Barock Project

Posted in Programas with tags on 03/10/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa teremos um grupo da nova geração do progressivo italiano… o Barock Project.A história desse grupo gira em torno do pianista e compositor Luca Zabbini, que vem de uma família de músicos e desde cedo teve interesse pelo progressivo, embora seu primeiro grupo, o Fattore Comune, fosse mais para o funk… mas, em 96, ele fundaria o K2, onde tocava covers do Emerson, Lake and Palmer, junto com o guitarrista Luca Comellini e com o baixista Giambattista Giorgi…

A partir de 97 Zabbini ingressaria como pianista e compositor no Instituto Musicale Orazio Vecchi, de Modena, mas ele continuou interessado em prog rock e, em 2003, ele resolveu criar um novo grupo… e o Barock Project tomaria forma definitiva no ano seguinte, com a entrada de Giambattista Giorgi para o baixo, Giacomo Calabria para a bateria e Luca Pancaldi para os vocais.

No começo eles se concentraram em apresentações no circuito progressivo italiano, chegando a lançar o DVD “Rock in Theater”, com o registro de uma apresentação em Bolonha em janeiro de 2007 junto de um quarteto de cordas… mas o seu primeiro registro de estúdio, o álbum “Misteriose Voci”, só viria em dezembro daquele ano, lançado pelo selo Musea.

O disco teve boa repercussão e seria seguido em 2009 por “Rebus”, que saiu pelo selo italiano Mellow Records… a essa altura o grupo já estava estabelecido o bastante para tentar o mercado internacional, lançando em 2012 o álbum “Coffee In Neukölln”, com letras em inglês… vamos conferir um pouco dessa fase do Barock Project…

Vocês ouviram o Barock Project com “Polvere di Stelle”, “Back to you” e “The Lives of Others”.

A gente volta já…

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E agora vamos conferir um material mais recente do Barock Project, o álbum “Detachment”, de 2017.

Com o aumento da projeção do grupo também cresceram as tensões internas, e começaram as inevitáveis mudanças de formação… Eric Ombelli entrou para a bateria e Marco Mazzuoccolo para a guitarra… mas a mais marcante foi a saída de Giambattista Giorgi no final de 2014, durante a gravação do 4º. álbum de estúdio, “Skyline”…

Luca Zabbini acabou regravando as linhas de baixo para todo o álbum, que sairia em 2015… no ano seguinte, já com o novo baixista, Francesco Caliendo, o Barock Project lançaria o álbum ao vivo “Vivo”, registrando a performance do grupo nos palcos e mostrando que eles não haviam perdido a direção e nem a sua proposta musical, apesar das mudanças.

E em 2017 o Barock Project apareceu rejuvenecido com o álbum “Detachment”, o quinto registro de estúdio do grupo, que conta com a colaboração de Pete Jones, o multi-instrumentista cego que ganhou notoriedade pelo seu celebrado projeto solo Tiger Moth Tales… ele participa como vocalista e também como autor das letras de três faixas desse trabalho que nós selecionamos para a segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram “Happy to see you”, “One day” e “Broken” com o Barock Project.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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BAROCK PROJECT

BG – STREETS OF BERLIN

1. POLVERE DI STELLE – 6:38

2. BACK TO YOU – 7:16

3. THE LIVES OF OTHERS – 11:10

BG – COFFEE IN NEUKÖLLN

TOTAL – 25:04

BAROCK PROJECT

BG – TWENTY YEARS

4. HAPPY TO SEE YOU – 7:37

5. ONE DAY – 7:23

6. BROKEN – 9:06

BG – PROMISES

TOTAL: 24:06

TOTAL GERAL – 49:10

Ouça o Art Rock com Barock Project que foi ao ar no dia 30/09/2017, clicando aqui.

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Rush

Posted in Programas with tags on 29/09/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grupos mais bem sucedidos da história, com uma longa carreira em que sempre tiveram muito reconhecimento tanto de crítica como de público… o Rush.

