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Rodrigo Nickel & ZDP

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 23/08/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos uma colaboração do nosso amigo Rodrigo Nickel, que, além de fã, é um prog rocker bem ativo e nos mandou seu mais recente trabalho, o álbum “Back to the Cave”.

Saxofonista e tecladista, Rodrigo é um dos músicos lutadores que enfrentam com disposição o cenário do rock curitibano… ele já participou dos grupos Labirinto, Glóbulos Verdes e Goya, e mantém, há algum tempo, o anagramático alter-ego Odin Irgel Rock, que nós já havíamos trazido uma vez aqui no programa.

E o álbum “Back to the Cave” registra a apresentação no Festival Bons Tempos, em 30 de dezembro de 2017… e foi o primeiro show tendo o grupo ZDP integrando o Odin Irgel Rock… com isso, a formação ficou com Diego Porres no baixo, Gustavo Zagonel na guitarra, Rodrigo Nickel no sax e teclado e Wilson Demarchi na bateria…

Apesar de não terem tocado muitas vezes juntos antes do show a química entre os músicos estava tão boa que a gravação do show não precisou de overdubs… o nome do álbum homenageia o espírito ancestral dos grandes dinossauros do prog rock dos anos 70 e inspirou também a capa, que ficou a cargo do baterista Wilson Demarchi… confiram um pouco da energia e talento de Odin Irgel Rock…

Vocês ouviram Odin Irgel Rock com: “Pitfall”, “Blue Rose”, “Agora ou Nunca”, “Argento” e, para fechar, “Firewalk With Me” que presta homenagem ao grande David Lynch e à inesquecível série Twin Peaks.

A gente volta já…

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E depois do jazz-rock do Odin Irgel Rock vamos trazer outra demonstração de que a música progressiva está bem viva na fria Curitiba… o trio instrumental ZDP.

Como é comum entre os prog rockers, os integrantes do ZDP são músicos que dividem seus talentos em outros projetos… no primeiro bloco do programa vocês puderam conferir a sua participação como integrantes do projeto Odin Irgel Rock… mas o trio ZDP propriamente dito começou muito antes, quando o Diego Porres convidou Gustavo Zagonel para montar uma banda e chamaram Wilson Demarchi para completar o time.

Diego na época estava envolvido na produção do álbum “Enigma” do seu outro grupo, o Seven Side Diamond… e Gustavo também não deixou de lado sua atuação como professor de guitarra… mas eles não abandonaram a ideia e o Zagonel, Demarchi & Porres acabaria tomando forma e lançando em 2012 o CD “ZDP”.

O trio se manteria bem ativo no cenário musical local e, em 2017, eles lançariam o CD “A(R)ROCHA”, participando na sequência de vários eventos como o São José Rock Festival e o Art Music Park, além de se apresentarem também com o Odin Irgel Rock… mas vamos ouvir um pouco dos dois excelentes registros de estúdio do ZDP

Vocês ouviram o ZDP com “Confused Gigolo”, “Brainstorm”, “Bipolar”, “Ambergris” e “Gitano”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao Rodrigo Nickel pelo material que nós reproduzimos no programa de hoje… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ODIN IRGEL ROCK

BG – A LUZ NO FIM DO TUNEL

1. PITFALL – 3:48

2. BLUE ROSE – 6:02

3. AGORA OU NUNCA – 4:24

4. ARGENTO – 4:00

5. FIREWALK WITH ME – 4:17

BG – A LUZ NO FIM DO TUNEL (REPRISE)

TOTAL – 22:31

ZDP

BG – FURA BUCHO

6. CONFUSED GIGOLO – 4:21

7. BAINSTORM – 5:59

8. BIPOLAR – 5:43

9. AMBERGRIS – 3:58

10. GITANO – 5:00

BG – BALANGA TETA

TOTAL: 25:01

TOTAL GERAL – 47:32

Ouça o Art Rock com Rodrigo Nickel & ZDP foi ao ar no dia 10/08/2019, clicando aqui.

