Archive for the Produto Nacional Category

Origens

Posted in Produto Nacional on 10/03/2017 by Artrock

“Na origem da Terra, em sua atmosfera, havia muita água, gases e relâmpagos. Quando esses três elementos se juntaram, deram surgimento a diversas substâncias que começaram a fazer do planeta um ambiente propício para a vida.

Celebrando 25 anos de estrada, o baixista Alessandro Aru reuniu vários amigos, integrantes de diversas bandas do cenário musical do rock alagoano, que influenciaram diretamente sua formação musical e que, em algum momento participaram de sua história, para gravar o álbum Origens.
Rogério Cavalcante (Primeiro comparsa de música), Fred Hollanda (Água Mineral, Mopho e Canela Seca), Hélio Pisca (Água Mineral e Mopho), João Paulo (Água Mineral e Mopho), Leonardo Luiz (Mopho, Cores Astrais e Messias Elétrico), Michell Campos (Cores Astrais), Daniel Gontijo (Barba de Gato), Ney Guedes (Cachorro Urubu), Phillipe Hollanda (Cachorro Urubu), Eduardo Bahia (Santo Samba), Pedro Salvador (Canela Seca e Messias Elétrico), Thiago Alef (Canela Seca), Fernando Coelho (Messias Elétrico), Lillian Lessa (Messias Elétrico), Renan Di Carvalho (Lado B), Daniel Queiroz (Jams Sessions), Dácio Messias (Estúdio Concha Acústica).

A trajetória musical deste filho natural de Maceió contribui até hoje com os capítulos mais importantes do gênero em sua terra natal. Alessandro integrou a formação original da banda Mopho – é dele o baixo vigoroso e de timbre aveludado nas gravações originais de A Geladeira, Uma Leitura Mineral Incrível, Mosca sobre a Cabeça e Eu Quero Tudo, quatro clássicos do rock nacional presente na demo-tape de estréia da banda, em 1997 – que conquistou corações e mentes por todo o Brasil.

Com seu estilo único, inspirado em ícones do instrumento no rock and roll – como John Paul Jones (Led Zeppelin), John Entwistle (The Who) e Jack Bruce (Cream) –, o baixista apresenta musicalidade sempre de alta octanagem, que pode ser conferida nas músicas de bandas como Cores Astrais, Santo Samba, Cachorro Urubu e Messias Elétrico – essa última da qual é membro fundador e possui dois discos lançados pela gravadora Baratos Afins.

A relação com o instrumento é visceral a ponto de diversas músicas de sua autoria terem sido compostas originalmente no baixo elétrico.No caso de Origens, o projeto foi formatado a partir de canções compostas pelo baixista e que enveredaram para uma obra conceitual, uma única música, uma espécie de suíte subdivida em seis partes.

Para a produção do trabalho, buscou-se registrar o lado mais orgânico dos músicos por meio de “jams sessions” das quais foram retiradas parte do material gravado.

A idéia de Origens pode ser também traduzida como um encontro para celebrar a amizade e o resgate do que existe de mais autêntico quando se fala em música: amigos expressando suas verdades através de sons.

Sinceros agradecimentos aos amigos que participaram desse projeto, os quais contribuíram de forma brilhante com seus arranjos personalíssimos: Agradeço especialmente por ter pais justos, dedicados e amorosos e irmãos de fé, por ter encontrado uma companheira para todos os momentos que gerou minha maior obra, minha linda filha. Por ter nascido com saúde e poder desfrutar dos sons.”

————————————–

Origens – Origens (2016) Brasil:

Alessandro Aru – Baixo
Hélio Pisca – Bateria, Sintetizadores e Piano
João Paulo – Violão, Guitarra e Voz
Mariana Guedes Quintiliano – Voz

Contato:
arubass@gmailcom
http://www.facebook.com/Origens-%C3%81lbum-419260604939970/

Para ouvir e baixar:
https://origens-album.bandcamp.com/album/origens

Velho 7

Posted in Produto Nacional with tags , on 17/11/2016 by Artrock

Olá ouvintes do do Art Rock! Hoje vamos divulgar o belo e refinado trabalho da banda curitibana, Velho 7, indicação do nosso amigo Rodrigo Nickel do Goya.

ecipse

Clique aqui para ouvir e desfrutar o Vellho 7

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

“Sonho Lúcido” de Samuel Santos

Posted in Produto Nacional with tags on 18/12/2015 by Artrock

Olá ouvintes do do Art Rock! Hoje vamos divulgar o trabalho independente de um jovem músico brasileiro, que fez uma obra extremamente bela, Samuel Santos.

a3844239195_16

Segue abaixo um pequeno depoimento diretamente do músico, que explica a essência do álbum:

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

 O Sonho Lúcido foi gravado num home-estúdio em Belo Horizonte, durante o final de 2005 até o meio de 2006.
Foi gravado no estilo “one-man-band” em que eu gravei trilha por trilha, ouvindo o que eu ja tinha feito antes. Foram usados sintetizadores virtuais, violão, flauta, guitarra, piano e mellotron. Eu tenho como instrumentos principais flauta transversal, saxofone alto e teclado. Toco um pouco de bateria, violão, trompete…

A idéia do disco é ser uma música só, uma continuidade sonora.

