Stick Men

Posted in Programas with tags on 04/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, o programa de hoje vamos trazer uma colaboração do nosso companheiro Rubens Silvio, que nos conseguiu um material imperdível de um grupo que os nossos ouvintes já conhecem muito bem, os Stick Men de Pat Mastelotto, Markus Reuter & Tony Levin…

Como trouxemos recentemente no programa esse trio pertencente à nobre família crimsoniana, acho que podemos dispensar as apresentações… basta lembrar que ele surgiu em 2007 a partir de um álbum solo do grande baixista Tony Levin, em que ele mergulhava nas suas alugações com a natureza polimórfica do chapman stick…

Esse instrumento singular foi uma criação do músico de jazz Emmett Chapman, para usar com o seu método de “mãos livres” (free hands) em que a manipulação é feita com os dedos de ambas as mãos por meio da técnica de tapping… diretamente no braço e não no corpo da guitarra.

Chappman começou em 69 a evoluir o conceito, desenvolvendo uma guitarra de nove cordas que chamou de “freedom guitar”… mas em 74 ele apresentou para o público o primeiro Stick, que foi logo abraçado por feras como Alphonso Johnson do grupo Weather Report… e também por um então jovem baixista chamado Tony Levin que se tornaria um grande entusiasta e, anos mais tarde, criaria o trio Stick Men só para explorar as muitas viagens possíveis com essa ferramenta sonora…

Vocês ouviram “Hide in the Trees”, “Larks tongues in aspic – part two”, que é a segunda parte do tema crimsoniano do nosso programa… e, para fechar, “Red” outra clássica do King Crimson Club ” com os Stick Men & David Cross, ao vivo no Carioca Club em São Paulo!

A gente volta já…

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E nós vamos continuar com o grupo Stick Men, trazendo mais um pouco da memorável apresentação deles com David Cross, no Carioca Club em São Paulo, em 24 de agosto de 2018.

O show foi registrado nesse bootleg que vocês estão conferindo aqui no Art Rock… foi a primeira apresentação da tour sul americana do grupo, na qual eles teriam a companhia do genial violinista David Cross… outro representante da família do King Crimson.

O show no Club Carioca de São Paulo teve uma atmosfera bem contemporânea, pois o visual mais hard edge do ambiente era bem diferente da sóbria e adornada e quase duas vezes centenária sala do Teatro Municipal São Caetano de Niteroi, onde acabou sendo realizado o segundo concerto da excursão, que originalmente era para ser no Rio de Janeiro.

A presença de David Cross contribuiu para tornar ainda mais crimsoniano o som do grupo… e essa não foi a primeira vez que o violinista participou dos Stick Men, que já tinha realizado uma tour anterior com ele, registrada no álbum “Midori”, gravado ao vivo em Tokyo e disponível apenas em formato digital… felizmente, essa nova colaboração memorável foi também registrada, dessa vez como um bootleg, que graças ao nosso amigo Rubens Sílvio, estamos trazendo aqui para os ouvintes do Art Rock!

Vocês ouviram “Mantra”, “Prog Noir” e “Open” com os Stick Men.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STICK MEN

BG – CUSP

1. HIDE IN THE TREES – 6:45

2. LARKS’TONGUES IN ASPIC – PART TWO – 6:18

3. RED – 6:20

BG – SWIMMING IN TEA

TOTAL: 24:43

STICK MEN

BG – SCHATTENHAFT

1. MANTRA 5:25

2. PROG NOIR – 6:15

3. OPEN – 13:20

BG – SHADES OF STARLESS

TOTAL: 25:00

TOTAL GERAL – 49:43

Ouça o Art Rock com Stick Men que foi ao ar no dia 01/09/2018, clicando aqui.

Emerald Dawn & Evership

Posted in Programas with tags , on 04/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois grupos recentes que mostram que o paradigma progressivo está longe de ter sido superado… e vamos começar com os escoceses do Emerald Dawn.

O grupo foi formado em Edinburgo, e era originalmente uma dupla de multi-instrumentistas… Tree Stewart nos teclados, flauta, guitarra, percussão e vocais e Ally Carter nas guitarras, sintetizadores, sax, teclados e vocais… mas, quando decidiram se mudar para a Inglaterra e se fixar na região de Cornwall, eles acabaram acrescentando o baterista Tom Jackson… e foi com essa formação que gravaram o primeiro álbum “Search for the Lost Key”, lançado de forma limitada em 2014.

