Iggy Pop & Bob Dylan

Postado em Programas com as tags , em 17/11/2009 por artrock

“Boa noite… teremos no programa de hoje dois lançamentos de 2009 que mostram momentos de maturidade de dois grandes nomes da história do rock… e vamos começar com o mais surpreendente… o álbum “Preliminaries”, do decano do punk rock… James Newell Osterberg… mais conhecido como Iggy Pop.

preliminaries

Mesmo no tempo dos Stooges, o velho Iggy já havia se convertido em uma figura emblemática do rock americano, tanto pelo som cru e direto do grupo, como pelas suas performances frenéticas e viscerais… elementos que seriam precursores do furacão punk dos anos 70… e, sem deixar de lado a carreira solo, ele voltaria a se apresentar com os Stooges em 2003…

No começo de 2009 o grupo sofreria a perda do guitarrista Ron Asherton… mas depois Iggy surpreenderia todo mundo com um álbum em que deixa de lado a força e a agressividade, abraçando o intimismo e a sensibilidade de um som underground, onde os climas jazzísticos servem de pano de fundo para explorar a angústia e o erotismo do polêmico escritor francês Michel Houellebecq…

Em “Preliminaries”, Iggy Pop parece procurar uma síntese entre Serge Gainsbourg, Leonard Cohen e Tom Waits… e o resultado é um álbum único… uma colagem de sons para deixar sem fala os seus fãs mais radicais… que, provavelmente, vão levar um bom tempo para entender o que o velho punk rocker estava pensando quando resolveu misturar clássicos da música francesa como “Les Feuilles Mortes” com uma versão antológica para “Insensatez” de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

Com Iggy Pop, vocês ouviram “Les Feuilles Mortes”, “I Want To Go To The Beach”, “King Of The Dogs”, “Je Sais Que Tu Sais”, “Spanish Coast”, “How Insensitive”, “He’s Dead She’s Alive” e “A Machine For Loving”.

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos continuar trazendo outro trabalho gravado em 2009… o álbum “Together through life” do genial Bob Dylan.

Naturalmente Robert Allen Zimmerman, isto é Bob Dylan, dispensa quaisquer apresentações, pois é uma das figuras centrais da história do rock… desde os anos 60, quando estava na linha de frente do movimento folk que praticamente representava a parte consciente da sociedade americana, em meio ao flagelo da Guerra do Vietnã e às lutas desesperadas das minorias para conseguir os seus direitos na chamada “terra da oportunidade”.

togetherthroughlife

Nestes mais de 40 anos de carreira, Dylan conheceu altos e baixos, mas a sua voz inconfundível continuou firme, assim como a força da sua poesia… e “Together Through Life” mostra o seu talento reunido com o de Robert Hunter, o poeta do Grateful Dead, que já havia colaborado com Dylan antes e aqui aparece como co-autor de quase todas as faixas…

O resultado dessa colaboração é um álbum onde o velho poeta explora o amor em suas muitas cores… radiantes ou sombrias… uma pitada de esperança, mas sem deixar de lado a melancolia … ambas apropriadas para este começo do século XXI… e, ainda em 2009, Dylan ainda lançaria outro trabalho… mas a sua surpreendente viagem natalina fica para outro programa… primeiro vamos conferir “Together Through Life”…

Com Bob Dylan vocês ouviram “Beyond  here lies nothin’”, “Forgetful heart”, “Jolene”, “Shake, shake mama”, “I feel a change comin’on” e “It’s all good”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… ele é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

IGGY POP
BG – SHE’S BUSINESS

1. LES FEUILLES MORTES – 3:55

2. I WANT TO GO TO THE BEACH – 2:53

3. KING OF THE DOGS – 2:02

4. JE SAIS QUE TU SAIS – 3:12

5. SPANISH COAST – 3:58

6. HOW INSENSITIVE – 3:02

7. HE’S DEAD SHE’S ALIVE – 2:02

8. A MACHINE FOR LOVING – 3:16

BG – PARTY TIME

TOTAL – 24:20

BOB DYLAN

BG – MY WIFE’S HOME TOWN

1. BEYOND HERE LIES NOTHIN’- 3:50

2. FORGETFUL HEART – 3:42

3. JOLENE – 3:51

4. SHAKE SHAKE MAMA – 3:37

5. I FEEL A CHANGE COMIN’ ON – 5:25

6. IT’S ALL GOOD – 5:28

BG – LIFE IS HARD

TOTAL – 25:53

Total geral: 50:13

Ouça o Art Rock com Iggy Pop & Bob Dylan, que foi ao ar no dia 15/11/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Mahavishnu Orchestra & Guru Guru

Postado em Programas com as tags , em 11/11/2009 por artrock

” Boa noite… o som que vocês estão ouvindo ao fundo é do grupo Syd Bach… e nós vamos reiterar o chamado aos bateristas progressivos que estejam interessados em participar do retorno desse veterano do prog. rock curitibano dos anos 80… o contato é com o Nico pelo e-mail valvulado@hotmail.comou pelo telefone 9988-1828.

