The Seeds & Amboy Dukes

Publicado em Programas com as tags , às 14/07/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois grupos do lado mais hard da psicodelia americana dos anos 60, começando por prestar uma homenagem para Richard Marsh, mais conhecido como Sky “Sunlight” Saxon… do grupo The Seeds, que deixou a nossa insípida realidade no último dia 25 de junho.

theseeds

The Seeds começou como um legítimo grupo de rock garagem, com uma sonoridade que prenunciava o punk rock em meio às viagens psicodélicas da década de 60… o grupo foi fundado em Los Angeles, em 65… e seus membros originais foram o vocalista Sky Saxon, juntamente com o guitarrista Jan Savage, o baterista Rick Andridge e o tecladista Daryl Hooper…

Já em 66 eles lançariam seu primeiro compacto, com a antológica faixa “Pushin’ too hard”… mas o som cru e pesado dos singles era relativizado por uma abordagem mais claramente psicodélica em álbuns clássicos como “The Seeds”, “Web of Sound” e, especialmente, no genial “Future”, seu trabalho conceitual de 67… que acabaria sendo o último grande trabalho do grupo.

webofsound

Depois da separação em 69, Sky seguiria em carreira solo… e acabaria se tornando um personagem Cult no circuito underground… apesar de sua mania de criar um grupo novo para cada álbum… como o Sunstar, a Universal Stars Band, e o Sunlight & the New Seeds, entre outros… e ele continuava ativo, tendo realizado shows no Texas ainda naquela semana, além de planejar uma tour para o fim do ano, junto de outros sobreviventes da era psicodélica… vamos lembrar essa grande figura com faixas dos álbums “The Seeds” e “Web of Sound”.

Vocês ouviram The Seeds com “Can’t seem to make you mine”, “Pushin’too hard”, “A faded picture” e “Up in her room”.

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro grupo cultuado dos anos 60, o Amboy Dukes… que acabou revelando um guitarrista lendário com uma carreira que continua inabalável até hoje…

Amboy Dukes

Formado em 65, o Amboy Dukes tinha figuras talentosas, como o vocalista John Drake e o segundo guitarrista Steve Farmer, que também era responsável pelas letras geniais do grupo… mas desde o início sua figura central sempre foi o seu guitarrista principal… o endiabrado Ted Nugent, que na época já era famoso por tocar como um trem desgovernado… e que só iria ficar cada vez mais fora de si com o passar dos anos…

journeytothecentreofthemind

The Nuge, que também é conhecido como The Motorcity Madman, hoje é mais famoso por criar polêmicas com seu posicionamento político de extrema direita… mas ele continua em plena atividade e tocando como nunca… com tours anuais e álbuns freqüentes, o último dos quais, “The Love Granade”, saiu em 2007… e foi seguido, agora em 2009, por um novo álbum ao vivo… “Motor City Mayhem: the 6000th Concert”…

migration

Mas a gente selecionou para o programa de hoje um material menos pirotécnico… extraído dos álbuns “The Amboy Dukes” de 67, “Journey to the Center of the Mind” de 68 e “Migration” de 69… um registro de um tempo quando Ted Nugent ainda era um garoto promissor… e sua guitarra furiosa era o veículo perfeito para explorar os limites do lado mais pesado do rock psicodélico.

Vocês ouviram os Amboy Dukes, abrindo com “I feel free”, que foi uma cover do Cream, depois foi “Colors”, “Surrender to your kings”, “Flight of the BIRD”, “Journey to the center of the mind”, “Missionary Mary” e “Prodigal Man”.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

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Até a semana que vem.”

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THE SEEDS

BG – EVIL HOODOO

1. CAN’T SEEM TO MAKE YOU MINE – 3:05

2. PUSHIN’ TO HARD – 2:39

3. A FADED PICTURE – 5:20

4. UP IN HER ROOM – 14:39

BG – JUST LET GO

TOTAL – 25:43

AMBOY DUKES

BG – GOOD NATURED EMMA

1. I FEEL FREE – 3:45

2. COLORS – 3:27

3. SURRENDER TO YOUR KINGS – 2:53

4. FLIGHT OF THE BIRD – 2:50

5. JOURNEY TO THE CENTER OF THE MIND – 3:33

6. MISSIONARY MARY – 2:35

7. PRODIGAL MAN – 5:48

BG – BABY PLEASE DON’T GO

TOTAL – 24:41

TOTAL GERAL: 50:24

Ouça o Art Rock com The Seeds & Amboy Dukes, que foi ao ar no dia 12/07/2009, clicando aqui.

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Phenomena & Excalibur II

Publicado em Programas com as tags , às 07/07/2009 por artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer dois exemplos de projetos reunindo músicos de muitas bandas diferentes, começando com um dos mais bem sucedidos super-grupos dos anos 80… o Phenomena.

Esse projeto nasceu em 1983… quando Tom Galley mostrou ao seu irmão Mel (na época guitarrista do Whitesnake) uma história que ele havia desenvolvido e que parecia um material perfeito para um álbum conceitual… algo que não se fazia mais naquela época e que eles tiveram que se virar para conseguir levar adiante… acabando por se ver às voltas com um projeto multimídia que traria uma verdadeira reunião de grandes nomes do rock inglês.

phenomena

Contando em seu núcleo com Glenn Hughes nos vocais, Mel Galley na guitarra, Cozy Powell na bateria, Don Airey nos teclados e Neil Murrey no baixo, grupo misturava as famílias do Deep Purple, Black Sabbath, Rainbow & Whitesnake… e o resultado foi tão bem sucedido que levou a um novo trabalho, “Phenomena II: Dream Runner”, que seria lançado em 1987 com uma formação difrente, agora com John Wetton (do King Crimson & Asia), Ray Gillen (do Black Sabbath), Scott Gorham (do Thin Lizzy) e Max Bacon (do GTR).

Em 91 era a vez de “Phenomena III: Inner Vision”, com Brian May (do Queen)… e, depois de quinze anos de silêncio, saiu em 2006 “Phenomena IV: Psycho Fantasy”, trazendo de volta Glenn Hughes e outro ex-Black Sabbath, o vocalista Tony Martin… mas essa encarnação mais recente do Phenomena fica para outro programa… para hoje nós selecionamos faixas do primeiro álbum do grupo, lançado em 1985.

Vocês ouviram com o Phenomena as faixas “Kiss of fire”, “Dance with the Devil”, “Phoenix Rising”, “Believe”, “Hell on wings” e “Phenomena”…

A gente volta já.

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Agora vamos trazer outro trabalho conceitual… uma ópera rock céltica que também é um evento multimídia envolvendo grandes nomes do rock… “Excalibur”.

Concebido como uma trilogia, o projeto “Excalibur” foi uma criação do compositor e aventureiro francês Alan Simon, explorando não apenas o seu interesse pelo mito arturiano, mas também pela música céltica e pelo folk rock… e tudo isso tomaria forma em 99, com o lançamento de “Excalibur – La Légende des Celtes”, que se tornaria um dos álbuns do ano na França e seria seguido por “Excalibur – le Concert Mythique”… o registro da antológica apresentação em Rennes para mais de 30 mil pessoas.

excalibur2

Em 2001 Simon voltaria a investir em um mega-projeto… a produção de inspiração ecológica “Gaia – or the Song of the Earth”, em que reuniu membros do Midnight Oil, The Moody Blues, Fleetwood Mac e Supertramp, entre outros… e, em 2007, seria a vez de voltar para a míticas terras do Rei Arthur, com “Excalibur II: The Ring of the Celts”… que conta com Jon Anderson, John Wetton, Maddy Pryor, Justin Hayward, Alan Parsons… e mais o Barklay James Harvest, o Pentangle, o Fairport Convention e até Andreas Vollenweider e a Filarmônica de Praga.