Tenho extrema curiosidade sobre música e timbres e não me preocupo em ser virtuoso em nenhum desses instrumentos, apenas tento me expressar. Eu sou auto-didata.

Na capa do disco tem um instrumento do lado do violão que é a dilruba um instrumento indiano que eu gosto muito e que foi usado na faixa “Delay Lama”.

Na época eu tinha 21 anos, hoje estou com 30. Nessa época eu ouvia quase exclusivamente rock progressivo, hoje em dia escuto praticamente tudo.

O Sonho Lúcido foi um verdadeiro aprendizado e fruto de muita dedicação.

A capa foi feita recentemente pelo artista plástico Ian Matashu. Fizemos juntos em aquarela.

Estou me preparando para lançar novas tracks agora, por isso quis lançar o Sonho Lúcido primeiro.

O disco teria 12 faixas mas com a morte do Robert Moog em 2005, foi incluída uma track a mais.

“Olhe para as texturas do chão”, “Delay Lama” e ” Você ainda vai me conhecer…” são as melhores na minha opinião.

Futuramente estamos programando a execução do Sonho Lúcido ao vivo, mas preciso de mais músicos, para conseguir.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Vocês podem conferir o trabalho de Samuel Santos acessando o link para a página do álbum (e oferecer algum suporte também!):  https://samuelsantos.bandcamp.com/album/sonho-l-cido

Ou ainda visualizar pelo Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=fEsunZauiFc

Vamos apreciar e também divulgar os maravilhosos Produtos Nacionais!

Até a próxima.

 

O Terço & Bixo da Seda

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 27/04/2015 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos atender ao pedido do nosso ouvinte Walber França que nos pediu um programa com o prog. nacional dos ano 70… e nós vamos começar com um grande sobrevivente… O Terço!

o terço - criaturas da noite

Essa verdadeira lenda do rock nacional surgiu como power-trio ainda nos anos 60… mas eles só gravariam o seu primeiro álbum em 1970… no começo eles ainda exploravam a vertente mais psicodélica, mas estiveram entre os primeiros grupos a abraçar o progressivo, já sensível em seu álbum “Terço” de 73… e que explodiria de vez no clássico “Criaturas da noite” de 75, uma verdadeira joia do prog nacional, com arranjos do grande maestro Rogério Duprat.

A formação clássica do grupo, com Sérgio Hinds na guitarra, Flávio Venturini nos teclados, Luiz Moreno na bateria e Sérgio Magrão no baixo ainda seria responsável por mais um grande trabalho, “Casa Encantada” de 76… mas mesmo as mudanças que se seguiriam nos anos seguintes não distanciariam o Terço dos caminhos progressivos, embora explorando muitas variações em meio a separações e retornos.

o terço - casa encantada

Em 2001 a formação mais famosa do Terço fez um concerto no DirectTV Hall em São Paulo… infelizmente, Luiz Moreno deixaria o nosso plano da realidade pouco depois, mas o trio de Hinds, Venturini e Magrão levariam adiante o retorno do grupo… nós já trouxemos faixas dessa fase mais recente no programa… por isso hoje vamos trazer um pouco dos seus anos de glória, na década de 70!

Com O Terço vocês ouviram “Criaturas da noite”, “Jogo das pedras”, “1974”, “Flor de la noche” e “Sentinela do abismo”.

A gente volta já.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora trazer outra preciosidade do progressivo nacional… o grupo gaúcho Bixo da Seda…

O nome do grupo não tem nada a ver com a lagartas, casulos ou tecidos finos… mas sim com aquele papelzinho que se usa para fazer um certo tipo de cigarro… e essa história começa com Zé Vicente, o filho do governador Leonel Brizola, que era guitarrista e resolveu montar uma banda de rock junto dos integrantes do grupo Liverpool… os irmãos Mimi e Marcos Lessa, na guitarra e baixo, Edinho Espíndola na bateria e Fughetti Luz nos vocais…

bixo da seda - estação elétrica

No fim, o próprio Brizola acabaria deixando o grupo… e o Bixo se firmaria com a entrada de Renato Ladeira (ex-Bolha) para os teclados… com essa formação eles começaram a se apresentar nos festivais e a ganhar fama por suas performances… e foi então que gravariam o álbum “Estação Elétrica” de 76… um trabalho que marcaria época, mas acabaria sendo o único registro do grupo.