O álbum já mostrava as influências do Pink Floyd, Camel, Steve Hackett, e também de grupos da geração neoprogressiva dos anos 80… e eles continuariam a desenvolver a sua proposta acrescentando o baixista Jayjay Quick para a gravação do seu segundo álbum, “Visions”, que sairia em 2017 pela World’s End Records e já os mostrava dando um passo adiante com a ambiciosa faixa “Music Noire”, de mais de 20 minutos!

Na formação mais recente do Emerald Dawn o baixo foi assumido por David Greenaway… e o grupo continua se esforçando para encontrar o seu caminho no cenário do prog rock britânico contemporâneo… vamos conferir um pouco dos seus dois registros de estúdio, “Search for the Lost Key” e “Visions”…

Vocês ouviram “In search of the lost key”, “A vision left unseen” e “Waves”, com o Emerald Dawn…

A gente volta já…

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Nessa segunda parte do programa vamos conferir o som de um grupo progressivo nascido em Nashville, Tennessee, a capital da country music.

Estamos nos referindo ao Evership, uma criação do produtor e multi-instrumentista Shane Atkinson, um veterano que havia tocado em várias bandas nos anos 80 e 90 e que também trabalhava como compositor para temas de comerciais, trilhas de cinema e teatro… além disso, ele chegou a gravar dois álbuns com o grupo de rock alternativo Curious Fools, acabando por se desapontar e deixar de lado a música por um tempo.

Mas ele nunca deixou de compor… e, em 2005, resolveu começar aos poucos um novo projeto que evoluiria para se transformar no Evership… só que levaria um bom tempo… ele passaria anos selecionando as faixas para o que seria o primeiro álbum, começando a gravação das demos em 2009 e reunindo músicos para o empreendimento… na verdade, as gravações demorariam para começar e as formações do grupo também iriam mudando enquanto isso.

Em meio às mudanças, algumas posições centrais se firmaram, com Beau West nos vocais, Jaymi Millard no baixo e Rob Higginbotham na guitarra… Shane Atkinson cuidaria dos teclados e bateria e o seu irmão James assumiria a outra guitarra… mas, apesar de todas as dificuldades o projeto finalmente foi bem sucedido com o lançamento em 2016 do álbum “Evership”, que foi um dos dez álbuns do ano do site ProgArchives…

Com o Evership vocês ouviram “Silver Light” e “Flying Machine”.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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EMERALD DAWN

BG – BEYOND THE WALL

1. IN SEARCH OF THE LOST KEY – 11:06

2. A VISION LEFT UNSEEN – 7:00

3. WAVES – 8:38

BG – BURIDAN’S LAMENT

TOTAL: 26:44

EVERSHIP

BG – EVERMORE

4. SILVER LIGHT – 9:26

5. FLYING MACHINE – 13:44

BG – ULTIMA THULE

TOTAL: 22:10

TOTAL GERAL – 49:54

Ouça o Art Rock com Emerald Dawn & Evership que foi ao ar no dia 18/08/2018, clicando aqui.

Neil Young

Posted in Programas with tags on 17/08/2018 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer trabalhos solo recentes de uma figura lendária do rock dos anos 60/70 que continuou em plena atividade depois de passar do meio século de carreira…

Estamos nos referindo ao grande Neil Young, que nunca deixamos de celebrar no nosso programa, pois é um dos nomes essenciais da história do rock… dono de uma carreira que atravessou as décadas, sempre mantendo a sua pertinência, tanto em suas investidas com os amigos no Buffalo Springfield ou no Crosby, Stills, Nash & Young… como em seus inúmeros trabalhos solo… e, é claro, em seu ativismo político.

Nessa primeira parte vamos trazer um pouco do álbum de 2017, “The Visitor”, a segunda colaboração com o grupo norte americano Promise of the Real… um belo trabalho que começava anunciando que a América já era grande… uma crítica nada velada ao lamentável reality show em que Donald Trump estava mergulhando os Estados Unidos já a partir do seu lema de “fazer a América grande novamente”.

Sem paciência para os slogans publicitários convertidos em plataforma pseudo-política, o velho Neil não perdeu a oportunidade para passar o seu recado… o álbum foi o seu segundo lançamento em 2017, mas o outro, “Hitchhiker”, era parte da série archives e reunia material gravado em 1976… vamos abrir o programa de hoje conferindo um pouco de “The Visitor”…

Com Neil Young and Promise of the Real vocês ouviram “Already Great”, “Almost Always”, “Change of Heart” e “Forever”…

A gente volta já…

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E agora vamos conferir mais uma investida cinematográfica de Neil Young, através da trilha sonora para o filme “Paradox”, uma produção dele com a sua companheira a atriz e diretora Daryl Hannah.