Atualmente Alan Simon está preparando a apresentação especial dessa ópera rock para a comemoração de trinta anos do celebrado Torneio de Cavalaria de Kaltenberger, na Alemanha, incluindo a participação do grande ator alemão Michael Mendl como Merlin e também do grupo teatral Feuervogel e da Celtic Feet Dance and Theatre Company… e a gente selecionou faixas extraídas da versão de estúdio dessa produção antológica… o álbum “Excalibur II: The Ring of the Celts”…

Vocês ouviram “The Celtic Ring”, com Alan Parsons, “Lugh”, com John Wetton, “Thuata de Danann” com o Flook, “Circle of Life” com John Anderson, “Secret Garden” com Maddy Prior do Steeley Span e “Call” com o Barklay James Harvest… faixas extraídas da opera-folk-rock “Excalibur II: The Ring of the Celts” de Alan Simon.

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Até a semana que vem.”

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PHENOMENA

BG – ASSASSINS OF THE NIGHT

1.    KISS OF FIRE – 4:58

2.    DANCE WITH THE DEVIL – 4:44

3.    PHOENIX RISING – 4:45

4.    BELIEVE 5:53

5.    HELL ON WINGS – 3:54

6.    PHENOMENA – 2:06

BG – RUNNNING WITH THE PACK

TOTAL – 25:50

EXCALIBUR II

BG – PILGRINS – FAIRPORT CONVENTION

1.    THE CELTIC RING – 3:54 – ALAN PARSONS

2.    LUGH – 4:27 – JOHN WETTON

3.    TUATHA DE DANANN – 2:27 – FLOOK

4.    CIRCLE OF LIFE – 4:30 – JOHN ANDERSON

5.    SECRET GARDEN – 3:16 – MADDY PRIOR (STEELEY SPAN)

6.    CALL – 5:48 – BARKLAY JAMES HARVEST

BG – SHADOWN & LIGHT

TOTAL – 24:22

TOTAL GERAL: 50:12

Ouça o Art Rock com Phenomena & Excalibur II, que foi ao ar no dia 05/07/2009, clicando aqui.

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John Mayall

Publicado em Programas com as tags às 02/07/2009 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje teremos uma das figuras centrais do rock inglês… verdadeiro eixo em torno do qual vários estilos se formaram… do blues-rock, ao heavy e também o progressivo… o genial John Mayall.

Considerado o decano do blues inglês, John Mayall sempre foi o centro das muitas versões dos seus lendários Bluesbreakers… além de ter sido também um dos professores de mais de uma geração de grandes nomes do rock inglês… tendo atraído para o seu lado músicos emblemáticos como os guitarristas Eric Clapton e Peter Green, os baixistas Jack Bruce, Andy Fraser e John McVie, os bateristas Mick Fleetwood, Aynsley Dumbar  e Jon Hiseman e o saxofonista Dick Heckstall-Smith… entre muitos outros.

barewires

Atravessando as décadas sem perder a força… John Mayall mudaria de estilo muitas vezes, explorando os limites do blues em viagens jazzísticas ou arranjos mais pesados… ao mesmo tempo em que mantinha seu grupo sempre renovado com a entrada de novos membros, aumentando ou diminuindo o número de integrantes… e, mais tarde, deixando de lado o nome Bluesbreakers para assumir de vez uma carreira solo, que continua até os dias de hoje.

E nessa primeira parte do programa vamos trazer um dos momentos em que mais claramente pode-se chamar o seu som de progressive blues, o álbum “Bare Wires” de 68… o primeiro de seus trabalhos a romper com o formato tradicional do blues para assumir novas possibilidades… com a ajuda da guitarra de Mick Taylor… que, pouco depois, se tornaria membro dos Rolling Stones em uma de suas melhores fases.

Vocês ouviram a “Bare Wires Suite”… com os Bluesbreakers de John Mayall…
A gente volta já.

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E agora vamos continuar trazendo um pouco de John Mayall, que completa 76 agora em 2009… e que parece estar longe de querer se aposentar.

Apesar de ter perdido o destaque que tinha nos anos 60/70… John Mayall nunca encerrou atividades, continuando a se apresentar e a lançar trabalhos de estúdio com regularidade, o mais recente dos quais foi o álbum “In the Palace of the King”, lançado em 2007, onde ele fazia uma homenagem a uma de suas maiores influências… o genial Freddie King.

laurelcanyon

Além disso, Mayall mantêm um ritmo invejável em suas tours anuais… como agora em 2009, uma excursão em que, por incrível que pareça, ele mantém uma agenda de shows praticamente diários, incluindo uma série de apresentações com B.B. King em arenas de Manchester, Birmingham, Cardiff e no estádio de Wembley, em Londres… e depois, ele ainda segue para o continente europeu, em uma maratona que muitas bandas jovens não agüentariam.

turningpoint

Mas, para essa segunda parte do programa nós selecionamos um material mais antigo… extraído dos álbuns “Blues from Laurel Canyon” e “The Turning Point”… ambos lançados em 69, sendo que o último já mostra as mudanças ocorridas depois que Mick Taylor deixou o grupo para substituir Brian Jones nos Stones… outros teriam sofrido com a perda de um guitarrista talentoso como ele, mas para John Mayall aquela foi apenas mais uma chance para explorar outras possibilidades do blues…

Vocês ouviram “Vacation”, “2401”, “Medicine Man”, “Fly Tomorrow” e “Thoughts about Roxane” com o grande John Mayall.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

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JOHN MAYALL

1. BARE WIRES SUITE – 23:07

TOTAL – 23:07

JOHN MAYALL

1. VACATION – 2:47

2. 2401 – 3:42

3. MEDICNE MAN -2:43

4. FLY TOMORROW – 8:59

5. THOUGHTS ABOUT ROXANE – 8:16

TOTAL – 26:27

TOTAL GERAL: 49:34

Ouça o Art Rock com John Mayall, que foi ao ar no dia 28/06/2009, clicando aqui.

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Marianne Faithfull & Plant & Kraus

Publicado em Programas com as tags , às 23/06/2009 por artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer mais dois ótimos lançamentos, começando com o mais recente… o novo álbum de uma das cantoras que marcou o rock dos anos 60 e continua em plena atividade… a grande Marianne Faithfull.

Com uma produção que atravessa fronteiras de muitas mídias, indo do cinema ao teatro e da literatura à música… Marian Evelynn Faithfull começou sua carreira no folk, chegando ao sucesso graças à clássica faixa “As Tears Go By”… que os Rolling Stones fizeram especialmente para ela em 66… época em que se tornaria uma das musas inspiradoras do grupo… mantendo uma relação à três com Brian Jones e Anita Pallenberg… e depois deixando o ménage a trois de lado para ficar com Mick Jagger…

marianne

No começo dos anos 70, depois que se separou de Mick, ela passou a ser ignorada pela imprensa e acabou sendo esquecida, perdendo-se em dividas até ser forçada a viver nas ruas de Londres, se virando como podia… só anos mais tarde ela seria reencontrada por velhos amigos, como David Bowie e o próprio Mick Jagger, que tentaram ajudá-la… e, em 79, ela finalmente voltaria a gravar, lançando o genial álbum “Broken English”… agora com uma voz rouca, resultado de anos dormindo em becos.

