Le Orme & Banco Del Mutuo Soccorso

Postado em Programas com as tags , em 23/01/2012 por Artrock

“ Boa noite, hoje teremos um programa com duas lendas do prog. italiano… começando com grande grupo Le Orme.

Formado em 1966, o grupo começou na psicodelia, chegando a lançar dois álbuns antes de suas explorações alcançarem os domínios do rock progressivo… seu álbum de 72, “Uomo di Pezza” atingiu o topo das paradas italianas, mas seria o trabalho seguinte, “Felona e Sorona” de 73, que mostraria toda a força da sua nova sonoridade e seria até traduzido para o inglês pelo grande Peter Hammill do Van der Graaf Generator… o que ajudaria o Le Orme a alcançar o mercado internacional.

Assim como todos os grandes grupos da sua geração, o Le Orme passou por dificuldades e separações, mas ressurgiu graças à renascença progressiva dos anos 90… que permitiu a retomada da experiência psicodélica, e também do rock pesado e progressivo… o primeiro álbum da nova fase seria “Orme” de 1990, mas eles realmente só voltariam à velha forma a partir de “Fiume”, lançado em 1996.

Esse belo trabalho geraria uma trilogia, juntamente com os álbuns “Elementi” de 2001 e “L’infinito” de 2004… e eles continuam em plena atividade, com o álbum “La via dela seta” lançado em 2011… mas isso fica para outro Art Rock… para essa primeira parte nós selecionamos faixas dos álbuns “Felona e Sorona”, “Contrappunti” e “Smogmagica”…

Vocês ouviram com o Le Orme as faixas: “Sospesi nell ’incredibili”, “All’infuori del tempo”, “Contrappunti”, “Amico di ieri” e “Laserium Floyd”…

A gente volta já.

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E agora vamos trazer mais um dos gigantes do prog. italiano, o indestrutível Banco Del Mutuo Soccorso, que em 2012 comemora os quarenta anos do seu primeiro álbum…

Formado no início dos anos 70, o Banco se centrava em torno do tecladista Vittorio Nocenzi, do guitarrista Rudolfo Maltese e do vocalista Francesco di Giacomo… e o seu primeiro álbum, “Banco Del Mutuo Soccorso” de 72, chegou a ser comparado com os trabalhos contemporâneos do Emerson, Lake & Palmer e foi seguido ainda naquele ano por outro grande disco… “Darwin!”.

Infelizmente eles levaram algum tempo para correr atrás do mercado internacional, com o álbum “Banco”, gravado em 75… nessa época é claro o progressivo já estava deixando de ser interessante para as grandes gravadoras, e o grupo foi um dos muitos que se viu preterido e acabou tentando comercializar o som para recuperar o terreno… o que só serviu para alienar o seu público.

Eles se separariam em 85, mas voltariam nos anos 90, relançando seus trabalhos clássicos e também novos álbuns, como o excelente “Nudo” de 97, um duplo com um disco de estúdio e outro ao vivo… e, além disso, o Banco continua excursionando com frequência, com shows pela Itália e apresentações em eventos progressivos internacionais… ouçam um pouco do seu segundo álbum, o genial “Darwin”, de 72.

Vocês ouviram “L’evoluzione”, “Danza del grandi rettili” e “Cento mani cento ochi” com o Banco Del Mutuo Soccorso.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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LE ORME

BG – LASERIUM FLOYD

1. SOSPESI NELL ’INCREDIBILI – 8:42

2. ALL’INFUORI DEL TEMPO – 4:08

3. CONTRAPPUNTI – 5:55

4. LOS ANGELES – 7:13

BG – LAUREL CANYON

TOTAL – 25:58

BANCO DEL MUTUO SOCCORSO

BG – MISERERE ALLA STORIA

5. L’EVOLUZIONE – 13:59

6. DANZA DEL GRANDI RETTILI – 3:42

7. CENTO MANI CENTO OCCHI – 5:23

BG – 750.000 ANNI FA… L’AMORE

TOTAL – 23:04

TOTAL GERAL: 49:02

Ouça o Art Rock com o Le Orme & Banco del Mutuo Soccorso que foi ao ar no dia 21/01/2012, clicando aqui.

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Programas da virada de ano e começo de janeiro

Postado em Programas com as tags , , , , , em 22/01/2012 por Artrock

Reprisamos alguns programas no último final de semana de 2011 e nos finais de semana do começo de 2012. Confiram:

Alan Parsons & Mike Oldfield, que foi ao ar dia 03/01/2010.

Captain Beyond & Nektar, que foi ao ar dia 28/12/2008.

Ramases & Magma, que foi ao ar dia 24/10/2010.