Lançado em 2018, “Paradox” é mais um dos devaneios visuais de Neil Young, uma produção com visual de western e direção de Daryl Hannah em que a narrativa é construída por imagens associadas a sequências desconexas que intercalam as músicas sem chegar a constituir um enredo propriamente dito…

Nessa viagem Neil Young retoma o ritmo truncado das partes mais nonsense de filmes western psicodélicos como o clássico “Zachariah” de 1971… para acompanhá-lo ele conta novamente com o grupo Promise of the Real e, dessa vez, o vocalista e guitarrista Lucas Nelson ganha mais destaque, acrescentando uma versão para “Angel flying too close to the ground”, do seu pai, Willie Nelson.

“Paradox” foi disponibilizado pelo Netflix… e a sua trilha sonora inclui partes instrumentais e também versões e passagens de outros trabalhos de Neil Young, quase como uma colagem de auto citações que os seus velhos fãs vão reconhecer… é mais uma demonstração da natureza incansável desse músico singular, sempre pronto para nos tocar…

Vocês ouviram “Many Moons ago in the Future”, “Show Me”, “Hey”, “Paradox Passage 2”, “Peace Trail” e “Cowgirl Jam” com Neil Young and Promise of the Real.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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NEIL YOUNG AND PROMISE OF THE REAL

BG – CHILDREN OF DESTINY

1. ALREADY GREAT – 5:48

2. ALMOST ALWAYS – 4:51

3. CHANGE OF HEART – 5:54

4. FOREVER – 10:33

BG – FLY BY NIGHT DEAL

TOTAL: 27:05

NEIL YOUNG AND PROMISE OF THE REAL

BG – POCAHONTAS

1. MANY MOONS AGO IN THE FUTURE – 0:30

2. SHOW ME – 1:46

3. HEY – 3:18

4. PARADOX PASSAGE 2 – 1:23

5. PEACE TRAIL – 5:06

6. COWGIRL JAM – 10:37

BG – TUMBLEWEED

TOTAL: 22:40

TOTAL GERAL – 49:45

Ouça o Art Rock com Neil Young que foi ao ar no dia 11/08/2018, clicando aqui.

REPRISE: Cluster & Cluster and Brian Eno

Posted in Programas with tags , on 09/08/2018 by Art Rock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 04-08-2018, foi um reprise com o Cluster & Cluster and Brian EnoConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

 

 

 

Steve Hackett & Virgil and Steve Howe

Posted in Programas with tags , , on 03/08/2018 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje teremos dois dos mais importantes guitarristas da geração fundadora do progressivo…

Vamos começar com o grande Steve Hackett… um nome que é não precisa ser apresentado a nenhum fã de prog rock, pois é não apenas conhecido como querido e respeitado por todos… desde os tempos em que era uma das forças dominantes do Genesis até à sua carreira solo, que continuou prolífica e inabalável pelas décadas à fora… e sem dar sinais de fadiga.

Sempre trazemos os trabalhos de Steve Hackett no nosso programa… e, para hoje, nós selecionamos um pouco do seu álbum de 2011, “Beyond the Shrouded Horizon”, que ele mesmo descrevia como uma odisseia por mares terrestres e celestes, das praias rochosas da Escócia aos Anéis de Saturno…

Para essa viagem Steve contou com a colaboração do irmão John Hackett nas flautas, de Chris Squire no baixo, Steve Howe na guitarra, Simon Phillips na bateria, Roger King nos teclados e muitos outros… o álbum recebeu uma edição especial na época do seu lançamento e é um pouco dessa versão dupla que nós selecionamos para começar o Art Rock de hoje…

Vocês ouviram “Loch Lomond”, “Til These Eyes”, “Turn This Island Earth” e “Eruption: Tommy” com Steve Hackett.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro guitarrista com uma obra essencial, tanto em seus vários grupos como na carreira solo…

Estamos nos referindo ao genial Steve Howe… que é claro também dispensa maiores apresentações… afinal, o Yes é outro dos pilares do rock progressivo, e Howe é praticamente uma unanimidade, celebrado tanto pela crítica como pelo público e até por outros guitarristas… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos um trabalho especial.

O álbum em questão é “Nexus”, lançado em 2017, e foi uma colaboração com o seu filho mais novo, Virgil Howe, mais conhecido como baterista do trio Little Barrie, mas que também já havia gravado com o irmão Dylan em trabalhos do pai como “Spectrum” de 2005 e “Time” de 2011, entre outros…

Em “Nexus”, Virgil explora seus outros talentos, tocando teclados e outros instrumentos… eram composições suas que ele havia enviado para o pai completar com passagens de guitarra… infelizmente, Virgil não veria o resultado final dessa criação conjunta… ele deixou o nosso plano da realidade em setembro de 2017, dois meses antes do lançamento do álbum.