Desde então Marianne Faithfull não voltou a se perder… e hoje é uma das lendas vivas do rock inglês… além ser uma escritora de sucesso e uma atriz premiada… e, para esta primeira parte do programa, a gente selecionou um pouco do seu novo álbum “Easy Come, Easy Go”, que acabou de sair e conta com a colaboração de alguns nomes de peso, como Nick Cave, Sean Lennon, Ruffus Wainwright… e seu velho amigo Keith Richards, reunindo composições que vão de Smokey Robinson e Randy Newman… até Brian Eno e Morrissey.

Com Marianne Faithfull, vocês ouviram “Down from Dover”, “Hold on, Hold on”, “Children of Stone”, “How Many Worlds” e “Dear God Please Help Me”.

A gente volta já.

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E agora vamos trazer um dos discos mais premiados na entrega do Grammy desse ano… o álbum “Raising Sand”, de Robert Plant, em parceria com uma das estrelas do bluegrass contemporâneo,a cantora Alison Krauss…

Embora prêmios como o Grammy não costumem ser muito confiáveis quanto à qualidade dos premiados, esse novo trabalho do vocalista do Led Zeppelin é uma fusão impecável de elementos de linguagens musicais distintas, com a ajuda de Alison Krauss… e o que surpreende é que tenha ganho nada menos que 5 Grammys, tornando-se um dos ganhadores do ano, em meio a trabalhos muito mais voltados aos ditames comerciais.

plant&krauss

Sem fazer concessões, “Raising Sand” ganhou em todas as categorias que disputou… é o Álbum do Ano, Melhor Álbum Folk, Melhor Gravação do Ano, Melhor Colaboração Vocal Pop e Melhor Colaboração Vocal Country… mas, apesar disso, o álbum é um trabalho de puro lirismo, onde a dupla explora sonoridades que vão de Tom Waits a Gene Clark dos Byrds, passando pelos Nevile Brothers e até pela lendária Doroty LaBostrie… a autora de “Tutti-Frutti”, que todo mundo conhece na versão de Little Richard.

Além de Plant & Krauss se destacam nesse disco o guitarrista T. Bone Burnett, que também é o produtor, o baterista Jay Bellerouse e o baixista Dennis Crouch, além de uma participação especial do grande Mike Seeger… e, é claro, de Jimmy Page, que não podia ficar de fora… ainda mais porque o álbum foi produzido originalmente em 2007… quando os dois estavam às voltas com o retorno do Led Zeppelin.

Vocês ouviram “Killing the Blues”, “Please read the letter”, “Trampled Rose”, “Fortune Teller” e “Nothing” com a dupla Plant & Krauss.

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Até a semana que vem.”

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MARIANNE FAITHFULL

BG – THE CRANE WIFE 3

1.    DOWN FROM DOVER – 4:43

2.    HOLD ON HOLD ON – 2:58

3.    CHILDREN OF STONE – 8:04

4.    HOW MANY WORLDS – 3:40

5.    DEAR GOD PLEASE HELP ME – 4:29

BG – EASY COME EASY GO

TOTAL – 24:29

PLANT & KRAUS

BG – RICH WOMAN

1.    KILLING THE BLUES – 4:17

2.    PLEASE READ THE LETTER – 5:55

3.    TRAMPLED ROSE – 5:34

4.    FORTUNE TELLER – 4:32

5.    NOTHING – 5:35

BG – YOUR LONG JOURNEY

TOTAL – 25:53

TOTAL GERAL: 50:22

Ouça o Art Rock com Marianne Faithfull & Plant & Kraus, que foi ao ar no dia 21/06/2009, clicando aqui.

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Cat Stevens & Yusuf Islam

Publicado em Programas com as tags , às 17/06/2009 por artrock

“Boa noite, hoje vamos trazer um dos lançamentos do ano, o novo álbum de uma figura lendária do rock inglês, que deixou sua carreira de lado por motivos religiosos, mas voltou atrás nessa e em outras posturas, retornando ao mundo da música em grande estilo.

Estamos nos referindo ao genial Cat Stevens… que deixou tudo para trás quando se converteu ao islamismo e passou a ser conhecido como Yusuf Islam… uma atitude que seria muito criticada, pois acabou abandonando a música e mudando-se para o Irã, o que o levou a ser acusado de apoiar mesmo as decisões mais controversas do regime dos aiatolás… como a condenação à morte do escritor Salman Rushdie, acusado de ofender o profeta Maomé.

foreigner

Banido das rádios do mundo ocidental, Yusuf levaria anos para recuperar a sua imagem, algo que só começou a acontecer quando ele suavizou sua postura mais radical… nos anos 90 ele voltaria a gravar, mas a sua volta para a música foi a princípio muito mal recebida, devido à temática religiosa de seus trabalhos…

budha&thechocolatebox

Só recentemente ele voltaria a cantar como nos velhos tempos… mas, antes de ouvir um pouco do álbum “Roadsinger”, que acabou de sair, nós vamos, nessa primeira parte do programa, relembrar um pouco da melhor fase do grande Cat Stevens… com faixas dos clássicos álbuns “Foreigner” de 73 e “Budha and the Chocolate Box”, de 74…

Com a voz lírica e inquieta de Cat Stevens, vocês ouviram “Foreigner Suite”, “Sun/C79” e “A Bad Penny”…

A gente volta já.

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E agora vocês vão poder ouvir um pouco do novo disco de Yusuf Islam, que costumava ser Cat Stevens… e, pelo jeito, está querendo voltar a ser novamente.

Esse retorno do velho gato começou aos poucos… na época do 11 de setembro Yusuf estava ensaiando uma volta, que acabou sendo adiada depois do atentado… mas ele aproveitou para responder uma questão sobre o radicalismo islâmico feita por um reporter da CNN com os versos da clássica “Peace Train”, do seu álbum “Teaser and the Firecat” de 71… e, a partir daí, ele saiu em definitivo à procura de resgatar o seu legado perdido.

roadsinger

Em 2004 saía “Magikat: Earth tour 1976”, em CD e DVD, registrando a sua lendária excursão  americana do álbum “Numbers”… e ele também aproveitaria para lançar “Night of Remembrance” um álbum ao vivo gravado no Royal Albert Hall, em que ele cantava seu repertório como Yusuf Islam, mas já incluía um momento de seus tempos de Cat Stevens… justamente a faixa “Peace Train”.

