Jefferson Airplane & Jefferson Starship

Posted in Programas with tags , on 17/10/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos lembrar outro explorador cósmico que deixou para trás a nossa acabrunhada realidade e seguiu viagem… Marty Balin do grande Jefferson Airplane.

 

Marty já havia lançado dois compactos no comecinho dos anos 60 e, quando resolveu transformar uma velha pizzaria no nightclub The Matrix, em 64, e ele começou a procurar músicos para formar o grupo residente do clube… primeiro foi Paul Kantner e Signe Anderson, depois foi Jorma Kaukonen… e, finalmente, Skip Spence e Jack Casady… enquanto isso, o som expandia do folk para agregar toda uma gama de outras possibilidades e começava assim a viagem do Jefferson Airplane.

O nome foi uma sugestão de Jorma Kaukonen e logo eles estavam chamando atenção no cenário do rock de San Francisco, assinando um contrato com a RCA e lançando em 66 o álbum “Jefferson Airplane Takes Off”… com o tempo, Skip Spence sairia para formar o Moby Grape e foi substituído por Spencer Dryden… e Signe Anderson daria o lugar para a poderosa Grace Slick… mas Marty Balin seguiria como o eixo fundador do grupo.

Sua voz dialogava com a de Grace em meio às outras e ajudava a construir a delicada tensão que ecoava nas faixas clássicas do Airplane… na sua fase mais celebrada, durante dos anos 60, o grupo mostrava sua natureza legitimamente caleidoscópica, com uma sonoridade onde a harmonia se construía na pluralidade… uma estrela de muitas pontas… dessa vez o destaque será para aquela que se chamava Marty Balin.

Vocês ouviram o Jefferson Airplane com “Blues from an airplane”, “It’s no secret”, “Tobacco Road”, “Today”, “Plastic Fantastic Lover”, “Young girl Sunday blues”, “If you feel”, “Turn my life down” e “Volunteers”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco de Marty Balin, que foi uma das vozes da psicodelia dos anos 60… que em 2018 deixou de acompanhar o mísero e desinteressante reality show em que se transformou a nossa pálida realidade.

Em 1971 Marty Balin saiu para formar o grupo Bodacious, que teve vida curta e lançou apenas um álbum em 73… enquanto isso, Paul Kantner e Grace Slick faziam o Airplane passar por uma metamorfose e ele voltaria em 75 como o Jefferson Starship… e eles convidariam Marty para participar do novo projeto, que se tornaria um dos mais bem sucedidos grupos dos anos 70 e seguiria em meio a mudanças, decadências e recuperações pelas décadas seguintes.

Nos anos 80, Balin lançou álbuns solo com relativo sucesso ao mesmo tempo em que voltava, a partir de 86, a colaborar com Paul Kantner, primeiro no KBC e depois nos álbuns “Windows of Heaven” e no excepcional “Jefferson’s Tree of Liberty” do Jefferson Starship.

Em março de 2016 ele estava no meio de uma tour quando teve que se hospitalizar para uma cirurgia de emergência… mas a propalada ciência médica dos Estados Unidos não é para todos… o velho hippie ainda fez seu último protesto processando o hospital, mas o tedioso e sombrio século XXI foi mais forte e ele deixou esse plano da realidade em 2018… vamos conferir um pouco do seu trabalho como tripulante do Jefferson Starship.

Vocês ouviram o Jefferson Starship com “Caroline”, “There will be love”, “St. Charles” e “See the light”, essa última extraída do álbum “Windows of Heaven” de 1998.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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JEFFERSON AIRPLANE