Angra & Shaman

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 27/06/2019 by Art Rock

“Boa noite, o Art Rock de hoje vai trazer um pouco do talento de um grande vocalista do rock nacional, que sempre navegou entre o metal e a progressividade e que deixou a nossa realidade em junho de 2019, com apenas 47 anos de idade.

Estamos nos referindo a André Matos, paulista que começou no rock quando tinha 13 anos no grupo Viper, com quem se firmaria como um dos mais promissores vocalistas do rock pesado nacional, principalmente depois do álbum “Theatre of Fate” de 1989… que ganhou repercussão internacional, mas acabaria sendo seu último trabalho com eles por um longo tempo, pois suas influências clássicas o levaram a sair para completar seus estudos musicais, estudando composição e orquestração.

A partir de então André se dedicaria a um novo grupo, o Angra, que lançaria em 93 o álbum de estreia “Angels Cry”, onde mergulhavam em uma rica mistura de elementos em que o heavy metal, a música clássica e até elementos da musicalidade brasileira podiam se encontrar… e eles repetiriam a dose nos trabalhos seguintes: “Holy Land” de 96 e “Fireworks” de 98…

A essa altura André já tinha alcançado um grande destaque… mas ele deixaria o grupo no ano 2000 juntamente com o baixista Luis Mariutti e o baterista Ricardo Confessori… o Angra se reformularia e seguiria em frente com outra formação… só que isso vai ficar para outro programa, nessa primeira parte vamos trazer um pouco da primeira fase do grupo, quando André Matos ainda era seu vocalista e tecladista.

Vocês ouviram o Angra com “Carry On”, “Stand Away”, “Holy Land” e “The Shaman”.

A gente volta já…

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Nós vamos continuar lembrando a passagem pelo nosso plano da realidade do vocalista e tecladista André Matos, que seguiu viagem em junho de 2019.

A princípio Andre Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori chegaram a pensar em continuar usando o nome Angra, mas acabaram adotando Shaman por sugestão de Luis Mariutti, que se lembrou da faixa The Shaman, que André havia composto para o álbum “Holy Land”… e, para completar o time, eles chamaram o irmão de Luis, Hugo Mariutti para a guitarra.

Essa formação lançaria o álbum “Ritual” em 2002, que foi muito bem recebido tanto pela crítica como pelo público… eles seguiram em uma tour mundial que duraria mais de um ano, teria grande repercussão e renderia o CD/DVD ao vivo “Ritualive”… e em 2005 seria a vez de “Reason”, com o grupo adotando por um tempo a grafia Shaaman para evitar problemas legais… mas no fim veio a ruptura e André seguiria em frente, levando consigo os irmãos Mariutti para acompanha-lo em sua carreira solo.

O álbum “Time to be Free” sairia em 2007 e seria seguido de outros dois trabalhos solo muito bem recebidos… além disso André ainda se envolveu em projetos como o supergrupo Symphonia e voltou  a se reunir tanto com o Viper como com o Shaman… e a sua agenda estava como sempre lotada quando ele subitamente atravessou a barreira do hiperespaço e começou uma nova viagem em 8 de junho de 2019…

Com o Shaman vocês ouviram “For Tomorrow”, “Fairy Tale”, “Reason” e “Rogh Stone”.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação são de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… mas nós vamos antes fechar com mais um momento da carreira de André Matos, a faixa “Living for the Night”, com o Viper, gravada ao vivo e extraída do álbum “To Live Again” de 2015… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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ANGRA

BG – NEVER UNDERSTAND

1. CARRY ON – 5:03

2. STAND AWAY – 4:55

3. HOLY LAND – 6:26

4. THE SHAMAN – 5:23

BG – WUTHERING HEIGHTS

TOTAL – 21:47

SHAMAN

BG – RITUAL

5. FOR TOMORROW – 6:46

6. FAIRY TALE – 6:55

7. REASON – 4:41

8. ROUGH STONE – 4:58

BG – TIME WILL COME

9. VIPER – LIVING FOR THE NIGHT – 5:34

TOTAL: 28:20

TOTAL GERAL – 50:07

Ouça o Art Rock com Angra & Shaman que foi ao ar no dia 22/06/2019, clicando aqui.