Já trouxemos os decanos do rock canadense muitas vezes no nosso programa, e eles dispensam quaisquer apresentações, ainda mais por serem apreciados tanto pelos fãs de progressivo como do hard rock e até do heavy metal… todos reconhecendo a qualidade dos trabalhos desse trio canadense que conseguiu manter-se sempre em evidência através das décadas desde o seu surgimento no final dos anos 60.

Apesar de ter tido no começo outros integrantes, o Rush vem mantendo a mesma formação desde 1974, quando o baterista e letrista Neil Peart juntou-se ao guitarrista Alex Lifeson e ao baixista e vocalista Geddy Lee… e muitos consideram que esse foi o verdadeiro momento de nascimento do grupo, quando ele ganhou sua identidade definitiva.

E nessa primeira parte nós vamos trazer duas suítes extraídas dos álbuns “A farewell to Kings” de 77 e “Hemispheres” de 78… que, juntas, contam a história da nave Rocinante, em sua jornada ao interior do buraco negro Cygnus X-1… onde os deuses Apolo e Dionísio se encontram aprisionados em sua eterna luta entre a mente e o coração… e, diante do olhar acusador do mortal que os confronta, lhe conferem envergonhados a posição de mediador, tornando-se então: Cygnus, Deus do Equilíbrio.

Vocês ouviram o Rush com “Cygnus X-1 Book I – The Voyage” e “Cygnus X-1 Book II – Hemispheres”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer um trabalho mais recente do Rush, a versão remixada do seu álbum “Vapor Trails”, lançada em 2013.

Considerado um dos grupos mais dedicados à sua própria proposta musical, o Rush sempre se concentrou em trabalhos com a sua marca característica, desde o diálogo de baixo e guitarra à estrutura rítmica poderosa da bateria de Neil Peart, que era ainda o responsável pela poética viajante engajada do grupo, em letras muitas vezes celebradas como verdadeiros trabalhos de ficção cientifica.

No final dos anos 90 as perdas primeiro de sua filha Selena e, logo depois, de sua mulher Jacqueline, levaram Neil Peart a deixar a música de lado, saindo em uma longa viagem de redescoberta pelos Estados Unidos, em sua moto BMW… só em 2001 ele voltaria a se reunir com seus companheiros e eles lançariam o álbum “Vapor Trails”… um trabalho que foi muito bem recebido… exceto por sua mixagem.

Na época, ele foi criticado pelo uso excessivo de compressão na pós-produção… por isso, em 2013 esse trabalho recebeu uma versão remixada que foi incorporada à box-set “The Studio Albums 1989–2007”… essa versão seria também lançada em uma edição individual naquele ano com o nome “Vapor Trails Remixed”… e é um pouco dessa edição menos conhecida do disco que nós selecionamos para fechar o programa de hoje.

Vocês ouviram “Ceiling unlimited”, “Ghost Rider”, “How it is” e “Earthshine” com o Rush.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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RUSH

BG – CLOSER TO THE HEART

1. CYGNUS X-1 BOOK I – THE VOYAGE – 10:26

2. CYGNUS X-1 BOOK II – HEMISPHERES – 18:07

BG – CIRCUNSTANCES

TOTAL – 28:34

RUSH

BG – VAPOR TRAIL

3. CEILING UNLIMITED – 5:28

4. GHOST RIDER – 5:41

5. HOW IT IS – 4:05

6. EARTHSHINE – 5:38

BG – SWEET MIRACLE

TOTAL: 20:51

TOTAL GERAL – 49:25

Ouça o Art Rock com Rush que foi ao ar no dia 23/09/2017, clicando aqui.

Every Which Way & Absolute Elsewhere

Posted in Programas with tags , on 25/09/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa dois grupos de vida curta, ambos com apenas um álbum em seu currículo, embora seus fundadores tivessem uma carreira proeminente…

Depois que o extraordinário The Nice encerrou atividades… na época, o tecladista Keith Emerson é claro faria história com o Emerson, Lake & Palmer e o baixista Lee Jackson criaria o Jackson Heights… mas o baterista Brian Davidson também resolveu fundar o seu próprio grupo… o Every Which Way, que lançaria o seu primeiro álbum em 1970.

