Styx & Hawkwind

Posted in Programas with tags , on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos dois trabalhos sugeridos pelo nosso amigo, ouvinte e colaborador frequente, o Almir Octávio… dois grupos veteranos que lançaram novos álbuns em 2017, depois de algum tempo de silêncio…

E vamos começar com o grande Styx, um dos grandes grupos dos anos 70/80, responsável por nada menos que quatro álbuns multi-platinados consecutivos… isso numa época em que vender vários milhões de discos não era tarefa fácil… e uma conquista que eles repetiram em 2005 com a coletânea “Greatest Hits (Volume 1)”, que conseguiu isso em plena era dos downloads e competindo com as gerações mais novas.

Mas a fase clássica do Styx foi no final dos anos 70… época dos álbuns “The Grand Illusion”, “Pieces of Eight”, “Cornerstone” e “Paradise Theatre”… e o seu som era uma mistura de um rock arena direto com elementos progressivos como barragens de teclados e álbuns conceituais… um estilo que não agradava os progheads mais puristas, mas que foi uma das estratégias de sobrevivência do rock americano, em meio à ascensão da disco music.

Depois de separações e retornos, o Styx seguiria sem o vocalista e tecladista Dennis DeYoung a partir do ano 2000… mas eles se manteriam em atividade, com tours frequentes, apesar do longo hiato depois do álbum “Big Bang Theory” de 2005… confiram um pouco do álbum “The Mission”, um trabalho conceitual sobre uma missão a Marte, em 2033… lançado em 2017.

Com o Styx vocês ouviram “Overture”, “Gone gone gone”, “Locomotive”, “Radio Silence”, “Ten thousand ways”, “Red Storm”, “All systems stable”, “Khedive” e “Mission to Mars”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro sobrevivente, dessa vez do outro lado do Atlântico… o genial Hawkwind.

Já trouxemos esse lendário decano do space rock inúmeras vezes no programa, e em 2016 eles haviam lançado mais um belo trabalho, o álbum “The Machine Stops”, inspirado no clássico conto do grande E.M. Forster, publicado originalmente em 1909… mas, se o título parecia preocupante para quem não conhecia a sua origem, o álbum de 2017, “Into the Woods” mostrou que a máquina do Hawkwind estava longe de parar…

Retomando o tema explorado em “The Machine Stops”, o Hawkwiind elabora o universo descrito por Forster, onde a humanidade presa no mundo dominado pela tecnologia entra em colapso, restando apenas os sobreviventes que vivem no mundo da superfície e não no subterrâneo até então controlado pela máquina universal.

Voltando para o mundo natural, “Into the Woods” é outra prova da indómita criatividade do grupo de Dave Brock, como sempre ignorando ditames comerciais e vivendo o seu sonho sem se submeter à quimera do sucesso… e o resultado são já quase cinco décadas de viagem ininterrupta… que deve continuar sem parada até chegar a hora de atravessarem a barreira do hiperespaço…

Vocês ouviram o Hawkwind com “Cottage in the Woods”, “The Woodpecker”, “Have you seen them”, “Ascent”, “Magic Scenes” e “Darkland”

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao nosso amigo Almir Octávio pelo material que tocamos no programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STYX

BG – TIME MAY BEND

1. OVERTURE – 1:23

2. GONE GONE GONE – 2:08

3. LOCOMOTIVE – 5:04

4. RADIO SILENCE – 4:18

5. TEN THOUSAND WAYS – 1:23

6. RED STORM – 6:04

7. ALL SYSTEMS STABLE – 0:18

8. KHEDIVE – 2:04

9. MISSION TO MARS – 2:43

BG – TROUBLE AT THE BIG SHOW

TOTAL – 25:25

HAWKWIND

BG – SPACE SHIP BLUES

10. COTTAGE IN THE WOODS – 3:52

11. THE WOODPECKER – 0:52

12. HAVE YOU SEEN THEM – 6:58

13. ASCENT – 3:41

14. MAGIC SCENES – 6:12

15. DARKLAND – 2:14

BG – MAGIC MUSHROOM

TOTAL: 23:49

TOTAL GERAL – 49:14

Ouça o Art Rock com Styx & Hawkwind que foi ao ar no dia 29/07/2017, clicando aqui.

