Arquivo para junho, 2015

Vanilla Fudge

Posted in Programas with tags on 30/06/2015 by Artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer no programa um dos maiores nomes da era psicodélica, o grande Vanilla Fudge, que está bem vivo e lançou em 2015 um álbum imperdível… “Spirit of 67”…

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A história dessa lenda viva do rock americano começou em 65 quando o tecladista Mark Stein e o baixista Tim Bogert ainda tocavam no grupo The Snowmen… eles resolveram formar o seu próprio grupo com o guitarrista Vinve Martell e com o baterista Joey Brennan… e adotaram o nome The Eletric Pidgeons… mas seria só com a entrada de um novo batera, Carmine Appice, que eles conseguiram se firmar.

Mudando o nome para Vanilla Fudge eles seguiram com a proposta de Mark, que explorava a sonoridade dos órgãos hammond para criar climas pesados, elaborando arranjos e mudanças de tempo em cima de faixas pop de sucesso, que ficavam simplesmente irreconhecíveis e se tornariam a sua marca registrada.

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O Fudge se tornaria um fenômeno depois da sua versão para “You keep me hangin’on”, faixa clássica das Supremes… e lançariam uma série de álbuns indispensáveis nos anos 60, influenciando grupos como o Deep Purple… com Ritchie Blackmore chegando a declarar que o seu sonho, no começo, era chegar a ser como o Vanilla Fudge… vamos ouvir um pouco desse grupo seminal…

Você ouviram o Vanilla Fudge com “Bang Bang” de Cher (que hoje é mais conhecida na versão de Nancy Sinatra), depois foi “You keep me hanging on” das Supremes, “That’s what makes a man”, que é do próprio Fudge, e “Shotgun” do Junior Walker & the All-Stars…

A gente volta já.

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E agora nós vamos continuar com o Vanilla Fudge, trazendo o excelente álbum “Spirit of 67”, que foi uma recomendação do nosso amigo Almir Octávio…

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Depois da separação em 1970, os membros do Fudge não ficaram parados… Tim Bogert continuaria trabalhando ao lado de Carmine Appice… juntos els montariam o Cactus e depois outro projeto de vida curta, o genial Beck, Bogert & Appice com o insuperável Jeff Beck… já Mark Stein montaria o Boomerang, que não iria muito longe… mas ele manteria o contato com os velhos amigos para futuras reuniões.

Nos anos 80 eles lançariam o álbum “Mystery”… e voltariam a se reunir muitas vezes, incluindo tours com a formação original e álbuns como “The Return” de 2001 e “Out through the in door”, uma coletânea de covers do Led Zeppelin, lançada em 2007… a homenagem foi muito bem recebida, principalmente para quem lembra que o Led chegou a abrir os shows do Vanilla Fudge no final dos anos 60.

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Mas a grande surpresa veio com o lançamento de “Spirit of 67”, que contou com os membros originais Mark Stein, Vince Martell e Carmine Appice, tendo Pete Bremy no baixo… o nome é uma homenagem ao disco de Paul Revere & The Raiders”, mas é o tratamento Fudge que impressiona, pois mostra que o grupo ainda é capaz de reinventar clássicos… um grande álbum dos anos 60, gravado em 2015.

Com o Vanilla Fudge vocês ouviram “I heard it through the grapevine” de Marvin Gaye, “The letter” dos Box Tops, “I can see for miles” do Who, “Break on through (To the other side)” dos Doors e “Whiter shade of pale” do Procol Harum…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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VANILLA FUDGE

BG – TICKET TO RIDE

1. BANG BANG – 5:28

2. YOU KEEP ME HANGING ON – 6:45

3. THAT’S WHAT MAKES A MAN – 4:29

4. SHOTGUN – 6:13

BG – TAKE ME FOR A LITTLE WHILE

TOTAL – 22:55

VANILLA FUDGE

BG – I’M A BELIEVER

5. I HEARD IT THROUGH THE GRAPEVINE – 5:29

6. THE LETTER – 5:54

7. I CAN SEE FOR MLES – 4:56

8. BREAK ON THROUGH (TO THE OTHER SIDE) – 5:45

9. WHITER SHADE OF PALE – 5:11

BG – GIMME SOME LOVIN’

TOTAL: 27:15

TOTAL GERAL – 50:10

Ouça o Art Rock com Vanilla Fudge que foi ao ar no dia 27/06/2015, clicando aqui.

