Archive for the Produto Nacional Category

Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 19/03/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois momentos clássicos do rock nacional dos anos 70, começando com o genial Som Nosso de Cada Dia.

Já trouxemos o Som Nosso de Cada Dia no programa, mas é claro que sempre é bom relembrar que o grupo surgiu em 72 da união dos talentos do multi-instrumentista Manito, que era dos Incríveis, de Pedrão Baldanza no baixo, guitarra e vocais e de Pedrinho na bateria e vocais… e eles lançaram em 74 um dos trabalhos seminais do progressivo nacional, o álbum “Snegs”, um verdadeiro marco.

Infelizmente, Manito deixaria o grupo no ano seguinte para ir substituir Arnaldo Baptista nos Mutantes… e, embora eles tenham continuado em frente, o álbum “Som Nosso” de 76, também conhecido como “Sabado/Domingo”, sofreria com as pressões da gravadora e acabou saindo com um lado mais funk, numa tentativa infeliz de capitalizar com a nascente disco music…

Claro que não ia dar certo… pouco depois eles se separaram, e só reapareceriam nos anos 90 para celebrar os 20 anos do lançamento do primeiro trabalho… em 95 Pedrinho Batera deixou o nosso plano da realidade, e em 2011 foi a vez de Manito atravessar a barreira do hiperespaço… mas Pedrão Baldanza conseguiu resgatar muito da mágica do Som Nosso de Cada Dia e está aí, se apresentanndo com muita energia e uma nova formação… vamos celebrar esse retorno com um pouco do clássico “Snegs” de 74.

Vocês ouviram o Som Nosso de Cada Dia com “Sinal de Paranoia”, “O Som Nosso de Cada Dia”, “Massavilha” e “A Outra Face”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um dos mais emblemáticos nomes do rock nacional… o grande mutante Arnaldo Baptista…

Obviamente não precisamos apresentar Arnaldo Baptista, pois os Mutantes são presença garantida na coleção da maioria dos roqueiros brasileiros de um modo geral, para não falar dos prog heads em particular… mas para hoje selecionamos um momento marcante: o seu primeiro trabalho solo…

Na época, Arnaldo estava em plena crise emocional, depois do fim do seu relacionamento com Rita Lee e de sua saída dos Mutantes… em um momento de catarse criativa, ele lançaria em 74 o álbum “Lóki”, com produção de Roberto Menescal e arranjos do maestro Rogério Duprat.

Esse trabalho brilhante mostrava todo o potencial de Arnaldo, um álbum essencial que infelizmente não teve continuidade, pois ele seguiria para outros projetos, como a Patrulha do Espaço, e também, é claro, para outras situações limite… mas o seu DNA mutante o ajudou a sobreviver… fiquem então com faixas do álbum “Lóki” de 74, o belo começo da sua carreira solo.

Vocês ouviram “Será que eu vou virar bolor”, “Uma pessoa só”, “Não estou nem aí”, “Desculpe”, “Navegar de novo”, “Te amo podes crer”, e “É fácil” com o genial Arnaldo Baptista.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

SOM NOSSO DE CADA DIA

BG – BICHO DO MATO

1. SINAL DE PARANOIA – 6:00

2. O SOM NOSSO DE CADA DIA – 5:15

3. MASSAVILHA – 6:13

4. A OUTRA FACE – 7:58

BG – SNEGS DE BIUFRAIS

TOTAL – 25:26

ARNALDO BAPTISTA

BG – HOKY TONKY (PATRULHA DO ESPAÇO)

5. SERÁ QUE EU VOU VILAR BOLOR – 3:53

6. UMA PESSOA SÓ – 4:01

7. NÃO ESTOU NEM AÍ – 3:22

8. DESCULPE – 3:11

9. NAVEGAR DE NOVO – 5:33

10. TE AMO PODES CRER – 2:54

11. É FÁCIL – 1:59

BG – CÊ TÁ PENSANDO QUE EU SOU LÓKI?