BG – SHE HAS FUNNY CARS

1. BLUES FROM AN AIRPLANE – 2:10

2. IT’S NO SECRET – 2:38

3. TOBACCO ROAD – 3:28

4. TODAY – 2:58

5. PLASTIC FANTASTIC LOVER – 2:33

6. YOUNG GIRL SUNDAY BLUES – 3:36

7. IF YOU FEEL – 3:21

8. TURN MY LIFE DOWN – 2:55

9. VOLUNTEERS – 2:03

BG – THE HOUSE AT POONEIL CORNERS

TOTAL: 25:42

JEFFERSON STARSHIP

BG – RIDE THE TIGER

1. CAROLINE – 7:30

2. THERE WILL BE LOVE – 5:05

3. ST. CHARLES – 6:41

4. SEE THE LIGHT – 3:32

BG – MIRACLES

TOTAL: 22:08

TOTAL GERAL – 46:48

Ouça o Art Rock com Jefferson Airplane & Jefferson Starship que foi ao ar no dia 06/10/2018, clicando aqui.

Uriah Heep

Posted in Programas with tags on 05/10/2018 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje teremos uma colaboração do nosso amigo e ouvinte de primeira hora, Almir Octávio, que nos conseguiu o lançamento de 2018 do grande decano do heavy prog, o incansável Uriah Heep.

O velho Heep é uma presença frequente aqui no Art Rock… e, é claro, são desnecessárias quaisquer apresentações do grupo, pois ele também costuma estar presente nas coleções da maioria dos roqueiros das muitas tribos… nem que sejam apenas os álbuns da sua fase clássica, nos distantes anos 70, quando estava entre os grandes nomes do rock pesado.

E nós vamos começar o programa de hoje trazendo justamente um pouco dessa fase celebrada do Uriah Heep, quando os vocais insuperáveis de David Byron se combinavam perfeitamente com os teclados de Ken Hensley, a guitarra de Mick Box, a bateria de Lee Kerslake e o baixo de Gary Thain.

Essa formação seria responsável por quatro dos melhores álbuns do Uriah Heep… e nós selecionamos faixas de dois deles, o genial “Demons and Wizards” de 72, que muitos consideram o ponto alto da carreira do grupo, e também de “Sweet Freedom”, o famoso álbum da capa vermelha, de 1973, ambos relançados em versões expandidas e com faixas bônus…

Vocês ouviram o Uriah Heep com “The Wizard”, “Easy Livin’”, “Rainbow Demon”, “One Day”, “If I had the Time” e “Pilgrin”.

A gente volta já…

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E nós continuamos com o Uriah Heep, agora trazendo um pouco do seu álbum de 2018, “Living the Dream”.

Fazia algum tempo que o Heep não atendia aos seus fãs com um trabalho novo… seu último registro de estúdio havia sido o álbum “Outsider”, de 2014, que chegou até a sair em uma edição especial em vinil branco… desde então, eles haviam se mantido ativos no circuito de shows, com apresentações frequentes e também preparando uma coletânea dupla de faixas clássicas regravadas pela sua formação atual, com o vocalista Bernie Shaw e o tecladista Phil Lanzon, que estão no grupo desde 1986…

Para muitos parecia que eles estavam em vias de se aposentar… mas, mesmo mantendo apenas o guitarrista Mick Box como sobrevivente da formação original, o grupo não perdeu nada da sua energia e, principalmente, da dedicação aos seus fãs, os famosos heepsters.

Lançado em setembro de 2018, o álbum “Living the Dream” é o 25o. da longa carreira do Uriah Heep, que nunca encerrou atividades e tem orgulho de colocar em seu ônibus de excursão a frase: “Desde 69 e ainda na estrada”… e agora vocês vão poder conferir essa prova de resistência do grupo de Mick Box…

Vocês ouviram o Uriah Heep com “Grazed by Heaven”, “Take Away my Soul”, “Waters Flowin’” e “It’s All Been Said”…

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao nosso amigo Almir Octávio pelo material que tocamos na segunda parte de programa… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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URIAH HEEP

BG – CIRCLE OF HANDS

1. THE WIZARD – 2:59

2. EASY LIVIN’ – 2:36

3. RAINBOW DEMON – 4:26

4. ONE DAY – 2:47

5. IF I HAD THE TIME – 5:38

6. PILGRIN – 7:10

BG – PARADISE

TOTAL: 25:35

URIAH HEEP

BG – FALLING UNDER YOUR SPELL

1. GRAZED BY HEAVEN – 4:32

2. TAKE AWAY MY SOUL – 6:13

3. WATERS FLOWIN’- 4:28

4. IT’S ALL BEEN SAID – 6:01

BG – DREAMS OF YESTERYEAR

TOTAL: 21:13

TOTAL GERAL – 46:48

Ouça o Art Rock com Uriah Heep que foi ao ar no dia 29/09/2018, clicando aqui.