Detective & Luis Alberto Machado

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 23/01/2019 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer o trabalho de dois tecladistas representando extremos do espectro musical do prog rock… começando com Tony Kaye, um dos membros fundadores do grande Yes.

Anthony John Selvidge já havia participado de muitos grupos em meados dos anos 60, quando aceitou o convite do Mabel Greer’s Toyshop para participar de um novo projeto psicodélico que evoluiria para se transformar no Yes… e ele ajudaria a formar a sonoridade da primeira fase do grupo, até ser substituído por Rick Wakeman em 71.

Nos anos seguintes, Tony Kaye participaria do grupo Flash, formado pelo primeiro guitarrista do Yes, Peter Banks… depois ele formaria o Badger, antes de se mudar para os Estados Unidos e integrar o grupo Detective do vocalista e ator Michael Des Barres, mais conhecido do público por interpretar o papel do vilão Murdoc na série MacGyver.

Depois Tony Kaye entraria para o Badfinger… e, é claro, faria parte da bem sucedida volta do Yes nos anos 80, no mega-platinado álbum “90125” de 83 e nos vários trabalhos que se seguiram… mais recentemente ele formaria o CIRCA com Billy Sherwood… e voltaria ao Yes para participar da edição de 2018 do cruzeiro progressivo “Cruise to the Edge”… mas, para o programa de hoje, vamos trazer um pouco da sua passagem pelo grupo de hard rock Detective, no final dos anos 70…

Vocês ouviram “Recognition”, “Nightingale”, “Ain’t none of your Business”, “Competition” e “Warm Love” com o Detective, de Michael Des Barres e Tony Kaye.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer uma indicação do nosso amigo Rubens Sílvio da RST Radio Rock: o tecladista Luís Alberto Machado, um músico que já participou de muitos grupos, mas que escolheu divulgar o seu trabalho autoral sem percorrer o caminho normal das gravadoras e outras armadilhas da indústria cultural…

Nascido nos Açores em 1953, Luís Alberto Machado mora há cinco décadas no Brasil e, desde os anos 70, se envolveu com grupos da região de Campinas como os Riders e o Tio Mellius… e, mais recentemente o Blue Gas e o Sticky Fingers… musicalmente, ele trabalharia com sonoridades variadas, mas o apelo da música progressiva acabou por conduzi-lo a uma produção própria.

No entanto, Luís Alberto não seguiria uma carreira convencional, vinculada à rotina dos contratos com gravadoras, lançamento de CDs e excursões acertadas com managers e outros agentes culturais economicamente motivados… em vez disso, ele buscou uma estratégia diferente: compondo, gravando e lançando seus trabalhos por meio de mídias alternativas…

Vamos conferir um pouco do trabalho desse talentoso e prolífico tecladista que temos grande prazer de trazer aqui no programa… e que nos enviou uma mensagem especial só para os ouvintes do Art Rock…

Vocês ouviram Luís Alberto Machado com “The Man Without Soul”, “Firefly Forest” e “Ó Mar Salgado”… essa última uma versão progressiva para o soneto do grande Fernando Pessoa…

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação foram de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… nós agradecemos ao tecladista Luís Alberto Machado pela sua colaboração na 2ª. Parte do programa de hoje… aos nossos ouvintes: obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com, ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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DETECTIVE

BG – ONE MORE HEARTACHE

1. RECOGNITION – 4:32

2. NIGHTINGALE – 4:55

3. AIN’T NONE OF YOUR BUSINESS – 4:32

4. COMPETITION – 4:39

5. WARM LOVE – 5:24

BG – DEEP DOWN

TOTAL – 24:02

LUÍS ALBERTO MACHADO

BG – MEMORIES OF IMPROBABLE STONES

1. SAUDAÇÕES ART ROCK – 0:46

2. THE MAN WITHOUT SOUL – 6:20

3. FIREFLY FOREST – 7:29

4. Ó MAR SALGADO – 10:42

BG – BLANKA LUNO

TOTAL: 25:17

TOTAL GERAL – 49:19

Ouça o Art Rock comLiquid Detective & Luis Alberto Machado que foi ao ar no dia 19/01/2019, clicando aqui.

