Mellow Candle & Quintessence

Posted in Programas with tags , on 09/03/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos fazer nossa costumeira pesquisa nos arquivos progressivos… mergulhando fundo e emergindo com dois grupos… e vamos começar com os irlandeses do Mellow Candle.


Esse grupo quase esquecido da Irlanda do Norte surgiu em 65… e, no começo, eram apenas 3 meninas que eram colegas de escola… Clodagh Simonds, que era a líder e, na época, tinha apenas 11 anos, e as suas amigas Alison Bools e Maria White… mas não era apenas um sonho adolescente, pois elas conseguiram chamar a atenção de uma gravadora local e em 68 acabaram gravando o compacto “Feeling High”.

Anos mais tarde, Clodagh havia mantido a amizade com Alison, que tinha se casado com o guitarrista Dave Williams… e, junto com o baixista Frank Boylan e o baterista William Murray, eles ressuscitaram o Mellow Candle e gravaram o álbum “Swaddling Songs”, lançado em 72 e completamente ignorado… desiludidos, eles se separariam, participariam de outros grupos e esqueceriam esse projeto mal sucedido.

Mas, com o tempo, o álbum “Swaddling Songs” começaria a ser disputado por colecionadores… e, quando foi relançado em CD por um selo japonês, já era considerado uma obra-prima perdida… também seria lançada a coletânea de inéditas “The Virgin Prophet”… e, embora o grupo não tenha voltado, tanto Clodagh como Alison ganharam um novo ânimo em suas carreiras… mas, seus novos trabalhos ficam para outra ocasião… hoje vocês ficam com um pouco do Mellow Candle.

Vocês ouviram o Mellow Candle com “Heaven Heath”, “Silversong”, “The Poet and the Witch”, “Dan the Wing”, “Reverend Sisters”, “Buy or Beware” e “Lonely Man”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer o Quintessence, com a sua amálgama de sonoridades jazzísticas, psicodélicas e progressivas, somadas com influências indianas…

Formado em Londres, em 1969, o grupo anunciava sua inspiração alquímica até no nome… e essa rica mistura de elementos estava presente em seus álbuns, onde o experimentalismo se cruzava com a espiritualidade… algo que já pode ser sentido no trabalho de estreia, “In Blissful company” de 69, e que os seguiria em “Quintessence” de 70 e “Dive Deep” de 71.

O impacto de suas apresentações ao vivo levou o grupo a ser uma das atrações dos lendários primeiros Festivais de Glastonbury, no começo dos anos 70… mas aí, quando estavam para realizar uma tour americana que incluiria uma apresentação no Carnegie Hall, eles foram dispensados pela Island Records por terem reclamado dos valores acertados no contrato…

Eles ainda gravariam mais dois álbuns pela RCA, mas as brigas entre o flautista e percussionista Raja Ram e o vocalista e tecladista Shiva Shankar Jones levariam à saída deste e também do guitarrista Maha Dev… o Quintessence acabaria se separando nos anos 80, mas versões do grupo voltariam a se apresentar e se uniriam para uma apresentação no aniversário de 40 anos do Festival de Glastonbury, lançando o álbum ao vivo “Rebirth”… mas nós selecionamos faixas da fase clássica do grupo…

Vocês ouviram “Body”, “Notting Hill Gate”, “Jesus, Buddha, Moses, Gauranga”, “Only Love” e “Epitaph for Tomorrow” com o Quintessence.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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MELLOW CANDLE

BG – MESSENGER BIRDS

1. HEAVEN HEATH – 3:03

2. SILVERSONG – 4:26

3. THE POET AND THE WITCH – 2:51

4. DAN THE WING – 2:48

5. REVEREND SISTERS – 4:22

6. BUY OR BEWARE – 3:08

7. LONELY MAN – 4:31

BG – SHEEP SEASON

TOTAL –25:09

QUINTESSENCE

BG – GIANTS

8. BODY – 3:35

9. NOTTING HILL GATE – 4:39

10. JESUS, BUDDHA, MOSES, GAURANGA – 5:01

11. ONLY LOVE – 3:55

12. EPITAPH FOR TOMORROW – 8:13

BG – MANCO CAPAC

TOTAL: 25:23

TOTAL GERAL – 50:19

Ouça o Art Rock com Mellow Candle & Quintessence que foi ao ar no dia 03/03/2018, clicando aqui.