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Gentle Giant

Posted in Programas with tags on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um gigante progressivo que nunca chegou a fazer muito sucesso, e nem voltou à atividade nos anos 90, mas continua a ser celebrado pelos bons prog heads… o Gentle Giant.

Originários da Escócia, os irmãos Derek, Ray e Phill Shulman haviam se mudado com a família para Portsmouth e, em meados dos anos 60, formaram um grupo de rythm & blues chamado The Howling Wolves… que, eventualmente, adotaria o nome Simon Dupree & The Big Sound, lançando alguns compactos e gradualmente mudando para uma sonoridade mais pop e psicodélica… e chegaram a ter um hit Top 10, o single “Kites”, em 67… logo seguido pelo álbum “Without Reservation”, ainda naquele ano.

Mas o som não agradava os irmãos e em 68 eles tentaram dar uma guinada com um compacto duplo, usando o pseudônimo The Moles e a estratégia do grupo misterioso… infelizmente o som mais complexo só serviu para que espalhassem o rumor de que era um trabalho dos Beatles disfarçados… frustrados, eles resolveram fundar um novo grupo, trazendo os multi-intrumentistas Gary Green e Kerry Minnear e o baterista Martin Smith para completar o time… nascia assim o Gentle Giant.

Desde o primeiro álbum, “Gentle Giant” de 70, o som do grupo buscava um caminho diferente, com as linhas melódicas complexas sendo complementadas pelos vocais e pelo ritmo imprevisíveis… e esse estilo só iria evoluir em álbuns como “Acquiring the Taste” de 71 e “Three Friends” de 72… mas nós já trouxemos esses belos trabalhos aqui no programa, por isso vamos começar com o último registro de Phill Shulman com o grupo, o genial “Octopus”, que saiu no final de 72 e “Power and the Glory” de 74.

Com o Gentle Giant vocês ouviram “The advent of Panurge”, “Racounter, troubadour”, “A cry for everyone”, “Aspiration” e “Cogs in cogs”

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o grande Gentle Giant, dos irmãos Derek, Ray e Phil Shulmann…

Na época da saída de Phil Shuman o Giant já havia também trocado duas vezes de baterista, se estabilizando com a entrada de John “Pugwash” Weathers em 72… e a determinação de continuar como um quinteto sem a presença do irmão mais velho resultou no excelente “In a Glass House” de 73, seguido por outro álbum conceitual, “Power and the Glory”, em 74…

A insistência da WWA Records em que eles fizessem um som mais comercial levou ao rompimento com a gravadora e entrada para Chrysalis, que começou bem, com o álbum “Free Hand” de 75… mas esse seria o último registro do Gentle Giant a ser bem recebido… a ascensão do punk rock na Inglaterra e o começo das críticas aos chamados “excessos” do progressivo, levaram Derek e Ray a tentar mudar o estilo para algo mais aceitável no mercado americano, mas nem a mudança para Los Angeles ajudou.

Depois de uma série de álbuns fracos, o Giant se separou em 1980… dos irmãos, só Ray Shulman continuaria a trabalhar com música, compondo para a TV, publicidade e até videogames… eles nunca voltariam a se reunir, apesar da pressão dos fãs… em 2004 Phil chegaria a participar de uma reunião com Kerry Minnear, John Weathers e Gary Green… para gravar algumas faixas para a box-set “Scrapping the Barrel”… mas elas ficam para outro programa, vamos fechar com mais um pouco da fase clássica do grupo.

