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Rush

Posted in Programas with tags on 29/09/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grupos mais bem sucedidos da história, com uma longa carreira em que sempre tiveram muito reconhecimento tanto de crítica como de público… o Rush.

Já trouxemos os decanos do rock canadense muitas vezes no nosso programa, e eles dispensam quaisquer apresentações, ainda mais por serem apreciados tanto pelos fãs de progressivo como do hard rock e até do heavy metal… todos reconhecendo a qualidade dos trabalhos desse trio canadense que conseguiu manter-se sempre em evidência através das décadas desde o seu surgimento no final dos anos 60.

Apesar de ter tido no começo outros integrantes, o Rush vem mantendo a mesma formação desde 1974, quando o baterista e letrista Neil Peart juntou-se ao guitarrista Alex Lifeson e ao baixista e vocalista Geddy Lee… e muitos consideram que esse foi o verdadeiro momento de nascimento do grupo, quando ele ganhou sua identidade definitiva.

E nessa primeira parte nós vamos trazer duas suítes extraídas dos álbuns “A farewell to Kings” de 77 e “Hemispheres” de 78… que, juntas, contam a história da nave Rocinante, em sua jornada ao interior do buraco negro Cygnus X-1… onde os deuses Apolo e Dionísio se encontram aprisionados em sua eterna luta entre a mente e o coração… e, diante do olhar acusador do mortal que os confronta, lhe conferem envergonhados a posição de mediador, tornando-se então: Cygnus, Deus do Equilíbrio.

Vocês ouviram o Rush com “Cygnus X-1 Book I – The Voyage” e “Cygnus X-1 Book II – Hemispheres”.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte vamos trazer um trabalho mais recente do Rush, a versão remixada do seu álbum “Vapor Trails”, lançada em 2013.

Considerado um dos grupos mais dedicados à sua própria proposta musical, o Rush sempre se concentrou em trabalhos com a sua marca característica, desde o diálogo de baixo e guitarra à estrutura rítmica poderosa da bateria de Neil Peart, que era ainda o responsável pela poética viajante engajada do grupo, em letras muitas vezes celebradas como verdadeiros trabalhos de ficção cientifica.

No final dos anos 90 as perdas primeiro de sua filha Selena e, logo depois, de sua mulher Jacqueline, levaram Neil Peart a deixar a música de lado, saindo em uma longa viagem de redescoberta pelos Estados Unidos, em sua moto BMW… só em 2001 ele voltaria a se reunir com seus companheiros e eles lançariam o álbum “Vapor Trails”… um trabalho que foi muito bem recebido… exceto por sua mixagem.

Na época, ele foi criticado pelo uso excessivo de compressão na pós-produção… por isso, em 2013 esse trabalho recebeu uma versão remixada que foi incorporada à box-set “The Studio Albums 1989–2007”… essa versão seria também lançada em uma edição individual naquele ano com o nome “Vapor Trails Remixed”… e é um pouco dessa edição menos conhecida do disco que nós selecionamos para fechar o programa de hoje.

Vocês ouviram “Ceiling unlimited”, “Ghost Rider”, “How it is” e “Earthshine” com o Rush.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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RUSH

BG – CLOSER TO THE HEART

1. CYGNUS X-1 BOOK I – THE VOYAGE – 10:26

2. CYGNUS X-1 BOOK II – HEMISPHERES – 18:07

BG – CIRCUNSTANCES

TOTAL – 28:34

RUSH

BG – VAPOR TRAIL

3. CEILING UNLIMITED – 5:28

4. GHOST RIDER – 5:41

5. HOW IT IS – 4:05

6. EARTHSHINE – 5:38

BG – SWEET MIRACLE

TOTAL: 20:51

TOTAL GERAL – 49:25

Ouça o Art Rock com Rush que foi ao ar no dia 23/09/2017, clicando aqui.

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Rush & Saga

Posted in Programas with tags , on 24/09/2014 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um pouco do prog. canadense… começando com o grande Rush, uma lenda viva que se mantem em atividade ininterrupta desde o seu nascimento, muitas décadas atrás!

1 - permanent waves

Naturalmente o Rush dispensa maiores apresentações, pois é dos mais importantes e bem sucedidos grupos sobreviventes dos anos 70… e também é uma presença constante em nosso programa, ainda mais porque está sempre lançando novos trabalhos… como a box-set “R-40”, que comemora os 40 anos do aniversário do primeiro álbum do grupo.

2 - signals

E com uma carreira longa assim é claro que sempre é preciso selecionar exemplos das muitas fases exploradas pelo grupo… nessa primeira parte do programa de hoje nós vamos nos concentrar na transição para os anos 80, quando Geddy Lee acrescentaria teclados à sonoridade do Rush…

3 - grace under pressure

Na época, havia pressão das gravadoras para que os grupos de rock “suavizassem” o seu som para “conquistar novos mercados”… e uma das razões da sobrevivência do Rush é que ele nunca cedeu a essas pressões… a presença de teclados não comprometeu a proposta musical do grupo, e muito menos as letras viajantes de Neil Peart…

Com o Rush vocês ouviram “The spirit of radio”, “Different Strings”, “Subdivisions”, “Distant early warning” e “Red Sector A”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outra lenda do prog. rock canadense, um veterano, que lançou um novo trabalho em 2014… o Saga!