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Magnum

Posted in Programas with tags on 27/02/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer uma sugestão do nosso amigo e colaborador Almir Octávio, que nos sugeriu o novo trabalho do grupo inglês Magnum… um veterano dos anos 70 que continua em plena atividade…

Já trouxemos o Magnum muitas vezes no programa, por isso vamos começar com material do início dos anos 80, quando eram um dos poucos grupos do rock inglês que ainda conservavam elementos da sonoridade clássica dos anos 70, em meio ao new wave e new romantics que dominava as rádios britânicas…

Na época, o neo prog ainda não tinha nem sido anunciado… e o Magnum aproximava-se mais aos grupos pesados… mas, ao contrário do Motöhead ou do Iron Maiden, o grupo do guitarrista Tony Clarkin e do vocalista Bob Cattley procuravam manter coisas como os fraseados de teclado, as harmonias vocais e também uma temática muitas vezes voltada para o fantástico…

Por isso eles demorariam para ganhar mais repercussão… só na segunda metade da década de oitenta, quando o progressivo estava voltando a se firmar é que o Magnum chegaria à sua fase mais bem sucedida… mas eles já tinham mais de dez anos de carreira quando lançaram “On a Storyteller’s Night”… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos material do álbum “The Eleventh Hour”, de 83.

Vocês ouviram o Magnum com “Breakdown”, “The Great Disaster”, “Viscious Companions”, “So Far Away”, “One Night of Passion”, “Road to Paradise” e, para fechar, a versão acústica de “The Prize”.

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir um pouco do álbum de 2018 do Magnum, o decano do chamado heavy melódico… que em outros tempos era também conhecido como hard progressivo.

Na verdade, como já era uma banda estabelecida e com uma longa carreira quando o movimento neoprogressivo começou a despontar, o Magnum também foi vítima de um situação incomum… eles chegaram a uma crise de meia idade justamente nos anos 90 quando o prog rock havia se recuperado e estava expandindo em todas as direções através das possibilidades abertas pelo mercado das gravadoras alternativas.

Enquanto outros nomes dos anos 70 voltavam à atividade, o Magnum resolveu dar um tempo… mas, apesar da separação em 95, o guitarrista Tony Clarkin e o vocalista Bob Cattley continuaram a trabalhar juntos, formando o grupo Hard Rain… e, depois de reformarem o Magnum em 2001, eles foram aos poucos recuperando a sua forma e até a estética clássica dos anos 70, com capas novamente assinadas pelo lendário ilustrador Rodney Mathews…

Depois de “Sacred Blood “Divine” Lies” de 2016, eles lançaram a coletânea “The Valley of Tears”… e, em 2018, seria a vez do vigésimo álbum de estúdio: “Lost on the Road to Eternity”, com os novos integrantes, o bateristas Lee Morris e o tecladista Rick Benton… vamos conferir um pouco dessa prova de perseverança dos decanos do heavy prog…

Vocês ouviram “Peaches and Cream”, “Show me Your Hands”, “Lost on the Road to Eternity” e “King of the World” com o Magnum.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos a colaboração do nosso amigo Almir Octavio, que forneceu o material para a segunda parte do programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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MAGNUM

BG – ROAD TO PARADISE (BBC FRIDAY ROCK SHOW SESSION)

1. BREAKDOWN – 4:00

2. THE GREAT DISASTER – 3:47

3. THE VISCIOUS COMPANIONS – 3:37

4. SO FAR AWAY – 4:35

5. ONE NIGHT OF PASSION – 3:48

6. ROAD TO PARADISE – 3:30

7. THE PRIZE (ACOUSTIC VERSION) – 4:37

BG – THE PRIZE

TOTAL –26:43

MAGNUM

BG – GLORY TO ACHES

8. PEACHES AND CREAM – 4:54

9. SHOW ME YOUR HANDS – 5:45

10. LOST ON THE ROAD TO ETERNITY – 5:54

11. KING OF THE WORLD – 7:04

BG – FORBIDDEN MASQUERADE

TOTAL: 23:36

TOTAL GERAL – 50:19

Ouça o Art Rock com Magnum que foi ao ar no dia 24/02/2018, clicando aqui.