Vocês ouviram o Gentle Giant com “Just the same”, “On reflection”, “Free Hand”, “Interview” e “Another Show”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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GENTLE GIANT

BG – NO GOD’S A MAN

1. THE ADVENT OF PANURGE – 4:42

2. RACOUNTER, TROUBADOUR – 4:04

3. A CRY FOR EVERYONE – 4:06

4. ASPIRATION – 4:41

5. COGS IN COGS – 4:27

BG – RIVER

TOTAL – 22:00

GENTLE GIANT

BG – MOBILE

6. JUST THE SAME – 5:33

7. ON REFLECTION – 5:41

8. FREE HAND – 6:16

9. INTERVIEW – 6:53

10. ANOTHER SHOW – 3:31

BG – TALYBONT

TOTAL: 27:54

TOTAL GERAL – 49:54

Ouça o Art Rock com Gentle Giant que foi ao ar no dia 22/07/2017, clicando aqui.

No-Man & Tim Bowness

Posted in Programas with tags , on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje o programa vai começar trazendo um dos muitos projetos do multi-instrumentista inglês Steven Wilson, do Porcupine Tree.

Apesar de ser mais conhecido por ser membro fundador, vocalista, guitarrista e principal compositor do Porcupine Tree, Steven Wilson na época levava adiante outro projeto, que surgira em 86 e havia sido batizado de No Man Is An Island (Except The Isle Of Man)… um grupo que se consolidaria com a entrada de Tim Bowness em 87 e que acabaria lançando em 89 seu primeiro compacto, “The Girl from Missouri”, antes mesmo do Porcupine Tree tomar forma definitiva…

Em 1990 eles encurtariam o nome para No-Man e em 92 lançariam o EP “Lovesights – Na Enterteinment”, seguido em 93 pelo álbum “Loveblows & Lovecries – A Confession”… a proposta sonora original do grupo estava mais voltada para o pop, mas elementos minimalistas, jazzísticos e até de ambient music começaram a se fazer presentes… e o grupo começou a se tornar mais progressivo, incluindo a presença de convidados como o próprio Robert Fripp, Pat Mastellotto e Theo Travis entre outros.

O No-Man não encerraria atividades, apesar de entrar em um hiato de álbuns de estúdio a partir de 2008… e é um pouco daquele trabalho que nós selecionamos para essa primeira parte do Art Rock de hoje… confiram o excelente “Schoolyard Ghosts”, que contou com a London Session Orchestra, sob a regência do grande Dave Stewart (ex-Egg, Khan e Hattfield & the North).

Vocês ouviram “All Sweet Things”, “Pidgeon Drummer”, “Wherever there is Light” e “Song of the Surf” com o No-Man…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um trabalho solo da carreira de Tim Bowness, a outra metade do grupo No-Man…

A partir do ano 2000 Tim Bowness passou a integrar o grupo Henry Fool, como guitarrista e vocalista… mas, a partir de 2006, ele também formaria a dupla Memories of Machines com o multi-instrumentista italiano Giancarlo Erra… e enquanto isso, ele começaria a sua carreira solo em 2004 com o álbum “My Hotel Years”, que contava com a colaboração do grande Hugh Hopper do Soft Machine e também de Roger Eno.

Como é comum dos músicos da sua geração, Tim Bowness mantém um ritimo de constantes colaborações e participações nos mais variados projetos, e seus discos solos seriam lançamentos esporádicos… “Abandoned Dancehall Dreams” só sairia em 2014, seguido de “Stupid Things that Mean the World” em 2015 e “Lost in the Ghost Light” em 2017.

Um trabalho conceitual, “Lost in the Ghost Light” explora o tema do músico veterano em meio à solidão compartilhada dos anos da maturidade, em que o ímpeto da juventude dá lugar à angustiada complacência ou à melancólica resistência… vamos conferir um pouco desse belo trabalho que conta com as presenças de Ian Anderson do Jethro Tull e de Kit Watkins (ex-Camel e Happy the Man).