E agora vamos começar o programa de hoje, que vai trazer um pouco do jazz rock dos anos 70, começando com a insuperável Mahavishnu Orchestra, surgida das alugações do guitarrista John Mclaughlin, que já havia trabalhado com o grande Miles Davis e também na banda Lifetime de Tony Williams… e que reuniria um grupo de verdadeiras genialidades…

birdsoffire

 

Na formação clássica da Mahavishnu Orchestra estavam o violinista Jerry Goodman do Flock, o tecladista Jan Hammer que tocara com Elvin Jones e Sarah Vaugham, o baixista Rick Laird do grupo de Brian Auger e o baterista Billy Cobham, que tinha sido colega de McLaughlin no grupo de Miles Davis…. e o resultado dessa união foi registrado em três álbuns indispensáveis…

Depois a Mahavishnu continuaria com outros integrantes não menos geniais… o violinista Jean-Luc Ponty, o saxofonista Bill Evans e o baixista Jonas Hellborg… mas nós selecionamos faixas com a formação mais famosa do grupo, extraídas do genial álbum “Birds of Fire”, de 1973…

Vocês ouviram com a Mahavishnu Orchestra as faixas “Birds of Fire”, “Celestial Terrestrial Commuters”, “Thousand Island Park”, “Hope” e “One Word”.

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos continuar trazendo um pouco do jazz rock da década de 70… agora com o grupo alemão Guru Guru…

Formado nos anos 60, essa lenda viva continua em plena atividade, ainda sobre o controle do tecladista e baterista Mani Neumeier, às vésperas de completar 40 anos de carreira… e também continua excursionando e lançando trabalhos… os últimos dos quais foram os álbuns “Psy” de 2008 e “Live on Tour 2008”, lançado em 2009 e trazendo material gravado durante os shows mais recentes do Guru Guru pela Europa…

danceofflames

 

Desde o seu retorno no final dos anos 80, o Guru Guru passou por altos e baixos, mas não parou mais, e recuperou seu lugar no prog. alemão com ótimos trabalhos de estúdio como os álbuns “Moshi Moshi”, de 98, e “2000 Gurus”, do ano 2000… além de se apresentar com freqüência e participar de eventos progressivos e underground.

Mas, para o programa de hoje, nós selecionamos material do momento em que o grupo começaria seu prolongado interesse pelo jazz rock… o álbum “Dance of the Flames” de 74… em que Mani contou com o baixista Hans Hartmann e com o recém chegado guitarrista Houschang Nejadepour, que era muito influenciado por John McLaughlin e a Mahavishnu Orchestra…

Com o Guru Guru vocês ouviram “The Day of Timestop”, “The Girl from Hirschhorn”, “Dance of the Flames” e “God’s Endless Love for Man”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… ele é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… e, ao fundo, vocês ouvem o grupo curitibano Syd Bach… um veterano progressivo que está de volta e procurando um baterista… o contato é com o  pelo e-mail valvulado@hotmail.comou pelo telefone 9988-1828… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

MAHAVISHNU ORCHESTRA

BG – SYD BACH / MAHAVISHNU – OPEN COUNTRY JOY

1.    BIRDS OF FIRE – 5:48

2.    CELESTIAL TERRESTRIAL COMMUTERS – 2:54

3.    THOUSAND ISLAND PARK – 3:22

4.    HOPE – 1:59

5.    ONE WORD – 9:57

BG – RESOLUTION

TOTAL – 24:00

GURU GURU

BG – DAGOBERT DUCK’S 100 BIRTHDAY

1.    THE DAY OF TIMESTOP – 5:27

2.    THE GIRL FROM HIRSCHHORN – 8:36

3.    DANCE OF THE FLAMES – 3:30

4.    GOD’S ENDLESS LOVE FOR MAN – 7:27

BG – SYD BACH

TOTAL – 25:00

Total geral: 49:00

Ouça o Art Rock com Mahavishnu Orchestra & Guru Guru, que foi ao ar no dia 08/11/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Steamhammer

Postado em Programas com as tags em 04/11/2009 por artrock

“Boa noite… vamos começar novamente com um aviso do grupo Syd Bach… um dos veteranos do prog. curitibano dos anos 80 que está de volta à atividade e precisa de um baterista para completar o time… se você é um batera progressivo entre em contato com o Nico pelo e-mail valvulado@hotmail.comou pelo telefone 9988-1828.

No programa de hoje teremos um grupo inglês que estava entre os mais respeitados do blues-rock do final dos anos 60, mas hoje anda quase completamente esquecido… o Steamhammer, que surgiu em Worthing em 1968, e começou como banda de apoio do blueseiro americano Freddie King, para a sua tour inglesa daquele ano…

mk2

Originalmente, o Steamhammer era centrado no guitarrista Martin Pugh e no vocalista Kieran White… e em 69 sairia o seu primeiro álbum, que foi lançado a princípio com o nome “Steamhammer” pelo selo Bellaphon, mas que seria depois relançado com outros nomes… o mais conhecido dos quais sendo “Reflection”, título escolhido para a edição em CD da Repertoire.