Com Virgil & Steve Howe vocês ouviram “Nexus”, “Hidden Planet”, “Night Hawk”, “Passing Titan”, “Dawn Mission” e “Astral Plane”.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STEVE HACKETT

BG – SHE SAID MAYBE

1. LOCH LOMOND – 6:49

2. TIL THESE EYES – 2:41

3. TURN THIS ISLAND EARTH – 11:50

4. ERUPTION: TOMMY – 3:37

BG – THE PHOENIX FLOWN

TOTAL: 24:57

VIRGIL & STEVE HOWE

BG – NICK’S STAR

1. NEXUS – 4:56

2. HIDDEN PLANET – 3:26

3. NIGHT HAWK – 3:35

4. PASSING TITAN – 4:06

5. DAWN MISSION – 5:07

6. ASTRAL PLANE – 3:37

BG – LEAVING AURORA

TOTAL: 24:47

TOTAL GERAL – 49:44

Ouça o Art Rock com Steve Hackett & Virgil and Steve Howe que foi ao ar no dia 28/07/2018, clicando aqui.

Flying Colors

Posted in Programas with tags on 03/08/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um supergrupo de peso do prog rock americano, o Flying Colors…

A história desse encontro de talentos começou em 2008 quando o produtor executivo Bill Evans teve a ideia de combinar a qualidade e complexidade do rock progressivo no processo de composição e performance com uma sonoridade de formato mais acessível, sem suítes de 30 minutos e temáticas impenetráveis… e tendo nos vocais um cantor ligado à música pop.

Ele contatou o grande Neal Morse (do Spock’s Beard e Transatlantic), Dave LaRue (dos Dixie Dregs), Steve Morse (Dixie Dregs, Kansas e Deep Purple) e Mike Portnoy (do Dream Theater e Transatlantic)… para a produção musical ele chamou Peter Collins, conhecido por seu trabalho com o Rush e Queensrÿche… e só ficou faltando o vocalista que acabou sendo Casey McPherson, da banda pop texana Alpha Rev… uma contratada da Hollywood Records, o selo musical da Disney.

Pois é… ninguém entendeu muito bem, mas a sugestão foi do próprio Mike Portnoy… e o resultado começou a tomar forma quando os dois Morse (Neal e Steve – que não são parentes) se encontraram para trocar ideias… e foi evoluindo até chegar a um consenso mais ou menos na mesma época em que decidiram o nome para o projeto: Flying Colors… este também seria o nome do primeiro álbum, lançado em 2012, confiram…

Vocês ouviram “Kayla”, “Forecer in a Daze”, “Everything Changes”, “All Falls Down” e, para fechar, uma versão ao vivo para “Space Tuckin’” do Deep Purple, com o Flying Colors.

A gente volta já…

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Vamos trazer agora mais um pouco do som do grupo Flying Colors, que já lançou dois álbuns de estúdio e também dois ao vivo.

Além do álbum “Flying Colors” de 2012 ter sido muito bem recebido tanto pela crítica como pelo público, as plateias dos shows da primeira tour pelos Estados Unidos e Europa também foram tão entusiásticas que eles resolveram lançar um álbum ao vivo para registrar a excursão… e “Live in Europe” saiu em 2013.

Como os membros do Flying Colors continuavam a ter compromissos com os seus outros grupos, o álbum “Second Nature” saiu só em 2014, mas foi ainda mais bem recebido que o trabalho anterior, rendendo uma tour concorrida, mas curta, pois os músicos só tinham duas semanas em que podiam encaixar datas para se apresentarem juntos… e, talvez por isso mesmo, o resultado foram noites memoráveis que eles resolveram registrar em mais um álbum ao vivo.

“Second Flight: Live at the Z7” seria lançado em 2015 e também sairia em bluray… infelizmente, depois disso eles não voltaram a gravar, mas não encerraram a colaboração… em 2017 fizeram uma aparição surpresa no Cruise to the Edge e, em 2018, lançaram um versão apenas para download dos tapes originais do primeiro álbum… mas, para a segunda parte do programa, nós selecionamos um pouco de “Second Nature”.