Vocês ouviram Tim Bowness com “Worlds of Yesterday”, “Kill the pain that’s killing you”, “Nowhere good to go”, “You’ll be the silence” e “Distance Summers”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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NO-MAN

BG – BEAUTIFUL SONGS YOU SHOULD KNOW

1. ALL SWEET THINGS – 6:47

2. PIGEON DRUMMER – 6:18

3. WHEREVER THERE IS LIGHT – 4:21

4. SONG OF THE SURF – 6:12

BG – MIXTAPE

TOTAL – 23:38

TIM BOWNESS

BG – MOONSHOT MANCHILD

5. WORLDS OF YESTERDAY – 5:41

6. KILL THE PAIN THAT’S KILLING YOU – 6:27

7. NOWHERE GOOD TO GO – 5:24

8. YOU’LL BE THE SILENCE – 4:47

9. DISTANCE SUMMERS – 4:25

BG – YOU WANTED TO BE SEEN

TOTAL: 22:24

TOTAL GERAL – 49:33

Ouça o Art Rock com No-Man & Tim Bowness que foi ao ar no dia 01/07/2017, clicando aqui.

REPRISE: Golden Earring

Posted in Programas with tags on 14/08/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 15-07-2017, foi um reprise com o Golden EarringConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

 

 

Seventh Key & Kansas

Posted in Programas with tags , on 14/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos começar trazendo um filhote temporão do Kansas, o grupo Seventh Key do baixista e vocalista Billy Greer.

A história do Seventh Key começa com o Streets, grupo que foi formado pelo tecladista e vocalista Steve Walsh depois que ele deixou o Kansas em 81… na época ele chamou o guitarrista Mike Slamer e o baixista Billy Greer… e eles gravariam dois álbuns antes de se separarem devido à volta de Walsh para o Kansas, que havia abandonado a fracassada tentativa de rock-cristão com a saída do guitarrista Kerry Livgren e do baixista Dave Hope.

Para reformar o grupo, Walsh chamou Steve Morse para a guitarra e Billy Greer para o baixo… e desde então eles continuariam com o Kansas, mas sem deixar de lado outros projetos paralelos… entre eles o grupo Seventh Key, que Billy Greer formou em 2001, chamando para a guitarra Mike Slamer, o seu velho colega do Streets.

Com uma sonoridade fortemente influenciada pelo Kansas, o Seventh Key lançaria quatro álbuns, o último dos quais foi “I Will Survive” de 2013… e nós selecionamos um pouco dessa curta discografia para trazer aqui nessa primeira parte do programa de hoje…

Vocês ouviram “No Man’s Land”, “An Ocean Away”, “The Raging Fire” e “Sea of Dreams” com o Seventh Key.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer um pouco do primeiro álbum do Kansas depois da saída de Steve Walsh em 2014…

Apesar de excelentes álbuns durante os anos 90 e além, o Kansas se manteria em segundo plano no cenário do rock americano e, em 2014 Steve Walsh anunciou que estava se aposentando… para o seu lugar o grupo chamaria Ronnie Plat (ex-Shooting Star) e seguiria em frente, lançando em 2015 o documentário “Miracles out of Nowhere”.

Em 2016 o grupo lançaria o álbum “The Prellude Implicit”, o primeiro registro de estúdio do grupo em mais de 15 anos, e que foi muito bem recebido pela crítica e pelos fãs, que ainda estavam divididos pela saída de Steve Walsh e incertos quanto ao futuro do grupo.

Em 2017 eles iniciaram uma tour comemorativa dos 40 anos do megaplatinado álbum “Left Overture” e, embora tenham cancelado as datas na Europa devido aos alertas de segurança do paranoico governo norte-americano, não dão mostras de que vão se aposentar como fez Steve Walsh… vamos conferir um pouco desse trabalho recente do Kansas.

Vocês ouviram o Kansas com “The Voyage of Eight Eighteen”, “Summer”, “Crowded Isolation”, “Section 60” e, por ultimo, uma versão para a música tradicional “Oh Shenandoah”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SEVENTH KEY

BG – SURRENDER

1. NO MAN’S LAND – 3:54

2. AN OCEAN AWAY – 4:30

3. THE RAGING FIRE – 6:00

4. I WILL SURVIVE – 5:59

5. SEA OF DREAMS – 3:55

BG – HOME

TOTAL – 24:18

KANSAS

BG – REFUGEE

6. THE VOYAGE OF EIGHT EIGHTEEN – 8:19

7. SUMMER – 4:07

8. CROWDED ISOLATION – 6:11

9. SECTION 60 – 4: 29

10. OH SHENANDOAH – 3:39

BG – RHYTHM IN THE SPIRIT

TOTAL: 26:35

TOTAL GERAL – 50:52

Ouça o Art Rock com Seventh Key & Kansas que foi ao ar no dia 08/07/2017, clicando aqui.