Blackmore’s Night

Postado em Programas com as tags em 26/12/2011 por Artrock

“ Boa noite, abrindo o programa de hoje vocês ouviram “I believe in Father Christmas” com Greg Lake, dando a tônica do nosso programa de hoje… e nós vamos continuar no clima natalino trazendo um pouco do álbum “Winter Carols” do Blackmore’s Night…

Já trouxemos algumas vezes no programa esse grupo folk formado pelo ex-guitarrista do Deep Purple… mas sempre é bom lembrar que o Blackmore’s Night surgiu em 1997, quando o grande Ritchie Blackmore resolveu iniciar uma aventura renascentista com a sua élfica parceira a vocalista Candice Night… uma ideia que foi ganhando força durante a tour de retorno do Rainbow, em meados dos anos 90.

Candice havia participado do álbum “Stranger in us all”, que Blackmore lançou com o Rainbow em 95, depois de sua saída do Deep Purple… e, em 97, o casal acabou decidindo transformar a sua paixão pela música da Renascença em um grupo de folk rock, reunindo uma troupe de menestréis que já incluiu figuras lendárias como Ian Anderson do Jethro Tull e John Ford dos Strawbs…

Desde então, o Blackmore’s Night já lançou oito álbuns de estúdio mais dois ao vivo, além de dois DVDs… e, como estamos em um clima festivo, vamos trazer para essa primeira parte do programa o álbum “Winter Carols” de 2007, em que a voz cristalina de Candice Night manteve o seu costumeiro diálogo com a guitarra de Blackmore, mas dessa vez com uma seleção de temas tradicionais natalinos.

Vocês ouviram “Winter”, “Ma-O-Tzur”, “We Three Kings”, “Wish you were here” e “Emanuel”… com o Blackmore’s Night.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco do Blackmore’s Night… que está para chegar aos 15 anos de carreira, mostrando que era muito mais do que uma loucura passageira do temperamental Ritchie Blackmore.

Desde o início o Blackmore’s Night surpreendeu tanto os fãs como a crítica, com um trio de álbuns excelentes… “Shadows of the Moon” de 97, “Under a violet Moon” de 99 e “Fire’s at midnight” de 2001… mas muitos achavam que Ritchie Blackmore faria valer a sua fama de intratável e logo deixaria de lado essa aventura pelo folk rock, voltando para o som pesado que sempre foi a sua marca, tanto no Deep Purple quanto no Rainbow.

No entanto, a mágica da sua élfica companheira parece ter dominado o velho Cavaleiro Negro do rock … e o resultado tem sido respeitável, com trabalhos que percorrem todo o trajeto musical que liga a sensibilidade barroca e renascentista às explorações musicais do rock, incluindo as participações especiais de grandes figuras do folk britânico e apresentações em feiras e festivais medievais.

O mais recente trabalho do Blackmore’s Night foi “Autumn Sky” de 2010… que foi dedicado à filha do casal, Autumn Blackmore, nascida naquele ano… mas ele fica para outro Art Rock, para essa segunda parte do programa nós selecionamos faixas do seu álbum de 2008, o celebrado “Secret Voyage”, ganhador do prêmio de Melhor Álbum Céltico daquele ano…

Vocês ouviram “Locked within the Crystal ball”, seguida de “Rainbow eyes” (que foi uma cover do Rainbow), e depois “The Circle” e “Peasant promise”… com o Blackmore’s Night .

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… Nós vamos fechar o programa com “Peace on Earth/Little drummer boy”… uma versão para o clássico natalino gravada em 77 por David Bowie e Bing Crosby… Felix Natalis Solis para todos… e até a semana que vem.”

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BLACKMORE’S NIGHT

ABERTURA – GREG LAKE – I BELIEVE IN FATHER CHRISTMAS – 3:32

BG – CHRISTMAS EVE

1. WINTER – 3:03

2. MA-O-TZUR – 2:15

3. WE THREE KINGS – 4:44

4. WISH YOU WERE HERE – 5:00

5. EMANUEL – 3:28

BG – LORD OF THE DANCE

TOTAL – 22:03

BLACKMORE’S NIGHT

BG –SISTER GYPSY

1. LOCKED WITHIN THE CRYSTAL BALL – 8:02

2. RAINBOW EYES – 6:01

3. THE CIRCLE – 4:46

4. PEASANT PROMISE – 5:32

BG – PRINCE WALDECK’S GALLIARD

ENCERRAMENTO – BOWIE & CROSBY – PEACE ON EARTH/LITTLE DRUMMER BOY – 2:37

TOTAL – 26:58

TOTAL GERAL: 49:01

Ouça o Art Rock com o Blackmore’s Night que foi ao ar no dia 24/12/2011, clicando aqui.

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Klaatu

Postado em Programas com as tags em 21/12/2011 por Artrock

“Boa noite, hoje teremos um programa com um grupo que marcou época nos anos 70, tanto pelo mistério que envolvia os seus integrantes, como pelo grande sucesso de seus primeiros álbuns… o Klaatu.


Com o nome inspirado no visitante alienígena do filme “O dia que a Terra Parou” (a versão original, de 1951), o Klaatu lançou o seu primeiro álbum em 1976, e pegou todo mundo de surpresa, com uma sonoridade que parecia saída do final dos anos 60… um pop psicodélico inglês, com letras viajantes e camadas sobrepostas de efeitos e trilhas musicais… lembrando muito os últimos trabalhos de um famoso grupo de cabeludos de Liverpool.