Bert Sommer, Richard & Linda Thompson

Posted in Programas with tags , on 22/02/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos começar com um músico hoje quase esquecido, mas que chegou a ser ovacionado em Woodstock… o cantor folk norte americano Bert Sommer.

Bert hoje é mais lembrado justamente por sua apresentação em Woodstock, mas ele tinha começado a chamar a atenção em 67, quando Michael Brown, tecladista e líder do lendário grupo Left Banke, o chamou para substituir o guitarrista e vocalista Steve Martin… mas foi uma passagem curta que só rendeu um single… a sua grande chance ocorreu pouco depois, quando ele conseguiu um papel na versão original do musical “Hair”, na Brodway.

Seu visual com os cabelos crespos emaranhados acabaria se tornando uma das marcas de “Hair”, sendo usado até nos cartazes e folders do musical… isso o ajudaria a conseguir um contrato com a Capitol Records, cujo produtor, Artie Kornfeld, estava promovendo um festival lá em Woodstock… e foi por isso que Bert, que só tinha lançado um álbum na época, estava lá tocando em meio a grandes estrelas do rock.

Ele lançaria mais 3 belos álbuns pela Capitol, ele também colaboraria, junto com o Left Banke, na trilha para o filme “Hot Parts”, clássico erótico da genial Ultra Violet, uma das musas de Andy Warhol… em 76, ele participaria da banda Kapt. Kool & the Kongs, para o programa de tv The Kroft Supershow… e seguiria se apresentando sem muita repercussão, até deixar o nosso plano da realidade em 1990… vamos lembrar um pouco do lirismo dessa figura perdida da era hippie.

Vocês ouviram Bert Sommer com “And When it’s Over”, “Jennifer”, “She’s Gone”, “Hold the Light”, “America”, “We’re all Playing in the Same Band”, “The Same Old Story” e “Me and the Sunshine”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um casal que marcou o folk inglês nos anos 70… Richard & Linda Thompson.

A história dessa dupla começa em 71, quando o guitarrista Richard Thompson deixou o Fairport Convention para começar a carreira solo… ele lançaria no ano seguinte o seu primeiro álbum, “Henry the Human Fly”, que tinha a colaboração dos seus antigos colegas do Fairport, mas também contava com Linda Peters, que já havia tocado com ele no supergrupo folk The Bunch e também no 2º. álbum solo de Sandy Denny.

Richard e Linda começariam um relacionamento e o álbum “I Want to see the Bright Lights Tonight” seria creditado ao casal… a partir de então, eles lançariam uma série de ótimos trabalhos até se separarem em 82, ao final daquela que foi a sua mais bem sucedida tour, seguindo o celebrado álbum “Shoot Out the Lights”, que seria o último que gravariam juntos.

Ambos seguiriam com suas carreiras… e até voltariam a tocar juntos em seus trabalhos mais recentes… mas essas novas investidas ficam para outro Art Rock, para essa segunda parte do programa de hoje nós selecionamos faixas dos álbuns “I Want to see the Bright Lights Tonight” de 74 e “First Light” de 78…

Vocês ouviram “The Little Beggar Girl”, “The End of the Rainbow”, “The Great Valerio”, “The Choice Wife”, “Died for Love” e “First Light”, com Richard e Linda Thompson.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BERT SOMMER

BG – TONIGHT TOGETHER

1. AND WHEN IT’S OVER – 3:13

2. JENNIFER – 2:36

3. SHE’S GONE – 3:01

4. HOLD THE LIGHT – 2:53

5. AMERICA – 3:17

6. WE’RE ALL PLAYIN’IN THE SAME BAND – 3:13

7. THE SAME OLD STORY – 2:49

8. ME AND THE SUNSHINE – 2:21

BG – A SIMPLE MAN

TOTAL –23:23

RICHARD & LINDA THOMPSON

BG – THE CALVARY CROSS

9. THE LITTLE BEGGAR GIRL – 3:26

10. THE END OF THE RAINBOW – 3:57

11. THE GREAT VALERIO – 5:23

12. THE CHOICE WIFE – 2:30

13. DIED FOR LOVE – 6:35

14. FIRST LIGHT – 4:20

BG – LAYLA

TOTAL: 26:51

TOTAL GERAL – 50:14

Ouça o Art Rock com Bert Sommer, Richard & Linda Thompson que foi ao ar no dia 17/02/2018, clicando aqui.

