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Peter Bardens & Luiz Zamith

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 20/11/2018 by Art Rock

“Boa noite, hoje no programa teremos dois músicos com trajetórias bem distintas… primeiro um dos grandes nomes do progressivo britânico, com uma longa e celebrada carreira… e depois teremos um guitarrista brasileiro que acabou de lançar o seu primeiro álbum autoral e que foi uma indicação do nosso amigo Rubens Sílvio.


Vamos começar trazendo uma figura que foi membro fundador do genial Camel… o tecladista Peter Bardens, que deixou o nosso pífio plano da realidade em 2002, mas antes produziu um legado de grandes álbuns, chegando a tocar no Them de Van Morrison e nos seminais Shotgun Express, junto de Rod Stewart, Peter Green e Mick Fleetwood ainda nos anos 60…

Na verdade, Bardens já havia lançado dois álbuns solo antes de integrar a primeira formação do Camel… e, quando deixou o grupo em 78, ele voltaria para sua carreira solo e conseguiu bastante repercussão ao final dos anos 80, a partir dos álbuns “Seen One Earth” e “Speed of Light”… depois ele tentaria o projeto Mirage, com outro ex-Camel, o baterista Andy Ward, mas não chegaram a lançar trabalhos de estúdio.

Com problemas de saúde, ele realizaria um grande concerto em 2001 com os amigos do Fleetwood Mac, John Mayall, Bem Harper e outros… e, ao mesmo tempo em que ele atravessava a barreira do hiperespaço, saía o seu último trabalho de estúdio, “The Art of Levitation” de 2002… confiram um pouco do talento desse tecladista que faz falta…

Vocês ouviram Peter Bardens, com “Seen One Earth”, “In Dreams”, “The Stargate”, “Gold” e “Afterthought”, faixas da sua fase new age extraídas dos álbuns “Seen One Earth” de 87 e “Speed of Light” de 88…

A gente volta já…

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E agora nessa segunda parte do programa vamos apresentar o som do guitarrista carioca Luiz Zamith que conhecemos através do nosso colega Rubens da RST Rádio Rock…

Nascido em 64, Luiz Zamith estudou violão no Conservatório Brasileiro de Música, depois ele cursou violão clássico na Universidade Federal do Rio de Janeiro e, embora suas influências pessoais fossem outras, ele começou a trabalhar profissionalmente no cenário musical da MPB.

Só em 2014 ele se voltaria para as suas preferências pessoais e iniciaria o projeto Ícones do Progressivo, em que apresentou versões instrumentais para faixas clássicas do Genesis, Emerson, Lake and Palmer, Yes e outros… e essa investida progressiva foi o impulso que faltava para que ele gravasse o álbum “Introspecção”, em que contou com uma banda de respeito que inclui o tecladista Ronaldo Rodrigues do Caravela Escarlate, o baterista Elcio Cáfaro que tocou no grupo Boca Livre e também com Flávio Venturini, o veterano baixista Augusto Mattoso e outro nome conhecido o do flautista Paulo Teles…

Vamos conferir um pouco desse belo trabalho, começando com uma mensagem do próprio Luiz Zamith, especial para os ouvintes do Art Rock…

Vocês ouviram “Instrospecção”, “Alguém Ainda se Lembra das Antas?”, “Outro Dia” e “Essência”, com Luiz Zamith.

O Art Rock fica por aqui, o programa foi criado por Vidal Costa e Beto Bittencourt, a produção e a apresentação é de Vidal Costa e a edição de Reinaldo Vilas Boas… obrigado pela audiência e continuem na Paraná Educativa, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… … tenham uma boa noite e até a semana que vem.

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PETER BARDENS

BG – SEASCAPE

1. SEEN ONE EARTH – 5:44

2. IN DREAMS – 5:33

3. THE STARGATE – 6:30

4. GOLD – 4:05

5. AFTERTHOUGHT – 2:09

BG – WESTWARD HO

TOTAL: 24:01

LUIZ ZAMITH

BG – VICE VERSA

1. MENSAGEM DE LUIZ ZAMITH – 1:09

2. INSTROSPECÇÃO – 3:05

3. ALGUÉM AINDA SE LEMBRA DAS ANTAS? – 7:53

4. OUTRO DIA – 7:01

5. ESSÊNCIA – 5:58

BG – CANTIGA

TOTAL: 25:05

TOTAL GERAL – 49:06

Ouça o Art Rock com Peter Bardens & Luiz Zamith que foi ao ar no dia 10/11/2018, clicando aqui.