E, para completar, não havia nome de ninguém na impressionante capa do álbum “3:47 EST”, que nos Estados Unidos seria lançado com o nome “Klaatu”… por isso, não demorou muito e um crítico inglês escreveu um artigo afirmando que o grupo eram os Beatles disfarçados… lembrando que, na capa do seu álbum “Goodnight Vienna”, Ringo Starr aparecia vestido com o traje espacial do personagem Klaatu…


Além disso havia mensagens secretas gravadas ao contrário nas faixas, onde também havia partes com temas invertidos tocados simultaneamente… e outras experiências que lembravam as alugações do produtor George Martin… e todos ficaram ainda mais convencidos quando saiu o álbum, “Hope” em 77… ainda sem o nome de ninguém na capa… e sem que o grupo tivesse dado as caras nem para um show de lançamento… vamos conferir um pouco desses dois álbuns clássicos do misterioso Klaatu.

Vocês ouviram “Calling occupants of interplanetary craft”, “Sub-rosa subway”, “True life hero”, “Madman”, “Around the universe in 80 days” e “Hope”.

A gente volta já…

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E agora, vamos trazer mais um pouco do genial Klaatu, que se separou no começo dos anos 80… depois que a identidade de seus integrantes foi finalmente revelada.

O mistério em torno do grupo continuava, com as imagens divulgadas dos integrantes aparecendo sempre com os rostos distorcidos ou encobertos… mas, a essa altura, o sucesso já tinha levado até os Carpenters a gravar uma versão para “Calling Occupants of Interplanetary Craft”… e, enquanto isso, o Klaatu preparava o lançamento do seu terceiro álbum… “Sir Army Suit”.

Mas, esse seria o último da sua fase clássica… pois eles resolveram sair das sombras e, enquanto ainda tinha gente procurando pistas nas belas capas do artista Ted Jones, a verdadeira identidade do Klaatu foi revelada: eles eram um power-trio canadense, formado pelo vocalista e baterista Terry Draper, o baixista e tecladista John Woloschuck e o guitarrista Dee Long… com as partes orquestradas ficando a cargo da Sinfônica de Londres e tendo a produção de Terry Brown.


Infelizmente eles não iriam muito longe depois dessa revelação, lançando só mais dois álbuns antes de se separarem… e levaria muito tempo para voltarmos a ouvir falar do Klaatu… só em 2005 eles se reuniriam para uma apresentação ao vivo para os fãs, relançando desde então coletâneas de material inédito e também o álbum “Solology”, de 2009, que inclui material gravado ao vivo… fiquem com um pouco dos álbuns “Sir army suit” de 78, “Endangered species” de 80 e “Magentalane” de 81…

Vocês ouviram o Klaatu com “Chérie”, “Mister Manson”, “Howl to the moon”, “Blue smoke”, “December dream” e “Magentalane”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com/ … que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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KLAATU

BG – OLDER

1. CALLING OCCUPANTS OF INTERPLANETARY CRAFT – 6:26

2. SUB-ROSA SUBWAY – 4:34

3. TRUE LIFE HERO – 3:25

4. MADMAN – 2:39

5. AROUND THE UNIVERSE IN 80 DAYS – 5:00

6. HOPE – 4:44

BG – SILLY BOYS

TOTAL – 26:48

KLAATU

BG – KNEE DEEP IN LOVE

7. CHÉRIE – 3:08

8. MISTER MANSON – 4:18

9. HOWL AT THE MOON – 3:29

10. BLUE SMOKE – 4:41

11. DECEMBER DREAM – 4:20

12. MAGENTALANE – 2:36

BG – DOG START

TOTAL – 22:32

TOTAL GERAL: 49:20

Ouça o Art Rock com o Klaatu que foi ao ar no dia 17/12/2011, clicando aqui.

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Stephen Stills & Manassas

Postado em Programas com as tags , em 13/12/2011 por Artrock

” Boa noite, hoje teremos no programa um dos grandes nomes do rock americano, responsável por trabalhos seminais tanto nos três grandes grupos aos quais pertenceu como em sua brilhante carreira solo… Mr. Stephen Stills.


Claro que Stephen Arthur Stills dispensa quaisquer apresentações, pois é uma referência da história do rock… seja pelo Buffalo Springfield, Crosby, Stills & Nash ou até mesmo pelo Manassas, este último um grupo de vida curta, mas que, nem por isso, deixou de ter registros geniais… para não falar ainda de outros projetos, como a sua dupla com o amigo Neil Young ou o trio formado, ainda nos anos sessenta, com Al Kooper e Mike Bloomfield…
E ele continua em plena atividade, apresentando-se com os amigos David Crosby, Graham Nash e Neil Young… realizando excursões solo e também lançando trabalhos de estúdio e ao vivo, o último dos quais foi o álbum “Live at Shepherd’s Bush” de 2009… que saiu na esteira do polêmico filme “Deja Vu”, uma produção de Neil Young, registrando a genial “Freedom of Speech Tour” que o Crosby, Stills, Nash & Young havia feito em 2006 em oposição à Guerra do Iraque.

Atualmente, além dos shows individuais, Stills e o CSN estão envolvidos no movimento MUSE (Musicians United for Safe Energy), reunindo fundos para ajudar no desastre nuclear que se seguiu ao maremoto do Japão… mas, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos faixas extraídas de seus dois primeiros álbum solo, lançados em 1970  e 71… que contaram com participações de peso como Eric Clapton, Jerry Garcia, John Sebastian e até Ringo Starr e Jimi Hendrix… entre outros!

Vocês ouviram “Love the one you’re with”, “Old times good times”, “Go back home”, “Black queen”, “Change Partners” e “Know you got to run”, com Stephen Stills.

A gente volta já…

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E agora, vamos trazer um pouco do grupo que Stephen Stills criou em 71, depois do lançamento do seu segundo álbum solo… o Manassas.

Além dos convidados, o segundo álbum solo de Stills contava com uma banda de apoio respeitável, que incluía com Paul Harris da banda de B.B. King e mais Calvin Samuels e Dallas Taylor da banda de apoio do Crosby, Stills & Nash… e ele resolveu levá-los para o Manassas, juntamente com Joe Lalla do Blues Image… e mais Al Perkins e Chris Hilman dos Flying Burrito Brothers e The Byrds!

O nome inspirou-se em uma foto que eles haviam tirado para divulgação, embaixo do letreiro da estação de trem de Manassas… cidade onde havia ocorrido uma famosa batalha da Guerra Civil… Stills gostou tanto da foto que ela acabaria sendo a capa do primeiro álbum do grupo, o clássico duplo “Manassas”, que saiu em 71 e causou um grande impacto.

Mas o que era para ser uma carreira brilhante acabou antes da hora… eles só lançariam mais um disco, separando-se pouco tempo depois… e como nós já trouxemos faixas do primeiro álbum do grupo aqui no Art Rock, dessa vez vocês vão ouvir um pouco de “Down the Road”, de 73, e também de um dos raros registros ao vivo do grupo, o álbum “Musikladen 1972”, gravado durante uma apresentação do Manassas para o célebre programa da TV alemã Beat Club and Musikladen…

Vocês ouviram o Manassas com “Isn’t it about time”, “Lies”, “Business on the street”, “Down the road”, “Do you remember the Americans”, “It doesn’t matter”, “The treasure” e “Jam #2”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com/ … que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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STEPHEN STILLS

BG – CHEROKEE

1. LOVE THE ONE YOU’RE WITH – 3:05

2. OLD TIMES GOOD TIMES – 3:39

3. GO BACK HOME – 5:54

4. BLACK QUEEN – 5:26

5. CHANGE PARTNERS – 3:15

6. KNOW YOU GOT TO RUN – 3:50

BG – WORD GAME

TOTAL – 25:09

MANASSAS

BG –ROLLIN’ MY STONE

7. ISN’T IT ABOUT TIME – 3:02

8. LIES – 2:55

9. BUSINESS ON THE STREET – 2:55

10. DOWN THE ROAD – 3:17 – 12:10

11. DO YOU REMEMBER THE AMERICANS – 2:10

12. IT DOESN’T MATTER – 2:32

13. THE TREASURE – 3:54

14. JAM #2 – 4:24

BG – CITY JUNKIES

TOTAL – 24:39

TOTAL GERAL: 49:48

Ouça o Art Rock com o Stephen Stills & Manassas que foi ao ar no dia 10/12/2011, clicando aqui.

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Rewiring Genesis

Postado em Programas com as tags em 29/11/2011 por Artrock

” Boa noite, hoje no programa vamos trazer um tributo ao grande Genesis de Peter Gabriel, uma reinterpretação da obra-prima “The lamb lies down on Broadway”… com o grupo Rewiring Genesis.

Para os velhos fãs do Genesis, não há como superar a criação daquele quinteto mágico, quando Peter Gabriel ainda estava em suas fileiras… e o álbum “The lamb lies down on Broadway” é considerado o clímax da poética gabrieliana… uma combinação perfeita entre a estética visual e musical com a sua ácida crítica à perda de significado do nosso mundo de mercadorias, onde as almas se perdem em busca da efeméride do sucesso.
E o projeto Rewiring Genesis é um tributo especial, que não procura copiar a performance do grupo de Peter Gabriel… em vez disso, a ideia é reinterpretar a ópera rock, contando a história do personagem Rael, que picha os muros para deixar a sua marca, tornar-se visível em um mundo poluído de imagens… um jovem em sua aventura pelo labirinto de uma Nova York desolada, onde apenas a mítica Broadway aparece como destino desejado, símbolo do sucesso e reconhecimento.

Inspirado nas alugações do sociólogo Marshall McLuhan, que ele cita em uma das faixas, Gabriel leva Rael à Broadway, onde ele é sugado para fora da realidade e pode ver a farsa do mundo que nos cerca, onde somos aprisionados… dos berços onde nos deitam quando nascemos às caixas em que somos colocados depois de mortos… vamos ouvir um pouco dessa obra genial, na interpretação do Rewiring Genesis…

Vocês ouviram “The lamb lies down on Broadway”, “Fly on the windshield”, “Broadway melody of 1974”, “Hairless heart”, “The carpet crawlers” e “The chamber of 32 doors”… com o Rewiring Genesis.

A gente volta já…

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Vamos continuar trazendo o Rewiring Genesis e a sua reinterpretação da clássica opera rock “The Lamb lies down on Broadway”… um tributo que se destaca por não procurar imitar o original, buscando sua própria sonoridade.

O Rewiring Genesis surgiu como uma homenagem do grande baterista e vocalista americano Nick D’Virgilio do Spock’s Beard… que desejou prestar a devida reverência a essa que é uma das grandes criações do rock progressivo… e, para isso, reuniu um grupo de músicos de primeira linha dos estúdios de Nashville, juntamente com o veterano produtor Mark Hornsby.

E o resultado foi um trabalho impecável, com os mellotrons substituídos por belos arranjos orquestrais, enquanto o grande guitarrista Don Carr, do veterano grupo The Oak Ridge Boys, mostra que o country, quando quer, também sabe ser progressivo… sem traumas nem preconceitos… tocando com desenvoltura as viajantes faixas genesianas…

Nick D’Virgilio sempre teve uma ligação forte com o Genesis… e ele até chegou a tocar com o grupo, substituindo Phill Collins no álbum de 97, “Calling All Stations”… depois ele voltaria ao Spock’s Beard, grupo que ele anunciou recentemente que teria que deixar, para se concentrar em um trabalho mais remunerado com o Cirque Du Soleil… só podemos esperar que essa saída não seja definitiva, enquanto isso, vamos ouvir mais um pouco de “A tribute to the lamb lies down on Broadway”…

Vocês ouviram o Rewiring Genesis com “Liliwhite Lilith”, “Anyway”, “Here comes the Supernatural Anaesthetist”, “The Lamia”, “The light dies down on Broadway” e “It”.

O Art Rock fica por aqui… nós agradecemos ao amigo Frank Chmyz, do Syd Bach, pelo material que rolamos no programa de hoje, que teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com/ … que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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REWIRING GENESIS

BG – COUNTING OUT TIME

1. THE LAMB LIES DOWN ON BROADWAY – 5:25

2. FLY ON THE WINDSHIELD – 2:50

3. BROADWAY MELODY OF 1974 – 2:22

4. HAIRLESS HEART – 2:11

5. THE CARPET CRAWLERS – 6:22

6. THE CHAMBER OF 32 DOORS – 5:46

BG – BACK IN N.Y.C.

TOTAL – 24:54

REWIRING GENESIS

BG – RIDING THE SCREE

7. LILIWHITE LILITH – 2:37

8. ANYWAY – 3:08

9. HERE COMES THE SUPERNATURAL ANAESTHETIST – 2:31

10. THE LAMIA – 7:13

11. THE LIGHT DIES DOWN ON BROADWAY – 4:11

12. IT – 4:30

BG – IN THE RAPIDS

TOTAL – 24:13

TOTAL GERAL: 49:07

Ouça o Art Rock com o Rewiring Genesis que foi ao ar no dia 26/11/2011, clicando aqui.

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Pendragon

Postado em Programas com as tags em 22/11/2011 por Artrock

” Boa noite, hoje teremos um programa dedicado a um dos veteranos do prog. rock inglês, o grupo Pendragon, que se mantém em plena atividade… lançando novos trabalhos como o álbum “Passion”, agora de 2011.

O Pendragon costuma ser associado ao movimento Neo-progressivo dos anos 80, mas na verdade ele surgiu em 78, com o nome Zeus Pendragon… e já contava em sua formação com o guitarrista e vocalista Nick Barret… ainda que o grupo só tomasse forma definitiva mais tarde, quando já haviam encurtado o nome e tinham feito amizade com o Marillion, outro grupo que desejava manter vivo o paradigma progressivo.

Já com a formação estabilizada, em torno de Nick Barret e do baixista Peter Gee, o grupo começou a chamar a atenção… mas eles só lançariam seu primeiro álbum, “The Jewel”, em 85… e, apesar de já terem muitos fãs na época, só no começo dos anos 90 eles seriam reconhecidos como uma das forças da resistência progressiva… principalmente depois do sucesso do álbum “The World” de 91.

Devido às dificuldades, o grupo seria conhecido pelos singles e EPs e também por coletâneas reunindo esse tipo de material… mas eles lançariam ótimos álbuns, como “Masquerade Overture” de 96 e “Not of this World” de 2001… e nós selecionamos faixas desses dois trabalhos para essa primeira parte do programa… dois momentos distintos da longa e atribulada carreira do Pendragon.

Vocês ouviram o Pendragon, com “Guardians of my soul”, “As good as gold” e “If I were the wind (and you were the rain).

A gente volta já… “

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Nessa segunda parte do programa vamos trazer um pouco do mais recente trabalho do Pendragon, o álbum “Passion”, que foi lançado em 2011 e mostra que esse grupo continua em plena forma.

O Pendragon conta atualmente com os veteranos Nick Barret e Peter Gee, com o tecladista Clive Nolan, que entrou em 86, e com um membro mais recente, o baterista Scott Higham… e eles vêm mantendo a consistência nos seus últimos trabalhos, tanto em registros de estúdio como “Believe” de 2005 e “Pure” de 2008, quanto no duplo ao vivo “Concerto Maximo” de 2009, que também seria lançado em DVD.

Em 2010 o Pendragon participaria de muitos vários festivais, incluindo a RoSFest, nos Estados Unidos, o High Voltage Festival, em Londres, em que se apresentaram junto do Emerson, Lake & Palmer e do ZZ Top, e o Sweden Rock Festival, com o Guns and Roses e o Aerosmith… e depois desses encontros com linguagens distintas do rock, eles se concentraram em seu novo álbum.

E lançamento de “Passion” foi no começo de 2011, mostrando uma sonoridade que mistura o estilo tradicional do grupo com mais alguns elementos reunidos no decorrer de sua longa carreira… atualmente o Pendragon está em recesso, depois da bem sucedida tour pelo Reino Unido e pela Europa… vamos conferir um pouco do novo trabalho desses grandes sobreviventes progressivos.

Vocês ouviram o Pendragon com as faixas “Empathy”, “Feeding frenzy” e “Your black heart”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com/ … que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem…”

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PENDRAGON

BG – PAINTBOX

1. GUARDIAN OF MY SOUL – 12:41

2. AS GOOD AS GOLD – 3:29

3. IF I WERE THE WIND – 9:25

BG – MASTER OF ILLUSION

TOTAL – 25:35

PENDRAGON

BG – SKARA BRAE

4. EMPATHY – 11:20

5. FEEDING FRENZY – 5:47

6. YOUR BLACK HEART – 6:46

BG – THIS GREEN & PLEASANT LAND

TOTAL – 23:54

TOTAL GERAL: 49:29

Ouça o Art Rock com o Pendragon que foi ao ar no dia 19/11/2011, clicando aqui.

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Yes & Badger

Postado em Programas com as tags , em 16/11/2011 por Artrock

” Boa noite, hoje no programa nós vamos prestigiar um dos grandes tecladistas do prog. rock… que infelizmente sempre ficou meio no segundo plano… Mr. Tony Kaye, o tecladista original do grande Yes…

Anthony John Selvidge nasceu em Leicester, na Inglaterra, em 1946… ele integrou vários grupos pop nos anos 60, até mesmo a banda de apoio do cantor francês Johnny Hallyday, até ser convidado por Chris Squire para integrar o Yes em 1968… e o seu Hammond seria uma das marcas da primeira fase do grupo, juntamente com a guitarra de Peter Banks e a bateria de Bill Bruford.

O álbum “Yes” sairia ainda em 69, mostrando um som ainda fortemente ligado à psicodelia, mas já com claros elementos do que viria a ser chamado de rock progressivo na década de 70… e Tony Kaye continuaria como tecladista do Yes durante essa transição, que se deu de forma mais acentuada entre os álbuns “Time and a Word” de 70 e “The Yes Album” de 71, que já contou com a guitarra de Steve Howe.

No entanto, ele não seguiria em frente com o Yes, deixando o grupo em agosto de 71… quando seus colegas resolveram que precisavam de alguém que encarnasse melhor a figura do “mago dos teclados” e contrataram Rick Wakeman… só nos anos 80 Tony Kaye voltaria para o grupo, participando da sua fase mais bem sucedida em termos comerciais, a partir do álbum “90125”… mas nós selecionamos faixas da época da primeira formação do Yes…

Vocês ouviram o Yes com “Looking around”, “Harold land”, “No opportunity necessary, no experience needed”, “Everydays” e “Clear days”

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o grupo formado por Tony Kaye depois que ele deixou o Flash… outra iniciativa de vida curta, o Badger…

Nascido em 73, o Badger surgiu da reunião dos talentos de Tony Kaye e do baixista e vocalista Dave Foster, que havia tocado com Jon Anderson no grupo The Warriors, nos anos 60… para completar o time, eles chamaram o guitarrista Brian Parrish e o baterista Roy Dyke… e eles lançaram ainda em 73 o seu primeiro trabalho: o excelente “One Live Badger”… um disco ao vivo gravado durante uma das apresentações do grupo, em que eles fizeram o show de abertura para o Yes…

E foi através dos contatos com o Yes, que o Badger conseguiria que Jon Anderson produzisse o disco e o designer Roger Dean fizesse a capa… além de um contrato com a Atlantic Records… e o álbum de estreia foi muito bem sucedido, mas o que poderia ser o primeiro de muitos acabaria sendo só uma promessa… reduzido a Tony Kaye e Roy Dyke, o grupo conseguiu o vocalista e guitarrista Jackie Lomax, que acabou dominando o trabalho seguinte, “White Lady”.

O álbum trazia um som cheio de climas e ainda contava com um convidado muito especial, o genial Jeff Beck… mas era totalmente direcionado para a soul music, a ponto de ter sido gravado em Nova Orleans e com músicos locais… uma ideia que rendeu um belo trabalho, mas que afastou os fãs progressivos e acabaria sendo o registro final do Badger… eles se separariam antes mesmo do álbum ser lançado… vamos ouvir um pouco de “One Live Badger”, o seu primeiro disco.

Vocês ouviram o Badger, com as faixas “Wheel of Fortune”, “Fountain”, “Wind of Change” e “The Preacher”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com/ … que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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YES

BG – BEYOND AND BEFORE

1. LOOKING AROUND – 4:02

2. HAROLD LAND – 4:57

3. NO OPPORTUNITY NECESSARY, NO EXPERIENCE NEEDED – 4:52

4. EVERYDAYS – 6:13

5. CLEAR DAYS – 2:19

BG – SWEET DREAMS

TOTAL – 23:01

BADGER

BG – RIVER

6. WHEEL OF FORTUNE – 7:50

7. FOUNTAIN – 7:19

8. WIND OF CHANGE – 7:12

9. THE PREACHER – 3:57

BG – ON THE WAY HOME

TOTAL – 26:17

TOTAL GERAL: 49:18

Ouça o Art Rock com o Yes & Badger que foi ao ar no dia 12/11/2011, clicando aqui.

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Ash Ra Tempel & Guru Guru

Postado em Programas com as tags , em 14/11/2011 por Artrock

” Boa noite, nosso programa de hoje terá dois belos exemplos do prog. germânico… ambos representantes da geração mais criativa do chamado krautrock…

Vamos começar com o Ash Ra Tempel… grupo pioneiro do chamado Kosmische Rock… que surgiu em 1970 em torno de duas figuras geniais… o guitarrista Manuel Göttsching e o grande tecladista e baterista Klaus Schulze do Tangerine Dream… contando ainda com o baixista Harmut Enke… um trio que lançaria em 71 o seu primeiro álbum, tornando-se imediatamente uma das referências do prog. alemão.

Mas o grupo não permaneceria com os mesmos integrantes… na verdade ele seria sempre um veículo para as viagens musicais de Manuel Göttisching, trabalhando com músicos diferentes de cada vez, à exceção dos retornos ocasionais do amigo Klaus Schulze, que voltaria no álbum de 73 e mais recentemente para excursionar a partir dos anos 90… a única constante seria a sonoridade, misturando as longas linhas melódicas de guitarra com uma incansável exploração de sons eletrônicos.

Mais tarde o grupo encurtaria o nome para Ashra, continuando em atividade a partir do álbum “New Age of Earth”, de 76… e, atualmente, Manuel Göttisching continua a apresentar-se ocasionalmente com o Ashra, além de gravar trabalhos solo e colaborações… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos faixas da fase clássica do Ash Ra Tempel… extraídas do álbum “Starring Rosi”, de 73, em que o grupo contou ainda com a vocalista Rosi Müller…

Com o Ash Ra Tempel vocês ouviram “Laughter loving”, “Day-dream”, “Interplay of forces” e “Bring me up”.
A gente volta já…

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E nesta segunda parte do programa vamos trazer o extraordinário grupo alemão Guru Guru… uma das lendas do prog. Germânico.


Já trouxemos o Guru Guru algumas vezes no nosso programa, mas sempre é bom lembrar que ele foi fundado em 1970 e, em sua formação clássica, era um power-trio formado pelo guitarrista Ax Genrich, juntamente com o baixista Uli Trepte, e o baterista e vocalista Mani Neumeier, que sempre foi o líder do grupo, além de participar de muitos outros projetos, e ter uma carreira solo movimentada a partir dos anos 80.

Já tendo passado das quatro décadas de carreira, o Guru Guru teve muitas formações, mas sempre se manteve fiel e irredutível à sua abordagem única dos paradigmas do krautrock… misturando elementos de free jazz com as distorções da psicodelia e uma estrutura rítmica dominante…

Sem nunca ter se preocupado em correr atrás do brilho efêmero do sucesso, Mani Neumeier ainda mantém o Guru Guru em atividade, com apresentações constantes que incluem movimentadas tours europeias e também excursões pelo extremo oriente, em especial o Japão, onde o grupo tem muitos fãs… e, para o programa de hoje, nós selecionamos faixas dos álbuns “UFO”, de 1970 e “Hinten” de 71.