REPRISE: Mostly Autumn

Posted in Programas with tags on 16/02/2018 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 10-02-2018, foi um reprise com o Mostly AutumnConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Fantasy & Ethos

Posted in Programas with tags , on 06/02/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois grupos que tiveram vida curta… que lançaram belos trabalhos, mas passaram quase despercebidos na época de seus lançamentos.

Vamos começar com o grupo inglês Fantasy, que surgiu em Gravesend, na região de Kent, no começo dos anos 70, e que iniciou a sua curta jornada ensaiando em uma fazenda que era a casa dos pais do seu primeiro vocalista, Paul Petley… mas a primeira formação não duraria muito tempo, pois o guitarrista Bob Vann deixaria o nosso plano em um acidente de carro, e o grupo sofreria uma reformulação…

Eles mandaram uma fita demo para a Decca e chegaram a mudar de nome para FireQueen, mas acabaram assinando com a Polydor e voltaram a se chamar Fantasy, por achar que o nome tinha mais a ver com a sonoridade lírica do seu primeiro trabalho, o álbum “Paint a Picture” de 73, onde já sobressaía a guitarra de Peter James e a de Paul Lawrence, em meio às paisagens de mellotron.

Empolgados, os garotos gravariam um trabalho mais ambicioso, com os teclados de David Metcalfe ganhando mais destaque… mas o contrato seria encerrado e eles perderiam o rumo e se separariam… o álbum “Beyond the Beyond” seria lançado só em 92… e a ótima repercussão levaria ao lançamento em 94 da coletânea “Vivatarium”, reunindo material gravado com a primeira formação e também com o de uma tentativa de retorno em 76.

Vocês ouviram o Fantasy com “Cirkus”, “Politely Insane”, “Beyond the Beyond” e Alanderie”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos atravessar o Atlântico, para contar uma história bem parecida… a do grupo norte-americano Ethos.

Formado em Fort Wayne, Indiana, o Ethos conseguiu seu contrato com a Capitol Records na esteira do estrondoso impacto do progressivo no cenário musical do começo dos anos 70… mas músicas complexas e arranjos sofisticados, letras oníricas e temas espaciais, combinados com longo tempo de estúdio e pós produção… tudo isso estava para mudar… na Inglaterra seria o punk rock e nos Estados Unidos, a disco music.

E o Ethos seria uma das vítimas desse redirecionamento da política orçamentária das gravadoras disfarçado de “novas tendências do mercado musical”… o álbum “Ardour” foi lançado em 76 e mostra todo o potencial do grupo, com as guitarras e vocais de Wil Sharpe e os teclados de Duncan Hammond dominando as paisagens sonoras adornadas por letras que hoje poderiam ser chamadas ingênuas, mas na época eram viajantes.

Eles ainda conseguiriam lançar mais um álbum, “Open Up” de 77… com a saída de Duncan Hammond, o outro tecladista, Michael Ponczek ganhou mais destaque… mas, nem a temática mais convencional das letras escondia a rica sonoridade do grupo… e a gravadora logo os dispensou… só no ano 2000 seria lançada uma coletânea de inéditas, reunindo material perdido desta que foi uma outra promessa esquecida do progressivo…

Vocês ouviram “Intrepid Traveller”, “The Spirit of Music”, “The Dimension” e “Pimp City” com o Ethos.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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FANTASY

BG – THE AWARD

1. CIRKUS – 6:17

2. POLITELY INSANE – 3:26

3. BEYOND THE BEYOND – 5:37

4. ALANDERIE – 9:01

BG – WORRIED MAN

TOTAL –24:21

ETHOS

BG – LONG DANCER

5. INTREPID TRAVELLER – 6:19

6. THE SPIRIT OF MUSIC – 3:54

7. THE DIMENSION – 7:58

8. PIMP CITY – 7:29

BG – SPACE BROTHERS

TOTAL: 25:30

TOTAL GERAL – 49:19

Ouça o Art Rock com Fantasy & Ethos que foi ao ar no dia 03/02/2018, clicando aqui.