Star One

Posted in Programas with tags on 29/06/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos fazer uma passagem pelo lado mais pesado do progressivo, com um dos projetos do prolífico multi-instrumentista sueco Arjen Lucassen… o Star One.

Já trouxemos esse grupo a muito tempo no programa, na época do seu primeiro álbum, em 2002… mas, como faz muito tempo, não custa lembrar um pouco da história de mais esse projeto bem sucedido de Arjen Lucassen, que já era considerado uma das estrelas em ascensão do prog. europeu, depois dos celebrados álbuns do seu grupo, o Ayreon.

Em 2001, Lucassem havia desenvolvido um projeto com a vocalista Astrid van der Veen: o Ambeon, mas a sonoridade era bem diferente, menos épica e pesada, do que seus trabalhos anteriores… por isso, em sua próxima investida, ele resolveu voltar para um som mais dominado pelas guitarras, que conservasse o aspecto conceitual, mas sem mergulhar na complexidade das óperas-rock do Ayreon… surgia assim o Star One.

O nome era uma homenagem à lendária série de ficção científica britânica “Blake’s 7”, e o grupo reunia vocalistas convidados dos grupos Symphony X, Threshold, After Forever e do próprio Ayeron… o resultado foi “Space Metal”, uma viagem por temas de ficção interligados por uma narrativa comum, mas fruto de muitas influências diferentes… confiram um pouco desse belo trabalho do heavy progressivo.

Vocês ouviram o Star One com “Lift Off”, “The Eye of Ra”, “Starchild”, “Inseparable Enemies” e, para fechar, uma versão para a clássica “Space Oddity” de Bowie…

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer mais um pouco do Star One… agora com o seu segundo álbum: “Victims of the Modern Age” de 2010.

O primeiro trabalho era para ser uma investida isolada e não o surgimento de um novo grupo… e, na verdade, era isso mesmo… mas, em 2009 Arjen Lucassen desenvolveu outro projeto paralelo em que deixava de lado o peso e as suas pirotecnias habituais: o Guilt Machine… e, logo depois, ele resolveu que era a oportunidade de voltar para o heavy prog com outro trabalho do Star One.

O álbum “Victims of the Mordern Age” sairia em 2010 e contava com o mesmo time de vocalistas Russell Allen, Damian Wilson, Floor Jansen e Dan Swanö… e mais Mike Andersson, Rodney Blaze , Joost van den Broek e nada menos que Tony Martin (ex-Black Sabbath) para completar.

Como da primeira vez, o resultado é um panorama sci-fi inspirado em muitas fontes diferentes, mas dessa vez o ambiente não é o espaço e sim o distópico parorama do nosso desolado planeta Terra, que já nos conferiu promessas de futuros radiantes, apenas para nos desapontar com a monótona melancolia da eterna decadência…

Vocês ouviram “Down the Rabbit Hole”, “Victim of the Modern Age”, “Cassandra Complex”, “Lastday” e, por ultimo “Knife Edge”, uma cover do grande Emerson, Lake & Palmer.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STAR ONE

BG – HAWKWIND MEDLEY

1. LIFT OFF – 1:14

2. THE EYE OF RA – 7:35

3. STARCHILD – 9:05

4. INSEPARABLE ENEMIES – 4:15

5. SPACE ODDITY – 5:00

BG – MASTER OF DARKNESS

TOTAL – 27:09

STAR ONE

BG – IT’S ALIVE, SHE’S ALIVE, WE’RE ALIVE

6. DOWN THE RABBIT HOLE – 1:21

7. VICTIM OF THE MODERN AGE – 6:27

8. CASSANDRA COMPLEX – 5:24

9. LASTDAY – 4:47

10. KNIFE EDGE – 4:25

BG – CLOSER TO THE STARS

TOTAL: 22:24

TOTAL GERAL – 49:33

Ouça o Art Rock com Star One que foi ao ar no dia 24/06/2017, clicando aqui.