O nome do grupo é o termo técnico para o choque de pressão caudado quando se aciona um motor a vapor e também é gíria para britadeira… e os primeiros trabalhos do Steamhammer realmente causam impacto pela sua mistura de elementos de blues, jazz e pitadas progressivas… e, para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas do seu álbum “Mk II” de 1969…

Vocês ouviram o Steamhammer com “Johnny Carl Morton”, “Down Along the Groove”, “Another Travelling Tune” e “Fran and Dee Take a Ride”.

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer mais um pouco desse grande grupo do blues-rock inglês que nunca recebeu a atenção que merecia… o Steamhammer.

Como muitos dos seus contemporâneos, o Steamhammer enfrentou inúmeras mudanças de formação… e só o guitarrista Martin Pugh manteve-se presente em todas as encarnações do grupo… e isso na prática significava uma constante luta para firmar o seu som em meio a um mercado já dominado por grandes nomes… um problema que ficou ainda mais difícil para o grupo devido à sua sonoridade.

mountains

Sem se comprometer com o rock pesado ou com o sinfônico, o Steamhammer tinha dificuldades em se impor… e em 71 Kieran White decidiu deixar o grupo, sendo substituído por Garth Watt-Roy, com quem eles tentariam seguir em frente, gravando o álbum “Speech”… mas, pouco tempo depois, o baterista Mick Bradley atravessaria o último portal devido à leucemia, com apenas 25 anos de idade.

A essa altura, a vontade se seguir em frente já estava acabando e eles se separariam em em 73… Martin Pugh e Louis Cennano seguiram para o Armageddon e depois para o Illusion… Martin Quittenton colaboraria com Rod Stewart… e o saxofonista Steve Jolliffe  tocaria com o Tangerine Dream, seguindo depois em uma prolífica carreira solo… vamos fechar com faixas do álbum “Mountains”, de 71.

Vocês ouviram o Steamhammer com “Riding on the L & N”, “Hold that Train”, “Levinia” e “Mountains”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…
E vamos lembrar mais uma vez que o grupo Syd Bach, um veterano do prog. curitibano dos anos 80, está de volta e a procura de um baterista… o contato é com o Nico pelo e-mail valvulado@hotmail.comou pelo telefone 9988-1828… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

STEAMHAMMER

1.    JOHNNY CARL MORTON – 4:38

2.    DOWN ALONG THE GROOVE – 0:41

3.    ANOTHER TRAVELLING TUNE – 16:08

4.    FRAN AND DEE TAKE A RIDE – 3:10

TOTAL: 24:37

STEAMHAMMER

5.    RIDINGT ON THE L & N – 10:11

6.    HOLD THAT TRAIN – 5:42

7.    LEVINIA – 3:25

8.    MOUNTAINS – 5:30

TOTAL – 23:45

Total geral: 50:29

Ouça o Art Rock com Steamhammer, que foi ao ar no dia 01/11/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Transatlantic & Porcupine Tree

Postado em Programas com as tags , em 28/10/2009 por artrock

“Boa noite, antes de começar o programa nós gostaríamos de deixar um aviso da parte do grupo Syd Bach… um veterano do progressivo curitibano dos anos 80 que voltou à atividade e está precisando de um baterista… e se você é um batera com inspiração progressiva e está interessado é só entrar em contato com o Nico pelo e-mail valvulado@hotmail.comou pelo telefone 9988-1828.

E agora vamos seguir com o programa de hoje, que será com um dos mais importantes super-grupos progressivos da atualidade… o genial Transatlantic… que foi formado em 99, como um projeto do baterista Mike Portnoy do Dream Theatre e do vocalista e tecladista Neal Morse do Spock’s Beard… e, inicialmente, deveria ter o guitarrista Jim Matheos do Fates Warning… mas ele não pôde participar e quem acabou entrando para o projeto foi o veterano Roine Stolt, do Flower Kings e do grupo prog. sueco Kaipa.

bridgeacrossforever

Para completar o time eles chamaram o baixista Pete Trewavas do Marillion… e o resultado desse encontro foi uma mistura das mais diversas tendências progressivas que se cristalizaram em dois álbuns “SMPT” de 2000 e “Bridge Across Forever” de 2001… mas, infelizmente, apesar da boa repercussão, o Transatlantic não foi muito além disso.

Em 2003, Neal Morse anunciou que iria se dedicar a um prog. rock cristão, deixando tanto o Spock’s Beard como o Transatlantic… e grupo acabaria se separando… mas eles voltaram a se reunir no começo de 2009, e o resultado foi o álbum conceitual “The Whirlwind”… que a gente vai trazer aqui em outro programa… por hoje fiquem com uma suíte genial, extraída de “Bridge Across Forever”, de 2001.

Vocês ouviram o Transatlantic com a suíte “Duel with the Devil”, do álbum “Bridge Across Forever”, de 2001

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um dos melhores grupos da geração progressiva inglesa dos 90… o Porcupine Tree.

