rock com Angra & Shaman que foi ao ar no dia 22/06/2019, clicando aqui.

Arc & Universe

Posted in Programas with tags , on 24/06/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com dois grupos que não tiveram uma longa carreira, desaparecendo depois de um único álbum lançado…

Vamos começar com o Arc, um grupo que surgiu a partir do Skip Bifferty, que chegou a lançar alguns singles e um álbum homônimo pela RCA em 68… na sua formação estavam presentes o guitarrista John Turnbull e o tecladista Mick Gallagher e eles acabaram resolvendo se reunir com outros músicos para produzir três faixas para o programa “Top Gear” da BBC Radio 1 de março de 1971…

O novo grupo se chamaria Arc e contava ainda com o baixista Tom Duffy e o baterista David Montgomery… e a sua apresentação na rádio chamou a atenção da Decca, levando ao lançamento, ainda em 71, do álbum “…at this” em que mostravam uma sonoridade coesa, onde se podia reconhecer claramente o talento e a experiência de seus integrantes… mas eles não chegariam a desenvolver sua própria identidade.

Seu antigo colega do Skip Bifferty, o vocalista Graham Bell, incentivou o grupo a mudar de direção, assumindo os vocais e também levado a uma mudança de nome… e ainda em 71 eles lançariam o álbum “Bell and Arc”, que seria prontamente ignorado… eles se separariam e seguiriam carreiras movimentadas em outros grupos e também nas bandas de apoio de grandes nomes do rock… mas vamos conferir um pouco do que poderiam ter sido, com o seu único registro… o álbum “…at This”…

Vocês ouviram o Arc com “Let Your Love Run Through”, “Great Lager Street”, “Hello, Hello, Monday”, “Perfectly Happy Man” e “You’re in the Garden”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grupo quase esquecido, que só seria realmente conhecido através dos catálogos de relançamentos em CD das gravadoras especializadas em raridades…

Estamos nos referindo a outro grupo britânico, o Universe, um dos muitos que tentaram se firmar no rico cenário do rock do começo dos anos 70… e seria também no ano de 1971 que eles tiveram a sua chance… e de uma forma muito incomum, pois eles não chegaram a conseguir um contrato com gravadora, na verdade registraram o seu som por um daqueles acidentes que parecem saídos de roteiro de cinema.

Como muitos outros grupos, o Universe sobrevivia na base de apresentações em lugares pequenos e fazendo curtas excursões para tocar no circuito underground do continente europeu… o dinheiro não era muito, mas a ideia era tentar divulgar o trabalho e quem sabe ser ouvido por alguém de algum selo especializado alemão ou escandinavo… e uma noite a sua camionete quebrou e eles se viram perdidos no meio da Noruega.

Sem ter onde dormir, eles pediram ajuda na casa de um senhor que, por coincidência, era o dono do pequeno selo norueguês Experience Records… e como não tinham dinheiro, os garotos pagaram a hospitalidade gravando uma série de faixas para o seu benfeitor… o álbum “Universe” seria lançado em apenas 200 cópias, muitas sem capa, e se tornaria uma das maiores raridades, quase uma lenda, para os colecionadores de bandas obscuras… e é um pouco dessa avis rara que vocês vão conferir nessa segunda parte do Art Rock de hoje…

Vocês ouviram com o Universe: “Twilight Winter”, “Cocaine”, “Universe” e “The Annexe”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ARC

BG –IT’S GONNA RAIN

1. LET YOUR LOVE RUN THROUGH – 4:58

2. GREAT LAGER STREET – 4:00

3. HELLO, HELLO, MONDAY – 7:16

4.  PERFECTLY HAPPY MAN – 6:01

5. YOU’RE IN THE GARDEN – 4:53

BG – AN EAR AGO

TOTAL – 27:06

UNIVERSE

BG – SHADOWS OF THE SUN

6. TWILIGHT WINTER – 6:35

7. COCAINE – 6:38

8. UNIVERSE – 3:28

9. THE ANNEXE – 6:13

BG – WAITING FOR THE SUMMER

TOTAL: 22:54

TOTAL GERAL – 50:00

Ouça o Art Rock com Arc & Universe que foi ao ar no dia 15/06/2019, clicando aqui.