Dialeto

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 17/05/2018 by Artrock

“Boa noite, hoje no programa vamos trazer um momento mágico do progressivo nacional… o encontro entre o grupo Dialeto e o genial violinista David Cross.

Formado em 87, o Dialeto desde o começo se centrava em torno do guitarrista Nelson Coelho… mas, como muitos grupos no difícil cenário do progressivo nacional, eles não sobreviveram às dificuldades dessa sua primeira fase e seria só no seu retorno em 2006 que eles conseguiriam se firmar, lançando em 2008 o seu primeiro álbum: “Willl Exist Forever”.

Em 2010 seria a vez de “Chromatic Freedom”… e, como o trabalho anterior, esse também foi muito bem recebido, inclusive no exterior, abrindo a possibilidade para o lançamento em 2013 do álbum “The Last Tribe” pela MoonJune Records, um selo americano especializado em música progressiva e responsável, entre outros, por grandes nomes das “famílias” do Gong, Soft Machine e King Crimson.

E o mais recente lançamento do Dialeto envolve justamente a colaboração do celebrado violinista David Cross, do King Crimson… um álbum ao vivo gravado no Sesc Belenzinho… e é um pouco desse genial “Live with David Cross”, um lançamento de 2018 que vocês já vão poder conferir a partir de agora…

Vocês ouviram o Dialeto & David Cross com “Roumanian folk dances 3: (Standing Still)”, “Mikrokosmos 113: Bulgarian Rhythm 1”, “The Young Bride: for children vol. 1” e “Exiles”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo mais um pouco do álbum “Live with David Cross” com o Dialeto…

Desde 2015 o Dialeto estabilizou a sua formação com Nelson Coelho na guitarra, Gabriel Costa no baixo e Fred Barley na bateria… e foi esse trio que se reuniria em estúdio no final de 2016 para gravar o álbum “Bartók in Rock”, um trabalho explorando uma fusão progressiva do rock com a música do grande compositor húngaro Béla Bartók e que contava com a participação do violinista David Cross.

E o lançamento desse álbum acabou se transformando em um evento à parte… um concerto realizado na noite de 22 de julho de 2017 e tendo a participação de David Cross no violino, com direito a uma execução impecável de clássicos do King Crimson, além do material do próprio Dialeto.

Felizmente, o show foi gravado e ganhou um lançamento em CD para registrar esse encontro memorável… e é um pouco desse álbum imperdível que nós estamos trazendo para vocês no programa de hoje, por cortesia do próprio Nelson Coelho e também do nosso amigo Rubens Sílvio da RST Radio Rock…

Vocês ouviram “The Talking Drum”, “Larks’tongues in aspic, part two” e “Starless”… com o grupo paulista Dialeto e a participação especial de David Cross do grande King Crimson…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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DIALETO

BG – MIKROKOSMOS 149

1. ROUMANIAN FOLK DANCES 3: (STANDING STILL) – 3:39

2. MIKROKOSMOS 113: BULGARIAN RHYTHM 1 – 4:44

3. THE YOUNG BRIDE: FOR CHILDREN VOL. 1 – 5:15

4. EXILES – 10:59

BG – ROUMANIAN FOLK DANCES 2

TOTAL: 24:39

DIALETO

BG – ROUMANIAN FOLK DANCES 4

1. THE TALKING DRUM – 6:39

2. LARKS’TONGUES IN ASPIC, PART TWO – 7:34

3. STARLESS – 11:19

BG –MIKROKOSMOS 149

TOTAL: 25:32

TOTAL GERAL – 50:35

Ouça o Art Rock com Dialeto que foi ao ar no dia 12/05/2018, clicando aqui.

Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 19/03/2018 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois momentos clássicos do rock nacional dos anos 70, começando com o genial Som Nosso de Cada Dia.