Electric Mud

Posted in Programas with tags on 28/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um grupo da nova geração do progressivo germânico, o Electric Mud, que foi uma indicação do nosso amigo Rubens Sílvio…

Na verdade, esse não foi o primeiro grupo alemão a se inspirar no nome de um dos álbuns clássicos do grande patriarca Muddy Waters… o primeiro Electric Mud foi um pioneiro do lado mais pesado do krautrock e havia lançado um único álbum em 71… mas, para o programa de hoje, nós vamos trazer um grupo muito mais recente, que evoluiu a partir da dupla formada por Hagen Bretschneider e Lennart Hüper…

Os dois haviam começado a explorar os limites do rock em 2011, e o seu primeiro trabalho conjunto foi o álbum “Dead Cat on a Railroad Track”, lançado em 2013, um material construído apenas por guitarra e baixo acompanhado de drum machine… o resultado foi bem recebido e a dupla de Hannover lançaria em 2015 o álbum “Lunatic Asylum”, que contava com Nico Walser na guitarra e sintetizadores.

Deixando de lado uma proposta originalmente calcada no blues rock o que emergiria com o tempo seria uma sonoridade que eles chamaram de pós-progressivo… e nós vamos começar o programa de hoje trazendo um pouco do álbum “Wrong Planet” de 2016… mas primeiro, uma surpresa que o nosso amigo Rubens Sílvio nos ajudou a conseguir: uma mensagem do Electric Mud para os ouvintes do nosso programa…

Vocês ouviram “Foreign Fields”, “Liquid Sky”, “Deep Sand” e “Empire of the Sun” com o Electrick Mud.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar agora trazendo um trabalho mais recente do Electric Mud… seu álbum de 2018, “The Deconstruction of Light”.

A boa recepção do álbum “Wrong Planet”, mostrava bem que ainda existe espaço para um rock instrumental, com paisagens sonoras que formam um conjunto próprio, onde os prog heads veteranos podem reconhecer a amálgama de muitas influências… de grupos britânicos como o Pink Floyd e o King Crimson aos germânicos do Tangerine Dream e do Cluster…

E o Electric Mud voltaria à carga com o álbum “The Deconstruction of Light” de 2018, mantendo a sua atitude independente, sem se subordinar às expectativas há muito desgastadas da antiquada e conservadora tirania mercadológica… felizmente o cenário alternativo continua capaz de produzir iniciativas surpreendentes.

Foi na divulgação do álbum “The Deconstruction of Light” que esse grupo chegou ao alcance do nosso colega Rubens Sílvio, que nos propiciou o material selecionado para o programa de hoje e também o contato para a mensagem que eles enviaram para o nosso programa… vamos conferir um pouco desse belo registro do Electric Mud.

Vocês ouviram o Electric Mud com “Black Dog”, “Suburban Wasteland Blues” e “Heads in Beds”.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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ELECTRIC MUD

BG – WRONG PLANET

1. FOREIGN FIELDS – 6:20

2. LIQUID SKY – 8:48

3. DEEP SAND – 4:37

4. EMPIRE OF THE SUN – 5:03

BG – RABBIT HOLE

TOTAL: 24:47

ELECTRIC MUD

BG – CANARY IN A CATHOUSE

1. BLACK DOG – 5:46

2. SUBURBAN WASTELAND BLUES – 4:03

3. HEADS IN BEDS – 11:50

BG – THROUGH THE GATES

TOTAL: 21:39

TOTAL GERAL – 46:26

Ouça o Art Rock com Electric Mud que foi ao ar no dia 22/09/2018, clicando aqui.