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REPRISE: Emerson, Lake and Palmer

Posted in Programas with tags on 30/06/2015 by Artrock

Olá ouvintes do Art Rock! O programa de 06-06-2015, foi um reprise com o Emerson, Lake and Palmer. Confiram este programa clicando aqui!

Vocês também podem acessar o link do programa diretamente aqui.

blackmoon

inthehotseat

 

 

 

 

 

Van Morrison

Posted in Programas with tags on 21/06/2015 by Artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos um dos maiores nomes da música britânica, desde os anos 60 e até os dias de hoje… o inconfundível Van Morrison.

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George Ivan Morrison nasceu em Belfast, na Irlanda do Norte, em 1945, e começou sua carreira ainda adolescente, com o grupo The Sputniks, ainda nos anos 50… mas ele tocaria em outros grupos antes de alcançar o sucesso com o genial Them, um dos grupos seminais do rock britânico dos anos 60, responsável por um dos hinos da década, a faixa “Gloria”, gravada originalmente como lado B de um compacto lançado em 64.

Depois de deixar o Them, Van Morrison seguiria em carreira solo… e o seu primeiro álbum, “Blowin’ your mind” de 67, seria muito bem sucedido, mas só rendeu dinheiro para o esperto produtor Bert Berns… seria com o trabalho seguinte, “Astral Weeks”, de 68, que ele realmente mostraria seu talento único em uma síntese de estilos e formas que não faria sucesso na época, mas que, com o tempo seria celebrada.

“Astral Weeks” é uma amálgama de folk, rock e jazz, entrecortada pelo tom melancólico da poética celta de Van Morrison e pela intensidade da sua voz, que descreve imagens sobre uma paisagem sonora quase hipnótica… um álbum clássico que hoje é considerado um dos trabalhos essenciais da sua época, e que nós selecionamos para essa primeira parte do programa de hoje.

Você ouviram “Astral Weeks”, “Sweet Thing”, “The way young lovers do” e “Madame George”… com Van Morrison.

A gente volta já.

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E nós vamos trazer mais um pouco do grande Van Morrison, que foi sagrado cavaleiro em 2015 e não parece estar pensando em se aposentar.

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Durante os anos 70, Van Morrison produziu grandes trabalhos que foram muito bem recebidos por público e crítica, mostrando que era possível conservar o sucesso sem deixar de lado a sua sensibilidade… ele lançaria outros discos clássicos como “Mondance” de 70 e “Tupelo Honey” de 71… e também trabalhos mais elaborados como “Veedon Fleece” de 74 e Common One” de 80.

No final do século, ele já havia se tornado um dos raros sobreviventes da sua geração… e se mantinha uma presença constante, lançando novos trabalhos de estúdio, parcerias e excursões que rendiam álbuns ao vivo, aumentando assim a sua já ampla discografia… e ele não diminuiria o ritmo depois do ano 2000…

“Born to sing: no plan B” de 2012 foi o seu último trabalho de inéditas, mas ele lançaria em 2015 o álbum “Duets: Re-working the catalogue” em que participam velhos amigos como Bobby Womack, Steve Winwood, Mark Knopfler, Taj Mahal, George Benson, P.J. Proby, Chris Farlowe e até a sua filha Shana Morrison… mas isso fica para outro programa, vamos fechar com faixas dos álbuns “Mondance” e “Veedon Fleece”…

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Com Sir George Ivan Morrison vocês ouviram “And it stoned me”, “Moondance”, “Streets of Arklow”, “You don’t push no punches but you don’t push the river” e “Come here my love”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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VAN MORRISON

BG – CYPRUS AVENUE

1. ASTRAL WEEKS – 7:09

2. SWEET THING – 4:28

3. THE WAY YOUNG LOVERS DO – 3:21

4. MADAME GEORGE – 9:48

BG – BESIDE YOU

TOTAL – 24:45

VAN MORRISON

BG – INTO THE MYSTIC

5. AND IT STONED ME – 4:38

6. MOONDANCE – 4:41

7. STREETS OF ARKLOW – 4:23

8. YOU DON’T PULL NO PUNCHES BUT YOU DON’T PUSH THE RIVER – 8:50

9. COME HERE MY LOVE – 2:21

BG – COUNTRY FAIR

TOTAL: 24:53

TOTAL GERAL – 49:38

Ouça o Art Rock com Van Morrison que foi ao ar no dia 20/06/2015, clicando aqui.