TOTAL: 24:54

TOTAL GERAL – 50:20

Ouça o Art Rock com Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista que foi ao ar no dia 10/03/2018, clicando aqui.

Anúncios

Show em Curitiba do Som Nosso

Posted in Produto Nacional with tags on 09/03/2018 by Artrock

Show em Curitiba do Som Nosso, amanhã!

Corcioli & Rodrigo Nickel

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 13/06/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois trabalhos recentes que mostram que o progressivo não está adormecido no cenário nacional.

E vamos começar com o veterano tecladista, produtor e compositor Corciolli, que mantém uma prolífica carreira independente, lançando trabalhos por sua própria gravadora, a Azul Music, e que é mais conhecido no campo da new age e também por trilhas para cinema e TV… mas, que resolveu se reconciliar com a sonoridade progressiva de grandes nomes como Vangelis, Jean Michel Jarre e Isao Tomita, que o influenciaram na adolescência.

O resultado desse projeto foi o álbum “Ilusia”, em que contou com a ajuda do baterista Ramon Montagner e do baixista Mauricio Oliveira… constituindo o clássico formato do trio progressivo e acrescentando as possibilidades abertas tanto nos tradicionais sintetizadores analógicos como na adição de samplers de guitarra e partes orquestrais às camadas sonoras.

As oito faixas instrumentais do álbum “Ilusia” mostram Corciolli explorando o prog rock como uma linguagem ao mesmo tempo nova e conhecida, mais um elemento para a amálgama de múltiplas sonoridades que ele procurou em sua longa e bem sucedida carreira… vamos conferir um pouco dessa sua investida progressiva…

Vocês ouviram Corciolli com “The Man who disappeared in the painting”, “Distant living memories”, “The imaginary principle”, “The misery of fear and the battle against the immortal dream” e “Midnight of the world at the end of time”.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E nesta segunda parte vamos trazer outro trabalho que mostra a vitalidade do paradigma progressivo em meio à avalanche de estilos e sonoridades do mercado atual.

Estamos nos referindo ao álbum “Odin Irgel Rock”, do saxofonista e flautista Rodrigo Nickel, outro músico veterano, mas com uma carreira voltada mais para o rock… e que, como muitos outros em Curitiba, vem travando uma batalha de longa data contra as dificuldades do ambiente musical da capital paranaense.

Em 2002, com o fim do grupo Labirinto, enquanto três integrantes formavam o Trio Manda Chuva, Rodrigo fundava o Glóbulos Verdes, que era mais voltado ao prog. rock e se separaria em 2005… nessa época ele se reuniria com seus antigos companheiros para formar o Goya (https://www.facebook.com/planetagoya/), que participaria já naquele ano do Festival Psicodália em Antonina, e se tornaria uma presença constante nas próximas edições do festival, até 2012.

E se no Goya Rodrigo Nickel se concentra no sax alto, sax tenor e flauta, em seu trabalho solo ele pôde tocar outros instrumentos, cuidando ainda da produção e optando por não gravar usando computador, mas sim um gravador digital… vamos então conferir o anagramático álbum “Odin Irgel Rock”…

Vocês ouviram Rodrigo Nickel com “Brisa de verão”, “Estrada da Graciosa”, “C’est bizarre” e “O vento na terra vermelha”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… nós agradecemos a Rodrigo Nickel por ceder o material para o programa de hoje e vamos fechar com uma faixa do álbum “Goya ao vivo no Festival Psicodália de 2008”… ouçam “Zamba/Gamal”… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