Vitral & Mutantes

Posted in Programas with tags , on 01/02/2018 by Artrock

“Boa noite, o programa de hoje será com o progressivo nacional… e vamos começar trazendo uma banda formada originalmente nos anos 80, daquelas que pareciam ter desaparecido sem deixar marcas, mas que está ressurgindo com força total.

Estamos nos referindo ao Vitral, que surgiu no Rio de Janeiro no início dos anos 80 e contava em sua formação com o guitarrista e tecladista Alex Benigno, com a tecladista Elisa Wiermann, o baterista Claudio Dantas, o baixista, tecladista e guitarrista Eduardo Aguillar e o baixista e guitarrista Luís Felipe Bahia… e eles se mantiveram em atividade por uns dois anos antes de se separarem.

Das cinzas desse projeto malogrado sairia o sonho Quaterna Réquiem… mas a memória do Vitral sobreviveu como fragmentos que seriam um dia resgatados por Eduardo Aguillar… fitas cassete, fotos e partituras… material suficiente para produzir, quem sabe, um disco, que serviria como registro, mas que evoluiria para se transformar em um retorno surpreendente.

Em meio ao resgate das velhas músicas e o engajamento de Claudio Dantas no projeto, o Vitral, até então estilhaçado, acabou sendo aos poucos reconstruído… complementado pela guitarra de Luiz Zamith e pela flauta de Marcus Moura… e o resultado foi o álbum “Entre as Estrelas”, um mosaico inspirado que vocês vão poder conferir nessa primeira parte do programa de hoje.

Vocês ouviram o Vitral… primeiro com “Pétalas de Sangue”, depois foram dois fragmentos da excepcional suíte “Entre as Estrelas”, a abertura, “Entre as Estrelas” e depois “Zodiaco”… e fechamos com a faixa que dá nome ao grupo: “Vitral”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer os insuperáveis Mutantes, uma das unanimidades do rock nacional em qualquer uma das suas muitas encarnações.

Naturalmente não necessitamos apresentar Os Mutantes… nós os chamaríamos de patrimônio nacional, não fosse o fato de que isso lhes conferiria um sentido institucional que acho que nenhum deles iria apreciar muito… melhor é dizer que são seres transdimensionais, que se manifestaram em nossa pálida e entristecedora realidade para nos trazer as cores luminosas necessárias para seguir em frente.

E eles continuam entre nós, nem sempre os mesmos, pois sua natureza é a mudança, mas sempre prontos para desanuviar os muitos invernos de nossos descontentamentos… e foi isso que eles fizeram em 2017, quando Sergio Dias resolveu entrar para a Resistência e lançar um novo single, com a faixa “Black and Grey”, em protesto contra a política contrária à imigração do atual governo dos Estados Unidos.

É nessas horas que os menestréis nos lembram que tudo é efêmero, mesmo o poder ignóbil dos tiranos e tiranetes de plantão… infelizmente também não é eterna a passagem de viajantes como os nossos geniais Mutantes… mas, enquanto puderem, eles estarão aí para dar o seu recado… e agora vocês vão poder conferir um pouco do álbum de 2013, “Fool Metal Jack”, e também é claro esse registro mais recente, gravado em 2017.

Vocês ouviram “Look Out”, “Time and Space”, “Once Upon a Flight”, “Into Limbo”, “Valse LSD” e “Black and Grey” com Os Mutantes.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao nosso amigo Rubens, que nos cedeu o material para a primeira parte do programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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VITRAL

BG – NEMESIS

1. PÉTALAS DE SANGUE – 6:49

2. ENTRE AS ESTRELAS – 8:34

3. ZODIACO – 5:50

4. VITRAL – 5:13

BG – PORTAIS DO TEMPO

TOTAL –26:37

MUTANTES

BG – THE DREAM IS GONE

5. LOOK OUT – 3:47

6. TIME AND SPACE – 3:56

7. ONCE UPON A FLIGHT – 3:59

8. INTO LIMBO – 3:36

9. VALSE LSD – 3:12

10. BLACK AND GREY – 4:03

BG – BANGLADESH

TOTAL: 22:32

TOTAL GERAL – 49:19

Ouça o Art Rock com Vitral & Mutantes que foi ao ar no dia 27/01/2018, clicando aqui.