Contando com os vocais e o teclado de Graham Bell (ex-Skip Bifferty), o baixo de Alan Cartwright, a guitarra de John Hedley e ainda Geoffrey Peach nos instrumentos de sopro, o grupo se apresentava como Brian Davidson’s Every Which Way e o som deixava de lado as pirotecnias sinfônicas do Nice, para mergulhar em uma abordagem mais direta, misturando pitadas de hard rock nas passagens mais elaboradas.

Mas 1970 foi um ano em que inúmeras grandes bandas estavam despontando e, apesar da qualidade do seu som, eles se separariam pouco depois do lançamento do seu único álbum e Brian Davidson acabaria se reunindo mais tarde com Lee Jackson no grupo Refugee, junto do tecladista Patrick Moraz… Brian também faria parte do grande Gong, e ele deixou nosso plano da realidade em 2008… confiram o som do Every Which Way.

Vocês ouviram o Brian Davidson’s Every Which Way com “Bed ain’t what it used to be”, “Castle Sand” e “All in Time”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer outro trabalho isolado, dessa vez do tecladista Paul Fishman… o único álbum do seu grupo Absolute Elsewhere.

Com uma carreira já estabelecida na área de produção, trabalhando com o genial Roy Budd em várias de suas trilhas para cinema, Paul Fishman embarcaria em meados dos anos 70 em um projeto ambicioso: um álbum inspirado nas obras de Eric Von Däniken… ele formaria o grupo Absolute Elsewhere com o guitarrista Phillip Saatchi e o baixista Jon Astrop… e conseguiria para a bacteria nada menos que o grande Bill Brufford do Yes e King Crimson…

E o resultado foi o álbum “In Search of Ancient Gods”… um rico trabalho que mistura ocasionais incursões eletrônicas com belas paisagens de teclados e que mereceu da Warner uma edição quadrafônica – o máximo da tecnologia da época – mas, infelizmente, o momento não era propício para iniciativas progressivas… entre o furacão punk na Inglaterra e a disco music nos EUA, a ordem geral era ignorar os prog. rockers completamente… e Paul Fishman teria que batalhar para levar adiante o projeto.

Ele tentou seguir em frente, encurtou o nome do grupo para Absolute e trouxe para completar o time outro batera crimsoniano: Andrew McCulloch… em 77 eles gravaram o álbum “Playground”, mas ele nunca seria lançado… Paul Fishman voltou para o seu trabalho de estúdio e com produção, e até faria sucesso nos anos 80 com o grupo new wave Re-Flex… mas o Absolute Elsewhere permaneceria como uma bela promessa que não chegaria a se concretizar…

Vocês ouviram “Earthbound”, “Miracles of the Gods”, “The Gold of the Gods” e “Toktela” com o Absolute Elsewhere.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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EVERY WHICH WAY

BG – GO PLACID

1. BED AIN’T WHAT IT USED TO BE – 9:25

2. CASTLE SAND – 6:41

3. ALL IN TIME – 8:50

BG – THE LIGHT

TOTAL – 24:57

ABSOLUTE ELSEWHERE

BG – MOON CITY

4. EARTHBOUND – 9:00

5. MIRACLES OF THE GODS – 11:40

6. THE GOLD OF THE GODS – 2:35

7. TOKTELA – 1:33

BG – CHARIOTS OF THE GODS

TOTAL: 24:48

TOTAL GERAL – 49:45

Ouça o Art Rock com Every Which Way & Absolute Elsewhere que foi ao ar no dia 16/09/2017, clicando aqui.