Mas seria só em 2006 que ele faria de vez as pazes com o seu passado, recuperando a sonoridade de seus discos dos anos 70 no álbum “Another Cup”, o primeiro de uma nova fase de sua carreira… e em 2007 ele lançaria o DVD “Yusuf’s Cafe Session”, com uma apresentação gravada ao vivo em março daquele ano e uma longa entrevista em que desmentia ter apoiado a condenação de Salman Rushdie e outras acusações… e agora ele está aí com mais um grande trabalho… “Roadsinger: to Warm You Through the Night”…

Vocês ouviram “Welcome Home”, “Thinking ‘Bout You”, “The Rain”, “World of Darkness”, “Be What You Must”, “This Glass World”, “Roadsinger”, “Dream On”, com Cat Stevens… ou melhor, Yusuf Islam…

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CAT STEVENS

BG – THE HURT

1. THE FOREIGNER SUITE –  18:21

2. SUN C79 – 4:35

3. A BAD PENNY – 3:21

BG – OH VERY YOUNG

TOTAL – 26:17

YUSUF ISLAM

BG – EVERYTIME I DREAM

1. WELCOME HOME – 4:23

2. THINKING BOUT YOU – 2:32

3. THE RAIN – 3:27

4. WORLD OF DARKNESS – 2:24

5. BE WHAT YOU MUST – 3:25

6. THIS GLASS WORLD – 2:03

7. ROADSINGER – 4:10

8. DREAM ON – 1:57

BG – ALL KINDS OF ROSES

TOTAL – 24:11

TOTAL GERAL: 50:28

Ouça o Art Rock com Cat Stevens & Yusuf Islam, que foi ao ar no dia 14/06/2009, clicando aqui.

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Som Imaginário & Sá, Rodrix & Guarabyra

Publicado em Programas com as tags , às 09/06/2009 por artrock

“Boa noite, hoje teremos uma homenagem para José Rodrigues Trindade… mais conhecido simplesmente como Zé Rodrix… uma grande figura que resolveu deixar os limites do espaço normal e acionar os motores de dobra no último dia 22 de maio…

Zé Rodrix teve uma carreira solo movimentada e bem sucedida, mas nós vamos nos concentrar no programa de hoje em dois grupos que ele integrou, começando com uma das lendas do prog nacional, o Som Imaginário, que surgiu para acompanhar Milton Nascimento, e contava ainda com o grande tecladista Wagner Tiso e com os guitarristas Tavito e Frederyko (o Fredera)…

Somimaginário

Eles eram para ser apenas a banda de apoio no show “Milton Nascimento, ah… e o Som Imaginário”, mas acabariam indo muito além… lançando em 1970 um excelente álbum homônimo onde misturavam elementos de psicodelia com a chamada MPB em uma amálgama que continuaria em seus próximos trabalhos.

Eles manteriam sua ligação com Milton Nascimento, que participaria do álbum “Matança de Porco”, que o Som Imaginário lançaria em 73… mas Zé Rodrix já havia deixado o grupo nessa época… por isso nós selecionamos material extraído do álbum “Som Imaginário” de 1970… e também do compacto “Geração 70” gravado com Taiguara.

Com o Som Imaginário, vocês ouviram “Morse”, “Tema dos Deuses”, “Make Believe Waltz”, “Nepal”, “Feira Moderna”, “Hey Man”, “Poison” e “Em Algum Lugar do Mundo”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco da carreira de Zé Rodrix, agora com um grupo cujo som costuma ser mais associado ao que é conhecido como o rock rural… o Sá, Rodrix & Guarabyra…

Esse trio reunia ainda Luís Carlos Pereira de Sá e Guttemberg Nery Guarabyra Filho… e eles marcaram o cenário musical brasilerio no início dos anos 70, lançando dois álbuns de sucesso pela Odeon, apresentando-se com freqüência na televisão e chegando a ser premiados pelo seu genial jingle “Só tem amor quem tem amor pra dar”, para uma campanha publicitária da Pepsi…

sarodrix&guarabyra

A sonoridade do Sá, Rodrix & Guarabyra tinha muitos elementos folk, que se crusavam em meio ao rock, muitas vezes sem se misturar com ele, mas mantendo uma distância que era ainda mais acentuada pelo visual do grupo e pela forma como eles se apresentavam nos programas de TV… funcionando como uma ponte entre essas linguagens musicais.

Zé Rodrix deixaria o grupo para levar adiante a sua carreira solo… depois participou da apresentação nacional do musical “Rocky Horror Picture Show”… integrou o Joelho de Porco… deixou a música pela publicidade… escreveu a “Trilogia do Templo”, onde explorava suas ligações maçônicas… e voltou por fim para as origens, reunindo-se com Sá & Guarabyra no novo milênio e voltando a gravar… seu último trabalho seria o álbum “Amanhã” agora de 2009… mas a gente selecionou faixas de “Passado, Presente, Futuro” de 72 e “Terra” de 73.

Vocês ouviram “Ama Teu Vizinho Como a Ti Mesmo”, “Boa Noite”, “Hoje Ainda é Dia De Rock”, “Crianças Perdidas”, “Azular”, “Ouvi Contar”, “Desenhos No Jornal, “O Brilho Das Pedras / Paulo Afonso” e “Até Mais Ver”… com o Sá, Rodrix & Guarabyra…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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SOM IMAGINÁRIO

BG – SUPER GOD

1. MORSE – 3:32

2. TEMA DOS DEUSES – 2:52

3. MAKE BELIEVE WALTZ – 2:23

4. NEPAL – 5:03

5. FEIRA MODERNA – 3:48

6. HEY MAN – 2:59

7. POISON – 2:29

8. EM ALGUM LUGAR DO MUNDO – 2:37

BG – PANTERA

TOTAL – 25:43

SÁ, RODRIX & GUARABYRA

BG – MESTRE JONAS

1. AMA TEU VIZINHO COMO A TI MESMO – 2:25

2. BOA NOITE – 2:59

3. HOJE AINDA É DIA DE ROCK – 2:20

4. CRIANÇAS PERDIDAS – 2:02

5. AZULAR – 3:09

6. OUVI CONTAR – 2:15

7. DESENHOS NO JORNAL – 2:17

8. O BRILHO DAS PEDRAS / PAULO AFONSO – 4:11

9. ATÉ MAIS VER – 3:08

BG – O PÓ DA ESTRADA

TOTAL – 24:46

TOTAL GERAL: 50:26

Ouça o Art Rock com Som Imaginário & Sá, Rodrix & Guarabyra, que foi ao ar no dia 07/06/2009, clicando aqui.

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Irish Coffee & Jericho Jones

Publicado em Programas com as tags , às 01/06/2009 por artrock

Boa noite, no programa de hoje faremos nossa costumeira passagem pelo lado mais obscuro do rock, com dois grupos do início dos anos 70 que nunca chegaram a entrar para o primeiro time.

Vamos começar com o Irish Coffee… grupo belga formado em 1970, que se chamava originalmente The Voodoo, e começou tocando covers do Deep Purple, Led Zeppelin e The Who, antes de se firmar com uma sonoridade que na época era conhecida simplesmente como hard rock… mas que hoje costuma ser denominada de heavy prog…

irishcoffee

Eles lançariam uma série de serie de compactos de relativo sucesso local e um álbum excelente em que sobressaem os teclados de Paul Lambert… mas, infelizmente, o grupo não iria muito além disso, seguindo o destino de muitos outros no cenário do rock belga… que sofriam com a pressão das gravadoras para que fossem um novo Wallace Collection.