Já trouxemos o Som Nosso de Cada Dia no programa, mas é claro que sempre é bom relembrar que o grupo surgiu em 72 da união dos talentos do multi-instrumentista Manito, que era dos Incríveis, de Pedrão Baldanza no baixo, guitarra e vocais e de Pedrinho na bateria e vocais… e eles lançaram em 74 um dos trabalhos seminais do progressivo nacional, o álbum “Snegs”, um verdadeiro marco.

Infelizmente, Manito deixaria o grupo no ano seguinte para ir substituir Arnaldo Baptista nos Mutantes… e, embora eles tenham continuado em frente, o álbum “Som Nosso” de 76, também conhecido como “Sabado/Domingo”, sofreria com as pressões da gravadora e acabou saindo com um lado mais funk, numa tentativa infeliz de capitalizar com a nascente disco music…

Claro que não ia dar certo… pouco depois eles se separaram, e só reapareceriam nos anos 90 para celebrar os 20 anos do lançamento do primeiro trabalho… em 95 Pedrinho Batera deixou o nosso plano da realidade, e em 2011 foi a vez de Manito atravessar a barreira do hiperespaço… mas Pedrão Baldanza conseguiu resgatar muito da mágica do Som Nosso de Cada Dia e está aí, se apresentanndo com muita energia e uma nova formação… vamos celebrar esse retorno com um pouco do clássico “Snegs” de 74.

Vocês ouviram o Som Nosso de Cada Dia com “Sinal de Paranoia”, “O Som Nosso de Cada Dia”, “Massavilha” e “A Outra Face”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um dos mais emblemáticos nomes do rock nacional… o grande mutante Arnaldo Baptista…

Obviamente não precisamos apresentar Arnaldo Baptista, pois os Mutantes são presença garantida na coleção da maioria dos roqueiros brasileiros de um modo geral, para não falar dos prog heads em particular… mas para hoje selecionamos um momento marcante: o seu primeiro trabalho solo…

Na época, Arnaldo estava em plena crise emocional, depois do fim do seu relacionamento com Rita Lee e de sua saída dos Mutantes… em um momento de catarse criativa, ele lançaria em 74 o álbum “Lóki”, com produção de Roberto Menescal e arranjos do maestro Rogério Duprat.

Esse trabalho brilhante mostrava todo o potencial de Arnaldo, um álbum essencial que infelizmente não teve continuidade, pois ele seguiria para outros projetos, como a Patrulha do Espaço, e também, é claro, para outras situações limite… mas o seu DNA mutante o ajudou a sobreviver… fiquem então com faixas do álbum “Lóki” de 74, o belo começo da sua carreira solo.

Vocês ouviram “Será que eu vou virar bolor”, “Uma pessoa só”, “Não estou nem aí”, “Desculpe”, “Navegar de novo”, “Te amo podes crer”, e “É fácil” com o genial Arnaldo Baptista.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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SOM NOSSO DE CADA DIA

BG – BICHO DO MATO

1. SINAL DE PARANOIA – 6:00

2. O SOM NOSSO DE CADA DIA – 5:15

3. MASSAVILHA – 6:13

4. A OUTRA FACE – 7:58

BG – SNEGS DE BIUFRAIS

TOTAL – 25:26

ARNALDO BAPTISTA

BG – HOKY TONKY (PATRULHA DO ESPAÇO)

5. SERÁ QUE EU VOU VILAR BOLOR – 3:53

6. UMA PESSOA SÓ – 4:01

7. NÃO ESTOU NEM AÍ – 3:22

8. DESCULPE – 3:11

9. NAVEGAR DE NOVO – 5:33

10. TE AMO PODES CRER – 2:54

11. É FÁCIL – 1:59

BG – CÊ TÁ PENSANDO QUE EU SOU LÓKI?

TOTAL: 24:54

TOTAL GERAL – 50:20

Ouça o Art Rock com Som Nosso de Cada Dia & Arnaldo Baptista que foi ao ar no dia 10/03/2018, clicando aqui.

Show em Curitiba do Som Nosso

Posted in Produto Nacional with tags on 09/03/2018 by Artrock

Show em Curitiba do Som Nosso, amanhã!

Corcioli & Rodrigo Nickel

Posted in Produto Nacional, Programas with tags on 13/06/2017 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois trabalhos recentes que mostram que o progressivo não está adormecido no cenário nacional.