CORCIOLLI

BG – SECRETS OF THE INVISIBLE

1. THE MAN WHO DISAPEARED IN THE PAINTING – 5:55

2. DISTANT LIVING MEMORIES – 5:24

3. THE IMAGINARY PRINCIPLE – 5:58

4. THE MISERY OF FEAR AND THE BATTLE AGAINST THE IMMORTAL DREAM – 6:21

5. MIDNIGHT OF THE WORLD AT THE END OF TIME – 5:45

BG – LIGHT SPHERERS IN A STEPHEN KING MIST

TOTAL – 29:23

RODRIGO NICKEL

BG – GOYA – LA VAMOS NÓS OUTRA VEZ

6. BRISA DE VERÃO – 3:26

7. ESTRADA DA GRACIOSA – 3:10

8. C’EST BIZARRE – 3:50

9. O VENTO NA TERRA VERMELHA – 3:04

BG – WATER MUSIC I / HERE COMES THE FLOOD

10. GOYA – ZAMBA/GAMAL – 7:38

TOTAL: 21:08

TOTAL GERAL – 50:31

Ouça o Art Rock com Corcioli & Rodrigo Nickel que foi ao ar no dia 10/06/2017, clicando aqui.

Odin Irgel Rock

Posted in Produto Nacional with tags , on 05/06/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! Divulgamos aqui o novo disco solo do músico paranaense Rodrigo Nickel, “Odin Irgel Rock”.

Boas audições:

Origens

Posted in Produto Nacional on 10/03/2017 by Artrock

“Na origem da Terra, em sua atmosfera, havia muita água, gases e relâmpagos. Quando esses três elementos se juntaram, deram surgimento a diversas substâncias que começaram a fazer do planeta um ambiente propício para a vida.

Celebrando 25 anos de estrada, o baixista Alessandro Aru reuniu vários amigos, integrantes de diversas bandas do cenário musical do rock alagoano, que influenciaram diretamente sua formação musical e que, em algum momento participaram de sua história, para gravar o álbum Origens.
Rogério Cavalcante (Primeiro comparsa de música), Fred Hollanda (Água Mineral, Mopho e Canela Seca), Hélio Pisca (Água Mineral e Mopho), João Paulo (Água Mineral e Mopho), Leonardo Luiz (Mopho, Cores Astrais e Messias Elétrico), Michell Campos (Cores Astrais), Daniel Gontijo (Barba de Gato), Ney Guedes (Cachorro Urubu), Phillipe Hollanda (Cachorro Urubu), Eduardo Bahia (Santo Samba), Pedro Salvador (Canela Seca e Messias Elétrico), Thiago Alef (Canela Seca), Fernando Coelho (Messias Elétrico), Lillian Lessa (Messias Elétrico), Renan Di Carvalho (Lado B), Daniel Queiroz (Jams Sessions), Dácio Messias (Estúdio Concha Acústica).

A trajetória musical deste filho natural de Maceió contribui até hoje com os capítulos mais importantes do gênero em sua terra natal. Alessandro integrou a formação original da banda Mopho – é dele o baixo vigoroso e de timbre aveludado nas gravações originais de A Geladeira, Uma Leitura Mineral Incrível, Mosca sobre a Cabeça e Eu Quero Tudo, quatro clássicos do rock nacional presente na demo-tape de estréia da banda, em 1997 – que conquistou corações e mentes por todo o Brasil.

Com seu estilo único, inspirado em ícones do instrumento no rock and roll – como John Paul Jones (Led Zeppelin), John Entwistle (The Who) e Jack Bruce (Cream) –, o baixista apresenta musicalidade sempre de alta octanagem, que pode ser conferida nas músicas de bandas como Cores Astrais, Santo Samba, Cachorro Urubu e Messias Elétrico – essa última da qual é membro fundador e possui dois discos lançados pela gravadora Baratos Afins.

A relação com o instrumento é visceral a ponto de diversas músicas de sua autoria terem sido compostas originalmente no baixo elétrico.No caso de Origens, o projeto foi formatado a partir de canções compostas pelo baixista e que enveredaram para uma obra conceitual, uma única música, uma espécie de suíte subdivida em seis partes.

Para a produção do trabalho, buscou-se registrar o lado mais orgânico dos músicos por meio de “jams sessions” das quais foram retiradas parte do material gravado.