No fim, quando Paul Lambert deixou a nossa realidade em 75, o Irish Coffee acabou se separando… e seu único disco  tornou-se uma raridade disputada pelos colecionadores… pelo menos até o seu lançamento em CD nos anos 90 do século passado, que chegou até a animar os membros remanescentes do grupo a se reunir novamente… mas, para essa primeira parte do programa, nós selecionamos faixas do álbum “Irish Coffee”, de 71…

Com o Irish Coffee vocês ouviram “Masterpiece”, “The Beginning of the End”, “When Winter Come”, “A Day Like Today” e “Carry On”

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grupo pouco conhecido, dessa vez do Oriente Médio… o Jericho Jones…

Formado em Israel… esse quinteto surgiu em 68 com o nome The Churchills, mudando-se para Inglaterra, adotando o nome Jericho Jones e lançando em 72 o excelente álbum “Junkies, Monkeys & Dunkeys”, onde se destacava o trabalho dos guitarristas Haim Romano e Robb Huxley… além do vocal respeitável de Danny Shoshan…

jerichojones

E, embora não tenha tido grande repercussão, o disco impressionou o bastante para que eles pudessem levar adiante a sua aventura no cenário musical inglês… em 72 abreviariam o nome para Jericho, e lançariam um álbum homônimo que pegava mais pesado do que o primeiro, mas que mantinha a mesma sonoridade, incluindo apenas algumas passagens orquestradas e faixas mais longas e elaboradas.

Mas, como tantos outros grandes grupos de carreira curta, o Jericho pecou por não conseguir se sobressair em meio a um panorama dominado por grandes nomes… e, como eram israelenses vivendo muito longe de casa, ficou difícil para os garotos seguir em frente, e eles acabaram se separando… felizmente seus dois únicos trabalhos foram relançados em CD pela Akarma e pela Repertoire… fiquem com um pouco do 1º. Álbum… “Junkies, Monkeys & Dunkeys”…

Vocês ouviram “Freedom”, “No school today”, “Junkies, monkeys & donkeys”, “Time is now” e “What have we got to lose”… com o Jericho Jones.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.

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IRISH COFFEE

MASTERPIECE – 2:53

THE BEGINNING OF THE END – 6:18

WHEN WINTER COME – 4:50

A DAY LIKE TODAY – 6:51

CARRY ON – 4:50

TOTAL – 25:48

JERICHO JONES

FREEDOM – 3:$4

NO SCHOOL TODAY – 5:50

JUNKIES, MONKEYS & DONKEYS – 7:34

TIME IS NOW – 2:58

WHAT HAVE WE GOT TO LOSE – 4:21

TOTAL – 24:27

Total geral: 50:15

Ouça o Art Rock com Irish Coffee & Jericho Jones, que foi ao ar no dia 31/05/2009, clicando aqui.

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Colosseum

Publicado em Programas com as tags às 26/05/2009 por artrock

“Boa noite, hoje no programa teremos um lançamento que resgata o registro dos shows da reunião, nos anos 90, do colosso do jazz rock, o grande Colosseum.

Formado na Inglaterra, o Colosseum chamou logo a atenção pela força das suas lendárias apresentações ao vivo e por álbuns clássicos como “Those About to Die”, “Daughter of Time” e “Valentyne Suite”… todos mostrando uma amálgama perfeita da estrutura de composição livre e improvisação do jazz com uma energia que beirava o nascente heavy-metal… tudo sobre a liderança do genial baterista Jon Hiseman…

themeforareunion

Veterano da banda de Arthur Brown, da Graham Bond Organization e dos Bluesbreakers de John Mayall, Jon Hiseman já era um dos mais respeitados bateras ingleses quando resolveu montar o Colosseun… e entre os músicos que integrariam o grupo em suas várias formações estariam outros grandes nomes como Dick Heckstall-Smith no sax, Dave Greenslade nos teclados, Chris Farlowe nos vocais e Clem Clempson, futuro Humble Pie, na guitarra.

O Colosseum se separou no começo dos anos 70, mas ele teria descendentes memoráveis como o Tempest, o Greenslade e o próprio Colosseum II… e eles se reuniriam novamente nos anos 90, lançando desde então alguns excelentes álbuns de estúdio e ao vivo… o mais recente dos quais é “Theme for a Reunion”, que nós selecionamos para o programa de hoje…

Com o Colosseum vocês ouviram “Elegy” e as três partes de “Valentyne Day’s Suite”…

A gente volta já…

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E agora vamos continuar trazendo um pouco do álbum “Theme for a Reunion”, o novo registro ao vivo do grande Colosseum.

A reunião do grupo em 94 era originalmente apenas para alguns concertos, mas a química entre os músicos da formação clássica acabou sendo mais forte e, depois de um álbum ao vivo e um DVD registrando a tour de retorno, eles seguiram em frente e lançariam em 97 o álbum “Bread and Circuses”… seu primeiro trabalho de estúdio em 25 anos…

Depois disso eles se mantiveram ativos, com seus próprios grupos e também com o Colosseum… que voltaria em 2003 com o álbum “Tomorrow’s blues”… mas sofreria pouco depois uma grande perda, quando Dick Heckstall-Smith atravessou a barreira do hiper-espaço em 2004… sendo substituído a partir de então pela mulher de Jon Hiseman, a saxofonista Barbara Thompson.

Em 2005 sairia outro álbum ao vivo… e o grupo entraria em recesso, devido aos problemas de saúde de Barbara Thompson… mas nós vamos fechar o programa com um pouco mais do novo duplo, “Theme for a Reunion”, que trouxe pela primeira vez uma edição completa e sem cortes do celebrado show de retorno do Colosseum, gravado em Colônia, na Alemanha, em 1994.

Vocês ouviram “Theme for na imaginary western”, “Stormy Monday blues” e “Skelington”… com o grande Colosseum.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado…

Até a semana que vem.”

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COLOSSEUM

BG – THOSE ABOUT TO DIE

1. ELEGY – 5:15

2. THE VALENTYNE DAY’S SUITE 1 – 5:40

3. THE VALENTYNE DAY’S SUITE 2 – 5:17

4. THE VALENTYNE DAY’S SUITE 3 – 9:55

BG – ROPE LADDER TO THE MOON

TOTAL – 26:07

COLOSSEUM

BG – LOST ANGELS

5. THEME FOR AN IMAGINARY WESTERN – 6:29

6. STORMY MONDAY BLUES – 5:28

7. SKELINGTON – 12:37

BG – WALKING IN THE PARK

TOTAL – 24:34

Total geral: 50:41

Ouça o Art Rock com Colosseum, que foi ao ar no dia 24/05/2009, clicando aqui.