E vamos começar com o veterano tecladista, produtor e compositor Corciolli, que mantém uma prolífica carreira independente, lançando trabalhos por sua própria gravadora, a Azul Music, e que é mais conhecido no campo da new age e também por trilhas para cinema e TV… mas, que resolveu se reconciliar com a sonoridade progressiva de grandes nomes como Vangelis, Jean Michel Jarre e Isao Tomita, que o influenciaram na adolescência.

O resultado desse projeto foi o álbum “Ilusia”, em que contou com a ajuda do baterista Ramon Montagner e do baixista Mauricio Oliveira… constituindo o clássico formato do trio progressivo e acrescentando as possibilidades abertas tanto nos tradicionais sintetizadores analógicos como na adição de samplers de guitarra e partes orquestrais às camadas sonoras.

As oito faixas instrumentais do álbum “Ilusia” mostram Corciolli explorando o prog rock como uma linguagem ao mesmo tempo nova e conhecida, mais um elemento para a amálgama de múltiplas sonoridades que ele procurou em sua longa e bem sucedida carreira… vamos conferir um pouco dessa sua investida progressiva…

Vocês ouviram Corciolli com “The Man who disappeared in the painting”, “Distant living memories”, “The imaginary principle”, “The misery of fear and the battle against the immortal dream” e “Midnight of the world at the end of time”.

A gente volta já…

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E nesta segunda parte vamos trazer outro trabalho que mostra a vitalidade do paradigma progressivo em meio à avalanche de estilos e sonoridades do mercado atual.

Estamos nos referindo ao álbum “Odin Irgel Rock”, do saxofonista e flautista Rodrigo Nickel, outro músico veterano, mas com uma carreira voltada mais para o rock… e que, como muitos outros em Curitiba, vem travando uma batalha de longa data contra as dificuldades do ambiente musical da capital paranaense.

Em 2002, com o fim do grupo Labirinto, enquanto três integrantes formavam o Trio Manda Chuva, Rodrigo fundava o Glóbulos Verdes, que era mais voltado ao prog. rock e se separaria em 2005… nessa época ele se reuniria com seus antigos companheiros para formar o Goya (https://www.facebook.com/planetagoya/), que participaria já naquele ano do Festival Psicodália em Antonina, e se tornaria uma presença constante nas próximas edições do festival, até 2012.

E se no Goya Rodrigo Nickel se concentra no sax alto, sax tenor e flauta, em seu trabalho solo ele pôde tocar outros instrumentos, cuidando ainda da produção e optando por não gravar usando computador, mas sim um gravador digital… vamos então conferir o anagramático álbum “Odin Irgel Rock”…

Vocês ouviram Rodrigo Nickel com “Brisa de verão”, “Estrada da Graciosa”, “C’est bizarre” e “O vento na terra vermelha”…

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin, lá você poderá fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… nós agradecemos a Rodrigo Nickel por ceder o material para o programa de hoje e vamos fechar com uma faixa do álbum “Goya ao vivo no Festival Psicodália de 2008”… ouçam “Zamba/Gamal”… tenham uma boa noite e até a semana que vem.”

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CORCIOLLI

BG – SECRETS OF THE INVISIBLE

1. THE MAN WHO DISAPEARED IN THE PAINTING – 5:55

2. DISTANT LIVING MEMORIES – 5:24

3. THE IMAGINARY PRINCIPLE – 5:58

4. THE MISERY OF FEAR AND THE BATTLE AGAINST THE IMMORTAL DREAM – 6:21

5. MIDNIGHT OF THE WORLD AT THE END OF TIME – 5:45

BG – LIGHT SPHERERS IN A STEPHEN KING MIST

TOTAL – 29:23

RODRIGO NICKEL

BG – GOYA – LA VAMOS NÓS OUTRA VEZ

6. BRISA DE VERÃO – 3:26

7. ESTRADA DA GRACIOSA – 3:10

8. C’EST BIZARRE – 3:50

9. O VENTO NA TERRA VERMELHA – 3:04

BG – WATER MUSIC I / HERE COMES THE FLOOD

10. GOYA – ZAMBA/GAMAL – 7:38

TOTAL: 21:08

TOTAL GERAL – 50:31

Ouça o Art Rock com Corcioli & Rodrigo Nickel que foi ao ar no dia 10/06/2017, clicando aqui.