Formado em 1987, o Porcupine Tree era para ser uma brincadeira do guitarrista e vocalista Steven Wilson, do No-Man… no estilo do Spinal Tap… uma gozação sobre um super-grupo fictício dos anos 70… e ele inventou a biografia e discografia completas, além compor e gravar algumas músicas… que acabaram sendo descobertas, o que forçou Steven a encarar a coisa toda a sério, lançando em 92 o álbum “On the Sunday of Life”.

deadwing

No fim, o Porcupine Tree se tornaria um grupo de verdade, contando com o baixista Collin Edwin, o baterista Chris Maitland e o tecladista Richard Barbieri, ex-Japan… e eles estão em atividade até hoje, com mais de uma dúzia de álbuns de estúdio e uma posição de prestígio entre as grandes bandas progressivas atuais… algo que Steven Wilson nem poderia imaginar quando começou essa história, há mais de 20 anos.

O Porcupine Tree está com um novo álbum… “The Incident”, que acabou de sair… e eles estão em plena tour mundial, com casas lotadas, mostrando que, às vezes, as brincadeiras podem virar algo muito sério… e para o programa de hoje nós selecionamos faixas do álbum de 2005, o excelente “Deadwing”…

Vocês ouviram o Porcupine Tree com “Deadwing”, “The Start of Something Beautiful” e “Glass arm shattering”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

E vamos lembrar mais uma vez que o grupo Syd Bach, um veterano do prog. curitibano dos anos 80, está voltando à atividade e a procura de um baterista… o contato é com o Nico pelo e-mail valvulado@hotmail.comou pelo telefone 9988-1828… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

TRANSATLANTIC

BG – SUITE CHARLOTTE PIKE

1.    DUEL WITH THE DEVIL – 26:44

BG – STRANGER IN YOUR SOUL

TOTAL: 26:44

PORCUPINE TREE

BG – SHALOW

1.    DEADWING – 9:46

2.    THE START OF SOMETHING BEAUTIFUL – 7:40

3.    GLASS ARM SHATERING – 6:19

BG – SHE’S MOVED ON

TOTAL – 23:45

Total geral: 50:29

Ouça o Art Rock com Transatlantic & Porcupine Tree, que foi ao ar no dia 18/10/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Grupo Syd Bach procura baterista

Postado em Produto Nacional em 24/10/2009 por artrock

O grupo Syd Bach, um veterano do progressivo curitibano dos anos 80, está voltando à atividade e procura um baterista… vocês podem conferir um pouco do som do grupo neste link Syd Bach e, se você é um batera com inspiração progressiva e está interessado é só entrar em contato com o Nico pelo e-mail valvulado@hotmail.com ou pelo telefone (041)9988-1828.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Phil Manzanera & 801

Postado em Programas com as tags , em 18/10/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um guitarrista que foi um dos responsáveis por mostrar que o glitter, ou glam rock também sabia ser progressivo… o grande Philip Geoffrey Targett-Adams, mais conhecido como Phil Manzanera.

diamondhead

Nascido em Londres, mas com ascendência colombiana, Phil Manzanera viajou com por toda a América Latina quando ainda era pequeno, mas passou a adolescência em Londres, envolvendo-se no movimento progressivo sem muito sucesso até conseguir o lugar de David O’List (ex The Nice) no recém criado Roxy Music… um grupo que marcaria época misturando uma sonoridade requintada com o visual carregado de suas figuras centrais… o vocalista Brian Ferry e o tecladista Brian Eno.
Logo a sua performance na guitarra o transformaria em outra estrela do Roxy Music, que se tornou um dos grandes nomes do rock inglês dos anos 70… mas Phil Manzanera sempre se manteve ativo fora do grupo… com trabalhos solo e projetos paralelos, além de se envolver com produção e colaborações com seus muitos amigos… que são realmente numerosos demais para citar e podem ser descritos como um quem é quem do rock nas últimas décadas…

Para essa primeira parte do programa nós selecionamos faixas de seu primeiro álbum solo, “Diamond Head”, de 75… em que o guitarrista contou com uma banda de apoio de peso, incluindo o grande Robert Wyatt do Soft Machine e Bill MacCormick do Matching Mole… além de seus colegas Brian Eno, Andy MacKay e Paul Thompson do Roxy Music, e também de Eddie Jobson do Curved Air e John Wetton do King Crimson… que também já haviam integrado o Roxy.

Vocês ouviram Phil Manzanera com “Diamond Head”, “Miss Shapiro”, “East of Echo”, “Lagrima” e “Alma”.

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um dos primeiros projetos de Phil Manzanera fora do Roxy Music… o grupo 801…

Formado em 76, logo depois da separação do Roxy Music, 801 reunia Brian Eno e Phil Manzanera, assim como os amigos Francis Monkman do Curved Air e Bill MacCormick do Matching Mole, que havia tocado com Phil no Quiet Sun e também no seu álbum solo… e na bateria estava Simon Phillips, que se tornaria um dos mais prolíficos bateras da história, tocando do jazz (com Stanley Clarke) ao heavy metal (com o Judas Priest) e do prog. (com Mike Oldfield) ao hard rock (com The Who).