Peter Bardens & Luiz Zamith

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 20/11/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos dois músicos com trajetórias bem distintas… primeiro um dos grandes nomes do progressivo britânico, com uma longa e celebrada carreira… e depois teremos um guitarrista brasileiro que acabou de lançar o seu primeiro álbum autoral e que foi uma indicação do nosso amigo Rubens Sílvio.


Vamos começar trazendo uma figura que foi membro fundador do genial Camel… o tecladista Peter Bardens, que deixou o nosso pífio plano da realidade em 2002, mas antes produziu um legado de grandes álbuns, chegando a tocar no Them de Van Morrison e nos seminais Shotgun Express, junto de Rod Stewart, Peter Green e Mick Fleetwood ainda nos anos 60…

Na verdade, Bardens já havia lançado dois álbuns solo antes de integrar a primeira formação do Camel… e, quando deixou o grupo em 78, ele voltaria para sua carreira solo e conseguiu bastante repercussão ao final dos anos 80, a partir dos álbuns “Seen One Earth” e “Speed of Light”… depois ele tentaria o projeto Mirage, com outro ex-Camel, o baterista Andy Ward, mas não chegaram a lançar trabalhos de estúdio.

Com problemas de saúde, ele realizaria um grande concerto em 2001 com os amigos do Fleetwood Mac, John Mayall, Bem Harper e outros… e, ao mesmo tempo em que ele atravessava a barreira do hiperespaço, saía o seu último trabalho de estúdio, “The Art of Levitation” de 2002… confiram um pouco do talento desse tecladista que faz falta…

Vocês ouviram Peter Bardens, com “Seen One Earth”, “In Dreams”, “The Stargate”, “Gold” e “Afterthought”, faixas da sua fase new age extraídas dos álbuns “Seen One Earth” de 87 e “Speed of Light” de 88…

A gente volta já…

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E agora nessa segunda parte do programa vamos apresentar o som do guitarrista carioca Luiz Zamith que conhecemos através do nosso colega Rubens da RST Rádio Rock…

Nascido em 64, Luiz Zamith estudou violão no Conservatório Brasileiro de Música, depois ele cursou violão clássico na Universidade Federal do Rio de Janeiro e, embora suas influências pessoais fossem outras, ele começou a trabalhar profissionalmente no cenário musical da MPB.

Só em 2014 ele se voltaria para as suas preferências pessoais e iniciaria o projeto Ícones do Progressivo, em que apresentou versões instrumentais para faixas clássicas do Genesis, Emerson, Lake and Palmer, Yes e outros… e essa investida progressiva foi o impulso que faltava para que ele gravasse o álbum “Introspecção”, em que contou com uma banda de respeito que inclui o tecladista Ronaldo Rodrigues do Caravela Escarlate, o baterista Elcio Cáfaro que tocou no grupo Boca Livre e também com Flávio Venturini, o veterano baixista Augusto Mattoso e outro nome conhecido o do flautista Paulo Teles…

Vamos conferir um pouco desse belo trabalho, começando com uma mensagem do próprio Luiz Zamith, especial para os ouvintes do Art Rock…

Vocês ouviram “Instrospecção”, “Alguém Ainda se Lembra das Antas?”, “Outro Dia” e “Essência”, com Luiz Zamith.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação é de Vidal Costa e a edição de Reinaldo Vilas Boas… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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PETER BARDENS

BG – SEASCAPE

1. SEEN ONE EARTH – 5:44

2. IN DREAMS – 5:33

3. THE STARGATE – 6:30

4. GOLD – 4:05

5. AFTERTHOUGHT – 2:09

BG – WESTWARD HO

TOTAL: 24:01

LUIZ ZAMITH

BG – VICE VERSA

1. MENSAGEM DE LUIZ ZAMITH – 1:09

2. INSTROSPECÇÃO – 3:05

3. ALGUÉM AINDA SE LEMBRA DAS ANTAS? – 7:53

4. OUTRO DIA – 7:01

5. ESSÊNCIA – 5:58

BG – CANTIGA

TOTAL: 25:05

TOTAL GERAL – 49:06

Ouça o Art Rock com Peter Bardens & Luiz Zamith que foi ao ar no dia 10/11/2018, clicando aqui.