Magenta

Posted in Programas with tags on 21/06/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos atender no programa outra sugestão do nosso ouvinte João Cucci Neto, que pediu um especial com um grupo que renderia muitos programas… o Magenta.

Fundado no País de Gales em 2001, o Magenta surgiu de parceria que já tinha algum tempo, entre o tecladista Rob Reed e a vocalista Christina Murphy… Rob já era conhecido pelo seu grupo Cyan, que ele havia formado originalmente nos anos 80 e que acabaria ressurgindo e ganhando bastante repercussão na década de 90… e Christina já aparecia nos vocais de apoio em álbuns como “Pictures From The Other Side” de 94.

E em 99 Rob e Christina (que mais tarde adotaria o sobrenome Booth) iniciariam um projeto paralelo, o grupo Trippa… mas a sonoridade mais voltada para o pop rock não era exatamente o que Rob Reed pretendia e ele começou a trabalhar em um outro projeto: um álbum conceitual duplo… era para ser um trabalho isolado, com músicos de estúdio, mas foi crescendo e logo já era um novo grupo, o Magenta.

O álbum “Revolutions” saiu em 2001 e teve um grande impacto no cenário progressivo britânico… considerado uma das revelações do ano, o grupo ganharia ainda mais destaque com os álbuns “Seven” de 2004 e “Home” de 2006, além de EPs e um duplo ao vivo seguido por um DVD… vamos conferir esse vibrante começo de carreira do Magenta…

Vocês ouviram o Magenta com a suite “The Children of the Sun” e “Demons”, extraídas dos álbuns “Revolutions” de 2001 e “Home” de 2006.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do grande grupo progressivo galês Magenta, de Rob Reed e Christina Booth…

O álbum “Metamorphosis” de 2008, tinha uma sonoridade mais densa e seria seguido por um hiato de quatro anos em que o grupo lançaria uma coletânea de raridades, material ao vivo e também relançamentos de seus primeiros trabalhos em versões instrumentais ou remixadas… e também haveria algumas mudanças de formação, embora o núcleo criativo continuasse o mesmo.

Em 2010 tanto Christina Booth como Chris Fry lançaram trabalhos solo… mas pouco tempo depois saía “Chameleon”, que mantinha o estilo mais hard edge do álbum anterior mas mostrava que o Magenta não tinha encerrado atividades… e isso foi confirmado com “The Twenty Seven Club” de 2013… outro álbum com faixas mais curtas, sem a ênfase para as longas composições de seus primeiros trabalhos.

No entanto, essa direção parece ter mudado em seu trabalho de 2017, o álbum “We are Legend”, que mostra o Magenta reconciliado com o paradigma progressivo propriamente dito, trazendo apenas três longas suites e já na capa (e no título) presta homenagem ao clássico de Richard Matheson: “I am Legend” de 1954, que já rendeu três filmes, só o primeiro dos quais, “The Last Man on Earth” de 64, foi fiel à ideia original… confiram um pouco desse álbum e também de “Chameleon” de 2011.

Vocês ouviram o Magenta com “Raw”, “The Beginning of the End”, “Trojan” e “Legend”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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MAGENTA

BG – THE JOURNEY

1. THE CHILDREN OF THE SUN (SUITE) – 19:18

2. DEMONS – 5:15

BG –THE VISIONARY

TOTAL – 24:33

MAGENTA

BG – GLITTERBALL

3. RAW – 4:16

4. THE BEGINNING OF THE END – 4:41

5. TROJAN (SINGLE EDIT) – 5:42

6. LEGEND – 11:33

BG – LOOK AROUND

TOTAL: 26:12

TOTAL GERAL – 50:45

Ouça o Art Rock com Magenta que foi ao ar no dia 17/06/2017, clicando aqui.