Strawberry Alarm Clock

Posted in Programas with tags on 21/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, no programa de hoje uma figura importante do rock norte americano que atravessou a barreira do hiperespaço em agosto de 2018, o guitarrista Ed King, do Lynyrd Skynyrd.

Edward Calhoun King era um nome conhecido para os fãs do Southern Rock por sua passagem pelo grande Lynyrd Skynyrd, onde dividiu a posição de guitarrista com Allen Collins e Gary Rossington… mas ele havia entrado em 72 para substituir o baixista Leon Wilkeson, e foi só quando este voltou que King passou para a guitarra, ajudando a dar forma à sonoridade do grupo em seus clássicos primeiros álbuns.

Mas Ed King já era uma figura respeitada no rock… na verdade, ele conheceu aqueles garotos do Sul quando eles abriram shows para uma das lendas do rock psicodélico californiano: o Strawberry Alarm Clock, onde King era guitarrista e já mostrava a sua versatilidade, assumindo ocasionalmente o baixo…

O Strawberry Alarm Clock havia surgido em 66, da união de dois grupos da área de Los Angeles, o Thee Sixpence e o Waterfyrd Traene… e desde o começo eles chamaram a atenção graças ao hino “Incense and Peppermints”, que também foi o nome do primeiro álbum do grupo, lançado em 1967… para esse programa nós selecionamos um pouco do som psicodélico desse começo da carreira de Ed King…

Vocês ouviram “The World’s on Fire”, “Birds in my Tree”, “Strawberries Mean Love”, “Hummin’ Happy”, “Incense and Peppermints”, “They Saw the Fat One Coming” e “Sit With the Guru”, com o Strawberry Alarm Clock.

A gente volta já…

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Vamos continuar lembrando o guitarrista Ed King, com faixas do seu primeiro grande grupo, o Strawberry Alarm Clock.

Apesar do sucesso da primeira fase da sua carreira, o Strawberry Alarm Clock acabou sendo um dos muitos grupos psicodélicos que perdeu terreno nos anos 70… eles não voltariam a gravar depois do álbum “Good Morning Starshine” de 69, ainda que continuassem a se apresentar e excursionar nos anos seguintes.

Foi numa dessas tours que Ed King fez amizade com os garotos do Lynyrd Skynyrd e ele optou por continuar com eles depois que o Strawberry Alarm Clock encerrou atividades em 71… mas ele não ficaria muito tempo com eles, deixando o Skynyrd em 75 depois de participar dos clássicos álbuns “Pronounced ‘Lĕh-‘nérd ‘Skin-‘nérd”, “Second Helping” e “Nuthin’ Fancy”.

Ed seria um dos responsáveis pela volta do Lynyrd Skynyrd nos anos 80 e continuaria com eles até 96 quando saiu por problemas de saúde… curiosamente, ele não participou do retorno do Strawberry Alarm Clock em 2001, nem do álbum “Wake Up Where You Are” que eles lançaram em 2012… só se reuniria com seus velhos companheiros para um único show em 2007… vamos lembrar mais um pouco dos seus tempos de psicodelia…

Vocês ouviram o Strawberry Alarm Clock com “Black Butter – Past, Present and Future”, “Sea Shell”, “Blues for a Young Girl Gone”, “A Million Smiles Away”, “Small Package” e “Miss Atraction”.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STRAWBERRY ALARM CLOCK