Com o Flying Colors vocês ouviram “Open up your Eyes”, “A Place in your World” e “One Love Forever”…

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Reinaldo Vilas-Boas… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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FLYING COLORS

BG – FOOL IN MY HEART

1. KAYLA – 5:12

2. FOREVER IN A DAZE – 3:52

3. EVERYTHING CHANGES – 6:48

4. ALL FALLS DOWN – 3:20

5. SPACE TRUCKIN’ – 5:21

BG – BETTER THAN WALKING AWAY

TOTAL: 24:33

FLYING COLORS

BG – MASK MACHINE

1. OPEN UP YOUR EYES – 12:24

2. A PLACE IN YOUR WORLD – 6:32

3. ONE LOVE FOREVER – 7:22

BG – BOMBS AWAY

TOTAL: 26:19

TOTAL GERAL – 50:52

Ouça o Art Rock com Flying Colors que foi ao ar no dia 21/07/2018, clicando aqui.

Gillan Band

Posted in Programas with tags on 20/07/2018 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um projeto de vida curta, que foi formado por um dos maiores vocalistas da história do rock…

Estamos nos referindo à Ian Gillan Band, a investida de jazz rock que Ian Gillan tentou depois da sua saída do Deep Purple… na verdade, ele a princípio chegou a declarar que ia deixar a música de lado… mas acabou mudando de ideia, depois da sua malograda tentativa de reformar um hotel em Stoke-on-trent, no condado de Staffordshire, decorando-o com banheiros roxos e uma piscina em forma de guitarra…

Ele também havia montado seu próprio estúdio de gravação e, em 75, recrutou o guitarrista Ray Fenwick, o baixista John Gustafson, o tecladista Mike Moran e o baterista Mark Nauseef… para a produção ele chamou o amigo Roger Glover, e a Ian Gillan Band lançaria em 76 o seu primeiro álbum; “Child in Time”.

Mas a surpresa ficou por conta da sonoridade jazzística que não parecia em nada com o peso do Deep Purple, mesmo na versão para a clássica faixa “Child in Time”, uma das mais conhecidas músicas do grande DP… e o álbum “Clear Air Turbulance” de 77 seguiu a mesma linha… vamos conferir um pouco desses dois belos trabalhos da Ian Gillan Band.

Vocês ouviram “Down the Road”, “Child in Time”, “Clear air turbulance” e “Over the hill” com a Ian Gillan Band.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco da Ian Gillan Band, que gravaria apenas três álbuns antes de encerrar atividades em 78.

O álbum “Clear Air Turbulance” já contava com o tecladista Colin Towns, e era ainda mais voltado para o jazz fusion, o que não agradou aos fãs de Gillan, apesar de ser muito bem recebido no Japão, onde o público estava mais aberto para essas explorações sonoras e não se importava tanto com rótulos… na Europa ele chegou a ser um trabalho elogiado, mas não vendeu tanto quanto seria de se esperar.

Era a segunda metade dos anos 70… a Inglaterra estava vivendo o Furacão Punk e o som da Ian Gillan Band parecia deslocado, pelo menos era isso que ele parecia para os executivos da Island Records… e nem mesmo a investida mais pesada com o álbum “Scarabus”, no final de 77 ajudou a impedir que eles perdessem o contrato com a gravadora.

Em 78 ainda seria lançado o álbum ao vivo “Live at the Budokan”, gravado no Japão… mas a essa altura Ian Gillan já havia montado um grupo de heavy metal com o nome encurtado para Gillan, e ganhando bastante repercussão nos anos seguintes até o retorno do vocalista para o primeiro time, primeiro com o Black Sabbath e depois é claro com a volta do Deep Purple… mas vamos fechar essa segunda parte do programa com mais um pouco dos seus devaneios jazzísticos com a Ian Gillan Band…

Com a Ian Gillan Band, vocês ouviram “Scarabus”, “Poor Boy Hero”, “Pre-release”, “Apathy”, “Fool’s Mate” e “Reaching out”.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Reinaldo Vilas-Boas… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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IGB

BG – MONEY LENDER

1. DOWN THE ROAD – 3:30

2. CHILD IN TIME – 7:27

3. CLEAR AIR TURBULANCE – 7:34

4. OVER THE HILL – 7:20

BG – ANGEL MANCHENIO

TOTAL: 25:51

IGB

BG – TWIN EXHAUSTED

1. SCARABUS – 4:54

2. POOR BOY HERO – 3:09

3. PRE-RELEASE – 4:24

4. APATHY – 4:17

5. FOOL’S MATE – 4:19

6. REACHING OUT – 3:44

BG – MERCURY HIGH

TOTAL: 24:47

TOTAL GERAL – 50:38

Ouça o Art Rock com Gillan Band que foi ao ar no dia 14/07/2018, clicando aqui.