Listen Now

O nome desse projeto de vida curta foi inspirado em um verso da faixa “The True Wheel”, do álbum “Taking Tiger Mountain” de Brian Eno… se bem que as iniciais da expressão inglesa Eight-Nought-One soletram o sobrenome de Brian… e uma alugação dessas é o tipo de exercício mental que ele poderia ter imaginado… ainda mais nos bons e velhos anos 70.

801live

O projeto começou como uma reunião de estúdio, mas ela resultaria em uma série de apresentações celebradas no Reading Festival… e um show no Queen Elizabeth Hall de Londres, que seria gravado e lançado no antológico álbum “801 live”, de 76… seguido em 77 pelo disco de estúdio “Listen Now”… infelizmente, o grupo não seguiria em frente, mas a sua curta carreira resultou em momentos memoráveis…

Vocês ouviram “TNK”, “East of Asteroid”, “Island”, “Initial Speed” e “Remote Control”… com o 801, um descendente do Roxy Music que teve vida curta.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

PHIL MANZANERA

BG – FRONTERA

1. DIAMOND HEAD – 4:26

2. MISS SHAPIRO – 6:32

3. EAST OF ECHO 5:52

4. ALMA – 6:48

BG – THE FLEX

TOTAL: 23:38

801

BG – LAW AND ORDER

1. TNK – 6:09

2. EAST OF ASTEROID – 4:57

3. ISLAND – 5:19

4. INITIAL SPEED – 4:46

5. REMOTE CONTROL – 4:28

BG – BLUE GREY

TOTAL – 25:39

Total geral: 49:17

Ouça o Art Rock com Phil Manzanera & 801, que foi ao ar no dia 11/10/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Ozric Tentacles & Fruitcake

Postado em Programas com as tags , em 11/10/2009 por artrock

“Boa noite, vamos começar o programa de hoje com, o Ozric Tentacles, um grupo inglês surgido em pleno movimento neo-progressivo, mas que só se tornou realmente conhecido muito tempo depois, durante os anos 90…

arborescence

Fundado em 83, o Ozric Tentacles perma¬neceu no circuito de bares underground de Londres durante muitos anos, chegando a lançar 6 álbuns completos apenas em fita cassete… distribuídos aos interessados depois de seus apresentações… foi só em 1990 que eles conseguiram um contrato de verdade, lançando seu primeiro CD, “Erpland”, que muitos consideram o primeiro do chamado movimento Crusty… nome que os ingleses deram para a investida neo-hippie da década passada.

Com o tempo o guitarrista Ed Wynne foi assumindo a liderança do grupo, mas mesmo assim o som continuou cruzando fraseados de guitarra e teclados e mesclando influências que vão do rock lisérgico ao eletrônico, passando é claro pelo progressivo e até new age em alguns momentos… e seus alguns de seus primeiros trabalhos chegaram a ser lançados em CD, quando o grupo se tornou um dos grandes do prog. dos anos 90.

strangeitude

Já tendo passado dos 25 anos de estrada, o Ozric Tentacles continua em plena atividade, e seu trabalho mais recente é o álbum “The Yum Yum Tree”, em que o grupo acrescenta mais influências eletrônicas ao seu som, sem perder é claro as raízes progressivas… mas esse novo trabalho dos Ozrics fica para outro programa, para hoje nós selecionamos faixas de seus álbuns “Strangeitude” de 91, e “Arborescence” de 94.

Você ouviram “Sploosh!”, “Live Trobbe”, “Al-Salooq” e “Miriapod” com o Ozric Tentacles.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um grupo norueguês da geração progressiva dos anos 90… o Fuitcake.

As origens do grupo estão com o baterista Pål Søvic e com o baixista e tecladista Tore Bø, que montaram em 1990 o Stinking Rich… que passaria por muitas mudanças antes de ter material para gravar um primeiro disco… a essa altura eles já haviam eles adotado o nome The Fool, mas acabariam trocando mais uma vez, e seria como Fruitcake que eles gravariam o álbum “The Fool Tapes”, lançado por um selo local norueguês em 92, em uma edição de apenas 500 cópias.

howtomakeit

Assumindo os vocais, Søvic acabou colaborando para encaixar som do grupo em uma categoria diferente de seus colegas escandinavos do Ånglagard ou do Anekdoten… procurando em vez disso uma síntese mais rica em aspectos melódicos e climas de teclado e guitarras… mas, infelizmente, a carreira do Fruitcake continuaria conturbada pelas constantes mudanças de formação, como a que foi causada pela saída do guitarrista Steffen Holthe, para o serviço militar.

Apesar das mudanças de pessoal, a proposta continuou a mesma graças à liderança de Pål Søvic… e, depois de quase desaparecer em 97, o grupo se estabilizou… lançando a partir de então quatro ótimos álbuns… nós selecionamos para o programa de hoje faixas do seu segundo trabalho, “How to Make it”, de 94… que foi o primeiro a contar com uma boa distribuição e chamou a atenção para o som do Fruitcake.