It Bites

Posted in Programas with tags on 14/06/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos atender ao nosso grande amigo e super nerd Roberson Nunes, que nos contou recentemente sobre o fim anunciado de um dos decanos do neo-prog inglês, o grupo It Bites.

Já trouxemos no programa esse grupo da primeira geração do movimento neo-progressivo dos anos 80, mas como faz muito tempo, vamos lembrar que eles se reuniram na cidade de Egremont, em 82, e seus fundadores foram o baixista Dick Nolan, o baterista Bob Dalton, o guitarrista Francis Dunnery e o tecladista John Beck…

No começo, eles eram uma banda pop e tocavam covers de grupos new wave, mas essa fase semiprofissional não duraria muito tempo… depois de uma breve separação, eles voltariam a se reunir em 84, se mudaram para Londres e começaram a compor material próprio, acabando por conseguir um contrato com a Virgin Records e ter de cara um hit com a faixa “Calling All the Heroes”, do seu segundo compacto.

Animados, eles lançariam em 86 o álbum “The Big Lad in the Windmill” de 86… mas seria com o trabalho seguinte, “Once Around the World” de 88, que o grupo se voltaria para o rock progressivo, contando com a ajuda do grande Steve Hillage na produção… vamos conferir um pouco dessa fase do It Bites, quando ainda contavam com Francis Dunnery na guitarra e vocal…

Vocês ouviram o It Bites, com “You’ll Never Go to Heaven”, “Plastic Dreamer” e “Onnce Around the World”.

A gente volta já…

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Vamos continuar trazendo o It Bites, que desapontou os seus fãs em 2019 ao anunciar que estavam encerrando atividades depois de uma longa carreira que teve duas fases bem distintas…

Quando Francis Dunnery deixou o It Bites em 1990 o grupo seguiu em frente, mas eles só conseguiram lançar um álbum ao vivo antes de decidirem mudar de nome para tentar começar de novo… no fim isso não foi uma boa ideia e eles acabaram se separando e seguindo caminhos diferentes.

Só em 2003, eles voltaram a se encontrar em um show de Francis Dunnery e resolveram se reunir novamente, mas o guitarrista não seguiu em frente com os seus velhos companheiros, em vez disso, eles chamariam o guitarrista e vocalista John Mitchell para completar o time… essa nova fase renderia dois ótimos trabalhos: os álbuns “The Tall Ships” de 2008 e “Map of the Past” de 2012…

Embora o grupo continuasse a excursionar e lançar álbuns ao vivo, “Map of the Past” acabaria sendo o seu último registro de estúdio… era um álbum conceitual, explorando a passagem do tempo por meio das imagens congeladas em velhas fotos de um álbum de família… vamos conferir um pouco desse que seria o derradeiro trabalho do It Bites…

Vocês ouviram com o It Bites as faixas “Wallflower”, “Map of the Past”, “The Big Machine”, “Meadow and the Stream” e “Exit Song”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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IT BITES

BG – ROSE MARIE

1. YOU’LL NEVER GO TO HEAVEN – 7:13

2. PLASTIC DREAMER – 3:54

3. ONCE AROUND THE WORLD – 14:50

BG – BLACK DECEMBER

TOTAL – 25:57

IT BITES

BG – FLAG

4. WALLFLOWER – 4:51

5. MAP OF THE PAST – 4:37

6. THE BIG MACHINE – 5:18

7. MEADOW AND THE STREAM – 6:42

8. EXIT SONG – 1:43

BG – THE LAST ESCAPE

TOTAL: 23:11

TOTAL GERAL – 49:08

Ouça o Art Rock com It Bites que foi ao ar no dia 08/06/2019, clicando aqui.