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Frame & Epidaurus

Posted in Programas with tags , on 21/06/2015 by Artrock

“Boa noite, hoje faremos nossa costumeira passagem pelo progressivo alemão, fonte inesgotável de grupos com grande criatividade, mas pouco reconhecimento… e cujos raros trabalhos hoje só podem ser encontrados no universo dos blogs especializados…

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E nós vamos começar pelo grupo Frame, que lançaria em 1972 o seu primeiro e único álbum… “Frame of mind”, um trabalho centrado em torno do diálogo entre a guitarra e vocais de Andy Kirnberger (ex-Pell Mell) e o órgão hammond de Cherry Hochdorfer… e o resultado era uma sonoridade densa, cheia de riffs e climas de teclados, com pitadas de heavy-prog…

O álbum contava com a produção do grande Dieter Dierks, um dos maiores produtores de rock alemão… mas, apesar da qualidade, passou despercebido em meio ao cenário musical da época, em parte pelas condições do próprio mercado, que estava saturado pela grande quantidade de grupos explorando as veredas progressivas…

O Frame se separaria pouco depois… mas Cherry Hochdorfer e o baterista Wolfgang Claus, se reencontrariam anos mais tarde no álbum “Only a Star” do primeiro grupo de Andy, o Pell Mell… mas esse som fica para outro programa, agora vamos ouvir um pouco do álbum “Frame of mind”, um fragmento quase perdido do prog. rock germânico…

Você ouviram “Frame of mind”, “All I really want explain”, “If” e “Winter”, com o Frame…

A gente volta já.

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E voltamos com um outro exemplo do progressivo alemão, agora da segunda metade dos anos 70… o Epidaurus.

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Formado em 76, o Epidaurus tirou o seu nome de uma cidade da Grécia, e era centrado em torno da dupla de tecladistas Günther Henne e Gerd Linke… e eles praticamente dispensavam as guitarras em meio a uma paisagem sonora de órgãos, moogs e mellotrons, combinados com os vocais de Christiane Wand…

Em 77 eles lançariam o seu primeiro álbum, “Earthly Paradise”… um belo trabalho que lembra em momentos o Renaissance, principalmente pelas vocalizações “etéreas” de Christiane… mas o grupo acabaria se separando e seus integrantes se dedicariam a outros projetos como o Choice e o Herne 3, entre outros…

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Só nos anos 90 eles seriam procurados por um selo progressivo que tinha interesse em relançar “Earthly Paradise”… e isso acabou motivando uma reunião, que renderia o álbum “Endangered”… ele não lembrava muito o seu primeiro trabalho e seria ignorado… mas no nosso programa nós não praticamos a indiferença… confiram um pouco desses dois únicos registros do Epidaurus…

Com o Epidaurus vocês ouviram “Action and Reaction”, “Wings of the Dove”, “Andas” e “Tonight”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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FRAME

BG – CRUSICAL SCENE

1. FRAME OF MIND – 4:14

2. ALL I REALLY WANT EXPLAIN – 11:22

3. IF – 5:12

4. WINTER – 5:41

BG – PENNY FOR AN OLD GUY

TOTAL – 26:28

OZRIC TENTACLES

BG – MITTERNACHSTRAUM

5. ACTION AND REACTION – 7:01

6. WINGS OF THE DOVE – 5:08

7. ANDAS – 6:20

8. TONIGHT – 6:16

BG – TINKER OR TAYLOR

TOTAL: 24:25

TOTAL GERAL – 50:53

Ouça o Art Rock com Frame & Epidaurus que foi ao ar no dia 13/06/2015, clicando aqui.

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Tyranosaurus Rex

Posted in Programas with tags on 17/06/2015 by Artrock

“Boa noite, nosso programa de hoje será com dois grupos ligados pela mesma figura genial o incomparável Marc Bolan!