Vocês ouviram o Fruitcake com “How to make it?”, “Inside our place”, “Fly away”, “Stone of light”, “Earl grey” e “The inflated man”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

OZRIC TENTACLES

1. SPLOOSH! – 6:28

2. LIVE TROBBE – 7:16

3. AL-SALOOQ – 5:03

4. MIRIAPOD – 6:00

TOTAL: 24:47

FRUITCAKE

1. HOW TO MAKE IT? – 3:38

2. INSIDE OUR PLACE – 3:28

3. FLY AWAY – 7:30

4. STONE OF LIGHT – 4:36

5. EARL GREY – 3:05

6. THE INFLATED MAN – 3:02

TOTAL – 25:19

Total geral: 50:06

Ouça o Art Rock com Ozric Tentacles & Fruitcake, que foi ao ar no dia 04/10/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Peter, Paul & Mary & David Crosby

Postado em Programas com as tags , em 06/10/2009 por artrock

” Boa noite, no programa de hoje vamos prestar nossa homenagem a Mary Travers… uma das vozes dos anos 60, que resolveu ultrapassar os limites do espaço normal no último dia 16 de setembro, aos 72 anos.

peterpaul&mary

A folk music americana passou por muitos momentos de ascensão, mas talvez o mais importante tenha sido o que ocorreu no início dos anos 60, quando jovens músicos lideraram um movimento que mudaria a história, marcando por sua poética engajada todos os sons daquela era conturbada, incluindo é claro, o rock and roll… e na linha de frente daquela geração folk estava essa voz cristalina que agora se calou… uma das indissociáveis partes do genial trio Peter, Paul & Mary.

seewhattomorrowbrings

Formado por Peter Yarrow, Noel Paul Stookey e Mary Travers… o trio surgiu em New York em 1961… e, na época, foram o mais celebrado grupo folk desde os lendários Weavers de Pete Segger… e também foram uma das forças americanas a resistir à chamada british invasion e ao reinado dos quatro cabeludos de Liverpool… oferecendo temas sérios e politizados, que contrastavam com sua imagem rica em otimismo e bom humor e dominada por aquela bela loira de olhos sonhadores.

album1700

Depois de uma década de sucesso, influenciando o rock pelo viés da consciência política, eles seguiram caminhos separados… só nos anos 80 voltariam a se reunir, mantendo a partir de então uma presença constante, como decanos do movimento folk… eles voltariam a gravar, apresentando especiais de TV e seguindo em tours freqüentes nos últimos anos… mas agora, sem Mary Travers, serão mais um fragmento estilhaçado do século XX, que fica cada dia mais distante…

asongwillrise Mary Travers

Vocês ouviram Peter, Paul & Mary com “500 miles”, “Puff the magic Dragon”, “Man come into Egypt”, “Very last day”, “Don’t thing twice it’s alright”, “Motherless child”, “Rising of the Moon” e “Leavin’on a jet plane”… dos álbuns “Peter, Paul & Mary”, “Moving”, “In the Wind”, “A song will rise”, “See what tomorrow brings” e “Album 1700”.

A gente volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um pouco da carreira solo de outra figura lendária do folk rock americano… o genial David Crosby…
Claro que a sua voz e o seu visual inconfundíveis dispensam maiores apresentações, afinal tanto os Byrds como o Crosby, Stills & Nash estão entre os grupos seminais da história do rock… e permanecem influentes até os dias de hoje… mas David Crosby ainda manteve uma carreira solo que resultou em alguns momentos memoráveis, em meio a seus outros trabalhos, muito mais famosos.

itsallcomingbacktomenow

Ele começou nos Les Baxter Balladeers, antes de formar o grupo The Jet Set em 64, com Jim McGuinn e Gene Clarke… depois eles se tornariam os Byrds e o resto é história conhecida… mas ele só lançaria o seu primeiro disco solo em 71… o genial “If I could only remember my name”, que contava com um verdadeiro quem é quem do rock americano como convidados e foi muito bem sucedido… infelizmente isso não significou uma série de grandes trabalhos posteriores.

Crosby passou por um período difícil no final dos anos 70, devido a problemas com as drogas… e isso só ficou pior com a ascensão do conservadorismo na Era Reagan… ele acabaria sendo preso, e só em 89, depois de voltar a gravar com o Crosby, Stills & Nash, ele voltaria a lançar trabalhos solo… e ele continua em atividade e tão polêmico como sempre… vamos ouvir um pouco do seu álbum ao vivo “It’s all coming back to me now”, de 95.