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Jefferson Starship

Publicado em Programas com as tags às 19/05/2009 por artrock
“Boa noite, hoje teremos um programa com um dos grandes grupos do rock americano, que quase se perdeu nos anos 80 graças a trabalhos comerciais, mas que se recuperou e voltou a lançar álbuns excelentes, o último dos quais acabou de sair…
Estamos nos referindo ao Jefferson Starship, um descendente direto do grande Jefferson Airplane, verdadeiro sinônimo do rock psicodélico… que começaria sua metamorfose de avião em nave espacial quando o guitarrista Paul Kantner lançou o seu primeiro álbum solo… “Blows Against the Empire”… um trabalho seminal que reuniu membros do Aiplane, Grateful Dead, Quicksilver Menssanger Service e até Crosby, Stills, Nash e Young… entre outros.
Esse verdadeiro quem é quem da psicodelia seria batizado de Jefferson Starship, e a idéia era que evoluísse para o conceito da Planet Earth Rock and Roll Orchestra… mas é uma outra história… no fim o nome Jefferson Starship acabaria reaparecendo em 1974, quando Jorma Kaukonen e Jack Casady saíram do Aiplane para se dedicar somente ao grupo Hot Tuna… deixando Paul Kantner, Marty Balin e Grace Slick para levar o grupo adiante.
E nos anos seguintes o Jefferson Starship lançaria álbuns clássicos como “Dragon Fly”, “Red Octopus” e “Earth”… antes que seus membros fundadores começassem a ser gradualmente expulsos do grupo, que foi se tornando cada vez mais comercial… terminando por se tornar só Starship depois que Paul Kantner saiu em 1984… essa seria uma fase negra que não iria durar muito… mas vamos começar ouvindo um pouco do momento em que essa idéia nasceu, no genial “Blows Against the Empire”, de 1970…
Com Paul Kantner & The Jefferson Starship vocês ouviram “Let’s Go Together”, “Sunrise”, “Hijack”, “Have you seen the stars tonight” e “Starship”…
A gente volta já…
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
E agora vamos trazer um pouco do novo álbum do Jefferson Starship… “Jefferson’s Tree os Liberty”, um trabalho totalmente acústico que mostra o grupo em grande forma, depois de quase 8 anos de silêncio.
Paul Kantner havia recuperado os direitos do nome e voltado com o Jefferson Starship ainda nos anos 90, reunindo Marty Balin e Grace Slick para os vocais e também o baixista do Airplane, Jack Casady… além de novos integrantes, como as vocalistas Diana Mangano e Darby Gould, que substituiriam Grace quando ela decidiu se aposentar… e o resultado seriam álbuns excelentes como “Deep Space/Virgin Sky” de 95, “Windows of Heaven” de 98 e “Across the Sea of Suns” de 2001…
Mas, se esse retorno já não tinha recebido muita divulgação, as coisas só ficaram piores depois do 11 de setembro… pois a mensagem pacifista e libertária do velho Jefferson não combinava nada com as práticas do governo Bush, e o grupo esteve entre os muitos que ficaram sem contrato… só agora em 2008 eles conseguiram retomar o projeto desse álbum acústico, voltando às raízes com versões para clássicos folk de Phil Ochs, Bob Dylan, Woody Guthrie até Fairport Convention… além de novas composições.
E o grupo cresceu com a volta do guitarrista David Freiberg e a entrada de mais uma vocalista, Cathy Richardson… além dos mandolins do grande David Grisman… quanto ao nome, ele foi inspirado na célebre frase de Thomas Jefferson… “A árvore da liberdade tem de ser regada às vezes com o sangue dos patriotas e dos tiranos”… e não é o patriotismo daqueles que morrem em guerras inúteis, mas sim daqueles que enfrentam a loucura dos poderosos para poderem ser livres…
Vocês ouviram “Wasn’t that a time”, “Follow the drinking gourd”, “Sainty Anno”, “I ain’t marching anymore”, “Genesis Hall”, “On the threshold of fire” e “Surprise”, essa última uma faixa oculta, não presente nos créditos, com o vocal da grande Grace Slick.
Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.
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SET LIST:
JEFFERSON STARSHIP
BG – MAU MAU (AMERIKON)
1. LET’S GO TOGETHER – 4:23
2. SUNRISE – 1:54
3. HIJACK – 8:18
4. HAVE YOU SEEN THE STARS TONIGHT? – 3:43
5. STARSHIP – 7:08
BG – A CHILD IS COMING
TOTAL – 25:26
JEFFERSON STARSHIP (THE NEXT GENERATION)
BG – IN A CRISIS
6. WASN’T THAT A TIME – 2:58
7. FOLLOW THE DRINKING GOURD – 3:04
8. SANTY ANNO – 3:14
9. I AIN’T MARCHING ANYMORE – 3:13
10. GENESIS HALL – 3:14
11. ON THE THRESHOLD OF FIRE – 4:49
12. SURPRISE – 4:53
BG – KISSES SWEETER THAN WINE
TOTAL – 25:25
Total geral: 50:51
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *vcvcv”Boa noite, hoje teremos um programa com um dos grandes grupos do rock americano, que quase se perdeu nos anos 80 graças a trabalhos comerciais, mas que se recuperou e voltou a lançar álbuns excelentes, o último dos quais acabou de sair…
Estamos nos referindo ao Jefferson Starship, um descendente direto do grande Jefferson Airplane, verdadeiro sinônimo do rock psicodélico… que começaria sua metamorfose de avião em nave espacial quando o guitarrista Paul Kantner lançou o seu primeiro álbum solo… “Blows Against the Empire”… um trabalho seminal que reuniu membros do Aiplane, Grateful Dead, Quicksilver Menssanger Service e até Crosby, Stills, Nash e Young… entre outros.
Esse verdadeiro quem é quem da psicodelia seria batizado de Jefferson Starship, e a idéia era que evoluísse para o conceito da Planet Earth Rock and Roll Orchestra… mas é uma outra história… no fim o nome Jefferson Starship acabaria reaparecendo em 1974, quando Jorma Kaukonen e Jack Casady saíram do Aiplane para se dedicar somente ao grupo Hot Tuna… deixando Paul Kantner, Marty Balin e Grace Slick para levar o grupo adiante.
E nos anos seguintes o Jefferson Starship lançaria álbuns clássicos como “Dragon Fly”, “Red Octopus” e “Earth”… antes que seus membros fundadores começassem a ser gradualmente expulsos do grupo, que foi se tornando cada vez mais comercial… terminando por se tornar só Starship depois que Paul Kantner saiu em 1984… essa seria uma fase negra que não iria durar muito… mas vamos começar ouvindo um pouco do momento em que essa idéia nasceu, no genial “Blows Against the Empire”, de 1970…
Com Paul Kantner & The Jefferson Starship vocês ouviram “Let’s Go Together”, “Sunrise”, “Hijack”, “Have you seen the stars tonight” e “Starship”…
A gente volta já…
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E agora vamos trazer um pouco do novo álbum do Jefferson Starship… “Jefferson’s Tree os Liberty”, um trabalho totalmente acústico que mostra o grupo em grande forma, depois de quase 8 anos de silêncio.
Paul Kantner havia recuperado os direitos do nome e voltado com o Jefferson Starship ainda nos anos 90, reunindo Marty Balin e Grace Slick para os vocais e também o baixista do Airplane, Jack Casady… além de novos integrantes, como as vocalistas Diana Mangano e Darby Gould, que substituiriam Grace quando ela decidiu se aposentar… e o resultado seriam álbuns excelentes como “Deep Space/Virgin Sky” de 95, “Windows of Heaven” de 98 e “Across the Sea of Suns” de 2001…
Mas, se esse retorno já não tinha recebido muita divulgação, as coisas só ficaram piores depois do 11 de setembro… pois a mensagem pacifista e libertária do velho Jefferson não combinava nada com as práticas do governo Bush, e o grupo esteve entre os muitos que ficaram sem contrato… só agora em 2008 eles conseguiram retomar o projeto desse álbum acústico, voltando às raízes com versões para clássicos folk de Phil Ochs, Bob Dylan, Woody Guthrie até Fairport Convention… além de novas composições.
E o grupo cresceu com a volta do guitarrista David Freiberg e a entrada de mais uma vocalista, Cathy Richardson… além dos mandolins do grande David Grisman… quanto ao nome, ele foi inspirado na célebre frase de Thomas Jefferson… “A árvore da liberdade tem de ser regada às vezes com o sangue dos patriotas e dos tiranos”… e não é o patriotismo daqueles que morrem em guerras inúteis, mas sim daqueles que enfrentam a loucura dos poderosos para poderem ser livres…
Vocês ouviram “Wasn’t that a time”, “Follow the drinking gourd”, “Sainty Anno”, “I ain’t marching anymore”, “Genesis Hall”, “On the threshold of fire” e “Surprise”, essa última uma faixa oculta, não presente nos créditos, com o vocal da grande Grace Slick.
Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.
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SET LIST:
JEFFERSON STARSHIP
BG – MAU MAU (AMERIKON)
1. LET’S GO TOGETHER – 4:23
2. SUNRISE – 1:54
3. HIJACK – 8:18
4. HAVE YOU SEEN THE STARS TONIGHT? – 3:43
5. STARSHIP – 7:08
BG – A CHILD IS COMING
TOTAL – 25:26
JEFFERSON STARSHIP (THE NEXT GENERATION)
BG – IN A CRISIS
6. WASN’T THAT A TIME – 2:58
7. FOLLOW THE DRINKING GOURD – 3:04
8. SANTY ANNO – 3:14
9. I AIN’T MARCHING ANYMORE – 3:13
10. GENESIS HALL – 3:14
11. ON THE THRESHOLD OF FIRE – 4:49
12. SURPRISE – 4:53
BG – KISSES SWEETER THAN WINE
TOTAL – 25:25
Total geral: 50:51
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“Boa noite, hoje teremos um programa com um dos grandes grupos do rock americano, que quase se perdeu nos anos 80 graças a trabalhos comerciais, mas que se recuperou e voltou a lançar álbuns excelentes, o último dos quais acabou de sair…