BG – RAINY DAY MUSHROOM PILLOW

1. THE WORLD’S ON FIRE – 8:26

2. BIRDS IN MY TREE – 1:55

3. STRAWBERRIES MEAN LOVE – 3:02

4. HUMMIN’HAPPY – 2:29

5. INCENSE AND PEPPERMINTS – 2:51

6. THEY SAW THE FAT ONE COMING – 3:28

7. SIT WITH THE GURU – 3:05

BG – PASS TIME WITH THE SAC

TOTAL: 25:16

STRAWBERRY ALARM CLOCK

BG – SHALLOW IMPRESSIONS

1. BLACK BUTTER – PAST – 2:26

2. BLACK BUTTER – PRESENT – 2:09

3. BLACK BUTTER – FUTURE – 1:31

4. SEA SHELL – 3:02

5. BLUES FOR A YOUNG GIRL GONE – 2:32

6. A MILLION SMILES AWAY – 2:38

7. SMALL PACKAGE – 3:56

8. MISS ATRACTION (SINGLE VERSION) – 2:42

BG – CHANGES

TOTAL: 20:56

TOTAL GERAL – 46:12

Ouça o Art Rock com Strawberry Alarm Clock que foi ao ar no dia 15/09/2018, clicando aqui.

Tangerine Dream

Posted in Programas with tags on 17/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos um pouco do esforço de sobrevivência de um grupo lendário, o Tangerine Dream, após a perda do seu genial líder, Edgar Froese…

Não há fã de progressivo que não conheça esse grande decano do kraut rock… desde o seu surgimento em 67, o Tangerine Dream desbravou os caminhos então ainda desconhecidos da música eletrônica, enveredando pelas nem sempre serenas paisagens siderais ao mesmo tempo que a humanidade fazia suas primeiras investidas no oceano cósmico…

E, enquanto o ânimo para as explorações espaciais pareceu se perder, recolhendo-se para viagens mais tímidas, o grupo de Edgar Froese seguiu inabalável e chegou ao nosso desacorçoado século XXI sem fraquejar, mantendo um ritmo invejável de lançamentos e tours sem dar sinais de pensar em parar.

Mas, em 20 de janeiro de 2015, o velho viajante Edgar Froese encontrou o portal quântico que separa os planos do multiverso e deixou para trás a nossa insípida realidade… para muitos isso significaria o fim, mas a natureza trans-humana do Tangerine Dream não se deixaria abalar pelo partida de seu fundador para explorar novas realidades… confiram um pouco do que eles andaram fazendo…

Vocês ouviram “Roll the seven twice”, “Identity Proven Matrix” e “Non Locality Destination” com o Tangerine Dream.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo um pouco do trabalho do Tangerine Dream… que agora continua sem o gênio criativo de Edgar Froese.

Todos esperavam que o velho Tangerine encerrasse atividades… o próprio Jerome Froese, filho de Edgar, que havia participado do grupo de 1990 a 2006, chegou a declarar que não havia mais sentido em continuar sem o seu pai… mas os membros remanescentes da última formação ganharam o apoio de Bianca Froese-Acquaye e resolveram seguir em frente.

Artista plástica, fotógrafa e produtora, Bianca já havia colaborado em outras ocasiões com o Tangerine Dream… e, como viúva de Edgar Froese, ela passou a defender que a melhor maneira de celebrar o legado era prosseguir com o trio formado por Thorsten Quaeschining nos teclados, bateria, guitarra e vocais, Ulrich Schauss nos sintetizadores e sequenciadores e Hoshiko Yamane nos violinos, violas e cellos elétricos.

Primeiro eles prepararam o EP “Quantum Key” seguido no final de 2017 pelo álbum “Quantum Gate”… ambos se baseavam em um conceito desenvolvido por Edgar Froese e contêm composições e algumas partes gravadas por ele… o álbum foi um dos selecionados para os Progressive Music Awards, nas categorias de Melhor Banda e álbum do ano… e o trio mantém-se ativo no circuito de festivais, dando indícios de que a sua hipnótica sonoridade eletrônica pode ainda estar longe de se encerrar.