Vocês ouviram David Crosby com “Cowboy Movie”, “Long Time Gone” e “Wooden Ships” …

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem. “

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

PETER PAUL & MARY

BG – TINY SPARROW

1.     500 MILES – 2:48
2.     PUFF THE MAGIC DRAGON – 3:27
3.     MAN COME INTO EGYPT – 2:19
4.     VERY LAST DAY – 2:33
5.     DON’T THINK TWICE IT’S ALRIGHT – 3:17
6.     MOTHERLESS CHILD – 3:43
7.     RISING OF THE MOON – 3:37
8.     LEAVIN’ ON A JET PLANE – 3:31

BG – A’SOALIN’

TOTAL: 25:15

DAVID CROSBY
BG – THOUSAND ROADS
1.     COWBOY MOVIE -9:08
2.     LONG TIME GONE – 5:41
3.     WOODEN SHIPS – 10:37

BG – RUSTY AND BLUE

TOTAL – 25:26

Total geral: 50:41

Ouça o Art Rock com Peter, Paul & Mary & David Crosby, que foi ao ar no dia 27/09/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Goya & Happy the Man

Postado em Programas com as tags , em 27/09/2009 por artrock

“Boa noite, hoje temos mais uma vez a companhia da nossa amiga Ana Paula Vicentin… que vem apresentar uma banda que a gente fica muito feliz em poder divulgar…

Nessa primeira parte do programa de hoje, ouviremos o som de uma banda de terras bem próximas… o grupo paranaense Goya, que surgiu em São José dos Pinhais em 2002… e a sua história começa com a  separação da banda de rock clássico e psicodélico Labirinto… três dos seus integrantes formaram o Trio Manda Chuva, enquanto Rodrigo Nickel, ex-flautista e saxofonista do grupo, formava a banda progressiva Glóbulos Verdes… mas, ele continuou a acompanhar os ensaios do Trio Manda Chuva… e, no fim, acabaram se reunindo e mudando o nome para Goya.

goya-psychodalia

O primeiro show foi no Festival Psicodália em Antonina, que reúne grupos atuais, principalmente da região sul, e também alguma atração mais veterana… depois o Goya tocou nos festivais Rock de Inverno e Garage Rock em Curitiba… e, em 2008, o grupo também abriu o show comemorativo dos trinta anos da Patrulha do Espaço… sempre mantendo sua proposta… um rock instrumental, cheio de improvisações, que foi do hard ao fusion, conforme iam mudando as formações… influenciado por King Crimson, Caravan, Collosseum e pelas fases jazzísticas do Soft Machine e do space rock do Gong, além de um pouco de Krautrock e também do prog. italiano…

Hoje o Goya é uma das bandas oficiais do Festival Psicodália e sua formação atual tem Rodrigo Nickel no sax alto e flauta, Márcio Inglat e New nos teclados, Alexandre Pagliosa na guitarra, Kniggia no baixo e Giovani Farina Nilsen, o Giva, na bateria, que voltou recentemente para o grupo… e eles já lançaram dois CDS… primeiro foi o álbum “Goya”, seguido agora por “Ao vivo no Festival Psicodália 2008” onde tocaram ao lado do Casa das Máquinas, da banda Catarinense Casa de Orates e das Curitibanas Sopro Difuso e Gato Preto… e hoje, aqui no programa, ouviremos faixas desse segundo CD.

Ouvimos com o Goya, a faixas “Lá vamos nós outra vez”, “Altos e baixos”, “Agora ou nunca”, “Zamba”, “Gamal” e o “Cubo”, todas do segundo CD do Goya, “Ao vivo no Festival Psicodália 2008.

O Art Rock volta já!

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos trazer um grupo americano dos anos 70, que foi um dos beneficiados pela renascença progressiva da década passada… o Happy the Man.

Fundado pelo guitarrista Stan Whitaker e pelo baixista Rick Kennell, o grupo se consolidou com a entrada dos tecladistas Kit Watkins e Frank Wyatt… e eles lançariam em 77 o álbum “Happy the Man”, onde mostravam uma complexa tapeçaria sonora, que se desenvolveria ainda mais no seu segundo trabalho, “Crafty Hands” de 78… mas que, infelizmente, não os levaria muito longe, pois, naquele momento, a indústria musical estava envolvida com o fenômeno da disco music.

themuseawakens

Em em meio às gravações de seu terceiro disco, a Arista Records informou os músicos que não tinha mais interesse em música progressiva… e, sem poder conseguir outro contrato, o grupo acabou se separando em 79… mas eles voltariam a se reunir em 99 e chegaram a ser a atração principal do Nearfest de 2000, enquanto a Cuneiform Records lançava o seu lendário terceiro disco, engavetado há décadas, e eles começavam a trabalhar em um novo álbum, o primeiro em 25 anos.

Depois disso Frank Wyatt and Stanley Whitaker iniciaram um projeto paralelo que acabaria se transformando em um novo grupo, o Oblivion Sun… que continua em atividade… mas nós selecionamos faixas do álbum de retorno do Happy the Man… o excelente “The Muse Awakens”, de 2004… que contou com o veterano tecladista David Rosenthal (ex-Rainbow, Billy Joel & Steve Vai), no lugar de Kit Watkins…

Vocês ouviram o Happy the Man com “Contemporary Insanity”, “The Muse Awakens”, “Stepping through time”, “Luch at the Psychedelicatessen” e “Il Quinto Mare”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1… a primeira parte do programa de hoje teve a apresentação da nossa querida amiga Ana Paula Vicentin, e a gente agradece a sua presença.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa outra querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