Eles ainda seguiriam adiante por mais 3 anos… mas a ascensão da discoteca acabou selando o seu destino… diante do desinteresse em trabalhos progressivos, e precisando trabalhar, Mimi, Marcos e Edinho foram para a banda de apoio das Frenéticas… um fim melancólico para grandes músicos que mergulhariam na obscuridade… vamos conferir um pouco do primeiro e único álbum do Bixo da Seda…

Vocês ouviram o Bixo da Seda com “Vênus”, “Já Brilhou”, “Bicho da seda”, “De ouro” e “Gigante”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

O TERÇO

BG – HEY AMIGO

1. CRIATURAS DA NOITE – 3:42

2. JOGO DAS PEDRAS – 3:27

3. 1974 – 12:24

4. FLOR DE LA NOCHE – 3:37

5. SENTINELA DO ABISMO – 2:21

BG – VOLTE NA PRÓXIMA SEMANA

TOTAL – 25:29

BIXO DA SEDA

BG – É COMO TERIA QUE SER

6. VÊNUS – 4:17

7. JÁ BRILHOU – 5:11

8. BICHO DA SEDA – 3:21

9. DE OURO – 4:53

10. GIGANTE – 6:03

BG – TREM

TOTAL: 23:44

TOTAL GERAL – 50:12

Ouça o Art Rock com o O Terço & Bixo da Seda que foi ao ar no dia 25/04/2015, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Alarde segue em turnê com o disco Abismo ao Redor

Posted in Produto Nacional with tags on 01/10/2014 by Artrock

Alarde

Rock n’roll sem frescuras, para quem gosta de rock. A banda Alarde segue apresentando seu mais novo trabalho, Abismo ao Redor (2014). São Paulo, Rio de Janeiro, Taubaté e Curitiba estão no roteiro dessa primeira fase Sul/Sudeste da tour.

O Alarde continua com a sonoridade rock em sua forma bruta e natural, mas neste novo disco traz outras influências, que transitam do jazz à música brasileira. O baterista do Ultraje a Rigor, Bacalhau, assume a percussão e dá o tom de batuque na faixa “Espírito das Matas”.

Turnê Abismo ao Redor (Sul/Sudeste):

03/10
DamaDame
Rua Tapajós 19, Mercês (esquina com a Av. Manoel Ribas)
Curitiba-PR
Ingressos: R$ 8,00
Horário : 19h

04/10
Lulapalooza 2014 – com Alarde, Mel Azul e Serapicos
Rua Conselheiro Ramalho, 945, Bela Vista.
São Paulo-SP
Ingressos: R$ 65,00
Horário: 15h

Bio:

São José dos Campos é rock and roll e isso não é novidade. Parada obrigatória nas turnês de todas as bandas do estilo que passam pelo interior paulista. Com seus inferninhos, rock bars e sede de moto clubes com seus easy riders vestindo coletes de couro, a cidade industrial também é berço da banda Alarde.

Desde os anos 90, o quarteto capitaneado pelos irmãos Luiz Silva (guitarra e voz) e Rodrigo Silva (bateria) vem fazendo barulho no cenário independente com sonoridade influenciada pelo rock dos anos 70 e 90, poesia original e shows viscerais. Rock nú e crú para quem gosta do bom e velho rock and roll.

A banda se formou, oficialmente, em 2006 e hoje conta ainda com Rodrigo Mazza (o Total) na guitarra, o responsável pelas influências mais jazzísticas e improvisos nos arranjos. Uma curiosidade: o vocalista Luiz Silva, autor das letras que refletem delírios do cotidiano trabalha num manicômio, ensinando música aos pacientes.

Já dividiram palco com bandas do calibre de Ultraje a Rigor, do guitarrista Lanny Gordin (fã declarado do Alarde) e com os mestres do Motorhëad. Sim, foi o Alarde, a banda de “caipiras rock n roll”  que teve o culhão para abrir o show dos ingleses em 2011, no Via Funchal.

Depois de, literalmente, fazer alarde com seu primeiro disco,Oitoitenta, de 2009, eles voltam com Abismo ao Redor. “O olhar sobre si e o mundo a nossa volta revelam o abismo que existe em nós”, anuncia o quarteto.

Alarde é: Luiz, Rodrigo e Total.