Triumvirat

Posted in Programas with tags on 26/01/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa um grande nome do progressivo germânico que hoje anda meio esquecido, apesar do grande impacto que teve nos anos 70… o Triumvirat, de Jürgen Fritz.

Surgido em 69, em Colônia, na região da Renânia, na Alemanha, o Triumvirat desde o começo se centrava em torno dos teclados de Hans-Jürgen Fritz… e eles foram muito influenciados pelo genial The Nice e, é claro, pelo Emerson, Lake & Palmer… o que os ajudou a conseguir um contrato com a EMI alemã, lançando o álbum “Mediterranean Tales: Across The Waters” em 72.

Na época, além de Jürgen Fritz, o trio contava ainda com o baterista Hans Bathelt e o baixista e vocalista Hans Pape, mas esse último seria substituído durante a gravação do álbum seguinte, “Illusions On a Double Dimple” de 74, e o seu lugar seria ocupado por Helmut Köllen… o resultado seria um trabalho complexo que mostrava todo o potencial do grupo, complementado pela Filarmônica de Colônia.

O álbum lançou o trio no cenário internacional, e a ótima repercussão os levou a excursionar pelos Estados Unidos, se estabelecendo com uma das promessas progressivas da Alemanha… e eles iriam consolidar essa posição com o genial “Spartacus” de 75, em que exploravam a história do líder da Revolta dos Escravos na antiga Roma… vamos conferir um pouco desse começo de carreira do Triumvirat.

Vocês ouviram “Be Home for Tea”, “Ride in the Night”, “Timothy”, “Million Dollars”, “The Capital of Power” e “The March to the Eternal City”… com o Triumvirat.

A gente volta já…

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Vamos trazer mais um pouco do Triumvirat, que chegou a anunciar um retorno em 2001, mas acabaria não dando muito certo…

Mesmo na época em que estavam no auge, o Triumvirat sempre teve problemas para se manter coeso… ao final da bem sucedida tour americana para o álbum “Spartacus”, o baixista e vocalista Helmut Köllen anunciou que estava saindo para a carreira solo… de volta à Alemanha, eles gravaram o álbum “Old Loves Die Hard” com Barry Palmer no nos vocais, mas os desencontros continuavam.

Daí por diante a história do Triumvirat ficaria ainda mais complicada… Jürgen Fritz aceitou trabalhar no disco solo de Helmut Köllen, e ele já tinha até concordado em voltar para o grupo para o novo álbum, inspirado na explosão do Vesúvio… infelizmente, Helmut deixaria a nossa realidade ainda naquele ano e o álbum “Pompeii” acabaria sendo lançado com uma formação diferente e usando o nome New Triumvirat.

Esse foi o último álbum progressivo do Triumvirat, retomando o tema romano que já estava no próprio nome do grupo… outros álbuns viriam, mas eram trabalhos pop que não resgatavam nem a emblemática figura do ratinho branco que estava nas capas dos seus melhores trabalhos… e como a volta do grupo ficou só na promessa, vamos trazer um pouco desse derradeiro trabalho conceitual, o álbum “Pompeii” de 77.

Vocês ouviram o Triumvirat com “The Earthquake 62 A.D.”, “Viva Pompeii”, “The Rich Man and the Carpenter” e “Vesuvius 79 A.D.”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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TRIUMVIRAT

BG – ACROSS THE WATERS

1. BE HOME FOR TEA – 3:39

2. RIDE IN THE NIGHT – 4:28

3. TIMOTHY – 4:11

4. MILLION DOLLARS – 3:17

5. THE CAPITAL OF POWER – 3:13

6. THE MARCH TO THE ETERNAL CITY – 8:47

BG – BROKEN MIRROR

TOTAL –27:35

TRIUMVIRAT

BG – DANCE ON THE VULCANO

7. THE EARTHQUAKE 62 A.D. – 6:21

8. VIVA POMPEII – 4:18

9. THE RICH MAN AND THE CARPENTER – 5:59

10. VESUVIUS 79 A.D. – 6:34

BG – JOURNEY OF A FALLEN ANGEL

TOTAL: 23:12

TOTAL GERAL – 50:47

Ouça o Art Rock com Triumvirat que foi ao ar no dia 21/01/2018, clicando aqui.