REPRISE: Steve Howe

Posted in Programas with tags on 07/06/2019 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 01-06-2019, foi um reprise com o Steve Howe! Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Frumpy & Atlantis

Posted in Programas with tags , on 28/05/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa voltado para o krautrock, começando com o Frumpy, um dos grandes grupos alemães do começo dos anos 70…

Já trouxemos outras vezes o Frumpy aqui no Art Rock, mas sempre vale lembrar que ele surgiu em Hamburgo a partir do grupo folk The City Preachers, que havia sido criado pelo músico irlandês John O’Brien-Docker em 65… na época, era comum para músicos britânicos tentarem a sorte no continente, e a Alemanha era um dos países mais concorridos, pela força do cenário musical local.

Os City Preachers acabaram se separando em 68, mas Inga Rumpf, que era a vocalista do grupo, resolveu continuar usando o nome em seu próprio projeto, que chegou a contar com outra vocalista… nada menos que a genial Dagmar Krause (futura Slapp Happy e Henry Cow), com quem Inga gravaria o álbum “I.D. Company” em 70.

Em meio a essas idas e vindas, os City Preachers ressurgiriam em 1970 como Frumpy… e além de desmazelado, o nome ainda era um anagrama do sobrenome de Inga… e a formação incluía o tecladista francês Jean-Jacques Kravetz que dominou a sonoridade no primeiro álbum, visto que eles não tinham guitarrista, algo que só mudaria em 71 com a entrada de Rainer Baumann… vamos conferir um pouco dessa fase inicial com faixas de “All Will be Changed” de 70 e “Frumpy 2” de 71.

Vocês ouviram o Frumpy com “Life without pain”, “Morning”, “Barroque”, “Floating, part 2” e “How the Gypsy was Born”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar agora com um descendente direto do Frumpy, o Atlantis… que era praticamente o mesmo grupo, mas com outro nome.

Apesar do impacto que havia causado no cenário do prog alemão, o Frumpy começou a ter problemas no início de 72, com a saída de uma de suas forças criativas, o tecladista Jean-Jacques Kravetz… os demais integrantes seguiram em frente e terminaram de gravar o álbum “By the Way”, com o tecladista Erwin Kama… mas Kravetz resolveu voltar e aí foi a vez do guitarrista Rainer Baumann querer sair…

Eles fizeram um concerto de despedida, encerrando a primeira fase do Frumpy… mas, pouco depois, Inga, Jean-Jacques e o baixista Karl-Heinz Schott reapareceriam com o seu novo grupo, o Atlantis, que teria uma sonoridade mais direta e uma proposta mais abrangente, incluindo elementos de hard rock e pop e outras mudanças de direção musical até encerrar atividade em 76.

Considerada uma das grandes cantoras do rock alemão, tanto pela sua voz como pela intensidade de sua interpretação, Inga seguiria em frente com trabalhos solo e outros projetos… o Frumpy voltaria a se reunir no final dos anos 80 e lançaria mais dois álbuns de estúdio e um ao vivo… mas eles ficam para outro programa, hoje vamos fechar com um pouco dos dois primeiros álbuns do Atlantis.

Vocês ouviram “Big Brother”, “Maybe it’s Useless”, “Living at the End of Time” e “Fighter of Truth” com o Atlantis.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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FRUMPY

BG – INDIAN ROPE MAN

1. LIFE WITHOUT PAIN – 3:48

2. MORNING – 3:23

3. BARROQUE – 7:37

4. FLOATING, PART 2 – 1:24

5. HOW THE GYPSY WAS BORN – 8:50

BG – TIME MAKES WISE

TOTAL – 25:02

ATLANTIS

BG – LET’S GET ON THE ROAD AGAIN

6. BIG BROTHER – 5:08

7. MAYBE IT’S USELESS – 3:41

8. LIVING AT THE END OF TIME – 9:08

9. FIGHTER OF TRUTH – 6:18

BG – WORDS OF LOVE

TOTAL: 24:15

TOTAL GERAL – 49:17

Ouça o Art Rock com Frumpy & Atlantis que foi ao ar no dia 25/05/2019, clicando aqui.