A idéia de Origens pode ser também traduzida como um encontro para celebrar a amizade e o resgate do que existe de mais autêntico quando se fala em música: amigos expressando suas verdades através de sons.

Sinceros agradecimentos aos amigos que participaram desse projeto, os quais contribuíram de forma brilhante com seus arranjos personalíssimos: Agradeço especialmente por ter pais justos, dedicados e amorosos e irmãos de fé, por ter encontrado uma companheira para todos os momentos que gerou minha maior obra, minha linda filha. Por ter nascido com saúde e poder desfrutar dos sons.”

————————————–

Origens – Origens (2016) Brasil:

Alessandro Aru – Baixo
Hélio Pisca – Bateria, Sintetizadores e Piano
João Paulo – Violão, Guitarra e Voz
Mariana Guedes Quintiliano – Voz

Contato:
arubass@gmailcom
http://www.facebook.com/Origens-%C3%81lbum-419260604939970/

Para ouvir e baixar:
https://origens-album.bandcamp.com/album/origens

Velho 7

Posted in Produto Nacional with tags , on 17/11/2016 by Artrock

Olá ouvintes do do Art Rock! Hoje vamos divulgar o belo e refinado trabalho da banda curitibana, Velho 7, indicação do nosso amigo Rodrigo Nickel do Goya.

ecipse

Clique aqui para ouvir e desfrutar o Vellho 7

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

“Sonho Lúcido” de Samuel Santos

Posted in Produto Nacional with tags on 18/12/2015 by Artrock

Olá ouvintes do do Art Rock! Hoje vamos divulgar o trabalho independente de um jovem músico brasileiro, que fez uma obra extremamente bela, Samuel Santos.

a3844239195_16

Segue abaixo um pequeno depoimento diretamente do músico, que explica a essência do álbum:

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

 O Sonho Lúcido foi gravado num home-estúdio em Belo Horizonte, durante o final de 2005 até o meio de 2006.
Foi gravado no estilo “one-man-band” em que eu gravei trilha por trilha, ouvindo o que eu ja tinha feito antes. Foram usados sintetizadores virtuais, violão, flauta, guitarra, piano e mellotron. Eu tenho como instrumentos principais flauta transversal, saxofone alto e teclado. Toco um pouco de bateria, violão, trompete…

A idéia do disco é ser uma música só, uma continuidade sonora.

Tenho extrema curiosidade sobre música e timbres e não me preocupo em ser virtuoso em nenhum desses instrumentos, apenas tento me expressar. Eu sou auto-didata.

Na capa do disco tem um instrumento do lado do violão que é a dilruba um instrumento indiano que eu gosto muito e que foi usado na faixa “Delay Lama”.

Na época eu tinha 21 anos, hoje estou com 30. Nessa época eu ouvia quase exclusivamente rock progressivo, hoje em dia escuto praticamente tudo.

O Sonho Lúcido foi um verdadeiro aprendizado e fruto de muita dedicação.

A capa foi feita recentemente pelo artista plástico Ian Matashu. Fizemos juntos em aquarela.

Estou me preparando para lançar novas tracks agora, por isso quis lançar o Sonho Lúcido primeiro.

O disco teria 12 faixas mas com a morte do Robert Moog em 2005, foi incluída uma track a mais.

“Olhe para as texturas do chão”, “Delay Lama” e ” Você ainda vai me conhecer…” são as melhores na minha opinião.

Futuramente estamos programando a execução do Sonho Lúcido ao vivo, mas preciso de mais músicos, para conseguir.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Vocês podem conferir o trabalho de Samuel Santos acessando o link para a página do álbum (e oferecer algum suporte também!):  https://samuelsantos.bandcamp.com/album/sonho-l-cido

Ou ainda visualizar pelo Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=fEsunZauiFc

Vamos apreciar e também divulgar os maravilhosos Produtos Nacionais!

Até a próxima.