Odin Irgel Rock

Posted in Produto Nacional with tags , on 05/06/2017 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! Divulgamos aqui o novo disco solo do músico paranaense Rodrigo Nickel, “Odin Irgel Rock”.

Boas audições:

Origens

Posted in Produto Nacional on 10/03/2017 by Artrock

“Na origem da Terra, em sua atmosfera, havia muita água, gases e relâmpagos. Quando esses três elementos se juntaram, deram surgimento a diversas substâncias que começaram a fazer do planeta um ambiente propício para a vida.

Celebrando 25 anos de estrada, o baixista Alessandro Aru reuniu vários amigos, integrantes de diversas bandas do cenário musical do rock alagoano, que influenciaram diretamente sua formação musical e que, em algum momento participaram de sua história, para gravar o álbum Origens.
Rogério Cavalcante (Primeiro comparsa de música), Fred Hollanda (Água Mineral, Mopho e Canela Seca), Hélio Pisca (Água Mineral e Mopho), João Paulo (Água Mineral e Mopho), Leonardo Luiz (Mopho, Cores Astrais e Messias Elétrico), Michell Campos (Cores Astrais), Daniel Gontijo (Barba de Gato), Ney Guedes (Cachorro Urubu), Phillipe Hollanda (Cachorro Urubu), Eduardo Bahia (Santo Samba), Pedro Salvador (Canela Seca e Messias Elétrico), Thiago Alef (Canela Seca), Fernando Coelho (Messias Elétrico), Lillian Lessa (Messias Elétrico), Renan Di Carvalho (Lado B), Daniel Queiroz (Jams Sessions), Dácio Messias (Estúdio Concha Acústica).

A trajetória musical deste filho natural de Maceió contribui até hoje com os capítulos mais importantes do gênero em sua terra natal. Alessandro integrou a formação original da banda Mopho – é dele o baixo vigoroso e de timbre aveludado nas gravações originais de A Geladeira, Uma Leitura Mineral Incrível, Mosca sobre a Cabeça e Eu Quero Tudo, quatro clássicos do rock nacional presente na demo-tape de estréia da banda, em 1997 – que conquistou corações e mentes por todo o Brasil.

Com seu estilo único, inspirado em ícones do instrumento no rock and roll – como John Paul Jones (Led Zeppelin), John Entwistle (The Who) e Jack Bruce (Cream) –, o baixista apresenta musicalidade sempre de alta octanagem, que pode ser conferida nas músicas de bandas como Cores Astrais, Santo Samba, Cachorro Urubu e Messias Elétrico – essa última da qual é membro fundador e possui dois discos lançados pela gravadora Baratos Afins.

A relação com o instrumento é visceral a ponto de diversas músicas de sua autoria terem sido compostas originalmente no baixo elétrico.No caso de Origens, o projeto foi formatado a partir de canções compostas pelo baixista e que enveredaram para uma obra conceitual, uma única música, uma espécie de suíte subdivida em seis partes.

Para a produção do trabalho, buscou-se registrar o lado mais orgânico dos músicos por meio de “jams sessions” das quais foram retiradas parte do material gravado.

A idéia de Origens pode ser também traduzida como um encontro para celebrar a amizade e o resgate do que existe de mais autêntico quando se fala em música: amigos expressando suas verdades através de sons.

Sinceros agradecimentos aos amigos que participaram desse projeto, os quais contribuíram de forma brilhante com seus arranjos personalíssimos: Agradeço especialmente por ter pais justos, dedicados e amorosos e irmãos de fé, por ter encontrado uma companheira para todos os momentos que gerou minha maior obra, minha linda filha. Por ter nascido com saúde e poder desfrutar dos sons.”

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Origens – Origens (2016) Brasil:

Alessandro Aru – Baixo
Hélio Pisca – Bateria, Sintetizadores e Piano
João Paulo – Violão, Guitarra e Voz
Mariana Guedes Quintiliano – Voz

Contato:
arubass@gmailcom
http://www.facebook.com/Origens-%C3%81lbum-419260604939970/

Para ouvir e baixar:
https://origens-album.bandcamp.com/album/origens