Big Big Train

Posted in Programas on 23/05/2019 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje teremos o Big Big Train, um dos grandes grupos progressivos britânicos da geração dos anos 90, que continua em plena atividade e lançou em 2019 o álbum “Grand Tour”.

Fundado em 1990, o Big Big Train adotou o nome de um grupo punk onde o irmão do seu fundador, Greg Spawton, havia tocado nos anos 80… e eles chegaram a gravar dois álbuns demo, “From the River to the Sea” e “The Infant Hercules”, enquanto procuravam se estabelecer no cenário progressivo de Birmingham.

No começo o grupo era um duo formado por Greg Spawton na guitarra e Andy Poole no baixo… mas eles só começariam a gravar com a entrada do tecladista Ian Cooper, do baterista Steve Hughes e do vocalista Martin Read… e as demos ajudaram a consolidar a sonoridade do grupo, preparando o terreno para o álbum “Goodbye to the Age of Steam”, que sairia em 93.

O álbum teve ótima repercussão, mas o trabalho seguinte, “English Boy Wonders” de 97 foi praticamente ignorado, em meio a mudanças de formação e uma crise geral, mas Greg Spawton e Andy Poole conseguiram manter o grupo na ativa e eles voltariam a se firmar… confiram um pouco de dois belos exemplos dessa fase do Big Big Train, os excelentes álbuns “The Difference Machine” de 2007 e “The Underfall Yard” de 2009.

Vocês ouviram o Big Big Train com “Pick up if You’re There” e “Victorian Brickwork”.

A gente volta já…

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E agora vocês vão poder conferir um pouco do álbum “Grand Tour”, o lançamento de 2019 do Big Big Train…

Entre os convidados que participaram do álbum “The Difference Machine” estava o baterista Nick D’Virgilio do Spock’s Beard, e ele acabaria sendo convidado a integrar o Big Big Train juntamente com David Longdon, que assumiria os vocais, além de também se envolver com os outros instrumentos, como os demais membros do grupo.

Com a formação mais estabilizada eles lançariam o EP “Far Skies Deep Time” e, a partir de 2012, se concentrariam no ambicioso projeto “English Electric”… um álbum duplo que seria efetivamente lançado em duas partes e que ganharia em 2013 uma edição especial “English Electric: Full Power”, contendo o trabalho completo e mais uma série de faixas inéditas.

Mas, depois disso o grupo lançaria apenas dois novos EPs e trabalhos ao vivo… e, embora continuassem bem ativos no cenário progressivo, só em 2019 voltariam a anunciar um novo álbum, “Grand Tour”, cujo nome é inspirado no costume dos cavalheiros do séc. XVII e XVIII de viajar pelo mundo para expandir seus horizontes… e esse é o primeiro registro do Big Big Train sem o membro fundador Andy Poole, que foi substituído pelo tecladista Robin Armstrong…

Vocês ouviram “Roman Stone”, “Theodora in Green and Gold” e “Homesong” com o Big Big Train.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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BIG BIG TRAIN

BG – SALTWATER FALLING ON UNEVEN GROUND

1. PICK UP IF YOU’RE THERE – 13:35

2. VICTORIAN BRICKWORK – 12:31

BG – WINCHESTER DIVER

TOTAL – 26:06

BIG BIG TRAIN

BG – ALIVE

3. ROMAN STONE – 13:34

4. THEODORA IN GREEN AND GOLD – 5:38

5. HOMESONG – 5:13

BG – PANTHEON

TOTAL: 24:25

TOTAL GERAL – 50:31

Ouça o Art Rock com Big Big Train que foi ao ar no dia 18/05/2019, clicando aqui.

Eric Woolfson & Alan Parsons

Posted in Programas with tags , on 15/05/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer uma colaboração do nosso amigo e ouvinte fiel, o Almir Octávio, que nos forneceu o novo álbum de um engenheiro de som que se transformaria em um dos grandes nomes do rock inglês… Alan Parsons.