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Mark Feld nasceu em 1947 na região de Hackney, em Londres, e desde pequeno tinha uma inclinação para as artes, em especial para a música… e ele chegou a gravar com esse nome, antes de mudar para Toby Tyler… mas as suas gravações com o novo nome também não chamaram a atenção… e foi só em 65 que ele conseguiria um contrato com a Decca e lançaria o seu primeiro single.

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A essa altura, ele já havia adotado o nome Marc Bolan e, depois de uma breve passagem pelo grupo John’s Children, ele mergulhou em uma verdadeira aventura musical… o grupo Tyranosaurus Rex… uma dupla com o baterista Steve Peregrin Took, outra figura genial que levava sua fascinação pela fantasia a tal ponto que havia adotado o nome de um dos hobbits da saga O Senhor dos Anéis de Tolkien…

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Explorando um folk psicodélico, o Tyranosaurus Rex marcaria época, com seu visual reminiscente da antiga Era Georgiana e álbuns antológicos, carregados de uma poética delirante que já se apresentava na própria capa e no longo título do seu primeiro trabalho: “My People Were Fair and Had Sky in their Hair… But Now They’re Content to Wear Stars on Their Brows”… vamos conferir o som desse tiranossauro do rock inglês…

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Vocês ouviram o Tyranosaurus Rex com “Child Star”, “Dwarfish Trumpet Blues”, “Wind Quartets”, “The Travelling Tragition”, “Chariots Of Silk, “Cat Black (The Wizard’s Hat)”, “By The Light Of The Magical Moon” e “Elemental Child”…

A gente volta já.

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E nós vamos trazer mais um pouco do grande Marc Bolan, agora com a sua fase mais conhecida, durante os anos 70…

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O último álbum do Tyranosaurus Rex já contava com a participação do novo colaborador de Bolan, o percussionista Micky Finn (ex-Hapshash and the Coloured Coat)… e também já mostrava uma mudança na sonoridade do grupo, com a ênfase nas guitarras elétricas e uma produção mais elaborada.

Tony Visconti, que havia produzido os outros álbuns do grupo, também estava envolvido com outro músico em processo de transformação… Mr. David Bowie, que ainda nem havia criado Ziggy Stardust… e Marc Bolan acabaria saindo na frente, lançando ainda em 1970 o álbum T. Rex… onde encurtava o nome do seu grupo e anunciava as mudanças que explodiriam no trabalho seguinte, “Electric Warrior” de 71.

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Com seu visual andrógino, ele se transformaria em arauto da polisexualidade… e na maior estrela do nascente glam rock, lançando uma sucessão de álbuns clássicos que venderiam milhões de discos no mundo todo… mas, ao contrário de Bowie, ele não teria tempo de sofrer outras metamorfoses, pois deixaria a nossa melancólica realidade em 16 de setembro de 77, no mês em que completaria 30 anos… vamos ouvir um pouco de seu grupo mais marcante: o T. Rex…

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Vocês ouviram o glorioso T. Rex de Marc Bolan com “Mambo Sun”, “Cosmic Dancer”, “Bang a gong (get it on)”, “Buik Mackane”, “Telegram Sam”, “Children of the revolution” e “20th Century boy” faixas extraídas dos álbuns “Electric Warrior’ de 71, “The Slider” de 72 e “Thanx” de 73…

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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TYRANOSAURUS REX

BG – ORGAN BLUES

1. CHILD STAR – 2:49

2. DWARFISH TRUMPET BLUES – 2:45

3. WIND QUARTETS – 2:55

4. THE TRAVELLING TRAGITION – 1:47

5. CHARIOTS OF SILK – 2:27

6. CAT BLACK (THE WIZARD’S HAT) – 2:53

7. BY THE LIGHT OF THE MAGICAL MOON – 2:51

8. ELEMENTAL CHILD – 5:35

BG – A BEARD OF STARS

TOTAL – 24:02

T. REX

BG – JEEPSTER

9. MAMBO SUN – 3:41

10. COSMIC DANCER – 4:30

11. BANG A GONG (GET IT ON) – 4:27

12. BUICK MACKANE – 3:34

13. TELEGRAM SAM – 3:46

14. CHILDREN OF THE REVOLUTION – 2:30

15. 20TH CENTURY BOY – 3:41

BG – LIFE IS STRANGE

TOTAL: 26:22

TOTAL GERAL – 50:24

Ouça o Art Rock com Tyranosaurus Rex que foi ao ar no dia 06/05/2015, clicando aqui.