REPRISE: Jethro Tull

Posted in Programas with tags on 11/09/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 09-09-2017, foi um reprise com o Jethro TullConfiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

 

Wishbone Ash

Posted in Programas with tags on 05/09/2017 by Artrock

“Boa noite, o programa de hoje será com outra lenda viva do rock inglês, o Wishbone Ash, que se mantém ativo às vésperas de completar 50 anos de carreira…

Já trouxemos o grande Wishbone muitas vezes no programa… mas hoje vamos trazer os dois extremos da sua longa carreira, começando com o seu lendário primeiro álbum, que havia sido gravado no início de 1970 em um pequeno estúdio em Londres… e eles acabariam conseguindo a ajuda de uma figura improvável, o normalmente intratável guitarrista Ritchie Blackmore, do Deep Purple.

Na época a clássica 1ª. formação do grupo já estava completa, com Steve Upton na bateria, Martin Turner no baixo e vocais e Andy Powell e Ted Turner nas guitarras… e eles haviam conseguido abrir para o Purple em um show no Civic Hall de Dunstable, em Bedfordshire… e, no meio do sound check, Andy Powell começou uma jam com Ritchie Blackmore, que acabaria se envolvendo com o grupo e até conseguiria os contatos com a MCA Records.

Mas os executivos da gravadora acharam que o material trazido pelo grupo não tinha qualidade suficiente e ele foi engavetado… o Wishbone Ash seguiu em frente e, décadas mais tarde, um acetato dessas gravações perdidas foi levado a leilão e adquirido por um fã que contatou Andy Powell… e por isso vocês vão poder conferir o álbum “First Light”, lançado em 2007 pela Talking Elephant Records que, felizmente, não achou que o disco era tão ruim assim…

Vocês ouviram o Wishbone Ash com “Roads of Day to Day”, “Joshua”, “Queen of Torture”, “Alone” e “Handy”, faixas do primeiro registro gravado do grupo, duas das quais seriam regravadas para o seu primeiro álbum oficial, “Wishbone Ash” de 1970.

A gente volta já…

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E agora nós vamos trazer um material mais recente do Wishbone Ash, que continua gravando e excursionando sem dar sinais de desejar encerrar atividades.

Nos anos 70 o Wishbone Ash se tornaria um dos grandes nomes do rock inglês, com álbuns antológicos e a sua marca registrada, o andamento ritmado e as guitarras dobradas que se tornariam uma influência para as bandas da chamada New Wave of British Heavy Metal, em especial é claro o grande Iron Maiden…

Mas, além da “cavalgada” característica o Wishbone Ash também tinha a persistência como uma de suas qualidades… depois de décadas de idas e vindas, com a saída de muitos de seus membros fundadores, o grupo se estabilizou no novo milênio com uma formação em torno do guitarrista Andy Powell, que conseguiu ganhar os direitos do uso exclusivo do nome depois de uma briga judicial com Martin Turner.

Esse conflito talvez tenha ajudado a firmar a decisão de Andy Powell, que se mantém fiel à sua proposta musical, mesmo em meio às incessantes mudanças… e, para essa segunda parte do programa, selecionamos faixas dos álbuns “Elegant Stelth” de 2011 e “Blue Horizon” de 2014… confiram um pouco dessa fase mais recente do incansável Wishbone Ash…

Vocês ouviram “Can’t go it Alone”, “Heavy Weather”, “Take it back” e “All There is to Say” com o Wishbone Ash.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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WISHBONE ASH

BG – ERRORS OF MY WAY

1. ROADS OF DAY TO DAY – 5:51

2. JOSHUA – 2:13

3. QUEEN OF TORTURE – 3:09

4. ALONE – 3:10

5. HANDY– 12:41

BG – BLIND EYE

TOTAL – 23:55

WISHBONE ASH

BG – TALLY HO!

6. CAN’T GO IT ALONE – 5:39

7. HEAVY WEATHER – 6:41

8. TAKE IT BACK – 6:01

9. ALL THERE IS TO SAY – 7:24

BG – AMERICAN CENTURY

TOTAL: 25:45

TOTAL GERAL – 49:40

Ouça o Art Rock com Wishbone Ash que foi ao ar no dia 02/09/2017, clicando aqui.