Mas primeiro vamos conhecer um pouco do trabalho solo do compositor, vocalista e tecladista Eric Woolfson… o músico escocês que, durante mais de 10 anos foi a outra metade do Alan Parsons Project… a força criativa por trás de álbuns clássicos como “I Robot”, “Pyramid”, “Eve” e “Eye in the Sky”.

Desde o primeiro álbum, “Tales of Mystery and Imagination” de 76, o grupo era na verdade uma colaboração entre Alan Parsons e Eric Woolfson… mas, para muitos, o nome dele ficava em segundo plano… no entanto, a verdadeira razão para ele buscar uma carreira solo foi o seu desejo de trabalhar com a criação de musicais ao estilo de Andrew Lloyd Webber.

O primeiro trabalho nesta direção, o álbum “Freudiana” de 1990, ainda era uma colaboração com o Alan Parsons Project… mas Eric Woolfson seguiria com outros projetos nessa linha, todos muito bem sucedidos em apresentações celebradas… até deixar o nosso plano da realidade em 2009… vamos conferir um pouco de seu álbum “Poe: More Tales of Mystery and Imagination” de 2003 e também do seu derradeiro trabalho: “The Alan Parsons Project That Never Was” de 2009.

Vocês ouviram Eric Woolfson com “Angel of the Odd”, “Wings of Eagles”, “The Pit and the Pendulum (Parts 1 to 3)”, “I can see Round Corners” e “Immortal”.

A gente volta já…

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E agora nós vamos trazer um pouco de “The Secret”, o álbum de 2019 de Alan Parsons…

Ainda no final dos anos 90 Alan Parsons passou a manter uma ligação mais direta com EMI, chegando a ser Vice-presidente da companhia por um tempo e depois continuando como consultor-executivo… e esses contatos o ajudariam a desenvolver muitos projetos

na sequência, como as suas celebradas tours “A Walk Down Abbey Road”, em que prestava homenagem aos Beatles, junto de uma banda de estrelas como Todd Rundgren, Mark Farmer, Ann Wilson, John Entwistle e Jack Bruce.

Em 2004 ele lançaria o álbum “A Valid Path”, mas depois entraria em um hiato criativo, se envolvendo em outros projetos como o DVD educacional “The Art and Science of Sound Recording”, lançado em 2010, e mantendo também o seu grupo para excursionar, o Alan Parsons Live Project…

O ano de 2019 já seria memorável para Alan Parsons pelo Grammy que ele ganhou pela edição de 35º. Aniversário do álbum “Eye in the Sky”… mas, além disso, ele surpreenderia os fãs com “The Secret”, que reúne velhos colaboradores e alguns amigos como Steve Hackett (do Genesis) e Lou Gramm (do Foreigner) entre outros… vamos conferir um pouco desse que é o seu primeiro registro de estúdio depois de 15 anos…

Vocês ouviram “The Sorcerer’s Apprentice”, “As Lights Fall”, “One Note Symphony”, “Soirée Fantastique” e “Requiem” com Alan Parsons.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao nosso amigo Almir Octávio pelo material que tocamos no 2º. Bloco do programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ERIC WOOLFSON

BG – SOMEWHERE IN THE AUDIENCE

1. ANGEL OF THE ODD – 2:37

2. WINGS OF EAGLES – 4:45

3. THE PIT AND THE PENDULUM PART 1 – 2:32

4. THE PIT AND THE PENDULUM PART 2 – 2:02

5. THE PIT AND THE PENDULUM PART 3 – 2:03

6. I CAN SEE ROUND CORNERS – 5:16

7. IMMORTAL – 6:02

BG – RUMOUR GOIN

TOTAL – 25:17

ALAN PARSONS

BG – FLY TO ME

8. THE SORCERER’S APPRENTICE – 5:45

9. AS LIGHTS FALL – 3:58

10. ONE NOTE SYMPHONY – 4:43

11. SOIREE FANTASTIQUE – 5:28

12. REQUIEM – 4:03

BG – YEARS OF GLORY

TOTAL: 23:57

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Eric Woolfson & Alan Parsons que foi ao ar no dia 11/05/2019, clicando aqui.