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Ozric Tentacles

Posted in Programas with tags on 05/06/2015 by Artrock

“Boa noite, nosso programa de hoje será com o Ozric Tentacles, que lançaram em 2015 um álbum duplo… mostrando toda a sua vitalidade, depois de mais de 30 anos de carreira.

ozric tentacles - technicians of the sacred

Os Ozrics surgiram no Stonehenge Free Festival de 1983, por iniciativa do guitarrista e tecladista Ed Wynne, juntamente do seu irmão Roly, que era baixista… na época, eles tocavam no grupo Bolshem People e, ao se transformarem no Ozric Tentacles, conservariam a estratégia de se apresentar em festivais e ficar no circuito de bares underground e lançar gravações em fita cassete antes de se arriscarem com um CD.

Só em 89 eles fundariam a Dovetail Records e lançariam o álbum “Pungent Effulgent”… mas o trabalho seguinte, “Erpland” de 90 foi o disco que os colocou no mapa, e muitos o consideram como o primeiro do chamado movimento Crusty… como ficou conhecida na Inglaterra a reação neo-hippie ou neopsicodélica da década de 90.

Já trouxemos esse grupo muitas vezes no programa, desde os tempos em que havia mais membros da formação original… atualmente, só Ed Wynne permanece… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos faixas do álbum “Technicians of the Sacred”, o seu primeiro duplo de estúdio desde os anos 90… confiram um pouco desse belo trabalho do Ozric Tentacles.

Você ouviram com o Ozric Tentacles, com “The high pass”, “Far Memory” e “Switchback”…

A gente volta já.

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Voltamos com o grupo inglês Ozric Tentacles, um dos grandes representantes da progressividade contemporânea…

Mantendo o seu foco na música instrumental, o Ozric Tentacles nunca esteve interessado em alcançar uma grande repercussão no mercado musical, preferindo seguir o seu caminho sem a pressão das grandes gravadoras… mas isso não os impediria de conquistar o reconhecimento do renovado público progressivo a partir da década de 90…

Desde então, o grupo mudaria de formação muitas vezes, mas não passaria por períodos de inatividade… ao contrário: os Ozrics estão entre mais consistentes, tanto no ritmo como na qualidade de seus lançamentos, com excelentes trabalhos em suas muitas fases… como os álbuns “Strangeitude” de 91, “Jurassic Shift” de 93, “Waterfall Cities” de 99 ou “Spirals in Hyperspace” de 2004.

“Technicians of the Sacred” é o 15º. álbum de estúdio do grupo… e faziam 25 anos desde a última vez que eles haviam investido em um trabalho duplo que não fosse de gravações ao vivo… mas Ed Wynne continua buscando aumentar sua gama de intesses e influências, e o resultado é uma música de múltiplas camadas e sub-leituras… uma verdadeira tapeçaria progressiva…

Com o Ozric Tentacles vocês ouviram “Epiphlioy”, “Butterfly garden” e “Smiling potion”.

O Art Rock fica por aqui… o programa tem a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o Blog do Art Rock em https://artrock.wordpress.com… ele foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin Volpão… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.

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OZRIC TENTACLES

BG – CHANGA MASALA

1. THE HIGH PASS – 8:24

2. FAR MEMORY – 7:12

3. SWITCHBACK – 10:13

BG – ZINGBONG

TOTAL – 25:48

OZRIC TENTACLES

BG – ZENLIKE CREATURE

4. EPIPHLIOY – 11:50

5. BUTTERFLY GARDEN – 5:04

6. SMILING POTION – 7:12

BG – RUBBING SHOULDERS WITH THE ABSOLUTE

TOTAL: 24:06

TOTAL GERAL – 49:54

Ouça o Art Rock com Ozric Tentacles que foi ao ar no dia 30/05/2015, clicando aqui.

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