Estamos nos referindo ao Jefferson Starship, um descendente direto do grande Jefferson Airplane, verdadeiro sinônimo do rock psicodélico… que começaria sua metamorfose de avião em nave espacial quando o guitarrista Paul Kantner lançou o seu primeiro álbum solo… “Blows Against the Empire”… um trabalho seminal que reuniu membros do Aiplane, Grateful Dead, Quicksilver Menssanger Service e até Crosby, Stills, Nash e Young… entre outros.

blowsagainstheempire

Esse verdadeiro quem é quem da psicodelia seria batizado de Jefferson Starship, e a idéia era que evoluísse para o conceito da Planet Earth Rock and Roll Orchestra… mas é uma outra história… no fim o nome Jefferson Starship acabaria reaparecendo em 1974, quando Jorma Kaukonen e Jack Casady saíram do Aiplane para se dedicar somente ao grupo Hot Tuna… deixando Paul Kantner, Marty Balin e Grace Slick para levar o grupo adiante.

E nos anos seguintes o Jefferson Starship lançaria álbuns clássicos como “Dragon Fly”, “Red Octopus” e “Earth”… antes que seus membros fundadores começassem a ser gradualmente expulsos do grupo, que foi se tornando cada vez mais comercial… terminando por se tornar só Starship depois que Paul Kantner saiu em 1984… essa seria uma fase negra que não iria durar muito… mas vamos começar ouvindo um pouco do momento em que essa idéia nasceu, no genial “Blows Against the Empire”, de 1970…

Com Paul Kantner & The Jefferson Starship vocês ouviram “Let’s Go Together”, “Sunrise”, “Hijack”, “Have you seen the stars tonight” e “Starship”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco do novo álbum do Jefferson Starship… “Jefferson’s Tree os Liberty”, um trabalho totalmente acústico que mostra o grupo em grande forma, depois de quase 8 anos de silêncio.

Paul Kantner havia recuperado os direitos do nome e voltado com o Jefferson Starship ainda nos anos 90, reunindo Marty Balin e Grace Slick para os vocais e também o baixista do Airplane, Jack Casady… além de novos integrantes, como as vocalistas Diana Mangano e Darby Gould, que substituiriam Grace quando ela decidiu se aposentar… e o resultado seriam álbuns excelentes como “Deep Space/Virgin Sky” de 95, “Windows of Heaven” de 98 e “Across the Sea of Suns” de 2001…

treeofliberty

Mas, se esse retorno já não tinha recebido muita divulgação, as coisas só ficaram piores depois do 11 de setembro… pois a mensagem pacifista e libertária do velho Jefferson não combinava nada com as práticas do governo Bush, e o grupo esteve entre os muitos que ficaram sem contrato… só agora em 2008 eles conseguiram retomar o projeto desse álbum acústico, voltando às raízes com versões para clássicos folk de Phil Ochs, Bob Dylan, Woody Guthrie até Fairport Convention… além de novas composições.

E o grupo cresceu com a volta do guitarrista David Freiberg e a entrada de mais uma vocalista, Cathy Richardson… além dos mandolins do grande David Grisman… quanto ao nome, ele foi inspirado na célebre frase de Thomas Jefferson… “A árvore da liberdade tem de ser regada às vezes com o sangue dos patriotas e dos tiranos”… e não é o patriotismo daqueles que morrem em guerras inúteis, mas sim daqueles que enfrentam a loucura dos poderosos para poderem ser livres…

Vocês ouviram “Wasn’t that a time”, “Follow the drinking gourd”, “Sainty Anno”, “I ain’t marching anymore”, “Genesis Hall”, “On the threshold of fire” e “Surprise”, essa última uma faixa oculta, não presente nos créditos, com o vocal da grande Grace Slick.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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SET LIST:

JEFFERSON STARSHIP

BG – MAU MAU (AMERIKON)

1. LET’S GO TOGETHER – 4:23

2. SUNRISE – 1:54

3. HIJACK – 8:18

4. HAVE YOU SEEN THE STARS TONIGHT? – 3:43

5. STARSHIP – 7:08

BG – A CHILD IS COMING

TOTAL – 25:26

JEFFERSON STARSHIP (THE NEXT GENERATION)

BG – IN A CRISIS

6. WASN’T THAT A TIME – 2:58

7. FOLLOW THE DRINKING GOURD – 3:04

8. SANTY ANNO – 3:14

9. I AIN’T MARCHING ANYMORE – 3:13

10. GENESIS HALL – 3:14

11. ON THE THRESHOLD OF FIRE – 4:49

12. SURPRISE – 4:53

BG – KISSES SWEETER THAN WINE

TOTAL – 25:25

Total Geral: 50:51

Ouça o Art Rock com Jefferson Starship, que foi ao ar no dia 17/05/2009, clicando aqui.