Vocês ouviram o Tangerine Dream com “Tear down the Grey Skies”, “Electron Bonfire” e “Drowning in Universes”.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… …tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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TANGERINE DREAM

BG – IT IS TIME TO LEAVE WHEN EVERYONE IS DANCING

1. ROLL THE SEVEN TWICE – 6:25

2. IDENTIY PROVEN MATRIX – 5:18

3. NON LOCALITY DESTINATION – 10:00

BG – GRANULAR BLANKETS

TOTAL: 21:44

TANGERINE DREAM

BG – MIRAGE OF REALITY

1. TEAR DOWN THE GREY SKIES – 6:17

2. ELECTRON BONFIRE – 5:05

3. DROWNING IN UNIVERSES – 11:07

BG – PROTON BONFIRE

TOTAL: 22:29

TOTAL GERAL – 44:14

Ouça o Art Rock com  Tangerine Dream que foi ao ar no dia 08/09/2018, clicando aqui.

Heather Findlay

Posted in Programas with tags on 05/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje teremos no programa um pouco dos trabalhos recentes de Heather Findlay a ex-vocalista do grupo Mostly Autumn…

Durante a sua longa fase como membro do Mostly Autumn, Heather Findlay era celebrada como uma das grandes vozes do rock inglês contemporâneo, em particular do folk e do progressivo… mas, depois que deixou o grupo em 2010, ela diminuiu um pouco o seu ritmo de trabalho, lançando apenas o EP “The Phoenix Suite” em 2011, em vez de um álbum completo como os fãs esperavam.

Na sequência, Heather lançaria dois álbuns ao vivo: “Live at the Café 68” e “Songs from the old kitchen”… o que parecia mesmo mostrar que ela estava passando por uma crise criativa… só em 2014 ela anunciaria um novo projeto, o grupo anglo-americano Mantra Vega, que nós já trouxemos aqui no Art Rock… mas ele não foi muito adiante e, em 2016 sairia o álbum “I am Snow” com a Heather Findlay Band…

Além de Heather Findlay nos vocais, guitarra e outros instrumentos, a banda conta com os guitarristas Martin Ledger e Isaac McInnis, o baixista Stuart Fletcher, o baterista Henry Rogers, a tecladista Sarah Dean e ainda com a presença de outra ex-integrante do Mostly Autumn, a flautista Angela Gordon… vamos conferir um pouco desse belo exemplo do folk progressivo.

Vocês ouviram “I am Snow”, “Dark Eyes / The Dreamer’s Wake”, “Winter Winds” e “Shrinking Violet” com a Heather Findlay Band.

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir o registro mais recente de Heather Findlay… “Aces & Eights – A Night In The Saloon Bar” de 2018… um show acústico lançado em CD e DVD.

Depois de “I am Snow” Heather continuou se apresentando com versões diferentes de sua banda… como no quarteto que lançou o single “Horse Feathers” no final de 2017, contendo versões para as músicas tradicionais “Gaudete” e “The Snows They Melt The Soonest”.

Seguindo essa mesma proposta ela já havia se apresentado em abril daquele ano com o Heather Findlay Trio, que contava com a própria Heather na guitarra e vocais, Sarah Dean na harpa e Martin Ledger nas guitarras… e o resultado foi filmado, capturando a atmosfera de tons avermelhados da iluminação, que acentua o clima intimista do show.

A versão em CD traz os highlights dessa noite memorável, disponível na íntegra no DVD lançado simultaneamente em junho de 2018… e é um pouco desse belo registro: “Aces & Eights – A Night In The Saloon Bar”, que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Mountain Spring”, “Magnolia Half Moon”, “Unoriginal Sin” e “Evergreen” com o Heather Findlay Trio.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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HEATHER FINDLAY BAND

BG – BITTERNESS BURNT

1. I AM SNOW – 6:55

2. DARK EYES / THE DREAMER’S WAKE – 6:39

3. WINTER WINDS – 2:18

4. SHRINKING VIOLET – 8:27

BG – DAY THIRTEEN: SIGN

TOTAL: 24:19

HEATHER FINDLAY TRIO

BG – I’VE SEEN YOUR STAR

1. MOUNTAIN SPRING – 6:04

2. MAGNOLIA HALF MOON – 4:51

3. UNORIGINAL SIN – 5:37

4. EVERGREEN – 9:12

BG – YELLOW TIME

TOTAL: 25:45

TOTAL GERAL – 50:04

Ouça o Art Rock com Heather Findlay Band que foi ao ar no dia 25/08/2018, clicando aqui.