Dialeto

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 17/05/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um momento mágico do progressivo nacional… o encontro entre o grupo Dialeto e o genial violinista David Cross.

Formado em 87, o Dialeto desde o começo se centrava em torno do guitarrista Nelson Coelho… mas, como muitos grupos no difícil cenário do progressivo nacional, eles não sobreviveram às dificuldades dessa sua primeira fase e seria só no seu retorno em 2006 que eles conseguiriam se firmar, lançando em 2008 o seu primeiro álbum: “Willl Exist Forever”.

Em 2010 seria a vez de “Chromatic Freedom”… e, como o trabalho anterior, esse também foi muito bem recebido, inclusive no exterior, abrindo a possibilidade para o lançamento em 2013 do álbum “The Last Tribe” pela MoonJune Records, um selo americano especializado em música progressiva e responsável, entre outros, por grandes nomes das “famílias” do Gong, Soft Machine e King Crimson.

E o mais recente lançamento do Dialeto envolve justamente a colaboração do celebrado violinista David Cross, do King Crimson… um álbum ao vivo gravado no Sesc Belenzinho… e é um pouco desse genial “Live with David Cross”, um lançamento de 2018 que vocês já vão poder conferir a partir de agora…

Vocês ouviram o Dialeto & David Cross com “Roumanian folk dances 3: (Standing Still)”, “Mikrokosmos 113: Bulgarian Rhythm 1”, “The Young Bride: for children vol. 1” e “Exiles”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco do álbum “Live with David Cross” com o Dialeto…

Desde 2015 o Dialeto estabilizou a sua formação com Nelson Coelho na guitarra, Gabriel Costa no baixo e Fred Barley na bateria… e foi esse trio que se reuniria em estúdio no final de 2016 para gravar o álbum “Bartók in Rock”, um trabalho explorando uma fusão progressiva do rock com a música do grande compositor húngaro Béla Bartók e que contava com a participação do violinista David Cross.

E o lançamento desse álbum acabou se transformando em um evento à parte… um concerto realizado na noite de 22 de julho de 2017 e tendo a participação de David Cross no violino, com direito a uma execução impecável de clássicos do King Crimson, além do material do próprio Dialeto.

Felizmente, o show foi gravado e ganhou um lançamento em CD para registrar esse encontro memorável… e é um pouco desse álbum imperdível que nós estamos trazendo para vocês no programa de hoje, por cortesia do próprio Nelson Coelho e também do nosso amigo Rubens Sílvio da RST Radio Rock…

Vocês ouviram “The Talking Drum”, “Larks’tongues in aspic, part two” e “Starless”… com o grupo paulista Dialeto e a participação especial de David Cross do grande King Crimson…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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DIALETO

BG – MIKROKOSMOS 149

1. ROUMANIAN FOLK DANCES 3: (STANDING STILL) – 3:39

2. MIKROKOSMOS 113: BULGARIAN RHYTHM 1 – 4:44

3. THE YOUNG BRIDE: FOR CHILDREN VOL. 1 – 5:15

4. EXILES – 10:59

BG – ROUMANIAN FOLK DANCES 2

TOTAL: 24:39

DIALETO

BG – ROUMANIAN FOLK DANCES 4

1. THE TALKING DRUM – 6:39

2. LARKS’TONGUES IN ASPIC, PART TWO – 7:34

3. STARLESS – 11:19

BG –MIKROKOSMOS 149

TOTAL: 25:32

TOTAL GERAL – 50:35

Ouça o Art Rock com Dialeto que foi ao ar no dia 12/05/2018, clicando aqui.

Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 19/03/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois momentos clássicos do rock nacional dos anos 70, começando com o genial Som Nosso de Cada Dia.