4 saga sagacity

Quando surgiu, em 77, o Saga chegou a ser comparado com o Rush, embora tenham sonoridades bem diferentes… o grupo foi formado em Toronto e, no início, se chamava Pockets e já contava em sua formação com o baixista Jim Crichton e o baterista Steve Negus, que eram do grupo Fludd, juntamente com o irmão de Jim, o guitarrista Ian Crichton e o vocalista galês Michael Sadler…

Apesar da proposta claramente progressiva, o Saga seguiu um caminho diferente do Rush… em vez de fazer a ponte com o rock pesado, eles buscaram uma proposta que acrescentava também momentos mais comerciais… e ganhariam o reconhecimento mundial depois do sucesso “On the Loose”, faixa do álbum “Worlds apart” de 1981… cujo vídeo se tornaria um dos primeiros hits da recém-nascida MTV.

Já trouxemos o Saga outras vezes no programa… e hoje vamos trazer um pouco de “Sagacity”, o vigésimo primeiro álbum de estúdio do grupo, que saiu em junho de 2014 e, como sempre, foi muito bem recebido na Alemanha, país que é um dos redutos dos fãs desse quinteto canadense que já passou a muito dos 30 anos de carreira…

Vocês ouviram o Saga com “Let it slide”, “Vital Signs”, “Go with the flow”, “Press 9” e “I’ll be”…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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RUSH

BG – ENTRE NOUS

1. THE SPIRIT OF RADIO – 4:59

2. DIFFERENT STRINGS – 3:51

3. SUBDIVISIONS – 5:34

4. DISTANT EARLY WARNING – 4:58

5. RED SECTOR A – 5:13

BG – FREEWILL

TOTAL – 24:35

SAGA

BG – NO TWO SIDES

6. LET IT SLIDE – 4:49

7. VITAL SIGNS – 3:28

8. GO WITH THE FLOW – 5:26

9. PRESS 9 – 3:48

10. I’LL BE – 6:22

BG – LUCK

TOTAL: 23:53

TOTAL GERAL – 48:28

Ouça o Art Rock com Rush & Saga que foi ao ar no dia 20/09/2014, clicando aqui.

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Rush

Posted in Programas with tags on 24/04/2014 by Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa dedicado ao grande Rush, uma verdadeira lenda viva do rock canadense que continua em plena atividade, quatro décadas depois do lançamento do seu primeiro álbum, em 1974.


rush-2112

Surgido em 68, em Toronto, no Canadá, o Rush tinha em sua formação original o guitarrista Alex Lifeson e o baterista John Rutsey… o baixista e vocalista Geddy Lee entraria pouco tempo depois… mas eles levariam algum tempo para conseguir se estabelecer como banda profissional… só em 73 eles lançariam o seu primeiro single, uma cover para “Not Fade Away” de Buddy Holly, seguido em 74 pelo álbum “Rush”.

Na época, o tom agudo da voz de Geddy Lee levou o grupo a ser acusado de copiar o Led Zeppelin… mas essas críticas foram deixadas de lado depois da entrada do grande baterista Neil Peart que se tornaria o letrista do Rush e o conduziria para novos caminhos, fazendo do grupo uma das maiores expressões da ficção científica no rock, ao mesmo tempo em que seu som ganhava contornos mais progressivos.

A rica poesia de Neil Peart chegou a ganhar prêmios importantes no mundo da literatura de fantasia e ficção… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos um pouco de um de seus álbuns mais celebrados, o genial “2112” de 76, incluindo a épica faixa título, que conta a saga do último músico em um mundo controlado pela ordem totalitária dos Sacerdotes do Templo de Syrinx…

Vocês ouviram o Rush com a suite “2112”, seguida por “Something for Nothing”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco do Rush, que é um daqueles raros exemplos de grupos que nunca deixaram de fazer sucesso… e sem comprometer a qualidade do seu trabalho.

rush clockworkangels

Em 97, Neil Peart perdeu sua filha Selena em um acidente, seguida da sua mulher Jacqueline, que deixou nosso plano devido a um câncer no ano seguinte… diante disso, o Rush só voltaria a lançar um novo trabalho de estúdio em 2002… e o álbum “Vapor Trails” foi seguido de uma tour mundial que teve grandes momentos, com apresentações antológicas como o show em São Paulo para mais de 60 mil pessoas.

Em 2007 seria a vez do álbum “Snakes and Arrows”, em que o Rush mostrava que não estava interessado em simplificar seu som para “atualizar” sua estética para as novas gerações… em vez disso eles buscaram a si mesmos, sua identidade e seu talento, como referência… e o resultado foi um trabalho consistente, que não precisou das campanhas publicitárias da gravadora para chegar ao topo das paradas de rock.

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Eles mantiveram a mesma atitude com “Clockwork Angels” de 2012… um álbum conceitual, contando a história de Owen Hardy e sua travessia por uma realidade steampunk, em que ordem e caos convivem sob o olhar do Watchmaker… o Relojoeiro, que vê a realidade como uma máquina a ser continuamente controlada e ajustada… outra grande ideia de Neil Peart, já transformada em romance co-escrito por Kevin J. Anderson… e também em graphic novel com os desenhos de Nick Robles.

Com o Rush, vocês ouviram “Clockwork angels”, “Seven cities of gold”, “The wreckers” e “The Garden”… faixas extraídas do album “Clockwork Angels” de 2012.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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RUSH

BG – A PASSAGE TO BANGKOK

1. 2112 – 20:33

2. SOMETHING FOR NOTHING – 4:03

BG – THE TWILIGHT ZONE

TOTAL – 24:36

RUSH

BG – CARAVAN

3. CLOCKWORK ANGELS – 7:31

4. SEVEN CITIES OF GOLD – 6:34

5. THE WRECKERS – 5:01

6. THE GARDEN – 7:00

BG – HALO EFFECT

TOTAL: 26:06

TOTAL GERAL – 50:48

Ouça o Art Rock com a Rush que foi ao ar no dia 14/04/2014, clicando aqui.

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