GOYA

BG – CABRA-MA-CABRA

1. LÁ VAMOS NÓS OUTRA VEZ/ALTOS E BAIXOS – 7:45

2. AGORA OU NUNCA – 2:35

3. ZAMBA/GAMAL – 7:37

4. O CUBO – 4:23

BG – CABRA-MA-CABRA

TOTAL: 22:20

HAPPY THE MAN

BG – BARKING SPIDERS – 4:16

1. CONTEMPORARY INSANITY – 3:28

2. THE MUSE AWAKENS – 5:36

3. STEPPING THROUGH TIME – 6:33

4. LUNCH AT THE PSYCHEDELICATESSEN – 5:00

5. IL QUINTO MARE – 7:22

BG – SLIPSTREAM

TOTAL – 27:59

Total geral: 50:19

Ouça o Art Rock com Goya & Happy the Man, que foi ao ar no dia 20/09/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Marillion & Eloy

Postado em Programas com as tags , em 22/09/2009 por artrock

“Boa noite, vamos começar o programa de hoje com o decano do neo-prog. e um dos mais bem sucedidos grupos progressivos da sua geração… o Marillion.

script

Nascido em 78, o grupo se chamava originalmente Silmarillion, uma citação do célebre livro do J.R.R. Tolkien… mas eles acabaram simplificando o nome para evitar problemas de direitos autorais… e foi simplesmente como Marillion que eles se tornariam um sucesso mundial ainda na época em que seu vocalista era o grandalhão Fish, com suas vocalizações inspiradas no genial Peter Gabriel.

fugazi

Mas a saída de Fish em 88 não encerrou a carreira do grupo, que recrutou Steve Hogarth e permanece em plena atividade até hoje… tendo um novo álbum acústico, “Less is more”, anunciado para esse ano, juntamente com uma tour, ao mesmo tempo em que deve sair o novo álbum do supergrupo Transatlantic… o projeto paralelo que o baixista Pete Trewavas mantém com Mike Portnoy do Dream Theatre, Roine Stolt do Flower Kings e Neal Morse do Spock’s Beard.

misplaced

Mas essas novidades vão ficar para outro programa, para hoje nós selecionamos material dos álbuns, “Script for a jester’s tear”, “Fugazzi” e “Misplaced Childhood”… todos da fase clássica do grupo, quando a voz e a presença de palco de Fish pareciam resgatar a estética genesiana em plena década de 80.

Vocês ouviram o Marillion com “The Web”, “Incubus” e “Bitter Suite”… todas da primeira fase do grupo, com o vocal de Fish.

A gente volta já…

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

E agora vamos ouvir um pouco de uma das lendas do rock alemão… o grande Eloy, de Frank Bornemann.

Com o nome inspirado no livro A Máquina do Tempo de H. G. Wells, o Eloy surgiu no final dos anos 60 e sempre foi centrado em torno da figura de Frank Bornemann… o vocalista e guitarrista que foi o único membro constante do grupo… e eles sempre conservaram uma sonoridade dominada pelos climas de teclado e guitarras, com temáticas influenciadas por ficção científica e alugações mitológicas… uma amálgama típica das melhores bandas do chamado krautrock.

dawn

O Eloy foi perdendo sua identidade na busca de satisfazer os ditames do mercado musical, chegando a ter momentos mais comerciais antes de se separar no início da década de 80… mas eles voltariam à atividade na década passada, lançando em 94 o álbum “The Tides Return Forever”, seguido em 98 por “Ocean 2: The Answer”… uma continuação para um de seus álbuns mais celebrados, “The Ocean”, de 77.

O grupo andou meio silencioso nos últimos tempos, mas Frank Bornemann saiu do isolamento esse ano, para anunciar “Visionary”, um novo álbum de estúdio lançado para comemorar os 40 anos do Eloy… seguido de uma caixa intitulada “The Legacy Box”, reunindo material dessa longa carreira… e enquanto a gente espera, vamos conferir um pouco da sua melhor fase… com faixas do seu álbum conceitual “Dawn”, de 76.

Vocês ouviram “Lost? (the decision)”, “The Midgnight-flight / The Victory of Mental Force”, “Gliding into Light and Knowledge” e “Le Reveil du Soleil / The Dawn”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1.
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.

Até a semana que vem.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

MARILLION

BG – KAYLEIGH

1.    THE WEB – 8:52

2.    INCUBUS – 8:13

3.    BITTER SUITE – 7:57

BG – PUNCH & JUDY

TOTAL: 25:02

ELOY

BG – BETWEEN THE TIMES

4.    LOST? (THE DECISION) – 5:02

5.    THE MIDGNIGHT-FLIGHT / THE VICTORY OF MENTAL FORCE – 8:10

6.    GLIDING INTO LIGHT AND KNOWLEDGE – 4:13

7.    LE REVEIL DU SOLEIL / THE DAWN – 6:49

BG – THE SUN SONG

TOTAL – 24:14

Total geral: 49:16

Ouça o Art Rock com Marillion & Eloy, que foi ao ar no dia 13/09/2009, clicando aqui.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *