Butterfly Ball & P.A.L

Postado em Programas com as tags , em 06/02/2010 por artrock

“Boa noite… no programa de hoje vamos trazer dois exemplos de uma das mais prolíficas famílias do rock… dois projetos envolvendo membros do grande Deep Purple…

E vamos começar com o álbum conceitual do baixista Roger Glover… “The Butterfly Ball and the Grasshopper’s Feast”, que foi baseado no poema de William Roscoe, escrito em 1802 e transformado em um livro para crianças em 1973, com ilustrações de Alan Aldridge, famoso por inúmeras capas de álbuns dos anos 60 e 70 e que levaria a idéia adiante, realizando um curta de animação, para o qual Roger Glover compôs a faixa “Love is All”.

A resposta foi muito boa e chegou a se anunciado um filme completo de longa metragem… mas, infelizmente, ele nunca saiu do papel… só a trilha sonora acabaria emergindo no ambicioso álbum que Roger Glover lançaria em 74, com a participação de Ronnie James Dio, David Coverdale, Glenn Hughes, Tony Ashton, Eddie Jobson, John Lawton, Eddie Hardin, Ray Fenwick, Mike Moran e muitos outros… além do próprio Roger, é claro.

O musical chegou a ser apresentado como uma ópera rock nos anos 70… mas, apesar da popularidade da faixa “Love is All”, que se tornaria tema de programas de TV na França e na Austrália, essa trabalho permaneceria no limbo por muitos anos… só em 95 seria relançado pela Repertoire Records… e, em 99, o Deep Purple homenagearia a obra no seu álbum ao vivo com a Sinfônica de Londres no Royal Albert Hall… mas nós selecionamos faixas do trabalho original…

Vocês ouviram Roger Glover com “Dawn”, “Get Ready”, “Magician’s Moth”, “Behind the smile”, “Sitting in a Dream”, “Sir Maximus Mouse”, “Watch out for the Bat”, “Little chalk blue”, “The Feast” e “Love is All”… faixas extraídas do àlbum “The Butterfly Ball and the Grasshopper’s Feast”, de 74.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um dos primeiros filhotes do Deep Purple, o grupo Paice, Ashton & Lord…

A história do P.A.L. começou depois da primeira separação do Deep Purple em 76… que deixou seus integrantes à procura de novos projetos… e uma das primeiras iniciativas foi justamente do baterista Ian Paice e do tecladista Jon Lord, que chamaram um velho amigo, o vocalista Tony Ashton, para tentar alguma coisa… com o restante do grupo sendo recrutado a partir de um anúncio nas revistas de rock da Inglaterra.

Eles queriam músicos que tivessem um estilo mais americano, e os escolhidos foram o baixista Paul Martinez (ex-Stretch) e o guitarrista Bernie Marsden (ex-Babe Ruth)… e o resultado foi o álbum “Malice in the Wonderland”, de 77… seguido de uma tour concorrida pelo Reino Unido, apresentações gravadas para a BBC e uma grande expectativa para a tour européia…

Mas, apesar dos gastos nos cenários e preparações, a excursão acabou sendo cancelada… e a gravação do segundo álbum do grupo nunca foi concluída… depois de pouco mais de um ano, o Paice, Ashton & Lord encerrou atividades… só recentemente foram lançados CDs e um DVD ao vivo… mas, para fechar o Art Rock de hoje, vocês ficam com faixas da edição especial do primeiro álbum do P.A.L., que saiu em 2001 e trouxe bastante material inédito desse grupo de vida curta…

Vocês ouviram com Paice, Ashton & Lord, também conhecido como P.A.L. as faixas “Ghost Story”, “On the Road Again, Again”, “Sneaky Private Lee” e “Ballad of Mr. Giver”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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BUTTERFLY BALL

1.DAWN –1.21

2.GET READY – 2.06

3.MAGICIAN MOTH – 1.33

4.BEHIND THE SMILE –1.46

5.SITTING IN A DREAM – 3.40

6.SIR MAXIMUS MOUSE – 2.35

7.WATCH OUT FOR THE BAT – 1.41

8.LITTLE CHALK BLUE – 3:44

9.THE FEAST – 1.48

10.LOVE IS ALL – 3.14

TOTAL – 23:32

P.A.L.

1.GHOST STORY – 5:45

2.ON THE ROAD AGAIN, AGAIN – 3:57

3.SNEAKY PRIVATE LEE – 6:06

4.BALLAD OF MR. GIVER (LIVE) – 9:50

TOTAL: 25:38

Total geral: 49:24

Ouça o Art Rock com Butterfly Ball & P.A.L que foi ao ar no dia 31/01/2010, clicando aqui.

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“Boa noite… no programa de hoje vamos trazer dois

exemplos de uma das mais prolíficas famílias do rock…

dois projetos envolvendo membros do grande Deep

Purple…

E vamos começar com o álbum conceitual do baixista

Roger Glover… “The Butterfly Ball and the

Grasshopper’s Feast”, que foi baseado no poema de

William Roscoe, escrito em 1802 e transformado em um

livro para crianças em 1973, com ilustrações de Alan

Aldridge, famoso por inúmeras capas de álbuns dos

anos 60 e 70 e que levaria a idéia adiante,

realizando um curta de animação, para o qual Roger

Glover compôs a faixa “Love is All”.

A resposta foi muito boa e chegou a se anunciado um

filme completo de longa metragem… mas, infelizmente,

ele nunca saiu do papel… só a trilha sonora acabaria

emergindo no ambicioso álbum que Roger Glover

lançaria em 74, com a participação de Ronnie James

Dio, David Coverdale, Glenn Hughes, Tony Ashton,

Eddie Jobson, John Lawton, Eddie Hardin, Ray Fenwick,

Mike Moran e muitos outros… além do próprio Roger, é

claro.

O musical chegou a ser apresentado como uma ópera

rock nos anos 70… mas, apesar da popularidade da

faixa “Love is All”, que se tornaria tema de

programas de TV na França e na Austrália, essa

trabalho permaneceria no limbo por muitos anos… só em

95 seria relançado pela Repertoire Records… e, em 99,

o Deep Purple homenagearia a obra no seu álbum ao

vivo com a Sinfônica de Londres no Royal Albert Hall…

mas nós selecionamos faixas do trabalho original…

Vocês ouviram Roger Glover com “Dawn”, “Get Ready”,

“Magician’s Moth”, “Behind the smile”, “Sitting in a

Dream”, “Sir Maximus Mouse”, “Watch out for the Bat”,

“Little chalk blue”, “The Feast” e “Love is All”…

faixas extraídas do àlbum “The Butterfly Ball and the

Grasshopper’s Feast”, de 74.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um dos primeiros filhotes do

Deep Purple, o grupo Paice, Ashton & Lord…

A história do P.A.L. começou depois da primeira

separação do Deep Purple em 76… que deixou seus

integrantes à procura de novos projetos… e uma das

primeiras iniciativas foi justamente do baterista Ian

Paice e do tecladista Jon Lord, que chamaram um velho

amigo, o vocalista Tony Ashton, para tentar alguma

coisa… com o restante do grupo sendo recrutado a

partir de um anúncio nas revistas de rock da

Inglaterra.

Eles queriam músicos que tivessem um estilo mais

americano, e os escolhidos foram o baixista Paul

Martinez (ex-Stretch) e o guitarrista Bernie Marsden

(ex-Babe Ruth)… e o resultado foi o álbum “Malice in

the Wonderland”, de 77… seguido de uma tour

concorrida pelo Reino Unido, apresentações gravadas

para a BBC e uma grande expectativa para a tour

européia…

Mas, apesar dos gastos nos cenários e preparações, a

excursão acabou sendo cancelada… e a gravação do

segundo álbum do grupo nunca foi concluída… depois de

pouco mais de um ano, o Paice, Ashton & Lord encerrou

atividades… só recentemente foram lançados CDs e um

DVD ao vivo… mas, para fechar o Art Rock de hoje,

vocês ficam com faixas da edição especial do primeiro

álbum do P.A.L., que saiu em 2001 e trouxe bastante

material inédito desse grupo de vida curta…

Vocês ouviram com Paice, Ashton & Lord, também

conhecido como P.A.L. as faixas “Ghost Story”, “On

the Road Again, Again”, “Sneaky Private Lee” e

“Ballad of Mr. Giver”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência,

tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa,

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BUTTERFLY BALL

1.DAWN –1.21

2.GET READY – 2.06

3.MAGICIAN MOTH – 1.33

4.BEHIND THE SMILE –1.46

5.SITTING IN A DREAM – 3.40

6.SIR MAXIMUS MOUSE – 2.35

7.WATCH OUT FOR THE BAT – 1.41

8.LITTLE CHALK BLUE – 3:44

9.THE FEAST – 1.48

10.LOVE IS ALL – 3.14

TOTAL – 23:32

P.A.L.

1.GHOST STORY – 5:45

2.ON THE ROAD AGAIN, AGAIN – 3:57

3.SNEAKY PRIVATE LEE – 6:06

4.BALLAD OF MR. GIVER (LIVE) – 9:50

TOTAL: 25:38

Total geral: 49:24

Ouça o Art Rock com Butterfly Ball & PAL que foi ao

ar no dia 31/01/2010, clicando aqui.

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It Bites

Postado em Programas com as tags em 03/02/2010 por artrock

“Boa noite… no programa de hoje vamos trazer um grupo que já passou dos vinte anos de carreira, mas que é pouco conhecido aqui no Brasil… o It Bites.

Membro da primeira geração do movimento neo-progressivo dos anos 80, o It Bites foi formado em Egremont, na Inglaterra, em 82… a partir do encontro do baixista Dick Nolan, do baterista Bob Dalton e do guitarrista Francis Dunnery (irmão de Barry Dunnery, dos lendários grupos Necromandus e Violinski)… mas foi só com a entrada do tecladista John Beck que eles tomaram forma… ainda como uma banda de covers.

Só em 84 eles começaram a levar a carreira a sério, se mudando para Londres e começando a compor material próprio… que lhes valeu um contrato com a Virgin Records e um inesperado sucesso com o seu segundo compacto… “Calling All the Heroes”, faixa que apareceria também no primeiro álbum do grupo, “The Big Lad in the Windmill” de 86… que ainda era mais voltado para o pop rock…

Foi só a partir do trabalho seguinte, “Once Around the World” de 88, que eles puderam se voltar mais para o progressivo, com a ajuda do grande Steve Hillage, que cuidou da produção… mas o álbum de 89, “Eat me in St. Louis”, acabaria sendo o último com Francis Dunnery nas guitarras e vocal, pois ele sairia pouco depois devido a desentendimentos com o resto do grupo… e, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos faixas dessa fase inicial do It Bites.

Vocês ouviram com grupo inglês It Bites, com “Rose Marie”, “Old Man and the Angel”, “Underneath your Pillow” e “Sister Sarah”.

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o It Bites, agora com o seu lançamento de 2008, o álbum “The Tall Ships”.

Depois da saída de Francis Dunnery, o grupo tentou seguir em frente, recrutando o vocalista Lee Knott, enquanto John Beck assumia as guitarras… mas o novo disco de estúdio acabou sendo adiado e eles lançaram em 91 o álbum ao vivo “Thank you and Good Night”… acabando por resolver mudar de nome, primeiro para Navajo Kiss e depois para Sister Sarah… antes de se separarem de vez.

Seguindo com suas carreiras, os vários integrantes só se reencontraram em 2003, em um show de Francis Dunnery na Union Chapel de Londres… uma reunião totalmente inesperada e que acabou se tornando o catalisador para uma volta do grupo… só que ela não ocorreu exatamente como todos esperavam.

Com uma carreira solo bem estabelecida, Francis Dunnery não teve como voltar a se comprometer com o It Bites e foi substituído pelo guitarrista e vocalista John Mitchell… mas desta vez eles conseguiram manter a coesão e o resultado foi o álbum ao vivo “When the Lights go Down” de 2007, seguido em 2008 por “The Tall Ships”… o primeiro registro de estúdio do grupo desde 1990…

Vocês ouviram com o It Bites com “The Wind That Shakes the Barley”, “Lights” e “This is England”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… té a semana que vem.”

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IT BYTES

BG -  MURDER OF THE PLANET

1.    ROSE MARIE – 3:34

2.    OLD MAN AND THE ANGEL – 9:21

3.    UNDERNEATH YOUR PILLOW – 5:27

4.    SISTER SARAH – 4:20

BG – STILL TOO YOUNG TO REMEMBER

TOTAL – 22:42

IT BYTES

BG -  THE TALL SHIPS

5.    THE WIND THAT SHAKES THE BARLEY – 8:12

6.    LIGHTS – 4:55

7.    THIS IS ENGLAND – 13:35

BG -  GHOSTS

TOTAL: 26:42

Total geral: 49:24

Ouça o Art Rock com It Bites que foi ao ar no dia 24/01/2010, clicando aqui.

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Quaterna Requiem & Kaisen

Postado em Programas com as tags , em 23/01/2010 por artrock

“Boa noite… hoje no programa faremos uma de nossas freqüentes passagens pelo progressivo nacional, começando com o genial grupo carioca Quaterna Réquiem.

Fundado no final da década de 80, o Quaterna surgiu depois da dissolução do grupo Vitral, a partir de uma iniciativa de dois irmãos, a tecladista Elisa Wiermann e o baterista Cláudio Dantas, que eram interessados pela música de câmara e pelo rock progressivo… e chamaram para completar o time o violinista Kleber Vogel, o guitarrista e violonista Jones Júnior e o baixista Marco Lauria.

Apesar dos cinco integrantes, eles mantiveram o nome, que havia sido idéia de Cláudio e que significa “o descanso dos quatro”… e, com uma formação estabilizada, gravaram em 1990 o álbum “Velha Gravura”, que se tornaria um marco do progressivo nacional, mostrando a sobrevivência e vitalidade desse tipo de som em uma época em que a mídia musical do país há muito já o considerava coisa do passado.

O álbum seria lançado em CD em 92… e eles se mantiveram muito ativos nos anos 90, apesar de algumas mudanças de formação… em 94 lançariam mais um trabalho de estúdio, “Quasimodo”… que seria seguido, cinco anos mais tarde, pelo CD “Livre”, registrando um show gravado ao vivo no Scala do Rio de Janeiro, em 1997… e é desse disco que nós selecionamos as faixas para essa primeira parte do programa de hoje.

Vocês ouviram com o Quaterna Réquiem as faixas “Fanfarra” e “Quasimodo”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar na família do Quaterna Réquiem, trazendo o som de um dos filhotes do grupo, o Kaizen…

Este grupo instrumental, formado em 92, foi uma iniciativa do virtuoso violinista Kleber Vogel, que havia deixado o Quaterna Réquiem e desejava seguir em frente com uma proposta progressiva… e resolveu partir de uma idéia que estava embutida no nome escolhido… Kaizen… um conceito japonês que significa “o constante aprimorar do trabalho”.

Violinista de formação clássica, Kleber Vogel participou da Orquestra Sinfônica Brasileira, e também da Filarmônica do Rio de Janeiro, além da Orquestra de Câmara da da Universidade Federal do Rio de Janeiro… atividades que o orientaram em direção do lado mais sinfônico do progressivo… o que é sensível no único registro de estúdio do Kaizen, o álbum “Gargula” de 94.

Kleber voltaria para o Quaterna Réquiem em 2002, e lançaria em 2003 o álbum “À Mão Livre”, com a tecladista Elisa Wiermann… e ele também participaria do show de comemoração dos 15 anos do grupo, em agosto de 2004 no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, que seria registrado no DVD Quaterna Réquiem, lançado em 2006… mas nós vamos fechar com faixas do seu projeto de vida curta dos anos 90… o grupo Kaizen.

Vocês ouviram com o Kaizen as faixas “Abertura”, “Gargula”, “Noturno” e “Kaizen”… todas do álbum “Gargula” de 94.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
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QUATERNA RÉQUIEM

1.FANFARRA – 5:41

2.QUASIMODO – 19:03

TOTAL – 24:44

KAIZEN

3.ABERTURA – 4:42

4.GARGULA – 5:56

5.NOTURNO – 6:22

6.KAIZEN – 9:10

TOTAL: 25:10

Total geral: 49:54

Ouça o Art Rock com Quaterna Requiem & Kaisen que foi ao ar no dia 17/01/2010, clicando aqui.

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Mostly Autumn

Postado em Programas com as tags em 23/01/2010 por artrock

“Boa noite… no programa de hoje vamos trazer o som de um dos grandes representantes da geração progressiva britânica dos anos 90… o Mostly Autumn…

Fundado no final da década de 90, o grupo centrou-se em torno do floydiano guitarrista Bryan Josh e da genial Heather Findlay, que além de também tocar guitarra era uma vocalista muito talentosa, misturando a força e o alcance com momentos de muita delicadeza… e conferindo ao Mostly Autumn um toque folk, que já estava presente no primeiro álbum, “For All We Shared” de 98…

E esse lado só ficaria mais evidente quando excursionaram como banda de apoio do Blackmore’s Night, o grupo folk de Ritchie Blackmore, no ano 2000… a partir de então eles alcançaram maior destaque, acabando por assinar com o selo Classic Rock Productions,  o que ajudou a garantir a sua ascensão no cenário progressivo do rock inglês…

Eles continuam em plena atividade e mantendo a mesma proposta, apesar de algumas mudanças de formação nos últimos anos… mas vamos começar trazendo um pouco do álbum “Passengers” de 2003 e também de “Storm Over Still Water” de 2005… o último a contar com a formação clássica do grupo, antes da saída da flautista Angela Goldenthorne, que seria substituída por Anne-Marie Helder…

Vocês ouviram com o Mostly Autumn as faixas “Another Life”, “Bitterness Burnt”, “Caught in a Fold”, “Heart Life” e “Storms Over Still Water”…

A gente volta já…

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E nós vamos continuar trazendo o som do Mostly Autumn, agora com o seu trabalho mais recente, o álbum “Glass Shadows”, lançado em 2009.

A atual formação do grupo começou a tomar forma em 2007, durante a gravidez da flautista Angela Goldenthorne, que chamou uma colaboradora freqüente,  Anne-Marie Helder (ex-Karnataka) para substituí-la por uns tempos… e ela acabou se tornando um membro permanente do Mostly Autumn depois da saída de Angela algum tempo depois…

Outras mudanças ocorreram em 2007, com a saída do segundo guitarrista Liam Davison e do baterista Andrew Jennings… mas a sonoridade do grupo não foi comprometida para o álbum “Glass Shadows”, que continua combinando os diálogos entre o vocal cristalino de Heather Findlay, os teclados de Iain Jennings e a guitarra e vocal de Brian Josh…

Além do Mostly Autumn, os integrantes do grupo mantém iniciativas paralelas, como o Breathing Space de Iain Jennings, que já lançou três álbuns, e a dupla Odin Dragonfly, que Heather formou com Angela Gordon… mas isso fica para outro Art Rock… para fechar o programa de hoje nós selecionamos faixas do álbum “Glass Shadows”…

Vocês ouviram o Mostly Autumn com “Fireside”, “The Second Hand”, “Flowers for Guns”, “Unoriginal Sin” e ‘Paper Angels”…

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MOSTLY AUTUMN

BG – BLACK RAIN

1.ANOTHER LIFE – 4:36

2.BITTERNESS BURNT – 4:57

3.CAUGHT IN A FOLD – 3:50

4.HEART LIFE – 5:50

5.STORMS OVER STILL WATER – 7:39

BG – GHOST IN DREAMLAND

TOTAL – 26:52

MOSTLY AUTUMN

BG – UNTIL THE STORY ENDS

6.FIRESIDE – 5:12

7.THE SECOND HAND – 4:32

8.FLOWERS FOR GUNS – 4:22

9.UNORIGINAL SIN – 5:13

10.PAPER ANGELS – 4:23

BG – TEARING AT THE FAERYTALE

TOTAL: 23:42

Total geral: 50:34
Ouça o Art Rock com Mostly Autumn que foi ao ar no dia 10/01/2010, clicando aqui.

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Alan Parsons Project & Mike Oldfield

Postado em Programas com as tags , em 09/01/2010 por artrock

“Boa noite… no programa de hoje vamos prestar uma homenagem à metade mais criativa do Alan Parsons Project, o compositor e músico escocês Eric Woolfson… que deixou o nosso plano da realidade no dia 2 de dezembro de 2009.

Eric encontrou Alan Parsons na cantina dos estúdios da Abbey Road em 74… na época Alan havia alcançado uma posição de destaque por seu trabalho como engenheiro de som do álbum “The Dark Side of the Moon” do Pink Floyd… e ele convidou Eric para se tornar o seu manager e os dois começaram assim uma parceria que duraria muitos anos…

Bem sucedidos em seus trabalhos na área de produção… os dois acabaram se voltando para uma idéia de Alan, um trabalho conceitual em cima da obra de Edgar Alan Poe… e o resultado foi o surgimento de um grupo singular… uma dupla que estava mais interessada nos aspectos criativos da música, na produção e engenharia de som dentro do estúdio, do que em apresentações ao vivo… o Alan Parsons Project.

Na verdade, apesar do nome e do foco sobre a figura de Alan Parsons, Eric Woolfson sempre foi o compositor da maior parte do material do grupo, além de letrista e vocalista, contribuindo também como manager da empreitada… e, depois que eles se separaram, ainda produziria musicais de grande sucesso… como “Freudiana” e “Gaudi”… mas, para o programa de hoje, nós selecionamos faixas dos álbuns ‘I Robot” de 77 e “Pyramid” de 78.

Vocês ouviram o Alan Parsons Project com “I Robot”, “Some Other Time”, “Total Eclipse”, “Genesis Ch. 1 Vs. 32”, “One More River” e “Hypergammaspaces”.

A gente volta já!

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E agora vamos trazer um pouco de uma lenda bem viva do prog. rock inglês… o grande Mike Oldfield… um dos mais bem sucedidos músicos progressivos dos anos 70.

Naturalmente, Mike Oldfield dispensa quaisquer apresentações, pois é presença obrigatória em qualquer discoteca progressiva… mas nem todos os seus trabalhos tiveram a mesma repercussão do genial “Tubular Bells”, de 1971… e hoje nós selecionamos um destes trabalhos menos conhecidos deste músico inglês.

Nos anos 80, Mike Oldfield estava, como muitas estrelas do prog. rock, tentando manter-se em atividade em meio aos interesses das gravadoras, que preferiam investir em efemérides pop e em banalidades dançantes… e o álbum “Discovery”, de 84, combinava arranjos sofisticados de sintetizadores, guitarras e até mandolins com uma sensibilidade ainda um tanto voltada para o pop rock…

Além dos vocais da sua colaboradora freqüente, Maggie Reilly, Mike Oldfield também contou neste disco com a ajuda de figuras de peso como o baterista Simon Phillips, um veterano de muitos grupos… e, apesar de não ter tido muita repercussão fora da Inglaterra, o álbum “Discovery” conseguiu chegar aos primeiros lugares das paradas inglesas, pavimentando o caminho para a premiada trilha para “The Killing Fields”, que Mike lançaria ainda em 84…

Vocês ouviram Mike Oldfield com “To France”, “Poison Arrows”, “Crystal Glazing” e “The Lake”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

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ALAN PARSONS PROJECT

BG – BREAKDOWN

1. I ROBOT – 6:02

2. SOME OTHER TIME – 4:05

3. TOTAL ECLIPSE – 3:13

4. GENESIS CH. 1 VS. 32 – 3:25

5. ONE MORE RIVER – 4:17

6. HYPERGAMMASPACES – 4:21

BG – WHAT GOES UP

TOTAL – 25:23

MIKE OLDFIELD

BG – DISCOVERY

1. TO FRANCE – 4:38

2. POISON ARROWS – 3:58

3. CRYSTAL GAZING – 3:03

4. THE LAKE – 12:10

BG – TRICKS OF THE LIGHT

TOTAL – 23:49

Total geral: 49:12

Ouça o Art Rock com Alan Parsons Project que foi ao ar no dia 03/01/2010, clicando aqui.

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Tempest & UFO

Postado em Programas com as tags , em 06/01/2010 por artrock

“Boa noite, hoje vamos começar com o lado mais folk do progressivo, mas dessa vez não será com uma banda inglesa e sim americana… embora não tenha nada a ver com o folk rock do seu país…

Estamos falando do genial grupo californiano Tempest… fundado em 1988 e sempre centrado em torno dos vocais e mandolin de Lief Sorbye, um norueguês radicado nos Estados Unidos… além da bateria do cubano Adolfo Lazo… sendo os dois os únicos membros constantes nesses vinte anos de estrada, que estão sendo comemorados com o lançamento de um álbum duplo, CD/DVD… o 12º. trabalho nessa longa carreira…

Apesar de ser um grupo americano, a liderança de Lief Sorbye garantiu uma sonoridade européia para o Tempest, com álbuns onde exploram a música tradicional inglesa e nórdica, sem deixar de lado o rock que, como sempre, funciona como elemento de fusão… um terreno neutro onde as tradições musicais mais distintas podem se encontrar e dialogar sem problemas.

Nos seus trabalhos mais recentes, o grupo recuperou um de seus membros originais, o rabequeiro Michael Mullen… além de um novo guitarrista, o inglês James Crocker, ex- Equation… com isso, o Tempest se configura cada vez mais como um grupo internacional… e para o programa de hoje nós selecionamos faixas do seu álbum “Balance”, de 2001.

Vocês ouviram o Tempest abrindo com uma velha canção pirata… “Captain Ward”, depois foi uma cover para “Iron Lady”, do grande Phill Ochs… e, na seqüência, as faixas “Two Sisters, “Villenman”, “Battle Mountain Breakdown” e “Royal Oak”.

A gente volta já…

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E agora vamos ouvir um pouco de um dos sobreviventes do rock inglês dos anos 70, o grande UFO, de Phil Mogg, Pete Way e Michael Schenker…

Fundado em 1969, o UFO começou como uma banda de space rock, misturando um boogie psicodélico visceral com temáticas siderais que se estendiam em faixas longas e cheias de viradas, dominadas pela guitarra de Michael Bolton… mas essa formação só se tornou um grande sucesso no Japão e na Alemanha… e foi justamente graças a um alemão, o guitarrista Michael Schenker, que a espaçonave iria decolar…

Saindo do Scorpions, Michael entrou para o UFO em 73… e os quatro discos seguintes seriam todos clássicos do rock da década de 70… formando a base de uma carreira que continuaria mesmo depois da saída do virtuoso guitarrista alemão em 79… mas não seria por muito tempo, pois logo o grupo se separaria… e seriam precisos mais de 15 anos para eles se encontrarem de novo.

Em 93 a formação clássica do UFO se reuniu para ajudar o vocalista Phil Mogg, que estava endividado… e o resultado foi um grande álbum de retorno… o genial “Walk on Water”… mas a gente já trouxe esse disco aqui no programa… e o novo álbum, lançado no ano passado fica para outro dia… por hoje vocês ficam com um pouco do duplo ao vivo de 2003… “Live on Earth”… gravado em Viena na Áustria, mostrando que é preciso mais do que acidentes de percurso para derrubar um disco voador…

Vocês ouviram o UFO com faixas do álbum “Live on Earth”… o velho disco voador ao vivo no planeta Terra… primeiro foi “Venus”, uma faixa da nova fase do grupo… e depois as clássicas “Doctor Doctor” e “Rock Botton”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… té a semana que vem.”

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TEMPEST

BG – DANCE OF THE SAND WITCHES

1.    CAPTAIN WARD – 3:44

2.    IRON LADY – 4:38

3.    TWO SISTERS – 5:26

4.    VILLENMANN – 4:35

5.    BATTLE MOUNTAIN BREAKDOWN – 2:55

6.    ROYAL OAK – 4:00

BG – OLD MAN FLINT

TOTAL – 25:18

UFO

BG – LIGHTS OUT

7.    VENUS – 5:23

8.    DOCTOR DOCTOR – 6:02

9.    ROCK BOTTON – 12:58

BG – SHOOT SHOOT

TOTAL – 27:18

grand total – 49:41

Ouça o Art Rock com Tempest & UFO que foi ao ar no dia 27/12/2009, clicando aqui.

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Trans-siberian Orchestra

Postado em Programas com as tags em 25/12/2009 por artrock

“Boa noite… estamos chegando no fim do ano e, como sempre, não poderíamos deixar de celebrar a festa que encerra a divina saturnália e glorifica o nascimento de Mitra… que passou a ser comemorado oficialmente em Roma em 274 por ordem do imperador Aureliano… e que, setenta anos depois, em 350, foi transformado pelo papa Júlio I no dia de nascimento do novo deus solar… Jesus de Nazareth.

Para comemorar o nascimento de todos esses deuses a gente sempre seleciona algum tema apropriado… e, dessa vez, escolhemos um trabalho conceitual dos anos 90, o álbum “Christmas Eve & Other Stories” do grupo Trans-siberian Orchestra, criado em em 96 pelo produtor e compositor Paul O’Neil, que passou a se dedicar à proposta das óperas rock depois de seu envolvimento com o grupo Savatage, de Jon e Chris Oliva.

A parceria de Paul com o Savatage continuaria mesmo depois que Chris Oliva deixou o nosso plano da realidade em 93… e ele levaria essa colaboração adiante no projeto Trans-siberian Orchestra, que lançaria em 96 o álbum “Christmas Eve & Other Stories”… seu disco de estréia, em que já reuniam um verdadeiro exército de músicos e colaboradores, formando uma orquestra de 60 integrantes para as gravações em estúdio.

E as exibições ao vivo não ficavam muito atrás, chegando a incluir nos shows nada menos do que 14 vocalistas e 14 músicos, acompanhados de dois narradores… tudo isso para explorar temas que tem a ver com esses eventos que encerram nossos anos… uma tradição que é muito anterior ao atual ritual das compras desenfreadas… mais antigo até do que o próprio cristianismo.

Vocês ouviram a Trans-siberian Orchestra com “O come All Ye Faithfull/O Holy Night”, “A Star To Follow”, “First Snow”, “The Prince Of Peace”, “Christmas Eve/Sarajevo 12/24” e “Good King Joy”.

A gente volta já!

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Vamos continuar trazendo a Trans-siberian Orchestra, de Paul O’Neil… para celebrar como bons devotos, o nascimento da Luz Inefável de Mitra…  o Sol triunfante!

Mas, na verdade, o Natalis Solis Invicti, o Nascimento do Invencível Deus Sol… é só um dos muitos nomes dessa festa do solstício de inverno no hemisfério norte… e o divino Mitra é só um dos muitos deuses celebrados nesse dia… como Hórus, filho de Isis… ou ainda Tamuz, filho de Semíramis… e também Dionísio, que os romanos chamavam de Baco… não esquecendo do Senhor Krishna e do próprio Buda.

E o álbum “Christmas Eve & Other Stories” também não foi o único que a Trans-siberian Orchestra produziria com temas natalinos… em 98 seria a vez de “The Christmas Attic”, seguido em 2004 por “The Lost Christmas”… mas eles também lançariam outras duas óperas que fugiriam desse tema… primeiro foi “Beethoven’s Last Night” de 2000… e depois, em 2009, o ambicioso “The Night Castle”…

O grupo continua em plena atividade, e mantém a mesma estrutura, com uma formação que volta a reunir dezenas de músicos, entre vocalistas e instrumentistas, liderados por Paul O’Neil, juntamente com Jon Oliva e Robert Kinkel nos teclados e composição e Al Pitrelli nas guitarras e na direção musical… mas esse novo álbum fica para outro Art Rock… por hoje vamos fechar com mais um pouco de “Christmas Eve & Other Stories”…

Com a Trans-siberian Orchestra vocês ouviram “Ornament”, “The First Noel”, “Old City Bar”, “Promises to Keep”, “The Christmas Day”, “An Angel Returned” e “O Holy Night”.

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA

1. O COME ALL YE FAITHFULL/O HOLY NIGHT – 4:19

2. A STAR TO FOLLOW – 3:49

3.    FIRST SNOW – 3:53

4.    THE PRINCE OF PEACE – 3:33

5.    CHRISTMAS EVE/SARAJEVO 12/24 – 3:25

6.    GOOD KING JOY – 6:36

TOTAL – 25:35

TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA

1.    ORNAMENT – 3:37

2.    THE FIRST NOEL – 0:55

3.    OLD CITY BAR – 6:18

4.    PROMISES TO KEEP – 2:41

5.    THE CHRISTMAS DAY – 4:20

6.    AN ANGEL RETURNED – 3:52

7.    O HOLY NIGHT – 2:40

TOTAL – 24:24

Total geral: 49:59

Ouça o Art Rock com Trans-siberian Orchestra que foi ao ar no dia 20/12/2009, clicando aqui.

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Esperanto

Postado em Programas com as tags em 20/12/2009 por artrock

“Boa noite… no programa de hoje teremos um daqueles grandes grupos que teve poucos discos e, infelizmente, é muito pouco conhecido… o genial Esperanto.

Esse projeto multinacional, surgiu em 71 a partir do violinista belga Raymond Vincent, líder do grupo Wallace Collection… ele reuniu originalmente um quarteto, mas o número de músicos envolvidos iria crescer com o tempo e o Esperanto acabaria se tornando uma verdadeira orquestra, com uma dúzia de integrantes que se definiam justamente pelo seu background variado, misturando muitas influências musicais, além das próprias nacionalidades.

E a idéia de adotar o nome da língua internacional, criada por Ludwik Zamenhof no século XIX, foi perfeita para ilustrar o que seria a sua proposta musical, uma complexa trama onde os teclados do belga Bruno Libert dialogavam sem cessar com os outros instrumentistas… acompanhados das vocalizações surpreendentes da havaiana Bridget Dudoit, da neozelandesa Joy Yates e dos australianos Glenn Shorrock e Janice Slater.

O álbum “Esperanto: Rock Orchestra” sairia em 73, e o grupo saiu em tour, primeiro como banda de apoio do Sha Na Na e depois, com muito mais sucesso, abrindo para os Strawbs… e eles voltariam logo depois ao estúdio para preparar mais um álbum, “Danse Macabre”, que teria a produção do grande Pete Sinfield… o poeta do King Crimson e do Emerson, Lake & Palmer… mostrando bem o entusiasmo por esse grupo que acabaria tendo vida curta.

Vocês ouviram o Esperanto com “Perhaps one day”, “Roses”, “The Duel” e “The Prisoner”…

A gente volta já!

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Vamos continuar trazendo o Esperanto… um grupo que merecia ter ido muito mais longe do que foi… e hoje anda quase esquecido…

Depois do lançamento do segundo álbum, o Esperanto seguiu em uma tour conjunta com o Magma, que também tinha contrato com a A & M Records… mas eles continuaram sem receber nenhuma informação sobre as vendas ou royalties do seu trabalho… um problema que já havia levado a mudanças no grupo, como a saída do vocalista/guitarrista Glenn Shorrock, substituído por Keith Christmas… que também não ficaria por muito tempo.

Outras mudanças se seguiram… e, em seu terceiro álbum, o Esperanto teria apenas 8 integrantes… incluindo os novos vocalistas Roger Meakin e Kim Moore… mas o grupo estava finalmente encontrando um formato definitivo, com shows e tours muito bem sucedidas… incluindo festivais importantes como Reading e Newcastle… infelizmente, os músicos continuavam se sentindo meio abandonados pela gravadora, que, no fim, resolveu que não tinha intenção de renovar o seu contrato.

Em meio a um desânimo geral, o Esperanto acabou se separando… e levaria muito tempo para os seus três únicos álbuns fossem editados em CD… permitindo que o seu som fosse redescoberto… e para fechar o programa de hoje, selecionamos faixas de “Danse Macabre” de 74 e também de “Last Tango”, o último registro do grupo, lançado em 1975.

Com o Esperanto, vocês ouviram “The Journey”, “Danse Macabre”, “Eleanor Rigby” e “Obsession”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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ESPERANTO

1. PERHAPS ONE DAY – 4:29

2. ROSES – 5:41

3. THE DUEL – 7:05

4. THE PRISONER – 7:20

TOTAL – 24:35

ESPERANTO

1. THE JOURNEY – 10:14

2. DANSE MACABRE – 2:03

3. ELEANOR RIGBY – 7:42

4. OBSSESSION – 4:36

TOTAL – 24:35

Total geral: 49:10

Ouça o Art Rock com Esperanto que foi ao ar no dia 13/12/2009, clicando aqui.

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Bill Bruford & Absolute Elsewhere

Postado em Programas com as tags , em 14/12/2009 por artrock

Boa noite… hoje teremos no programa um dos mais carismáticos bateristas do prog. rock… o genial Bill Bruford, que é mais conhecido por suas passagens pelo Yes e pelo King Crimson… mas que nós vamos trazer em dois outros momentos da sua longa carreira.

William Scott Bruford nasceu em Kent, na Inglaterra, em 1949… e é uma daquelas figuras constantes na história do rock, que sempre se manteve em atividade, tanto em sua carreira solo, como participando de grupos e muitos projetos… incluindo um breve retorno com os seus velhos companheiros do Yes nos anos 90… e, é claro, uma volta bem mais prolongada com o King Crimson.

Mas, para o programa de hoje, vamos explorar uma outra fase da sua carreira, começando com seus primeiros trabalhos solo, lançados no final dos anos 70, depois de suas primeiras passagens pelo Yes & Crimson… e antes da formação da Bill Bruford’s Earthworks.

Nessa sua investida solo, ele começou trazendo um time de peso, incluindo as guitarras de Alan Holdsworth (do Soft Machine, Tempest & Gong) e John Goodsall (do Brand X), o baixo de Jeff Berlin e os teclados e Dave Stewart (ex-The Egg)… e o resultado pode ser conferido nos álbuns “Feels good to me” de 77 e “One of a Kind” de 79…

Vocês ouviram Bill Bruford com “Back to the beginning”, “Beelzebub”, “Feels good to me”, “If you can’t stand the heat”, “Hell’s Bells” e “Five G”.

A gente volta já!

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E agora vamos trazer um momento pouco conhecido da carreira de Bill Bruford… sua participação no álbum “In search of ancient Gods”, do projeto Absolute Elsewhere.

Além de Bill Bruford na bateria, esse grupo era formado pelo tecladista Paul Fishman, o guitarrista Philip Saatchi e o baixista Jon Astrop… e na verdade era um veículo para a criação de uma viagem sonora, inspirada na obra do icônico escritor alemão Erich Von Däniken… autor do clássico “Eram os Deuses Astronautas”… um dos livros fundamentais para entender a mitologia dos anos 60/70…

A idéia de que os deuses da antiguidade eram extra-terrestres influenciaria muito do que foi feito na ficção científica das últimas décadas, incluindo livros, filmes, séries de TV e toda uma concepção mítico-histórica que, na época, era levada muito a sério… recebendo muita atenção da mídia em todo o mundo, apesar de ter sido desde logo desconsiderada pela ciência.

No mundo da música, muitos trabalhos se inspiraram na rica viagem especulativa de “Eram os Deuses Astronautas”… mas esse álbum de 76 era mais diretamente ligado a Von Däniken, com direito a notas de sua autoria nos encartes, além de ilustrações extraídas de seus livros… e o resultado desse encontro singular foi recuperado em CD, permitindo um vislumbre de mais esse momento quase perdido do prog. dos anos 70.

Com o Absolute Elsewhere vocês ouviram “Earthbound/Future Past”, “Gold of the Gods” e “Miracles of the Gods”…

Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1… Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… ele é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.

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BILL BRUFORD

BG – SAMPLE AND HOLD

1. BACK TO THE BEGINNING – 7:25

2. BEELZEBUB – 3:22

3. FEELS GOOD TO ME – 3:53

4. IF YOU CAN’T STAND THE HEAT – 3:27

5. HELL’S BELLS – 3:33

6. FIVE G – 4:46

BG  – THE ABINGDON CHASP

TOTAL – 26:26

ABSOLUTE ELSEWHERE

BG – MOON CITY

1. EARTHBOUND/FUTURE PAST – 9:02

2. GOLD OF THE GODS – 2:39

3. MIRACLES OF THE GODS – 11:47

BG – RETURN TO THE STARS

TOTAL – 23:28

Total geral: 49:54

Ouça o Art Rock com Bill Bruford & Absolute Elsewhere que foi ao ar no dia 06/12/2009, clicando aqui.

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Isle of Wight Festival

Postado em Programas com as tags em 08/12/2009 por artrock

“Boa noite… hoje teremos no programa um pouco de um dos grandes festivais da história do rock, um momento mágico que é lembrado até hoje… mas não estamos nos referindo a Woodstock, e sim ao Festival da Ilha de Wight.

Na verdade houve mais de um desses famosos encontros… o primeiro ocorreu em 68, mas, na época, foi anunciado como “The Great South Coast Bankholiday Pop Festivity”, e tinha como atração principal o Jefferson Airplane, mas contava ainda com Pretty Things, The Move, Crazy World of Arthur Brown e o lendário Tyranossaurus Rex de Marc Bolan…

Em 69 houve outro festival, que já receberia o nome de Isle of Wight Festival of Music… e as atrações seriam muitas… The Band, Bob Dylan, Blodwyn Pig, The Nice, Rithie Havens, Moody Blues e The Who, entre outros… e, assim como o primeiro evento, esse também foi um grande sucesso… reunindo em dois dias um público de mais de 150 mil pessoas…

No entanto, seria o terceiro encontro que realmente entraria para a história, tornando-se um evento apoteótico, com um público estimado entre 600 e 800 mil pessoas… o que o torna até hoje o maior festival já realizado em terras britânicas… e ele seria tão cheio de controvérsias que só voltaria a ocorrer em 2002… mas, para essa primeira parte do programa, vamos ouvir pouco dos shows de Joni Mitchell, Emerson, Lake & Palmer, Moody Blues e Family, para lembrar o Isle of Wight Festival de 1970.

Vocês ouviram momentos do Festival da Ilha de Wight de 1970… primeiro foi Joni Mitchell com “The Big Yellow Taxi”, depois foi o Emerson, Lake & Palmer com “Blue Rondó a La Turk”, na seqüência foram os Moody Blues com “Nights in White Satin” e, para fechar, “Weaver’s Answer” com o Family.

A gente volta já!

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Vamos continuar trazendo um pouco do Festival da Ilha de Wight de 1970… um dos mais memoráveis encontros da história do rock.

O sucesso dos dois festivais anteriores levou os organizadores a mirar alto para o terceiro… recrutando uma seleção de músicos absolutamente insuperável… com nomes como Kris Kristofferson, Taste, Chicago, Leonard Cohen, Procol Harum, Cactus, John Sebastian, Joni Mitchell, Miles Davies, Ten Years After, Emerson, Lake & Palmer, The Doors, The Who, Melanie, Sly & the Family Stone, Free, Donovan, Jethro Tull, Joan Baez, Richie Havens e Jimi Hendrix…

Mas… durante os vários dias em que durou o festival, entre 26 e 30 de agosto de 1970, houve tempo para muitos outros shows, tanto nos palcos principais como nos secundários, incluindo bandas ainda pouco conhecidas como o Supertramp e o Hawkwind… e até de um certo futuro ministro, na época exilado na Inglaterra, chamado Gilberto Gil…

Várias dessas performances foram sendo tornadas disponíveis no correr dos anos, através de lançamentos dos próprios músicos envolvidos e também de especiais para celebrar esse lendário festival… e para fechar o programa de hoje nós selecionamos faixas da genial apresentação do Jethro Tull, que ocorreu no domingo, dia 30 de agosto… e que pode ser encontrada no CD e DVD “Nothing is Easy: Live at Isle of Wight 1970”, de 2004…

Com o Jethro Tull, vocês ouviram “My Sunday Feeling”, “My God”, “To Cry you a Song”, “Boureé” e “Nothing is Easy”… todas extraídas do álbum “Nothing is Easy: Live at Isle of Wight 1970”…
Art Rock fica por aqui, obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa, 97,1…

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com… ele é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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ISLE OF WIGHT FESTIVAL

1. JONI MITCHELL – THE BIG YELLOW TAXI – 2:55

2. ELP – BLUE RONDO A LA TURK – 7:24

3. MOODY BLUES – NIGHTS IN WHITE SATIN – 5:01

4. FAMILY – WEAVER’S ANSWER – 7:06

TOTAL – 22:26

ISLE OF WIGHT FESTIVAL

1. MY SUNDAY FEELING – 5:20

2. MY GOD – 7:30

3. TO CRY YOU A SONG – 5:40

4. BOUREE – 4:34

5. NOTHING IS EASY – 5:36

TOTAL – 27:00

Total geral: 49:26

Ouça o Art Rock com Isle of Wight Festival, que foi ao ar no dia 29/11/2009, clicando aqui.

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