Participações especiais no disco Abismo ao Redor
Bacalhau (Ultraje a Rigor) – Percussão
Rodolfo Sproesser – Teclado

alarde abismo ao redor

Site Oficial: http://www.alarde.mus.br
Escute “Abismo ao redor” (2014)
https://soundcloud.com/alarderock/sets/abismo-ao-redor
Videoclipe “Faca”: https://www.youtube.com/watch?v=UVprkR8kJBA

Clube da Esquina & Únitri

Posted in Produto Nacional, Programas with tags , on 13/06/2014 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos começar atendo ao pedido do nosso ouvinte Assir Paiva, que nos contatou pelo blog do programa sugerindo aquele que poderia ser descrito como uma das matrizes da música progressiva mineira… o Clube da Esquina.

clube da esquina

Essa história começa em 63, quando Milton Nascimento chegou em Belo Horizonte e foi morar em uma pensão, onde morava a família Borges… ele fez amizade com o mais velho, Marilton, que tocava no Evolussamba, e também com os mais novos: Márcio, que se tornaria letrista de Milton, e Lô, que curtia os Beatles junto com outro menino, um tal Beto Guedes…

A década de 60 foi passando e esse grupo foi se dedicando cada vez mais à música… em 67, uma música de Milton em parceira com Fernando Brant chegava ao segundo lugar do II Festival Internacional da Canção… enquanto isso, a turma de amigos continuou crescendo, com a chegada de Flávio Venturini, Vermelho e Tavinho Moura… segundo a lenda, o nome surgiu da velha esquina onde se encontravam para “cantar e tocar violão”… mas, o primeiro álbum, de 72, era muito mais que isso.

Creditado a Milton Nascimento e Lô Borges, o álbum duplo “Clube da Esquina” trazia uma complexa mistura de sonoridades, que iam da folk music mineira à bossa nova, e do jazz ao rock progressivo… uma alquimia construída em torno do talento de uma turma de amigos, completada com as letras de Ronaldo Bastos e mais o grupo Som Imaginário de Wagner Tiso… eles lançariam outro duplo em 78… mas o disco de estreia continua um dos trabalhos essenciais da música brasileira dos anos 70…

Vocês ouviram “Tudo Que Você Podia Ser”, “Nuvem Cigana”, “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”, “San Vicente”, “Paisagem Da Janela”, “Lilia”, “Trem de Doido” e “Nada Será Como Antes” com o Clube da Esquina…

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um grupo recente que mostra que o Clube da Esquina continua uma referência forte… influenciando as novas gerações progressivas…

Unitri

Estamos nos referindo ao Únitri, grupo formado a partir do Lágrima, um veterano do cenário progressivo carioca, que surgiu nos anos 90 e já contava em sua formação com o guitarrista André Zichtl, o baixista Rômulo Lima e o baterista Rony Cerqueira… eles se mantiveram muito ativos no cenário do rock durante os seus 10 anos de carreira, mas acabariam se separando bem quando já estavam gravando o seu primeiro álbum.

O disco não seria finalizado e eles seguirem caminhos diferentes, mas conservaram os interesses comuns… e, quando se reuniram novamente, acrescentaram um elemento extra ao seu som… o violão e a voz de Danilo Ferreira, que trouxe consigo uma clara influência do Clube da Esquina… e o nome escolhido para esse novo projeto foi Únitri… uma referência ao livro “Teo e os Olhos de Leordo” de Alexandre Monsores e também aos três elementos sonoros que produzem o rock: guitarra, baixo e bateria.

O primeiro álbum, “Minas, Cantos e Quintais”, foi lançado em 2013 e teve a produção de Sergio Hinds, do Terço, que também participou como convidado em duas faixas… e é um pouco desse excelente prova da vitalidade do prog. nacional, que nós selecionamos para essa segunda parte do programa de hoje…

Vocês ouviram o Únitri com “Minas, Cantos e Quintais”, “Diamante”, “Orion” e “Arcádia”…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em https://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

CLUBE DA ESQUINA

BG – O TREM AZUL

1. TUDO QUE VOCÊ PODIA SER – 2:52

2. NUVEM CIGANA – 2:57

3. UM GIRASSOL DA COR DO SEU CABELO – 4:11

4. SAN VICENTE – 2:43

5. PAISAGEM DA JANELA – 2:56

6. LILIA – 2:29

7. TREM DE DOIDO – 3:57

8. NADA SERÁ COMO ANTES – 3:22

BG – CRAVO É CANELA

TOTAL – 25:24

ÚNITRI

BG – CANÇÃO

9. MINAS, CANTOS E QUINTAIS – 5:08

10. DIAMANTE – 7:48

11. ORION – 7:06

12. ARCADIA – 5:35

BG – CRIATURAS DA NOITE

TOTAL: 25:34

TOTAL GERAL – 50:58

Ouça o Art Rock com a Clube da Esquina & Únitri que foi ao ar no dia 07/06/2014, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

 

 

Show do Tempus Fugit

Posted in Produto Nacional with tags on 28/08/2013 by Artrock

Olá amigos ouvintes!

Escrevemos extraordinariamente para comunicar que o Tempus Fugit estará fazendo um show dia 04/09/2013. Maiores informações acessem este link:

http://www.facebook.com/groups/113544892141404/

Aproveitem!!

995775_10200224982658613_76673358_n