White Willow

Posted in Programas with tags on 29/08/2017 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos no programa o grupo norueguês White Willow, um dos grandes representantes da geração dos anos 90 do progressivo escandinavo.

Formado em Oslo em 92, o White Willow lançou seu primeiro álbum “Ignis Fatuus” em 95… e ele já contava em sua formação com o baterista Mattias Olsson, ex-Änglagård, além do guitarrista Jacob Holm-Lupo e da vocalista Sara Trondal… e a sua sonoridade tinha influências folk que eram acentuadas pelos vocais femininos e a presença de instrumental acústico em meio às paisagens de mellotrons…

Eles levariam algum tempo para lançar seu segundo trabalho, “Ex Tenebris”, que saiu apenas em 98 e já tinha os vocais de Syvia Erichsen… e, depois de outras mudanças de formação, em 2000 saía o álbum “Sacrament”, que mantinha o mesmo estilo e teve boa repercussão, mas foi seguido de um novo hiato, dessa vez de 4 anos, antes do lançamento de “Storm Season”, em 2004.

Muito bem recebido, o álbum misturava elementos mais pesados, mas sem deixar de lado seu estilo e a forte presença do mellotron de Lars Fredrik Frøislie, que já havia se estabelecido como tecladista do grupo… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos material dessa fase do White Willow…

Vocês ouviram o White Willow com “The Crucible”, “Chemical Sunset” e “Nighside of Eden”.

A gente volta já…

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E nós vamos trazer mais um pouco do grupo norueguês White Willow, que lançou em 2017 o álbum “Future Hopes”, seu primeiro registro de estúdio depois de uma nova parada, agora de 6 anos.

A saída temporária de Syvia Erichsen prejudicou o álbum “Signal to Noise” de 2006, mas ela voltaria para “Terminal Twilight” de 2011… infelizmente, depois de mais esse trabalho muito elogiado, eles manteriam a tradição de passar um longo tempo sem voltar a gravar… enquanto se envolviam em outros projetos.

Em 2015 sairia a coletânea “Ocultations”, apresentada como uma introdução ao som do White Willow… mas, só em 2017 o grupo voltaria com um novo trabalho, “Future Hopes”, que, além de uma capa do mestre Roger Dean ainda introduz uma nova vocalista… e a surpresa foi a escolha da estrela pop norueguesa Venke Knutson, que já havia participado como vocalista convidada no Opium Cartel, um projeto paralelo de Jacob Holm-Lupo.

Mas as origens nada progressivas da nova vocalista do White Willow não influenciaram a sonoridade do novo trabalho, ao contrário, o álbum “Future Hopes” é um dos mais consistentes da carreira do grupo e mostra que ele não perdeu o caminho, apesar dos longos intervalos entre os lançamentos… e merece destaque outra surpresa: a versão antológica para a clássica “Animal Magnetism” do Scorpions, que contou até com a participação do grande clarinetista David Krakauer…

Vocês ouviram “Silver and Gold”, “In Dim Days”, “Where there was Sea there is Abyss” e “Animal Magnetism” com o White Willow.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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WHITE WILLOW

BG – PAPER MOON

1. THE CRUCIBLE – 7:32

2. CHEMICAL SUNSET – 8:03

3. NIGHSIDE OF EDEN – 10:12

BG – THE LAST ROSE OF SUMMER

TOTAL – 25:47

WHITE WILLOW

BG – FUTURE HOPES

4. SILVER AND GOLD – 4:04

5. IN DIM DAYS – 11:06

6. WHERE THERE WAS SEA THERE IS ABYSS – 1:59

7. ANIMAL MAGNETISM – 7:15

BG – DAMNATION VALLEY

TOTAL: 24:24

TOTAL GERAL – 50:11

Ouça o Art Rock com White Willow que foi ao ar no dia 26/08/2017, clicando aqui.

The Who

Posted in Programas with tags on 23/08/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje traremos um grupo que é um dos sinônimos do rock and roll e, em particular, do hard rock… uma lenda vida chamada The Who.