Vocês ouviram o Guru Guru, com “Stone in”, “Next time see you at the Dalai Lhama” e “Eletric Junk”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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ASH RA TEMPEL

BG – THE FAIRY DANCE

1. LAUGHTER LOVING – 7:43

2. DAY-DREAM – 5:24

3. INTERPLAY OF FORCES – 8:48

4. BRING ME UP – 4:32

BG – SCHIZO

TOTAL – 26:27

GURU-GURU

BG – OOGA BOOGA

5. STONE IN – 5:43

6. NEXT TIME SEE YOU AT THE DALAI LHAMA – 5:59

7. ELETRICK JUNK – 11:03

BG FINAL – DER ELEKTROLURCH

TOTAL: 22:45

TOTAL GERAL: 49:12

Ouça o Art Rock com o Ash Ra Tempel & Guru Guru que foi ao ar no dia 07/05/2011, clicando aqui.

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Incredible String Band & Trees

Postado em Programas com as tags , em 07/11/2011 por Artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos mergulhar no folk rock britânico, começando com o som de um dos seus grupos mais geniais… a incomparável Incredible String Band.

A Incrível Banda de Cordas surgiu em 66, quando o duo formado por Robin Williamson e Clive Palmer, encontraram Mike Heron e resolveram foram um trio… tomando o nome The Incredible String Band, tirado do nome do acanhado bar folk de Palmer, o Clive’s Incredible Folk Club, que ficava no quarto andar de um prédio em Glasgow, na Escócia… os três tocavam ali toda noite, e ainda em 66 eles assinariam um contrato com o selo Elektra, especializado em folk music, lançando seu primeiro álbum.

O disco seria muito bem recebido… e, logo eles sairiam de vez do anonimato com o genial “The 5000 spirits or the layers of the onion”… a essa altura Palmer já havia deixado o grupo… mas o álbum seria celebrado e abriria caminho para discos ambiciosos que influenciariam muito do que se fez no folk rock britânico desde então, incluindo grupos recentes, como o Circulos, que a gente já trouxe aqui no Art Rock.

A Incredible String Band teria anos conturbados até a separação em 74, e seu retorno em 99 não renderia muitos trabalhos… para essa primeira parte do programa de hoje nós selecionamos faixas de dois trabalhos essenciais… “The hangman’s beautiful daughter” e “Wee tam and the Big Huge”, ambos de 68… discos seminais em que a mistura de tradições musicais distintas criam uma amálgama única, que Jimmy Page chegou a dizer um dia ter sido a sua grande inspiração.

Vocês ouviram a Incredible String Band com “Witches Hat”, “Water Song”, “You get Brighter”, “Maya” e “The Circle is Unbroken”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro exemplo do folk rock britânico… desta vez com uma sonoridade mais convencional, mas nem por isso menos brilhante… o grupo Trees.

Fundado em 1969, em plena fase final da ascensão do folk rock na Inglaterra, o Trees era centrado em torno do multi-instrumentista Tobias Boshell, do guitarrista Barry Clarke e da vocalista Celia Humphries… tendo ainda na formação Unwin Brown na bateria e David Costa nas guitarras acústicas e no dulcimer… e eles lançariam em 1970 o seu primeiro álbum… “The Garden of Jane Delaney”.

A sonoridade tinha elementos do Fairport Convention, em parte devido à bela voz de Celia Humphries, mas o grupo tinha momentos mais voltados para a perspectiva do rock entremeando o domínio do lirismo e os climas melancólicos que seriam a sua marca registrada… e também estariam presentes no segundo álbum, “On the Shore”, lançado ainda em 1970…


Infelizmente, o grupo não seguiria muito adiante, tentando um retorno em 73, mas sem voltar a lançar nenhum trabalho de estúdio… dos seus integrantes, só “Bias” Boshell seguiria uma carreira de destaque, integrando o Barklay James Harvest e depois substituindo Patrick Moraz nos Moody Blues… enquanto isso, o Trees se converteria em das jóias ocultas do folk inglês… e nós selecionamos faixas de seus dois únicos álbuns para essa segunda parte do programa de hoje.

Vocês ouviram o Trees com “The Great Silkie”, “The Garden of Jane Delawney”, ‘Lady Margareth”, “Murdoch” e “While the Iron is Hot”.

O Art Rock fica por aqui… o programa teve a produção de Vidal Costa e de Beto Bittencourt, a apresentação de Vidal Costa e a edição de Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na É Paraná, 97.1… visite o nosso Blog em http://artrock.wordpress.com… que foi idealizado e é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e também deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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INCREDIBLE STRING BAND

BG – THE HALF-REMARKABLE QUESTION

1. WITCHES HAT – 2:37

2. WATER SONG – 3:01

3. YOU GET BRIGHTER – 5:50

4. MAYA – 9:24

5. THE CIRCLE IS UNBROKEN – 4:42

BG – LORDLY NIGHTSHADE

TOTAL – 24:34

TREES

BG – SNAIL LAMENT

6. THE GREAT SILKIE – 5:16

7. THE GARDEN OF JANE DELAWNEY – 4:19

8. LADY MARGARETH – 7:14

9. MURDOCH – 5:10

10. WHILE THE IRON IS HOT – 3:20

BG – NOTHING SPECIAL

TOTAL – 25:19

TOTAL GERAL: 49:53

Ouça o Art Rock com o Incredible String Band & Trees que foi ao ar no dia 05/11/2011, clicando aqui.

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