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Genesis

Publicado em Programas com as tags às 12/05/2009 por artrock
“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grandes nomes do progressivo, o grande Genesis na época de seu líder original, o genial Peter Gabriel.
Esse grupo dispensa, é claro, maiores apresentações, pois é um dos nomes essenciais do prog. inglês, presente na própria fundação da linguagem progressiva no final dos anos 60 e acabando por se tornar um dos exemplos do seu auge como proposta… e também depois das muitas mudanças que o estilo sofreria nas décadas seguintes, procurando sobreviver em meio a uma realidade mercadológica que passou a ignorar tudo que não fosse comercial.
Mas isso seria bem mais tarde, depois da saída de Peter Gabriel, quando o grupo foi gradualmente passando a ser dominado pelo baterista e futuro hit maker Phil Collins, que tomaria o controle definitivo quando outra figura dominante, o guitarrista Steve Hackett, resolveu sair também no final dos anos 70.
Tudo isso estava distante na gênese deste grande grupo… e nós selecionamos para essa primeira parte do programa este período formador representado pelos seus dois primeiros álbuns… “From Genesis to Revelation”, lançado em 1969, e “Trespass”, que sairia em 1970…
Com o Genesis vocês ouviram “The Serpent”, “Am I Very Wrong”, “In The Wilderness”, “The Conqueror”, “White Mountain” e “Dusk”.
A gente volta já…
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E agora vamos trazer mais um pouco do grande Genesis, na época de sua formação clássica, quando Phil Collins era apenas um grande baterista… e só cantava quando Peter Gabriel deixava.
Foi graças às alugações e ao lirismo de Peter Gabriel que o Genesis atingiu o seu ponto mais alto, tanto no aspecto criativo como enquanto fenômeno de mídia, causando um grande impacto com sua poética única, combinada com a riqueza teatral de suas apresentações ao vivo que marcariam época e influenciariam muitos outros grupos desde então.
Tanto a tradição progressiva italiana como o neo-prog dos anos 80 seriam tributários do legado do Genesis… e não seriam os únicos… isso seguiria até mesmo para outras famílias do rock, embora em muitos casos tenha se mesclado também com outras abordagens teatrais, algumas das quais haviam sido influências para os delírios do próprio Peter Gabriel.
E para fechar o programa essa vamos trazer uma daquelas coisas que só chegaram a nós recentemente, e através das vantagens abertas pela internet… um registro ao vivo no estádio de Wembley, em Londres, durante a lendária tour de 75… época do lançamento do álbum duplo “The Lamb Lies Down on Brodway”… o derradeiro trabalho com Peter Gabriel e um dos discos indispensáveis de qualquer coleção progressiva.
Vocês ouviram com o Geneis “The Grand Parade Of Lifeless Packaging”, “Back In N.Y.C.”, “Hairless Heart”, “Counting A Time”, “Carpet Crawlers” e “The Light Dies Down On Brodway”.
Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.
Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”
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SET LIST:
GENESIS FROM GENESIS TO REVELATION / TRESPASS
1. THE SERPENT – 4:38
2. AM I VERY WRONG – 3:31
3. IN THE WILDERNESS – 3:28
4. THE CONQUEROR – 3:40
5. WHITE MOUNTAIN – 6:43
6. DUSK – 4:14
TOTAL – 25:58
GENESIS WEMBLEY 75
7. THE GRAND PARADE OF LIFELESS PACKAGING – 3:04
8. BACK IN N.Y.C. – 6:08
9. HAIRLESS HEART – 2:35
10. COUNTING A TIME – 3:55
11. CARPET CRAWLERS – 5:43
12. THE LIGHT DIES DOWN ON BRODWAY – 3:32
TOTAL – 24:49
Total geral: 50:47
Ouça o Art Rock com Genesis, que foi ao ar no dia 10/05/2009, clicando aqui.
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“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer um dos grandes nomes do progressivo, o grande Genesis na época de seu líder original, o genial Peter Gabriel.

Esse grupo dispensa, é claro, maiores apresentações, pois é um dos nomes essenciais do prog. inglês, presente na própria fundação da linguagem progressiva no final dos anos 60 e acabando por se tornar um dos exemplos do seu auge como proposta… e também depois das muitas mudanças que o estilo sofreria nas décadas seguintes, procurando sobreviver em meio a uma realidade mercadológica que passou a ignorar tudo que não fosse comercial.

from_genesis_to_revelation

Mas isso seria bem mais tarde, depois da saída de Peter Gabriel, quando o grupo foi gradualmente passando a ser dominado pelo baterista e futuro hit maker Phil Collins, que tomaria o controle definitivo quando outra figura dominante, o guitarrista Steve Hackett, resolveu sair também no final dos anos 70.

Genesis-Trespass-Front

Tudo isso estava distante na gênese deste grande grupo… e nós selecionamos para essa primeira parte do programa este período formador representado pelos seus dois primeiros álbuns… “From Genesis to Revelation”, lançado em 1969, e “Trespass”, que sairia em 1970…

Com o Genesis vocês ouviram “The Serpent”, “Am I Very Wrong”, “In The Wilderness”, “The Conqueror”, “White Mountain” e “Dusk”.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer mais um pouco do grande Genesis, na época de sua formação clássica, quando Phil Collins era apenas um grande baterista… e só cantava quando Peter Gabriel deixava.

Foi graças às alugações e ao lirismo de Peter Gabriel que o Genesis atingiu o seu ponto mais alto, tanto no aspecto criativo como enquanto fenômeno de mídia, causando um grande impacto com sua poética única, combinada com a riqueza teatral de suas apresentações ao vivo que marcariam época e influenciariam muitos outros grupos desde então.

gabriel-lamb lies down live

Tanto a tradição progressiva italiana como o neo-prog dos anos 80 seriam tributários do legado do Genesis… e não seriam os únicos… isso seguiria até mesmo para outras famílias do rock, embora em muitos casos tenha se mesclado também com outras abordagens teatrais, algumas das quais haviam sido influências para os delírios do próprio Peter Gabriel.

E para fechar o programa essa vamos trazer uma daquelas coisas que só chegaram a nós recentemente, e através das vantagens abertas pela internet… um registro ao vivo no estádio de Wembley, em Londres, durante a lendária tour de 75… época do lançamento do álbum duplo “The Lamb Lies Down on Brodway”… o derradeiro trabalho com Peter Gabriel e um dos discos indispensáveis de qualquer coleção progressiva.

Vocês ouviram com o Geneis “The Grand Parade Of Lifeless Packaging”, “Back In N.Y.C.”, “Hairless Heart”, “Counting A Time”, “Carpet Crawlers” e “The Light Dies Down On Brodway”.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem na Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com, que é administrado pela nossa querida amiga Ana Barbara Vicentin… lá você vai poder fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado… até a semana que vem.”

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GENESIS FROM GENESIS TO REVELATION / TRESPASS

1. THE SERPENT – 4:38

2. AM I VERY WRONG – 3:31

3. IN THE WILDERNESS – 3:28

4. THE CONQUEROR – 3:40

5. WHITE MOUNTAIN – 6:43

6. DUSK – 4:14

TOTAL – 25:58

GENESIS WEMBLEY 75

7. THE GRAND PARADE OF LIFELESS PACKAGING – 3:04

8. BACK IN N.Y.C. – 6:08

9. HAIRLESS HEART – 2:35

10. COUNTING A TIME – 3:55

11. CARPET CRAWLERS – 5:43

12. THE LIGHT DIES DOWN ON BRODWAY – 3:32

TOTAL – 24:49

Total GERAL: 50:47

Ouça o Art Rock com Genesis, que foi ao ar no dia 10/05/2009, clicando aqui.

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