Stick Men

Posted in Programas with tags on 04/09/2018 by Art Rock

“Boa noite, o programa de hoje vamos trazer uma colaboração do nosso companheiro Rubens Silvio, que nos conseguiu um material imperdível de um grupo que os nossos ouvintes já conhecem muito bem, os Stick Men de Pat Mastelotto, Markus Reuter & Tony Levin…

Como trouxemos recentemente no programa esse trio pertencente à nobre família crimsoniana, acho que podemos dispensar as apresentações… basta lembrar que ele surgiu em 2007 a partir de um álbum solo do grande baixista Tony Levin, em que ele mergulhava nas suas alugações com a natureza polimórfica do chapman stick…

Esse instrumento singular foi uma criação do músico de jazz Emmett Chapman, para usar com o seu método de “mãos livres” (free hands) em que a manipulação é feita com os dedos de ambas as mãos por meio da técnica de tapping… diretamente no braço e não no corpo da guitarra.

Chappman começou em 69 a evoluir o conceito, desenvolvendo uma guitarra de nove cordas que chamou de “freedom guitar”… mas em 74 ele apresentou para o público o primeiro Stick, que foi logo abraçado por feras como Alphonso Johnson do grupo Weather Report… e também por um então jovem baixista chamado Tony Levin que se tornaria um grande entusiasta e, anos mais tarde, criaria o trio Stick Men só para explorar as muitas viagens possíveis com essa ferramenta sonora…

Vocês ouviram “Hide in the Trees”, “Larks tongues in aspic – part two”, que é a segunda parte do tema crimsoniano do nosso programa… e, para fechar, “Red” outra clássica do King Crimson Club ” com os Stick Men & David Cross, ao vivo no Carioca Club em São Paulo!

A gente volta já…

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E nós vamos continuar com o grupo Stick Men, trazendo mais um pouco da memorável apresentação deles com David Cross, no Carioca Club em São Paulo, em 24 de agosto de 2018.

O show foi registrado nesse bootleg que vocês estão conferindo aqui no Art Rock… foi a primeira apresentação da tour sul americana do grupo, na qual eles teriam a companhia do genial violinista David Cross… outro representante da família do King Crimson.

O show no Club Carioca de São Paulo teve uma atmosfera bem contemporânea, pois o visual mais hard edge do ambiente era bem diferente da sóbria e adornada e quase duas vezes centenária sala do Teatro Municipal São Caetano de Niteroi, onde acabou sendo realizado o segundo concerto da excursão, que originalmente era para ser no Rio de Janeiro.

A presença de David Cross contribuiu para tornar ainda mais crimsoniano o som do grupo… e essa não foi a primeira vez que o violinista participou dos Stick Men, que já tinha realizado uma tour anterior com ele, registrada no álbum “Midori”, gravado ao vivo em Tokyo e disponível apenas em formato digital… felizmente, essa nova colaboração memorável foi também registrada, dessa vez como um bootleg, que graças ao nosso amigo Rubens Sílvio, estamos trazendo aqui para os ouvintes do Art Rock!

Vocês ouviram “Mantra”, “Prog Noir” e “Open” com os Stick Men.

O Art Rock fica por aqui, o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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STICK MEN

BG – CUSP

1. HIDE IN THE TREES – 6:45

2. LARKS’TONGUES IN ASPIC – PART TWO – 6:18

3. RED – 6:20

BG – SWIMMING IN TEA

TOTAL: 24:43

STICK MEN

BG – SCHATTENHAFT

1. MANTRA 5:25

2. PROG NOIR – 6:15

3. OPEN – 13:20

BG – SHADES OF STARLESS

TOTAL: 25:00

TOTAL GERAL – 49:43

Ouça o Art Rock com Stick Men que foi ao ar no dia 01/09/2018, clicando aqui.