Já trouxemos o Som Nosso de Cada Dia no programa, mas é claro que sempre é bom relembrar que o grupo surgiu em 72 da união dos talentos do multi-instrumentista Manito, que era dos Incríveis, de Pedrão Baldanza no baixo, guitarra e vocais e de Pedrinho na bateria e vocais… e eles lançaram em 74 um dos trabalhos seminais do progressivo nacional, o álbum “Snegs”, um verdadeiro marco.

Infelizmente, Manito deixaria o grupo no ano seguinte para ir substituir Arnaldo Baptista nos Mutantes… e, embora eles tenham continuado em frente, o álbum “Som Nosso” de 76, também conhecido como “Sabado/Domingo”, sofreria com as pressões da gravadora e acabou saindo com um lado mais funk, numa tentativa infeliz de capitalizar com a nascente disco music…

Claro que não ia dar certo… pouco depois eles se separaram, e só reapareceriam nos anos 90 para celebrar os 20 anos do lançamento do primeiro trabalho… em 95 Pedrinho Batera deixou o nosso plano da realidade, e em 2011 foi a vez de Manito atravessar a barreira do hiperespaço… mas Pedrão Baldanza conseguiu resgatar muito da mágica do Som Nosso de Cada Dia e está aí, se apresentanndo com muita energia e uma nova formação… vamos celebrar esse retorno com um pouco do clássico “Snegs” de 74.

Vocês ouviram o Som Nosso de Cada Dia com “Sinal de Paranoia”, “O Som Nosso de Cada Dia”, “Massavilha” e “A Outra Face”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um dos mais emblemáticos nomes do rock nacional… o grande mutante Arnaldo Baptista…

Obviamente não precisamos apresentar Arnaldo Baptista, pois os Mutantes são presença garantida na coleção da maioria dos roqueiros brasileiros de um modo geral, para não falar dos prog heads em particular… mas para hoje selecionamos um momento marcante: o seu primeiro trabalho solo…

Na época, Arnaldo estava em plena crise emocional, depois do fim do seu relacionamento com Rita Lee e de sua saída dos Mutantes… em um momento de catarse criativa, ele lançaria em 74 o álbum “Lóki”, com produção de Roberto Menescal e arranjos do maestro Rogério Duprat.

Esse trabalho brilhante mostrava todo o potencial de Arnaldo, um álbum essencial que infelizmente não teve continuidade, pois ele seguiria para outros projetos, como a Patrulha do Espaço, e também, é claro, para outras situações limite… mas o seu DNA mutante o ajudou a sobreviver… fiquem então com faixas do álbum “Lóki” de 74, o belo começo da sua carreira solo.

Vocês ouviram “Será que eu vou virar bolor”, “Uma pessoa só”, “Não estou nem aí”, “Desculpe”, “Navegar de novo”, “Te amo podes crer”, e “É fácil” com o genial Arnaldo Baptista.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SOM NOSSO DE CADA DIA

BG – BICHO DO MATO

1. SINAL DE PARANOIA – 6:00

2. O SOM NOSSO DE CADA DIA – 5:15

3. MASSAVILHA – 6:13

4. A OUTRA FACE – 7:58

BG – SNEGS DE BIUFRAIS

TOTAL – 25:26

ARNALDO BAPTISTA

BG – HOKY TONKY (PATRULHA DO ESPAÇO)

5. SERÁ QUE EU VOU VILAR BOLOR – 3:53

6. UMA PESSOA SÓ – 4:01

7. NÃO ESTOU NEM AÍ – 3:22

8. DESCULPE – 3:11

9. NAVEGAR DE NOVO – 5:33

10. TE AMO PODES CRER – 2:54

11. É FÁCIL – 1:59

BG – CÊ TÁ PENSANDO QUE EU SOU LÓKI?

TOTAL: 24:54

TOTAL GERAL – 50:20

Ouça o Art Rock com Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista que foi ao ar no dia 10/03/2018, clicando aqui.

Show em Curitiba do Som Nosso

Posted in Produto Nacional with tags on 09/03/2018 by Artrock

Show em Curitiba do Som Nosso, amanhã!