Claro que o grande The Who dispensa maiores apresentações, pois é presença totalmente obrigatória na discoteca de qualquer bom roqueiro… desde o seu início como The Detours em 1964, passando pelos tempos como The High Numbers, o grupo evoluiu para se tornar uma das forças do rock inglês e, com o tempo, um verdadeiro fenômeno cultural…

The Who foi agregando elementos ao rhythm and blues e ao final dos anos 60 o quarteto formado por Pete Townshend, Roger Daltrey, John Entwistle e Keith Moon havia alcançado uma síntese única, que se expressou de forma insuperável na ópera-rock “Tommy”.

Esse trabalho seminal seria levado ao cinema em 75 pelo diretor Ken Russell e se tornaria dos mais famosos filmes de rock dos anos 70… mas a ideia de usar grandes nomes do rock interpretando os diversos papeis da ópera baseou-se em uma versão orquestral que o Who gravou em 72 com a London Symphony Orchestra, e tendo a colaboração de Maggie Bell, Steve Winwood, Sandy Denny, Ritchie Havens, Ringo Starr e até Rod Stewart… confiram um pouco dessa rara versão para “Tommy”.

Vocês ouviram The Who e a Sinfônica de Londres com “Amazing Journey”, “Sparks”, “Eyesight to the Blind”, “The Acid Queen”, “Fiddle About”, “Pinball Wizard”, “I’m Free”, “We’re not gonna take it” e “See me, Feel me”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco do genial The Who, que continua se apresentando ao vivo, apesar de entrar em um longo hiato depois do álbum “Endless Wire” de 2006.

Na verdade eles nunca se separaram, mantendo o ritmo das tours e até a gravar ocasionalmente, como a faixa “Be Lucky” para a coletânea “The Who Hits 50!” de 2014… mas a sua fase realmente criativa como grupo durou uma década, entre os anos 60 e 70, quando lançavam trabalhos frequentes e que eram sempre aguardados com ansiedade tanto pela mídia como pelo público.

Infelizmente, aquela que deveria ter sido a obra-prima do Who, o projeto “Lifehouse” acabou nunca sendo concluído… a experiência, que já envolvia conceitos que hoje seriam chamados de multimídia, teria dado continuidade à ideia de alienação de “Tommy” em uma narrativa de ficção científica… mas dessa grande ideia só sobrariam as músicas, e elas acabariam sendo reaproveitadas para servir de base ao genial álbum “Who’s Next” de 71.

Já foi dito que a genialidade de Pete Townshend ia muito além do que era possível expressar pela tecnologia da época, o que o levaria à depressão e, no fim, a abandonar essas ambições criativas e se focar nos trabalhos do Who… uma limitação que ainda assim renderia trabalhos brilhantes… fiquem com um pouco dessa que foi a última fase de grande produtividade do grupo.

Vocês ouviram “Bargain”, “Behind Blue Eyes”, “Pure and Easy”, “Naked Eye” e “Imagine a Man” com o grande The Who.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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THE WHO

BG – UNDERTURE

1. AMAZING JOURNEY – 3:14

2. SPARKS – 3:21

3. EYESIGHT TO THE BLIND – 2:30

4. THE ACID QUEEN – 3:47

5. FIDDLE ABOUT – 1:25

6. PINBALL WIZARD – 3:47

7. I’M FREE – 2:32

8. WE’RE NOT GONNA TAKE IT – 2:24

9. SEE ME, FEEL ME – 3:05

BG – CAM YE O’ER FRAE FRANCE

TOTAL – 26:04

THE WHO

BG – BABA O’RILEY

10. BARGAIN – 5:34

11. BEHIND BLUE EYES – 3:43

12. PURE AND EASY – 5:25

13. NAKED EYE – 5:28

14. IMAGINE A MAN – 4:01

BG – SALLY SIMPSON

TOTAL: 24:11

TOTAL GERAL – 50:15

Ouça o Art Rock com The Who que foi ao ar no dia 19/08/2017, clicando aqui.